Avril Lavigne lança clipe desesperado, que simboliza sua luta contra a doença
A cantora Avril Lavigne lançou o clipe do seu novo single, “Head Above Water”. A música é a primeira inédita da cantora desde 2013, e a letra reflete a sua luta contra a doença de Lyme. Lavigne revelou o seu diagnóstico em 2015. Embora tratável, a doença de Lyme pode causar diversos problemas, incluindo a paralisação de um ou ambos os lados da face, palpitações cardíacas e dores de cabeça severas. No refrão de “Head Above Water”, Lavigne recorre até à religião para enfrentar a doença. “Deus, mantenha minha cabeça acima da água/ Não deixe eu me afogar, está ficando mais difícil/ Eu te encontrarei lá no altar/ Enquanto caio de joelhos”. No vídeo dirigido pelo cineasta Elliott Lester (“Em Busca de Vingança”), a artista canadense aparece vestida de branco, correndo em direção ao abismo – um região rochosa à beira-mar. A certa altura, ela decide se jogar do penhasco, afundando no mar. Mas luta, ao submergir, para tentar retornar à superfície. Lavigne confessou, em carta para os fãs anunciando o single, que os últimos cinco anos foram “os piores de sua vida”. Ela declarou, no entanto, que “conseguiu transformar esta luta em músicas que a deixam realmente orgulhosa”. “Obrigada por terem aguardado tão pacientemente enquanto eu lutava e continuo lutando a batalha da minha vida”, escreveu Lavigne na carta. “‘Head Above Water’ foi a primeira música que eu escrevi, da cama, durante um dos momentos mais assustadores da minha vida. Eu tinha aceitado a morte e senti meu corpo se desligando”. “Eu tenho um álbum forte, triunfante, poderoso e verdadeiro para entregar a vocês. Estou animada para retornar com novas músicas e por ter vocês nesta jornada comigo. Vamos fazer isso! Nova era!”, finalizou. Ainda não há título ou data de estreia para o novo álbum da cantora.
Renda do filme O Que de Verdade Importa ajudará instituições que cuidam de crianças com câncer no Brasil
O filme “O Que de Verdade Importa” (The Healer), que chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 27 de setembro, terá toda a renda obtida com a venda de seus ingressos revertida para instituições que cuidam de crianças com câncer no país. Várias regiões do Brasil serão beneficiadas. Em São Paulo, a renda da bilheteria vai para a TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer). No Rio, o Instituto Desiderata será beneficiado. O GACC (Grupo de Apoio à Criança com Câncer) receberá verba na Bahia. No Recife, o beneficiário será o NACC (Núcleo de Apoio à criança com Câncer). Em Curitiba, o HPP (Hospital Pequeno Príncipe). Em Porto Alegre, o Hospital da Criança Santo Antônio, em Porto Alegre. E em Campo Grande, o HCAA (Hospital de Câncer de Campo Grande Alfredo Abrão). A ideia partiu do diretor do longa, o espanhol Paco Arango (“Maktub”) que, além de seu trabalho no cinema, preside na Espanha a Fundação Aladina, uma entidade que há mais de dez anos ajuda crianças e adolescentes com câncer. O longa já foi exibido em sete países com arrecadação de cerca de US$ 10 milhões, toda distribuída para entidades que cuidam de crianças com câncer. “O Que de Verdade Importa” conta a história do engenheiro Alec Bailey (Oliver Jackson-Cohen, da série “Emerald City”), que mora em Londres e tenta, sem muito êxito, ganhar a vida consertando eletrodomésticos. Afogado em dívidas, ele acaba recebendo a ajuda de Raymond Heacock (Jonathan Pryce, de “Game of Thrones”), um tio desconhecido que lhe propõe pagar tudo, desde que Alec se mude para uma pequena cidade na Nova Escócia, no Canadá, por pelo menos um ano. Desconfiado, mas sem muitas opções, ele aceita a proposta e inicia uma incrível jornada de descoberta, aprendizado e redenção ao lado de Cecilia (Camilla Luddington, de “Grey’s Anatomy”), a veterinária da cidade, que por um descuido faz com que todos acreditem que ele tem o dom da cura. E é aí que entra a conexão com a causa beneficente: uma garota com câncer (Kaitlyn Bernard, de “1922”) surge para lhe mostrar o que ele pode fazer com este suposto dom. Veja o trailer abaixo, em versões legendada e dublada.
Ator de Shameless descobre que tem câncer e se apaixona em trailer de romance indie
A produtora Good Deed divulgou o pôster e o trailer de “After Everything”, uma alternativa indie aos romances de doença que voltaram à moda após “A Culpa É das Estrelas” (2014). O filme é uma história de amor sobre uma garota que se apaixona por um cara com câncer. Na trama, Jeremy Allen White (de “Shameless”) vive um nova-iorquino de 23 anos que, no dia seguinte ao diagnóstico de um tipo raro de câncer, encontra uma linda garota no metrô (Maika Monroe, de “Corrente do Mal”) e se apresenta dizendo que tem câncer. O que começa como um estranho encontro acaba transformando-se em um romance que será testado nos próximos meses, já que ambos precisarão lidar com o tratamento contra a doença. “After Everything” tem roteiro e direção da dupla Joey Power e Hannah Marks. Os dois são estreantes nas funções, mas ela é bem conhecida como atriz, tendo estrelado diversas séries, de “Weeds” a “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”. O bom elenco da produção ainda inclui Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Joe Keery (“Stranger Things”), Gina Gershon (“Red Oaks”), Sasha Lane (“Docinho da América”), Olivia Luccardi (“The Deuce”), Dean Winters (“De Volta ao Jogo”), Sendhil Ramamurthy (“Heroes”) e Callie Thorne (“Os Mistérios de Laura”). Exibido no Festival SXSW, o filme estreia em 12 de outubro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Astro indiano de Jurassic World anuncia afastamento da atuação para tratar tipo raro de câncer
O ator Irrfan Khan, que se tornou mundialmente conhecido ao protagonizar “As Aventuras de Pi” (2012) e “The Lunchbox” (2013) e atuar em blockbusters como “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “Jurassic World” (2016), revelou que foi diagnosticado com “uma rara forma de câncer” e disse que está passando por tratamento em Londres, no Reino Unido. Por conta disso, Khan precisou desistir do papel principal de “Gormint”, série que estava em produção desde o ano passado pelo serviço de streaming Amazon. Na série, ele interpretaria um ex-astro de Bollywood que se vê subitamente no cargo de ministro da cultura de seu país. Em declaração oficial para a imprensa, Khan lamentou ter que abandonar “um de seus projetos preferidos”. “Após meses de gravações, em que estava me divertindo muito, eu descobri minha doença. Com um coração pesado, preciso dizer agora que não vou conseguir cumprir meu compromisso com a série”, afirmou. A Amazon não deu informações oficiais sobre o destino da série após a saída de Khan. O ator, no entanto, deu a entender que a produção continuará e que ele será substituído. “Estou animado para ver o produto final, e tenho completa fé no time criativo para entregar algo único e inédito para a comédia indiana”, diz ele. Khan já tinha mencionado seus problemas de saúde em março, sem confirmar que se tratava de câncer. Na ocasião, ele pediu aos fãs pelo Twitter que respeitassem sua privacidade e não ficassem especulando sua condição, avisando que falaria mais sobre o tema no momento oportuno, quando houvesse um “diagnóstico conclusivo”. “Às vezes, você acorda com uma sacudida da vida, te chacoalhando todo. Nos últimos 15 dias, minha vida tem sido uma história suspensa. Eu mal sabia que minha busca por raras histórias me faria encontrar um rara doença. Eu nunca desisti e sempre lutei por minhas escolhas, e sempre lutarei. Minha família e amigos estão comigo, e estamos tentando batalhar da melhor forma possível. Enquanto luto, por favor, não especulem, eu vou dividir com vocês minha história, quando as investigações que estamos fazendo tiverem um diagnóstico conclusivo. Até lá, torçam por mim”, postou ele. Com 51 anos, Irrfan Khan atuou em mais de uma centena filmes, incluindo sucessos de Bollywood como “Paan Singh Tomar” (2012) e “Piku” (2015). Ao passar a aparecer em produções de Hollywood, tornou-se o ator de maior projeção internacional de seu país. Seu último lançamento, a comédia “Karwaan”, foi lançada há 10 dias no mercado indiano, registrando uma das melhores estreias do ano na bilheteria local.
Alan Alda, astro da série clássica M*A*S*H, revela sofrer do Mal de Parkinson
O ator Alan Alda, até hoje lembrado pelo papel de Capitão “Falcão” Pierce na série “M*A*S*H” (1972-1983), pela qual venceu cinco dos seus seis Emmys, revelou ter sido diagnosticado com Mal de Parkinson. Em entrevista ao programa “CBS This Morning”, o ator de 82 anos disse que convive com a doença já há três anos e meio, e decidiu tornar o problema público após perceber os primeiros efeitos físicos graves. “Eu tenho levado uma vida plena desde o meu diagnóstico”, ele assegurou. “Eu tenho atuado, dado palestras, ajudado da forma que eu posso no Centro Alan Alda de Ciência da Comunicação, na Universidade Stony Brook. Eu até comecei um novo podcast! Enquanto dava entrevistas promovendo tudo isso, eu comecei a perceber que estava ficando difícil controlar o movimento do meu corpo e pensei: ‘Bom, é uma questão de tempo até alguém perceber’. Eu não quero que isso seja visto como uma história triste, eu não estou triste.” Além do sucesso absoluto na televisão, Alda também teve uma indicação ao Oscar, por seu papel em “O Aviador” (2004), de Martin Scorsese. Suas aparições mais recentes nas telas foram no filme “Ponte dos Espiões” (2015), de Steven Spielberg, e, neste ano, em dois episódios da série “The Good Fight”. Veja a entrevista com a revelação abaixo.
Brain on Fire: Chloe Moretz sofre doença misteriosa em trailer dramático
A Netflix divulgou o trailer de “Brain on Fire”, em que Chloë Grace Moretz (“A 5ª Onda”) vê sua vida bem-sucedida desabar devido a uma doença debilitante e misteriosa, que nenhum médico consegue diagnosticar. O drama indie foi escrito e dirigido pelo irlandês Gerard Barrett (“Glassland”), e também inclui em seu elenco Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”), Richard Armitage (trilogia “O Hobbit”), Carrie-Anne Moss (série “Jessica Jones”), Jenny Slate (“O Rei da Polka”), Tyler Perry (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”) e Navid Negahban (série “Legion”). A trama é baseada numa história real e teve sua première há quase dois anos, no Festival de Toronto de 2016, onde implodiu sob críticas negativas – apenas 22% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia no serviço de streaming acontece na próxima sexta (22/6).
Life Sentence, com atriz de Pretty Little Liars, é cancelada na 1ª temporada
A rede americana anunciou oficialmente o cancelamento de “Life Sentence”, nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”), após a baixíssima audiência registrada em seus primeiros episódios. Lançada em 7 de março nos Estados Unidos, teve apenas 670 mil telespectadores ao vivo em sua estreia, o que lhe rendeu a pior audiência de lançamento do ano. Na verdade, a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro do ano passado nos Estados Unidos. E, desde então, perdeu quase metade deste público. O capítulo mais recente, exibido em 4 de maio, foi assistido por 370 mil telespectadores. Foi mais uma aposta de comédia da rede CW que fracassou, após “No Tomorrow”, cancelada no começo do ano passado. O público da emissora não parece se interessar pelo gênero, mas a emissora segue insistindo, graças às indicações a prêmios obtidas pelas primeiras temporadas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”. Detalhe: as duas séries tem a pior audiência do canal e, segundo rumores, foram renovadas para suas últimas temporadas. “Life Sentence” era uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o piloto teve direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). A trama gira em torno da personagem de Lucy Hale. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, ela vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisaria fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. O elenco também incluía Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido.
Netflix renova série Alexa & Katie para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Alexa & Katie” para sua 2ª temporada, 18 dias após a estreia da série – que chegou ao serviço de streaming em 23 de março. Com clima das produções para tweens da Disney e da Nickelodeon, a série companha duas amigas inseparáveis que se preparam para entrar no Ensino Médio. Mas o detalhe que faz a diferença é que uma das amigas têm câncer. Criada por Heather Wordham, que trabalhou na Disney e na Nickelodeon, como roteirista de “Hannah Montana” e “A Família Hathaways” (The Haunted Hathaways), a série traz Paris Berelc (de “Lab Rats”) como Alexa, que não quer se torna conhecida como a “garota do câncer”, e a estreante Isabel May como Katie, que faz tudo para que isso não aconteça – inclusive raspar seu próprio cabelo para ficar igual à amiga. Assim como o sucesso de cinema “A Culpa É das Estrelas” (2014), a produção aposta numa protagonista extrovertida e com grande entusiasmo pela vida. O elenco ainda destaca Tiffani Thiessen (da clássica série teen “Galera do Barulho/Saved by the Bell”) como a mãe de Alexa. A renovação foi revelada três dias após o cancelamento de “Everything Sucks”, outra série adolescente da Netflix.
Ella e John é road movie da Terceira Idade
O diretor e roteirista italiano Paolo Virzì tem uma larga trajetória no cinema, com muitos prêmios importantes pelo caminho. “Ella e John” é seu 13º filme. Entre os seus trabalhos anteriores estão “A Primeira Coisa Bela” (2010), “Capital Humano” (2013) e “Loucas de Alegria” (2016). São bons filmes, realizados visando a atingir boas fatias de público, em produções comerciais bem cuidadas, com bons atores e atrizes. E com equívocos, também. “Ella e John” é, desta vez, um filme holywoodiano, um road movie, protagonizado por uma dupla de veteranos notável: Helen Mirren (Ella) e Donald Sutherland (John). Eles vão atravessar os Estados Unidos, indo de Boston até a casa do escritor Ernest Hemingway, em Key West, na Flórida. Um detalhe: eles farão isso com um velho trailer, antigamente usado para viagens familiares, que foi mantido na garagem de casa. Serviu muito no passado, mas estava sem uso e superado. Apelidado de caça lazer – leisure seeker, o nome original do filme – , era visto como uma relíquia de família. Outro detalhe: os dois são um casal bem idoso, ela, com câncer, ele, com uma espécie de alzheimer, que vai corroendo sua memória progressivamente, reduzindo a lucidez. No entanto, ele é capaz de dirigir na estrada muito bem, ainda. Só que pode tomar decisões esdrúxulas, se for deixado sozinho. Terceiro detalhe: ambos resolvem fazer essa viagem de trailer sozinhos, sem avisar os filhos ou informar para onde vão. É uma espécie de última viagem de suas vidas, para comemorar uma longa jornada juntos, embora ele, às vezes, esqueça quem ela é. O destino a alcançar tem tudo a ver com a vida universitária de John, professor e profundo conhecedor de literatura, em especial da obra de Hemingway, que ele sabe em grande parte de cor, tantas vezes foi visitada, consultada, ministrada aos alunos. Uma verdadeira paixão. As peripécias vividas durante a viagem podem ser facilmente imaginadas. Coisas de um passado remoto, que já deveriam estar enterradas, vêm novamente à tona. Ao mesmo tempo, o afeto se renova, o companheirismo, a cumplicidade e a tolerância. Pelo menos, sempre que as sinapses cerebrais dele não falhem. Ella comanda tudo com firmeza, mas com o corpo vulnerável. Personagens em idade avançada e tendo de encarar a morte próxima crescem significativamente nos roteiros cinematográficos. O mundo envelhece, a medicina prolonga a existência com melhor qualidade de vida, o mercado pede. Bom para os atores e atrizes, que também envelhecem, encontrando bons papéis, e de protagonistas. É uma oportunidade para vermos em cena talentos como os de Helen Mirren e Donald Sutherland em primeiríssimo plano. Só por aí já vale a pena ver “Ella e John”. A situação criada é bem desenvolvida, de modo geral. A produção é boa, o diretor, competente e experimentado. Embora o resultado não seja brilhante.
Shannen Doherty troca post negativo por relato positivo de sua luta contra o câncer
A atriz Shannen Doherty publicou no Instagram diagnósticos conflitantes de sua luta contra o câncer. Numa mensagem escrita no começo desta quarta (4/4), ela afirmou que que “continua positiva” mesmo após receber resultados negativos nos exames mais recentes. “O teste para um tumor voltou bom. Já o outro… elevado”, escreveu a atriz. “Isso significa monitorar e [realizar] novos testes. Mas mesmo depois dessa chamada, continuo positiva e faço um balanço da minha vida. Certamente ajuda a colocar as coisas em perspectiva e te lembra do aprendizado através da jornada da doença”. Mas em seguida apagou esta mensagem, publicando um vídeo que não menciona os testes. No novo post, ela afirma que seu câncer ainda está em remissão. “Imagino que sempre me preocuparei até certo ponto, mas acho que todos nos preocupamos com alguma coisa”, ela ponderou, dizendo que o câncer mudou sua perspectiva de vida. “Compartilho minha experiência para ajudar a conectar, conscientizar e encorajar aqueles que passam pelo câncer a permanecerem positivos. Muitos de vocês me ajudaram com suas palavras, orações e apoio. Vocês ajudaram a pavimentar o caminho que andei e continuo a trilhar e sou eternamente grata por isso. Só espero ter ajudado vocês também”, completou. A intérprete de Brenda Walsh na série clássia “Barrados no Baile” foi diagnosticada com câncer de mama em 2015, o que a obrigou a retirar um dos seios e fazer quimioterapia. Mas isto não a fez abandonar a carreira. Ao contrário, rendeu uma homenagem, em forma de participação especial no piloto da série “Heathers”, inspirada no filme “Atração Mortal”, que ela estrelou em 1988, além de papéis em filmes de comédia indie. Veja abaixo a mensagem que substituiu o post mais negativo. Still in remission. I imagine that I’ll always worry to a certain extent but I think we all worry about something. Cancer is a beast that changes one. For me, it changed me in a lot of beautiful ways. But it also gave me a new level of anxiety about things. All understandable. I share my experience to help connect, bring awareness and hopefully encourage those going thru cancer to stay positive. So many of you have helped me with your words, prayers and support. You have helped pave the path I have walked and continue to walk and I’m eternally grateful for that. I can only hope I have helped you as well. Much love to you all. #remission #cancerslayer Uma publicação compartilhada por ShannenDoherty (@theshando) em 4 de Abr, 2018 às 1:33 PDT
Fracasso de Life Sentence antecipa volta de The Originals nos Estados Unidos
A estreia da 5ª e última temporada de “The Originals” vai acontecer antes do previsto nos Estados Unidos. Marcada originalmente para 20 de abril, a volta da atração à rede CW foi antecipada em dois dias, para 18 de abril. Com isso, a série será exibida nas quartas e não mais nas sextas, que costumam registrar a pior audiência semanal na TV americana. A mudança da programação se deve ao fracasso de “Life Sentence”. A nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) não atraiu muitos espectadores para a rede CW. Exibida na noite de quarta-feira (7/3) nos Estados Unidos, teve a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro nos Estados Unidos, vista por apenas 670 mil telespectadores. E a situação só tem ficado pior. O último episódio teve público de 404 mil e marcou somente 0,10 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos, que interessa aos anunciantes). Assim, “Life Sentence” perdeu o horário nobre das quartas para “The Originals” e ficou com o exílio das sextas, antes do provável cancelamento.
Alexa & Katie: Nova série adolescente da Netflix ganha pôster nacional e trailer dublado
A Netflix divulgou o pôster nacional, 13 fotos e o trailer dublado da série “Alexa & Katie”. A prévia lembra as produções para tweens da Disney e da Nickelodeon, acompanhando duas amigas inseparáveis que se preparam para entrar no Ensino Médio. Mas o detalhe que faz a diferença é que uma das amigas têm câncer. Criada por Heather Wordham, que trabalhou na Disney e na Nickelodeon, como roteirista de “Hannah Montana” e “A Família Hathaways” (The Haunted Hathaways), a série traz Paris Berelc (de “Lab Rats”) como Alexa, que não quer se torna conhecida como a “garota do câncer”, e a estreante Isabel May como Katie, que faz tudo para que isso não aconteça – inclusive raspar seu próprio cabelo para ficar igual à amiga. Assim como o sucesso de cinema “A Culpa É das Estrelas” (2014), a produção aposta numa protagonista extrovertida e com grande entusiasmo pela vida. O elenco ainda destaca Tiffani Thiessen (da clássica série teen “Galera do Barulho/Saved by the Bell”) como a mãe de Alexa. A estreia está marcada para o dia 23 de março. Confira também o trailer com as vozes originais abaixo – a Netflix não disponibilizou versão legendada.
Life Sentence: Nova série da protagonista de Pretty Little Liars tem pior estreia da temporada
A estreia de “Life Sentence”, nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) não atraiu muitos espectadores para a rede CW. Exibida na noite de quarta-feira (7/3) nos Estados Unidos, foi vista ao vivo por apenas 670 mil telespectadores, a pior estreia do ano. Na verdade, a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro nos Estados Unidos. A produção se saiu melhor entre o público qualificado, registrando 0,3 ponto na faixa etária adulta de 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes. Isto representou um aumento de 0,1 em relação ao que “Dynasty” vinha marcando no mesmo horário até a semana passada. Mas “Dynasty”, assim como “Valor”, estrearam diante de mais de 1 milhão de telespectadores no outono. A segunda já foi cancelada e a primeira reza pela boa vontade do presidente do canal, Mark Pedowitz. O maior problema é que a baixa audiência de “Life Sentence” pode prejudicar “Riverdale”, que voltou à programação no mesmo dia com 0,5 na demo. Ainda assim, “Riverdale” foi assistido por 1,3 milhão de telespectadores ao vivo. Diante do resultado, “Life Sentence” deve ter curta duração. Foi mais uma aposta de comédia da rede CW que fracassou, após “No Tomorrow”, cancelada no começo do ano passado. O público da emissora não parece se interessar pelo gênero, mas Pedowitz segue insistindo, graças às indicações a prêmios obtidas pelas primeiras temporadas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”. Detalhe: as duas séries tem a pior audiência do canal. “Life Sentence” é uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o piloto teve direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). A trama gira em torno da personagem de Lucy Hale. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, ela vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisará fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. O elenco também inclui Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido.











