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  • Filme

    Vidro se mantém no topo das bilheterias da América do Norte pela terceira semana consecutiva

    3 de fevereiro de 2019 /

    Por conta do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, os cinemas dos Estados Unidos e do Canadá tiveram uma das piores bilheterias dos últimos tempos, com o melhor faturamento abaixo dos US$ 10 milhões. Enfrentando apenas um lançamento inédito no fim de semana, “Vidro” conseguiu se manter em 1º lugar pela terceira vez consecutiva. Responsável pela maior arrecadação, fez somente US$ 9,5M (milhões), mas está prestes a ultrapassar os US$ 200M em todo o mundo. É mais um sucesso da carreira do diretor M. Night Shyamalan, que bancou por conta própria o orçamento de US$ 23M e terá retorno considerável com seu investimento. A dramédia “Amigos para Sempre”, remake do sucesso francês “Intocáveis” (2011), também repetiu o 2º lugar, mas sua arrecadação internacional é um desastre. Sinal óbvio de que, hoje em dia, só americano vê remake americano. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. A estreia da semana, por sinal, foi outro remake. “Miss Bala” trouxe Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) no papel que Stephanie Sigma desempenhou no original mexicano de 2011. Sem o diretor Gerardo Naranja, que depois comandou episódios tensos da série “Narcos”, “Miss Bala” implodiu em sua reprise em inglês com bilheteria de US$ 6,5M. Os fracassos dos remakes são cada vez mais óbvios. Mas Hollywood continua pagando para refilmar o que o resto do mundo já viu quando era original, assim como continua pagando direitos de videogames que nunca fazem sucesso ao virar filme. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 198,9M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 8,8M Total EUA e Canadá: US$ 75,5M Total Mundo: US$ 81,6M 3. Miss Bala Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 6,7M Total Mundo: US$ 6,7M 4. Aquaman Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 323,5M Total Mundo: US$ 1,1B 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 175,2M Total Mundo: US$ 347,2M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 55,8M Total Mundo: US$ 81,3M 7. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 16,7M 8. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 35,9M Total Mundo: US$ 50,9M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA e Canadá: US$ 52M Total Mundo: US$ US$ 96M 10. They Shall Not Grow Old Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 10,7M Total Mundo: US$ 10,7M

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  • Música

    Vidro aguenta as pedradas e lidera bilheteria dos EUA pelo segundo fim de semana

    27 de janeiro de 2019 /

    “Vidro” não se estilhaçou e manteve a liderança da bilheteria em seu segundo fim de semana de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O longa arrecadou US$ 19 milhões entre sexta e domingo (27/1), chegando ao total de US$ 73M (milhões) no mercado doméstico. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, significa que a produção já é lucrativa. O que é uma boa notícia para o diretor Night M. Shyamalan, pois todo o filme foi financiado por ele mesmo, aguentando pedradas sem misericórdia da crítica, com apenas 36% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Em 2º lugar, a dramédia “Amigos para Sempre”, remake americano de “Intocáveis”, também manteve a mesma posição da semana anterior. O longa estrelado por Kevin Hart faturou mais US$ 12 milhões para atingir US$ 63,1M na América do Norte, mas ainda não cobriu seu orçamento, estimado em US$ 37,5 milhões, e vai precisar do público internacional para empatar as despesas. E aí reside o problema, já que esta é a terceira versão da mesma história e o original foi um maiores sucessos mundiais recentes do cinema francês entre o público que lê legendas. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. Surpresa da semana passada, “Dragon Ball Super: Broly” desabou para o 10º lugar do ranking norte-americano, após abrir em 3º. Com isso, “Aquaman” voltou ao Top 3. O longa do super-herói marinho fez mais US$ 7,3M, que o ajudou a atingir US$ 1,09B mundiais e bater o recorde de arrecadação de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), virando a adaptação de maior bilheteria da DC Comics em todos os tempos. As más notícias começam em 4º lugar, pois as estreias de sexta (25/1) não tiveram um desempenho tão bom. “O Menino Que Queria Ser Rei”, versão infantil da lenda do Rei Arthur passada nos dias de hoje, fez apenas US$ 7,2 milhões em seu 1º fim de semana. A crítica aprovou, com 86% no Rotten Tomatoes, mas o longa protagonizado pelo filho de Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”) vai precisar fazer mágica no exterior. O lançamento no Brasil acontece na quinta (31/1). Já “Calmaria” foi por água abaixo, abrindo em 8º lugar com apenas US$ 4,8M. Trata-se de recorde negativo para Anne Hathaway: pior bilheteria de estreia da carreira da atriz. O noir tropical, que também é estrelado por Matthew McConaughey (que já fez coisa pior), também foi torpedeado pela crítica, afundando com 22% de aprovação. Chega nos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 73,5M Total Mundo: US$ 162,6M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 63,1M Total Mundo: US$ 69,2M 3. Aquaman Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 316,5M Total Mundo: US$ 1B 4. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 7,2M Total Mundo: US$ 10,4M 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 169M Total Mundo: US$ 338,1M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA e Canadá: US$ 49M Total Mundo: US$ 59,3M 7. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,8M Total Mundo: US$ 41,3M 8. Calmaria Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 4,8M Total Mundo: US$ 4,8M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ US$ 76,4M 10. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 28,9M Total Mundo: US$ 98,8M

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  • Série

    She-Ra vai continuar a luta das Princesas do Poder em sua 2ª temporada

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder” para sua 2ª temporada. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”) para a DreamWorks Animation, chamou atenção por incluir personagens LGBTs, mas gerou bem menos protestos que a série brasileira “Super Drags”, cancelada na 1ª temporada. As maiores reclamações foram apenas marginalmente ligadas a inclinação sexual das personagens, já que o visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980, foi considerado pouco “feminino” pelos fãs do desenho original. Além de uma aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização de She-Ra, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta, refletindo sua idade como adolescente. Para quem é muito jovem para lembrar, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas de She-Ra, sendo descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”. A variedade das Princesas guerreiras embute uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção traz em seu elenco de dubladores originais diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreou na Netflix em 13 de novembro e sua 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. A Rebelião vai continuar. She-Ra e as Princesas do Poder está renovada para a segunda temporada! pic.twitter.com/FYVJGeEUIl — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 24, 2019

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  • Filme

    Sandra Bullock vai produzir e possivelmente estrelar adaptação de quadrinhos para a Netflix

    23 de janeiro de 2019 /

    Sandra Bullock vai aprofundar sua relação com a Netflix em seu próximo filme após o sucesso de “Bird Box”. Segundo o site Deadline, a atriz vai produzir e potencialmente estrelar a adaptação da história em quadrinhos “Reborn”, de Mark Millar e Greg Capullo. Lançada no Brasil como “Renascida”, a adaptação será a primeira criação do autor de “Kick-Ass” e “Kingsman” encomendada pela plataforma, que comprou a Millarworld (que detém os direitos das obras de Millar) em 2017. Na trama, a protagonista Bonnie é uma mulher idosa internada em um hospital em Nova York, que um dia acorda no auge de sua juventude em um mundo de fantasia, repleto de dragões e criaturas perigosas, onde também estão seus amigos e entes queridos mortos. Ela só não consegue encontrar seu amado marido, já falecido. Armada de uma espada mágica, ela parte para procurá-lo. O cineasta Chris McKay, que assinou a animação “LEGO Batman: O Filme”, vai dirigir a produção. Ainda não há previsão de estreia. Veja abaixo a capa nacional da edição encadernada de “Renascida”.

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  • Série

    The Magicians é renovada para quinto ano na véspera da estreia da 4ª temporada

    22 de janeiro de 2019 /

    O canal pago Syfy anunciou a renovação de “The Magicians” para sua 5ª temporada. E para demonstrar a confiança na produção, a decisão foi comunicada um dia antes da estreia do quarto ano da série. O detalhe é que isso não foi feito para preparar equipe e elenco para uma despedida. O tom do comunicado é de celebração dos feitos da série, que não deve ser encerrada tão cedo. “’The Magicians’ elevaram a qualidade do Syfy e ganharam impulso temporada após temporada, atraindo uma nova audiência para o canal. Estamos orgulhosos desta série, uma vez que ela continua a quebrar fronteiras da narrativa”, disse Bill McGoldrick, Presidente de Conteúdo da NBCUniversal Cable Entertainment. “Não poderíamos estar mais felizes e animados para conjurar mais um ano de magia e tudo o que isso implica – amor, ódio, lealdade, traição, sexo, linguagem chula, drogas, luta contra deuses, monstros e os inimigos mais perigosos de todos: outros humanos seres. Temos os melhores roteiristas, produtores, diretores, elenco e equipe no multiverso conhecido. E qualquer um que tentar roubar um deles será amaldiçoado”, disseram os produtores executivos e co-showrunners Sera Gamble (ex-produtora e roteirista de “Supernatural”) e John McNamara (criador da série “Fastlane”). Baseada na franquia de livros de fantasia de Lev Grossman, publicada no país como “Os Magos”, a série estreia sua 4ª temporada na quarta-feira (23/1) e só exibirá seu 5º ano de produção em 2020. A série também é exibida no Brasil pelo canal Syfy.

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  • Série

    American Gods: Trailer da 2ª temporada mostra confronto entre deuses

    20 de janeiro de 2019 /

    O canal pago americano Starz divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “American Gods”, que antecipa o confronto entre os novos e os velhos deuses da trama. Adaptação do best-seller “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman, a série gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original incluía Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”) e muitos outros. Os novos episódios chegarão em 10 de março, 21 meses após o final da 1ª temporada. Este hiato anormal foi consequência de problemas de bastidores, que começaram quando os produtores originais, Michael Green e Bryan Fuller, foram demitidos após conflito criativo e financeiro com a empresa Fremantle, que produz a série. Alguns atores, inclusive, optaram por deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade à dupla. Para retomar as gravações, a produtora promoveu Jesse Alexander (“Agent X”) a showrunner. Mas ele também caiu durante a produção dos novos episódios, após a rejeição de roteiros. Alexander chegou a entregar vários rascunhos e nenhum agradou ao estúdio. Fontes dizem que a Fremantle chegou a paralisar a produção até encontrar um final satisfatório para a temporada. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada com um dia de atraso no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional.

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  • Filme

    Vidro abre em 1º lugar nos EUA, mas a surpresa é Dragon Ball Super: Broly

    20 de janeiro de 2019 /

    “Vidro” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, mas um pouco estilhaçado por conta das elevadas expectativas sobre seu lançamento. Algumas projeções para a continuação/crossover de “Corpo Fechado” (2000) e “Fragmentado” (2016) tratavam o novo longa de M. Night Shyamalan como um blockbuster em potencial, com abertura na casa dos US$ 100M (milhões). Em menos de uma semana, os otimistas cortaram as estimativas pela metade. E mesmo assim a estreia ficou abaixo delas. O lançamento também foi acompanhada por pedradas da imprensa, que quebraram expectativas com apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, ao atingir US$ 40,5M de faturamento, tornou-se a terceira maior estreia do diretor, atrás de “A Vila” (2004) e “Sinais” (2002). Também ficou com o posto de terceira maior abertura de cinema durante o feriadão dedicado a Martin Luther King nos Estados Unidos. E teve um bom começo internacional, ajudando o total a chegar a US$ 89M em todo o mundo. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, garante que a produção será lucrativa. O que é uma boa notícia para Shyamalan, pois todo o filme foi financiado pelo próprio diretor. Já a surpresa positiva do fim de semana ficou para o desempenho de “Dragon Ball Super: Broly”, que abriu em 3º lugar nos EUA, um pouco atrás do faturamento de “Amigos para Sempre” (em 2º lugar). Lançado em 1,2 mil salas (contra mais de 3 mil da concorrência), o longa animado rendeu US$ 10,6M, celebrando a maior abertura de toda a franquia “Dragon Ball” (já são 20 filmes) nos Estados Unidos e no Canadá. Outros filmes em cartaz atingiram marcas expressivas por seus desempenhos contínuos. “Aquaman”, por exemplo, ultrapassou US$ 300M de arrecadação no mercado doméstico, “Bumblebee” superou US$ 400M mundiais (graças à China), e “O Retorno de Mary Poppins” e “Homem-Aranha no Aranhaverso” passaram dos US$ 300M mundialmente. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 40,5M Total EUA e Canadá: US$ 40,5M Total Mundo: US$ 89M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 15,6M Total EUA e Canadá: US$ 43,9M Total Mundo: US$ 48M 3. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA e Canadá: US$ 21M Total Mundo: US$ 86,9M 4. Aquaman Fim de semana: US$ 10,3M Total EUA e Canadá: US$ 304,3M Total Mundo: US$ 1B 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,2M Total Mundo: US$ 322,8M 6. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 21,2M Total Mundo: US$ 26,3M 7. Escape Room Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 40,7M Total Mundo: US$ 53,7M 8. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,7M Total Mundo: US$ 306M 9. Bumblebee Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 115,9M Total Mundo: US$ US$ 412,3M 10. Suprema Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 16,8M Total Mundo: US$ 17,5M

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  • Filme

    Bumblebee é o E.T. da franquia Transformers

    19 de janeiro de 2019 /

    Você viu esse filme várias vezes, e em embalagens diferentes, mas a fórmula de “E.T.” com visual de “Transformers” não tinha muito como dar errado. Foi preciso contar uma história (vejam só que coisa básica), ter um pouco de noção (e não só explosões) e um diretor promissor (Travis Knight) querendo mostrar serviço para fazer de “Bumblebee” o melhor filme da franquia. De longe. Em resumo, é um filme que dá para assistir. E bem divertido, diga-se de passagem. O filme solo que a gente não sabia que precisava do Transformer mais querido do planeta, trocou os clichês grandiosos de Michael Bay pela sensibilidade de Travis Knight, um novato que encantou com a animação “Kubo e as Cordas Mágicas” e assumiu a franquia mais execrada de Hollywood com a esperança de realizar um milagre. E conseguiu. Nunca antes a crítica gostou tanto de um Transformer. Antes de tudo, e ao contrário de Michael Bay, Knight proibiu câmeras tremidas, deixando toda a ação visível ao olho humano. Livrando o público da dor de cabeça, tratou de tirar-lhe também o peso das costas, entregando um filme mais leve, inclusive no senso de humor. Além disso, corrigiu os rumos da franquia ao retomar os melhores momentos do primeiro “Transformers”, o único até aqui que parece ter sido produzido por Steven Spielberg. Knight voltou ao filme de 2007 para contar a história do menino e seu carro-robô. No caso, da menina e seu fusca-autobot. Além disso, o diretor aproveitou o fato de “Bumblebee” ser um prólogo passado nos 1980 para incorporar o espírito da época – em que Spielberg fez “E.T” e reinou absoluto como rei dos blockbusters. Tanto em cena, ao reproduzir o tipo de aventura juvenil daquela era, quando na trilha, cheia de músicas que marcaram a década – The Smiths, A-ha, Simple Minds, Duran Duran, Rick Astley, Tears for Fears, entre outros. Tirando os efeitos visuais, absolutamente modernos, “Bumblebee” parece pertencer à época que retrata. Tem cara de cinemão da década de 1980. Mas não pense que o filme é antiquado. A começar por trazer uma protagonista feminina, que não precisa de homem nenhum para alcançar seus objetivos – como Ripley, na franquia “Alien”. Não está ali só para beijar um cara na cena final nem para gritar de medo diante do menor perigo. Hailee Steinfeld já tinha provado seu talento precoce em “Bravura Indômita”, filmão de 2010 dos Irmãos Coen, que lhe rendeu até indicação ao Oscar. São nove anos de lá até aqui e, como já tinha mostrado em “Quase 18”, ela virou estrela. Seu talento ajuda a transmitir a emoção necessária para a transição dramática da história. Pois se “Bumblebee” é divertido, também traz aquele momento de dar nó na garganta. É “E.T.” telefonando dos anos 1980 para o cinema atual. “Bumblebee” ainda evita erros de outros prólogos, como “Han Solo”, que tentam se conectar aos longas originais atirando referências para fãs, antes mesmo de ter um roteiro definido. Isso abre possibilidades para que “Bumblebee” tenha sua própria franquia sem se preocupar com o que foi visto antes. Não é uma novidade, mas é um recomeço muito bem feito – e com direito a usar e abusar dos efeitos sonoros do desenho antigão dos Transformers. Parecia que tinham vergonha disso, mas como a nostalgia impera em “Bumblebee”, até o famoso som de transformação foi (bem) recuperado.

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    O Retorno de Mary Poppins leva o espectador à era de ouro de Hollywood

    19 de janeiro de 2019 /

    Se atualmente a Disney quer transformar suas animações em filmes live-action, o próprio Walt pensou ao contrário quando decidiu adaptar o livro de P.L. Travers em live-action com cara de animação. “Mary Poppins” ainda é a maior referência em termos de mistura de atores e desenhos da Disney. Não há nada igual com tamanha qualidade. E independentemente de qualquer coisa, o clássico de 1964 e Julie Andrews permanecem eternos, irretocáveis e encantadores até hoje. Por isso mesmo, sua primeira continuação não poderia arriscar nada muito diferente, exceto uma homenagem emocionante ao original e, consequentemente, uma viagem ao tempo dos musicais de outra era de Hollywood. Ou seja, trilhando o caminho da nostalgia sem deixar de dar sequência aos eventos narrados no original. Por isso, “O Retorno de Mary Poppins” parece o mesmo filme de antigamente. Lembra sua estrutura de roteiro e um cinema “classudo” que não volta mais, porém alguns pontos técnicos e narrativos foram devidamente atualizados. A transição foi muito bem feita (com amor) e continua uma história mágica como deve ser, mas com uma Emily Blunt maravilhosa, uma deusa como a Mary Poppins deste século, que só pode ter deixado Julie Andrews orgulhosa. Esse filme é sua consagração definitiva como atriz e estrela de cinema. Isso não quer dizer que “O Retorno de Mary Poppins” não tenha novidades em relação ao longa de 1964. No longa original de Robert Stevenson, a babá vivida por Julie Andrews faz as crianças agirem como crianças e não como pequenos adultos, enquanto mostra a um homem a importância de ser pai. No filme de Rob Marshall, a babá, agora interpretada por Emily Blunt, volta a fazer o mesmo com as crianças, mas o principal foco é mostrar que ser adulto não significa necessariamente matar a criança que existe dentro de você. Se a estrutura é praticamente a mesma, além dos cenários reproduzidos com o máximo de fidelidade, deixando a impressão proposital de que o tempo não passou, até as músicas de “O Retorno de Mary Poppins” são boas, assim como os números musicais. Destaque para “A Cover is Not the Book” e “Trip a Little Light Fantastic”, que provam o quanto Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda nasceram para cantar e dançar juntos e com figurinos exuberantes, da mesma forma que Julie Andrews e Dick Van Dyke. O veterano ator e dançarino, por sinal, tem uma breve e emocionante participação na sequência, sapateando, claro, aos 93 anos de idade. Os mais velhos podem ir às lágrimas devido ao saudosismo e, embora o público infantil de hoje seja muito diferente da época de “Mary Poppins”, as crianças também podem embarcar na magia só pela grandiosidade em cena, embora tanta dança e cantoria possa parecer um tanto cansativo para a geração mais acostumada com explosões de games e de filmes de super-heróis. De todo modo, é possível reparar que, ao contrário do lançamento de 1964, um filme infantil para espectadores de todas as idades, o novo “Mary Poppins” mirou mesmo os adultos que amam o clássico, levando em consideração a mensagem para que ele não esqueça que foi criança um dia. É claro que “O Retorno de Mary Poppins” está longe de ser perfeito. O filme não precisava de um vilão e toda a sequência com Meryl Streep parece ter sido concebida só para contar com… a participação de Meryl Streep. Mas o diretor dos musicais “Chicago” (2002), “Nine” (2009) e “Caminhos da Floresta” (2014) conseguiu entregar seu melhor filme ao relembrar que o cinema ainda pode reviver sua era de ouro sem trair sua evolução natural – como unir animação tradicional com CGI, musicais à moda antiga com uma narrativa moderna e efeitos práticos com digitais.

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    Sam Elliott é o homem que matou Hitler e o Pé Grande em trailer de fantasia premiada

    19 de janeiro de 2019 /

    O estúdio indie RLJ divulgou o pôster e o trailer de “The Man Who Killed Hitler and Then The Bigfoot”, aventura fantasiosa que traz o veterano Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) como o personagem do título, o homem que matou Hitler e depois o Pé Grande. A prévia se alterna entre flashbacks para o passado do protagonista, como o soldado responsável por assassinar o Führer, e o presente, quando o governo o recruta para uma nova missão: impedir uma epidemia espalhada pelo Pé Grande nas florestas norte-americanas. O detalhe é que esse delírio agradou a crítica, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e até venceu um festival americano – de Nevada. Alguns dos elogios foram, inclusive, destacados no trailer. A direção e o roteiro são de Robert D. Krzykowski (produtor de “The Woman – Nem Todo Monstro Vive na Selva”), que estreia nas funções, e o elenco conta ainda com Aidan Turner (“Poldark”), Ron Livingston (“A Million Little Things”), Caitlin FitzGerald (“UnReal”), Larry Miller (“O Professor Aloprado”) e Ellar Coltrane (“Boyhood”). A estreia está marcada para o dia 8 de fevereiro nos Estados Unidos e não há previsão para lançamento no Brasil.

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    Anne Hathaway vai estrelar remake de Convenção das Bruxas

    16 de janeiro de 2019 /

    Atriz Anne Hathaway (“Oito Mulheres e um Segredo”) vai virar bruxa no remake de “Convenção das Bruxas”, sucesso infantil de 1990 protagonizado por Anjelica Houston. A produção da Warner terá direção de Robert Zemeckis (“De Volta ao Futuro”). A história é uma adaptação do livro infantil “As Bruxas”, de Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”), sobre um garoto que descobre que bruxas são reais e planejam transformar as crianças em ratos, começando por ele próprio. O projeto da refilmagem circula desde 2008. A certa altura, Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) tinha a intenção de comandar o remake, mas teve que abrir mão da função por conflitos em sua agenda. Ele ainda está ligado às filmagens como produtor, junto com seu colega mexicano Alfonso Cuarón (“Roma”). Além de dirigir, Zemeckis também vai escrever a adaptação, que, segundo a revista Variety, promete ser mais próxima do livro de 1973 que do filme de 1990, muito diferente do texto original. Hathaway viverá a líder das bruxas, justamente o papel que foi desempenhado por Anjelica Houston. Ainda não há previsão para o início das filmagens.

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    Trailer de Hellboy ganha versões legendada e dublada em português

    16 de janeiro de 2019 /

    Um mês da Lionsgate disponibilizar o primeiro trailer de “Hellboy”, a Imagem Filmes disponibilizou a versão nacional, com legendas e dublagem em português. Veja abaixo. A prévia investe em piadinhas, trilha nada a ver (“Mony, Mony” em cover de Billy Idol) e efeitos visuais computadorizados para demarcar a diferença em relação aos dois filmes anteriores do personagem, dirigidos por ninguém menos que Guillermo Del Toro. A nova versão é um reboot da franquia, baseada nos quadrinhos de Mike Mignola, e traz o ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) no papel consagrado por Ron Perlman. Mas esta é a menor das mudanças, já que a produção dispensa os demais heróis sobrenaturais vistos nos filmes de Del Toro, trocando-os por novos personagens. Assinado por Andrew Cosby (criador da série “Eureka”), o roteiro adapta a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”. Trata-se de uma aventura em que Hellboy enfrenta Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – que, segundo a lenda arthuriana, era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que passam a encará-la como ameaça e decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Este status muda quando, séculos depois, Hellboy ameaça a existência das bruxas e elas decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” inclui em seu elenco Ian McShane (série “American Gods”), Sasha Lane (“American Honey”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Penelope Mitchell (“The Vampire Diaries”), Sophie Okonedo (“Depois da Terra”), Kristina Klebe (“Halloween – O Início”) e Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”) no papel da vilã Nimue. A estreia está marcada para 11 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Danny Glover entra na continuação de Jumanji

    15 de janeiro de 2019 /

    A Sony Pictures segue escalando o elenco da continuação de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A mais recente adição é o veterano astro Danny Glover, que já se achava muito velho na época de “Máquina Mortífera” (1987). Seu papel está sendo mantido em segredo, mas é possível especular que tenha a ver com a inclusão do também experiente Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”). Ambos poderiam ser versões mais velhas dos protagonistas – respectivamente de Kevin Hart e Jack Black. Resta aguardar para ver se mais dois astros veteranos entram na produção para encarnar a Terceira Idade de Dwayne “The Rock” Johnson e Karen Gillan. Além do elenco original e dos veteranos citados, a comediante Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”) também vai participar da nova aventura. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi lançado em janeiro de 2018 e arrecadou quase US$ 1 bilhão, garantindo rapidamente uma sequência. A continuação está prevista para dezembro de 2019, dirigida novamente por Jake Kasdan, que assinou o longa anterior.

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