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    Kristen Stewart vai presidir júri do Festival de Berlim 2023

    9 de dezembro de 2022 /

    A organização do Festival de Berlim anunciou a atriz Kristen Stewart como presidente do júri de sua edição de 2023. O anúncio reflete a condição de queridinha da crítica e estrela de filmes de arte da ex-protagonista da “Saga Crepúsculo” (2008-2012). Desde que estrelou a franquia teen, devastada pela crítica e responsável por indicá-la cinco vezes ao prêmio de piores do ano no Framboesa de Ouro, Stewart ganhou credibilidade se dedicando a vários projetos independentes. Ela estreou no festival alemão em 2010, como protagonista de um dos muitos dramas indies que realizou em sua transição – “Corações Perdidos”, de Jake Scott. Depois disso, chegou ao cinema europeu pela porta da frente, tornando-se a primeira atriz americana a vencer o César (o Oscar francês) por seu desempenho em “Acima das Nuvens” (2014), de Olivier Assayas. Desde então, tem sido destaque constante nos festivais europeu. Também estreou como diretora de curtas. E neste ano conquistou sua primeira indicação ao Oscar pelo papel da princesa Diana em “Spencer”, filme dirigido pelo chileno Pablo Larrain. “Jovem, brilhante e com um trabalho impressionante, Kristen Stewart é a ponte perfeita entre os Estados Unidos e a Europa”, disseram os diretores do festival Mariette Rissenbeek e Carlo Chatrian. “De Bella Swan à Princesa de Gales, ela deu vida a personagens eternos e é uma das atrizes mais talentosas e multifacetadas de sua geração”, completaram no comunicado sobre a escolha da atriz. Atualmente com 32 anos, Stewart será uma das presidentes mais jovens do júri principal do evento. O Festival de Berlim de 2023 vai acontecer entre os dias 16 e 26 de fevereiro na capital da Alemanha.

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    Festival de Berlim vai homenagear Steven Spielberg

    22 de novembro de 2022 /

    A organização do Festival de Berlim anunciou que o evento de 2023 vai homenagear Steven Spielberg com um Urso de Ouro honorário pelas realizações de sua carreira. Diretor de clássicos que vão desde “Tubarão” nos anos 1970 até o recente “Fabelmans”, Spielberg só foi começar a disputar festivais de cinema neste ano, quando venceu o Festival de Toronto com “Fabelmans”. Mas é reverenciado tanto por seus blockbusters de qualidade como por seu trabalho artístico, a ponto de já ter presidido o Festival de Cannes – em 2013, deu a Palma de Ouro para o romance lésbico “Azul É a Cor Mais Quente”. Spielberg também é vencedor de dois Oscars de Melhor Direção, por “A Lista de Schindler” (1993), que também foi premiado como Melhor Filme, e “O Resgate do Soldado Ryan” (1998). “Com uma carreira incrível, Steven Spielberg não só encantou gerações de espectadores ao redor do mundo, mas também deu um novo significado à palavra ‘cinema’ como a fábrica de sonhos”, diz o comunicado do festival, assinado pelos diretores de Berlinale, Mariette Rissenbeek e Carlo Chatrian. O Festival de Berlim de 2023 vai acontecer de 16 a 26 de fevereiro na capital alemã.

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    Filme brasileiro é premiado no Festival de Berlim

    20 de fevereiro de 2022 /

    O Festival de Berlim divulgou no sábado (19/2) os vencedores da mostra Panorama, que incluiu o filme brasileiro “Fogaréu”. O primeiro longa-metragem dirigido pela goiana Flávia Neves ficou em 3º lugar. A votação foi decidida pelo público, que consagrou como vencedor o longa cazaque “Happiness”, de Askar Usabayev, e deixou o ucraniano “Klondike”, de Maryna Gorbach, em 2º lugar. “Fogaréu” se passa em Goiás Velho, antiga capital goiana, e faz uma denúncia contra famílias ricas que adotam crianças, muitas vezes com transtornos mentais, numa suposta ação de solidariedade que, com o tempo, se revela uma busca por mão de obra análoga à escravidão. Na trama, que mescla elementos dramáticos e sobrenaturais, a personagem de Bárbara Colen (de “Bacurau”) retorna para a casa do tio após a morte da mãe adotiva e se vê diante de uma série de questionamentos sobre o próprio passado. Antes de “Fogaréu”, Neves dirigiu o curta-metragem “Liberdade” e a série “Amanajé, o Mensageiro do Futuro”. Atualmente, a cineasta trabalha no seu segundo longa, “Tempo do Poder”, ainda sem previsão de estreia. O filme da diretora goiana foi o único longa brasileiro premiado no festival alemão deste ano. Mas, na semana passada, quando foram entregues os prêmios do júri, um curta nacional também se consagrou no evento. O carioca Bruno Ribeiro venceu o Urso de Prata, segundo prêmio mais importante entre os curtas-metragens exibidos no Festival de Berlim, com “Manhã de Domingo”. O filme retrata uma pianista negra às vésperas de um importante recital.

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    Festival de Berlim 2022 consagra trabalhos femininos

    16 de fevereiro de 2022 /

    O drama espanhol “Alcarràs”, da diretora Carla Simón, foi o grande vencedor do Festival de Berlim. A trama sobre uma família rural forçada a abandonar o seu trabalho e sua terra, devido a um acordo verbal antigo e esquecido pelos atuais herdeiros, recebeu o Urso de Ouro do júri internacional presidido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Tempo”) – e que incluiu o brasileiro Karim Aïnouz (“A Vida Invisível”). “Alcarràs” foi apresentado como o segundo filme de uma trilogia de Carla Simón, iniciada em “Verão 1993″ (2017), com um elenco formado por não atores. Entre as demais premiações, o Grande Prémio do Júri foi para “The Novelist’s Film”, novo filme do sul-coreano Hong Sangsoo, e o Prémio do Júri coube a “Robe of Gem”, primeiro longa dirigido pela editora boliviana-mexicana Natalia Lopez Gallardo. Na disputa das atuações, o prêmio que não distingue sexos foi dividido entre duas mulheres: a Meltem Kaptan foi a Melhor Intérprete por “Rabiye Kurnaz vs. George W. Bush”, e Laura Basuki a Melhor Coadjuvante por “Before, Now and Then (Nana)”. Por fim, o Urso de Prata de Melhor Direção ficou com a veterana cineasta francesa Claire Denis por “Fire” (Avec Amour et Acharnement), completando a consagração das mulheres no festival alemão. A lista de prêmios ainda destacou o brasileiro Bruno Ribeiro, que venceu o Urso de Prata (Prêmio do Júri) na competição de Curtas-Metragens por “Manhã de Domingo”.

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    Isabelle Huppert não participará de homenagem do Festival de Berlim por covid-19

    14 de fevereiro de 2022 /

    Isabelle Huppert testou positivo para covid-19 e não poderá comparecer pessoalmente ao evento em sua homenagem no Festival de Berlim. Ela receberia um Urso de Ouro honorário como homenagem por sua carreira na terça (15/2). “Infelizmente, Isabelle Huppert testou positivo hoje para o coronavírus em Paris e por causa disso não poderá estar presente”, informou a organização da Berlinale em comunicado. A atriz de 68 anos assegurou aos organizadores que está bem e deseja participar, mesmo à distância, dos atos em sua homenagem. “Levando em conta que Isabelle Huppert não se sente doente e deseja apoiar o festival, decidimos continuar com a cerimônia. Visto que não pode vir, enviaremos a ela nosso amor e admiração até sua casa, em Paris”, asseguraram Mariette Rissenbeek, diretora-executiva, e Carlo Chatrian, diretor artístico da Berlinale. Huppert vai participar virtualmente, por teleconferência, para saudar o público, acrescentou o texto. A atriz francesa também deveria prestigiar a première de seu novo filme, “À Propos de Joan”, dirigido por Laurent Larivière, que agora será exibido em Berlim sem a sua presença. Com uma carreira com mais de 100 obras, várias premiações internacionais e uma indicação ao Oscar por “Elle” (2016), Huppert é uma das maiores atrizes europeias em atividade.

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    Festival de Berlim 2022 começa em clima de pandemia

    10 de fevereiro de 2022 /

    O Festival de Berlim começa sua 72ª edição nesta quinta (10/2) em clima de pandemia, cercado de protocolos sanitários, como testes e exigência de vacinação, e sem festas e eventos públicos. A programação também foi compactada. Todos os 256 títulos serão exibidos até o dia 16, e os quatro dias restantes serão dedicados a reprises. Além disso, o European Film Market, a seção de negócios do festival, foi transformada em evento virtual. Tudo isso para exibir filmes de forma presencial, depois da edição online do ano passado. “Se fossemos obrigados a voltar ao virtual, teríamos que fazer uma nova seleção de filmes, pois metade está comprometida com a projeção em salas”, afirmou Carlo Chatrian, diretor artístico da Berlinale. Com apenas um filme americano em competição, pois, segundo Chatrian, os demais inscritos não eram “fortes o suficiente”, a disputa do Urso de Ouro destaca cineastas europeus e asiáticos. Além do filme de Ozon, que faz uma homenagem ao mítico “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”, de Rainer Werner Fassbinder, outros destaques da mostra competitiva são o novo filme do sul-coreano Hong Sang-soo, “The Novelist’s Film”, a nova produção da francesa Claire Denis, “Avec Amour et Acharnement”, e o segundo longa solo do italiano Paolo Taviani após a morte do irmão, “Leonora Addio”. O cineasta M. Night Shyamalan é o presidente do júri, que inclui o cineasta brasileiro Karim Aïnouz e entregará o Leão de Ouro ao melhor da competição no dia 20. Fora da competição, a programação se estende por várias mostras, que exibirão desde “Dark Glasses”, a volta do mestre Dario Argento ao terror, até seis títulos brasileiros. Na principal mostra paralela, a Panorama, o destaque é “Fogaréu”, drama de Flávia Neves, estrelado por Bárbara Colen, sobre estruturas coloniais e desigualdade que resistem no interior do Brasil. Na Forum, são dois longas. “Mato Seco em Chamas”, codirigido por Adirley Queirós e pela portuguesa Joana Pimenta, mostra o contraste entre a realidade de mulheres de Ceilândia e a venda de petróleo encontrado sob a cidade, enquanto “Três Tigres Tristes”, de Gustavo Vinagre, aborda a situação de jovens queer de São Paulo durante a pandemia de covid-19. Os demais títulos são curtas-metragens: “O Dente do Dragão”, de Rafael Castanheira Parrode, que estará na mostra Forum Expanded, “Manhã de Domingo”, de Bruno Ribeiro, e “Se Hace Camino al Andar”, de Paula Gaitán.

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    Festival de Berlim anuncia júri internacional com o brasileiro Karim Aïnouz

    26 de janeiro de 2022 /

    A organização do Festival de Berlim anunciou o júri da 72ª edição do evento, que determinará os filmes e artistas premiados com os Ursos de Ouro e de Prata. Entre os novos membros que se juntarão ao cineasta M. Night Shyamalan (“Tempo”), presidente do júri, está está o brasileiro Karim Aïnouz, diretor de “A Vida Invisível”. Além dele, o produtor franco-tunisiano Saïd Ben Saïd também é conhecido do cinema nacional por ter produzido “Bacurau” (2019), entre muitos clássicos internacionais. Os demais integrantes são a atriz dinamarquesa Connie Nielsen (“Mulher-Maravilha”), a diretora alemã Anne Zohra Berrached (“O Dia Que Mudou o Mundo”), a cineasta do Zimbábue Tsitsi Dangarembga (“I Want a Wedding Dress”) e o diretor japonês do momento, Ryûsuke Hamaguchi (“Drive My Car”). O Festival de Berlim deste ano vai acontecer de 10 a 16 de fevereiro. Presenting the International Jury of the Berlinale 2022! M. Night Shyamalan will head the jury. The other jury members are Karim Aïnouz, Saïd Ben Saïd, Anne Zohra Berrached, Tsitsi Dangarembga, Ryûsuke Hamaguchi and Connie Nielsen. More info: https://t.co/ldbb1fJVRX #Berlinale pic.twitter.com/xM3zCvUBcU — Berlinale (@berlinale) January 26, 2022

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    Brasil tem seis filmes na programação do Festival de Berlim

    19 de janeiro de 2022 /

    O Festival de Berlim anunciou a programação de sua edição de 2022 com grande representação brasileira. São seis títulos. Só que nenhum na mostra principal. Na principal mostra paralela, a Panorama, o destaque é “Fogaréu”, drama de Flávia Neves, estrelado por Bárbara Colen, sobre estruturas coloniais e desigualdade que resistem no interior do Brasil. Na Forum, são dois longas. “Mato Seco em Chamas”, codirigido por Adirley Queirós e pela portuguesa Joana Pimenta, mostra o contraste entre a realidade de mulheres de Ceilândia e a venda de petróleo encontrado sob a cidade, enquanto “Três Tigres Tristes”, de Gustavo Vinagre, aborda a situação de jovens queer de São Paulo durante a pandemia de covid-19. Os demais títulos são curta-metragens: “O Dente do Dragão”, de Rafael Castanheira Parrode, que estará na mostra Forum Expanded, “Manhã de Domingo”, de Bruno Ribeiro, e “Se Hace Camino al Andar”, de Paula Gaitán. O festival vai começar em 10 de fevereiro com a exibição de “Peter von Kant”, em que o francês François Ozon faz uma homenagem ao mítico “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”, de Rainer Werner Fassbinder. Outros destaques da mostra competitiva são o novo filme do diretor sul-coreano Hong Sang-soo, “The Novelist’s Film”, a nova produção da francesa Claire Denis, “Both Sides of the Blade”, e o segundo longa solo do italiano Paolo Taviani após a morte do irmão, “Leonora Addio”. O cineasta M. Night Shyamalan será o presidente do júri que entregará o Leão de Ouro ao melhor da competição. Veja abaixo a lista dos filmes que disputarão o prêmio. Mostra Competitiva “A E I O U: A Quick Alphabet of Love” (França/Alemanha), de Nicolette Krebitz “A Piece of Sky” (Suíça/Alemanha), de Michael Koch “Alcarràs” (Espanha/Itália), de Carla Simón “Before, Now & Then” (Indonésia), de Kamila Andini “Both Sides of the Blade” (França), de Claire Denis “Call Jane” (Estados Unidos), de Phyllis Nagy “Everything Will Be OK” (França/Camboja), de Rithy Panh “Leonora Addio” (Itália), de Paolo Taviani “One Year, One Night” (Espanha/França), de Isaki Lacuesta “Peter von Kant” (França), de François Ozon “Rabiye Kurnaz vs. George W. Bush” (Alemanha/França), de Andreas Dresen “Return to Dust” (China), de Li Ruijun “Rimini” (Áustria/França/Alemanha), de Ulrich Seidl “Robe of Gems” (México/Argentina/Estados Unidos), de Natalia López Gallardo “That Kind of Summer” (Canadá), de Denis Côté “The Line” (Suíça/França/Bélgica), de Ursula Meier “The Novelist’s Film” (Coreia do Sul), de Hong Sang-soo “The Passengers of the Night” (França), de Mikhaël Hers

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    Isabelle Huppert será homenageada no Festival de Berlim

    16 de dezembro de 2021 /

    A atriz francesa Isabelle Huppert será homenageada com um Urso de Ouro pelas realizações de sua carreira durante o Festival de Berlim de 2022. “O Urso de Ouro honorário pode parecer uma progressão natural em uma carreira sem igual, já que Isabelle Huppert é uma das poucas artistas reconhecidas com prêmios de atuação em todos os principais festivais de cinema. Mas ela é mais que uma atriz célebre — ela é uma artista intransigente que não hesita em correr riscos e desprezar as tendências convencionais”, afirmaram Mariette Rissenbeek e Carlo Chatrian, os diretores do Berlinale, em comunicado. Com uma carreira repleta de clássicos, iniciada durante a década de 1970, Huppert é considerada por muitos críticos como a maior atriz viva da Europa. Ela já filmou com os maiores mestres do cinema do continente, uma lista que inclui Jean-Luc Godard, Claude Chabrol, Otto Preminger, Andrzej Wajda, Bertrand Blier, Bertrand Tavernier, Michael Haneke, Olivier Assayas, François Ozon, Marco Bellocchio, Marco Ferreri, Irmãos Taviani, Catherine Breillat, Claire Denis, Anne Fontaine, Alain Robbe-Grillet, André Téchiné, Mia Hansen-Løve, Joachim Trier e Paul Verhoeven, entre muitos outros, incluindo cineastas americanos e asiáticos. Recordista de indicações ao César (o Oscar francês), disputou o prêmio 16 vezes e teve duas vitórias — por “Mulheres Diabólicas” (1995) e “Elle” (2017). Dirigido por Paul Verhoeven, “Elle” também levou a atriz ao Oscar pela primeira vez – ela perdeu a estatueta de Melhor Atriz para Emma Stone, por “La La Land”. Sua estante ainda inclui duas premiações de Melhor Atriz no Festival de Cannes, por “Violette” (1978) e “A Professora de Piano” (2001), e mais duas do Festival de Veneza, por “Um Assunto de Mulheres” (1988) e “Mulheres Diabólicas” (1995). Já os prêmios honorários pelo reconhecimento de sua carreira somam um Leão de Ouro de Veneza em 2005, mais um troféu especial da Academia Europeia de Cinema conferido em 2009, mesmo ano em que ainda recebeu outra honraria similar do Festival de Karlovy Vary. Aos 68 anos, ela participará do Festival de Berlim para lançar um filme inédito, “Joan Verra”, de Laurent Larivière, que integra a programação do evento alemão. O Festival de Berlim de 2022 vai acontecer de 10 a 20 de fevereiro na capital alemã.

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    M. Night Shyamalan vai presidir Festival de Berlim 2022

    19 de outubro de 2021 /

    O diretor M. Night Shyamalan será o presidente do júri do 72º Festival de Berlim, anunciaram os organizadores do evento cinematográfico nesta terça-feira (19/10). Previsto para acontecer presencialmente entre 10 e 20 de fevereiro, após a edição deste ano ter sido online, os organizadores apostam no retorno do público e o nome do diretor indiano, radicado nos EUA, é uma opção bastante popular. Especialista em terror, Shyamalan ficou famoso com o sucesso de “O Sexto Sentido”, de 1999, sobre um menino que via gente morta. O filme teve seis indicações ao Oscar e fez sua carreira deslanchar. Entre seus melhores trabalhos encontram-se “Corpo Fechado” (2000), “Sinais” (2002), “A Vila” (2004) e “Fragmentado” (2016). O último foi “Tempo”, lançado neste ano. “Em seus filmes, criou um universo no qual medos e desejos estão muito próximos, em que os jovens não são somente personagens principais, são também motores para superar os medos”, disse em um comunicado o diretor artístico do Festival de Berlim, Carlo Chatrian, que descreveu Shyamalan como “cineasta único”.

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    Trailer mostra humor ácido do vencedor do Festival de Berlim 2021

    30 de setembro de 2021 /

    A Magnolia Pictures divulgou o pôster e o trailer americanos de “Bad Luck Banging or Loony Porn”, filme vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim deste ano. A comédia ácida romena, cujo título em tradução livre significa “Sexo Azarado ou Pornô de Malucos”, acompanha uma professora (Katia Pascariu) que precisa lidar com o vazamento de sua sex tape na internet. Assediada em seu dia-a-dia, ela ainda tem que enfrentar o assédio corporativo numa reunião de pais e mestres que exibe o infame vídeo para decidir sua punição. Além de usar humor insólito para denunciar a hipocrisia dos defensores da moral e dos bons costumes, o diretor Radu Jude também incorporou a pandemia em sua trama, gravando os atores com máscaras para refletir a situação do mundo real, em vez de adotar o negacionismo da maioria dos filmes realizados recentemente, situados num planeta sem covid-19. Ao anunciar o prêmio, o júri de Berlim tentou definir a obra da seguinte forma: “É um filme elaborado, mas também selvagem. Inteligente, mas infantil. Geométrico, mas vibrante. Impreciso, mas da melhor forma possível. Ataca o espectador, evoca a discordância, mas não deixa que ninguém o ignore.” “Bad Luck Banging or Loony Porn” foi segundo Urso de Ouro de Radu Jude, que já tinha vencido o Festival de Berlim em 2015 com a aventura “Aferim!”. A estreia do novo filme vai acontecer em 19 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Mario Camus (1935–2021)

    18 de setembro de 2021 /

    O diretor espanhol Mario Camus, premiado nos festivais de Cannes e Berlim, morreu neste sábado (18/9) em Santander, na Espanha, aos 86 anos. Com uma carreira de quase seis décadas, Camus era autor de diversos clássicos do cinema espanhol. Seu primeiro longa, “Los Farsantes”, foi lançado em 1963. Três anos depois já estava disputando a Palma de Ouro do Festival de Cannes com “Con El Viento Solano”. Ele também dirigiu sucessos comerciais, como “Essa Mulher” (1969), estrelado pela diva Sara Montiel, e até o western spaghetti “A Cólera de Trinity” (1970), com o astro italiano Terence Hill. O reconhecimento internacional veio apenas nos anos 1980, após Camus passar pela TV e se reinventar com “A Colmeia” (1982), em que explorou os contrastes sociais entre os artistas marginalizados pela ditadura e a burguesia que prosperou em meio às barbaridades do governo de Francisco Franco. Aclamado pela crítica, o filme venceu diversos prêmios importantes, inclusive o Leão de Ouro do Festival de Berlim. “A Colmeia” era adaptação de um romance de Camilo José Cela e sua consagração inspirou o diretor a se especializar em filmagens de obras importantes. Um ano após vencer Berlim, ele recebeu uma menção especial do júri do Festival de Cannes por outra adaptação, “Os Santos Inocentes” (1984), baseado no livro de Miguel Delibes. Além disso, o festival francês também premiou sua dupla de intérpretes, Paco Rabal e Alfredo Landa. Uma de suas adaptações mais populares foi “A Casa de Bernarda Alba” (1987), baseada na célebre peça de Federico García Lorca, premiada no Goya, o Oscar espanhol. A partir dos anos 1990, porém, decidiu mudar de estratégia e passou a filmar suas próprias histórias, o que acabou sendo ótimo para sua carreira. Ele recebeu quatro indicações ao Goya de Melhor Roteirista, obtendo uma vitória por “Sombras en una Batalla” (1993). O sucesso como roteirista deu impulso a uma atividade paralela, levando-o a escrever para outros cineastas. Um de seus últimos trabalhos foi o roteiro de “Roma, Um Nome de Mulher” (2004), dirigido pelo argentino Adolfo Aristarain, que lhe renderam os prêmios finais de sua carreira, como Melhor Roteirista nos festivais de Havana (Cuba) e Toulouse (França), além de sua derradeira indicação ao Goya. Camus encerrou a filmografia com “El Prado de las Estrellas”, que escreveu e dirigiu em 2007. Quatro anos depois, foi convidado de volta ao Goya para receber uma grande homenagem, com um prêmio especial pelas realizações de sua vida artística.

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    Brasileiro “A Última Floresta” vence prêmio do público do Festival de Berlim

    20 de junho de 2021 /

    O público do Festival de Berlim celebrou a qualidade do cinema brasileiro neste domingo (20/6) com a premiação de “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi, com o troféu de Melhor Filme da Mostra Panorama. O longa nacional disputava com 15 produções de diferentes países e se provou o favorito dos frequentadores da Berlinale, que este ano se dividiu em duas fases devido à covid-19. Por causa da pandemia, a 71ª edição do tradicional festival alemão teve uma primeira mostra virtual em março, exclusiva para o júri e a crítica, que consagrou o romeno “Bad Luck Banging or Loony Porn”, de Radu Jude, com a Palma de Ouro, e uma “mostra de verão”, com as primeiras exibições públicas dos filmes selecionados durante este mês de junho. Escrito por Bolognesi em parceria com o xamã Davi Kopenawa, “A Última Floresta” mostra a luta dos yanomamis no Norte da Amazônia contra o avanço criminoso dos garimpeiros sobre suas terras. “O prêmio é extremamente importante para chamar atenção para esse genocídio indígena que está acontecendo no Brasil”, comentou Bolognesi à imprensa em Berlim, registrado por “O Globo”. “No momento, os yanomamis estão sob ataque de garimpeiros. Já foram três aldeias atacadas com tiros e bombas, e o governo não toma as medidas legais para retiriar os garimpeiros invasores e nem sequer proteger os indígenas”, denunciou. A narrativa, porém, combina denúncia social com o universo mágico dos yanomani, que acreditam que o mundo dos sonhos é real. Com isso, muitas cenas aludem à crenças e explicitam a agonia de um povo dividido entre as tradições e o perigo de mantê-las diante de um inimigo perigoso. “A Última Floresta” foi o segundo filme de Bolognesi sobre a luta dos brasileiros nativos premiado no Festival de Berlim. Ele já tinha recebido uma uma menção honrosa em 2018 pelo documentário “Ex-Pajé”, que mostrou o drama de um líder indígena subjugado por religiosos evangélicos. O público votou em peso no filme brasileiro, que foi recebido com aplausos avassaladores, conforme o próprio diretor registrou em seu Instagram. E também na produção local “Mr. Bachmann and his class”, de Maria Speth, uma fábula de inclusão na qual uma professora carismática ajuda seus alunos, que vêm de diferentes países, a se sentirem em casa na Alemanha. “Mr. Bachmann” venceu o troféu do público entre os filmes da mostra principal. Segundo a Berlinale, 5.658 votos foram computados. A vitória de Luiz Bolognesi em Berlim aconteceu um dia após outra conquista importante do cinema brasileiro na Europa, com a premiação do longa animado “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”, de Cesar Cabral, no sábado (19/6) no Festival de Annecy, na França. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luiz Bolognesi (@luizbolognesi66) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luiz Bolognesi (@luizbolognesi66)

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