O boneco de neve da animação Frozen vai aparecer na série Princesinha Sofia
Olaf, o boneco de neve otimista da animação “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), vai aparecer em outra atração da Disney. Ele fará uma visita à série de animação “Princesinha Sofia” (Sofia The First). A informação é do site da revista Variety. O próprio ator Josh Gad (“Pixels”), que dublou o personagem no cinema, vai fazer a voz de Olaf na série. Ele vai aparecer no episódio “The Secret Library: The Tale of Miss Nettle”, que será exibido em 15 de fevereiro no canal pago americano Disney Channel, que também trará Megan Mullally (série “Will & Grace”) de volta como a voz da Miss Nettle, papel pelo qual a atriz concorreu ao Emmy em 2015. Mas não vai ficar nisso. Em 2 de fevereiro, a Disney Publishing Worldwide vai lançar um livro ilustrado e um ebook baseado no episódio. A Disney não está resgatando o personagem à toa. No ano passado, o estúdio revelou sua intenção de produzir uma sequência de “Frozen”.
Mogli – O Menino Lobo: Pôsteres destacam o realismo das feras computadorizadas da produção
A Disney divulgou novos pôsteres de “Mogli – O Menino Lobo”, que trazem o menino Mogli (interpretado pelo estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade) em meio aos diversos animais com quem contracena na produção. Apesar do realismo das imagnes, Sethi é o único ator real da produção, dirigida por Jon Favreau (“Homem de Ferro”), que usa animação e captura de performance para dar vida aos demais personagens, todos animais selvagens. O elenco de dubladores, por sinal, é repleto de feras. Inclui Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) e Giancarlo Esposito (série “Revolution”). A trama adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre um menino órfão criado por animais numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último filme produzido por Walt Disney. A nova versão tem lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Zootopia: Ouça a canção de Shakira para a nova animação da Disney
A cantora Shakira divulgou o áudio da música-tema da animação “Zootopia – Essa Cidade É Um Bicho”. Chamada “Try Everything”, a música pode ser ouvida abaixo. Além de cantar, Shakira também vai dublar uma personagem, uma gazela que, claro, é cantora. Segundo John Lasseter, diretor do departamento de criação da Pixar e da Disney, o longa será um novo “clássico do estúdio”. A trama acompanha Nick Wilde (Rodrigo Lombardi na versão brasileira), uma raposa falastrona que é acusado de um crime que não cometeu. Para se safar, ele vai ter que contar com a ajuda de Judy Hopps (Monica Iozzi na versão brasileira), uma coelha policial moralista que não larga do seu pé. Na versão em inglês, as vozes dos dois personagens são dubladas por Jason Bateman (“Quero Matar Meu Chefe”) e Ginnifier Goodwin (série “Once Upon A Time”). Além deles, o elenco de dubladores originais inclui Idris Elba (“Círculo de Fogo”) e J.K. Simmons (“Whiplash – Em Busca Da Perfeição”). Dirigido por Byron Howard (“Enrolados”), Rich Moore (“Detona Ralph”) e o estreante Jared Bush (da equipe de “Operação Big Hero”), “Zootopia” estreia em 18 de fevereiro no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos EUA.
Disney quer Emma Stone como Cruella De Vil no novo filme dos 101 Dálmatas
A Disney abriu negociações para a atriz Emma Stone estrelar a nova versão do clássico infantil “101 Dálmatas”, que terá o nome da vilã, “Cruella”. O estúdio quer a estrela de “O Espetacular Homem-Aranha” no papel ingrato da inimiga dos pets. Segundo o site da revista Variety, a nova produção deve se focar nas origens de Cruella De Vil, aderindo à fórmula de “Malévola” (2014). Mesmo assim, não será tarefa fácil gerar simpatia para a malvada, que tem como objetivo matar filhotinhos de cachorros para fazer um casaco de peles. A personagem se tornou famosa graças ao desenho animado “A Guerra dos Dálmatas” (1961), primeira adaptação do livro infantil de Dodie Smith realizada pela própria Disney, que a introduziu no Brasil com o ótimo nome de Malvina Cruela. Os novos tradutores, porém, abandonaram a denominação na segunda adaptação do estúdio, que mostrou a vilã de carne e osso, vivida por Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”). A produção de 1996 também preservou o título original do livro, “101 Dálmatas”, e ainda ganhou continuação em 2000, batizada de “102 Dálmatas”. Incansável em suas reciclagens, a nova versão faz parte da estratégia da Disney de explorar suas propriedades mais famosas em filmes com atores reais, que começou com “Alice no País das Maravilhas” (2010) e manteve seu sucesso nas versões recentes de “Malévola” e “Cinderela”. Entre as adaptações em desenvolvimento, incluem-se ainda filmes de Dumbo, Pinóquio, Príncipe Encantado, Gênio da Lâmpada, o jovem Rei Arthur de “A Espada Era a Lei” e Mogli, o Menino Lobo. O roteiro de “Cruella” está sendo escrito por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney, após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). Ainda não há diretor envolvido na produção, nem previsão de estreia.
Após polêmica, Hasbro vai relançar brinquedos de Star Wars com Rey
Após a polêmica envolvendo a falta de brinquedos de “Star Wars: O Despertar da Força” com a heroína Rey, a Hasbro anunciou, nesta quarta-feira (6/1), que irá relançar alguns produtos com a inclusão da personagem. Um deles é o jogo “Star Wars Monopoly”. Também serão produzidos mais bonecos com a personagem. A fabricante de brinquedos havia sido duramente criticada por fãs da saga por ter excluído a heroína vivida por Daisy Ridley na maioria dos produtos baseados no filme. Uma hashtag foi criada para pressionar a companhia nas redes sociais: #whereisrey (#ondeestárey, em tradução literal). “Amamos a paixão dos fãs pela Rey, e estamos felizes em informar que vamos incluir a personagem no jogo [Star Wars Monopoly], que estará disponível ainda este ano”, comunicou a empresa. A Hasbro, porém, não se pronunciou sobre a ausência de Rey na miniatura da Millenium Falcon, a lendária nave espacial que reaparece no sétimo episódio da saga. O kit está sendo vendido com três bonecos: Chewbacca, Finn e o andróide BB-8, mas não inclui quem deveria obrigatoriamente estar no brinquedo, a piloto da nave Rey. Uma outra caixa com seis bonecos do filme também excluiu a personagem. O fato motivou uma carta enviada por Annie Rose, menina de 8 anos de idade, à Hasbro. Na correspondência, ela escreve: “Sem Rey, não há o despertar da Força”!
Versão “live action” de Mogli – O Menino Lobo ganha nova foto
A revista Empire divulgou uma nova foto de “Mogli – O Menino Lobo”, que destaca o menino Mogli (interpretado pelo estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade) e sua mãe adotiva, a loba Raksha (interpretada, via captura de movimentos, por Lupita Nyong’o, de “12 Anos de Escravidão”). Sethi é o único ator real da produção, dirigida por Jon Favreau (“Homem de Ferro”), que usa animação e captura de performance para dar vida aos demais personagens, todos animais selvagens. O elenco de dubladores inclui ainda Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”) e Giancarlo Esposito (série “Revolution”). A trama adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre um menino órfão criado por animais numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último filme produzido por Walt Disney. A nova versão também vem dos estúdios Disney e foi filmada em 3D, com lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Bonecas de Rey são raridade entre os brinquedos “para meninos” de Star Wars
Quando uma situação se repete por três vezes, recebendo as mesmas críticas, ninguém mais pode dizer que se trata de acaso. Pois pela terceira vez a Disney licenciou para a Hasbro a fabricação de brinquedos derivados de um sucesso de cinema, e os produtos voltam a minimizar as principais personagens femininas da produção. Quem já procurou pelos bonecos da Viúva Negra (“Vingadores”) e Gamora (“Guardiões da Galáxia”) nem se surpreende mais com a dificuldade de encontrar brinquedos baseados em Rey, que é simplesmente a personagem principal de “Star Wars: O Despertar da Força”. O set mais popular de bonecos licenciados pela Hasbro reúne Finn (John Boyega), Chewbacca (Peter Mayhew), Poe Dameron (Oscar Isaac) e Kylo Ren (Adam Driver), além de um líder dos stormtroopers e um piloto de TIE fighter, ambos figurantes. Mas nada de Rey (Daisy Ridley). Ela também não foi incluída na versão de “Monopoly” (o Banco Imobiliário americano) baseada em “Star Wars”. E nem sequer no set do Millennium Falcon, que traz Finn e Chewie, mas não a piloto. Um pai irritado por não encontrar brinquedos da personagem para sua filha lançou a hashtag #whereisrey no Twitter. E alguns compradores observaram que era possível encontrar bonecos individuais da heroína, na linha premium, mas eles se esgotaram nas primeiras horas de exibição do filme, e permanecem em falta em grandes redes online como Amazon e Toys R Us, porque foram fabricados em menor quantidade. Outro detalhe: Rey é uma das personagens com menos produtos disponíveis – apenas quatro. Mas isso não é nada perto da consideração dada às outras duas mulheres que se destacam no filme, a vilã Capitã Phasma (Gwendoline Christie), que ganhou dois bonecos, e a icônica Leia (Carrie Fisher), que simplesmente foi ignorada na linha de brinquedos do novo filme. Para completar, o site da Hasbro identifica os bonecos de “Star Wars”, chamados de Action Figures, como produtos para meninos. Aparentemente, meninas não podem brincar com a Rey, que é valente e heroica, só com a Barbie, que tem vestidos e uma casinha.
Galavant: Veja quatro comerciais hilários da 2ª temporada da série musical
A rede americana ABC divulgou quatro comerciais hilários da 2ª temporada de “Galavant”. As prévias não economizam canções, o que rende até brincadeiras autorreferentes, cheias de metalinguagem e muito bom humor, além de destacar a aliança dos antigos rivais Galant (Joshua Sasse, da série “Rogue”) e Richard (Timothy Omundson, da série “Psych”). O musical medieval foi uma das melhores surpresas do começo de 2015, visto por 7,3 milhões de telespectadores no canal ABC. Criada por Dan Fogelman (roteirista da animação “Enrolados”) e com músicas de Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção por “A Pequena Sereia” (1989), “A Bela e a Fera” (1991), “Aladdin” (1992) e “Pocahontas” (1995), a produção é praticamente um desenho animado da Disney com atores reais. Divertidíssima. Em tom de fábula, a série acompanha o personagem-título, um homem honesto e exímio com a espada, que descobre ter perdido o amor de sua vida (Mallory Jansen, da série “Young & Hungry”) para o Rei Richard. A jovem preferiu se casar com um homem rico a passar o resto da vida ao lado de um pobretão. Mas, quando a Princesa Isabella (Karen David, da série “Waterloo Road”), filha do Rei de Valência, busca sua ajuda para libertar seu reino, ele descobre o verdadeiro amor. O elenco ainda inclui participações especiais de vários rostos conhecidos, como Vinnie Jones (“Rota de Fuga”), John Stamos (série “Plantão Médico/E.R.”), Ricky Gervais (série “Derek”) e Rutger Hauer (série “True Blood”). A 2ª temporada estreia em 3 de janeiro pela ABC nos Estados Unidos.
Jornal francês protesta contra o lado negro da força de Star Wars
O importante jornal francês Le Monde resolveu protestar contra o lado negro da força de “Star Wars”, decidindo não credenciar jornalistas para a sessão exclusiva de imprensa e não publicar uma crítica de “Star Wars: O Despertar da Força” no dia da sua estreia. Segundo o jornal, é preferível assistir ao filme junto do público, após a estreia, do que ter a liberdade de expressão tolhida. O longo texto revela as condições exigidas pela Disney, chamada de “a empresa das ‘orelhas redondas'”, para o credenciamento dos jornalistas que assistiram a sessão prévia, realizada na terça (15/12). Taxando as exigências de “inaceitáveis”, o texto enumera a “profusão de precauções que beiram o grotesco”. Entre elas, estão “obtenção de um código ‘QR de acesso pessoal’ após a assinatura de um termo de responsabilidade, local e horário mantidos em segredo e comunicados na véspera pelo celular, presença anunciada de agentes de segurança equipados de binóculos de visão noturna, ‘embargo a críticas’ até as 9h01 do dia seguinte…” Mas o que Le Monde considera a gota d’água é a “vontade demonstrada pela distribuidora de controlar o conteúdo dos artigos”. Assinalando que os jornalistas precisam assinar um formulário que lhes pede que “não revelem os elementos-chave da trama do filme para não prejudicar a diversão dos futuros espectadores”, a nota cita textualmente o documento da Disney: “Atesto que qualquer revelação de minha parte a respeito desse filme a pessoas que não o tenham assistido constituirá um prejuízo à Disney/LucasFilm sujeito a reparação”, diz o documento. Além disso, o jornal revela que, junto desse formulário, um email “chega a ordenar que se mantenham em segredo ‘as ligações entre os personagens'”. “Na história do jornalismo, nunca nenhuma produtora havia se intrometido dessa forma no conteúdo dos artigos e das conversas privadas dos jornalistas com seus parentes e amigos, ainda por cima ameaçando entrar com processos”, acusa o jornal francês, que conclui que tudo isso deixa de representar arte, cinema ou mesmo entretenimento, para virar simplesmente manipulação sob pressão corporativa. “Tudo isso ilustra a natureza da franquia ‘Star Wars’, que precisa justificar para os acionistas da Disney o colossal investimento de US$ 4,4 bilhões que custou a compra da LucasFilm. Cada decisão, inclusive a restrição às críticas, é tomada seguindo essa necessidade mais do que pela vontade de criar ou de entreter”, avalia o Le Monde. “Podemos concordar com o Mickey que ‘spoilers’ são um pecado. Mas, se não se pode falar sobre o que se passa na tela nem sobre os personagens que a povoam, só restam cenários e efeitos especiais”, reflete o texto francês, convidando o leitor a pensar.
Pôsteres de Zootopia parodiam os filmes mais populares de 2015
A Disney divulgou um coleção de pôsteres de personagens de “Zootopia”, sua nova animação com bichinhos falantes, que parodiam cartazes de alguns dos filmes mais populares de 2015. O melhor é, sem dúvida, da coelha Jedi. Além de “Star Wars: O Despertar da Força”, também foram lembrados “Cinquenta Tons de Cinza”, “Straight Outt Compton: A História do NWA”, Ex-Machina e Cinderela. Passada numa cidade onde bichos falantes se comportam como gente, a animação vai acompanhar o raposo Nick Wilde (voz original de Jason Bateman e dublagem de Rodrigo Lombardi), acusado de um crime que não cometeu, e a coelha policial Judy Hopps (voz original de Ginnifer Goodwin e dublagem de Monica Iozzi), que se unem contra uma conspiração. Dirigido por Byron Howard (“Enrolados”), Rich Moore (“Detona Ralph”) e o estreante Jared Bush (da equipe de “Operação Big Hero”), “Zootopia” estreia em 18 de fevereiro no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos EUA.
O Bom Dinossauro deve se tornar o primeiro fracasso da Pixar
A animação “O Bom Dinossauro” encaminha-se para se tornar o primeiro fracasso da parceria Disney-Pixar. Com rendimentos de US$ 76,4 milhões em 20 dias de exibição, o longa só supera as bilheterias iniciais dos dois primeiros lançamentos do estúdio, “Toy Story” (1995) e “Vida de Inseto” (1998), quando os preços dos ingressos eram bem mais baixos. Especula-se que seu orçamento tenha ultrapassado os US$ 350 milhões (US$ 200 milhões de produção, somados a US$ 150 milhões de marketing). É um custo insano, mas a Disney geralmente consegue quitar. Também lançado este ano, “Divertida Mente” fez US$ 851 milhões. “O Bom Dinossauro” teve problemas desde a concepção, chegando a ser paralisado. A dificuldade de encontrar o tom ainda levou à demissão do diretor Bob Peterson (“Up – Altas Aventuras”), que foi substituído pelo co-diretor original, Peter Sohn (curta “Parcialmente Nublado”). Este tipo de problema, porém, já tinha acontecido antes em produções da Pixar, como, notoriamente, em “Valente” (2012). A diferença é que “O Bom Dinossauro” não está tendo a mesma repercussão dos filmes anteriores da Pixar. Alguns críticos apontam que a produção parece mais Disney que Pixar, no sentido de que não traz muita inovação e prega uma mensagem muito evidente, do tipo “moral da história”, sem a sutileza das obras anteriores do estúdio. O fracasso nos EUA ainda pode ser revertido no mercado internacional. A animação ainda vai estrear em vários países, inclusive no Brasil, onde só chega em 7 de janeiro. Mesmo assim, somente a China poderia salvar o filme do fiasco comercial – e não há previsão de lançamento no país, que tem uma cota limitada para a exibição de filmes estrangeiros.
Tom Hanks revela que já começou a dublar Toy Story 4
O ator Tom Hanks revelou que já começou a gravar os diálogos de “Toy Story 4”. Dublador do cowboy Woody, Hanks deu a notícia durante entrevista ao programa The Graham Norton Show, da rede britânica BBC. “Agora estamos gravando ‘Toy Story 4’. Vai ser lançado em 2018. Então ainda vai demorar um bom tempo”, disse Hanks. O ator aproveitou para contar que, após o lançamento de “Toy Story 3”, ele levou uma bronca da Disney por ter revelado que o quarto filme aconteceria. Segundo Hanks, um grupo de advogados telefonou para dizer quais detalhes ele poderia falar ou não. Ao que ele respondeu: “Olha, me desculpe, mas só quero destacar uma coisa – eu sou o Woody, rapaz!”. O ator também falou sobre a dificuldade de gravar diálogos durante horas. “Meu diafragma quase não aguenta. Um dia, após a gravação, tive que colocar gelo no meu peito para conseguir voltar para casa”, contou. Dirigido por Josh Cooley (diretor do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, que continua a trama de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” já tem data de estreia agendada. A produção está prevista para chegar aos cinemas em 21 de junho de 2018 no Brasil.
Zootopia: Veja uma cena divertida da nova animação de bichos falantes da Disney
A Disney divulgou um pôster francês e uma cena dublada em português de “Zootopia”, sua nova animação com bichinhos falantes. A prévia revela que os trabalhadores de uma repartição pública são bichos preguiça. A metáfora não é sutil, mas rende uma situação divertida, envolvendo a raposa Nick Wilde e a coelhinha estressada Judy Hops, dublados no Brasil pela dupla Rodrigo Lombardi (novela “Verdades Secretas”) e Monica Iozzi (“Superpai”). Na trama antromórfica, passada numa cidade habitada por animais falantes, Nick é acusado de um crime que não cometeu e passa a ser perseguido pela policial Judy, até que ambos se tornam alvos de uma conspiração e são forçados a se unir para descobrir que até mesmo os inimigos naturais podem se ajudar a sobreviver na selva de pedra. No idioma original, os protagonistas têm as vozes de Jason Bateman (“Quero Matar Meu Chefe”) e Ginnifer Goodwin (série “Once Upon a Time”). Dirigido por Byron Howard (“Enrolados”), Rich Moore (“Detona Ralph”) e o estreante Jared Bush (da equipe de “Operação Big Hero”), “Zootopia” estreia em 18 de fevereiro no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos EUA.











