The Witcher completa seu elenco com atriz de Harry Potter no papel de Triss Marigold
Depois de revelar o primeiro vislumbre de Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) como Geralt of Rivia, a Netflix anunciou os últimos nomes do elenco da série “The Witcher”. Juntando-se a Cavill e outros integrantes do elenco previamente anunciados, como Freya Allen (Ciri) e Anya Chalotra (Yennefer), destaca-se a intérprete de uma das personagens favoritas dos fãs da franquia literária e de games. E a atriz escalada para viver Triss Marigold é uma ex-bruxinha de “Harry Potter”, Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes do jovem mago). A escalação marca um novo desvio étnico em relação aos personagens originais e já rendeu protestos no Reddit. A atriz é morena e irá interpretar uma ruiva de olhos verdes. Não há informações se ela usará peruca para o papel. O resto do elenco inclui Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). Entre os anteriormente anunciados, já estavam Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, e Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, integrantes da corte da Princesa Ciri, além de MyAnna Buring (“Ripper Street”) como Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla e Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, que pertencem à academia mágica de Yennefer. É realmente um elenco vultuoso, que corresponde à escala épica da saga iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, que a Netflix pode transformar no seu “Game of Thrones”. “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval, o que a levou a ser adotada por jogadores de RPG e inspirou uma coleção de videogames baseada em suas histórias, a partir de 2007. Cavill vai interpretar o protagonista da saga, Geralt of Rivia, um caçador de monstros em um mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, enquanto a direção dos primeiros episódios estará a cargo de Alik Sakharov (de “House of Cards”, “Black Sails” e “Marco Polo”). A série ainda não está em fase de pré-produção e ainda não possui previsão de estreia.
Bohemian Rhapsody é destaque entre estreias que dividem opiniões
A programa de cinema desta quinta (1/11) está repleta de estreias amplas, algumas bastante esperadas e a maioria divisiva. A começar por “Bohemian Rhapsody”, que narra a trajetória da banda Queen, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, retratando a época com grande variedade de figurinos e penteados. A interpretação de Rami Malek (“Mr. Robot”) como Freddie Mercury é o grande destaque do longa, embora a versão chapa branca da biografia, produzida pelos músicos da banda, deixe as polêmicas de lado, em especial a vida desregrada do cantor, que o levou a se contaminar e morrer de Aids, e prefira destacar sua antiga relação heterossexual em vez do parceiro do final de sua vida. Em compensação, os fãs do Queen são servidos com um repertório clássico fantástico e recriações de shows marcantes da carreira da banda. Até com exagero. A certa altura, a impressão chega a ser de um documentário sobre o Live Aid, por exemplo. Não por acaso, o filme dividiu opiniões da crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas tem expectativa de grande bilheteria em sua estreia na América do Norte, que também acontece neste fim de semana. Com distribuição mais ampla, “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” chega ao Brasil ainda mais cedo, uma semana antes dos Estados Unidos e Canadá. Por coincidência, tanto este quanto o filme do Queen tiveram problemas de bastidores durante sua produção. No caso de “Bohemian Rhapsody”, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) sumiu na reta final das filmagens e acabou demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o trabalho foi completado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já a produção da Disney foi originalmente realizada por Lasse Hallstrom (“Um Porto Seguro”), mas, após a produção, o estúdio convocou Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) para refilmagens extensas. Assim, os dois compartilham os créditos da adaptação da fábula encantada de E.T.A. Hoffmann e do famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, realizada com grande elenco – Mackenzie Foy (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), Keira Knightley (“Anna Karenina”), Helen Mirren (“A Dama Dourada”), Morgan Freeman (“Truque de Mestre), etc. O detalhe é que nem esta solução emergencial impediu o filme de ser rejeitado pela crítica. Tem apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desempenho da comédia “Johnny English 3.0” também está nesse nível, com 32%. A diferença é que já fracassou diante do público em sua estreia norte-americana, no fim de semana passado – embora tenha feito sucesso no Reino Unido, seu país de origem. No filme, Rowan Atkinson vive o espião mais atrapalhado do Reino Unido pela terceira vez e precisa lidar com uma autêntica Bond Girl, a ucraniana Olga Kurylenko, estrela de “007 – Quantum of Solace” (2008), que na trama se mostra fatal demais para o eterno Mr. Bean. A nova aventura, por sinal, repete a premissa de “007 – Operação Skyfall” (2012), quando um ataque cibernético revela a identidade de todos os agentes ativos na Grã-Bretanha, deixando Johnny English como a última esperança do serviço secreto. O plágio é mais ou menos oficial, já que o personagem foi criado pelos roteiristas Neal Purvis e Robert Wade, que escreveram todos os seis últimos filmes de James Bond. Bem-feitinho, mas também divisivo, o filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador” chega aos cinemas reforçando paralelos com o clima político atual do Brasil, com apologia à violência armada, atentado contra político, denúncias de corrupção e a sensação de revolta popular que conduziu o país para a extrema direita. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para ver mais imagens de políticos corruptos com copos de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Entretanto, são cenas que habitam noticiários reais. E entram na trama como combustível para o surgimento de um justiceiro fictício, que nada mais é que a corporificação da raiva dos eleitores que votaram em Bolsonaro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta generalizada da população. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem polariza opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. O último lançamento controverso da lista, “A Casa que Jack Construiu”, de Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”), recebeu vaias durante sua première no Festival de Cannes, ocasião em que pelo menos 100 pessoas abandonaram a sessão, revoltadas e enojadas. Mas enquanto parte da crítica o taxou como ofensivo, a outra parte aplaudiu, embora meio constrangida. Mais brutal que “O Anticristo” (2009), mas com estrutura narrativa similar a “Ninfomaníaca” (2013), o filme parte de uma confissão do Jack do título, um serial killer (vivido por Matt Dillon, da série “Wayward Pines”) que rememora assassinatos cometidos por mais de uma década para um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Há quem considere as cenas de violência explícita contra mulheres menos ofensivas que a narração pretensiosa do protagonista, que aborda temas metafísicos e estéticos, julgando-se profundo, num contraste com a banalidade com que ataca suas vítimas – Uma Thurman (“Kill Bill”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), etc. Para ele, os assassinatos são obras de arte. A crítica discordou da tese. O resultado são os mesmos 58% de aprovação de “Bohemiam Rhapsody”, o que significa que o filme tem seus momentos, mas passa longe de ser uma obra prima. Completa a programação um documentário sobre a cantora Elza Soares, em circuito limitado. Confira abaixo os trailers e as sinopses das estreias da semana. Bohemian Rhapsody | EUA | Drama Musical Freddie Mercury (Rami Malek) e seus companheiros Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos | EUA | Fantasia Clara (Mackenzie Foy), jovem esperta e independente, perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho (Morgan Freeman). Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino. Johnny English 3.0 | Reino Unido | Comédia Em sua nova aventura, Johnny English (Rowan Atkinson) é a última salvação do serviço secreto quando um ataque cibernético revela as identidades de todos os agentes do país. Tirado de sua aposentadoria, ele volta à ativa com a missão de achar o hacker por trás do ataque. Com poucas habilidades e métodos analógicos, Johnny English precisa superar os desafios do mundo tecnológico para fazer da missão um sucesso. O Doutrinador | Brasil | Ação Um vigilante mascarado surge para atacar a impunidade que permite que políticos e donos de empreiteiras enriqueçam às custas da miséria e do trabalho da população brasileira. A história do homem por trás do disfarce de “Doutrinador” envolve uma jornada pessoal de vingança na qual um agente traumatizado decide fazer justiça com as próprias mãos. A Casa que Jack Construiu | Dinamarca | Suspense Um dia, durante um encontro fortuito na estrada, o arquiteto Jack (Matt Dillon) mata uma mulher. Este evento provoca um prazer inesperado no personagem, que passa a assassinar dezenas de pessoas ao longo de doze anos. Devido ao descaso das autoridades e à indiferença dos habitantes locais, o criminoso não encontra dificuldade em planejar seus crimes, executá-los ao olhar de todos e guardar os cadáveres num grande frigorífico. Tempos mais tarde, ele compartilha os seus casos mais marcantes com o sábio Virgílio (Bruno Ganz) numa jornada rumo ao inferno. My Name Is Now, Elza Soares | Brasil | Documentário Elza Soares, ícone da música brasileira, numa saga que ultrapassa o tempo, espaço, perdas e sucessos. Elza e seu espelho, cara a cara, nua e crua, ao mesmo tempo frágil e forte, real e sobrenatural, uma fênix, que com a força da natureza transcende e canta gloriosamente.
Ator de Poldark entra na série derivada de Game of Thrones
O ator Josh Whitehouse entrou no elenco da primeira série derivada de “Game of Thrones”. Astro britânico em ascensão, ele foi revelado no ótimo drama indie “Northern Soul” (2014), integra a série “Poldark” e será visto a seguir no remake musical de “Valley Girl”, no papel originalmente interpretado por Nicolas Cage no filme de 1983 (lançado no Brasil como “Sonhos Rebeldes”). Josh Whitehouse se junta a Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), primeiro nome anunciado na produção, que, segundo o escritor George R.R. Martin, vai se chamar “The Long Night”. O spin-off foi criado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “Kick-Ass”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo escritor George R. R. Martin, autor dos livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram “Game of Thrones”. A trama se passa 8 mil anos antes dos eventos da série original e pretende apresentar a Era de Ouro dos heróis e também a hora mais sombria de Westeros, com a origem dos caminhantes brancos e o surgimento dos primeiros Starks lendários. Nenhum dos atores do programa atual aparecerá na nova série, que retratará um Westeros muito diferente de “Game of Thrones”. Além desse projeto, há outros quatro roteiros sendo avaliados para virar derivados de “Game of Thrones”, desenvolvidos por Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”), Carly Wray (séries “Mad Man” e “The Leftovers”) e Bryan Cogman (roteirista e produtor de “Game of Thrones”). Martin também trabalhou no roteiro de Cogman. Mas, por enquanto, apenas a história desenvolvida por Jane Goldman recebeu sinal verde para produzir um piloto. Isto não significa que a produção da 1ª temporada está garantida. O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da HBO para virar série.
George R. R. Martin revela o título da série derivada de Game of Thrones
O escritor George R.R. Martin, autor dos livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram “Game of Thrones”, revelou nesta terça-feira (30/10) no Twitter o nome da primeira série derivada da fantasia da HBO. Ela vai se chamar “The Long Night” (“A Longa Noite”, em tradução literal). Martin, que é um dos produtores do projeto, fez a revelação ao comentar a escalação da atriz Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) para um dos papéis principais. A HBO ainda não confirmou oficialmente o título da produção. O spin-off foi criado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “Kick-Ass”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo escritor George R. R. Martin, e se passa 8 mil anos antes dos eventos da série original. A atração pretende apresentar a Era de Ouro dos heróis e também a hora mais sombria de Westeros, com a origem dos caminhantes brancos e o surgimento dos primeiros Starks lendários. Nenhum dos atores do programa atual aparecerá na nova série, que retratará um Westeros muito diferente de “Game of Thrones”. Além desse projeto, há outros quatro roteiros sendo avaliados para virar derivados de “Game of Thrones”, desenvolvidos por Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”), Carly Wray (séries “Mad Man” e “The Leftovers”) e Bryan Cogman (roteirista e produtor de “Game of Thrones”). Martin também trabalhou no roteiro de Cogman. Mas, por enquanto, apenas a história desenvolvida por Jane Goldman recebeu sinal verde para produzir um piloto. Isto não significa que a produção da 1ª temporada está garantida. O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da HBO para virar série. Casting is now underway for THE LONG NIGHT, the first of the GAME OF THRONES successor series to ordered to film. HBO has just announced the first cast member: NAOMI WATTS is coming on board as one of our stars. https://t.co/n0XkxsJG03 pic.twitter.com/uNF5mjPNte — George RR Martin (@GRRMspeaking) 31 de outubro de 2018
Netflix revela visual de Henry Cavill na série The Witcher
A Netflix divulgou um teaser a produção de “The Witcher”, que revela primeira vez o visual de Henry Cavill como Geralt of Rivia, protagonista da famosa saga de fantasia. Iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, a saga “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval, o que a levou a ser adotada por jogadores de RPG e inspirou uma coleção de videogames baseada em suas histórias, a partir de 2007. Na trama, Geralt of Rivia é um caçador de monstros num mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, enquanto a direção dos primeiros episódios estará a cargo de Alik Sakharov (de “House of Cards”, “Black Sails” e “Marco Polo”). Oi Henry Cavill. Temos Geralt de Rívia. #TheWitcher chega em 2019. pic.twitter.com/fCorSbXsrF — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 31 de outubro de 2018
Naomi Watts vai estrelar série derivada de Game of Thrones na HBO
Após longas negociações, a atriz Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) assinou contrato para liderar o elenco do piloto da primeira série derivada de “Game of Thrones” na HBO. Sem título revelado, o spin-off foi criado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “Kick-Ass”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo escritor George R. R. Martin, autor dos livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram “Game of Thrones”. A trama se passa 8 mil anos antes dos eventos da série original e pretende apresentar a Era de Ouro dos heróis e também a hora mais sombria de Westeros, com a origem dos caminhantes brancos e o surgimento dos primeiros Starks lendários. A equipe criativa por trás do projeto não deu muitos detalhes sobre a personagem de Watts, além do fato dela interpretar uma integrante carismática da nobreza que esconde um segredo obscuro. Não está claro, tampouco, se a personagem de Watts será a protagonista do projeto. Em julho, o presidente da programação da HBO, Casey Bloys, disse que a produção tinha personagens masculinos e femininos fortes. “Há personagens femininas muito fortes, mas é um conjunto”, disse ele. “Jane é uma ótima escritora, não queremos limitá-la a escrever protagonistas femininas. Há muitas personalidades muito complicadas no roteiro do piloto.” Nenhum dos atores do programa atual aparecerá na nova série, que retratará um Westeros muito diferente de “Game of Thrones”. Além desse projeto, há outros quatro roteiros sendo avaliados para virar derivados de “Game of Thrones”, desenvolvidos por Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”), Carly Wray (séries “Mad Man” e “The Leftovers”) e Bryan Cogman (roteirista e produtor de “Game of Thrones”). Martin também trabalhou no roteiro de Cogman. Mas, por enquanto, apenas a história desenvolvida por Jane Goldman recebeu sinal verde para produzir um piloto. Isto não significa que a produção da 1ª temporada está garantida. O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da HBO para virar série. Duas vezes indicada ao Oscar, Naomi Watts também está gravando atualmente a série limitada do canal pago Showtime sobre Roger Ailes, o fundador da Fox News, na qual contracenará com Russell Crowe.
Halloween mantém sucesso monstruoso nas bilheterias da América do Norte
O novo lançamento da franquia “Halloween” bisou sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Com mais US$ 32 milhões, atingiu US$ 126,6 milhões no mercado doméstico, tornando-se um dos filmes de terror mais bem-sucedido nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá. Vale lembrar que ele custou apenas US$ 10 milhões para ser filmado. O sucesso monstruoso, na verdade, é mundial. A volta do psicopata mascarado Michael Myers também liderou o mercado internacional entre sexta e domingo (28/10), ajudando o montante global a atingir US$ 172,2 milhões. Dirigido por David Gordon Green, o novo “Halloween” é uma sequência do filme clássico comandado por John Carpenter em 1978, que ignora todas as continuações e remakes feitos depois do original para trazer de volta a atriz Jamie Lee Curtis ao papel da sobrevivente Laurie Strode, 40 anos depois. Curiosamente, “Halloween” não foi o único filme que manteve a mesma posição da semana passada. “Nasce uma Estrela”, “Venom” e “Goosebumps 2 – Halloween Assombrado” guardaram as mesmas classificações, entre o 2º e o 4º lugares. No mercado mundial, “Nasce uma Estrela” cruzou a marca de US$ 250 milhões, ampliando o lucro do musical orçado em US$ 36 milhões, e “Venom” superou os US$ 500 milhões, cinco vezes o valor de seu orçamento de produção. A única estreia ampla da semana foi “Fúria em Alto Mar”, thriller genérico estrelado por Gerard Butler, que abriu em 5º lugar com bilheteria doméstica de US$ 6,6 milhões e média de 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. Com esse desempenho, deve ficar pouco tempo em cartaz para chegar logo ao que deveria ser seu mercado original, o streaming. Apesar da falta de novidades da semana, houve um intruso inesperado no Top 10. O drama indie “Mid90s”, que marca a estreia na direção do ator Jonah Hill (“Anjos da Lei”), ampliou seu circuito e chegou ao 10º lugar, após lançamento limitado na semana passada. Os US$ 3,3 milhões de sua arrecadação surpreendem menos que os 78% de aprovação e os elogios rasgados. As demais estreias da América do Norte tiveram distribuição em menos de mil salas e ficaram abaixo do ranking e da crítica, entre eles “Johnny English 3.0”, que largou em 12º com US$ 1,6 milhão e foi enterrado com 32% de aprovação, e “London Fields”, último filme em que o ex-casal Amber Heard e Johnny Depp dividiram as telas, que bateu recorde negativo de bilheteria e reprovação (saiba mais aqui). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Halloween Fim de semana: US$ 32m Total EUA e Canadá: 126,6m Total Mundo: US$ 172,2m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 14,1m Total EUA e Canadá: US$ 148,7m Total Mundo: US$ 253,3m 3. Venom Fim de semana: US$ 10,8m Total EUA e Canadá: US$ 187,2m Total Mundo: US$ 508,3m 4. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 7,5m Total EUA e Canadá: US$ 38,3m Total Mundo: US$ 62,5m 5. Fúria em Alto Mar Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 6,6m Total Mundo: US$ 8m 6. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 5,1m Total EUA e Canadá: US$ 18,3m Total Mundo: US$ 19,6m 7. O Primeiro Homem Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 37,8m Total Mundo: US$ 74,4m 8. PéPequeno Fim de semana: US$ 4,7m Total EUA e Canadá: US$ 72,5m Total Mundo: US$ 167,5m 9. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 71,4m Total Mundo: US$ 90,5m 10. Mid90s Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 3,3m Total Mundo: US$ 3,3m
Milla Jovovich e elenco divulgam primeiras fotos dos bastidores de Monster Hunter
A atriz Milla Jovovich começou a postar as primeiras fotos dos bastidores do novo longa que está filmando com o maridão, o diretor Paul W.S. Anderson. Depois da parceria em “Resident Evil”, o casal está de volta em nova adaptação de videogame com monstros. Desta vez, é “Monster Hunter”. As primeiras imagens divulgadas no Instagram mostram a atriz em uniforme militar, relaxando ao lado de dois integrantes do elenco, Meagan Good (série “Minority Report”) e o rapper T.I. (“Homem-Formiga e a Vespa”), e principalmente uma foto com a armadura de sua personagem, a Capitã Natalie Artemis, com direito a close no “slinger”, arma afiada de perfuração que faz parte de seu traje. Esta foto reveladora foi tirada para demonstrar fidelidade ao game, após o ator Diego Boneta (“Scream Queens”) divulgar uma imagem em que aparecia apenas em uniforme militar e com um rifle convencional em punho. Outros atores aproveitaram a deixa e também compartilharam imagens de seus personagens. Veja abaixo. Com orçamento de US$ 60 milhões, o filme está sendo rodado na África do Sul e também inclui em seu elenco os atores Ron Pearlman (o “Hellboy” original), Tony Jaa (“xXx: Reativado”) e Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Franquia de games da Capcom, “Monster Hunter” se passa em um universo no qual existem vários monstros para serem caçados ou capturados. O jogo já gerou quadrinhos, cards e até uma série animada. Visualizar esta foto no Instagram. Captain Natalie Artemis. Ranger. Monster Hunter. Just a little peek for all the @monsterhunterworld fans out there who were worried the other day.? Here is Captain Artemis wearing a “slinger” on her arm. I will also post a pic at some point of some of the incredible MH weapons we’ve recreated for the film.?? #monsterhuntermovie #monsterhunterworld #tankwadiary Uma publicação compartilhada por Milla Jovovich (@millajovovich) em 25 de Out, 2018 às 1:10 PDT Visualizar esta foto no Instagram. @millajovovich in between scenes going over lines. Not only is she dope on the Big screen. ?She’s dope in real life! Such an honor. #bigfan #monsterhunter #movie #setlife #actress Uma publicação compartilhada por Gifted Talents? (@giftedtalents) em 24 de Out, 2018 às 9:32 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Alpha Team between takes. So much fun hanging with these two, the gorgeous and super talented @meagangood and the one and only @troubleman31. The days are long and exhausting out here in the desert, but it’s so worth it and we really feel like a close knit team now. ?@giftedtalents p.s. for fans of the game, all the armor and bone blades are gonna be in the movie too, it will all make sense when you see it!? #monsterhuntermovie #monsterhunterworld #cederbergdiary Uma publicação compartilhada por Milla Jovovich (@millajovovich) em 24 de Out, 2018 às 9:24 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Meet Sergeant Marshall… ?? #monsterhuntermovie Photo cred: @giftedtalents Uma publicação compartilhada por Diego Boneta (@diego) em 23 de Out, 2018 às 11:46 PDT Visualizar esta foto no Instagram. When my cast-mate @MillaJovovich feeds me I’m a happy camper ?! She makes the best veggie patties ya’ll!!! ??? #LoveHer? #Breaktime #EatYoVeggiesCuh ?? #Workflow .. ? #MONSTERHUNTER ? #SetLife ⛺️ #SergeantDash #ATTENTION ?? #PrayerAnswered ?? #Humbled ✨ {Photo cred.~ @GiftedTalents ?} ? Uma publicação compartilhada por @ meagangood em 24 de Out, 2018 às 6:52 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Always looking for God wherever He takes me.. Faith without Action is dead.. I prepared for what I was believing for.. He showed up .. I was ready. Thank you Lord for this opportunity… truly humbled ?? #KingdomKid ✨ #AnsweredPrayers ?? #Action #MONSTERHUNTER ? #SetLife ⛺️ #SergeantDash #ATTENTION ?? {@GiftedTalents ?} ? Uma publicação compartilhada por @ meagangood em 26 de Out, 2018 às 4:36 PDT Visualizar esta foto no Instagram. #Workflow .. ? #MONSTERHUNTER ? #SetLife ⛺️ #SergeantDash #ATTENTION ?? #AnsweredPrayers ✨ {Photo cred.~ @GiftedTalents ?} ? Uma publicação compartilhada por @ meagangood em 23 de Out, 2018 às 11:31 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Alpha Team on GO!!! Having a kick ass time Hunting Monsters with @millajovovich @meagangood @diego in #MonsterHunterMovie Uma publicação compartilhada por TIP (@troubleman31) em 24 de Out, 2018 às 10:29 PDT
Diretor de Mad Max prepara seu próximo filme com Idris Elba e Tilda Swinton
O cineasta George Miller vai voltar a filmar, quatro anos após a consagração de “Mad Max: Estrada da Fúria”. Ele escreveu e vai dirigir “Three Thousand Years of Longing”, uma história original, cuja sinopse está sendo mantida em sigilo. O filme também é mencionado pelo nome “Djinn”, que é a denominação de um criatura sobrenatural do folclore do Oriente Médio. Segundo o site The Hollywood Reporter, Miller já escalou dois atores de peso para seu elenco: Idris Elba (“A Torre Negra”) e Tilda Swinton (“Doutor Estranho”). Mas o compromisso, por enquanto, é apenas verbal, já que a produção ainda está em seus estágios iniciais e ainda não assegurou financiamento – isto é, não fechou contrato com um estúdio. O objetivo é apresentar o projeto para o mercado com talentos assegurados. Miller também vai produzir o longa, ao lado do seu colaborador de longa data Doug Mitchell, com a expectativa de começar as filmagens em 2019. Mais detalhes serão trazidos à tona na próxima semana, durante o evento American Film Market, em que novas produções são apresentadas a financiadores.
Novo trailer de O Retorno de Mary Poppins mantém a magia do clássico dos anos 1960
A Disney divulgou um novo trailer da volta de Mary Poppins ao cinema. A prévia mostra a personagem, agora vivida por Emily Blunt (“A Garota no Trem”), reencontrando a família Banks, com direito ao velho truque do clássico original: um mergulho (literal, no caso) em cenas que mesclam atores e animação tradicional (2D) em números musicais. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.
Game of Thrones terá especial de despedida com reunião de atores de todas as temporadas da série
O ator Sean Bean, que interpretou o patriarca Ned Stark na 1ª temporada de “Game of thrones”, deixou escapar que a HBO gravou secretamente um especial com os intérpretes principais das oito temporadas da série. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, ele contou que os produtores reuniram membros antigos e atuais do elenco em Belfast, na Irlanda do Norte, no final das gravações da 8ª temporada, para um programa que será apresentado pelo comediante Conan O’Brien. “Eles decidiram reunir todos os personagens para um grande especial em Belfast e O’Brien meio que mediou a ocasião”, disse o ator à publicação. Já havia especulações entre os fãs de que a HBO estaria produzindo algo do gênero desde que o ator Jason Momoa, que interpretou o guerreiro Khal Drogo na 1ª temporada, compartilhou fotos com o elenco na cidade irlandesa durante um intervalo das gravações da última temporada. Como a HBO nem sequer confirmou a existência do especial, ainda não há data prevista para sua exibição.
Halloween massacra concorrência com recordes de bilheteria na América do Norte
O novo “Halloween” massacrou a concorrência nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, com uma arrecadação de US$ 77,5 milhões em seus três primeiros dias de exibição. O valor faz até sangrar alguns recordes. Para começar, trata-se da maior estreia dos 40 anos da franquia. Também é a maior arrecadação de abertura de uma produção da Blumhouse Pictures, estúdio especializado em terror que lançou, entre outros sucessos, “Atividade Paranormal”, “Fragmentado” e “Corra!”. A bilheteria ainda representa a maior abertura de um filme estrelado pela atriz Jamie Lee Curtis, melhor estreia de um terror estrelado por qualquer mulher e o melhor lançamento de um filme de qualquer gênero protagonizado por uma mulher com mais de 50 anos de idade. Tem mais: é a segunda maior estreia já registrada no mês de outubro na América do Norte – atrás apenas dos US$ 80 milhões de “Venom”, lançado há três semanas. Mais impressionante que isso: é a segunda maior abertura de terror de todos os tempos – perde só para os US$ 123,4 milhões de “It: A Coisa”. O desempenho internacional não foi tão voraz – US$ 14,3 milhões em 23 países – , levando a bilheteria total do filme a US$ 91,8 milhões. Mas os principais mercados ainda não começaram sua exibição. No Brasil, a estreia está marcada para a próxima quinta (26/7), a poucos dias da data em que se comemora o Halloween. Vale observar que o novo “Halloween” foi produzido por apenas US$ 10 milhões, menos do que deve ter sido investido em publicidade para sua divulgação. Isto significa que, três dias após entrar em cartaz, o filme já está dando lucro. E a fortuna só tende a aumentar. O que deve manter o psicopata Michael Myers à solta para mais sequências, além de voltar a chamar atenção para projetos similares que estão no limbo, como o revival de “Sexta-Feira 13”. Entre os diversos detalhes da produção, um fato específico merece ser louvado nesse sucesso: o envolvimento do criador do filme original, o cineasta e músico John Carpenter, que não foi só um nome listado no projeto, mas compositor da trilha sonora da nova continuação. Dirigido por David Gordon Green, o novo “Halloween” é uma sequência direta do filme clássico comandado por Carpenter em 1978, e ignora todos os longas intermediários. A crítica norte-americana também respondeu positivamente, rendendo 80% de aprovação ao filme na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. A popularidade de “Halloween” desalojou “Venom” do 1º lugar, fazendo-o cair duas posições. Mas o êxito de “Venom” já está consolidado, graças ao mercado internacional, que o filme da Sony segue liderando. A adaptação dos quadrinhos já soma US$ 461,8 milhões em todo o mundo. Em meio a esta disputa de facadas e dentadas, “Nasce uma Estrela” permaneceu imperturbável em seu 2º lugar. O musical estrelado por Lady Gaga também atingiu sucesso mundial, tendo cruzado a marca de US$ 200 milhões neste fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Halloween Fim de semana: US$ 77,5m Total EUA e Canadá: 77,5m Total Mundo: US$ 91,8m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 19,3m Total EUA e Canadá: US$ 126,3m Total Mundo: US$ 201m 3. Venom Fim de semana: US$ 18,1m Total EUA e Canadá: US$ 171,1m Total Mundo: US$ 461,8m 4. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 9,7m Total EUA e Canadá: US$ 28,8m Total Mundo: US$ 39,9m 5. O Primeiro Homem Fim de semana: US$ 8,5m Total EUA e Canadá: US$ 29,9m Total Mundo: US$ 55,4m 6. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 7,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,6m Total Mundo: US$ 10,6m 7. PéPequeno Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 66,3m Total Mundo: US$ 137,1m 8. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 66,9m Total Mundo: US$ 84,48m 9. Maus Momentos no Hotel Royale Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 13,3m Total Mundo: US$ 21,4m 10. The Old Man and the Gun Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 4,2m Total Mundo: US$ 4,2m
Trailer legendado de O Menino Que Queria Ser Rei revela Rei Arthur com crianças e muita diversão
A Fox divulgou sete fotos, o pôster e o trailer (legendado e dublado) de “O Menino Que Queria Ser Rei”, uma versão contemporânea e criativa da lenda do Rei Arthur. Diferente da bobagem épica “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, a prévia sugere uma Sessão da Tarde divertida com crianças – e para crianças de todas as idades. Escrito e dirigido por Joe Cornish, roteirista de “Homem-Formiga” (2015), em seu segundo filme como diretor após o brilhante “Ataque ao Prédio” (2011), “O Menino Que Queria Ser Rei” não conta a velha história para lá de conhecida. A trama gira em torno de um menino que, ao fugir de bullying, acaba no meio de um prédio demolido, que tem uma espada cravada numa pedra. Ele faz o que todo a criança faria: tira a espada da pedra e a leva para casa. E logo passa a ser contatado por outro garoto que jura ser Merlim disfarçado, dizendo que ele é a nova encarnação do Rei Arthur e única chance do mundo contra a volta da feiticeira Morgana Le Fay, que chegará com demônios para destruir a humanidade em poucas horas. Convencido, ele junta seus melhores amigos nerds para formar a sua versão dos Cavaleiros da Távola Redonda e assim salvar o mundo. A premissa engenhosa não fica só no terreno da imaginação, já que os efeitos visuais dão vida a um exército de criaturas das trevas flamejantes, antecipando a batalha contra o mal. O elenco é encabeçado pelo jovem Louis Ashbourne Serkis (o jovem Chapeleiro de “Alice Através do Espelho”), que é filho do ator Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”), e também destaca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como Morgana, Angus Imrie (da série britânica “Kingdom”) como o jovem Merlim, Patrick Stewart (“Logan”) também como Merlim, em sua aparência “real”, além de Tom Taylor (“A Torre Negra”), Rhianna Dorris (“Secret Life of Boys”) e Denise Gough (“Juliet, Nua e Crua”). A estreia está marcada para 28 de fevereiro no Brasil, uma semana após o lançamento no Reino Unido e um dia antes da distribuição nos Estados Unidos.












