Versão animada de “Uma Noite no Museu” ganha primeiro trailer
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer de “Uma Noite no Museu: O Retorno de Kahmunrah” (Night at the Museum: Kahmunrah Rises Again), versão animada da franquia “Uma Noite no Museu”. A prévia apresenta o novo protagonista, Nick Daley, filho do protagonista dos filmes, Larry Daley (papel de Ben Stiller no cinema), que tem a função de substituir o pai como vigia noturno do Museu de História Natural. Na trama, depois de assustar possíveis substitutos, os residentes do museu pressionam Larry (na animação dublado por Zachary Levi, de “Shazam!”) para que seu filho, Nick (Joshua Bassett, de “High School Musical: A Série: O Musical”), assuma o comando da vigia do museu. Relutante no início, Nick acaba aceitando a tarefa, mantendo a magia do museu viva à noite e todos os seus ocupantes felizes. Até que ele esquece de trancar o porão e liberta o vilão Kahmunrah (Joseph Kamal, de “As Faces do Medo”), do segundo longa da franquia. O elenco de dubladores ainda conta com Thomas Lennon (“Reno 911!”) dando voz ao presidente Teddy Roosevelt, Steve Zahn (“The White Lotus”) como o cowboy Jebediah, Kelemete Misipeka (“Sons of Thunder”) como a Cabeça da Ilha de Páscoa, Gillian Jacobs (“Community”) dublando a mãe de Nick, Jack Whitehall (“Bad Education”) como Octavius e Jamie Demetriou (“Fleabag”) no papel do curador do museu, Dr. McPhee. O diretor dos filmes originais, Shawn Levy, retorna na função de produtor executivo. Já o comando da animação ficou a cargo de Matt Danner (“A Lenda dos Três Caballeros”). “Uma Noite no Museu: O Retorno de Kahmunrah” estreia em 9 de dezembro na plataforma de streaming Disney+. Assista abaixo aos trailers dublado e legendado.
“Pantera Negra 2” é o filme mais visto no Brasil pela terceira semana
“Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” manteve a liderança das bilheterias no Brasil pelo terceiro fim de semana consecutivo. A produção da Marvel foi assistida por cerca de 432 mil pessoas e rendeu mais de R$ 7,25 milhões entre 24 e 27 de novembro. Em 2º lugar ficou o relançamento especial de “Harry Potter e a Câmara Secreta”, em comemoração aos 20 anos de sua estreia original, visto por 190,5 mil espectadores e com arrecadação de R$ 3,59 milhões. Principal título novo da semana, a animação “Mundo Estranho”, da Disney, entrou em 3º lugar com 111 mil pagantes e R$1,82 milhão. O Top 5 se completou com “Adão Negro” (R$ 921 mil) e o nacional “Nada É Por Acaso” (R$ 408 mil). 1 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE | 2 | HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA – 20º ANIVERSÁRIO | 3 | MUNDO ESTRANHO | 4 | ADÃO NEGRO | 5 | NADA É POR ACASO |
Kevin Bacon adorou virar herói da Marvel: “É bom tirar sarro”
O ator Kevin Bacon (“They/Them”) faz sua estreia no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) nesta sexta (25/11), com o lançamento de “Guardiões da Galáxia: Especial de Festas” na Disney+. Só que ele não interpreta um super-herói cuja identidade precisa ser mantida em segredo. Na verdade, o astro interpreta um sujeito bastante conhecido: o próprio Kevin Bacon. Em entrevista à revista Entertainment Weekly sobre o papel, ele admitiu: “É bom tirar sarro de mim mesmo ou interpretar uma versão exagerada de mim”. “Eu não tenho a chance de fazer coisas divertidas e bobas com tanta frequência”, continuou. “Muitas vezes faço parte de algo mais dramático ou algum tipo de coisa mais sombria e ousada. Então, entrar neste mundo … quero dizer, eles chamam isso de Universo Marvel, mas quando você entra nesses sets, você realmente sente que está andando em outro universo.” A trama do especial de Natal vai acompanhar os heróis cósmicos Drax (Dave Bautista) e Mantis (Pom Klementieff), que vem até a Terra em busca do presente de Natal perfeito para animar o seu líder terráqueo Peter Quill/Senhor das Estrelas (Chris Pratt). E o presente em questão é ninguém menos que o maior herói da Terra: Kevin Bacon, que não parece muito feliz em ser sequestrado e levado para o espaço. A admiração de Peter Quill pelo ator foi mencionada no filme original dos “Guardiões da Galáxia”, numa cena em que o protagonista se refere a Bacon como um dos grandes heróis da Terra. O ator contou que essa menção quase o derrubou da cadeira do cinema, quando foi ver o filme de 2014 para prestigiar o diretor James Gunn, com quem tinha trabalhado na comédia “Super” (2010). “Eu sabia que seria um filme legal porque James estava envolvido, mas não fazia ideia de que meu nome seria mencionado nele”, disse Bacon, falando sobre a sua reação ao ver o primeiro “Guardiões da Galáxia”. “Então, foi um verdadeiro choque. Eu diria que foi quase como uma experiência de sair do corpo. Uma coisa é alguém usar seu nome em uma comédia ou drama, mas este é um universo totalmente diferente – literalmente era um planeta onde esses as pessoas estavam falando sobre mim.” Ele ficou tão animado que contou ter comprado novos ingressos para ver os Guardiões novamente, desta vez convidando sua esposa, a atriz Kyra Sedgwick (que também faz uma participação especial de voz no especial de festas). “Liguei para Kyra e disse: ‘Quero que você veja este filme'”, contou. “‘Em primeiro lugar, é incrível. Em segundo lugar, há algo realmente louco que acontece nele, e não vou dizer o que é.'” O Especial de Natal foi dirigido por James Gunn, mesmo diretor dos filmes anteriores dos “Guardiões da Galáxia”, e Bacon compartilhou um fato curioso das filmagens: “Eu nunca vi o elenco sem as suas maquiagens, então foi como conhecê-los como se fossem seus personagens”. Ao mesmo tempo, todos os chamavam, dentro e fora do set, por seu nome verdadeiro. “Foi engraçado entrar e ter todo mundo me chamando de Kevin Bacon o dia todo.” Veja abaixo o trailer legendado de “Guardiões da Galáxia: Especial de Festas”.
Diretor de “Encantada” ficou “chocado” ao ser excluído da continuação
O cineasta Kevin Lima, responsável pelo filme “Encantada” (2007), disse que ficou “chocado” por não ter sido convidado para comandar a continuação, “Desencantada”, que estreou recentemente no serviço de streaming Disney+. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, Lima tentou entender exatamente o que aconteceu. “Uma tempestade perfeita de mudança de executivos e a política de Hollywood fizeram com que eu não fosse convidado para a festa, infelizmente”, disse ele. “Foi uma virada muito, muito triste. Eu não vi o filme. Eu não li o roteiro. Então, vou experimentar os personagens que ajudei a criar, crescer e viver como o público faz.” Kevin Lima tinha uma longa relação com a Disney. Ele trabalhou no departamento de animação do estúdio, escreveu o roteiro da animação “Aladdin” (1992), e dirigiu os filmes “Pateta” (1995), “Tarzan” (1999) e “102 Dálmatas” (2000). Ele assumiu o comando de “Encantada” após o projeto ter passado por diversos diretores, como Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”), Jon Turteltaub (“Megatubarão”) e Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”). Sua proposta para o filme, que o diferenciou dos diretores considerados, era que ele queria fazer uma homenagem à Disney, e não uma versão cínica dos contos de fadas – que era o caminho que o projeto estava seguinte até então. Uma das suas principais escolhas ao ser contratado para comandar o filme foi a de dar o papel principal à então desconhecida Amy Adams (“A Chegada”). Na ocasião, o estúdio queria um nome mais forte para interpretar a personagem Giselle, mas Lima insistiu que Adams era a escolha certa. “Amy é a força vital de ‘Encantada’ e, sem essa atuação, o filme não seria metade do que é”, disse o diretor. “O departamento de marketing não acreditava que valia a pena fazer o filme”, disse Lima, relembrando outros problemas que enfrentou na época. “Eles não achavam que os meninos iriam ver este filme, e o departamento de marketing fez o possível para acabar com o filme algumas vezes enquanto estávamos na pré-produção. Mas eu tive muita sorte que [os executivos da Disney] Nina Jacobson e Dick Cook acreditaram no filme e continuaram nos empurrando para frente.” Apesar de todas as dificuldades, “Encantada” saiu como Lima queria e se tornou um sucesso enorme de público (rendeu mais de US$ 340 milhões nas bilheterias em 2007) e de crítica (93% de aprovação no Rotten Tomatoes). Porém, quando chegou a hora de fazer uma continuação, o estúdio recorreu a Adam Shankman, um dos diretores descartados do primeiro filme. E o resultado foi um filme mediano, com apenas 40% de aprovação no Rotten Tomatoes e sem a magia do original. Independentemente disso, Lima continua orgulhoso de que “Encantada” tenha se juntado à lista de filmes de princesas da Disney que os fãs mais adoram. “Como prestamos homenagem a esses filmes de uma forma amorosa, ‘Encantada’ se tornou atemporal.” Assista abaixo ao trailer de “Encantada”, o filme original.
Brie Larson compartilha foto dos bastidores de “As Marvels”
A atriz Brie Larson divulgou uma foto dos bastidores de “As Marvels” em seu Instagram, que reúne pela primeira vez as protagonistas do título. Além da intérprete da Capitã Marvel, a foto regista ainda Teyonah Parris (que vive Monica Rambeau) e Iman Vellani (Kamala Khan), além da diretora Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”). Larson acrescentou uma legenda em tom de brincadeira. “Aviso: Humanos bonitos”. O filme é continuação de “Capitã Marvel” (2019), “WandaVision” (2021) e “Ms. Marvel” (2022), e ainda não teve sinopse revelada. Apesar disso, Brie Larson rasgou elogios ao roteiro de Megan McDonnell (da equipe de “WandaVision”) no início do ano, durante uma entrevista para o site Uproxx. “Posso dizer que, quando eu li o roteiro pela primeira vez, não conseguia acreditar no que estava lendo. Fiquei tipo: ‘Isto é insano’. Eles [a Marvel] continuam a fazer aquilo que você nunca achou que seria possível nesses filmes. E eles não estão com medo de chegar lá. Então, eu estou super empolgada com o que fizemos. E eu acho que tem algumas conquistas super pessoais para mim que estou muito animada para compartilhar, mas você sabe, é divertido fazer segredo”. Ela também rasgou elogios para a diretora Nia DaCosta. “Não posso fazer justiça ao dizer o quão incrível é a nossa diretora, Nia DaCosta, e que honra foi trabalhar com ela, que talento impressionante ela é, quanto eu sinto que ela é o futuro”. Além das atrizes mencionadas, o filme também contará com a participação de Samuel L. Jackson como Nick Fury. A estreia está marcada para 27 julho de 2023 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Brie Larson (@brielarson)
Último trailer finalmente detalha história de “Avatar 2”
O 20th Century Studios divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer final de “Avatar: O Caminho da Água”, continuação de “Avatar” (2009), o filme de maior bilheteria de todos os tempos. De tirar o fôlego, a prévia destaca uma animação computadorizada ainda mais realista que a do filme original, além de detalhar a história pela primeira vez. Novamente dirigida por James Cameron, a continuação acompanha a família dos personagens Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña), introduzindo seus filhos, que são forçados a buscar asilo com uma tribo litorânea ao serem expulsos de sua comunidade na floresta pelos invasores da Terra. Além das dificuldades das crianças para se adaptar ao “jeito da água” (tradução mais adequada ao contexto do título original), o vídeo também mostra a chegada das forças invasoras nesse mar de tranquilidade e a inevitável guerra que se sucede. O elenco também inclui a volta da maioria dos atores do primeiro filme – como Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald (mas não Michelle Rodriguez!) – , junto com novidades como Kate Winslet (“O Leitor”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”). A estreia está marcada para 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
James Cameron diz que “Avatar 2” dificilmente dará lucro
O cineasta James Cameron, diretor de “Avatar” (2009), definiu a vindoura continuação, “Avatar: O Caminho da Água”, como sendo “o pior caso de negócios da história do cinema”, no sentido de que dificilmente dará lucro. A declaração foi feita durante uma entrevista à revista GQ e diz respeito à dificuldade de conseguir um retorno para o investimento de um filme com orçamento de cerca de US$ 250 milhões. “Você tem que ser o terceiro ou quarto filme de maior bilheteria da história”, disse Cameron. “Esse é o seu limite. Esse é o seu ponto de equilíbrio”. O primeiro “Avatar” teve um orçamento de US$ 237 milhões e conseguiu arrecadar US$ 2,9 bilhões em todo o mundo, tornando-se a maior bilheteria de todos os tempos. Agora, segundo a própria estimativa de Cameron, “O Caminho da Água” precisaria ultrapassar a bilheteria de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), a 4ª maior bilheteria da história, com um rendimento de US$ 2,69 bilhões. Mas é um exagero, que ele posteriormente “rebaixou” para US$ 2 bilhões. Anteriormente, Cameron já havia insinuado que, se a sequência de “Avatar” tivesse um desempenho inferior nas bilheterias, o terceiro filme da franquia poderia ser o último. “O mercado pode estar nos dizendo que terminamos em três meses, ou podemos estar semi-acabados, o que significa: ‘OK, vamos completar a história no filme três, e não continuar indefinidamente’, se simplesmente não for lucrativo”, ele disse à revista Total Film. “Estamos em um mundo diferente agora do que estávamos quando escrevi essas coisas”, continuou ele. “É o golpe duplo – a pandemia e o streaming. Ou, ao contrário, talvez possamos lembrar às pessoas o que é ir ao cinema. Este filme definitivamente faz isso. A questão é: quantas pessoas se importam [em ir ao cinema] agora?” A continuação vai acompanhar a família encabeçada pelos personagens Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña), introduzindo seus filhos, além de trazer de volta a maioria dos atores do primeiro filme – incluindo Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald (mas não Michelle Rodriguez!) – , junto com novidades como Kate Winslet (“O Leitor”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”) e até Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). “Avatar: O Caminho da Água” tem estreia marcada para 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Assista abaixo ao trailer do filme.
Harrison Ford será rejuvenescido por efeitos em “Indiana Jones 5”
O astro Harrison Ford, atualmente com 70 anos de idade, será rejuvenescido por efeitos visuais em “Indiana Jones 5”. A informação consta de uma reportagem da revista Empire sobre o filme. A versão jovem do ator foi recriada digitalmente pela empresa Industrial Light & Magic (ILM) e vai aparecer num flashback, enfrentando nazistas durante a 2ª Guerra Mundial, antes de a trama passar para os anos 1960, época da narrativa central. Na linha do tempo da franquia, a cena se passa cerca de oito anos após “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), filme que introduziu o personagem vivido por Ford. Várias técnicas foram empregadas para alterar a aparência do ator, incluindo um novo software da ILM, que vasculhou o material existente do jovem Harrison Ford antes de combiná-lo com as cenas recém-filmadas. “Minha esperança é que […] você apenas assista e pense: ‘Oh meu Deus, eles encontraram uma filmagem perdida. Isso foi algo que eles filmaram há 40 anos’”, disse à Empire a produtora Kathleen Kennedy. O próprio Harrison Ford garantiu que “Indiana Jones 5” marcará um novo momento para o uso desse tipo de tecnologia. “É um pouco assustador. Acho que nem quero saber como funciona, mas funciona”, disse. Dirigido por James Mangold (“Logan”), o filme também inclui Boyd Holbrock (“Logan”), Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”), Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), Antonio Banderas (“Uncharted”), Toby Jones (“Um Menino Chamado Natal”), Thomas Kretschmann (“Vingadores: Era de Ultron”) e Shaunette Renée Wilson (“The Resident”) em seu elenco. A estreia está marcada para 29 de junho de 2023 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Marvel contrata novos diretor e roteirista para “Blade”
A Marvel definiu o diretor do novo filme do caça-vampiros Blade. E que quebra trouxe à bordo um novo roteirista. O cineasta Yann Demange (do filme “71: Esquecido em Belfast” e da série “Lovecraft Country”) assinou contrato para dirigir o filme, que será reescrito por Michael Starrbury (da minissérie “Olhos que Condenam”). O ator Mahershala Ali, vencedor de dois Oscars (por “Moonlight” e “Green Book”), segue definido como intérprete do papel-título. O filme deveria ser dirigido por Bassam Tariq (“Mogul Mowgli”), que abandonou a produção em setembro, na véspera do início das filmagens. Na época, a Marvel filmaria um roteiro de Stacy Osei-Kuffour (da série “Watchmen”), primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do estúdio. Mas fontes do site The Hollywood Reporter indicavam que o roteiro era problemático e que Beau DeMayo, que trabalhou na série “Cavaleiro da Lua”, tinha chegado a reescrever a história. Depois que Tariq saiu do projeto, a Marvel adiou o lançamento de “Blade” para setembro de 2024 e decidiu escolher com calma não apenas um novo diretor como também um roteirista capaz de melhorar a história. Segundo o Deadline, o estúdio quer um tom mais sombrio no filme. Agora, a produção está agendada para começar no próximo ano em Atlanta.
Cantoras Brandy e Rita Ora farão novo filme de “Descendentes”
As atrizes e cantoras Brandy Norwood (“Queens”) e Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) entraram no elenco de “The Pocketwatch”, novo filme da franquia “Descendentes” do Disney Channel. Brandy interpretará a personagem de Cinderela (que ela já havia interpretado no telefilme “A Cinderela”, de 1997) e Rita Ora será a vilã Rainha de Copas, de “Alice no País das Maravilhas”. O elenco ainda vai contar com China Anne McClain (“O Halloween do Hubie”), Kylie Cantrall (“Gabby Duran: Babá de Aliens”), Dara Reneé (“High School Musical: A Série”), Malia Baker (“O Clube das Babás”), Ruby Rose Turner (“Coop e Cami”), Morgan Dudley (“A Festa de Formatura”), Joshua Colley (“De Volta ao Baile”) e Melanie Paxson (“Dealbreakers”). Os filmes de “Descendentes” se passam em duas terras, a idílica Auradon e a desorganizada Ilha dos Perdidos, onde vivem os descendentes dos personagens mais icônicos da Disney. De acordo com a Disney, “The Pocketwatch” vai mostrar novamente essas duas terras, além de explorar o País das Maravilhas. Escrito por Dan Frey e Russell Sommer (“Magic: The Gathering”), o filme vai apresentar Red (Kyle Cantrall), a filha da Rainha de Copas (Rita Ora), e Chloe (Malia Baker), a filha da Cinderela (Brandy) e do Príncipe Encantado. Para prevenir um golpe de Estado em Auradon, elas precisarão viajar para o passado – e para as terras inexploradas do País das Maravilhas. Além delas, Dara Reneé será Ulyana, irmã mais nova da vilã Ursula, Ruby Rose Turner será a jovem Rainha de Copas, Morgan Dudley vai dar vida à jovem Cinderela, e Joshua Colley será Hook (o Capitão Gancho), um dos bajuladores de Ulyana. Para completar, fazendo a conexão com os filmes anteriores, China Anne McClain vai retomar o papel de Uma, filha mais velha de Ursula, e Melanie Paxson será novamente a Fada Madrinha. A produção mais recente da franquia “Descendentes” foi a animação “Descendentes: O Casamento Real”, lançada no ano passado com dublagem do elenco original – menos de Cameron Boyce (morto em 2019) – , que completou a história iniciada em 2015 no Disney Channel. A direção do novo filme está a cargo de Jennifer Phang (da séries “Agents of SHIELD” e “The Flight Attendant”) e ainda não há previsão de estreia. Brandy será vista a seguir no suspense “The Front Room” e na comédia “Best. Christmas. Ever.”, ambos sem previsão de estreia, enquanto Rita Ora finalizou a fantasia “Wonderwell”, último filme da atriz Carrie Fisher, ainda sem previsão de estreia.
Choque! CEO da Disney é demitido e Bob Iger volta à chefia
A indústria do entretenimento dos EUA está em estado de choque após a Disney anunciar, numa reviravolta impressionante, que Bob Chapek deixará o cargo de CEO da empresa e Bob Iger, o ex-CEO responsável por transformar a companhia numa superpotência, voltará para a posição de chefia. O conselho de diretores da Disney anunciou a decisão na noite de domingo (20/11). “Agradecemos a Bob Chapek por seus serviços prestados à Disney ao longo de sua longa carreira, incluindo a condução da empresa nos desafios sem precedentes da pandemia”, disse Susan Arnold, presidente do conselho, em um comunicado. “O Conselho concluiu que, à medida que a Disney embarca em um período cada vez mais complexo de transformação da indústria, Bob Iger está em uma posição única para liderar a empresa nesse período crucial”. O próprio Iger se manifestou no comunicado. “Estou extremamente otimista com o futuro desta grande empresa e emocionado com o pedido do Conselho para retornar como seu CEO”, disse. “A Disney e suas incomparáveis marcas e franquias ocupam um lugar especial no coração de tantas pessoas ao redor do mundo, principalmente no coração de nossos funcionários, cuja dedicação a esta empresa e sua missão é uma inspiração. Estou profundamente honrado por ser convidado a liderar novamente esta equipe notável, com uma missão clara focada na excelência criativa para inspirar gerações por meio de narrativas ousadas e inigualáveis”, completou. Iger também enviou um e-mail aos funcionários da Disney, em que assumiu estar voltando “com um incrível senso de gratidão e humildade – e, devo admitir, um pouco de espanto”. Embora ele retorne ao comando do conglomerado, o conselho deixou claro que seu novo mandato será curto (de dois anos) e com a missão de escolher um sucessor. Segundo o comunicado, o executivo “concordou em atuar como CEO da Disney por dois anos, com mandato do Conselho para definir a direção estratégica para um crescimento renovado e trabalhar em estreita colaboração com o Conselho no desenvolvimento de um sucessor para liderar a empresa ao final de seu mandato”, disse a diretoria. Ele deixou o cargo de CEO em fevereiro de 2020, passando as rédeas para Chapek, que anteriormente liderava a divisão de parques temáticos e produtos de consumo da empresa. Iger foi nomeado COO da Disney em 2000, após ter sido presidente da rede de TV ABC, e virou CEO em 2005 após a saída do polêmico Michael Eisner, numa rebelião comandada pelo próprio Roy Disney. Sob seu comando, a Disney passou a comprar empresas. Apostando no valor do conteúdo, o conglomerado iniciou um crescimento sem igual em sua trajetória. A Disney adquiriu a Pixar em 2006, a Marvel em 2009, a Lucasfilm (de “Star Wars”) em 2012 e a 21st Century Fox em 2018. Em 2019, Iger culminou sua trajetória com o lançamento da Disney+, publicou uma autobiografia e anunciou seus planos de se aposentar. Com Bob Chapek assumindo seu cargo, ele ainda fez uma transição como presidente executivo do conselho por 11 meses. O executivo saiu da empresa em dezembro de 2021, e nesse meio tempo pôde ver de perto as dificuldades de Chapek, que enfrentou forças maiores, como a pandemia, mas também criou problemas internos, como uma crise com a Marvel devido ao lançamento de “Viúva Negra” diretamente em streaming, que levou Scarlett Johansson a processar a companhia. O problema foi resolvido com uma compensação financeira, mas isso poderia ter sido feito num acordo prévio. Além disso, Chapek não soube lidar com o dilema de apoiar o governo conservador da Flórida e a pressão de funcionários LGBTQIAP+, que se revoltaram contra o apoio dado pela Disney à iniciativa da lei “Don’t Say Gay” – que proíbe escolas do estado de abordar o que a extrema direita chama de “ideologia de gênero”. Ao tentar se reposicionar, o CEO acabou transformando a Disney em “comunista” sob o olhar dos conservadores e alvo de sanções econômicas. Na semana passada, Jim Cramer, comentarista econômico da rede de notícias CNBC, pediu a demissão de Chapek devido ao balanço financeiro trimestral da companhia. Ainda não está claro qual foi a gota d’água que fez o conselho decidir por sua substituição, mas não faltou na imprensa americana quem comparasse a volta de Iger ao retorno de Steve Jobs à Apple, apostando num renascimento ainda mais forte da marca Disney.
Polêmica! “Desencantada” tinha música contra mulheres fortes
Desencantado com “Desencantada”? A crítica americana achou a continuação do divertido “Encantada” (2007) muito fraca, resultando em apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas podia ser pior. A trilha sonora oficial do filme confirmou que um boato considerado improvável era verdadeiro. Um dos rumores que circularam no começo do ano é que o filme teria passado por exibições-teste negativas, e que a cena mais rejeitada trazia o personagem Robert (Patrick Dempsey) cantando sobre a dificuldade de ser herói hoje em dia, já que as mulheres não precisavam mais “ser salvas”. O problema é que o rumor era verdade. A música consta do disco, em formato de “demo”, e se chama “Hard Times For Heroes”. Com isso, fica claro que ela fez parte de uma versão inicial do filme. O refrão escancara: “Agora são tempos difíceis para os heróis/ Não há moça para salvar agora/ As moças são tão corajosas agora/ São eles que ganham o elogio/ E são tempos difíceis para os heróis”. Trata-se de um discurso similar ao dos militantes incels de extrema direita, que reclamam de produções de heróis da Marvel e de “Star Wars”, lançamentos da própria Disney, por destacarem heroínas fortes e emascularem os heróis “de verdade”. Para completar, a música tem até uma reclamação creditada a Mulan contra o feminismo. Veja o trecho: “Você acha isso ruim?/ Uma vez eu fui uma guerreira, uma mulher lutadora feroz/ Então, eu era única e muito orgulhosa/ Mas desde então eu provei que guerreiros não precisam ser homens/ Veja o que eu sou agora, apenas mais uma na multidão”. A conclusão da música ainda reforça: “Quando não há mais donzelas/Nós somos os únicos em perigo agora”. Ouça abaixo a música polêmica. Pra quem não lembra, o “Encantada” original foi uma sátira divertida e bem-sucedida aos desenhos animados musicais de princesas da Disney, mostrando o duro choque de realidade sofrido por uma dessas princesas, Giselle (Amy Adams), ao emergir na moderna cidade de Nova York nos dias atuais. Ela perde o rumo ao conhecer a vida desencantada das pessoas normais, mas descobre a felicidade com um viúvo nova-iorquino comum (Patrick Dempsey), mesmo com o Príncipe Encantado (James Marsden) vindo em seu resgate. A sequência encontra o casal do filme original após o final feliz, que não dura para sempre, pois Giselle sente falta de seu reino encantado e deseja que tudo em sua vida volte a se tornar mágico. Mas quando esse desejo se materializa, o resultado não é o esperado, já que, ao transformar sua vida num conto de fadas, ela se descobre a madrasta malvada da filha adolescente do personagem de Dempsey, assumindo a personalidade de uma Rainha Má das fábulas. O cineasta Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”) é responsável pela direção do novo longa, que ainda destaca Maya Rudolph (“Fortuna”), Oscar Nuñez (“Professor Iglesias”), Jayma Mays (“Glee”), Idina Menzel (“Cinderela”), Yvette Nicole Brown (“Community”) e a jovem Gabriella Baldacchino (“Ask for Jane”) no elenco.
Filme de ataque terrorista à Brasília define elenco
A Disney brasileira definiu os protagonistas no filme baseado no caso do sequestro do Boeing 375 da Vasp, que aconteceu em 1988. Na época, um rapaz armado obrigou o piloto a desviar para Brasília para tentar cometer um atentado terrorista conta o Palácio do Planalto. Jorge Paz (“Marighella”) viverá o sequestrador, Danilo Grangheia (“Irmandade”) será o piloto e Gabriel Godoy (“O Negócio”) interpretará o delegado responsável pela negociação dos reféns com o criminoso. Juliana Alves (“Barba, Cabelo e Bigode”), Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”), Cláudio Jaborandy (“Aruanas”), Johnnas Oliva (“Bom Dia, Verônica”) e Roberta Gualda (“O Rei da TV”) também estão no elenco. O Boeing 375 saiu de Belo Horizonte com destino ao Rio de Janeiro, mas Raimundo Nonato Alves da Conceição, de 28 anos, obrigou o piloto a desviar de rota, com o objetivo de atingir o Palácio do Planalto. O comandante conseguiu pousar em Goiânia, onde a aeronave foi cercada por policiais. Após a ação, o sequestrador acabou baleado e morreu. De acordo com informações apuradas após o crime, ele tinha perdido o emprego numa construtora por conta da crise econômica no país e colocava a culpa no então presidente José Sarney. A história foi recentemente lembrada no podcast “Atenção Passageiros Vasp 375: O Atentado Terrorista no Brasil”, da Globoplay. Em desenvolvimento há tempos, o filme tem roteiro de Lusa Silvestre (“Medida Provisória”) e será dirigido por Marcos Baldini (“Bruna Surfistinha”). “O Sequestro do Voo 375” tem previsão de estreia para 2023.










