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    Anthony Carrigan, vilão em “Gotham”, será herói em “Superman: Legacy”

    12 de julho de 2023 /

    O ator Anthony Carrigan foi escalado como o super-herói Metamorfo no aguardado “Superman: Legacy”, próximo filme do Homem de Aço nos cinemas. O anúncio chega logo após a indicação do ator ao prêmio Emmy pelo seu trabalho na série “Barry”, da HBO. Carrigan também já fez parte de produções da DC Comics, principalmente como o vilão Victor Zsasz em cinco temporadas de “Gotham”, mas também como o assassino Kyle Nimbus em dois episódios de “The Flash”. “Estou emocionado por fazer parte disso. É uma honra interpretar esse papel, e estou interpretando um herói. Então, além de tudo, é muito legal”, declarou em entrevista ao Deadline. Assumindo um manto de herói pela primeira vez, ele se junta ao elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião e Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível.   Quem é Metamorfo Metamorfo apareceu nos quadrinhos pela primeira vez em 1965. Criado por Bob Haney e Ramona Fradon, o personagem é o alter-ego do arqueólogo Rex Mason, que após ser exposto à radiação de um meteoro usado num artefato do antigo Egito, ganha a habilidade de transformar seu corpo em qualquer elemento químico a nível molecular, podendo se transformar de gases venenosos a ligas metálicas indestrutíveis. Mas seu corpo é afetado e ele passa a se ver como uma aberração. “Eu acho que, pelo menos nos materiais originais, Metamorfo, quando estava transformado em seu estado de super-herói, era muito relutante em aceitar seus poderes, porque ele se sentia como um monstro e sentia que não era mais quem ele era”, refletiu o ator. “Certamente posso me identificar com isso, em termos de minha alopecia. Então, definitivamente, isso é algo que vou canalizar e estou animado para trazer para o personagem em si”. “Consegui encontrar coisas que simplesmente amo no personagem – ele é tão discreto e incrível que estou surpreso que mais pessoas não tenham ouvido falar dele”, ele continuou em outra conversa com a Variety. “Acho que ele é um dos personagens mais legais que existem, então trazê-lo à tona é algo muito especial e também muito, muito único”.   Recomeço da DC nos cinemas Durante a entrevista com o Deadline, o ator ressaltou a importância de “Superman: Legacy” como responsável por reiniciar o universo da DC Comics no cinema, sob a liderança de James Gunn e Peter Safran. “Acho que é um novo capítulo tão empolgante e um novo capítulo empolgante para a DC. Acredito que esse filme tem o potencial de surpreender a todos, e com James Gunn no comando, acho que será muito divertido”, pontuou. Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A história seria inspirada em “Superman: All Stars”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. A estreia está marcada para julho de 2025.

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  • Filme

    Estúdios de Hollywood tomam decisão drástica sobre greve de roteiristas: “Deixar sangrar”

    12 de julho de 2023 /

    A greve dos roteiristas dos EUA está longe de acabar. De acordo com um reportagem do Deadline, os estúdios não têm o menor interesse em negociar as exigências do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) no momento. O movimento teve início em maio e tem paralisado diversas produções, desde programas de televisão até produções do cinema. “Acho que estamos diante de uma greve longa, e eles vão deixar sangrar”, informou uma fonte ligada aos estúdios, enquanto outra definiu a atitude como um “mal necessário e cruel”. As informações apontam que os grandes estúdios – como Netflix, Warner Bros., Disney, HBO, etc – acreditam que o desespero dos roteiristas e a piora nas dificuldades financeiras vão resultar na desistência da greve. “O objetivo final é permitir que as coisas se arrastem até que os membros do sindicato comecem a perder seus apartamentos e casas”, revelou um executivo de estúdio, que não quis se identificar. Apesar da quantidade significativa de dinheiro perdida com o atraso das produções, os estúdios permanecem se recusando a atenderem as reivindicações dos escritores, por considerarem que pode sair mais caro a longo prazo.   Possível greve dos atores Esta avaliação chega em meio ao começo de uma possível greve dos atores de Hollywood. Nas próximas semanas, o Sindicato dos Atores de Cinema e Televisão e Artistas de Rádio e Televisão dos Estados Unidos (SAG-AFTRA, na sigla em Inglês) vai decidir se deflagrará o movimento. Embora a greve dos roteiristas tenha interrompido o trabalho em inúmeras produções ao redor do mundo, as filmagens continuam em projetos com roteiros já finalizados. No entanto, se os atores decidirem entrar em greve, as produções terão que ser totalmente interrompidas, independentemente do status da escrita. Com a repercussão da situação, as premiações também correm o risco de sofrerem adiamentos. Apesar do anúncio dos indicados ao Emmy nesta quarta (12/7), o evento pode ser empurrado para novembro ou janeiro de 2024 pela Academia de Artes e Ciências Televisivas, que organiza a premiação ao lado da Fox, emissora que transmite a entrega do prêmio nos Estados Unidos.   Exigências dos roteiristas Nos últimos anos, a indústria do entretenimento passou por diversas mudanças com a ascensão dos streamings. Como consequência, os pagamentos dos roteiristas não acompanharam os ajustes da inflação ou o novo ritmo estabelecido. Com a produção de séries com temporadas mais curtas, os salários se tornaram cada vez menores. Outro fator é a falta de pagamento por ganhos residuais – ou seja, a remuneração por reprises, que já ocorre na TV, não existe no streaming que disponibiliza séries por tempo ilimitado. Em produções da Netflix, por exemplo, os roteiristas ganham um valor fixo pelo seu trabalho e não tem direito a nada mais. Além disso, as exigências também englobam uma regulamentação do uso de Inteligência Artificial para a escrita de roteiros. Atualmente, o WGA pede uma lei que proíba o uso de IA para escrever ou adaptar um texto, evitando a substituição dos escritores pelas novas tecnologias.

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  • TV

    Manny Coto, showrunner de “24 Horas” e “American Horror Story”, morre aos 62 anos

    11 de julho de 2023 /

    Manny Coto, produtor-roteirista vencedor do Emmy pela série “24 Horas”, faleceu aos 62 anos no último domingo (9/7). De acordo com um comunicado de sua família, ele morreu em sua casa em Pasadena, cidade da Califórnia, após uma batalha de 13 meses contra um câncer no pâncreas. O produtor ficou conhecido por trabalhar em atrações do gênero do terror e ficção científica. Ele atuou como produtor executivo nas séries “American Horror Story” e “Star Trek: Enterprise”, além do drama “24 Horas”. “[Sua] paixão por ‘Star Trek’ permeou sua vida e sua visão de mundo”, disse o comunicado da família. “Além de ser conhecido por sua imitação perfeita de William Shatner, que arrancava gargalhadas de sua equipe de redação, ele acreditava na promessa do futuro e no potencial ilimitado da humanidade”. Seu irmão mais novo, Juan Carlos Coto, seguiu o caminho de Coto na indústria trabalhando como roteirista e produtor de séries como “Nikita” e “9-1-1”.”Comecei como assistente de produção em seus filmes Super-8″, escreveu no Instagram. “Ele foi minha inspiração e minha luz orientadora – na arte e na vida. Perdi um irmão e um melhor amigo”. Com o anúncio de seu falecimento, a 20th Televisione e a FX emitiram um recado em sua homenagem. “Manny foi um membro incrivelmente amado da família 20th Television e FX por quase duas décadas”, disseram. “Ele era brilhantemente criativo com uma profunda curiosidade intelectual, e sua lealdade e amizade tocaram muitos. Sua falta será imensamente sentida por todos que tiveram a sorte de conhecê-lo e trabalhar com ele ao longo dos anos, e nossas sinceras condolências vão para sua linda família neste momento tão difícil”.   Diretamente de Cuba Nascido em Havana, Cuba, em 1961, Manuel Hector Coto era filho de um pai médico e uma mãe professora. Sua família decidiu se mudar para os EUA para criarem os filhos longe da ditadura recém-instaurada de Fidel Castro em Cuba. Embora seu pai não tenha conseguido ir na primeira tentativa, ele se reuniu com a família pouco tempo depois em Tampa, na Flórida. Com isso, Manuel foi criado em Orlando, próximo ao famoso Walt Disney World, aonde despertou seu interesse pelo audiovisual. Ainda jovem, ele usou uma câmera Super-8 de seu pai para fazer um filme caseiro de terror chamado “Flesh”, sobre uma mão desencarnada que perseguia seus irmãos mais novos, Jorge, Juan Carlos e Normi. Em seguida, ele gravou a paródia “The Incredible Bulk”, com seu amigo e colega de luta livre do Ensino Médio Tico Perez pintado de verde pulando pela Bishop Moore High School. Naquela época, ele também trabalhou nas férias de verão no parque da Disney. Após se formar na escola, ingressou na Universidade Loyola em Nova Orleans.   Estreia em Hollywood Foi em 1983 que ele se mudou para Los Angeles, onde começou a trabalhar em comerciais. Na cidade, ele conheceu a veterana atriz Tippi Hedren (de “Os Pássaros”) e a convenceu a estrelar um curta-metragem que contava um mistério de assassinato chamado “Twist”. O projeto o fez ser admitido na American Film Institute (AFI), uma organização independente e sem fins lucrativos voltada para a área do audiovisual. Em 1988, ele fez sua estreia na televisão na série antológica “Alfred Hitchcock Presents” com seu curta de terror “Jack in the Box”. Ele também criou uma nova versão de “Twist” para a atração. No ano seguinte, dirigiu um episódio da série “Contos da Cripta”. Manny então trabalhou com o roteirista Brian Helgeland na história de “Ticking Man”, sobre um da equipe antibombas em busca de um ciborgue equipado com uma arma nuclear. O filme nunca foi produzido, mas seu roteiro entrou para a história como o primeiro a ser vendido por US$ 1 milhão.   Legado no terror e ficção científica Atuando como diretor, ele foi responsável por diversos filmes de terror e ação, incluindo “O Perseguidor” (1990), “Força Vermelha” (1991) e “Dr. Giggles – Especialista em Óbitos” (1992). Manny também escreveu este último, que acabou ganhando um status de cult no subgênero “slasher”. Em seguida, ele dirigiu longas de ficção científica voltados para o público infantil como “Star Kid – Meu Amigo Espacial” (1997), “O Outro Eu” (2000) e “Zenon: A Zeqüência” (2001), no Disney Channel. A partir daí, Manny deixou a direção de lado, passando a se concentrar em produzir e escrever séries para televisão. Dando início ao seu legado na televisão, ele atuou como produtor executivo na série de ficção científica “Strange World” (1999) e, três anos depois, criou sua primeira série: “Odyssey 5” (2002). A produção contava a história de uma tripulação de ônibus espacial que voltava cinco anos no passado para evitar a destruição da Terra. Apaixonado pela franquia espacial “Star Trek” desde criança, Manny teve a oportunidade de trabalhar numa nova versão da série. Intitulada “Star Trek: Enterprise”, a série teve 14 episódios escritos por ele, que também acumulou a função de produtor entre 2003 a 2005, ao longo de 41 episódios. Não demorou muito e ele emplacou seu grande sucesso como showrunner da série “24 Horas”. Em 2006, o produtor conquistou o Emmy de Melhor Série Dramática pela 5ª temporada da série exibida pela Fox. Manny permaneceu na atração até a 8ª e última temporada, e depois ainda escreveu e produziu as sequências “24 Horas: Viva Um Novo Dia” (2014) e “24 Horas: O Legado” (2016). Na época, ele também atuou como showrunner na 4ª temporada de “Dexter”, onde permaneceu como produtor executivo até a última temporada. Alguns anos depois, ele assumiu o mesmo cargo em “American Horror Story”, que comandou entre 2018 a 2022, além de “American Horror Stories”, entre 2021 a 2022. Esta última ainda foi responsável por sua volta à direção, em 2021. Ele também criou a série de ficção científica “Next”, que teve apenas uma temporada em 2020. A trama acompanhava um CEO do Vale do Silício (John Slattery, de “Mad Men”), que descobre que uma de suas criações, uma poderosa inteligência artificial, poderia ser responsável por causar uma catástrofe global.

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  • Série

    “Nove Desconhecidos” terá 2ª temporada com Nicole Kidman

    21 de junho de 2023 /

    A plataforma americana Hulu oficializou a renovação da até então minissérie “Nove Desconhecidos” (Nine Perfect Strangers) para uma 2ª temporada. Com sua estreia em 2021, a produção quebrou recordes de audiência, se tornando a série mais assistida do streaming. Os novos episódios terão o retorno de Nicole Kidman como protagonista e produtora executiva, além de diversos personagens inéditos, que viverão seus novos clientes. As novidades do elenco incluirão a veterana estrela sueca Liv Ullman (“Sonata de Outono”), o vencedor do Emmy Murray Bartlett (“The White Lotus”), Dolly de Leon (“Triângulo da Tristeza”), Maisie Richardson-Sellers (“Lendas do Amanhã”) e o turco Aras Aydin (“Two Types of People”). Até o momento, os detalhes de seus papéis não foram revelados.   Produzida pelo mesmo criador de Big Little Lies Baseada na obra homônima de Liane Moriarty, a série explorou temas como retiros espirituais, gurus e saúde mental na 1ª temporada. A produção é de David E. Kelley, que já foi responsável pela adaptação de outro livro de Moriarty: “Big Little Lies”, na HBO, também estrelada por Nicole Kidman. A história acompanha nove pessoas que decidem passar dez dias num spa longe da civilização, sem carro ou celular, buscando uma mudança de vida e saúde. Confrontados por situações incomuns, elas passam a questionar até que ponto devem se submeter ao que lhes é requisitado, alimentando um clima de tensão e suspense na locação distante. Nicole Kidman interpreta a dona do spa, que na 1ª temporada recebeu personagens vividos por Melissa McCarthy (“Esquadrão Trovão”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Tiffany Boone (“Hunters”), Manny Jacinto (“The Good Place”), Melvin Gregg (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”), Asher Keddie (“Estado Zero”) e Grace Van Patten (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”). No Brasil, a 1ª temporada de “Nove Desconhecidos” foi lançada pela Amazon Prime Video.

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  • Série

    Mark Ruffalo fará minissérie policial do criador de “Mare of Easttown”

    8 de junho de 2023 /

    O canal pago HBO está desenvolvendo uma minissérie policial estrelada por Mark Ruffalo (o Hulk da Marvel). Na trama, o ator vai interpretar um policial convocado para uma força-tarefa especial. A produção dará continuidade a parceria da emissora com o criador Brad Ingelsby, responsável pelo sucesso “Mare of Easttown” (2021), série vencedora do Emmy e estrelada por Kate Winslet. “Estamos absolutamente entusiasmados por mais uma vez unir forças com Brad Ingelsby, o brilhante autor por trás de ‘Mare of Easttown'”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação e chefe de séries dramáticas e filmes da HBO. “A criatividade sem limites de Brad e sua capacidade incomparável de cativar o público são nada menos que inspiradoras, e não podemos estar mais animados para embarcar em outra jornada juntos”. Ainda sem título oficial, a minissérie será dirigida por Jeremiah Zagar (“Arremessando Alto”) e deve oferecer perspectivas diferentes da história, tanto dos policiais quanto dos criminosos que eles estão perseguindo.   Nova parceria de Mark Ruffalo com a HBO Essa será a terceira produção estrelada por Ruffalo na HBO. Anteriormente, ele atuou em “The Normal Heart” (2014), vencedor do Emmy de Melhor Filme para TV, e conquistou seu Emmy de Melhor Ator em Minissérie com “I Know This Much Is True” (2020). “Quando surgiu a oportunidade de fazer parceria com Mark em outra série, todos nós aproveitamos a chance de contar com ele mais uma vez”, declarou Orsi. “Também nos sentimos honrados em colaborar com Jeremiah, um diretor inigualável cuja profunda compreensão da narrativa visual apenas elevará este projeto a novos patamares. A convergência desses talentos é muito empolgante e mal podemos esperar para compartilhar essa história com o mundo”. Além de atuar, Ruffalo será um dos produtores executivos da atração, ao lado de Ingelsby e Mark Roybal (“Mare of Easttown”). Devido à greve dos roteiristas dos EUA, não há uma data definida para o início das gravações ou previsão para a estreia.

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    HBO cancela “Perry Manson” após duas temporadas

    6 de junho de 2023 /

    O canal pago HBO cancelou o drama criminal de época “Perry Mason”, que trouxe uma nova versão do famoso advogado da literatura e da TV. A série estrelada por Matthew Rhys (“The Americans”) encerrou sua 2ª temporada em 24 de abril e não retornará para novos episódios, apesar da aclamação da crítica. “Estamos tremendamente gratos pelo trabalho notável de Matthew Rhys e pelo elenco e equipe inigualáveis de ‘Perry Mason’ por reimaginarem uma franquia tão valiosa e histórica”, disse o canal em comunicado. “Embora não iremos avançar com outra temporada da série, estamos empolgados em continuar trabalhando com os criativos brilhantes da Team Downey em projetos futuros”, continuou, citando os produtores Robert Downey Jr. e sua esposa Susan Downey. De acordo com a chefe de drama da HBO, Francesca Orsi, a empresa tem sido rigorosa nas avaliações contínuas de “audiência relativa ao orçamento”. “Cada programa tem um papel a desempenhar, considerando o preço que atribuímos a ele, e há um componente de audiência. Há também um elemento de resposta crítica e, é claro, a natureza do burburinho em torno de um programa. São esses elementos que estamos sempre levando em consideração e discutindo se uma série continuará ou não”, disse ela ao Deadline.   O que aconteceria na 3ª temporada Antes do final da 2ª temporada ir ao ar, Robert Downey Jr. comentou sobre a trama de uma possível 3ª temporada em entrevista ao Deadline. “Quero dizer, não seria legal?”, disse. “Acho que Matthew e todas as outras pessoas que o rodeiam na tela, todo o nosso pessoal nos bastidores, construíram esse mundo incrível em que poderíamos continuar a contar histórias realmente interessantes. Estaríamos mentindo se não disséssemos que conversamos muito com Michael sobre a 3ª temporada, mas nosso destino está nas mãos de outros”. Apesar do cancelamento, “Perry Mason” continua a ter potencial de reconhecimento na próxima temporada de premiações. Com sua 1ª temporada, a série recebeu quatro indicações ao Emmy, incluindo Melhor Ator em Série Dramática para Rhys. Os indicados desse ano devem ser anunciados no mês de julho.   Trama abordou a Grande Depressão A 2ª temporada se passa alguns meses após o julgamento do caso Dodson, visto na 1ª temporada, com Perry se mudando da casa na fazenda e trocando sua jaqueta de couro por um terno bem passado para frequentar tribunais. Apesar disso, a história se passa no pior ano da Depressão, o que faz Perry e Della (Juliet Rylance) buscarem casos civis para sua firma, abandonando o trabalho criminal. Infelizmente, não há muito trabalho para Paul (Chris Chalk) em testamentos e contratos, então ele fica por conta própria. Mas um caso proeminente acaba dominando a atenção de Los Angeles, e a constante busca de justiça da parte de Perry revela que nem tudo é o que parece.   A história da franquia O novo “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) e seu maior diferencial em relação às adaptações anteriores do personagem é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros de Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, foi ao ar de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas pois Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último capítulo da série clássica, em 1966. Além de Matthew Rhys, o elenco também incluía Katherine Waterston (da franquia “Animais Fantásticos”), Peter Mendoza (“NCIS”), Hope Davis (“Love Life”), Jon Chaffin (“BMF”), Fabrizio Guido (“Mr. Iglesias”), Onohoua Rodriguez (“The Shield”) e Jee Young Han (“Zoey’s Extraordinary Playlist”). Todos os episódios de “Perry Mason” estão disponíveis na HBO Max.

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  • Série

    “Yellowjackets” terá episódio especial antes da 3ª temporada

    2 de junho de 2023 /

    A série “Yellowjackets” vai ganhar um episódio especial para conectar o chocante final da 2ª temporada com a 3ª. O segundo ano da série chegou ao fim na sexta-feira passada (26/5) e deixou o público intrigado para os próximos capítulos. Desde que o último episódio foi ao ar, os fãs especularam que o canal pago americano Showtime lançaria um capítulo bônus nesta sexta (2/6), o que fez a criadora da série, Ashley Lyle, manifestar-se pelo Twitter. “Vão para a cama! Descansem um pouco! Haverá um episódio bônus entre as temporadas, mas eu amo vocês e não quero que percam o sono pensando que é hoje à noite”, escreveu ela em tom de brincadeira. Embora a revelação tenha alegrado os fãs, a criadora não deu mais detalhes sobre o capítulo extra e sua sinopse ainda é um mistério. Além disso, a data de lançamento também não foi mencionada. Especula-se que o próximo episódio pode trazer uma participação anunciada e que não foi vista na temporada: Jason Ritter (“Raising Dion”). O ator – que é marido da protagonista Melanie Lynskey – compartilhou fotos das filmagens, mas não foi visto em nenhum dos nove episódios exibidos da temporada. O final da 2ª temporada chocou os fãs com a morte de uma das protagonistas. Acidentalmente, Natalie (Juliette Lewis) foi drogada por Misty (Christina Ricci) com uma seringa cheia de Pentobarbital – droga que, por sinal, também é conhecida como “yellow jackets” – durante uma briga na floresta. Enquanto isso, na linha do tempo passada, Lottie (Courtney Eaton) se recuperou da agressão de Shauna (Sophie Nélisse) e declarou que a natureza selvagem havia escolhido Natalie (Sophie Thatcher) como sua nova líder. Ao lado de Travis (Kevin Alves), as garotas prestaram homenagem à sua nova Rainha dos Alces. No entanto, naquela noite, um incêndio forçou-os a abandonar a cabana em que se abrigavam da neve, consumida pelas chamas enquanto eles assistiam. O elenco também conta com Melanie Lynskey (“Mrs. America”), Tawny Cypress (“The Blacklist”), Lauren Ambrose (“Servent”) e Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”). Sucesso de público e crítica, “Yellowjackets” recebeu sete indicações ao Emmy, incluindo Melhor Série de Drama. Também teve indicações para Roteiro, Direção e Atriz – para as interpretações de Melanie Lynskey e Christina Ricci. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Paramount+. Noooo. Go to bed! Get some rest! There will be a bonus episode between seasons, but I love you guys and I don’t want y’all to lose sleep thinking it’s tonight. — Ashley Lyle (@ashannlyle) June 2, 2023

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  • Série

    “The Office” vai ganhar remake australiano com protagonista feminina

    31 de maio de 2023 /

    A plataforma Prime Video, da Amazon, está produzindo um remake australiano de “The Office” (2005–2013), que será protagonizado pela atriz Felicity Ward (“The Inbetweeners 2”). Ela interpretará a chefe do escritório, papel que consagrou Ricky Gervais e Steve Carrell famosos, nas versões inglesa e americana da série. Ward vai interpretar Hannah Howard na série, responsável pela má gestão de equipe na empresa de embalagens Flinley Craddick. Quando a matriz informa planos de fechar sua filial e adotar home-office, ela entra em modo de sobrevivência, prometendo o que não pode cumprir para manter sua “família do trabalho” unida. O elenco inclui ainda Edith Poor (“O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”), Steen Raskopoulos (“A Duquesa”), Pallavi Sharda (The Twelve), Susan Ling Young (“Reckoning: Ajuste de Contas”), Raj Labade (“Appetite”), Lucy Schmit (“Ele é Demais”), Firass Dirani (“Underbelly”), Josh Thomson (“Como Agradar uma Mulher”), Shari Sebbens e Jonny Brugh (ambos de “Thor: Amor e Trovão”). O remake americano é uma das séries mais amadas do mundo, além de ter conquistado diversos prêmios – como dois Emmys de Melhor Série. Seu sucesso superou em muito o original inglês e inspirou remakes por todo o mundo. Ao todo, já foram produzidas 12 versões da série criada por Ricky Gervais e Stephen Merchant – na França, Canadá, Chile, Israel, Oriente Médio e Polônia, entre outros países. A versão australiana será o 13º remake e o primeiro a contar com uma mulher. A Executiva Sênior de Desenvolvimento do Prime Video Australia comentou que está empolgada com o projeto. “Estamos emocionados em trazer uma das maiores franquias de comédia já feitas para os clientes do Prime Video na Austrália e ao redor do mundo”, disse.”É uma honra continuar o legado internacional de comédia de ‘The Office’ localmente, ao mesmo tempo em que apresentamos novos personagens tipicamente australianos. Mal podemos esperar para que o público conheça Hannah Howard, a primeira chefe feminina explorada pelo formato de ‘The Office'”, finalizou. As filmagens devem iniciar em Sydney em junho de 2023 para uma estreia na plataforma da Amazon em 2024.

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  • Série

    Choque! Protagonista morre no final da 2ª temporada de “Yellowjackets”: “Devastador”

    26 de maio de 2023 /

    A série “Yellowjackets” encerrou sua 2ª temporada nesta sexta (26/5) com acontecimentos chocantes, deixando o público surpreso com a despedida de uma das atrizes principais do elenco, após a morte inesperada de sua personagem. Aviso de Spoiler: não leia se não quiser saber quem morre. Num reviravolta, Natalie (interpretada pela atriz Juliette Lewis) se sacrifica para impedir que Misty (Christina Ricci) mate Lisa (Nicole Maines), de quem ficou amiga no retiro espiritual de Lottie (Simone Kessell). Ao pular diante de Lisa no meio do ataque, ela acaba atingida pela injeção com Pentobarbital – droga que, por sinal, também é conhecida como “yellow jackets” – e morre nos braços da desesperada Misty. Paralelamente, sua versão adolescente (interpretada por Sophie Thatcher) é escolhida como nova líder das sobreviventes, após o acidente aéreo que isolou o time de futebol feminino Yellow Jackets no meio de uma floresta congelada. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz Sophie Thatcher revelou que ficou devastada quando descobriu o desfecho de Natalie. Ela confessa que foi pega de surpresa com a notícia e que só ficou sabendo quando estavam próximas de gravar o episódio. “Foi bem devastador. A única coisa que eu realmente sabia era que ela [ficaria] mais excluída nesta temporada”, confessou. O mais chocante sobre o desfecho foi Natalie ser morta acidentalmente por sua melhor amiga, algo que Misty precisou superar na adolescência, durante os dias na floresta, quando viu Crystal cair num precipício durante uma discussão e após ameaçá-la. “Acho que é realmente trágico para a nossa personagem. Todo mundo já passou por muita coisa, mas Nat era quem está absorvendo tudo com mais intensidade e deixando viver dentro dela e borbulhar, então há algo muito triste nisso”, pontua. Embora a personagem tenha batalhado ao longo da série contra suas tendências suicidas e abuso de substâncias, Thatcher defende que seu final foi bem diferente do que isso poderia sugerir. A atriz ainda aponta que a coragem de Nat foi uma surpresa. “É interessante que tenha acontecido assim, porque acho que todos esperavam que ela morresse. E que, se ela morresse, seria um suicídio. E não foi isso”, apontou. “Há algo trágico em uma overdose acidental. É um acidente completo. Não foi ela que escolheu uma overdose, mas ainda ela morre vítima de drogas, que a assombraram por toda a vida”. Com esse desfecho, a versão de Lewis se despediu da série. Apesar de admitir que sentirá falta da atriz como uma “mentora” nos bastidores, Thatcher acredita que foi a decisão certa dos roteiristas para enriquecer o arco da personagem. “O que é tão triste sobre ela, especialmente entre todos os personagens, é que todos estão lutando contra seus próprios demônios, mas Natalie talvez tenha passado pelo pior”, opinou. “Acho que a entrega e o sacrifício dela foram muito tristes, porque também há muita bravura e muita admiração que eu tinha pelo que ela fez. No começo eu achei que ela seria uma desistente, mas acabou muito longe disso, porque ela ultrapassou esse limite. Ela já fez tudo de errado que pode na vida. E acho que o fim de seu capítulo também representará o começo de um novo capítulo para Lisa”, reflete. A origem da culpa que levou Natalie a se sacrificar também foi mostrada nas cenas de flashback. No episódio anterior, a jovem Natalie deixou o adolescente Javi (Luciano Leroux) morrer afogado num lago congelado para que seu corpo servisse de alimento para o time – e para evitar que ela própria fosse o sacrifício do grupo. “Ela vai viver com essa culpa, e isso vai ser maligno e vai despedaçá-la. E será isso que ela levará pelo resto da vida”. Em decorrência dos acontecimentos, a próxima temporada aguarda uma jornada turbulenta para Nat, que também foi coroada como a nova líder – e como a sinistra Rainha dos Alces vista em alucinações das personagens adultas. “Ela passou por tanta coisa e agora está assumindo mais culpa. Ela vai carregar ainda mais culpa [como líder do grupo] e vai continuar essa jornada de autodestruição”, prevê Thatcher. A atriz também adiantou que a 3ª temporada deve mostrar o grupo em conflito. “Acho que o grupo vai reagir terrivelmente. Acho que vai haver tensão entre ela e Shauna [Sophie Nélisse], porque Shauna obviamente sofreu muito e sentiu que era a pessoa certa para assumir esse papel. Acho que a escolha de Nat como líder vai ser o estopim de muito mais conflitos”, disse. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a trama de “Yellowjackets” se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar o período do acidente, também reencontra as personagens já adultas, 25 anos depois, em busca de um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. As versões adultas das protagonistas são vividas por Christina Ricci (“Wandinha”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”), Tawny Cypress (“The Blacklist”), Lauren Ambrose (“Servent”) e Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”). Sucesso de público e crítica, “Yellowjackets” recebeu sete indicações ao Emmy, incluindo Melhor Série de Drama. Também teve indicações para Roteiro, Direção e para as interpretações de Lynskey e Ricci. No Brasil, ela é disponibilizada pela plataforma Paramount+.

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    Run Rabbit Run: Terror com atriz de “Succession” ganha trailer

    10 de maio de 2023 /

    A Netflix divulgou o trailer de seu novo filme de terror “Run Rabbit Run”. Estrelado por Sarah Snook (“Succession”), o longa acompanha uma médica especialista em fertilidade que, inicialmente, não acredita em nada sobrenatural. Porém, ela começa a perceber comportamentos estranhos em sua filha, Mia, que alega ter memórias de vidas passadas. Na prévia, a menina pergunta para a mãe se as pessoas podem voltar após a morte. Após a mãe contar que teve uma irmã chamada Alice, que gostava de trazer coelhos selvagens para casa e que desapareceu quando tinha apenas 7 anos de idade, a menina começa a agir da mesma forma. Ao ser questionada sobre o motivo da imitação, a criança responde “Eu sou Alice”. “Run Rabbit Run” foi filmado em locações na região de Riverland, no Sul da Austrália, e se junta a uma crescente lista de histórias australianas produzidas pela Netflix, incluindo o documentário vencedor do Emmy “O Fascinante Mundo dos Corais”, as séries de ficção “Wellmania” e “Heartbreak High”, e o filme policial “The Stranger”. Além de Sarah Snook, o elenco inclui Damon Herriman (“Era Uma Vez em Hollywood”), Greta Scacchi (“The Terror”), Julia Davis (“A Very British Scandal”) e a menina Lily LaTorre. A direção é de Daina Reid (“Iluminadas”) e o roteiro de Hannah Kent (do vindouro “Enterro dos Ossos”). O filme teve première no Festival de Sundance em janeiro, será exibido no Festival de Sydney do próximo mês e chega à Netflix em 28 de junho.

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  • Série

    Succession: Último episódio será o mais longo da série

    3 de maio de 2023 /

    Nicholas Britell, responsável pela trilha sonora de “Succession”, afirmou que o episódio final da série terá 90 minutos de duração – diferente dos 60 minutos habituais. O episódio será dirigido por Mark Mylod, produtor executivo da produção da HBO, e marcará o desfecho do drama envolvendo a família Roy e seu conglomerado de mídia. Na 4ª temporada, houve uma grande reviravolta na trama com a morte do patriarca Logan Roy (Brian Cox). Com isso, Roman (Kieran Culkin) e Kendall (Jeremy Strong) tornaram-se CEOs interinos da Waystar Royco, com Shiv (Sarah Snook) envolvida no processo de tomada de decisão. A potencial venda da Waystar Royco para Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima, mas provoca angústia existencial e divisão familiar entre os filhos Roy, à medida que eles antecipam como serão suas vidas após a conclusão do acordo – se é que ele se concretiza. Com relação ao Emmy, a série é considerada a grande favorita para a categoria de Melhor Série Dramática do ano – ela já ganhou duas vezes -, com Culkin e Strong entre os favoritos para o prêmio de Melhor Ator. A Warner também vai indicar Snook, pela primeira vez, na categoria de Melhor Atriz, mas a classificação de Cox ainda não foi decidida. O episódio final da 4ª e última temporada de “Succession” estreia no dia 28 de maio. No Brasil, ele estará disponível tanto na HBO quando na HBO Max, a partir das 22h.

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  • Filme

    Sterling K. Brown estrelará nova série do criador de “This Is Us”

    6 de abril de 2023 /

    Um ano após o final de “This Is Us”, Dan Folgeman, criador da série, se reunirá novamente com o astro Sterling K. Brown, o Randall do programa, em uma nova atração. A dupla estará em uma nova série da plataforma americana Hulu. Embora os detalhe do projeto permaneçam em sigilo, a revista Variety apurou que a produção será um thriller. A trama trará Brown no papel do chefe de segurança de um ex-presidente. Além de escrever, Fogelman também irá produzir o programa, desta vez em parceria com Brown. Antes disso, Brown será visto na série da Hulu “Washington Black”, adaptação do romance de Esi Edugyan. O drama histórico, de nove episódios, seguirá George Washington “Wash” Black, de 11 anos, que foge de uma plantação de açúcar em Barbados após um acidente traumático. Black se torna o protegido de Medwin Harris (Brown), um refugiado sociável que é muito popular e profundamente protetor da comunidade negra em Halifax, Nova Escócia. Brown possui uma carreira de sucesso na TV e sua parceria com Dan Folgeman em “This Is Us” lhe rendeu três indicações ao Emmy, vencendo o prêmio em 2017. Ele já havia vencido a premiação anteriormente, em 2016, por seu papel em “American Crime Story: The People v. OJ Simpson” e por narrar a minissérie “Lincoln: Divididos Nós Permanecemos”.

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  • Série

    Episódios finais de “Succession” são aclamados com 100% de aprovação crítica: “Brilhante”

    23 de março de 2023 /

    Os críticos que tiveram acesso antecipado aos quatro primeiros episódios da 4ª e última temporada de “Succession” deram parecer unânime ao drama. A produção criada por Jesse Armstrong recebeu a aprovação máxima, 100%, no Rotten Tomatoes e foi aclamada por todos os críticos. “A última temporada de ‘Succession’ conclui a saga da família Roy em uma nota tipicamente brilhante e coloridamente profana”, diz o consenso dos críticos no portal, que já atribuiu o certificado Fresh à última temporada do drama. Segundo a New York Megazine, “a última temporada de ‘Succession’ é um exemplo brilhante do melhor que a TV pode proporcionar”. E os elogios continuam: “‘Succession’ está de volta e, assim como seus protagonistas, está na luta para reconquistar o título de melhor série da TV”, afirmou o Independent. “‘Succession’ está mais intensa do que nunca”, disse a Variety. “Tudo o que os fãs de ‘Succession’ adoram está aqui: o diálogo ácido, os jatinhos particulares e o horror que seus personagens sentem sempre que são forçados a esbarrar no mundo real”, descreveu o Daily Telegraph. “Poucos programas podem passar do auge da comédia para o abismo da seriedade como ‘Succession’, muito menos sobrecarregar o público com a precisão e profundidade em cada gênero”, avaliou o IndieWire. “Os Roys podem ser um clã odioso, mas sua falta será muito sentida”, lamentou o Financial Times. Vencedora do Emmy de Melhor Série Dramática em 2020 e em 2022, “Succession” sempre foi amada pelos críticos. Lançada em junho de 2018, a 1ª temporada obteve 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já a 2ª e a 3ª temporada tiveram o alto índice de 97% de aprovação no site. O desfecho marca a primeira vez que a série atinge 100%. A 4ª temporada de “Succession” estreia no domingo (26/3) na HBO e na HBO Max.

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