All American: Série que mistura drama colegial e futebol americano ganha trailer e imagens
A rede The CW divulgou as primeiras imagens, banner, cena e o trailer de “All American”, série que mistura drama adolescente e esportes. A prévia sintetiza a premissa como um remix de três atrações da década passada, juntando o futebol americano colegial de “Friday Night Lights”, o novato rejeitado pelos mimados de “The O.C.” e a locação privilegiada de “90210”. Entretanto, sua trama é inspirada pela vida real de Spencer Paysinger, jogador profissional da NFL – e chegou a ser chamada de “Spencer”, durante seu desenvolvimento. Spencer é vivido por Daniel Ezra (da série “The Missing”), que é mais um ator britânico escalado em papel de afro-americano (para aumentar o desgosto de Samuel L. Jackson contra a prática). Ele é introduzido na trama como um jogador de futebol americano colegial do bairro pobre, negro e violento de Crenshaw, que chama atenção de um olheiro (Taye Diggs, de “Private Practice”) e é recrutado para jogar no colégio dos filhos de milionários da cidade, Beverly Hills High. Seu chegada gera inveja nos riquinhos de Los Angeles, mas inspira sua família a buscar o melhor para seu futuro. Paralelamente, seu destino também tem impacto na família do homem que o escolheu para trazer vitórias para o time, numa colisão de perspectivas de diferentes mundos. Uma curiosidade dos bastidores é que a série tem produção de um atleta de outro tipo de futebol, Robbie Rogers, da equipe de “soccer” Los Angeles Galaxy, em parceria com Spencer Paysinger, com o megaprodutor Greg Berlanti (que produz todas as séries de super-heróis da DC Comics) e com a roteirista April Blair (criadora de “Jane by Design”), a autora do pr O elenco também inclui o vilãozinho Cody Christian (série “Teen Wolf”), Samantha Logan (série “13 Reasons Why”), Monet Mazur (série “Castle”), Bre-z (série “Empire”), Michael Evans Behling (visto em “Empire”), Karimah Westbrook (“Suburbicon”) e Danielle Campbell (série “The Originals”). “All American” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
Luke Cage tira onda com treinamento físico de jogadores de futebol americano
A Netflix divulgou um vídeo de “Luke Cage” para coincidir com o início do draft na NFL, o evento em que os jogadores novatos são selecionados para integrar os times da liga profissional de futebol americano, nos Estados Unidos. É comum a quem quer entrar na NFL passar por diversos testes físicos, para mostrar sua força e suas habilidades. E Luke Cage (interpretado por Mike Coulter) tira onda, ao quebrar recordes nos testes de salto em distância e arremesso de pneus. Os comentaristas ficam perplexos, enquanto os fãs do herói registram tudo em seus celulares. O “esforço” serve de aquecimento para a 2ª temporada de “Luke Cage”, que está marcada para chegar à plataforma em junho.
Vida do tetracampeão de boxe Acelino “Popó” Freitas vai virar minissérie
A vida do tetracampeão mundial de boxe Acelino “Popó” Freitas vai virar minissérie da TV paga brasileira. Desenvolvida para o canal Space, a atração tem coprodução da Gullane e da VideoFilmes, em parceria com a empresa de TV Turner, e já começou a ser gravada em São Paulo. Concebida originalmente como filme, a trama se provou difícil de ser condensada e mais adequada para uma minissérie, após incluir histórias sobre outros integrantes da família de Popó, o que afetou, inclusive, o título da obra, chamada de “Os Irmãos Freitas”. O próprio Popó participa como figurante, no papel do treinador de si mesmo. Já o personagem baseado em sua vida é interpretado por Daniel Rocha (da novela “A Lei do Amor”). Campeão infanto-juvenil de kickboxing, o ator perdeu peso e chegou a treinar boxe para melhorar sua performance na luta. Descrito como “uma tragédia grega, com um pano de fundo de boxe” pelo diretor Sérgio Machado (“A Coleção Invisível”), numa reportagem do jornal O Globo, a história gira em torno da disputa dos irmãos Luís Claudio (Rômulo Braga, do filme “Joaquim”), o mais velho, e Acelino (Rocha), o mais novo, pelo amor da mãe deles, dona Zuleika (Edvana Carvalho, da novela “Pega Pega”). A trama vai mostrar como Luis Claudio foi preparado desde cedo para ser campeão de boxe e não conseguiu, enquanto Acelino, de quem a mãe não esperava nada, surpreendeu o mundo. Vale lembrar que o trabalho mais recente de Machado foi um documentário sobre boxe, “A Luta do Século”, em torno da rivalidade entre os lutadores Luciano Todo Duro e Reginaldo Holyfield. Além de Machado, os episódios terão direção do cineasta Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”), que também ajudou a dar forma final aos roteiros escritos por Machado, Pedro Perazzo (“Homem Livre”) e pelo venezuelano George Walker Torres (“Sin Vuelta”). A supervisão artística é de outro diretor de cinema, Walter Salles (“Na Estrada”), proprietário da produtora VideoFilmes, que pretendia dirigir o projeto quando ele ainda era pensado como longa-metragem. Para completar, a trilha, assinada por Beto Villares (“Bingo: O Rei das Manhãs”), conta com participação da banda BaianaSystem. Caso a atração faça sucesso, pode ganhar novas temporadas, já que a trama vai apenas até o primeiro dos quatro títulos mundiais de Popó.
Criador de Downton Abbey fará série sobre a origem do futebol para a Netflix
A Netflix anunciou a produção de novas séries europeias, e entre elas se destaca um drama britânico sobre as origens do futebol, que será escrito pelo criador de “Downton Abbey”, Julian Fellowes. A produção inglesa vai se chamar “The English Game” e contará, em seis episódios, a história da criação do futebol moderno, mostrando sua evolução até se tornar o esporte mais popular do planeta. “The English Game” é a terceira série de Julian Fellowes atualmente em desenvolvimento. Ele também criou “The Gilded Age”, sobre a Nova York do século 19, para a rede americana NBC, e “Five Arrows”, sobre a dinastia Rothschild, para o canal pago britânico Sky Atlantic. O anúncio da atração foi feito no evento “See What’s Next”, realizado em Roma, que apresentou diversos projetos novos da plataforma de streaming para o mercado europeu.
Sinopse oficial confirma volta de Ivan Drago em Creed 2
O estúdio MGM finalmente anunciou oficialmente a volta de Ivan Drago à franquia “Rocky”, ao divulgar a sinopse e o elenco de “Creed 2”. Apesar de as filmagens já estarem a todo vapor na Filadélfia (EUA), o estúdio só confirmou os detalhes nesta segunda (2/4), com seu comunicado. Eis a trama oficial: “O protagonista do filme, Adonis Johnson (Michael B. Jordan), vai enfrentar o maior desafio da carreira: lutar contra o filho daquele que matou seu pai. Rocky Balboa estará ao seu lado em toda jornada e, juntos, Rocky e Adonis vão confrontar seus legados, questionando pelo o que vale lutar e descobrindo que nada é mais importante do que a família. ‘Creed 2’ vai retornar ao básico para redescobrir o que te faz um campeão e, lembrando disto, não interessa para onde você for, você não pode escapar de sua história”, diz a sinopse. Sylvester Stallone estará mais uma vez na pele de Rocky e Dolph Lundren voltará a encarnar seu rival de “Rocky IV”. O boxeador romeno Florian Munteanu vai estrear no cinema como Vitor Drago, o filho de Ivan, e Tessa Thompson voltará como Bianca, a namorada de Adonis. Com direção de Steven Caple Jr. (“The Land”), “Creed 2” tem estreia marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos.
Al Pacino enfrenta escândalo sexual no trailer cinematográfico de Paterno
A HBO divulgou o segundo e cinematográfico trailer de “Paterno”, filme de temática absolutamente atual, que deve dominar o Emmy 2018. O que levanta a inevitável questão: porque os filmes da HBO são indicados ao Emmy, quando os da Netflix concorrem ao Oscar? A prévia é uma paulada que resume a trama de forma eficiente pela exploração de seus conflitos, tanto de forma íntima quanto em grande escala, ao contar a história real de Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Paterno foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso contra seu assistente Jerry Sandusky, que molestava os jovens. Um relatório concluiu que o treinador e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato. As acusações acabaram se tornando públicas e sepultaram as carreiras de todos os envolvidos. O filme traz Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) no papel-título e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como a jornalista que não deixa o caso ser abafado, além de Kathy Baker (série “The Ranch”), Annie Parisse (série “Vynil”), Peter Jacobson (série “Colony”), Benjamin Cook (visto na série “Veep”), John D’Leo (“A Família”) e Nicholas Sadler (“Nunca Diga Seu Nome”). Trata-se do quarto trabalho de Pacino para a HBO, após “Phil Spector” (2013), “Você Não Conhece o Jack” (You Do Not Know Jack, 2010) e a minissérie “Angels in America” (2003), todas baseadas em histórias reais. A direção está a cargo de Barry Levinson, que foi o diretor de “Você Não Conhece o Jack” e do mais recente telefilme do canal, “O Mago das Mentiras” (The Wizard of Lies), estrelado por Robert De Niro. A estreia de “Paterno” vai acontecer em 7 de abril.
Eu, Tonya recria tragédia real como espetáculo surreal de adrenalina, talento e diversão
Patinadora artística, Tonya Harding disputou por duas vezes os Jogos Olímpicos, foi campeã norte-americana em 1990 e conquistou a medalha de prata no Campeonato Mundial de 1991. Sua carreira, porém, acabou aos 24 anos quando ela foi acusada de participar de uma conspiração que culminou em um ataque à adversária Nancy Kerrigan, que teve o joelho ferido. A vida “real” pode ser muito mais maluca (inventiva ou mesmo criativa) do que a arte, e caso “Eu, Tonya” não fosse inspirado em eventos reais, poderia muito bem ser taxado de inverossímil – ainda que duvide-se que tudo aquilo ali aconteceu… realmente do jeito que é contado. O que se vê em 120 minutos de exibição é uma produção divertidamente e tragicamente acelerada, com grandes méritos para a Edição, indicada ao Oscar, que se utiliza da constante quebra da quarta-parede para colocar o espectador ao lado de Margot Robbie (numa atuação magistral, digna do Oscar a que concorre), como protagonista de uma surreal epopeia esportiva dos tempos modernos. A narrativa flagra uma grande atleta (“caipirona”, segundo juízes, que não queriam uma garota “chucra” representando os Estados Unidos, mesmo que seu talento no rinque de patinação fosse inegável) abusada emocionalmente pela mãe (Allison Janney, também indicada ao Oscar) e fisicamente pelo marido (Sebastian Stan). Irmão torto de “A Grande Jogada” (2017) no quesito “os podres bastidores do esporte em níveis olímpicos” ou “o preço que cobramos dos jovens para nos trazer medalhas de ouro”, o filme do diretor Craig Gillespie (“Horas Decisivas”) é depressivamente realista e cinematograficamente empolgante, uma descarga imensa de adrenalina, violência (doméstica, social, esportiva, familiar e profissional) e dramatização que, ao final, deixa o gosto amargo de uma poça de sangue na boca.
Nós Somos Campeões: Filme da Disney dos anos 1990 vai virar série
O filme esportivo infantil “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks) deve virar série. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio ABC Signature está desenvolvendo o projeto como parte de uma estratégia de explorar novas franquias da Disney. A produção original foi um grande sucesso do estúdio em 1992, e contava a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, era sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que a Disney produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Emilio Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série teria partido do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que ficará encarregado de escrever o roteiro do piloto. O produtor da franquia, Jordan Kerner, também estaria envolvido. Entretanto, nem a ABC nem a Disney confirmaram o projeto.
Al Pacino enfrenta denúncias de abusos sexuais no primeiro trailer de Paterno
A HBO divulgou o primeiro trailer do telefilme “Paterno”, que aborda o tema do momento: denúncias de abusos sexuais. O filme conta a história controvertida de Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Paterno foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso contra seu assistente Jerry Sandusky, que molestava os jovens. Um relatório concluiu que o treinador e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato. As acusações acabaram se tornando públicas e acabaram com a carreira de todos os envolvidos. O filme é estrelado por Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) e dirigido por Barry Levinson (“Rain Man”). Trata-se do quarto trabalho de Pacino para a HBO, após “Phil Spector” (2013), “Você Não Conhece o Jack” (You Do Not Know Jack, 2010) e a minissérie “Angels in America” (2003), todas baseadas em histórias reais. Levinson, por sua vez, foi o diretor de “Você Não Conhece o Jack” e assina o mais recente telefilme do canal, “O Mago das Mentiras” (The Wizard of Lies), estrelado por Robert De Niro. A estreia de “Paterno” acontecerá na primavera americana, entre março e junho, em data ainda não definida.
Boxeador romeno será filho de Ivan Drago em Creed 2
O boxeador romeno Florian Munteanu foi confirmado no elenco do filme “Creed 2”. Ele interpretará o filho de Ivan Drago, segundo adiantou o ator Sylvester Stallone em seu Instagram. “Parabéns ao Floran ‘Big Nasty’ Munteanu por conseguir o papel do filho de Ivan Drago! 1,95m, 111kg de puro talento”, ele escreveu. Drago foi vivido por Dolph Lundgren em “Rocky 4” (1984), quando matou Apollo Creed, interpretado por Carl Weathers. Lundgren deverá reprisar seu papel em “Creed 2”. O enredo, no entanto está em aberto, mas um combate entre os personagens de Munteanu e Michael B. Jordan, filho de Apollo, é bastante provável. Também já estão confirmadas na produção os retornos de Sylvester Stallone, o Rocky, e Tessa Thompson. Com direção do cineasta indie Steven Caple Jr (“The Land”), “Creed 2” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos. Congratulations to Florian “ Big Nasty” Munteanu for getting the part as IVAN DRAGOS son! 27 years old , 6 feet four, 245 pounds of talent.#mgm #creed #creed2 Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em 15 de Jan, 2018 às 5:59 PST
Eu, Tonya: Filme com Margot Robbie indicado ao Globo de Ouro ganha trailer legendado
A California Filmes divulgou o trailer legendado de “Eu, Tonya”, filme pelo qual a atriz Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) pode receber indicação para o Oscar 2018. Ela já concorre ao Spirit Awards, ao SAG Awards e ao Globo de Ouro 2018 pelo papel da infame patinadora Tonya Harding. A prévia é acompanhada por elogios rasgados da crítica, e bastam alguns segundos para perceber que Robbie impressiona no papel principal. Mas ela não é a única. Allison Janney (série “Mom”) rouba todas as cenas como uma das mães mais malvadas já vistas em cenas de cinema – e também está indicada a troféus de Atriz Coadjuvante nas três premiações citadas. A cinebiografia é baseada no livro de memórias da patinadora, que apesar de ter disputado os Jogos Olímpicos e conquistado a Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Patinação de 1991, ficou conhecida por se envolver num ataque, planejado por seu marido, contra a rival Nancy Kerrigan, durante o treinamento para o Campeonato dos Estados Unidos de 1994. Visando tirar sua principal oponente do caminho para ficar com uma vaga olímpica, Harding conseguiu o oposto: foi banida do esporte por toda a vida. Mas seu destino podia ter sido muito pior. Transformada em vilã, ela explorou o lado negativo da popularidade para fazer dinheiro, vendendo uma sex tape de sua noite de núpcias e participando de lutas de boxe. “Eu, Tonya” foi escrito por Steven Rogers (“O Natal dos Coopers”), dirigido por Craig Gillespie (“Horas Decisivas”) e o elenco também inclui Sebastian Stan (“Capitão América: Guerra Civil”) como o marido devotado. O filme também ficou em segundo colocado no Festival de Toronto, mas apesar de chegar forte na temporada de premiações ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Sylvester Stallone desiste de dirigir continuação de Creed
Sylvester Stallone desistiu de dirigir “Creed 2”. Ele anunciou o novo diretor do filme em sua conta no Instagram. Trata-se do cineasta indie Steven Caple Jr., que recebeu alguns prêmios por sua estreia “The Land”, em 2016. “O personagem de Adonis Creed reflete essa geração, e eu acredito que é importante ter um diretor que faça parte disso, é por isso que penso que somos sortudos por ter Steven Caple Jr. Um novo talento maravilhoso assume as tarefas de direção e faz a história ser tão confiável quanto possível… Ele e Michael B. Jordan vão entregar um nocaute!”, escreveu Stallone. Veja abaixo. A decisão foi tomada após conversas com o ator Michael B. Jordan, que volta a viver Adonis Creed, e outros produtores. Stallone vai agora se concentrar apenas em viver Rocky Balboa – pela oitava vez! E dar seus palpites no roteiro de Cheo Hodari Coker, criador da série “Luke Cage”. Ele também participou do processo de escolha de Steven Caple Jr. Com gravações previstas para março na Filadélfia, a continuação do sucesso de 2015 também terá o retorno de Tessa Thompson como Bianca e participação de Dolph Lundgren, repetindo o papel de Ivan Drago, que ele viveu em “Rocky IV”, de 1985. A estreia está marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos. The character of Adonis Creed reflects this generation, and I believe it is important to have a director who is part of it , that is why I think we are Lucky to have Stephen Caple ,Jr A wonderful new talent take over The directorial chores and make the story as relatable as possible… He and Michael B Jordan will deliver a knockout!u Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em Dez 11, 2017 às 12:05 PST
Bruce Brown (1937 – 2017)
Morreu o diretor Bruce Brown, especialista em documentários de surfe, que ganhou ficou famoso pelo clássico “Alegria de Verão” (Endless Summer), de 1966. Ele faleceu no domingo (10/12) aos 80 anos, de causas naturais na cidade de Santa Bárbara, na Califórnia. O documentário lançado em 1966 foi na verdade o sexto filme sobre surfe de Brown, que filmava o esporte desde 1958, tornando-se o primeiro expert cinematográfico na modalidade. Em todos eles, o cineasta foi responsável por diversas funções da produção, da câmera à narração. A experiência nas produções anteriores permitiu a Brown realizar um filme perfeito para conjurar o “verão sem fim” que encapsulou o espírito da época. Para materializar seu filme mais famoso, ele decidiu acompanhar dois surfistas em uma viagem por diversos países, incluindo Austrália, Nova Zelândia e Havaí, em busca de ondas perfeitas, num verão que as viagens por diferentes hemisférios estendiam infinitamente. O filme de baixo orçamento ganhou grande repercussão e foi responsável por mudar a imagem dos surfistas, transformando sua viagem numa missão quase espiritual. Além de imortalizar a música-título da banda The Sandals, um dos mais belos instrumentais da surf music, o filme aposentou de vez o clichê do surfista-palhaço-vagabundo, popularizado nos filmes da “Turma da Praia” (estrelados por Frankie Avalon e Annette Funicello). Cultuadíssimo, “Alegria de Verão” ainda ganhou uma continuação em 1994, quase trinta anos depois do lançamento original. Foi o último trabalho do diretor, que também fez um famoso filme sobre motocross, “Um Domingo Sobre Moto” (1971), que incluía o ator Steve McQueen (“Bullit”). Recentemente, o clássico de Brown foi remasterizado e lançado em versão digital. Veja os vídeos da produção abaixo.












