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    Disney anuncia mais Marvel. Serão 13 filmes de super-heróis nos próximos 4 anos

    16 de novembro de 2019 /

    Prestes a entrar em sua Fase 4, a Marvel Studios adicionou cinco novos filmes ao seu calendário de lançamentos. As novas datas, divulgadas pela Disney na sexta-feira (15/11), incluem os lançamentos de mais um longa em 2022 e quatro em 2023. Isto significa que o estúdio vai lançar mais 13 filmes de super-heróis nos próximos quatro anos. A lista oficial dos próximos filmes da Marvel, com as datas de estreia nos Estados Unidos, é a seguinte: 1 de maio de 2020 – Viúva Negra (Black Widow) 6 de novembro de 2020 – Os Eternos (The Eternals) 12 de fevereiro de 2021 – Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings 7 de maio de 2021 – Doctor Strange in the Multiverse of Madness 5 de novembro de 2021 – Thor: Love and Thunder 18 de fevereiro de 2022 – Sem Título 6 de maio de 2022 – Pantera Negra 2 (Black Panther 2) 29 de julho de 2022 – Sem Título 7 de outubro de 2022 – Sem Título 17 de fevereiro de 2023 – Sem Título 5 de maio de 2023 – Sem Título 28 de julho de 2023 – Sem Título 3 de novembro de 2023- Sem Título Sete filmes, mais da metade da lista, não foram identificados, mas devem ser projetos que já estão em desenvolvimento, como “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, “Homem-Formiga 3”, “Capitã Marvel 2”, “Deadpool 3”, um filme de (ou com) “Blade” estrelado por Mahershala Ali (“Green Book”) e as novas versões de “X-Men” e “Quarteto Fantástico”. Além destes, ainda há “Homem-Aranha 3”, que apesar de integrar o MCU tem seu cronograma atrelado à programação da Sony – como os vindouros “Venom 2” e “Morbius”. Até o momento, o Universo Cinematográfico da Marvel já lançou 23 filmes conectados. A Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) começará oficialmente com “Viúva Negra”, que tem estreia marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Além disso, os filmes também terão conexão com as séries live-action da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus) – “Falcão e o Soldado Invernal” (Falcon and the Winter Soldier), “Loki”, “WandaVision” e “Gavião Arqueiro” (Hawkeye) – , que estreiam a partir de 2020.

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  • Série

    Série de Loki terá ligação com próximo filme do Doutor Estranho

    8 de novembro de 2019 /

    “WandaVision” não será a única série da plataforma Disney+ (Disney Plus) que terá ligação com o próximo filme do Doutor Estranho. O chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a trama de “Loki” também afetará o próximo filme do personagem vivido por Benedict Cumberbatch. “Não sei se já tínhamos confirmado isso antes, mas terá ligação”, ele afirmou sobre “Loki”, série estrelada por Tom Hiddleston. A revelação joga nova luz sobre o título do filme, que foi batizado, em inglês, de “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em tradução literal). Como a própria existência de Loki – e provavelmente do Visão em “WandaVision” – resulta de uma anomalia temporal, criada em “Vingadores: Ultimato”, faz sentido que sua presença perturbe a continuidade cronológica do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e precise ser enfrentada por um especialista no multiverso. Quem melhor do que aquele que viu 14,000,605 versões do futuro para descobrir como derrotar Thanos? A primeira arte conceitual de “Loki” mostrou o vilão em 1975, enquanto a arte de “Wandavision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, evocou a estética dos anos 1950. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Também foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que junta Anthony Mackie e Sebastian Stan e já começou a ser gravada, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A Disney+ (Disney Plus) será lançada na terça-feira (12/11) na América do Norte e só deve chegar ao Brasil no final de 2020.

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    Doutor Estranho 2 será filme de terror com participação da Feiticeira Escarlate

    21 de julho de 2019 /

    A Marvel revelou seus planos para a sequência de “Doutor Estranho”, durante sua participação na Comic-Con International, em San Diego. O diretor Scott Derrickson, que comandou o longa original do herói, retorna para a continuação, e avisou ao público que será “o primeiro filme de terror da Marvel”. Derrickson é especialista no gênero, tendo dirigido com sucesso “O Exorcismo de Emily Rose” (2005), “A Entidade” (2012) e “Livrai-nos do Mal” (2014). A produção contará com a volta do astro Benedict Cumberbatch. Mas desta vez ele contará com a ajuda de uma Vingadora. Elizabeth Olsen compareceu ao painel para contar que vai participar do filme como a Feiticeira Escarlate. Além disso, adiantou que a história vai se passar depois dos acontecimentos de “WandaVision”, a série da Marvel que ela vai estrelar na plataforma Disney+ (Disney Plus) ao lado de Paul Bettany, intérprete do Visão. O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, complementou a informação, dizendo que “WandaVision” vai lidar com o multiverso, conduzindo a história até o filme do Doutor Estranho. “Não é porque Beck [Mysterio] mentiu [em “Homem-Aranha: Longe de Casa”] que o multiverso não existe”, afirmou o executivo. A série chegará no Disney+ (Disney Plus) no começo de 2021. E o segundo filme do Doutor Estranho, batizado em inglês de “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em tradução literal), será lançado nos cinemas logo em seguida, no dia 7 de maio de 2021 nos Estados Unidos.

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    Diretor de Doutor Estranho sugere chegada de Namor, o Príncipe Submarino

    14 de março de 2019 /

    O diretor Scott Derrickson, responsável por “Doutor Estranho” e sua vindoura continuação, postou e apagou um tuíte que deixou os leitores dos quadrinhos da Marvel em polvorosa, por sugerir a introdução de um famoso super-herói da editora que ainda não apareceu no cinema. Ninguém menos que Namor, o Príncipe Submarino. Ele postou em seu Twitter uma imagem da capa de uma revista em quadrinhos de 2011, que junta o Doutor Estranho e Namor. Junto dela, Derickson escreveu: “Are you Experienced?”, título da famosa música de 1967 da banda The Jimi Hendrix Experience. A letra da canção fala em ir ao fundo do mar. O personagem ainda não tinha aparecido porque seus direitos cinematográficos foram negociados antes da fundação do Marvel Studios. Nos anos 1990, a editora de quadrinhos cedeu Namor para a Universal, na mesma negociação que originou o filme do “Hulk”, estrelado por Eric Bana. Mas como a adaptação não foi filmada, esses direitos expiraram. No entanto, Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, já tinha indicado que ainda havia contratos com “outras partes”, que dificultavam o uso do personagem. Mas a aquisição da Fox pela Disney pode ter tornado isso possível. Namor e Doutor Estranho têm uma longa relação nos quadrinhos. Eles foram os fundadores dos Defensores originais em 1971 – junto com o Hulk. Mas o tuíte de Derrickson também pode significar apenas que ele é fã de Jimi Hendrix. “Doutor Estranho 2” ainda não tem previsão de estreia. A nova leva de filmes da Marvel deve ser oficializada apenas após o lançamento de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, último filme da Marvel com estreia anunciada – 4 de julho no Brasil. Veja abaixo uma cópia do tuíte original, resgatada por uma publicação americana. ? Deleted tweet from Mr. Scott Derrickson ? If you can get your mind together Then come across to meWe'll hold hands an' then we'll watch the sun rise From the bottom of the sea But first Are You Experienced? ? –Jimi Hendrix Experience …Namor…Holy Shit?! Namor! pic.twitter.com/wgyit8fTU0 — SuperheroPOLL! Plus+ (@SuperheroPOLL) March 13, 2019

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    Doutor Estranho 2 tem diretor confirmado

    12 de dezembro de 2018 /

    Embora não seja exatamente oficial, a imprensa americana noticiou de forma unânime na noite de terça (11/12) que Scott Derrickson estará de volta ao comando de “Doutor Estranho 2”, depois de dirigir o primeiro filme de 2016. Derrickson já vinha dando pistas no Twitter de que continuava envolvido na franquia, mas a confirmação não deixa de ser um alívio para o diretor, que perdeu tudo – casa, móveis, roupas – no recente incêndio que atingiu a cidade de Malibu, na Califórnia. O primeiro filme faturou US$ 677 milhões em todo o mundo, mas a expectativa é que a continuação renda muito mais, após qualquer papel que o herói venha a desempenhar em “Vingadores: Ultimato”. A produção de “Doutor Estranho 2” se junta a “Pantera Negra 2”, ao filme solo da “Viúva Negra” e aos primeiros longas de “Eternos” e “Mestre do Kung Fu”, entre os projetos atualmente em desenvolvimento na Marvel. Em compensação, “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que seria o próximo longa a ser produzido após “Homem-Aranha: Longe de Casa”, permanece no limbo devido à demissão do diretor James Gunn por tuítes antigos ofensivos. A Marvel ainda não se pronunciou oficialmente sobre nenhum lançamento programado para depois de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que estreia em julho nos Estados Unidos, mas tem várias datas reservadas para estreias “sem título” até 2022. Segundo a imprensa americana, “Doutor Estranho 2” trará de volta Benedict Cumberbatch como o personagem-título, além de Benedict Wong e Rachel McAdams, e sua estreia teria sido marcada para maio de 2021.

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    Stan Lee (1922 – 2018)

    12 de novembro de 2018 /

    Morreu Stan Lee, o lendário escritor, editor e publisher da Marvel Comics, cujas criações redefiniram os quadrinhos de super-heróis e influenciaram a indústria cultural de forma permanente, consagrando-se como blockbusters de Hollywood. Ele tinha 95 anos e morreu na manhã dessa segunda (12/11), no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, após um período conturbado em sua vida. Nascido Stanley Martin Lieber em 28 de dezembro de 1922, filho de um imigrante romeno que se estabeleceu em Nova York, o futuro escritor conseguiu seu primeiro emprego aos 17 anos na empresa do tio, a Timely Comics, que se tornaria a Marvel, e escreveu sua primeira história em quadrinhos dois anos depois. Eram duas páginas apenas, usadas para preencher a terceira edição do “Capitão América”. Ao assinar o texto, virou pela primeira vez Stan Lee. Nesta mesma época, com 19 anos, foi nomeado diretor interino pelo fundador da Timely, o tio Martin Goodman, quando o editor anterior se demitiu. O trabalho foi interrompido brevemente em 1942, devido à guerra, após Stan se alistar no exército, onde escreveu manuais e filmes como parte de um grupo criativo que incluía o cineasta Frank Capra. Mas após o conflito mundial, ele retornou ao posto na Timely, permanecendo como editor por décadas, inclusive na transição da empresa para a Marvel. Sob seu comando, a editora retomou a publicação dos super-heróis, interrompida após a guerra, com a primeira criação importante de Stan Lee no gênero, o Quarteto Fantástico, em 1961. A editora também mudou o nome para Marvel, que era o título de uma publicação de super-heróis que a Timely lançara em 1939. Stan trabalhou com o veterano Jack Kirby, desenhista do maior herói da Timely, o Capitão América, para dar vida às primeiras criações da Marvel. Depois do Quarteto Fantástico, vieram o Hulk, Thor, Homem-Formiga, Homem de Ferro, X-Men, Pantera Negra, Surfista Prateado, cada um com sua própria publicação, o que demandava mais páginas que Jack Kirby dava conta de desenhar. E, assim, novos gênios foram incorporados ao time, como Steve Ditko, que desenhou o Homem-Aranha e Doutor Estranho, o veterano Bill Everett, criador do Príncipe Submarino, que assumiu o Demolidor, etc. Seguindo o exemplo da Liga da Justiça da DC Comics, a maioria dos heróis foi reunida numa única publicação: os Vingadores, em 1963, que também trouxe de volta o Capitão América, novamente desenhado por Kirby. Diferente dos heróis tradicionais dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram defeituosos, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por causa de uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Eram mal-compreendidos como os X-Men. Tinham crises de identidade, como o Capitão América que não entendia o mundo dos anos 1960. Mas, principalmente, podiam ser iguais a seus leitores adolescentes, como o Homem-Aranha, que sofria de coração partido, falta de dinheiro e gripe comum. Todos os personagens fizeram sucesso. Alguns mais que outros. E geralmente muito mais que os heróis da rival DC Comics. O que levou a disputas pelos créditos de suas autorias. Lee, Ditko e Kirby tiveram brigas amargas, mas, após anos de disputas judiciais, os desenhistas passaram a ser considerados tão criadores dos personagens quanto Lee. “Eu não quero que ninguém pense que eu tratei Kirby ou Ditko injustamente”, disse ele à revista Playboy em abril de 2014. “Acho que tivemos um relacionamento maravilhoso. O talento deles era incrível. Mas as coisas que eles queriam não estavam em meu poder para dar a eles.” Não estava em seu poder, por exemplo, retornar os desenhos originais para os artistas ou lhes pagar royalties. Nem o próprio Lee jamais recebeu direitos autorais pela exploração em filmes ou séries dos super-heróis que concebeu. Entretanto, como política da Marvel, ele tinha um salário vitalício, que os demais não recebiam. A importância de Stan Lee não se “limitou” à criação da era Marvel dos quadrinhos. Ele também ajudou a criar a comunidade geek, ao passar a publicar as cartas dos leitores nas páginas dos quadrinhos, interagindo com eles de forma como nunca tinha sido feita antes, discutindo enredos e fazendo pequenas revelações sobre os rumos das tramas e futuros projetos. Esse costume gerou uma de suas principais marcas, a exclamação “Excelsior”, com que costumava pontuar suas respostas. Sua influência foi além disto, ao se posicionar factualmente contra a censura aos quadrinhos e contra o preconceito de que eram apenas para crianças. Em 1971, ele cometeu a ousadia de publicar uma história sobre o vício em drogas. Na época, as revistas eram sujeitas à inclusão do selo do Código de Ética, que atestava que não possuíam conteúdo impróprio para menores de 13 anos. Revistas que não tivessem o código tinham dificuldades de distribuição, pois costumavam ser rejeitadas pelas bancas – foi o que levou a editora especialista em terror, EC Comics, à falência após a campanha conservadora que criou o Código duas décadas antes. Pois Stan Lee escreveu, editou e comprou briga para distribuir uma revista do Homem-Aranha em que o melhor amigo do herói, Harry Osborn, aparecia se drogando. A edição chegou às bandas sem o “selo de aprovação”, mas os jornaleiros não a devolveram, porque era do Homem-Aranha, e ela vendeu horrores, dando início a um movimento para “relaxar” as regras e, finalmente, na década seguinte, abolir completamente o Código de Ética que forçava quadrinhos a permanecerem infantis. Infelizmente, todo o esforço artístico de Stan Lee não lhe rendeu reconhecimento imediato. Quadrinhos foram considerados uma forma de expressão insignificante por muitas décadas. O que acabou proporcionando a maior surpresa da vida do escritor, como ele mesmo mencionava, quando o grande mestre do cinema italiano Federico Fellini o procurou em seu escritório, em Nova York, para elogiar suas obras e querer conversar sobre o Homem-Aranha. Em 1972, Lee foi nomeado publisher e passou as rédeas editoriais da Marvel para Roy Thomas, virando, a partir daí, uma espécie de garoto-propaganda da empresa. Ele se mudou para Los Angeles em 1980 para montar um estúdio de animação e construir relacionamentos em Hollywood para a Marvel, após a editora licenciar personagens para séries animadas e live action no passado. Lee também conseguiu sucesso nessa área, com diversas novas produções. Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, transformando os personagens criados por Lee em blockbusters e dando ao artista uma nova atividade, como o figurante de Hollywood mais famoso de todos os tempos. Assim como fazia Alfred Hitchcock em seus filmes, Lee passou a aparecer compulsoriamente em todas as produções da Marvel, tanto no cinema quanto na TV. Os filmes da Marvel, liderados pelos bilhões arrecadados por “Os Vingadores”, finalmente deram a Stan Lee status de celebridade. Entretanto, quando deveria estar aproveitando as glórias, ele entrou no período mais confuso de sua vida. A partir de julho do ano passado, com a morte de sua esposa Joan, que foi sua companheira por 69 anos, o criador da Marvel se envolveu em vários processos contra antigos sócios e denúncias de abusos de idoso por parte das pessoas ao seu redor. Ele processou executivos da POW! Entertainment – uma empresa que fundou em 2001 para desenvolver propriedades de filmes, TV e videogames – buscando compensações de US$ 1 bilhão por fraude, apenas para desistir do processo abruptamente semanas depois. Também processou seu ex-empresário e entrou com uma ordem de restrição contra um homem que estava lidando com seus negócios, denunciou o desaparecimento misterioso de milhões de dólares de sua conta e, em junho de 2018, foi revelado que o Departamento de Polícia de Los Angeles investigava relatos de abuso de idosos a que ele teria sido submetido. “Stan Lee era tão extraordinário quanto os personagens que ele criou. Um super-herói autêntico para os fãs da Marvel ao redor do mundo, Stan tinha o poder de inspirar, entreter e conectar. A escala de sua imaginação só era superada pelo tamanho de seu coração”, disse o CEO da Disney, Bob Iger, em comunicado. Ele foi acompanhando por Kevin Feige, presidente dos estúdios de cinema da Marvel, que elogiou o legado de Lee. “Ninguém teve mais impacto na minha carreira e em tudo o que fazemos na Marvel Studios do que em Stan Lee. Stan deixa um legado extraordinário que sobreviverá a todos nós. Nossos pensamentos estão com sua filha, sua família e os milhões de fãs que foram tocados pela genialidade, carisma e coração. Excelsior!” Até o Twitter oficial da DC Comics se rendeu ao talento de Lee, evocado pela empresa de quem foi rival por muitas décadas. “Ele mudou a forma como olhamos os heróis e os quadrinhos modernos sempre terão sua marca indelével”, escreveu a DC. “Seu entusiasmo contagiante nos lembrava por que todos nós nos apaixonamos por essas histórias em primeiro lugar. Excelsior, Stan.”

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    Diretor de Doutor Estranho revela que boneco do herói sobreviveu intacto ao incêndio de sua casa

    12 de novembro de 2018 /

    O diretor Scott Derrickson (de “Doutor Estranho”) voltou à sua casa, para verificar o que restou após a destruição causada pelo incêndio que atinge a Califórnia, nos Estados Unidos. Ele postou nas redes sociais uma foto com as três coisas que “sobreviveram” às chamas: um cacto, um copo e um boneco do Doutor Estranho. “Amanhã vamos escavar sob os escombros com luvas e botas. Mas hoje, inacreditavelmente, estes foram os únicos itens que achamos perfeitamente intactos”, escreveu Derrickson em seu Instagram. Em postagens anteriores, o diretor lamentou perder sua casa, mas disse que não é ligado a materialismos e que está feliz que ele e sua família estejam bem. O incêndio já teve como consequência mais de duas dezenas de mortos e é o mais letal na região desde os anos 1990. Visualizar esta foto no Instagram. ‪Tomorrow we will dig through the rubble with gloves and puncture-proof boots. ‬But today, unbelievably, these are the only items we found perfectly intact. Uma publicação compartilhada por Scott Derrickson (@scottderrickson) em 11 de Nov, 2018 às 3:33 PST

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    Tilda Swinton é confirmada em Vingadores 4

    27 de outubro de 2018 /

    O produtor de “Vingadores 4” revelou que Tilda Swinton vai participar do longa da Marvel. Ele participava de um painel no Austin Film Festival, nos Estados Unidos, quando comentou que “Tilda Swinton tinha apenas um dia disponível para filmar” quando resolveram incluí-la na história A atriz viveu a Anciã em “Doutor Estranho” e até agora não tinha sido confirmada no elenco do novo Vingadores, que mantém sua trama guardada a sete chaves. O detalhe é que a Anciã não se deu muito bem na batalha final de “Doutor Estranho”. Mas não será a primeira personagem que voltará após supostamente ter se despedido. Frank Grillo revelou nesta semana que também voltará a viver Ossos Cruzados em “Vingadores 4”, apesar do vilão ter morrido em “Capitão América: Guerra Civil”. Ele inclusive revelou que sua cena se passa num flashback. A volta de tantos personagens falecidos sugere que muita coisa será desfeita pelo próximo longa dos super-heróis. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores 4” estreia em 2 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Diretor de Doutor Estranho sugere anúncio da continuação em post misterioso

    2 de agosto de 2018 /

    Com o terceiro filme dos “Guardiões da Galáxia” no limbo, a Marvel não tem mais nenhuma produção marcada após “Homem-Aranha: Longe de Casa” (a tradução oficial e errada de “Spider-Man: Far from Home”), atualmente em filmagens. Isto significa que novidades devem ser anunciadas em breve. E já é possível cravar quando. O diretor Scott Derrickson, do filme “Doutor Estranho”, postou no seu Instagram uma imagem dos quadrinhos em que o herói aparece rezando. Ao lado, ele escreveu. “Não a minha vontade, mas a tua será realizada”. E complementou: “Nos vemos em setembro”. Pouco depois do lançamento de “Vingadores: Guerra Infinita”, Kevin Feige, o presidente da Marvel Studios, falou com otimismo sobre um segundo filme do Doutor Estranho, mas não adiantou nenhum plano para sua realização. Pela pista publicada por Derrickson, “Doutor Estranho 2” pode ser o próximo filme a ser anunciado no universo da Marvel. Será? “Not my will, but thine be done…” See you in September. Uma publicação compartilhada por Scott Derrickson (@scottderrickson) em 30 de Jul, 2018 às 10:52 PDT

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    Tom Holland e outros artistas homenageiam Steve Ditko nas redes sociais

    8 de julho de 2018 /

    O ator Tom Holland, intérprete atual do Homem-Aranha no cinema, prestou homenagem nas redes sociais ao desenhista Steve Ditko, criador do super-herói, abrindo uma série de tributos ao grande mestre dos quadrinhos, que faleceu na semana passada. “Todos nós queremos deixar nossa marca no mundo – esse cara foi além”, tuitou Holland no sábado. “Ele fez tantas pessoas tão felizes e mudou vidas – acima de tudo, a minha!” Ele termina com um agradecimento: “Obrigado Steve – suas realizações continuam, cara, obrigado.” Steve Derrickson, diretor de “Doutor Estranho”, filme baseado em outra criação do artista, foi menos enfático, escrevendo apenas “adeus, Steve Ditko”. Mas váriosintegrantes da indústria dos quadrinhos, como Neil Gaiman, criador do universo de “Sandman” e “Lucifer”, além do livro adaptado em “American Gods”, e Paul Dini, criador da Arlequina e de várias animações do Batman, buscaram mais palavras para expressar seu reconhecimento ao talento que se foi. “Criador de heróis infinitos e maravilhas infinitas”, definiu Dini em seu tuíte. “Muito copiado. Nunca igualado. Eu sei que sou uma pessoa diferente porque ele estava no mundo”, escreveu Gaiman. As editoras Marvel e DC Comics também deixaram mensagens em tributo, ilustradas com criações famosas do artista. Confira abaixo. We all want to leave our mark on the world – this guy crushed it.He made so many people so happy and changed lives – most of all, mine!Thank you Steve – your life lives on man, thank you #SteveDitko — Tom Holland (@TomHolland1996) 8 de julho de 2018 Goodbye Steve Ditko pic.twitter.com/DXAkw8BQIk — Scott Derrickson (@scottderrickson) July 6, 2018 Spider-Man, Dr. Strange, Squirrel Girl, Mr. A, Speedball, and so many others. RIP Steve Ditko, creator of heroes and infinite wonders. pic.twitter.com/Lj4DEzn4yd — Paul_Dini (@Paul_Dini) July 7, 2018 Steve Ditko was true to his own ideals. He saw things his own way, and he gave us ways of seeing that were unique. Often copied. Never equalled. I know I'm a different person because he was in the world. pic.twitter.com/2GFSA86Btj — Neil Gaiman (@neilhimself) July 7, 2018 I spoke to Steve ditko on the phone once. I’ve talked about it often. I got to thank him for creating Spider-man and putting food on my table. I hope he really heard me — BRIAN MICHAEL BENDIS (@BRIANMBENDIS) July 6, 2018 Today, the Marvel family mourns the loss of Steve Ditko. Steve transformed the industry and the Marvel Universe, and his legacy will never be forgotten. Our thoughts are with his family, loved ones, and fans during this sad time. https://t.co/uKKR9oClqg pic.twitter.com/1ovYnE8Y2V — Marvel Entertainment (@Marvel) July 7, 2018 Steve Ditko was one of the most amazing creators in the history of comics, and showed us there is a hero in all of us. Our hearts go out to his loved ones, and everyone who knew him. pic.twitter.com/ukvuA7odF5 — DC (@DCComics) July 7, 2018

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    Steve Ditko (1927 – 2018)

    6 de julho de 2018 /

    O desenhista Steve Ditko, co-criador de “Homem-Aranha” e do “Doutor Estranho”, morreu aos 90 anos. A polícia de Nova York confirmou a morte do artista, que foi encontrado morto no seu apartamento em 29 de junho. A causa da morte ainda não foi confirmada, mas as autoridades acreditam que ele tenha felicido dois dias antes. Stephen J. Ditko nasceu em Johnstown, Pensilvânia, em 2 de novembro de 1927. Ele começou a se interessar por quadrinhos ainda criança por causa de seu pai, um operário de usina siderúrgica que era fã das histórias do “Príncipe Valente”. Depois de servir no exército na Alemanha do pós-guerra, ele se mudou para Nova York em 1950 e estudou com o famoso artista de Batman Jerry Robinson na Escola de Ilustradores e Cartunistas (que anos depois virou a Escola de Artes Visuais de Nova York). E começou a trabalhar como artista de quadrinhos profissional em 1953 no estúdio dos criadores do Capitão América, Joe Simon e Jack Kirby. Sua colaboração bem-sucedida com Stan Lee teve início dois anos depois, em várias histórias de ficção científica publicadas pela Atlas Comics, que posteriormente viraria a Marvel. A dupla criou o Homem-Aranha em 1961, e foi Ditko quem pensou no lançador de teias e no uniforme do herói, desde as cores até o design que popularizou o personagem. Apesar disso, Ditko não foi a primeira opção de Lee, então editor-chefe da recém-rebatizada Marvel Comics. Jack Kirby fez os primeiros esboços do herói, mas não conseguiu agradar ao chefe com um Homem-Aranha musculoso. Lee queria um visual de nerd e Ditko acertou em cheio ao apresentar um adolescente franzino e tímido como um super-herói com poderes de aranha. Ele inventou tudo, sem aproveitar os esboços de Kirby – que na época assinava a maioria dos desenhos da Marvel. A primeira aparição de Peter Parker foi na 15ª edição da revista de quadrinhos sci-fi “Amazing Fantasy”. O sucesso foi imediato e totalmente inesperado pela Marvel, o que levou o herói a ganhar uma revista própria, “The Amazing Spider Man”. E Ditko ajudou a povoar a publicação com personagens cativantes como a Tia May, J. Jonah Jameson, Mary Jane e Gwen Stacy, e vilões famosos, vistos até hoje no cinema – do Abutre ao Elektro, sem esquecer, claro, do Duende Verde. Em 1963, ele criou mais um super-herói com Stan Lee, o surreal e psicodélico Doutor Estranho. E desta vez surpreendeu por desenhos ousados, que sugeriam viagens lisérgicas. Ditko comandou a revista do personagem até julho de 1966, quando uma briga com Lee, cujas causas permanecem obscuras até hoje, levaram-no a abandonar a Marvel. Os dois ficaram sem falar por vários anos. Ditko nunca contou sua versão da briga e Lee alegou não saber realmente o que motivou a saída de Ditko da Marvel. Rumores sugeriam que Ditko estava frustrado com a supervisão de Lee e o fato dele levar crédito por todas as suas contribuições, já que também escrevia as histórias do Homem-Aranha e do Doutor Estranho sem ser reconhecido por isso. O carismático Lee sempre foi o rosto da Marvel Comics, mas Ditko (e Jack Kirby) achavam que o escritor estava se autopromovendo às custas de seu talento, embora trabalhasse cada vez menos na criação dos quadrinhos. O artista passou então a criar para a Charlton, DC Comics e outras pequenas editoras independentes, finalmente sendo reconhecido como autor de suas histórias. E as criações se radicalizaram de vez, como o Sr. A em 1967, que personificava a filosofia objetivista de Ayn Rand, na qual Ditko era um adepto fervoroso em meados dos anos 1960. Outros personagens inspirados nesta filosofia foram o Questão, o Rastejante e a dupla Rapina e Columba – todos da DC Comics. Ele também criou os heróis Capitão Átomo, Besouro Azul e voltou à mergulhar na psicodelia cósmica com o Mutante (Shade, the Changing Man), que continuam a ser publicados em diferentes encarnações na DC. Ele retornou à Marvel em 1979, após a saída de Stan Lee, onde trabalhou em quadrinhos do Homem-Máquina e dos Micronautas. Entre suas últimas criações destaca-se a Garota-Esquilo (Squirrel Girl) em 1992, que se tornou uma heroína cultuada. Ao contrário da popularidade de seus personagens, Ditko tinha uma vida reclusa, tanto que era conhecido como o “JD Salinger” dos quadrinhos. Ele raramente atendeu a imprensa ao longo da vida, recusando diversos pedidos de entrevistas, mesmo diante do interesse despertado pelos lançamentos dos filmes do Homem-Aranha e do Doutor Estranho. Tanto que até virou tema de um documentário da BBC, “In Search of Steve Ditko” (2007), em que o apresentador inglês Jonathan Ross tentou inutilmente encontrar o artista, sem conseguir. Mesmo assim, o diretor de “Doutor Estranho”, Scott Derrickson, disse na véspera do lançamento que esperava que Dikto pudesse ver o filme do herói por conta própria, porque considerava a produção “uma homenagem ao seu trabalho genial”.

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    Vídeo compila vezes em que Benedict Cumberbatch impediu Tom Holland de revelar spoilers dos Vingadores

    1 de maio de 2018 /

    Responsável por manter a seriedade em meio à crise de “Vingadores: Guerra Infinita”, Doutor Estranho teve outra missão complicada fora do set. Seu intérprete, o ator Benedict Cumberbatch, precisou intervir várias vezes para impedir que seu colega, o ator Tom Holland, intérprete do irreverente Homem-Aranha, revelasse spoilers da trama durante entrevistas que os dois realizaram. Um usuário do Twitter reuniu trechos de várias dessas intervenções num vídeo hilário, que pode ser visto abaixo. O mais interessante é observar como a química de Cumberbatch e Holland evoca o humor físico das duplas clássicas de comediantes do cinema (na linha de Abbott e Costello/Dean Martin e Jerry Lewis) e funcionaria muito bem num filme. Confira abaixo. benedict preventing tom from leaking spoilers: a thrilling saga ?? pic.twitter.com/VyIdKTTeA4 — captain* (@iamgeekingout) April 30, 2018

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    Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita

    28 de abril de 2018 /

    Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.

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