Warrior Nun: Freiras combatem as trevas em trailer de nova série
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “Warrior Nun”, série de fantasia sobrenatural sobre uma ordem secreta de freiras que combate as forças das trevas. A prévia mostra que as heroínas freiras não são necessariamente santas, mas têm poderes miraculosos. A trama acompanha a jovem Ava (a portuguesa Alba Baptista, de “Linhas de Sangue”) que acorda supostamente após a morte em um necrotério com poderes inexplicáveis. Sua busca por respostas a leva à Ordem da Espada Cruciforme, uma sociedade secreta de freiras guerreiras que juraram proteger o mundo do mal. Enquanto equilibra suas responsabilidades como uma noviça da luta eterna e a vida normal de uma adolescente, a jovem também se questiona porque foi escolhida, já que nunca foi um anjo. Produção americana gravada na Espanha, a série foi criada por Simon Barry, responsável pela cultuada sci-fi canadense “Continuum” e o terror “Ghost Wars”, e é baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, que começaram a ser publicados em 1994 em estilo de mangá. O elenco inclui várias atrizes novatas, como Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”) e a estreante Kristina Tonteri-Young, nos papéis de noviças rebeldes, além do português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), da holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”) e da italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) como integrantes da ordem secreta. A série estreia em 2 de julho, mas ainda não ganhou trailer legendado em português. Veja abaixo o trailer americano.
A Ordem: Bruxas e lobisomens travam batalha no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “A Ordem” (The Order), série em que bruxas e lobisomens travam uma batalha eterna. A série é uma produção canadense da Nomadic Pictures (produtora de “Van Helsing”) e sua trama gira em torno de um calouro, escolhido para entrar numa ordem secreta de sua universidade e se tornar um mágico. Mas algo sombrio ronda a escola, determinado a matar seus alunos. Empurrado para um mundo de magia, monstros e intrigas, ele descobre segredos de família e uma batalha clandestina entre lobisomens e praticantes de magia negra. Criada pelo roteirista Dennis Heaton (“Ghost Wars”), o elenco de “A Ordem” inclui Jake Manley (o Fisher de “iZombie”), Sarah Grey (a Stargirl de “Legends of Tomorrow”), Matt Frewer (o Dr. Leekie em “Orphan Black”), Sam Trammell (o Sam de “True Blood”) e Max Martini (do filme “Círculo de Fogo”). A 2ª temporada chegará à plataforma de streaming já nesta quinta (18/6).
Criador de Percy Jackson detona adaptações da Fox
Apesar de ter cedido os direitos de “Percy Jackson” para uma série da Disney+ (Disney Plus), o autor Rick Riordan revelou odiar as adaptações cinematográficas de seus romances populares, feitas pela Fox, escrevendo que eles são como o “trabalho de uma vida passando por um moedor de carne”. Riordan fez o comentário para fãs que também compartilharam sua insatisfação com os filmes de “Percy Jackson” no Twitter. “Eu não sei, mas claramente é um erro”, escreveu Riordan depois que um fã apontou que uma cena foi alterada em relação ao filme original ao ser transmitido pela Disney+ (Disney Plus). “Eles deveriam censurar a coisa toda. Apenas duas horas de tela em branco. Outro fã reagiu ao tuíte de Riordan, escrevendo: “É refrescante que o tio Rick odeie os filmes de PJo ainda mais do que nós”. Foi quando Riordan acrescentou que os filmes são apenas “algumas horas de entretenimento” para o público, mas para ele, “é o trabalho da minha vida passando por um moedor de carne, quando implorei para que não fizessem isso”. Ao longo da conversa, Riordan admitiu que nunca viu os filmes, mas não culpa os atores por eventuais problemas. “Ainda não vi os filmes e não pretendo fazê-lo”, ele tuítou. “Eu os julgo por ter lido os roteiros, porque me preocupo mais com a história. Eu certamente não tenho nada contra os atores muito talentosos. Não é culpa deles. Lamento que tenham sido arrastados para essa bagunça”, comentou. As estrelas do filme original ainda não comentaram os tuítes de Riordan, mas Logan Lerman, que interpretou Percy Jackson no cinema, demonstrou recentemente apoiar a adaptação dos livros de Riordan numa série, após o anúncio da produção para a plataforma de streaming da Disney. Mas seu comentário também pode ser interpretado como uma crítica aos filmes. “Animado para ver isso! Espero que a adaptação consiga ser aquilo os livros merecem”, ele escreveu. A data de estréia da série ainda não foi anunciada. I don't know, but clearly it's a mistake. They should censor the entire thing. Just two hours of blank screen. https://t.co/nPq9TPg9Sd — Rick Riordan (@rickriordan) June 8, 2020 Well, to you guys, it's a couple hours entertainment. To me, it's my life's work going through a meat grinder when I pleaded with them not to do it. So yeah. But it's fine. All fine. We're gonna fix it soon . . . 😀 https://t.co/YFuk55kGJU — Rick Riordan (@rickriordan) June 8, 2020 Finally, I still have not seen the movies, and don't plan on ever doing so. I judge them from having read the scripts, because I care most about the story. I certainly have nothing against the very talented actors. Not their fault. I'm just sorry they got dragged into that mess. — Rick Riordan (@rickriordan) June 8, 2020
Príncipes viram super-heróis em trailer de filme da Disney+ (Disney Plus)
A Disney divulgou o primeiro trailer de “Secret Society of Second Born Royals”, que vai mostrar os primeiros príncipes negros do estúdio num filme live-action. A prévia também revela que o longa, produzido para a plataforma de streaming do estúdio, transforma os príncipes em super-heróis. A premissa lembra um brainstorm publicitário, como se a Disney tivesse reunido um comitê para criar um filme que juntasse as características de seus maiores sucessos comerciais – suas linhas de princesas encantadas e seus super-heróis da Marvel. “Realeza durante o dia e herói nas noites”, resume um dos personagens, vivido por Niles Fitch (a versão adolescente de Randall em “This Is Us”). Ele é o intérprete do príncipe Tuma, um dos príncipes negros da produção. Faly Rakotohavana (“A Casa de Raven”) e, em papel menor, Jadiel Dowlin (“Ana e Os Robôs”) são outros nobres de melanina acentuada no filme, respectivamente os príncipes Matteo e Bryson. O elenco ainda inclui jovens talentos como Peyton Elizabeth Lee (a “Andi Mack”), Ashley Liao (“Fuller House”) e a australiana Olivia Deeble (da novela “Home and Away”) como princesas, enquanto Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) vive um dos professores e Elodie Yung (a Elektra de “Demolidor”) aparece como rainha. A trama acompanha um programa de treinamento especial para jovens membros de famílias reais, que assumem a missão de salvar o mundo com seus super-poderes genéticos. Nessa fantasia, todo segundo filho real nasce super-poderoso (ou, se fosse uma produção da Marvel, mutante), e deve aprender a usar seus dons para manter seus reinos protegidos de amaças – e supervilões, pelo visto no vídeo. “Secret Society of Second Born Royals” foi escrito por Alex Litvak (“Predadores”) e Andrew Green (“Hannah Montana”) e tem direção de Anna Mastro (da série “The Bold Type”). A estreia vai acontecer em 17 de julho, exclusivamente na Disney+ (Disney Plus), que ainda não se encontra disponível no Brasil.
Diretor de Doutor Estranho fará remake de Labirinto, fantasia dos anos 1980
A Sony contratou Scott Derrickson (“Doutor Estranho”) para dirigir o remake/continuação da fantasia infantil “Labirinto – A Magia do Tempo”, estrelada por David Bowie e a jovem Jennifer Connelly em 1986. O projeto da refilmagem foi anunciado há quatro anos e nesse período o estúdio chegou a negociar com Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas” e “A Morte do Demônio”) para assumir a direção. O diretor uruguaio e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”) chegaram a desenvolver a história, que seria uma nova aventura passada no mesmo universo e não uma refilmagem do longa original. Aparentemente, não era o que a Sony tinha em mente, pois Derrickson vai trabalhar a partir de um novo roteiro, escrito por Maggie Levin em sua estreia em longas-metragens – recentemente, ela roteirizou um episódio da série de terror “Into the Dark”. Com a troca, o estúdio não desistiu de uma abordagem mais sombria, já que Derrickson, assim como Alvarez e os roteiristas, tornou-se conhecido como diretor de terror – de “Hellraiser V: Inferno” (2000), “O Exorcismo de Emily Rose” (2005), “A Entidade” (2012) e “Livrai-nos do Mal” (2014). O filme original de 1986 acompanhava a jornada de uma adolescente (Jennifer Connelly, hoje na série “Expresso do Amanhã”), que, cansada de ser babá do irmão mais novo, deseja que ele suma, sendo atendida pelo Rei dos Duendes. Desesperada ao perceber o que fez, ela entra num mundo mágico, repleto de fantoches e pedras que soltam pum, para enfrentar a criatura vivida por David Bowie e recuperar seu irmãozinho. “Labirinto” contou com músicas de Bowie, roteiro de Terry Jones (dos Monty Python) e produção de George Lucas (criador de algo chamado “Star Wars”). Um supertime que, curiosamente, não impediu seu fracasso de bilheteria. A derrota financeira levou o diretor Jim Henson a entrar em depressão profunda. Ele nunca mais dirigiu nenhum filme até sua morte, quatro anos depois. O lançamento em vídeo e as exibições televisivas, porém, mudaram a percepção do público a respeito da obra, a ponto de muitos até acharem que o filme foi um dos grandes sucessos dos anos 1980. A obra também foi valorizada pelo reconhecimento obtido por Connelly em seus filmes seguintes. A atriz acabou ganhando o Oscar por “Uma Mente Brilhante” em 2002. A decisão de realizar o remake foi tomada em 2016, quando se comemorou 30 anos de lançamento do original e se lamentou a morte de Bowie. Lisa e Brian Henson, filhos de Jim Henson, que idealizou e dirigiu o “Labirinto” original, estão entre os produtores da sequência, e a Jim Henson Company deve mais uma ver criar o visual das criaturas do filme. Ainda não há previsão para o começo das filmagens ou data de lançamento.
Filmagens de Avatar 2 serão retomadas na semana que vem
O produtor Jon Landau anunciou que as filmagens de “Avatar 2” já vão ser retomadas, com toda a equipe pronta para retomar seus trabalhos. Ele postou a notícia em seu Instagram, acompanhada por uma foto do set, que mostra dois barcos criados para a produção, batizados de Matador e Picador. Nomes delicados. A sequência de uma das maiores bilheterias de todos os tempos teve suas filmagens paralisadas no meio de março, como prevenção contra a pandemia de coronavírus, e elas serão retomadas na próxima semana, na Nova Zelândia. “Nossos sets de ‘Avatar’ estão prontos – e não poderíamos estar mais animados de voltar à Nova Zelândia na semana que vem”, escreveu Landau. A Nova Zelândia foi um dos poucos países a decretar lockdown logo no começo da pandemia. Fechou tudo e, após a população ficar trancada em casa por dois meses, sua curva de contaminação entrou em queda vertiginosa, permitindo um relaxamento da quarentena. O diretor James Cameron já estava trabalhando no filme desde o ano passado, mas as filmagens são complexas, pois envolvem dois longas, “Avatar 2” e “Avatar 3”, que estão sendo rodados simultaneamente, visando terminar o primeiro para lançamento em dezembro de 2021 e o outro no final de 2023. Ver essa foto no Instagram Our #Avatar sets are ready — and we couldn’t be more excited to be headed back to New Zealand next week. Check out the Matador, a high speed forward command vessel (bottom) and the Picador jetboat (top) — can’t wait to share more. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 21 de Mai, 2020 às 2:47 PDT
A Ordem: 2ª temporada ganha data de estreia na Netflix
A 2ª temporada de “A Ordem” (The Order) teve sua data de estreia revelada. O Instagram oficial da série da Netflix divulgou que o novo ano chegará à plataforma em 18 de junho. Veja abaixo. Serão mais 10 novos episódios da trama juvenil, que mistura fantasia e horror. A trama gira em torno de um calouro, escolhido para entrar numa ordem secreta de sua universidade e se tornar um mágico. Mas algo sombrio ronda a escola, determinado a matar seus alunos. Empurrado para um mundo de magia, monstros e intrigas, ele descobre segredos de família e uma batalha clandestina entre lobisomens e praticantes de magia negra. A série é uma produção canadense da Nomadic Pictures (produtora de “Van Helsing”). Foi criada pelo roteirista Dennis Heaton (“Ghost Wars”) e seu elenco inclui Jake Manley (o Fisher de “iZombie”), Sarah Grey (a Stargirl de “Legends of Tomorrow”), Matt Frewer (o Dr. Leekie em “Orphan Black”), Sam Trammell (o Sam de “True Blood”) e Max Martini (do filme “Círculo de Fogo”). Ver essa foto no Instagram Season 2. June 18. Uma publicação compartilhada por The Order (@theorder) em 20 de Mai, 2020 às 7:02 PDT
Diretor de Em Ritmo de Fuga vai desenvolver três séries para a Netflix
O cineasta Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”) fechou contrato com a Netflix para desenvolver séries exclusivas para streaming. Por meio de sua produtora Complete Fiction, ele já tem definidas três produções baseadas em romances de fantasia e terror. A primeira produção é “Lockwood & Co”, baseada na coleção literária juvenil de Jonathan Stroud, que mistura elementos sobrenaturais, aventura e investigação, e gira em torno de um time de caça-fantasmas adolescentes num versão mal-assombrada do mundo atual. As demais são o terror “The Murders of Molly Southbourne”, adaptação do livro de Tade Thompson sobre uma mulher que sangra cópias assassinas de si mesma, e a fantasia “The City of Brass”, derivada do livro de S. A. Chakraborty, que reúne criaturas das fábulas do Oriente Médio. Wright deve se concentrar nesses projetos após terminar o terror “Last Night in Soho”, que teve sua pós-produção dificultada em razão da pandemia de coronavírus. Descrito como um terror psicológico, o longa tem Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Matt Smith (“The Crown”), Terence Stamp (“O Lar das Crianças Peculiares”), Diana Rigg (“Game of Thrones”) e Thomasin McKenzie (“Sem Rastros”) em seu elenco.
Motherland: Fort Salem é renovada para a 2ª temporada
O canal pago americano Freeform anunciou sua programação para 2021, e a revelação dos títulos renovados trouxe um grande alívio para os fãs de “Motherland: Fort Salem”, série de fantasia sobre um exército de bruxas, que se tornou facilmente a melhor produção exibida na TV americana durante a pandemia do novo coronavírus. Completamente original, a série foi criada por Eliot Laurence (que também criou “Claws”) e se passa numa realidade alternativa, onde as bruxas de Salem não foram exterminadas no final do século 17. Elas interromperam a caçada implacável com uma proposta irrecusável: lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, elas são consideradas heroínas e representam a força armada mais perigosa do país, responsáveis pela supremacia americana no cenário internacional. Mas essa superioridade é desafiada por bruxas terroristas, que usam seus poderes para matar o maior número possível de civis, numa guerra suja, que turva a percepção de cada lado do conflito. O detalhe é que esse universo intrincado é apenas pano de fundo da história, que acompanha três jovens recrutas do exército de bruxas, desde os treinamentos iniciais até o primeiro combate real. Além de muitos efeitos visuais para demonstrar os poderes da bruxaria militar, os episódios apresentam uma nova moralidade estabelecida pelos rituais arcanos das bruxas, ampla aceitação da sexualidade, romances, traições, conspirações e mudanças de alianças que colocam em dúvida as verdadeiras motivações das líderes das garotas. “Motherland: Fort Salem” encontrou fãs devotados e rapidamente se tornou uma das séries mais mencionadas nas redes sociais. Mas muita gente passou a acompanhar o lançamento dos episódios por streaming, na plataforma Hulu, deixando os números da audiência televisiva longe do alcance real da produção. A série, que encerra sua 1ª temporada na noite de quarta-feira (20/5) nos EUA, tem uma média de 312 mil telespectadores ao vivo no Freeform. Parece pouco, mas se trata da terceira maior audiência do canal, atrás apenas de “Siren” (410 mil) e “Grown-ish” (350 mil). Um dos motivos de seu sucesso é o carisma do trio principal, formado por Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”) e a estreante Ashley Nicole Williams, mas o elenco coadjuvante não fica atrás, com Amalia Holm (“Alena”), Demetria McKinney (“Saints & Sinners”), Lyne Renee (“Magnatas do Crime”) e Catherine Lough Haggquist (“Cinquenta Tons de Liberdade”). Para completar, a série tem produção do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e do diretor Adam McKay (“Vice”). Apesar da renovação, não há previsão para a estreia da 2ª temporada.
Nova She-Ra tem final épico LGBTQIA+
O beijo animado entre Arlequina e Hera Venenosa não foi o único motivo da parada virtual de orgulho LGBTQIA+ que aconteceu na sexta-feira (16/5) nas redes sociais. Quem chegou ao final da maratona da 5ª e última temporada de “She-Ra e as Princesas do Poder” também se deparou com um beijo lésbico épico no episódio de encerramento da atração. É spoiler, mas não é realmente spoiler, pois os fãs já imaginavam o final feliz. Muitos, porém, tinham dúvidas se a produção conseguiria materializá-lo, devido à pressão conservadora que a série sofreu desde seu lançamento. Mas aconteceu. A heroína dos anos 1980 assumiu sua inclinação sexual com um beijão. A princesa Adora ficou com Catra, vilã da série. Aplaudida por muitos fãs, a cena aconteceu enquanto ambas salvavam o mundo. E basicamente transformou a rivalidade entre as duas numa grande tensão sexual não resolvida – ou melhor, enfim solucionada. O fim da história atesta que a nova versão da animação clássica era mesmo queer, trazendo desde seu início muita diversidade e representatividade LGBTQIA+ em seus episódios. Vale lembrar que os pais do personagem Bow eram um casal gay, e as princesas Netossa e Spinnerela eram casadas e se beijaram algumas vezes na série. A presença de personagens LGBTQs em produções infantis costuma vir sempre acompanhada de polêmica, mas, nos últimos anos, séries como “Steven Universo” e “The Loud House” têm ajudado a quebrar esse tabu. Abertamente lésbica, a criadora da nova versão de “She-Ra”, Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), enfrentou o conservadorismo desde que as primeiras imagens do remake foram divulgadas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, que além de ganhar aparência de anime deixou de ser sexualizada, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta – o que refletia o fato de ser uma adolescente. A produtora DreamWorks Animation ficou do lado da criadora, assim como a Netflix, que exibiu a série completa. Sem He-Man, mas com um monte de princesas aliadas, a nova She-Ra foi lançada como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”. E, quem diria, o texto da sinopse não era propaganda enganosa. OFFICIALLY WLW WINNING DAY! ❤🏳️🌈 #catradora #HarlIvy #SheRa #HarleyQuinn #spoilers #thegayskeepwinning pic.twitter.com/uu8KtHUFhj — Wolf Jilly Jill 🍍🏳️🌈🐺 (@thelonewolf28) May 15, 2020 Veja abaixo o final da série.
Percy Jackson vai virar série da Disney+ (Disney Plus)
O escritor Rick Riordan anunciou nesta quinta (14/5) no Twitter que “Percy Jackson” vai virar uma série da plataforma Disney+ (Disney Plus). O anúncio foi feito num vídeo pelo escritor e sua esposa, Becky Riordan. Ele também publicou um curto comentário nas redes sociais. “Não podemos dizer muito por enquanto, mas estamos muito animados com a ideia de uma série live-action da mais alta qualidade, acompanhando a história da saga original de ‘Percy Jackson’ com cinco livros, começando com ‘O Ladrão de Raios’ na 1ª temporada”, escreveu o autor, que acrescentou estar pessoalmente envolvido “em todos os aspectos da série”. A notícia animou os fãs da franquia, a ponto de “Percy Jackson” virar nos assuntos mais comentados do Twitter. Até Logan Lerman, que interpretou Percy Jackson no cinema, se manifestou. “Animado para ver isso! Espero que seja a adaptação que os livros merecem. Parabéns, Rick Riordan”, ele postou. A história do adolescente que descobre ser um semideus – filho do deus do Olimpo Poseidon com uma mortal – , teve dois filmes estrelados por Lerman. O primeiro foi justamente “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” (2010), que conta sua origem. A ideia era dar um tratamento de “Harry Potter” à franquia, mas as adaptações não tiveram sequência após o segundo capítulo cinematográfico, “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), que decepcionou nas bilheterias (US$ 199 milhões mundiais para um orçamento de US$ 90 milhões). Com a interrupção das adaptações, os fãs deram início a uma campanha para transformar os livros numa série. Os dois filmes foram produzidos pela 20th Century Fox, que foi adquirida pela Disney visando justamente alimentar seu serviço de streaming com produções baseadas no catálogo do estúdio. pic.twitter.com/Jr9yh68Qcj — Rick Riordan (@rickriordan) May 14, 2020 Excited to see this! Hope it gets the adaptation the books deserve. Congrats @rickriordan https://t.co/ReE6EjJICV — Logan Lerman (@LoganLerman) May 14, 2020
Tell Me a Story é cancelada após 2ª temporada
A plataforma CBS All Access cancelou a série “Tell Me a Story”, que transformava contos de fadas em tramas de suspense, após sua 2ª temporada. Produzida por Kevin Williamson, o criador de “The Vampire Diaries” e da franquia de terror “Pânico” (Scream), a série era uma adaptação da espanhola “Cuéntame un Cuento” e combinava três fábulas diferentes por temporada (“Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” no primeiro ano) para criar tramas de ganância, vingança e assassinato. “O brilhante Kevin Williamson deu vida aos nossos contos de fadas favoritos em um formato de antologia que distorceu e subverteu as histórias que todos conhecemos, transformando-as em thrillers modernos. Foi um privilégio trabalhar com um grupo de mentes criativas e de elite como Kevin, Aaron Kaplan e a equipe da Kapital Entertainment, bem como o incrível elenco de ‘Tell Me a Story’, que fez um trabalho fenomenal personificando e reinventando os personagens amados desses seis contos de fadas”, disse Julie McNamara, vice-presidente e chefe de programação da CBS All Access, em comunicado. O elenco grandioso da produção incluiu Paul Wesley (Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”), James Wolk (Jackson Oz em “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Austin Butler (o Wil de “The Shannara Chronicles”), Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”), Zabryna Guevara (série “Gotham”), Michael Raymond-James (o Neal de “Once Upon a Time”), Sam Jaeger (série “Parenthood”), Dorian Missick (série “Animal Kingdom”), o brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”) e, na 2ª temporada, Carrie-Anne Moss (a Trinity de “Matrix”). O último episódio foi exibido em fevereiro passado. Como cada temporada contou uma história completa, a série foi rapidamente adquirida pela rede The CW para ser exibida na TV aberta americana, junto com outras atrações – como “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano da plataforma DC Universe – , visando cobrir buracos da programação, ocasionados pela crise sanitária do novo coronavírus.
Produções de Avatar 2 e série do Senhor dos Anéis já podem ser retomadas na Nova Zelândia
Exemplo de contenção à pandemia do novo coronavírus, a Nova Zelândia fechou tudo e, após a população ficar trancada em casa por dois meses, a curva de contaminação entrou em queda vertiginosa, permitindo um relaxamento gradual da quarentena nesta semana. Entre as atividades que tiveram permissão para serem retomadas está a produção de filmes e séries, entre eles as continuações de “Avatar”, da Disney, e a atração baseada em “O Senhor dos Anéis”, da Amazon. Os estúdios interessados em retomar os trabalhos precisarão seguir uma série de normas estipuladas pela Comissão de Filmes da Nova Zelândia e aprovadas pelo governo. Annabelle Sheehan, presidente da Comissão, informou que diversos sindicatos ligados à indústria cinematográfica da Nova Zelândia trabalham em conjunto para o estabelecimento dos procedimentos que permitirão “filmagens seguras”. As filmagens das sequências de “Avatar”, de James Cameron, estavam avançadas quando foram suspensas em meados de março. O diretor estava filmando simultaneamente “Avatar 2” e “Avatar 3”, visando lançar o primeiro em dezembro de 2021 e o próximo no final de 2023. Já a série ainda sem título de “O Senhor dos Anéis”, rodada nos mesmos cenários do filme, mal tinha começado a ser gravada, após longo período de pré-produção. Por isso, ainda não tem previsão de estreia.









