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  • Série

    CBS revela teasers das novas séries derivadas de “NCIS”, “FBI” e “CSI”

    20 de maio de 2021 /

    A rede americana CBS divulgou os teasers das principais séries novas de sua programação para o outono norte-americano (nossa primavera). E a iniciativa revela que essa programação não é exatamente nova. As apostas da emissora são séries de investigação policial derivadas de franquias estabelecidas – uma é bastante longeva, a outra amplia o reinado de um megaprodutor, a terceira retorna após a aposentadoria e todas são reconhecidas por suas iniciais maiúsculas. As atrações são “NCIS: Hawai’i”, “FBI International” e “CSI: Vegas”. As duas primeiras não começaram a ser gravadas e o que têm a mostrar são locações e cenas de episódios de outras séries de suas franquias, acompanhadas pelos depoimentos, respectivamente, da atriz Vanessa Lackey (“BH90210”), escalada como a primeira mulher a liderar uma equipe NCIS, e o produtor Dick Wolf, com aparência cansada por comandar tantas atrações simultâneas – três “FBI”, três “Chicago” e duas “Law & Order”, com uma terceira em desenvolvimento. Em contraste, o vídeo de “CSI: Vegas” combina flashes da “CSI” clássica com imagens inéditas do piloto da nova atração, além de trazer os depoimentos dos produtores e atores principais – inclusive William Petersen e Jorja Fox, reprisando os papéis do médico forense Dr. Gil Grissom e sua assistente/esposa Sara Sidle. “CSI: Vegas” será uma continuação direta da série original, 21 após os protagonistas aparecerem pela primeira vez e seis anos após o final da produção (com um elenco bem diferente). Na nova trama, os personagens de Petersen e Fox trabalharão com uma nova geração de investigadores forenses, interpretados por Paula Newsome (“Barry”), Matt Lauria (“Kingdom”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”) e Mandeep Dhillon (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), além de encontrarem outro veterano da franquia, Wallace Langham, que reprisará seu papel como David Hodges. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Jason Tracey (“Burn Notice”), a atração tem produção de Jerry Bruckheimer, do criador do “CSI” original, Anthony E. Zuiker, e dos antigos showrunners da franquia, Carol Mendelsohn, Ann Donahue e Craig O’Neill. As outras duas produções foram aprovadas sem piloto, apenas pela força de suas franquias. As séries “NCIS” e “FBI” originais são as mais assistidas da CBS, respectivamente em 1º e 2º lugar na audiência da rede de TV. Franquia muito recente, “FBI” estreou em 2018 e já tinha gerado o spin-off “FBI: Most Wanted”, lançado no ano passado. O produtor Dick Wolf sugeriu uma terceira expansão ainda em janeiro de 2020, observando que a franquia oferece um “tesouro sem fim de histórias”. Por enquanto sem elenco definido, os episódios se concentrarão nas operações internacionais do FBI. Como parâmetro oposto, “NCIS” é uma das séries mais antigas da programação televisiva atual. Está atualmente em sua 18ª temporada com uma média impressionante de 9,6 milhões de espectadores por episódio ao vivo e seu sucesso se estende à derivada “NCIS: Los Angeles”, em sua 12ª temporada. A produção de “NCIS: Hawai’i” está a cargo de Chris Silber, showrunner de “NCIS: New Orleans”, que foi encerrada em fevereiro após sete temporadas, e vai ocupar simultaneamente essa vaga e a locação de outra série recém-cancelada no canal, “Hawaii Five-0” (Havaí Cinco-0), acompanhando uma equipe de investigadores criminais da Marinha que operam nas ilhas havaianas. Ou seja, o “NCIS” de sempre, mas no Havaí – e com uma mulher no comando.

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    Robert De Niro sofre acidente no set do novo filme de Martin Scorsese

    14 de maio de 2021 /

    Robert De Niro sofreu um acidente e machucou sua perna no intervalo das filmagens de “Killers of the Flower Moon”, filme que volta a reuni-lo com o diretor Martin Scorsese após “O Irlandês”. De acordo com publicações da Variety e The Hollywood Reporter, o ator de 77 anos se lesionou na quinta (13/5) em sua residência provisória do set no estado de Oklahoma, onde a produção está sendo rodada, e no mesmo dia viajou para Nova York, onde mora e onde planejava se consultar com um médico nesta sexta (14/5). Apesar disso, a lesão não afetará o cronograma da produção, que também conta com Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”), de acordo com comunicado do agente do astro veterano. “Enquanto estava em sua casa do set em Oklahoma para as filmagens de ‘Killers of the Flower Moon’, de Martin Scorsese, Robert De Niro machucou seu músculo quadríceps, que será tratado clinicamente em Nova York”, disse o representante do ator. “Isso não afetará a produção, pois ele não estava programado para filmar novamente nas próximas três semanas.” Na trama, De Niro interpreta o poderoso rancheiro William Hale, tio do personagem de DiCaprio, Ernest Burkhart. Scorsese e DiCaprio começaram a desenvolver há cinco anos essa adaptação do livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. A obra foi lançada no Brasil com o título de “Assassinos da Lua das Flores”. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 e o roteiro vinha sendo escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) até o ano passado, quando Scorsese e DiCaprio fecharem acordos individuais de desenvolvimento com a Apple, incluindo o financiamento para “Killers of the Flower Moon” e seu lançamento em streaming. O filme vai narrar o massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. “Killers of the Flower Moon” é a 10ª parceria entre Scorsese e De Niro e a 6ª entre o diretor e DiCaprio, mas o primeiro filme em que os três trabalham juntos. O elenco ainda inclui Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”), Tantoo Cardinal (“Stumptown”), Pat Healy (“Station 19”), Louis Cancelmi (“Billions”), Gary Basaraba (“Suburbicon”), Tatanka Means (“The Son”), Scott Shepherd (“X-Men: Fênix Negra”), Cara Jade Myers (“Rutherford Falls”) e os músicos Sturgill Simpson (“A Caçada”) e Jason Isbell (“Squidbillies”).

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  • Filme

    Novo filme de Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese ganha primeira foto

    10 de maio de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou a primeira foto de “Killers of the Flower Moon”, filme que volta a juntar o diretor Martin Scorsese e o astro Leonardo DiCaprio, oito anos após a última parceria em “O Lobo de Wall Street” (2013). A imagem foi postada no Instagram de DiCaprio, que aparece em cena com a atriz Lily Gladstone (“Billions”). Scorsese e DiCaprio começaram a desenvolver há cinco anos essa adaptação do livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. A obra foi lançada no Brasil com o título de “Assassinos da Lua das Flores”. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 e o roteiro vinha sendo escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) até o ano passado, quando Scorsese e DiCaprio fecharem acordos individuais de desenvolvimento com a Apple, incluindo o financiamento para “Killers of the Flower Moon” e seu lançamento em streaming. O filme vai narrar o massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. “Quando li o livro de David Grann, imediatamente comecei a vê-lo – as pessoas, as configurações, a ação – e eu sabia que tinha que transformar isso em um filme”, disse Scorsese em um comunicado antigo sobre o projeto. “Estou muito empolgado por trabalhar com Eric Roth e me reunir com Leo DiCaprio para trazer essa história americana verdadeiramente inquietante para a tela”, acrescentou ele. “Killers of the Flower Moon” é a sexta parceria entre o diretor e DiCaprio, após “Gangues de Nova York” (2002), “O Aviador” (2004), “Os Infiltrados (2006), “Ilha do Medo” (2010) e “O Lobo de Wall Street” (2013). O elenco ainda inclui Robert De Niro (“O Irlandês”), Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”), Tantoo Cardinal (“Stumptown”), Pat Healy (“Station 19”), Louis Cancelmi (“Billions”), Gary Basaraba (“Suburbicon”), Tatanka Means (“The Son”), Scott Shepherd (“X-Men: Fênix Negra”), Cara Jade Myers (“Rutherford Falls”) e os músicos Sturgill Simpson (“A Caçada”) e Jason Isbell (“Squidbillies”). A data de estreia não foi revelada, mas a descoberta do primeiro cadáver do que se revelaria um grande genocídio completa 100 anos em 27 de maio.

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  • Série

    Stana Katic oficializa final da série “Absentia”

    9 de maio de 2021 /

    A atriz Stana Katic anunciou nas redes sociais que a série “Absentia” acabou em sua 3ª temporada. Há 10 meses atrás! A estrela, que além de protagonizar é uma das produtoras da trama de suspense, revelou que chegou a considerar uma 4ª temporada, mas concluiu que a trama tinha sido encerrada de forma satisfatória nos episódios disponibilizados em julho do ano passado. “’Absentia’ sempre foi pensada para ter apenas três temporadas e eu não conseguia pensar em uma nota melhor para terminar… especialmente para Emily e seus entes queridos”, ela revelou, mencionando sua personagem. Na série, Katic vive Emily Byrne, uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada diante de se ver implicada numa série de assassinatos. A trama é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e virou série sem passar por avaliação de episódio piloto ou mesmo por encomenda de algum canal. A produção foi desenvolvida pela Sony por conta própria, visando lançá-la no mercado internacional, em seus canais da grife AXN. Só que a produção acabou chamando atenção da indústria do entretenimento e recebeu propostas de licenciamento, sendo negociada com o serviço de streaming da Amazon. A 3ª temporada mostrou Emily cumprindo os últimos dias de sua suspensão do FBI enquanto trabalha duro para ser a melhor mãe possível para Flynn. Infelizmente, tudo muda quando um dos casos criminais do ex-marido Nick (Patrick Heusinger) ameaça a família que Emily está tentando desesperadamente manter. Enquanto corre contra o tempo para salvar Nick, Emily ainda descobre uma conspiração maior se formando. A perigosa jornada que se segue leva a protagonista para longe de sua cidade, “testando-a como nunca antes e forçando-a a aprender a confiar novamente, a amar novamente e a finalmente perceber seu verdadeiro lugar no mundo”, na descrição conclusiva da sinopse oficial. Além da estrela principal, o elenco destacava Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”), Matthew Le Nevez (“The Widow”), Natasha Little (“The Night Manager”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”). Em suas postagens nas redes sociais, Katic prestou homenagem ao elenco e equipe da atração, e também celebrou o programa e seus fãs. “Quando eles me perguntaram em janeiro de 2017 se eu estava pronta para passar três anos na Bulgária gravando uma série de TV paga, eu não tinha ideia do que estava por vir. Nunca poderia ter imaginado as parcerias criativas e as amizades que se formariam e enriqueceriam minha vida”, ela escreveu. “Três temporadas foi o espaço perfeito para uma jornada linda, complicada e maravilhosamente gratificante. Levamos nossa protagonista no caminho de vítima e sobrevivente até… arquiteta empoderada de seu próprio futuro, que é uma jornada que espero que todos possamos ter após este ano confuso.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stana Katic (@drstanakatic)

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  • Filme,  Música

    Judas e o Messias Negro: Warner lança clipe de música indicada ao Oscar 2021

    5 de abril de 2021 /

    O estúdio Warner Bros. divulgou em seu canal no YouTube um clipe da música “Fight For You”, gravada pela cantora H.E.R. (Gabriella Wilson) para a trilha de “Judas e o Messias Negro”. A faixa disputa o Oscar 2021 de Melhor Canção Original. O clipe é uma montagem de cenas do filme e imagens dos personagens reais, pontuadas por um texto informativo sobre os Panteras Negras, sua luta por igualdade racial e a reação violenta da polícia e do FBI, que prendeu e matou diversos líderes do grupo. A narrativa termina referenciando os dias atuais, num paralelo com os protestos do movimento Vidas Negras Importam. “Judas e o Messias Negro” tem roteiro e direção de Shaka King (“Newlyweeds”), e volta a juntar Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield após o sucesso de “Corra!” (2017). Kaluuya vive o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que é traído por William O’Neal, o Judas vivido por Stanfield, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Hampton foi o mentor da Coalizão Arco-Íris: uma união de forças dos segmentos oprimidos da cidade de Chicago, juntando negros, latinos e brancos pobres para lutar por seus direitos em 1968. Esta iniciativa assustou o conservadorismo americano, acirrando a repressão, a violência e os assassinatos (“autos de resistência”) dos líderes do movimento. A música de H.E.R. toca durante os créditos do filme. Ela criou a composição com D’Mile e Tiara Thomas, e sob influência de Marvin Gaye e Sly and the Family Stone, para evocar o soul revolucionário do final dos anos 1960. H.E.R. já venceu um prêmio importante da indústria do entretenimento neste ano. Ela conquistou o Grammy 2021 por “I Can’t Breathe”, inspirada nas palavras finais de George Floyd, cujo assassinato pela polícia de Minneapolis no ano passado virou símbolo do movimento Vidas Negras Importam e disparou protestos raciais em todo o mundo.

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  • Série

    “FBI” e “FBI: Most Wanted” são renovadas e ganham novo spin-off

    24 de março de 2021 /

    A rede CBS quer mais séries policiais de Dick Wolf em sua programação. O canal americano anunciou a renovação das séries “FBI” e “FBI: Most Wanted”, e ainda encomendou outra atração derivada, “FBI: International”. Estrelada por Missy Peregrim, Zeeko Zaki e Jeremy Sisto, “FBI” vai para sua 4ª temporada, enquanto “FBI: Most Wanted”, protagonizada por Julian McMahon e Kellan Lutz, segue para seu terceiro ano de produção. “’FBI’ é a marca que mais cresce na televisão e nosso parceiro Dick Wolf encontrou outra forma criativa de expandir seu universo”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment. “’FBI: International’ é um drama intrigante e distinto que complementa perfeitamente seus irmãos atraentes, ‘FBI’ e ‘FBI: Most Wanted’, criando uma invejável programação tripla para a próxima temporada, que se encaixará perfeitamente em nossa rede.” A premissa e os personagens de “FBI: International” serão introduzidos num episódio crossover, que juntará os agentes federais das duas outras séries, em torno de uma investigação internacional. O projeto veio à tona em fevereiro passado e vai acompanhar agentes que viajam pelo mundo com a missão de proteger americanos onde quer que estejam. A nova série está a cargo de um dos principais showrunners das produções de Wolf, Derek Haas, criador do universo de Chicago – “Chicago Fire”, “Chicago Med”, “Chicago PD”, além da cancelada “Chicago Justice”. Em sua 3ª temporada, “FBI” atrai mais de 11 milhões de telespectadores semanais ao vivo e é o terceiro drama mais assistido da televisão americana. A série também lidera atualmente a audiência das (muitas) séries de Dick Wolf. Já o segundo ano do “FBI: Most Wanted” é acompanhado por mais de 8,8 milhões de telespectadores ao vivo.

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    NCIS e FBI podem ganhar novas séries derivadas

    18 de fevereiro de 2021 /

    A rede americana CBS planeja ter cada vez mais do mesmo em sua programação. Os produtores das franquias policiais “NCIS” e “FBI” revelaram planos para ampliar suas presenças com novos spin-offs no canal. Poucos detalhes foram revelados sobre as séries em potencial, mas o derivado de “NCIS” deve se chamar “NCIS: Hawaii”, acompanhando uma equipe de investigadores criminais da Marinha que operam nas ilhas havaianas. Ou seja, o “NCIS” de sempre, mas no Havaí. A produção do quarto programa do universo “NCIS” está sendo desenvolvida por uma equipe encabeçada por Chris Silber, showrunner de “NCIS: New Orleans”, e ocuparia a vaga temática da recém-cancelada “Hawaii Five-0” (Havaí Cinco-0). Por sua vez, a terceira série potencial da franquia “FBI”, do produtor Dick Wolf, seria chamada de “FBI: International”. O título ainda é provisório, mas resume o tema dos episódios, que se concentrariam nas operações internacionais do FBI. O projeto é formatado por um dos principais showrunners das produções de Wolf, Derek Haas, criador das séries do universo de Chicago – “Chicago Fire”, “Chicago Med”, “Chicago PD”, além da cancelada “Chicago Justice”. Franquia muito recente, “FBI” estreou em 2018 e já gerou o spin-off “FBI: Most Wanted”, lançado no ano passado. Wolf sugeriu uma terceira expansão ainda em janeiro de 2020, observando que a franquia oferece um “tesouro sem fim de histórias”. Como parâmetro oposto, “NCIS” é uma das séries mais antigas da programação televisiva atual. Está atualmente em sua 18ª temporada, com uma média impressionante de 9,6 milhões de espectadores por episódio ao vivo e seu sucesso se estende às derivadas “NCIS: New Orleans”, atualmente em sua 7ª temporada, e “NCIS: Los Angeles”, em sua 12ª. As duas séries originais “NCIS” e “FBI” são as mais assistidas da CBS, respectivamente em 1º e 2º lugar na audiência da rede de TV.

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    Judas e o Messias Negro: História dos Panteras Negras ganha novo trailer

    14 de janeiro de 2021 /

    A Warner divulgou o pôster e um novo trailer de “Judas e o Messias Negro” (Judas and the Black Messiah), filme sobre a história dos Panteras Negras, que volta a juntar Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield após o sucesso de “Corra!” (2017). Kaluuya vive o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que é traído por William O’Neal, o Judas vivido por Stanfield, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. A prévia registra o momento histórico em que Hampton anuncia a criação da Coalizão Arco-Íris: uma união de forças com outros segmentos oprimidos da cidade de Chicago para lutar por igualdade e empoderamento político. Esta iniciativa assustou o conservadorismo americano, acirrando a repressão, a violência e os assassinatos (“autos de resistência”) dos líderes do movimento. Este é o segundo lançamento recente a incluir Fred Hampton, que é um dos personagens da dramatização de “Os 7 de Chicago”, filme de Aaron Sorkin para a Netflix sobre vários militantes políticos dos anos 1960. “Judas e o Messias Negro” é produzido por Ryan Coogler (diretor do “Pantera Negra” da Marvel) e é endossado pelo filho de Hampton, Fred Hampton Jr, que acompanhou todos os dias de filmagem para garantir o realismo da trama. Hampton Jr, inclusive, defendeu a escolha de Kaluuya, que é inglês, como intérprete de seu pai, lembrando que os Panteras Negras tinham uma visão internacionalista sobre a diáspora causada pelo escravagismo. O filme tem roteiro e direção de Shaka King, que foi premiado no Festival de Sundance e no Independent Film Spirit Awards por sua estreia, “Newlyweeds” (2013). O elenco também conta com Jesse Plemons (“O Irlandês”), Algee Smith (“O Ódio que Você Semeia”), Darrell Britt-Gibson (“Luta por Justiça”), Dominique Thorne (“Se a Rua Beale Falasse”), Amari Cheatom (“Roman J. Israel, Esq.”), Caleb Eberhardt (“The Post – A Guerra Secreta”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Martin Sheen (“Apocalypse Now”) como o diretor do FBI J. Edgar Hoover. A estreia está marcada para 12 de fevereiro nos EUA, com distribuição simultânea nos cinemas e na plataforma HBO Max, mas ainda não há previsão para o Brasil.

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    Atriz de Fuller House é libertada após dois meses de prisão

    28 de dezembro de 2020 /

    A atriz Lori Loughlin, estrela de “Full House”, foi libertada da prisão federal de São Francisco após cumprir sua pena de dois meses por fraude universitária, envolvendo o pagamento de US$ 500 mil para colocar suas duas filhas na USC (Universidade do Sul da Califórnia) sob falsos pretextos. Seu marido, Mossimo Giannulli, continua encarcerado, após ter sido condenado a cinco meses de prisão. Loughlin também foi multada e condenada a serviços comunitários pelo escândalo de 2019. Apesar de ter cumprido sua pena na prisão, Loughlin não tem novo trabalho agendado. A outra atriz famosa implicada no escândalo, a vencedora do Emmy Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), já começou a retomar sua carreira após um período muito breve de detenção – apenas 12 dias, por ter se declarada culpada desde o início e cooperado com as autoridades. Huffman entrou no piloto de uma sitcom da rede ABC inspirada na vida real da dona de um time de beisebol. Após inicialmente declarar-se inocente, Loughlin acabou afastada de todas as produções de que participava, ausentando-se da 5ª e última temporada de “Full House”, perdendo seu papel em “Quando Chama o Coração: A Série” e recebendo a notícia do cancelamento de “Garage Sale Mysteries”. Mas ao ver como Huffman lidou com a situação, ela fechou um acordo para se declarar culpada e cumprir dois meses de prisão, sendo liberada nesta segunda-feira (28/12), a tempo de passar o Ano Novo com as filhas.

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  • Filme

    Jennifer Lopez vai perseguir serial killer na Netflix

    17 de dezembro de 2020 /

    Jennifer Lopez vai estrelar e produzir “The Cipher”, adaptação do romance homônimo de Isabella Maldonado, em desenvolvimento na Netflix. No filme, Lopez interpretará a agente do FBI Nina Guerrera, que é atraída para o caso de um serial killer após ele deixar códigos complexos e enigmas online. Os códigos estão ligados a assassinatos recentes e foram concebidos para atrai-la para um jogo de gato e rato. A estrela tem uma série de filmes a caminho, incluindo a comédia “Marry Me” da Universal Pictures, em que vive uma estrela pop que se casa espontaneamente com um fã durante um show, “The Godmother”, sobre a traficante Griselda Blanco na STX, e “Shotgun Wedding”, sobre um casal cujo casamento é sequestrado por criminosos, com produção da Lionsgate. Veja abaixo a capa do livro de Isabella Maldonado.

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  • Série

    Estreias online: Séries da Suécia ao Egito para maratonar no fim de semana

    6 de novembro de 2020 /

    A seleção de séries da primeira semana de novembro reúne atrações de quatro continentes, oferecendo alternativas variadas ao trivial americano. A lista inclui comédia picante da Suécia, terror sobrenatural do Egito, suspense policial da Coreia do Sul, drama policial da Inglaterra, comédia dramática do Canadá, sitcom do México e documentário criminal da Argentina. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais destaques do Top 10 do streaming deste fim de semana. Amor e Anarquia | Suécia | 1ª Temporada Comédia sueca safadinha que acompanha a transformação de Sofie (Ida Engvoll), uma consultora dedicada à carreira, casada e mãe de dois filhos, numa fetichista. Incumbida de modernizar uma editora antiquada, ela acaba conhecendo Max, um jovem técnico de informática chamado Max (Björn Mosten), com quem se envolve num inesperado jogo de sedução. Após ele gravá-la se masturbando no trabalho, passa a desafia-la a fazer coisas arriscadas em seu cotidiano. Ela logo percebe que gosta do jogo, mas o que começa com desafios inocentes aos poucos passa a ter maiores consequências. A série foi criada pela cineasta Lisa Langseth (“Euforia”), que lançou a estrela Alicia Vikander no cinema – em “Pure” (2010). Disponível na Netflix Paranormal | Egito | 1ª Temporada Série egípcia de fantasmas baseada na coleção homônima (no original, Ma Waraa Al Tabiaa) de best-sellers do falecido Ahmed Khaled Tawfik (1962-2018), primeiro autor contemporâneo de terror da língua árabe e um dos mais influentes escritores do Egito. Uma comparação possível para situar o público ocidental seria imaginar um Stephen King árabe. Passada nos anos 1960, a trama gira em torno do Dr. Refaat Ismail, que mergulha em eventos supernaturais, conforme tenta resolver os mistérios por trás de cada caso e desvendar os fantasmas de seu próprio passado. Além do egípcio Ahmed Amin (“The Treasure”) no papel principal, o elenco destaca a libanesa Razane Jammal (“Caçada Mortal”), que o acompanha em sua jornada. Disponível na Netflix Entendeu ou Precisa Desenhar? | Canadá | 2ª Temporada Criada e estrelada por Florence Longpré (“A Queda do Império Americano”), a comédia dramática canadense (falada em francês) do canal público Télé-Québec é uma das produções mais escrachadas, cruas e (totalmente) anárquicas do catálogo da Netflix. Na trama, três amigas de um bairro pobre de Montreal tentam encontrar humor e esperança em suas vidas, independente da falta absoluta de dinheiro. Os episódios acompanham o trio nos bons momentos que passam juntas, fortalecendo sua amizade entre bebedeiras, cantorias e pequenos roubos, mas também nas ocasiões em que devem lidar, sozinhas ou não, com os problemas de suas vidas amorosas, suas famílias disfuncionais – que envolvem mães bêbadas, drogadas ou simplesmente ausentes – e, claro, eventuais prisões. Disponível na Netflix De Brutas, Nada | México | 1ª Temporada A produção mexicana, que lembra comédias brasileiras – e foi gravada na Colômbia – , acompanha a história de Cristina (Tessa Ia, de “Narcos: Mexico”), uma mulher que parecia ter a vida encaminhada. Com um bom emprego, um apartamento gigantesco prestes a ser alugado e noiva do homem de seus sonhos, ela acreditava que nada poderia dar errado. No entanto, após flagrar uma traição do noivo na véspera do casamento, Christina vê seu relacionamento acabar e as preocupações financeiras se acumularem: ela não é capaz de arcar sozinha com o aluguel, mas também não quer abandonar o apartamento de seus sonhos. Assim, decide procurar alguém para dividir o imóvel. Após diversas entrevistas desastrosas com uma possível incendiária e uma senhora que não consegue se manter acordada entre uma pergunta e outra, surge Alejandro (Christian Vazquez, de “Sitiados: México”), que é confundido com um gay e passa a dividir o apartamento. Mas quando a amizade se transforma em um sentimento mais forte, a mentira ganha data de validade. Embora esta história pareça caber numa Sessão da Tarde curta, está sendo lançada em nove episódios. Disponível na Amazon Voice | Coreia do Sul | 2ª Temporada Originalmente uma história fechada, “Boiseu” (título original) acabou se tornando um dos programas criminais mais populares da TV sul-coreana e acabou renovada. Enquanto a 2ª temporada chega na Netflix, os espectadores sul-coreanos aguardam o quarto ano da produção. A trama acompanha dois personagens, Moo Jin-hyuk (Lee Jin-wook), um detetive que se sente culpado depois que sua esposa foi assassinada enquanto ele estava no trabalho, e Kang Kwon-joo ( Lee Ha-na ), uma policial durona dotada de habilidades psicoacústicas perfeitas que a torna especialista em perfis de vozes. Ela estava trabalhando no atendimento de chamadas de emergência quando um caso de assassinato brutal ocorreu e, no processo de investigação, seu pai foi morto. Três anos depois, Jin-hyuk e Kwon-joo se juntam para resolver casos juntos, perseguindo o mesmo serial killer que matou seus entes queridos. Disponível na Netflix Luther | Reino Unido | 5ª Temporada Os quatro últimos capítulos da série estrelada por Idris Elba resolve os “assuntos em aberto” do detetive John Luther. Um desses assuntos é o destino de Alice Morgan. A personagem de Ruth Wilson (“The Affair”) não estava tão morta quando se imaginava. Paralelamente, o protagonista passa a trabalhar com uma policial novata para encontrar o culpado de matanças monstruosas e aparentemente indiscriminadas, numa investigação repleta de pistas falsas. Escrita pelo criador da atração, Neil Cross, a última temporada foi exibida em janeiro de 2019 na TV britânica. Disponível na Starzplay Preacher | EUA | 4ª Temporada A última temporada de “Preacher”, inspirada pelos quadrinhos de Garth Ennis (o criador de “The Boys”), revela o destino do pastor Jesse Custer (Dominic Cooper), sua namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e seu amigo vampiro Cassidy (Joseph Gilgun), que precisam lidar com profecias celestiais, prisões infernais e a guerra nuclear total, num esforço para impedir que Deus acabe com o mundo. A temporada acelera a história para chegar ao desfecho bem antes da trama original, que durou 66 volumes publicados pela Vertigo (linha adulta da DC Comics). A versão televisiva foi desenvolvida por Sam Catlin (roteirista de “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (produtores também de “The Boys”). Disponível na Amazon FBI | EUA | 2ª Temporada A série policial criada pelo veterano produtor Dick Wolf (“Law & Order”) e estrelada por Missy Peregrym fez tanto sucesso que já virou franquia (com o lançamento de “FBI: Most Wanted” em janeiro), embora esteja apenas na 2ª temporada. A estrela das séries “Rookie Blue” e “Van Helsing” interpreta Maggie Bell, considerada uma das melhores agentes do FBI, que chega à divisão de Nova York após uma tragédia pessoal e se atira no trabalho para não deixar esse incidente descarrilar sua vida. Disponível na Globoplay Modern Family | EUA | 11ª Temporada Indicada a 22 Emmys, dos quais 5 como Melhor Série de Comédia, a série perdeu muito de seu prestígio inicial após uma década de produção e a ascensão das séries de streaming. Tanto que a ideia original de seus criadores, Steve Levitan e Christopher Lloyd, era acabar a série na 10ª temporada. Mas fazer mais uma temporada extra permitiu aos Pritchett-Dunphy exaltar ainda mais a visão otimista de família moderna sugerida pelo título. Centrada em três casais e filhos, todos parentes, a série realmente se tornou uma representação da diversidade das unidades familiares atuais, ao mesmo tempo em que demonstrou ser possível para um casal gay, um casal inter-racial de grande diferença etária e até o casal papai e mãe do subúrbio, apesar de suas dificuldades, encontrar mais similaridades que diferenças na hora de se mostrar uma mesma família amorosa e indivisível. Disponível na Globoplay Quem Matou María Marta? | Argentina | 1 Temporada Série documental sobre crime real acontecido na Argentina. Uma mulher é encontrada morta na banheira, com uma poça de sangue no chão. A teoria do marido é de que foi um acidente, mas a autópsia revela outra história. Disponível na Netflix

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    Atriz de Fuller House inicia dois meses de prisão por fraude

    30 de outubro de 2020 /

    A atriz Lori Loughlin, a Tia Becky de “Três É Demais” e a continuação “Fuller House”, apresentou-se nesta sexta (30/10) em uma prisão federal em Dublin, na Califórnia (EUA), onde vai cumprir dois meses de detenção por subornar uma faculdade e mentir no formulário de inscrição de suas filhas para que elas fossem admitidas entre os alunos da instituição. Loughlin foi condenada em agosto, mais de um ano depois do caso vir a público, e também teve que pagar uma multa de US$ 150 mil e deverá cumprir 150 horas de serviço comunitário. Seu marido também foi preso. Mossimo Gionnulli acabou caracterizado no processo como a parte do casal mais ativamente envolvida no suborno e pegou pena maior: 5 meses de prisão, com multa de US$ 250 mil e 250 horas de trabalho comunitário. As penas resultaram de negociação com a promotoria. A admissão de culpa evitou o julgamento do casal e livrando-os do processo por outros dois crimes, além de receberem uma sentença relativamente branda. Loughlin e Giannulli foram acusados de pagar meio milhão de dólares para garantir que suas duas filhas entrassem na University of Southern California (USC) como integrantes da competitiva equipe de remo da universidade, um esporte que as meninas nunca praticaram. Inicialmente, Loughtlin relutou em admitir o crime. Por meio de seus advogados, ela e o marido alegavam que os US$ 500 mil pagos em favor das filhas eram “uma doação legítima” para a instituição. O casal só mudou de ideia após acompanhar o julgamento de outra personalidade famosa pega no escândalo, que envolve 55 famílias, e ver as vantagens da cooperação. A também atriz Felicity Huffman, de “Desperate Housewives”, declarou-se culpada por ter desembolsado US$ 15 mil para melhorar a pontuação da prova de vestibular de uma de suas filha, e passou apenas 11 dias em uma prisão na Califórnia. Ela teve uma das menores sentenças do processo, porque decidiu se declarar culpada desde o início. Rapidamente condenada, ela foi liberada em outubro do ano passado. O organizador do esquema, William “Rick” Singer, recebeu mais de US$ 25 milhões para subornar treinadores e funcionários que participavam dos processos de admissão nas faculdades, de acordo com os promotores. Ele se declarou culpado e cooperou com as autoridades durante todo o processo, também buscando diminuição de pena. Antes de receber a sentença, Loughlin afirmou que tomou uma “decisão horrível”. “Concordei em participar de um plano para dar às minhas filhas uma vantagem injusta no processo de admissão à faculdade. Ao fazer isso, ignorei minha intuição e me permiti fazer algo amoral”, afirmou.

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    Temporadas de séries serão menores em 2021 devido ao coronavírus

    27 de outubro de 2020 /

    A pandemia de coronavírus, que encurtou as séries de 2020, vai estender seu efeito de encolhimento às atrações de 2021. Desta vez, pelo menos, a diminuição no número de episódios está sendo planejada com antecedência. A CBS tornou-se nesta terça (27/10) a primeira rede a oficializar a redução no número de episódios de suas séries. Originalmente, as temporadas produzidas para exibição na TV aberta americana costumam ter 22 capítulos, mas as estreias de 2021 na CBS terão entre 16 e no máximo 18. Isto inclui franquias de sucesso, como “NCIS” e “FBI”, além de diversas outras séries policiais e de ação, como “Blue Bloods”, “Bull”, “SEAL Team”, “Magnum PI” e “SWAT”. Embora os outros canais ainda não tenham se pronunciado, a redução não vai se limitar à CBS. Como o início das produções está atrasado pela pandemia, e como as gravações estão acontecendo sob protocolos de segurança que levam a paralisações diante de testes positivos de covid-19, a maioria das séries deverá concluir temporadas abreviadas. Afinal, os protocolos não aumentam apenas o tempo de produção, mas também os custos, adicionando centenas de milhares de dólares ao orçamento de cada episódio deste ano. O orçamento que servia para fazer 22 capítulos agora dá para 18, segundo cálculos do mercado. O quadro se completa com a estreia tardia da nova leva de séries, que vai pular o outono norte-americano para inaugurar a programação no inverno, já em 2021. Isto significa que as emissoras precisarão de menos episódios para concluir a temporada tradicional de transmissão em maio. Os cortes devem afetar apenas as séries exibidas na TV aberta dos EUA e se concentrar em atrações dramáticas. Isto porque algumas séries de comédia podem completar uma temporada de mais de 20 capítulos, casos de “Black-ish”, na rede ABC, e “Last Man Standing”, que vai se encerrar na atual temporada na Fox.

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