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  • Filme

    Quarto filme da franquia The Purge ganha teaser patriótico

    4 de fevereiro de 2018 /

    A Blumhouse Productions divulgou o pôster e o primeiro teaser de “First Purge”, quarto filme da franquia “The Purge”, lançada no Brasil alternadamente como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas Para Sobreviver”. No clima da campanha eleitoral do Presidente Trump, o vídeo tremula bandeiras e argumenta que a capacidade de matar é que torna os Estados Unidos um grande país. Escrito por James DeMonaco, criador da franquia, “First Purge” vai mostrar, como diz o título, o primeiro expurgo experimental, após a aprovação da lei distópica que libera assassinatos por 24 horas, uma vez por ano. Trata-se, portanto, de um prólogo da saga iniciada em 2013. “The First Purge” será o primeiro filme da franquia que DeMonaco não vai dirigir. Ele continua como produtor e roteirista, enquanto a direção ficou a cargo de Gerard McMurray (“O Código do Silêncio”). O elenco inclui Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Melonie Diaz (“O Expermimento Belko”), Luna Lauren Velez (série “Dexter”), Mo McRae (série “Pitch”), Patch Darragh (série “The Path”), Y’lan Noel (série “Insecure”), Lex Scott Davis (série “Training Day) e Joivan Wade (série “Doctor Who”). A estreia está marcada para 4 de julho nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Michael Haneke vai fazer sua primeira série: uma sci-fi distópica

    29 de janeiro de 2018 /

    O diretor alemão Michael Haneke, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira e a Palma de Ouro por “Amor” (2012), vai fazer a sua primeira série. E será uma ficção científica distópica: “Kelvin’s Book”. “Depois de dez telefilmes e 12 filmes, eu queria contar uma história mais longa para variar”, disse Haneke, em comunicado das produtoras UFA Fiction e Fremantle Media. Com dez episódios e falada em inglês, a série se passa em um futuro distópico e acompanha a aventura de um grupo de jovens, que, após seu voo fazer um pouso de emergência, é confrontado com o rosto real de seu país pela primeira vez. Um dos poucos cineastas com duas Palmas de Ouro no currículo – ele também venceu o Festival de Cannes com “A Fita Branca” (2009) – , Haneke vai escrever e dirigir todos os capítulos. “‘Kelvin’s Book’ é uma história extraordinariamente rica, emocionante e ambiciosa. Com temas contemporâneos e um reflexo da era digital em que vivemos, não há melhor momento para este projeto”, descreveu o produtor Nico Hoffman, da UFA Fiction. Sediada na Alemanha, a UFA Fiction é responsável pelo bem-sucedido thriller alemão “Deutschland 83”, enquanto a Fremantle já desenvolveu séries de Paolo Sorrentino (“The Young Pope”), Neil Gaiman (“American Gods”) e Neil Cross (“Hard Sun”). Ainda não há canal definido ou previsão de estreia para “Kelvin’s Book”.

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  • Série

    2ª temporada de The Handmaid’s revela novas personagens e participação de Marisa Tomei

    26 de janeiro de 2018 /

    As atrizes Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”) entraram na 2ª temporada da série “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. Sweeney fará parte do elenco fixo do novo ano de produção, no papel de Eden, uma garota de 15 anos que é descrita como “religiosamente devota e obediente, alguém que simboliza a nova onda de fiéis em Gilead”. O sonho da menina é se tornar uma esposa de comandante e sua fé cega a torna perigosa às demais ao seu redor. A personagem será introduzido no quinto episódio e seguirá até quase o final da temporada. Já Tomei e Jones terão participações especiais em apenas um episódio cada uma. O papel de Tomei não foi identificado, mas acontecerá num capítulo passado nas colônias radioativas, local onde são mandadas as pessoas que não aceitam o regime totalitário de Gilead. Por sua vez, Jones viverá a mãe da protagonista Offred (Elisabeth Moss), descrita como feminista radical. No livro “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, que inspirou a série, Offred por vezes reflete sobre as opiniões da mãe, que um dia chegou a considerar um pouco extremistas. Mas, conforme o romance avança, ela percebe que sua mãe não estava tão errada assim. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.

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  • Filme

    Final da franquia Maze Runner simplifica distopia com muita ação

    26 de janeiro de 2018 /

    Um dos problemas das franquias de cinema que se estendem por capítulos é que elas exigem certa fidelidade do espectador. Não exatamente pela obrigação de ver os referidos filmes, mas por precisar lembrar do que aconteceu nos anteriores. “Maze Runner: A Cura Mortal” é o desfecho de uma série que começou de maneira bem modesta no segmento das ficções científicas juvenis de universos distópicos. O primeiro filme, “Maze Runner: Correr ou Morrer” (2014), aliás, nem dava pistas de que se tratava de mais uma dessas distopias. Era mais um terror interessante em que jovens acordavam desmemoriados em um perigoso labirinto cercado por monstros. E se firmava muito bem sozinho, por conta disso. Mas a partir do momento em que descobrimos que aqueles garotos são cobaias de um experimento científico de uma grande corporação, e que o resto do mundo está em ruínas, “Maze Runner” se torna mais um produto genérico, que depende da ação constante para evitar o tédio. A seu favor, o herói Thomas, vivido por Dylan O’Brien (da série “Teen Wolf”), é exemplar. Corajoso, apaixonado, bom de briga e disposto a enfrentar desafios gigantes para salvar aqueles a quem ama. Há também um complicador que ajuda a tornar a trama mais interessante: a única menina do labirinto, Teresa (Kaya Scodelario, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), revela-se uma espécie de traidora do grupo, embora ela tenha suas razões para se aliar à corporação Cruel (o nome da corporação é Cruel). Ela acredita que a companhia pode criar uma cura para o vírus mortal que avassala a humanidade. Apesar disso, “Maze Runner: A Cura Mortal” é um filme com poucas complicações. Os heróis têm como missão libertar um dos amigos que acabou como rato de laboratório da corporação. E, claro, Thomas vai querer ver de novo Teresa. Então, há obstáculos pelo caminho, mas as soluções para superá-los são mais ou menos preguiçosas. O que há de interessante nesse percurso é a volta de um antagonista do primeiro filme. O diretor Wes Ball não parece interessado em transformar sua franquia em algo mais do que uma simples aventura juvenil, arriscando-se pouco. De todo modo, as sequências finais, bem dramáticas, são suficientemente boas, ainda que não exijam de seu elenco mais do que demonstra ser capaz de render. Já os efeitos especiais da destruição apocalíptica deixam a desejar. Assim como a caracterização exagerada do vilão vivido por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”). Entre prós e contras, o filme oferece o que a saga “Divergente” não proporcionou: conclusão para quem investiu em três ingressos para assistir uma história completa.

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  • Filme

    MaddAddam: Vem aí nova série sci-fi baseada nos livros da autora de The Handmaid’s Tale

    25 de janeiro de 2018 /

    A Paramount Television e a Anonymous Content anunciaram que vão produzir uma nova série baseada na obra da escritora canadense Margaret Atwood. Autora dos livros que inspiraram a série multipremiada “The Handmaid’s Tale” e a minissérie “Alias Grace”, Atwood está em alta e a bola da vez é sua trilogia “MaddAddam” (publicada no Brasil pela editora Rocco). Assim como “The Handmaid’s Tale”, “MaddAddam” também é uma distopia. Os três livros da série (“Oryx e Crake”, “O Ano do Dilúvio” e “MaddAddam”) se encaixam no que Atwood descreve como “ficção especulativa”, abordando assuntos como catástrofes biológicas, experiências genéticas e regimes totalitários provocados por colapsos ambientais. Na trama, o mundo é apresentado como um lugar pós-apocalíptico e melancólico, habitado por criaturas biologicamente modificadas e tomadas pelo vício. Desastres ambientais e experiências genéticas ajudaram a transformar o planeta num território devastado, e as consequências são narradas pelo último sobrevivente da humanidade, que tem apenas a companhia de crianças criadas num laboratório. Em comunicado, a autora de 78 anos disse estar entusiasmada com a “deslumbrante apresentação visual” que os produtores imaginam para a adaptação. Há três anos, o diretor Darren Aronowsky (“Mãe!”) tentou desenvolver uma adaptação da trilogia para a HBO, mas o projeto não foi adiante pelo custo elevado. Ainda não há cronograma para a nova produção nem canal definido para a exibição da série, embora a Paramount tenha demonstrado interesse em investir mais em seu próprio canal pago nos Estados Unidos, lançado agora em janeiro – no lugar do antigo canal Spike.

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada de The Handmaid’s Tale é marcado por imagens deslumbrantes

    14 de janeiro de 2018 /

    A plataforma de streaming Hulu divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. A prévia amplia o alcance da trama, mostrando as colônias rurais do futuro distópico, para onde são exiladas as mulheres rebeldes e inférteis. Mas o que chama mais atenção é a beleza das imagens, registradas por uma fotografia deslumbrante, que já tinha sido marca da 1ª temporada. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount. [

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  • Série

    The Handmaid’s Tale: 2ª temporada ganha primeira imagens

    12 de janeiro de 2018 /

    A premiada série “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018, teve as primeiras imagens de sua 2ª temporada divulgadas pela plataforma de streaming Hulu. As fotos registram a protagonista June/Offred (Elisabeth Moss) ensanguentada, além de cenas de trabalhadoras rurais nas colônias e aias em trajes pretos, refletindo o luto durante um funeral. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o showrunner Bruce Miller adiantou que os novos episódios adentrarão território inexplorado, já que ultrapassarão a trama do livro original, “O Conto da Aia”. Ele e os roteiristas trabalharam com a escritora da obra, Margaret Atwood, para desenvolver ainda mais o mundo da série. “Margaret e eu começamos a falar sobre a forma da 2ª temporada já na metade da 1ª”, disse Miller. Entre as novidades, os próximos episódios irão explorar a vida dos refugiados (como Moira, vivida por Samira Wiley) que conseguiram escapar de Gileade, bem como os que foram exilados para as colônias (uma das fotos) e as áreas poluídas e contaminadas da América do Norte. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.

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  • Série

    Vídeo anuncia estreia da 2ª temporada de The Handmaid’s Tale em abril

    14 de novembro de 2017 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que informa que a Melhor Série de Drama do Emmy 2017 volta com episódios inéditos em abril de 2018. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a série se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de Offred, uma das últimas mulheres férteis, forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta. Na história, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que passa pelo mesmo tipo de treinamento e serve como conexão de Offred com sua vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”), premiado com o Emmy de Melhor de Roteiro de Série Drama. Diretora do piloto e de mais dois episódios, Reed Morano também venceu seu Emmy, na categoria de Melhor Direção de Série de Drama. Ainda inédita no Brasil, a produção foi adquirida pelo canal pago Paramount, que só deve começar a exibi-la no início de 2018.

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  • Filme

    Diretor de Thor: Ragnarok negocia filmar o cultuado mangá Akira

    20 de setembro de 2017 /

    A adaptação americana de “Akira” voltou à tona. Segundo o site Deadline, o neozelandês Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor: Ragnarok”, está negociando com a Warner para dirigir o filme. O projeto está em desenvolvimento há 15 anos, e é curioso que o estúdio volte a considerá-lo num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos – especialmente após o ator inglês Ed Skrein (“Deadpool”) desistir de um papel em “Hellboy” para não tirar a oportunidade de um colega asiático. Um dos roteiros anteriores do filme trocava a ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York, como justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. O roteirista mais recente a trabalhar no projeto foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”). Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, quase saiu do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Embora “Akira” seja mais conhecido pelo famoso anime de 1988, que chamou atenção do mundo para a animação japonesa, o projeto foca a adaptação dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente e são muito mais complexos. Por isso a Warner chegou a considerar dividir o filme em duas partes. Todas as versões desenvolvidas até aqui previam um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. Caso Waititi embarque no projeto, ele só deve filmá-lo após “Jojo Rabbit”, uma comédia dramática ambientada na 2ª Guerra Mundial, que já tem filmagens marcadas para o segundo trimestre de 2018.

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  • Série

    Vencedora do Emmy, The Handmaid’s Tale será exibida no Brasil

    18 de setembro de 2017 /

    Inédita no Brasil,“The Handmaid’s Tale” deixará de ser um hit exclusivo da pirataria nacional. Um dia após vencer o Emmy como Melhor Série de Drama de 2017, o canal Paramount, que pertence ao grupo Viacom, anunciou ter adquirido os direitos de exibição da atração no país. A data de estreia ainda não foi divulgada. O Paramount Channel Brasil já exibe produções da Netflix, como “House of Cards” e “Orange Is the New Black”, mas com “The Handmaid’s Tale” passa a trazer uma série de streaming que ainda não estava disponível oficialmente para os espectadores brasileiros. Será sua primeira série inédita. “The Handmaid’s Tale” é uma produção da MGM Television para o serviço de streaming Hulu, que não existe no Brasil. Curiosamente, o Hulu é uma joint venture de quatro grandes estúdios de Hollywood, mas a Paramount não é um deles. A aquisição coincide com uma estratégia internacional de rebranding da Viacom, que a partir de janeiro irá relançar o canal pago Spike como Paramount TV nos Estados Unidos. No Brasil, o canal substituiu o VH1 no final de 2014 – mas o VH1 HD continua no ar. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de Offred, uma das últimas mulheres férteis, forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta. Na história, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”), premiado com o Emmy de Melhor de Roteiro de Série Drama. Diretora do piloto e de mais dois episódios, Reed Morano ainda venceu seu Emmy, na categoria de Melhor Direção de Série de Drama. A 2ª temporada começa a ser gravada nos próximos dias.

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  • Filme

    Próximo filme da franquia The Purge será prólogo focado no primeiro expurgo

    14 de setembro de 2017 /

    O quarto “The Purge” será um prólogo. O roteirista e criador da saga distópica James DeMonaco revelou que o próximo filme da franquia, intitulado “First Purge”, contará a história do primeiro expurgo. “O filme vai se passar em Staten Island (Nova York) e mostrará o primeiro expurgo experimental”, ele disse, em entrevista para o site Vulture. “Comecei a me questionar como faria para as pessoas para ficarem no local do primeiro expurgo, e vi que foi por meio da monetização. As pessoas de Staten Island conseguiriam facilmente ir para o Brooklyn de noite, então eles prometem rios de dinheiro para as pessoas mais pobres do bairro. Se tornou uma monetização de assassinato e violência, incentivando mortes e a manter pessoas no bairro para serem as vítimas. Então você vê desde o começo o quanto a ideia do expurgo é grotesca”, ele explicou. Além disso, ele confirmou que as filmagens começam este mês e a estreia vai acontecer no próximo dia 4 de julho. No Brasil, a franquia teve lançamento esquizofrênico por duas distribuidoras diferentes, que nomearam os filmes como quiseram. O primeiro foi batizado de “Uma Noite de Crime” (2013), o segundo de “Uma Noite de Crime: Anarquia” (2014) e o terceiro de… “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição” (2016). Por isso, a solução para falar de “The Purge” no país é usar o título original em inglês. “First Purge” será o primeiro filme da franquia que DeMonaco não vai dirigir. Ele continua como produtor e roteirista, enquanto a direção ficou a cargo de Gerard McMurray (“O Código do Silêncio”).

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  • Série

    Karl Urban negocia voltar a viver Juiz Dredd numa série

    12 de agosto de 2017 /

    O ator Karl Urban pode voltar a viver o Juiz Dredd, desta vez numa série. O protagonista do filme de 2012 negocia voltar ao papel em “Judge Dredd: Mega City One”, série em desenvolvimento pelas produtoras IM Global e Rebellion, que foram responsáveis pelo filme estrelado por Urban. “Estou em discussões com eles sobre isso. Eu disse a eles que se escreverem o material e derem a Dredd algo para fazer e derem a ele uma função, eu estarei lá. Eu adoraria”, disse ele em entrevista ao site TrekMovie. O personagem dos quadrinhos britânicos Juiz Dredd foi criado em 1977 por John Wagner, Pat Mills e Carlos Ezquerra. Suas histórias mostram um futuro distópico, onde a justiça e as leis foram substituídas pelos Juízes, que podem prender, sentenciar e até executar criminosos – polícia, juiz e carrasco numa única autoridade. “Judge Dredd: Mega-City One” ainda não tem previsão de estreia, mas pode chegar em 2019 “na melhor das hipóteses”, segundo o produtor executivo Jason Kingsley .

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  • Filme

    Estúdio quer produzir continuações de Crepúsculo e Jogos Vorazes

    9 de agosto de 2017 /

    Com dificuldades para emplacar um novo sucesso, o estúdio Lionsgate está interessado em produzir continuações para as franquias “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, ambas sucesso em bilheteria. De acordo com o site da revista Variety, o CEO da empresa, Jon Feltheimer, afirmou a acionistas de Wall Street na terça-feira (8/8) que só dependeria do interesse das escritoras Stephenie Meyer, responsável pela saga vampiresca, e Suzanne Collins, autora da ficção científica. “Há muito mais histórias para serem contadas e estamos prontos para realizá-las quando nossos criadores estiverem prontos para contá-las”, afirmou ele. Lançado em 2008, o filme “Crepúsculo” projetou Kristen Stewart e Robert Pattinson e rendeu mais quatro filmes – um deles com cenas filmadas no Brasil – , inaugurando uma febre de adaptações de romances sobrenaturais juvenis. Entretanto, a tendência foi logo substituída por outra mania: sci-fis distópicas, após o lançamento de “Jogos Vorazes”. A mais recente aposta em romance sobrenatural para adolescentes, “Fallen”, foi um fracasso mundial e nem sequer teve lançamento nos Estados Unidos. “Jogos Vorazes” chegou aos cinemas em 2012 e rendeu mais três filmes, transformando Jennifer Lawrence numa estrela popular. Assim como “Crepúsculo”, também lançou tendência, que igualmente foi superada por outra modinha. A própria Lionsgate pagou caro por tentar repetir o fenômeno com a franquia “Divergente”, que ficou sem final após a decisão do estúdio de repetir as estratégias de seus campeões de bilheteria e dividir o capítulo final em dois filmes diferentes. Com o fracasso da primeira parte de seu desfecho, “Divergente” nem sequer foi concluída. A atual tendência juvenil explorada pelos estúdios de cinema decorre do sucesso de “A Culpa É das Estrelas”: romances mórbidos, em que adolescentes doentes se apaixonam. O tema também está se esgotando, conforma mostra a indiferença com que foi recebido “Tudo e Todas as Coisas”, lançado em junho no Brasil.

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