Avatar: O Último Mestre do Ar | Versão com atores ganha novo trailer
A Netflix divulgou novos pôsteres e trailer de “Avatar: O Último Mestre do Ar”, adaptação live-action da famosa série animada “Avatar: A Lenda de Aang”. A prévia apresenta a conhecida premissa, mostra o visual dos personagens, diversos efeitos e a escala épica da produção. Com estreia prevista para 22 de fevereiro, a série dá carne e osso à produção animada da Nickelodeon. A trama se passa em um mundo dividido em quatro nações: as Tribos da Água, o Reino da Terra, a Nação do Fogo e os Nômades do Ar. Neste universo, os “Dobradores” são pessoas que têm a habilidade de manipular e controlar telecineticamente o elemento correspondente à sua nação, usando gestos baseados em artes marciais chinesas. O “Avatar” é o único indivíduo com a habilidade de dobrar os quatro elementos, e principal esperança para impedir que a Nação do Fogo conquiste as demais com seus planos de guerra e dominação. Anunciado em 2018, o projeto sofreu atraso após os criadores do desenho animado, Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko, abandonarem a produção criticando a Netflix. Por isso, a empresa precisou recomeçar do zero, definindo Albert Kim (“Sleepy Hollow”) como showrunner, roteirista e coprodutor ao lado de Dan Lin (“Uma Aventura Lego”), Lindsey Liberatore (“Walker”) e Michael Goi (“American Horror Story”). O elenco é liderado pelo ator Gordon Cormier (“The Stand”) como o jovem Aang, mestre dos quatro elementos e guardião do equilíbrio e da paz no mundo, acompanhado por Kiawentiio (“Anne With an E”) como Katara, Ian Ousley (“13 Reasons Why”) como Sokka e Dallas Liu (“PEN15”) como Zuko. Juntos, eles precisarão derrotar o Senhor do Fogo Ozai (Daniel Dae Kim, de “Lost”) para encerrar a guerra contra a Nação do Fogo e salvar o mundo. Vale lembrar que essa saga já teve uma versão com atores reais. Em 2010, o cineasta M. Night Shyamalan lançou o filme “O Último Mestre do Ar”, que foi destruído pela crítica e não empolgou o público, encerrando os planos da Paramount para transformar “Avatar: A Lenda de Aang” numa franquia cinematográfica. Inspirada por animes japoneses, a série original se tornou uma das animações mais populares da Nickeledeon. Além do sucesso nas telas, também venceu um Emmy e vários prêmios prestigiados, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards ao longo de suas três temporadas completas. Mesmo após o final da série, suas histórias continuam em quadrinhos até hoje, além de terem dado origem a outro sucesso televisivo, “A Lenda de Korra”, atração derivada da história principal, que também foi criada por DiMartino e Konietzko, e durou mais quatro temporadas exibidas entre 2012 e 2014.
“Jurassic World” vai ganhar novo filme com roteirista de “Jurassic Park”
A franquia “Jurassic World” vai ter mais um filme. O site The Hollywood Reporter apurou que David Koepp, roteirista do filmes jurássicos, “Jurassic Park: Parque dos Dinossauros” (1993) e “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997), foi contratado para desenvolver um novo longa – o sétimo dos dinossauros da Universal Pictures. Ainda segundo a publicação, o projeto concebido em segredo já estaria com o roteiro prestes a ser finalizado, para iniciar as filmagens em breve e realizar seu lançamento ainda em 2025. As fontes do THR sugerem que o novo longa vai iniciar uma “nova era jurássica” na franquia. Isto é, iniciará uma possível nova trilogia com novos protagonistas, abandonando os astros de “Jurassic World” (Chris Pratt e Bryce Dallas Howard) e “Jurassic Park” (Sam Neill, Jeff Goldblum e Laura Dern), reunidos no filme mais recente, “Jurassic World: Domínio” (2022). Nenhum diretor teve o seu nome ligado ao projeto, mas Steven Spielberg, responsável pelos dois primeiros filmes dos anos 1990, vai retornar como produtor executivo.
La Brea | Trailer da temporada final mostra dinossauros
A rede americana NBC divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “La Brea”, que vai encerrar a série. A prévia faz uma recapitulação nos eventos já exibidos e registra pela primeira vez a presença de dinossauros na trama. Uma cena destaca os protagonistas em fuga de um T-Rex. E, para completar, o cartaz traz o ponto de vista da boca cheia de dentes do animal, aberta diante dos personagens. “La Brea” – que ganhou o subtítulo nacional de “A Terra Perdida” – começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles, que engole várias pessoas. Mas em vez de morrerem, as vítimas da tragédia vão parar no centro da Terra com criaturas pré-históricas e prédios futuristas, em meio à pistas sobre o verdadeiro segredo daquele lugar. Nas primeiras temporadas, os animais pré-históricos vislumbrados eram mamíferos. Mas a trama envolve deslocamento temporal e uma mistura de diferentes eras, o que justifica a aparição de dinossauros. A atração foi a primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”), mas apesar da repercussão positiva entre o público, que lhe rendeu boa audiência, sua mistura de drama de catástrofe com aventura clássica de Júlio Verne/Edgar Rice Burroughs não apeteceu a crítica, ficando com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção tem um grande elenco, que inclui Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os adolescentes Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair em seus primeiros papéis. A última temporada vai estrear em 9 de janeiro nos EUA e terá apenas seis episódios para encerrar sua trama. A produção foi realizada de forma emergencial para que os episódios fossem gravados antes das greves que paralisaram Hollywood por vários meses, como estratégia do canal para ter um programa inédito no começo de 2024. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay e exibida na TV Globo.
Ryan Reynolds vê “Amigos Imaginários” em trailer de fantasia infantil
A Paramount divulgou o trailer de “Amigos Imaginários” (IF), comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds (o “Deadpool”) vê criaturas concebidas pela imaginação de crianças. Mistura de live-action e animação, o filme acompanha um perplexo Reynolds e sua filha, interpretada por Cailey Fleming (a Judith de “The Walking Dead”), sendo convencidos a usarem a capacidade de ver Migs (os amigos imaginários) para ajudar as adoráveis criaturas a superarem o trauma de serem esquecidos por crianças que já cresceram. Entristecidos por ficarem sozinhos, os Migs se unem aos dois na tentativa de serem lembrados por alguém antes de desaparecerem completamente. O filme tem roteiro e direção de John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”), que também coestrela a produção como uma das vozes dos Migs, junto com sua esposa Emily Blunt (também de “Um Lugar Silencioso”), Phoebe Waller-Bridge (“Indiana Jones e a Relíquia do Destino”), Matt Damon (“Jason Bourne”), Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), Steve Carell (“Space Force”), Vince Vaughn (“Freaky – No Corpo de um Assassino”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Maya Rudolph (“Fortuna”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Louis Gossett Jr (“Watchmen”) e muitos outros. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
A Casa do Dragão | Teaser da 2ª temporada mostra guerra de dragões
A HBO Max divulgou pôsteres e o primeiro teaser da 2ª temporada de “A Casa do Dragão”, série derivada de “Game of Thrones”. A prévia mostra os preparativos para uma guerra fraternal travada com dragões pelo trono dos Sete Reinos. “A Casa do Dragão” é baseada em “Fogo & Sangue”, livro que conta a história da família Targaryen – personagens da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que deu origem a “Game of Thrones” – e os novos episódios vão uma trama sangrenta do escritor George R.R. Martin, conhecida pelos leitores da saga como “Sangue e Queijo”. Na obra literária, os personagens apelidados de Sangue e Queijo são responsáveis por armar um plano de vingança contra a Rainha Alicent (interpretada por Olivia Cooke na série), o Príncipe Aemond (Ewan Mitchell), o Rei Aegon II (Tom Glynn-Carney) e seus aliados, em nome do Príncipe Daemon (Matt Smith) e da Rainha Rhaenyra (Emma D’Arcy), após a morte do filho de Rhaenyra, Lucerys, nas mãos de Aemond. Na série, a morte de Lucerys foi retratada como acidente no final da 1ª temporada. Aemond pareceu chocado após o resultado fatal de sua luta de dragões. Mas isso não vai mudar o que acontece depois. Como o Príncipe Daemon descreve, será “um olho por um olho, um filho por um filho”. A série derivada foi criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da sci-fi “Colony”) com consultoria de George RR Martin (autor dos livros), e se tornou o maior sucesso da HBO em 2022. A 2ª temporada será mais curta, com apenas oito episódios, dois a menos do que a temporada anterior. A redução foi concebida como parte de um plano de longo prazo para a série, com o objetivo de garantir antecipadamente a renovação para a 3ª temporada. Aguardada para 2024, a nova fase ainda não tem mês previsto de estreia.
Giulia Be vai estrelar série internacional de fantasia da Amazon
A cantora e atriz Giulia Be (“Depois do Universo”) entrou no elenco internacional de uma produção baseada nos romances de fantasia de Charlie Bone. A Amazon MGM Studios encomendou um piloto baseado na franquia literária criada por Jenny Nimmo, que deve virar série da plataforma Prime Video. As gravações já estão em andamento no Reino Unido e o elenco também inclui Joseph Fiennes (“The Handmaid’s Tale”), Carmen Ejogo (“The Crowded Rooom”), Emma Sidi (“Starstruck”), Orlando Norman (“Wreck”), Beth Alsbury (“Blindspot”), Lewis Brophy (“The Virtues”), Olivia-Mai Barrett (“Invasion”), Fisayo Akinade (“Hearstopper”) e o estreante Cory McClane no papel de Charlie Bone. A série A adaptação segue Charlie Bone, um garoto que sempre foi rotulado como “problema”. Ele foi expulso de todas as escolas de Londres. Mas não consegue evitar – seu cérebro simplesmente não funciona como o das outras pessoas. Ele tem sido assombrado por “O Ruído” desde que seu pai morreu misteriosamente. Sua última chance surge quando ele é enviado para a Bloor’s Academy, uma escola para adolescentes desafiadores. Aqui, o diretor pioneiro, Dr. Bloor (Fiennes), vê as coisas de forma diferente – ele está convencido de que o que os outros veem como falhas são, na verdade, dons não diagnosticados, até uma espécie de superpoder. Bone deve negociar amizades, paixões, hormônios, dramas familiares e, o mais perigoso, uma perigosa conspiração no seio do sistema. Péraí, isso não é “Wandinha”? Na verdade, a história é bem diferente, com mais pontos em comum com “Harry Potter”. A saga literária Conhecida no Reino Unido como “Children of the Red King”, a saga literária acompanha Charlie Bone em suas jornadas para desvendar mistérios, enfrentar desafios e lidar com personagens intrigantes, enquanto explora temas de amizade, lealdade e autodescoberta. A premissa da série é baseada no primeiro livro, lançado em 2002, “Midnight for Charlie Bone”. Na trama, ele descobre ser capaz de ouvir as conversas das pinturas e retratos nas paredes do Instituto Bloor, a escola para crianças superdotadas da família Yewbeam. Mas essa habilidade especial o coloca no centro de um segredo ancestral e perigoso. O Instituto é dirigido por Manfred Bloor, um bruxo malévolo que tem a capacidade de hipnotizar as pessoas. Ele é o neto do lendário feiticeiro Ezekiel Bloor. Quando Charlie começa a frequentar a escola, ele se depara com vários outros jovens com habilidades mágicas peculiares, cada um com seu próprio dom único. A trama se intensifica quando Charlie descobre que uma das crianças desapareceu sob circunstâncias misteriosas. Com a ajuda de seus amigos, em especial Benjamin e Olivia, Charlie se lança em uma busca para desvendar o enigma do desaparecimento, e começa a entender a verdade por trás dos segredos antigos da família Yewbeam e a ameaça que Manfred Bloor representa. Os dez romances de fantasia da popular série foram escritos pela autora britânica Jenny Nimmo e publicados entre 2002 e 2010. Mas a franquia também inclui uma trilogia de prólogo e dois livros subsequentes. Mudanças e equipe A escalação do elenco sugere que o piloto decidiu envelhecer os personagens, que deixam de ser crianças para se tornarem jovens adultos – como em outra série de magia recente, “The Magicians”. O roteiro foi escrito por Max Gill (“Vitória: A Vida de uma Rainha”), a direção do piloto é de Toby MacDonald (“A Duquesa”), e a produção está a cargo de Rory Aitken e Eleanor Moran (ambos de “Teto Para Dois”).
“La Brea” vai acabar na 3ª temporada
A rede americana NBC confirmou que a série de fantasia “La Brea” vai acabar na 3ª temporada. A última temporada vai estrear em 9 de janeiro nos EUA e terá apenas seis episódios para encerrar sua trama. A temporada curta foi produzida de forma emergencial para que os episódios ficassem prontos antes das greves de Hollywood. A produção foi gravada antes das paralisações, como estratégia do canal para ter um programa inédito para exibir no começo de 2024. “La Brea” – que ganhou o subtítulo nacional de “A Terra Perdida” – foi a primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”), mas apesar da repercussão positiva entre o público, que lhe rendeu boa audiência, sua mistura de trama de catástrofe com aventura clássica de Júlio Verne/Edgar Rice Burroughs não apeteceu a crítica, ficando com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes. A história começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles, que engole várias pessoas. Mas em vez de morrerem, as vítimas da tragédia vão parar no centro da Terra com criaturas pré-históricas e prédios futuristas, em meio à pistas sobre o verdadeiro segredo daquele lugar. A produção tem um grande elenco, que inclui Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os adolescentes Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair em seus primeiros papéis. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay e exibida na TV Globo. Veja os trailers nacionais das duas primeiras temporadas.
Disney+ revela primeiro trailer de “Percy Jackson e os Olimpianos”
A Disney+ divulgou um novo pôster e o primeiro trailer de “Percy Jackson e os Olimpianos”. A prévia apresenta Walker Scobbell (“O Projeto Adam”) como o personagem-título, conforme ele descobre um mundo mágico que desconhecida, assume seu lugar no panteão mitológico e recebe sua primeira missão – encontrar o ladrão dos raios de Zeus. As cenas também destacam Leah Sava Jeffries (“Empire”) no papel de Annabeth Chase e Aryan Simhadri (“Doze é Demais”) como Grover Underwood. A série acompanha o adolescente Percy Jackson, que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde forma amizade com seus novos companheiros de aventuras: Annabeth e Grover. Filha da deusa da sabedoria Atena, Annabeth se revela uma caçadora e estrategista que acaba se envolvendo com o recém-chegado, enquanto Grover é um jovem meio-sátiro, meio-humano, que se torna o melhor amigo e protetor de Percy dentro e fora do Acampamento. O elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”), Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”) e o falecido Lance Reddick (“John Wick”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e do autor da franquia literária de Percy Jackson, Rick Riordan. Já a direção é de James Bobin, que trabalhou várias vezes com a Disney – nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. A estreia acontece em 20 de dezembro.
Autora de “Sombra e Ossos” fica desapontada com cancelamento
A escritora Leigh Bardugo, autora da trilogia de livros que inspirou “Sombra e Ossos”, se disse desapontada com o cancelamento da série pela Netflix, sem chegar no desfecho da história. “As notícias me pegaram em cheio. Estou de coração partido e extremamente desapontada”, escreveu ela no Instagram na noite de quarta-feira (15/). “A maioria dos autores nunca têm a chance de verem seus trabalhos adaptados nas telas. Eu fui sortuda de poder assistir a uma adaptação de minha história com roteiristas, equipe e um elenco extraordinário”, acrescentou Bardugo. “Nós somos leitores acima de tudo, e isso significa que nós nunca iremos parar de imaginar que a magia possa se tornar real. Vocês são a prova disso. Agora, vou chorar, talvez beber algo, e depois veremos para onde essa história irá nos levar. Sem luto”, concluiu a autora. A notícia do cancelamento veio logo após a Netflix divulgar na Geeked Week o lançamento de um jogo inspirado na atração. Detalhes da série “Sombra e Ossos” foi criada por Eric Heisserer (roteirista de “Birdbox” e “A Chegada”) e teve duas temporadas em streaming. A trama se passava em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. O papel principal era desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série. O elenco também destacava o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”) como principal antagonista, além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). Onda de cancelamentos Além de “Sombra e Ossos”, a Netflix cancelou mais quatro séries na quarta, mas as demais produções tiveram apenas uma temporada disponibilizada. Segundo confirmou Bardugo em seu desabafo, a plataforma também desistiu de adaptar a duologia “Six of Crows”, do mesmo universo de “Sombra e Ossos”. Assim que adquiriu os direitos das obras, a Netflix havia anunciado que faria as duas séries, o que foi reforçado após a boa recepção do público à 1ª temporada da produção original. As decisões teriam sido consequências da longa greve de roteiristas e atores em Hollywood, uma paralisação que durou meses e, ao final, diminuiu as margens de lucro das empresas devido às vitórias sindicais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leigh Bardugo (@lbardugo)
Netflix cancela cinco séries, incluindo “Sombra e Ossos”
A Netflix cancelou cinco séries, incluindo “Sombra e Ossos”, superprodução de fantasia que teve duas temporadas. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo, conhecida como Grishaverso, “Sombra e Ossos” foi criada por Eric Heisserer (roteirista de “Birdbox” e “A Chegada”) e se passava em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. O papel principal era desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série. O elenco também destacava o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”) como principal antagonista, além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). A maior ironia desse cancelamento é que há poucos dias, no evento Geeked Week realizado no fim de semana passado, a Netflix alardeou o lançamento de um game baseado na série. Demais cancelamentos A outra série live-action cancelada foi “Glamourous”, uma comédia estrelada por Kim Cattrall (a Samantha Jones em “Sex And The City”). Na trama, ela dava vida a uma supermodelo veterana, dona de uma linha de cosméticos, que servia de mentora para um jovem gay (Miss Benny) que desafia as expectativas de gênero. Madolyn, a personagem de Cattrall, via no talento do jovem Marco uma chance de melhorar seus negócios, enquanto ele via sua vida deslanchar ao trabalhar com ela. Completam a lista de cancelamentos três animações adultas, “Agente Elvis”, “Capitão Fall” e “Farzar”. Produção de Priscilla Presley, “Agente Elvis” mostrava Elvis como um espião internacional. Desenvolvida pela dupla Jon Iver Helgaker e Jonas Torgersen (criadores da série “Norseman”), “Capitão Fall” seguia o pior capitão de marinha, que acidentalmente assumia o comando de um navio de contrabando para um terrível cartel internacional. Criação da dupla Roger Black e Waco O’Guin (de “Paradise PD”), “Farzar” girava em torno do filho de um ex-herói egoísta e atual rei de um planeta, que durante um ataque alienígena descobre estar vivendo uma mentira. Com a exceção de “Sombra e Ossos”, as demais produções tiveram apenas uma temporada disponibilizada.
Garotos Detetives Mortos | Série do universo de “Sandman” ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o trailer de “Garotos Detetives Mortos”, baseada em personagens de quadrinhos da DC Comics criados por Neil Gaiman. A prévia teve première no evento online Geeked Week, neste sábado (11/11), e apresenta uma versão bem leve da premissa original. A trajetória nos quadrinhos Introduzidos originalmente nas páginas de “Sandman” em 1991, os detetives mirins mortos são Edwyn e Charles, fantasmas de dois garotos que, após suas mortes, decidiram permanecer na Terra para investigar crimes sobrenaturais. Edwyn e Charles fizeram tanto sucesso que acabaram retornando dois anos depois no crossover “A Cruzada das Crianças” (Children’s Crusade), que juntou vários personagens da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, antes de ganhar sua própria minissérie em 2001, uma graphic novel em 2005 e uma série mensal em 2014, entre várias participações em outras publicações. A origem da série A trajetória live-action dos Garotos Detetives Mortos também começou na carona de outros personagens. Os dois apareceram na 3ª temporada de “Patrulha do Destino”, interpretados por outros atores e numa versão aparentemente mais trágica. Nesta época, o plano era lançar uma série dos personagens na HBO Max. Mas desde então a Warner Bros. Discovery reverteu o rumo sobre as produções da DC. Fora dos planos do DC Studios, a atração foi negociada com a Netflix, onde poderá compartilhar um universo com “Sandman”. A sinopse oficial diz: “Você tem um fantasma irritante te assombrando? Um demônio roubou suas memórias essenciais?” Quem você vai chamar? Ghosbusters! Não, na verdade afirma: “Você pode querer ligar para os Garotos Detetives Mortos. Conheça Edwin Payne e Charles Rowland, ‘o cérebro’ e ‘a força’ por trás da agência Garotos Detetives Mortos. Adolescentes nascidos com décadas de diferença e que só se encontram na morte, Edwin e Charles são melhores amigos e fantasmas… que resolvem mistérios. Eles farão de tudo para ficarem juntos – incluindo escapar das bruxas malvadas, do Inferno e da própria Morte. Com a ajuda de uma vidente chamada Crystal e seu amigo Niko, eles são capazes de desvendar alguns dos casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.” Elenco e produção O elenco destaca o estreante George Rexstrew e Jayden Revri (“Fate: A Saga Winx”) como Edwin Payne e Charles Rowland, respectivamente, além de Kassius Nelson (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) como Crystal Palace e Yuyu Kitamura (“Expats”) como Niko. A série foi desenvolvida por Steve Yockey, criador de um dos maiores sucessos da HBO Max, “The Flight Attendant”. Ele também é um dos produtores executivos ao lado de Jeremy Carver (criador de “Patrulha do Destino”) e Greg Berlanti (criador do “Arrowverso”). Ainda não há previsão de estreia.
Donzela | Millie Bobby Brown enfrenta dragão em trailer da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Donzela”, novo filme de fantasia estrelado por Millie Bobby Brown, após seu sucesso à frente de “Enola Holmes”. Divulgada no evento online Geeked Week, neste sábado (11/11), a prévia mostra a personagem da atriz fugindo de uma criatura perigosa dentro de uma montanha cavernosa, que paira diante de um reino próspero. Seu destino, revelado pela rainha vivida por Robin Wright (“Mulher-Maravilha”), tem a ver com o dragão ameaçador que vive naquele lugar. Millie interpreta uma jovem princesa, que acredita que vai se casar com um príncipe, mas descobre que, na verdade, será sacrificada para o dragão. Entretanto, ela se mostra mais resistente que outras donzelas sacrificadas e ainda encontra uma espada. O filme tem roteiro de Dan Mazeau (“Fúria de Titãs 2”) e direção do espanhol Juan Carlos Fresnadillo, especializado em longas de terror, como “Extermínio 2” (2007) e “Intrusos” (2011). O elenco também conta com Angela Bassett (“Pantera Negra”), Shohreh Aghdashloo (“The Expanse”), Ray Winstone (“Viúva Negra”) e Nick Robinson (“Com Amor, Victor”). A estreia vai acontecer em 2024, ainda sem data específica.
Avatar: O Último Mestre do Ar | Netflix revela primeiro trailer da versão com atores
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Avatar: O Último Mestre do Ar”, adaptação live-action da famosa série animada “Avatar: A Lenda de Aang”. O conteúdo teve première no evento online Geeked Week, nesta quinta (9/11), e mostra o visual dos personagens, diversos efeitos e a escala épica da produção. Com estreia prevista para 22 de fevereiro, a série dá carne e osso à produção animada da Nickelodeon. A trama se passa em um mundo dividido em quatro nações: as Tribos da Água, o Reino da Terra, a Nação do Fogo e os Nômades do Ar. Neste universo, os “Dobradores” são pessoas que têm a habilidade de manipular e controlar telecineticamente o elemento correspondente à sua nação, usando gestos baseados em artes marciais chinesas. O “Avatar” é o único indivíduo com a habilidade de dobrar os quatro elementos. Anunciado em 2018, o projeto sofreu atraso após os criadores do desenho animado, Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko, abandonarem a produção criticando a Netflix. Por isso a empresa precisou recomeçar do zero, definindo Albert Kim (“Sleepy Hollow”) como showrunner, roteirista e coprodutor ao lado de Dan Lin (“Uma Aventura Lego”), Lindsey Liberatore (“Walker”) e Michael Goi (“American Horror Story”). O elenco é liderado pelo ator Gordon Cormier (“The Stand”) como o jovem Aang, mestre dos quatro elementos e guardião do equilíbrio e da paz no mundo, acompanhado por Kiawentiio (“Anne With an E”) como Katara, Ian Ousley (“13 Reasons Why”) como Sokka e Dallas Liu (“PEN15”) como Zuko. Juntos, eles precisarão derrotar o Senhor do Fogo Ozai (Daniel Dae Kim, de “Lost”) para encerrar a guerra contra a Nação do Fogo e salvar o mundo. Vale lembrar que essa saga já teve uma versão com atores reais. Em 2010, o cineasta M. Night Shyamalan lançou o filme “O Último Mestre do Ar”, que foi destruído pela crítica e não empolgou o público, encerrando os planos da Paramount para transformar “Avatar: A Lenda de Aang” numa franquia cinematográfica. Inspirada por animes japoneses, a série original se tornou uma das animações mais populares da Nickeledeon. Além do sucesso nas telas, também venceu um Emmy e vários prêmios prestigiados, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards ao longo de suas três temporadas completas. Mesmo após o final da série, suas histórias continuam em quadrinhos até hoje, além de terem dado origem a outro sucesso televisivo, “A Lenda de Korra”, atração derivada da história principal que também foi criada por DiMartino e Konietzko, e durou mais quatro temporadas exibidas entre 2012 e 2014.










