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    Viúva de Sean Connery revela que ator sofria de demência

    1 de novembro de 2020 /

    Micheline Roquebrune, viúva de Sean Connery, com quem foi casada por 45 anos, revelou que o ator escocês sofria de demência. O primeiro e melhor intérprete de James Bond no cinema morreu no sábado (31/10), aos 90 anos. “Não era vida para ele. Ele não era capaz de se expressar ultimamente. Pelo menos, ele morreu durante o sono e em paz. Eu estava com ele o tempo todo e ele simplesmente escapuliu. Era o que ele queria”, disse Micheline ao jornal inglês Daily Mail. “Ele tinha demência e isso o afetou. Ele teve seu último desejo de ir sem qualquer problema”, ela acrescentou. Artista plástica franco-marroquina, Roquebrune conheceu Connery em um torneio de golfe no Marrocos e os dois se casaram em 1975. “Ele era lindo e tivemos uma vida maravilhosa juntos”, disse ela. “Ele era um modelo de homem. Vai ser muito difícil sem ele, eu sei disso. Mas não poderia durar para sempre e ele foi em paz”. O ator estava afastado do cinema desde 2003.

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    Jeff Bridges revela diagnóstico de linfoma

    20 de outubro de 2020 /

    O veterano ator Jeff Bridges, vencedor do Oscar por “Coração Louco” (2009) e intérprete do Dude de “O Grande Lebowski” (1998), entre inúmeros outros desempenhos, revelou na noite de segunda-feira (19/10) que foi diagnosticado com linfoma. “Como o Dude diria… Uma nova mer** veio à tona”, tuitou o ator de 70 anos. “Fui diagnosticado com Linfoma. Embora seja uma doença grave, me sinto feliz por ter uma ótima equipe de médicos e o prognóstico é bom. Estou começando o tratamento e manterei vocês informados sobre minha recuperação.” Bridges retomou o assunto em outro post no Twitter, afirmando que está “profundamente grato” pelo amor e apoio de sua família e amigos, e agradeceu as orações e votos de melhoras após o anúncio. Ele concluiu sua mensagem lembrando a todos que votem “porque estamos todos juntos nisso”, referindo-se ao seu famoso lema. Atualmente gravando a série de ação “The Old Man”, Bridges recebeu apoio do canal pago FX, da plataforma Hulu e da produtora Touchstone Television. As empresas responsáveis pela série emitiram um comunicado conjunto em que dizem: “Nossos pensamentos vão para Jeff e sua família durante este momento desafiador e eles têm nosso amor e apoio. Desejamos a ele uma recuperação segura e completa. E, como Jeff sempre diz: ‘Estamos todos juntos nisso’. Jeff, estamos todos nisso juntos com você. ” I’m profoundly grateful for the love and support from my family and friends. Thank you for your prayers and well wishes. And, while I have you, please remember to go vote. Because we are all in this together. https://t.co/6sAU4MYixl Love, Jeff — Jeff Bridges (@TheJeffBridges) October 20, 2020

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    Johnny Depp vive fotojornalista famoso no trailer de Minamata

    11 de outubro de 2020 /

    A Vertigo Releasing divulgou dois pôsteres e o trailer de “Minamata”, que traz Johnny Depp no papel do premiado fotojornalista W. Eugene Smith (1918 – 1978). O filme conta a notável história real por trás da foto em preto e branco mais poderosa e famosa de W. Eugene Smith, “Tomoko Uemura in Her Bath”, feita pelo fotógrafo americano na pequena vila costeira de Minamata, no Japão, numa viagem para documentar os horríveis efeitos de uma doença que, graças à sua cobertura, foi batizada com o nome do local em 1971. A doença de Minamata é um tipo de envenenamento por mercúrio, que foi causado pela negligência grosseira de uma fábrica química japonesa local. Durante décadas, a empresa despejou metais pesados ​​na água, tornando o abastecimento tóxico. Como resultado, milhares de japoneses da região morreram ou tiveram sequelas. Deformidades e defeitos congênitos graves eram uma ocorrência comum. W. Eugene Smith foi quem denunciou a atrocidade ao mundo. Escrito e dirigido por Andrew Levitas (“A Última Canção”), o filme também inclui em seu elenco Bill Nighy (“A Livraria”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Jun Kunimura (“O Diretor Nu”), Ryo Kase (“O Fim da Viagem, O Começo de Tudo”), Minami (“Vision”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Akiko Iwase (“Pássaro do Oriente”) e a cantora Katherine Jenkins (“Doctor Who”). O trailer inclui alguns elogios da mídia, mas a verdade é que “Minamata” foi exibido no Festival de Berlim, no começo do ano, sem entusiasmar a crítica. O lançamento vai acontecer no início de 2021.

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    Trailer dramático coloca Anthony Hopkins e Olivia Colman rumo ao Oscar 2021

    14 de setembro de 2020 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer de “The Father”, drama que reúne dois vencedores do Oscar, Anthony Hopkins (“O Silêncio dos Inocentes”) e Olivia Colman (“A Favorita”), e tem première marcada para vários festivais. Acompanhada por vários elogios, a prévia destaca a intenção do filme de buscar espaço na temporada de premiações. Na história impactante, Hopkins interpreta o pai da personagem de Colman e começa a demonstrar sintomas de demência. Confundindo-se com pessoas e situações, ele perde a noção da realidade, mas se recusa a deixar o apartamento onde viveu a vida toda, suspeitando que a filha pretende colocá-lo em um asilo. A sensação de desorientação é aprofundada pela decisão de apresentar a trama sob o ponto de vista do pai. A Academia gosta de premiar intérpretes de doentes e já deu um Oscar para Julianne Moore pelo retrato de uma mulher com Alzheimer, em “Para Sempre Alice”. O elenco da produção ainda inclui Olivia Williams (“Counterpart”), Imogen Poots (“Viveiro”), Mark Gatiss (“Sherlock”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”) e Evie Wray (“Sense8”). “The Father” tem direção do dramaturgo francês Florian Zeller (“A Viagem de Meu Pai”), que também escreveu o roteiro com Christopher Hampton (vencedor do Oscar por “Ligações Perigosas”). Exibido no Festival de Sundance, em janeiro, o filme foi ovacionado pela crítica, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. As premières serão retomadas nesta segunda (14/9) com apresentação no Festival de Toronto, e seguem na sexta (18/9) no Festival de San Sebastian e no próximo fim de semana no Festival de Zurique. A estreia comercial está marcada para 18 de dezembro aos cinemas norte-americanos, mas ainda não há confirmação para o Brasil.

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    Dwayne Johnson revela que pegou Covid-19 com toda a família

    2 de setembro de 2020 /

    O ator Dwayne “The Rock” Johnson revelou na noite desta quarta (2/9) que ele a família contraíram covid-19 nas últimas semanas. De acordo com o ator, todos já estão recuperados, mas a experiência foi bastante “desafiadora”. “Eu queria dar a vocês uma pequena atualização útil sobre as coisas que têm acontecido aqui nas últimas semanas. Então, a atualização é esta: minha esposa Lauren, assim como minhas duas meninas e eu, todos nós pegamos Covid-19”, iniciou o ator, em vídeo compartilhado em suas redes sociais. “Eu poderia dizer a vocês que esta foi uma das coisas mais desafiadoras e difíceis que já tivemos que suportar como uma família, e para mim também, pessoalmente”, contou. “Testar positivo para Covid-19 é muito diferente de superar ferimentos graves, ou ser despejado, ou até mesmo estar sem dinheiro, coisa que estive mais do que algumas vezes”, disse, acrescentando que o motivo dessa diferença é pelo fato de que sua prioridade sempre foi proteger a família. “Eu queria que fosse apenas eu que tivesse pegado o vírus, mas foi a minha família inteira”, adicionou. Apesar disso, Johnson garantiu que todos já estão bem e não estão mais contaminados. “Passamos pelo Covid-19 mais fortes e saudáveis.” O ator ainda afirmou que as filhas, de 2 e 4 anos, se recuperaram rapidamente, mas que ele e a mulher “tiveram uma experiência difícil”. “Se vocês estão recebendo família e amigos em sua casa, que você conhece, confia neles, eles podem ficar em quarentena assim como vocês. Você nunca sabe”, disse ele, sugerindo que os visitantes fossem testados um dia antes de qualquer visita. The Rock pediu para que seus seguidores não baixassem “a guarda” e que buscassem aumentar a sua imunidade, além de defender a importância da utilização das máscaras. “Me deixa perplexo o que algumas pessoas fazem, incluindo alguns políticos que pegam esta necessidade de que usar máscara e fazem disso uma agenda, politizando isto. Isso não tem nada a ver com política”, criticou. “Use sua máscara. É um fato e é a coisa certa a se fazer. E é a coisa responsável a fazer”, finalizou, pedindo para os seus fãs busquem se manter saudáveis. Ver essa foto no Instagram Stay disciplined. Boost your immune system. Commit to wellness. Wear your mask. Protect your family. Be strict about having people over your house or gatherings. Stay positive. And care for your fellow human beings. Stay healthy, my friends. DJ 🖤 #controlthecontrollables Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 2 de Set, 2020 às 3:26 PDT

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    Magreza de Chadwick Boseman chamava atenção, mas doença só foi revelada após morte

    29 de agosto de 2020 /

    Um dos motivos da grande comoção em torno da morte de Chadwick Boseman na sexta-feira (28/8) foi a surpresa dos fãs e de muitos colegas ao descobrirem que ele enfrentava um câncer de cólon há quatro anos. O ator manteve a doença em segredo durante todo esse tempo, enquanto fazia alguns de seus trabalhos mais famosos, como o blockbuster “Pantera Negra”. Durante a divulgação deste filme, ele chegou a chorar ao contar a história de duas crianças com câncer terminal que não conseguiram resistir para ver a estreia nos cinemas. Em retrospecto, ele claramente se identificou com as jovens vítimas da doença, que tiveram suas trajetórias abruptamente interrompidas. Só quem sabia da doença era a família e as pessoas de seu círculo mais íntimo. Bastante reservado, o ator não revelou sequer que tinha se casado com Taylor Simone Ledward nos últimos meses, notícia que só veio à tona do dia de sua morte, quando o porta-voz da família contou que ele faleceu ao lado da esposa. “Minha vida não é da conta de ninguém, de verdade. Quando falo sobre coisas pessoais, torno-me uma espécie de celebridade. E minha vida pessoal acaba interferindo na parte profissional. Eu sou um ator, e as pessoas me conhecem pelos personagens que eu interpreto. Elas têm uma impressão sobre quem eu sou, mas não sabem realmente tudo”, chegou a dizer, numa entrevista recente. Apesar disso, sua aparência deixava claro que algo não estava bem com sua saúde. Em fevereiro, durante a cerimônia de entrega do Oscar, chamou atenção por estar bastante magro. E, desde então, não fez mais aparições públicas. Devido à pandemia de covid-19, ele se manteve recluso, em isolamento social, mostrando apenas o rosto em lives na internet. Mesmo assim, um vídeo publicado em suas redes sociais, em abril de 2020 (veja abaixo), chamou atenção para sua gritante perda de peso. O ator apareceu magérrimo para divulgar a “Operação 42”, iniciativa para ajudar hospitais que atendem comunidades negras durante a pandemia do novo coronavírus, e que foi batizada em homenagem ao filme “42: A História de uma Lenda” (2013), em que ele interpretou Jackie Robinson, primeiro jogador de beisebol negro a participar da liga profissional. Em junho, fotos de paparazzi flagraram o ator entrando em cadeira de rodas num hospital. O fato não foi esclarecido à época. Em nenhum momento, a doença do ator foi comunicada ou vazada para a imprensa. Diagnosticado com o estágio 3 do câncer em 2016, Chadwick Boseman enfrentou cirurgias e quimioterapia sem que o público soubesse, esperando superar as dificuldades de saúde para continuar a carreira, que tinha atingido o auge. Entretanto, não conseguiu evitar que doença evoluísse para o estágio 4, terminal. Ver essa foto no Instagram I am hearing stories of desperation from people all over the country, and we know our communities are suffering the most and urgently need help. Celebrating #JackieRobinsonDay with the launch of Thomas Tull’s #Operation42, a donation of 4.2 million dollars in personal protective equipment (PPE) to hospitals that service the African American Communities who have been hit the hardest by the Covid-19 pandemic. Thank you, Jackie, for refusing to accept the world as it is, for showing us that we can make a difference. Uma publicação compartilhada por Chadwick Boseman (@chadwickboseman) em 15 de Abr, 2020 às 6:36 PDT

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    Robin Williams não conseguia decorar falas de seu último filme

    20 de agosto de 2020 /

    O diretor Shawn Levy revelou que Robin Williams estava emocionalmente “desmoronando” e com problemas para decorar falas durante as filmagens de seu último filme, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba” de 2014. Levy teve aval da esposa de Williams para falar francamente sobre o estado do ator num depoimento para o documentário “Robin’s Wish”, sobre os últimos dias do comediante, que tirou a própria vida antes do lançamento do filme. “Eu diria que, com um mês de filmagem, estava claro para mim — estava claro para todos nós naquele set — que algo estava acontecendo com Robin”, diz Levy no documentário. “Vimos que Robin estava lutando de uma maneira que nunca tinha feito para lembrar as falas e combinar as palavras certas com a performance”, contou. “Quando Robin me ligava às 10 da noite, às 2 da manhã, às 4 da manhã, dizendo: ‘É utilizável? Alguma desta pode ser utilizada? Eu sou uma merda? O que está acontecendo?’, eu o tranquilizava. ‘Você ainda é você. Eu sei disso. O mundo sabe disso. Você só precisa se lembrar disso’.” “Minha fé nele nunca foi embora, mas vi sua moral desmoronar. Eu vi um cara que não era ele mesmo e isso era imperdoável”, completou Levy. Durante a filmagem, Williams lutava contra o avanço da demência por corpos de Lewy, uma doença degenerativa que afetou suas funções cognitivas e motoras. Ele nunca falou sobre o problema, mas os sintomas se tornaram tão graves que o levaram a tirar a própria vida em 2014. Dirigido por Tylor Norwood (“The United States of Detroit”), o documentário “Robin’s Wish” é produzido pela viúva do ator, Susan Schneider-Williams, e conta pela primeira vez como foi o declínio da saúde de Williams, com depoimentos de amigos, colegas e diretores que trabalharam com o comediante, além de cenas de filmes e imagens raras da família. A estreia está marcada para 1º de setembro nos EUA, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Veja abaixo o trailer da produção.

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    Selma Blair emociona fãs com ensaio fotográfico de bengala em seu jardim

    20 de agosto de 2020 /

    A atriz Selma Blair emocionou seus seguidores do Instagram ao publicar um ensaio fotográfico produzido no quintal de sua casa, no qual apareceu se apoiando a uma bengala. Ela enfrenta esclerose múltipla desde 2018 e vem compartilhando cada vitória – e algumas derrotas – com os admiradores. “Uma prévia dos bastidores. Improvisação no quintal”, escreveu a artista de 48 anos, que tem conseguido se manter ativa apesar da doença degenerativa, na legenda de três imagens do ensaio. Uma das fotos mostra a atriz em pé, com a perna apoiada em uma cadeira, na outra ela está sentada segurando sua bengala e na terceira ela recebe um close de suas pernas. Vários fãs se manifestaram em elogios e comentários comovidos. “Quente demais”, escreveu a socialite Tamra Judge, estrela do reality show “Real Hosewives of Orange County”. “O sol vai se aposentar, ele está com inveja por não ser mais a coisa mais quente do universo”, brincou o dono do perfil Wardfoto. “A sua luta é uma inspiração para mim”, acrescentou uma terceira pessoa, com perfil anônimo. “Você tem as pernas mais incríveis”, disse a admiradora Rachel. Selma Blair é muito querida em Hollywood por seus trabalhos em produções como “Segundas Intenções” (1999), “Tudo Para Ficar Com Ele” (2002) e os dois primeiros filmes da franquia “Hellboy”. Ela também é mãe de Arthur, de 9 anos, fruto de seu relacionamento com o estilista Jason Bleick, e tem usado as redes sociais para compartilhar suas sessões de terapia e exercícios físicos para amenizar os efeitos da doença. Graças aos apoios dos colegas, ela conseguiu estrelar a 1ª temporada da série sci-fi “Outra Vida”, renovada no ano passado, e fazer aparições em “Perdidos no Espaço”. Além disso, está na franquia adolescente de cinema “After”, que acaba de terminar a filmagem de seu segundo longa, “After: Depois da Verdade”, com previsão de estreia para outubro. Ver essa foto no Instagram Sneak peek of behind the scenes. Theatrics in back yard. Brought out a favorite Dior shoe, still holds up. Knix body suit. Kate moss cape. Uma publicação compartilhada por Selma Blair (@selmablair) em 18 de Ago, 2020 às 9:00 PDT

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    Trailer de documentário sobre Robin Williams revela luta contra demência

    6 de agosto de 2020 /

    A Vertical Entertainment divulgou o trailer de “Robin’s Wish”, documentário sobre os últimos anos do astro Robin Williams. O longa revela os bastidores da luta de Williams contra a demência por corpos de Lewy, uma doença degenerativa que afetou suas funções cognitivas e motoras. Ele nunca falou sobre o problema, mas os sintomas se tornaram tão graves que o levaram a tirar a própria vida em 2014. Dirigido por Tylor Norwood (“The United States of Detroit”), o documentário “Robin’s Wish” é produzido pela viúva do ator, Susan Schneider-Williams, e conta pela primeira vez como foi o declínio da saúde de Williams, com depoimentos de amigos, colegas e diretores que trabalharam com o comediante, além de cenas de filmes e imagens raras da família. A estreia está marcada para 1º de setembro nos EUA, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Trailer do novo filme do diretor de Percy Jackson mistura romance adolescente e esquizofrenia

    19 de julho de 2020 /

    A distribuidora americana Roadside Attractions divulgou o primeiro trailer de “Words on Bathroom Walls”. A prévia mostra de forma bastante ilustrativa a experiência do protagonista, um adolescente que descobre sofrer de esquizofrenia. A diferença em relação a outras produções sobre o tema é que o filme traz o ponto de vista do doente, mostrando as visões que o afligem. Além disso, é um romance. A produção se encaixa na tendência mórbida dos romances com adolescentes doentes, que ainda resiste, seis anos após o sucesso de “A Culpa É das Estrelas” (2014). Como aquele filme, também se trata da adaptação de um best-seller – de autoria de Julia Walton. O diretor é Thor Freudenthal, de “Diário de um Banana” (2010) e “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), e o elenco destaca Charlie Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) como o jovem protagonista, Taylor Russell (“Perdidos no Espaço”) como seu interesse romântico, Molly Parker (também de “Perdidos no Espaço”) e Walton Goggins (“Tomb Raider”) como seus pais, e também há papéis para Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), AnnaSophia Robb (“The Carrie Diaries”) e Devon Bostick (“The 100”). A estreia está marcada para “este verão” (até o final de agosto) nos EUA.

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    Atriz de Supernatural é diagnosticada com câncer de mama

    6 de julho de 2020 /

    A atriz Samantha Smith, que viveu a mãe de Sam e Dean na série “Supernatural”, revelou aos fãs ter sido diagnosticada com câncer de mama. Em post nas redes sociais, ela contou que terá que passar em breve por uma dupla mastectomia. “Bom, aqui vai. Acabei de ser diagnosticada com câncer de mama (pela segunda vez, mas essa é outra história). Então, vou fazer uma mastectomia dupla em algumas semanas, o que é bom. Meu prognóstico é ótimo. Peitos novos e sem mamografias por toda a vida? #SilverLinings!”, ela escreveu, usando a expressão em inglês que fala do “lado positivo” das notícias ruins. A atriz também aproveitou para alertar os fãs sobre a importância dos exames preventivos e de cuidar da própria saúde. “Por favor, não negligencie sua saúde. Faça os seus exames. Se eu tivesse demorado para procurar tratamento, sabe Deus o que eu iria enfrentar. Eu vou ficar bem. Eu quero que vocês fiquem bem também. Cuidem-se”, completou. Veja o post original abaixo. Ver essa foto no Instagram Here’s the deal. I was just diagnosed with breast cancer. (For the 2nd time, but that’s another story…) So I’ll have a double mastectomy in a couple weeks, which is fine. My prognosis is great. New boobs & no mammograms for life? #SilverLinings! In all seriousness, the reason I’m talking about this right now is, luckily I found this with a self-exam, but my doctor told me that 50% –FIFTY% – of Americans have sought NO health care since March, *even with symptoms of illness.* And OBGYN visits are down to record lows. Please don’t neglect your health. Get your screenings. If I had waited to seek treatment, who knows what I’d be facing. I’m going to be fine. I want you to be fine, too. Look after yourselves, & I’ll keep you posted on this ride. 💗 Sam Uma publicação compartilhada por Samantha Smith (@samsmithgrams) em 3 de Jul, 2020 às 11:04 PDT

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    13 Reasons Why: Netflix encerra uma de suas séries mais faladas

    5 de junho de 2020 /

    A Netflix lançou nesta sexta (5/6) a 4ª e última temporada de “13 Reasons Why”, série que já foi uma das mais comentadas e polêmicas da plataforma. O desfecho tem direito a morte, colapso mental, o resgate das fitas trágicas e até uma nova visão de além-túmulo de Hannah Baker. Mas se despede, em meio à formatura dos personagens, como uma sombra da produção original. Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a atração foi lançada como minissérie em 2017, mas “causou” tanto com suas cenas gráficas de suicídio e espiral de depressão que atraiu muitos curiosos e, graças a essa grande audiência, acabou “renovada”. No final, foram quatro temporadas. A primeira continuação ainda manteve alguma ligação com a carga emocional original, mas a pressão conservadora fez com que a produção fosse, pouco a pouco, suavizando sua abordagem. Até a 1ª temporada ganhou reedição da Netflix, visando eliminar seus aspectos mais controversos, que pudessem ser considerados gatilho de suicídio. No meio do caminho, a HBO lançou “Euphoria”, muito, mas muito mais forte que “13 Reasons Why”, deixando claro que a série de streaming tinha ficado para trás. De fato, a última temporada aproxima-se até de “Pretty Little Liars”. Ainda que seu “eu sei o que vocês fizeram no verão passado” não tenha gerado uma irmã gêmea abandonada que ninguém nunca viu, a conclusão é praticamente a mesma – uma dissociação de personalidade. Mas “13 Reasons Why” deixou um bom legado, ao ajudar a encerrar o tabu em torno da depressão adolescente e chamar atenção para a grande quantidade de casos de suicídio nessa faixa etária. A série também será lembrada por projetar a então novata atriz australiana Katherine Langford, intérprete de Hannah, que, depois de se tornar o pesadelo dos pais americanos, fez “Com Amor, Simon” (2018), “Entre Facas e Segredos” (2019), apareceu na versão de streaming de “Vingadores: Ultimato” (2019) e vai estrelar uma nova série de fantasia da Netflix, “Cursed – A Lenda do Lago”, como principal protagonista. Na prática, porém, o protagonista de “13 Reasons Why” era Dylan Minnette, já conhecido por vários filmes, como “Os Suspeitos” (2013), “Goosebumps: Monstros e Arrepios” (2015) e “O Homem nas Trevas” (2016). Clay, o seu personagem, foi quem realmente e(in)voluiu de forma traumática ao longo da história, quase como garoto-propaganda da terapia psicanalítica. O elenco jovem ainda incluiu Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Brandon Flynn (“True Detective”), Justin Prentice (“Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (“Parenthood”), Christian Navarro (“Vinyl”), Ross Butler (“Teen Beach 2”) e o brasileiro Henry Zaga (“Teen Wolf”). O mais curioso é que a produção, desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, deveria ter sido originalmente estrelada pela cantora Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver como produtora, inaugurando uma nova etapa em sua carreira. A atração também teve como destaque a participação do cineasta Tom McCarthy, do filme vencedor do Oscar “Spotlight” (2015). Ele comandou os dois primeiros episódios. E depois sumiu nos bastidores, numa função executiva. Confira abaixo o trailer da temporada final, já disponível em streaming.

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    Chloe Bennet revela ter passado por cirurgia para tratar endometriose

    13 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Chloe Bennet, que interpreta Daisy/Tremor na série “Agents of SHIELD”, revelou ter passado por uma cirurgia na sexta passada (7/2) para tratar sua endometriose, doença com a qual convive há pelo menos dez anos. Em post publicado no Instagram, ela compartilhou duas fotos em que aparece se recuperando na cama do hospital. Ao lado das imagens, Bennet confessou ter passado muito tempo com vergonha da doença, por se tratar de um “problema de saúde feminino”. Mas decidiu vencer o bloqueio e postar sobre o problema, “porque esse sentimento de vergonha é a razão exata pela qual tantas mulheres não procuram tratamento”. “Levei muitos anos tentando médicos diferentes, pesquisando no google e acreditando que estar com muita dor o tempo todo NÃO podia ser normal como me diziam”, ela contou. “Foi preciso encontrar uma médica incrível que não apenas validasse meus sintomas com uma imensa quantidade de conhecimento sobre a doença, mas, o mais importante, ela me incentivou a não ter vergonha. É um luxo não sentir vergonha de algo depois de tanto tempo. Por fim, estou compartilhando isso, porque muito do que me ajudou nos últimos 10 anos foram posts de blogs ou artigos aleatórios”. Ela também citou as contas de Instagram que abordam a endometriose, como a de Lena Dunham (“Girls”), que recentemente passou por uma cirurgia para retirada do útero por conta do problema, e pediu para que “doenças femininas” sejam tratadas mais abertamente para evitar desinformação. Por conta da ignorância, ela lembra que seu “instinto sempre foi agir como se não fosse grande coisa, tolerar a dor e simplesmente não falar sobre isso”. Mas a doença é séria. A endometriose é uma condição em que células semelhantes às do endométrio – a camada de tecido que reveste o útero – crescem no seu exterior. Os locais de crescimento mais frequentes são os ovários, as trompas de Falópio e o tecido que envolve o útero e os ovários. Os principais sintomas são dor na parte inferior do abdômen e infertilidade. Cerca de metade dos casos apresentam dor pélvica crônica, enquanto em 70% a dor ocorre durante a menstruação. Também é comum ocorrer dor durante as relações sexuais. Confira o relato completo da atriz abaixo. Ver essa foto no Instagram So last Friday I got surgery to help treat my Endometriosis, a disease I have been quietly suffering from since before I can remember. I wasn’t going to post about this because it’s all very personal, and well, honestly because this is about a “feminine health issue” … and even now, writing this out makes me feel… slightly embarrassed and uncomfortable, and I hate that. Because that feeling of embarrassment is the exact reason why so many women don’t seek out treatment. The shame that surrounds most women’s health issues often fuels the voices in our heads that tell us we are somehow “over reacting” or “shouldn’t be taken seriously”. It trickles down into how we are treated in the work place, into what is covered by insurance, and notably, how heath care professionals treat us. It took me many years of trying different doctors, late night google searches, and just believing that being in a severe amount of pain ALL the time WAS NOT normal and doesn’t have to be to get treatment. It took finding an incredible doctor who could not only validate my symptoms with an immense amount of knowledge on the disease, but most importantly she encouraged me to be absolutely shameless about it. It’s a luxury to not feel shame about something after so long. Ultimately I’m sharing this because so much of what has helped me over the past 10 years has been the small little blogs or the random articles, the Endo Instagram accounts, or the Lena Dunham’s of the world (she is a BADASS) sharing their stories, despite what it must look like to everyone else. Whether it’s Endometriosis, PCOS, hormone imbalances, dealing with the insane side effects of birth controls, GIVING (Fucking) BIRTH, or just a regular old period, I feel like we need to talk about it. Normalize the conversation. Feel no shame. No more passing tampons in our sleeves or under the table so the boys don’t see, that shits whack. So yeah, I guess I’m speaking about this now because my instinct has always been to act like it’s no big deal, tolerate the pain and just not talk about it. So this is me talking about it. (And also despite being high as a kite, I looked cute in these compression socks) Uma publicação compartilhada por Chloe Bennet (@chloebennet) em 11 de Fev, 2020 às 12:44 PST

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