Roteirista de Logan vai transformar os quadrinhos de Y: O Último Homem em série
Há anos considerada como franquia potencial, a adaptação dos quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man) finalmente ganhou encomenda de piloto para virar série. O canal pago FX aprovou o roteiro de Michael Green (indicado ao Oscar por “Logan”) e deu sinal verde para a produção pós-apocalíptica. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, “Y: O Último Homem” contou em 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente da morte repentina de todos os seres do planeta com cromossomo Y, sejam humanos ou animais, por uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que eles são os únicos machos que restaram, passam a caçá-los de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. A publicação ganhou cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, e foi publicada no Brasil por três editoras diferentes. O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para a FX há três anos, em parceria com Michael Green. Vaughan também é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de ser cocriador da série “American Gods”. A adaptação de “Y” ronda Hollywood há cerca de uma década. O projeto quase saiu do papel em 2007 como um filme dirigido por D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e estrelado por Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”), e em 2012 chegou a ser cotado para virar o longa de estreia de Dan Trachtenberg, que acabou fazendo “Rua Cloverfield 10”. Quando a Warner cedeu os títulos da Vertigo para a New Line, a expectativa era que sua subsidiária produzisse filmes de terror barato a partir dos quadrinhos. Entretanto, os produtores logo descobriram que as histórias da Vertigo eram complexas demais para o cinema. Como o tempo passou sem que a New Line conseguisse tirar a adaptação de “Y” do papel, os direitos reverteram para seu autor. Com experiência no universo das séries, Vaughn quis aproveitar a boa aceitação de outras criações da Vertigo na TV – “Constantine” fracassou, mas “Lucifer”, “Preacher” e “iZombie” continuam a ser renovadas. E assim fechou um acordo com o estúdio Color Force, de Nina Jacobson e Brad Simpson, que foram coprodutores da aclamada série “The People v. OJ Simpson – American Crime Story”, e que por isso já possuíam uma relação com o FX. Mas o canal pago só decidiu ir adiante após Michael Green deixar a série “American Gods” e se comprometer a assumir a produção de “Y: The Last Man” (o título original). Mesmo assim, os executivos do FX querem ver um piloto antes de encomendar uma temporada. O piloto terá direção de Melina Matsoukas, especialista em clipes (e premiada por trabalhos com Beyoncé e Rihanna), que estreou em séries assinando sete episódios de “Insecure”. Caso o piloto seja aprovado, o canal já definiu que a produtora Aïda Mashaka Croal (das séries “Jessica Jones” e “Luke Cage”) vai dividir a função de showrunner com Green, tendo em vista como ele é requisitado por Hollywood. O criador dos quadrinhos, Brian K. Vaughan, também participará da produção, mas já disse repetidas vezes que prefere que outra pessoa tome as decisões sobre como adaptar sua obra – a segunda a virar série, após “Fugitivos” (Runaways), da Marvel.
Trailer legendado de A Primeira Noite de Crime mostra como a distopia começou
A Universal divulgou fotos, o pôster nacional e o trailer legendado de “A Primeira Noite de Crime”, indicando ter voltado atrás na equivocada titulagem do terceiro filme (“12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”). A prévia mostra como a tradição distópica de “Uma Noite de Crime” (2013) começou, com a aprovação de uma legislação que libera o crime por 12 horas em todos os Estados Unidos. Diante de protestos pacíficos da população contra a lei do expurgo (tradução literal de “Purge”, o título original da franquia), o governo resolve inserir militares disfarçados de civis para iniciar a matança. “A Primeira Noite de Crime” é o primeiro “Purge” sem direção de James DeMonaco, que comandou todos os anteriores. Ele continua como produtor e roteirista, enquanto a direção ficou a cargo de Gerard McMurray (“O Código do Silêncio”). O elenco inclui Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Melonie Diaz (“O Expermimento Belko”), Luna Lauren Velez (série “Dexter”), Mo McRae (série “Pitch”), Patch Darragh (série “The Path”), Y’lan Noel (série “Insecure”), Lex Scott Davis (série “Training Day) e Joivan Wade (série “Doctor Who”). A estreia está marcada para 4 de julho nos Estados Unidos e apenas 23 de agosto no Brasil.
Trailer da 2ª temporada de 3% revela resistência contra o Processo
A Netflix divulgou dois pôsteres, fotos e o trailer completo da 2ª temporada de “3%”, sua primeira série original brasileira, que mostra novos conflitos dos personagens. A prévia revela que, após serem reprovados no Processo, Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes) se juntaram à Causa, enquanto Michele (Bianca Comparato), agora parte da elite, recebe a missão de voltar ao Continente para se infiltrar na resistência dos ex-colegas. Além disso, efeitos visuais e cenografia caprichada sugerem um aumento de orçamento para a produção. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os novos episódios mostrarão um novo Processo que se aproxima, enquanto acompanha as vidas dos 3% que ingressaram na elite na 1ª temporada e os que voltaram a seus cotidianos de dificuldades. Para a 2ª temporada, o elenco foi reforçado com participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”) e Laila Garin (novela “Rock Story”). A estreia está marcada para o dia 27 de abril.
Jogador Nº 1 é o maior “ovo de Páscoa” do mundo
Easter Egg, em tradução literal, é o famoso “ovo de Páscoa”. Usado no vocabulário nerd, o termo passou a significar aquela referência meio oculta, uma piscadinha para o fã dentro de filmes, livros e histórias em quadrinhos. Algo que é preciso procurar com cuidado para encontrar, tal qual as buscas por ovos de páscoa escondidos que as crianças fazem. Mas numa época em que o ovo de chocolate já não é suficiente em si mesmo, precisando oferecer os brindes mais diversos e sofisticados para consumo, “Jogador Nº1” vem para suprir a gula de um público ávido por referências sem que ele precise se esforçar para se se sentir recompensado. Assim como no livro de mesmo nome escrito por Ernest Cline, o filme inverte as coisas e coloca em primeiro plano aquilo que era divertido encontrar exatamente por estar escondido. Neste sentido, as referências são muito mais uma matrioska do que um ovo: são informações dentro de informações, dentro de informações. E tudo muito fácil e muito rápido para dar a sensação boa de saciamento imediato. “Jogador Nº 1” é, para o bem ou para o mal, o reflexo do que se tornou a cultura pop contemporânea. E por isso mesmo pode ser divertido pra caramba – e completamente alienado. Cheia de nostalgia por filmes, videogames e quadrinhos, a fábula distópica que imagina um mundo em que as pessoas vivem em um universo virtual chamado Oasis acompanha Wade Watts (Tye Sheridan) em sua busca pelos easter eggs deixados neste mundo de fantasia por seu inventor, James Halliday (Mark Rylance). É uma caça ao tesouro de escala épica em que quem encontrar o “ovo” herdará a maior fortuna que existe. Nesta mistura de “A Fantástica Fábrica de Chocolates” com “O Código da Vinci”, “Jogador Nº 1” abraça sem medo a explosão visual pop, debulhando informações no ritmo de uma leitura dinâmica. Se em “The Post” Steven Spielberg reverenciava seus colegas dos anos 1970, aqui ele mira não apenas em si mesmo, mas também em diretores contemporâneos que por sua vez foram influenciados por ele mesmo, de Peter Jackson a (pasme) Michael Bay. Há uma energia impressionante nas cenas de ação, dosada por uma abordagem ingênua das situações, resultando em uma aventura que não se pretende ser nada mais do que aparenta. A discussão social sobre a sociedade distópica fora do Oasis, que já não era muito aprofundada no livro, é praticamente anulada no filme, que assume para si a carapuça de fuga alienante da realidade assim como o universo virtual que retrata. As mudanças em relação ao livro são bem-vindas, priorizando aquilo que ficaria melhor na linguagem audiovisual. E a trilha sonora de Alan Silvestri funciona muito bem em parceria com clássicos pop que fazem abrir um sorriso aos primeiros acordes. Já o mundo do Oasis no filme é a melhor experiência digital de imersão no cinema desde “Avatar”. As contrapartes virtuais dos personagens convencem totalmente, com uma dinâmica do grupo dos protagonistas que, apesar de apressada, é cativante. O filme segue a estrutura simples de sucessos de Hollywood da década de 1980 para oferecer uma mise-en-scene de timeline de redes sociais, repleta de dados variados jogados uns sobres os outros. E se exagera na narração e nos diálogos pra lá de expositivos, o filme compensa na forma fluída com que nos leva para acompanhar as fases da jornada de seu protagonista. É uma aventura ágil e divertida que apresenta uma realidade em que tudo é um jogo e todo mundo acha que merece ser premiado. Wade não é um “escolhido”, é apenas um jovem com milhares de horas conectado. Seus amigos e sua rebelião não se organizam por aprofundamento ideológico, mas simplesmente por uma afinidade nos laços da bolha virtual. O universo que habitam é da hiperatividade e do consumo desenfreado de informações rasas. Tudo narrado com bastante redundância. “Jogador Nº 1″ é o “Matrix” da geração Youtube.
Criador de The Handmaid’s Tale diz que 2ª temporada ainda segue o livro de Margaret Atwood
O roteirista e produtor Bruce Miller, criador da série “The Handmaid’s Tale”, resolveu desfazer uma confusão gerada pela extensão da história numa 2ª temporada. Considerando que a 1ª temporada contou praticamente toda a trama do livro homônimo de Margaret Atwood, lançado no Brasil como “O Conto da Aia”, a continuação do drama de Offred é inédita, mas não foi criada do zero. Miller contou que o posfácio do livro serve como base para os novos capítulos. “As pessoas falam sobre como estamos indo além do livro, mas não na verdade não estamos”, disse o produtor, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “O livro salta 200 anos e apresenta uma discussão acadêmica em seu final, sobre o que aconteceu naquela época. Talvez isso seja tratado como um esboço, mas já está lá no livro de Margaret. Não estamos indo além do romance, estamos apenas abordando um pouco mais devagar um território pelo qual ela passou rapidamente.” A 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale” estreia em 25 de abril na plataforma Hulu, que não está disponível no Brasil. Mas será exibida futuramente pelo canal pago Paramount, que está passando a 1ª temporada no país.
2ª temporada de The Handmaid’s Tale ganha trailer eletrizante
O serviço de streaming Hulu divulgou o primeiro trailer oficial da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora dos últimos prêmios Emmy e Globo de Ouro. O trailer começa onde o final da temporada original terminou, com Offred grávida e sendo deportada. Mas apesar do que o destino lhe reserva, ela se sente mais livre, voltando a assumir seu nome real, June Osbourne. O resto da prévia tem ritmo eletrizante, ao mostrar a reação brutal do governo fascista de Gilead contra a rebeldia das aias, com execuções públicas e exílios em campos radioativos de trabalho forçado. As cenas ampliam o mundo distópico da escritora Margaret Atwood, ao mostrar locais e situações não abordados no romance “O Conto da Aia”, que compôs toda a temporada inaugural. Entre as novidades, estão a introdução de novas personagens vividas por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”), Greg Bryk (série “Bitten”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”), e a revelação das mencionadas colônias radioativas, locais para onde são mandadas as mulheres que não se submetem ao regime totalitário de Gilead. “The Handmaid’s Tale” volta no dia 25 de abril nos Estados Unidos.
Teaser revela cenas inéditas e data de estreia da 2ª temporada de 3%
A Netflix divulgou um novo teaser de “3%”, sua primeira série original brasileira, que mostra alguns flashes dos próximos episódios e informa a data de estreia da 2ª temporada. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os novos episódios mostrarão um novo processo que se aproxima, enquanto acompanham as vidas de Rafael (Rodolfo Valente) e Michele (Bianca Comparato), agora parte dos 3%, e as de Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes), que retornaram às suas vidas de antes. Para a 2ª temporada, o elenco foi reforçado com participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”) e Laila Garin (novela “Rock Story”). A estreia está marcada para o dia 27 de abril.
Nova foto de The Handmaid’s Tale revela destino de Alexis Bledel na série
A plataforma Hulu divulgou uma nova foto da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. A imagem revela o destino de Ofglen (Alexis Bledel), após ser exilada nas colônias radioativas de trabalhos forçados. Ela aparece em meio a trabalhadoras num campo enlameado, com trajes de camponesa. Pelo que as sinopses dão entender, ela logo se reencontrará com a protagonista Offred (Elisabeth Moss). A 2ª temporada ampliará o mundo distópico da escritora Margaret Atwood, ao ir além do romance “O Conto da Aia”, que compôs toda a temporada inaugural. Entre as novidades, estão a introdução de novas personagens vividas por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”), e a revelação das colônias radioativas, locais para onde são mandadas as mulheres que não se submetem ao regime totalitário de Gilead. Os novos episódios estreiam em 25 de abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.
Teaser e pôster de The Handmaid’s Tale revelam data de estreia da 2ª temporada
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro teaser da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. O vídeo ilustra a vida de submissão da protagonista Offred (Elisabeth Moss) e tem a função de divulgar a data de estreia dos novos episódios. A 2ª temporada ampliará o mundo distópico da escritora Margaret Atwood, ao ir além do romance “O Conto da Aia”, que inspirou a produção de Bruce Miller – e compôs toda a temporada inaugural. Entre as novidades, estão a introdução de novas personagens vividas por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”), e a revelação das colônias radioativas, locais para onde são mandadas as mulheres que não se submetem ao regime totalitário de Gilead. Os novos episódios estreiam em 25 de abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.
Ator de Planeta dos Macacos: A Guerra vai estrelar série baseada no filme Uma Noite de Crime
O ator Gabriel Chavarria (um dos principais humanos de “Planeta dos Macacos: A Guerra”) e a atriz Jessica Garza (série “Six”) vão estrelar a série “The Purge”, baseada na franquia distópica homônima – lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). A produção está a cargo do estúdio Blumhouse, responsável por inúmeros sucessos de terror – só no ano passado, “Fragmentado” e “Corra!” – , que produziu os três filmes da franquia. Segundo o site The Hollywood Reporter, Chavarria nem precisou fazer teste, sendo considerado a primeira escolha para o papel, após estrelar o drama “Lowriders”, produzido pela Blumhouse. Ele vai interpretar Miguel, um marine que, após receber uma carta enigmática da irmã, retorna na noite do expurgo, preparado para enfrentar a violência das ruas e proteger sua família. Já Garza viverá Penelope, integrante de uma seita de adoradores do expurgo que é selecionada para ser sacrificada, mas passa a questionar sua fá quando é exposta à realidade da violência sancionada pelo governo. Com dez episódios, a série é uma criação do diretor e roteirista James DeMonaco, responsável por “The Purge” também no cinema, e será exibida nos EUA por dois canais diferentes, USA e SyFy, por enquanto sem previsão de estreia.
Quarto filme da franquia The Purge ganha teaser patriótico
A Blumhouse Productions divulgou o pôster e o primeiro teaser de “First Purge”, quarto filme da franquia “The Purge”, lançada no Brasil alternadamente como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas Para Sobreviver”. No clima da campanha eleitoral do Presidente Trump, o vídeo tremula bandeiras e argumenta que a capacidade de matar é que torna os Estados Unidos um grande país. Escrito por James DeMonaco, criador da franquia, “First Purge” vai mostrar, como diz o título, o primeiro expurgo experimental, após a aprovação da lei distópica que libera assassinatos por 24 horas, uma vez por ano. Trata-se, portanto, de um prólogo da saga iniciada em 2013. “The First Purge” será o primeiro filme da franquia que DeMonaco não vai dirigir. Ele continua como produtor e roteirista, enquanto a direção ficou a cargo de Gerard McMurray (“O Código do Silêncio”). O elenco inclui Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Melonie Diaz (“O Expermimento Belko”), Luna Lauren Velez (série “Dexter”), Mo McRae (série “Pitch”), Patch Darragh (série “The Path”), Y’lan Noel (série “Insecure”), Lex Scott Davis (série “Training Day) e Joivan Wade (série “Doctor Who”). A estreia está marcada para 4 de julho nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Michael Haneke vai fazer sua primeira série: uma sci-fi distópica
O diretor alemão Michael Haneke, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira e a Palma de Ouro por “Amor” (2012), vai fazer a sua primeira série. E será uma ficção científica distópica: “Kelvin’s Book”. “Depois de dez telefilmes e 12 filmes, eu queria contar uma história mais longa para variar”, disse Haneke, em comunicado das produtoras UFA Fiction e Fremantle Media. Com dez episódios e falada em inglês, a série se passa em um futuro distópico e acompanha a aventura de um grupo de jovens, que, após seu voo fazer um pouso de emergência, é confrontado com o rosto real de seu país pela primeira vez. Um dos poucos cineastas com duas Palmas de Ouro no currículo – ele também venceu o Festival de Cannes com “A Fita Branca” (2009) – , Haneke vai escrever e dirigir todos os capítulos. “‘Kelvin’s Book’ é uma história extraordinariamente rica, emocionante e ambiciosa. Com temas contemporâneos e um reflexo da era digital em que vivemos, não há melhor momento para este projeto”, descreveu o produtor Nico Hoffman, da UFA Fiction. Sediada na Alemanha, a UFA Fiction é responsável pelo bem-sucedido thriller alemão “Deutschland 83”, enquanto a Fremantle já desenvolveu séries de Paolo Sorrentino (“The Young Pope”), Neil Gaiman (“American Gods”) e Neil Cross (“Hard Sun”). Ainda não há canal definido ou previsão de estreia para “Kelvin’s Book”.
2ª temporada de The Handmaid’s revela novas personagens e participação de Marisa Tomei
As atrizes Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”) entraram na 2ª temporada da série “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. Sweeney fará parte do elenco fixo do novo ano de produção, no papel de Eden, uma garota de 15 anos que é descrita como “religiosamente devota e obediente, alguém que simboliza a nova onda de fiéis em Gilead”. O sonho da menina é se tornar uma esposa de comandante e sua fé cega a torna perigosa às demais ao seu redor. A personagem será introduzido no quinto episódio e seguirá até quase o final da temporada. Já Tomei e Jones terão participações especiais em apenas um episódio cada uma. O papel de Tomei não foi identificado, mas acontecerá num capítulo passado nas colônias radioativas, local onde são mandadas as pessoas que não aceitam o regime totalitário de Gilead. Por sua vez, Jones viverá a mãe da protagonista Offred (Elisabeth Moss), descrita como feminista radical. No livro “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, que inspirou a série, Offred por vezes reflete sobre as opiniões da mãe, que um dia chegou a considerar um pouco extremistas. Mas, conforme o romance avança, ela percebe que sua mãe não estava tão errada assim. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.












