Keanu Reeves vai dublar brinquedo novo de Toy Story 4
O ator Keanu Reeves foi confirmado como dublador de um novo personagem de “Toy Story 4” por um colega de elenco. Ninguém menos que Tim Allen, dublador de Buzz Lightyear, contou a novidade em sua passagem pelo programa de entrevistas “The Tonight Show”, apresentado o por Jimmy Fallon. “Novos caras estão no elenco. Keanu Reeves tem um grande papel. E até ele, que é um cara divertido e gentil, disse que seu personagem soava muito como Buzz Lightyear. O personagem tem um pouco disso”, contou. “Mas a gente teve que acalmá-lo um pouco e lembrá-lo que o brinquedo dele não é tão grande. Buzz é bem maior”, completou. Ele também fez várias piadas sobre o fato de Tom Hanks ter mais destaque no filme, por ser Tom Hanks, e disse que o roteiro é absolutamente emocionante. “Esses caras são gênios, porque é tão bom, profundo, emocionante, um enredo maravilhoso”. Veja a entrevista abaixo. Allen confirmou que os novos personagens serão importantes para a trama. Três deles já foram apresentados em teasers e pôsteres. Chama-se Ducky (patinho), Bunny (coelhinho) e Forky (garfinho). Os dois primeiros são bichinhos de pelúcia, que um teaser mostrou numa estande de prêmios de parque de diversões e dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Já Forky é um garfo “transformado” em brinquedo, que também foi apresentado num teaser e tem a voz original de Tony Hale (da série “Veep”). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” também terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Primeiro trailer legendado do remake de O Rei Leão impressiona pelo realismo animado
A Disney divulgou o primeiro trailer legendado de “O Rei Leão”. E embora não seja, claramente, uma versão “live-action”, com atores interpretando os personagens, a prévia impressiona por seu realismo. Trata-se de uma evolução enorme em relação a “Mogli, o Menino Lobo”, com uma animação digital tão convincente que, por um breve momento, é possível jurar que se trata de um documentário do Animal Planet. Impressão que dura até a reconstituição de uma cena clássica da animação – e, também, pelo fato de os animais serem falantes. A voz que ressoa no vídeo é a de James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”), que volta a dublar Mufasa, o pai de Simba, como no desenho clássico de 24 anos atrás. Mas todos os demais integrantes do elenco vocal são novos. A começar por Simba, que ganhou dublagem de Donald Glover (série “Atlanta”). Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dará voz à Sarabi, a mãe de Simba, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) dublará o vilão Scar e a cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) dará vida à Nala. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, ganharão as vozes dos comediantes Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e a previsão de estreia é para 18 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Criador de Deadpool faz campanha para que Hugh Jackman estrele um filme de Wolverine e Deadpool
O criador de Deadpool, o artista Rob Liefeld, juntou-se a Ryan Reynolds na campanha para que Hugh Jackman reconsidere sua aposentadoria de Wolverine para fazer um filme ao lado de Deadpool. A motivação foi uma entrevista recente de Jackman, que nesta semana reforçou que realmente se despediu do papel em “Logan” e ainda disse que duvidava haver interesse do público por esse crossover. Rob Liefeld escreveu uma carta aberta para o ator no Instagram, pedindo que ele reconsiderasse sua decisão, porque, sim, os fãs querem ver muito este crossover. “Querido Hugh Jackman, apenas aparecendo aqui para te assegurar, após seus comentários recentes, que, sim, os fãs desejam absolutamente com o mais profundo nível possível de afeto e emoção, ver você voltar como Wolverine ao lado de Ryan como Deadpool. Estando no ramo dos quadrinhos por 33 anos e falando como alguém que criou alguns encontros memoráveis entre Logan e Wade, posso garantir e confirmar um público e uma reação como nada que você já experimentou!! Wolverine é meu personagem favorito na história dos quadrinhos, ele inspirou todos os aspectos da criação de Deadpool!! Por favor, dê alguma consideração para voltar a usar suas garras em mais uma aventura gloriosa!” Vale lembrar que quando anunciou sua aposentadoria do papel, Jackman brincou que só uma coisa o faria voltar a viver Wolverine: um filme que juntasse os X-Men e os Vingadores. Na época, ele não acreditava que isso seria possível, porque os X-Men habitavam um universo paralelo da Marvel, lançado pela Fox. Agora que a Disney comprou a Fox, não vai demorar para os X-Men se juntarem aos Vingadores. Será que Jackman vai cumprir a promessa? Visualizar esta foto no Instagram. Dear @thehughjackman just checking in to reassure you per your recent comments that, yes, fans absolutely desire on the deepest possible level of affection and excitement that we can collectively muster to see you return as Wolverine alongside Ryan as Deadpool. Being in the comic business for 33 years and speaking as someone who has crafted a few memorable encounters between Logan and Wade, I can guarantee and confirm an audience and a reaction like nothing you have ever before experienced!! Wolverine is my favorite character in the history of comics, he inspired every aspect of Deadpool’s creation!! Please give some consideration to unsheathing your claws for one more glorious adventure! #wolverine #deadpool #marvel p.s. please feel free to adapt directly from Wolverine #154-155 and feature The Administrator, The Watchtower! Unapologetically and unashamedly, your pal, Rob! #BiggerthanInfinityWar #robliefeld Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em 21 de Nov, 2018 às 8:18 PST
Guardiões da Galáxia: Rumor sugere produção de série de Rocket e Groot para a plataforma de streaming da Disney
Apesar da incerteza em relação ao futuro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, o site That Hashtag Show garante ter ouvido de uma fonte que a Marvel estaria planejando uma série live action focada em Rocket Raccoon e Groot para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Não há confirmações de outros sites, mas, como o mundo inteiro reproduziu a notícia, o rumor ganhou volume significativo de registros. E, quem sabe, isso possa até plantar a ideia da produção, se o projeto não existia até então. A série se juntaria a outras produções derivadas dos filmes da Marvel no novo serviço de streaming da Disney. Até o momento, apenas uma série com Tom Hiddleston repetindo o papel de Loki está confirmada, mas rumores anteriores, checados por diferentes sites (ao contrário do rumor atual), mencionaram produções centradas na Feiticeira Escarlate e na dupla Falcão e Soldado Invernal, que seriam interpretadas pelos atores dos filmes dos Vingadores. Infelizmente, não há rumores sobre uma série dos Heróis de Aluguel, que juntaria Luke Cage e Punho de Ferro, personagens que tiveram suas séries individuais canceladas na Netflix. Rocket e Groot são dois dos personagens mais populares dos Guardiões e seus dubladores, respectivamente Bradley Cooper e Vin Diesel, foram os que menos criaram caso contra a demissão do diretor James Gunn de “Guardiões da Galáxi Vol. 3”. Ambos, porém, assinaram o abaixo-assinado do elenco pedindo a recontratação do cineasta pela Disney. Vale lembrar que os dois personagem já tem uma série animada, produzida para o canal Disney XD, que acompanha a dupla antes de virar Guardiões da Galáxia.
Mickey ganha bolo gigante em curta animado de seu aniversário
Mickey Mouse completou 90 anos no domingo (18/11), mas pediu para que não fizessem muita festa, porque tem horror de surpresas. Um medo patológico mesmo, como revela o novo curta animado do personagem, disponibilizado com dublagem em português no canal oficial da Disney brasileira no YouTube. Tudo o que ele quer é um bolo simples. Só que seus amigos, liderados por Minnie, resolvem lhe dar um bolo gigante. E isso logicamente vira uma ameaça apocalíptica. Veja abaixo a catástrofe animada. Intitulado “Surpresa!”, o desenho foi escrito e dirigido por Clay Morrow e Paul Rudish, que trabalharam juntos na série “O Laboratório de Dexter”. O vídeo tem oito minutos, um a menos que “O Vapor de Willie”, que inaugurou a carreira do ratinho criado por Walt Disney e Ub Iwerks em 1928. Saiba mais sobre a origem de Mickey aqui.
China aprova compra da Fox pela Disney, facilitando a finalização do negócio
A China aprovou incondicionalmente a compra da Fox pela Disney por cerca de US$ 71,3 bilhões. O anúncio, oficializado nesta segunda (19/11), causou imediata elevação nas ações de ambas as empresas na bolsa de valores de Nova York. O acordo ainda precisa ser aprovado por outros países, como o Brasil, mas o aval representa a maior vitória internacional da Disney, já que China e Estados Unidos travam uma feroz guerra comercial, devido a decisões tomadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem levado à retaliações contra negócios envolvendo empresas americanas no mercado chinês. Vale lembrar que a China possuiu o segundo maior mercado cinematográfico do mundo, e algumas produções de Hollywood já atingem no país bilheteria maior que a dos Estados Unidos. A aquisição da Fox pela Disney deve ser completamente regularizada até o primeiro semestre de 2019, após outros entraves burocráticos serem superados.
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald estreia com pior bilheteria da franquia Harry Potter
“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” estreou em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. Entretanto, a arrecadação de US$ 62 milhões ficou abaixo das expectativas ambiciosas da Warner e representa a menor abertura registrada por um título da franquia “Harry Potter”. Para completar, o filme também vem acumulando as piores críticas desse universo criado pela escritora J.K. Rowling e a cada dia vê sua aprovação desabar mais no ranking do Rotten Tomatoes. Se até a estreia era considerado medíocre, com pouco mais de 50% de aprovação, a nota desabou de vez nesse domingo (18/11), registrando no momento apenas 40%, o que lhe rende a condição de “podre” pelos critérios do site. Em compensação, tem conseguido bom desempenho no mercado internacional, onde está sendo visto por mais público que o filme anterior, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Isto, claro, deve-se à estratégia de distribuição, que alinhou a estreia simultânea em 79 países. Assim, a produção gerou mais US$ 191 milhões – com destaque para os países da Europa – totalizando US$ 253,2 milhões em sua estreia mundial. Vale lembrar que “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” foi filmado com um mega-orçamento de US$ 200 milhões e ainda gastou outra fortuna em marketing para sua divulgação, de modo que a expectativa do estúdio mirava uma bilheteria de no mínimo US$ 800 milhões ao todo, como o filme anterior. O detalhe é que apenas quatro lançamentos superaram esse montante em 2018. A estreia de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” ficou abaixo até do desempenho da animação “O Grinch” na semana passada. O desenho da Illumination/Universal, que agora caiu para o 2º lugar, começou sua trajetória com US$ 66 milhões e manteve o sucesso na segunda semana, com mais US$ 38,1 milhões. Em dez dias, a animação já soma US$ 126,5 milhões nos Estados Unidos e no Canadá. Porém, não tem o mesmo desempenho no resto do mundo. Isto se deve às criações de Dr. Seuss não serem tão conhecidas fora da América do Norte, mas principalmente por o lançamento internacional ter sido muito pulverizado. A maioria dos países só vai receber sua estreia entre o final de novembro e o Natal, devido à temática natalina – mas já está nos cinemas brasileiros. “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, também segue impressionante no 3º lugar em sua terceira semana de exibição. A bilheteria atingiu US$ 384,3 milhões em todo o mundo, superando o outro musical em cartaz, “Nasce uma Estrela” (US$ 340,7 milhões após sete semanas). O Top 5 se completa com duas estreias. A comédia “De Repente uma Família” fez só US$ 15,7 milhões e abriu em 4º lugar, também abaixo das expectativas da Paramount, que imaginava algo em torno das bilheterias da franquia “Pai em Dose Dupla”, com o mesmo ator (Mark Wahlberg) e temática similar – o primeiro “Pai em Dose Dupla” estreou com US$ 38,7 milhões e o segundo com US$ 29,6 milhões. A crítica, no entanto, gostou bem mais da nova comédia que das anteriores (“podres”), com 81% de aprovação. Já “As Viúvas” iniciou com US$ 12,3 milhões. Pode parecer pouco, mas é o melhor desempenho inicial de uma obra do diretor Steve McQueen, que antes de vencer o Oscar com “12 Anos de Escravidão” (2013) só fazia dramas indies pouco convencionais. O novo trabalho representa sua primeira incursão ao cinema de ação e o resultado foi aplaudidíssimo pela crítica, com 91% no Rotten Tomatoes. É também o filme mais caro do cineasta inglês. Custou US$ 42 milhões, pouco mais que o dobro de “12 Anos de Escravidão”, e teria como meta faturar US$ 150 milhões no mínimo. Isto lhe obriga a ter um desempenho internacional bem melhor. O problema é que o público não se empolgou tanto quanto a crítica, como atesta a nota B no CinemaScore, pesquisa feita com quem pagou ingresso nos Estados Unidos. Dos três filmes lançados, “As Viúvas” teve a pior avaliação do público americano, que, em franco contraste com a crítica, deu B+ para “Animais Fantásticos” e adorou “De Repente uma Família”, único a receber nota A. Tanto “As Viúvas” quanto “De Repente uma Família” estreiam no Brasil em duas semanas, no dia 29 de novembro. “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” já está em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 62,2 Total EUA e Canadá: 62,2 Total Mundo: US$ 253,2m 2. O Grinch Fim de semana: US$ 38,1m Total EUA e Canadá: US$ 126,5m Total Mundo: US$ 151,7m 3. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 15,7m Total EUA e Canadá: US$ 127,8m Total Mundo: US$ 384,3m 4. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 14,7m Total EUA e Canadá: US$ 14,7m Total Mundo: US$ 14,7m 5. As Viúvas Fim de semana: US$ 12,3m Total EUA e Canadá: US$ 12,3m Total Mundo: US$ 19,6m 6. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Fim de semana: US$ 4,6m Total EUA e Canadá: US$ 43,8m Total Mundo: US$ 116,2m 7. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 4,3m Total EUA e Canadá: US$ 185,8m Total Mundo: US$ 340,7m 8. Operação Overlord Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 17,7m Total Mundo: US$ 32,7m 9. Millennium: A Garota na Teia de Aranha Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 26,5m 10. Nobody’s Fool Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 28,8m Total Mundo: US$ 29,1m
Mickey Mouse completa 90 anos de influência na cultura pop
Neste domingo, completam-se 90 anos da primeira exibição de Mickey Mouse. Ele foi visto pelo público pela primeira vez num curta animado em preto-e-branco, “O Vapor de Willie”, que foi projetado num cinema de Nova York em 18 de novembro de 1928. O desenho de oito minutos trazia Mickey pilotando um barco a vapor e divertindo a passageira Minnie Mouse ao tornar os animais a bordo instrumentos musicais. Foi um enorme sucesso, porque também foi um dos primeiros desenhos animados sonoros. O som tinha chegado aos cinemas apenas 11 meses antes. E o rato ria, com a voz do próprio Walt Disney, e fazia música. Não era a primeira tentativa de Disney de emplacar um personagem animado. Seu predecessor tinha sido o coelho Oswald. Mas o ratinho, com seus traços simples – um grande círculo e dois círculos menores representavam sua cabeça – acabou caindo no gosto popular. O detalhe é que esses traços tão famosos não foram criados por quem você pensa e sim por Ub Iwerks. Foi o famoso animador quem criou o visual que hoje é símbolo do nome Disney, além de ter codirigido “O Vapor de Willie” com Disney, que o incentivou, batizou o personagem, dublou-o, ajudou a animá-lo e o produziu. O lançamento do Mickey foi uma vingança contra a Universal e o produtor Charles Mintz, com quem Disney tinha começado sua carreira em Hollywood. Mintz dizia que Oswald pertencia à Universal e que Disney estava sob contrato para realizar mais desenhos. Ele comprou a briga, mas perdeu a maioria de seus animadores originais, que também assinaram contrato com a Universal. Apenas Iwerks e os assistentes Les Clark e Wilfred Jackson permaneceram leais. Assim, ao se ver traído, Disney resolveu juntar os três para lançar seu próprio estúdio e ter os direitos sobre tudo o que lançasse. Por isso, com Mickey também nasceu o estúdio Disney. Embora tenha sido o primeiro desenho do Mickey exibido nos cinemas, “O Vapor de Willie” foi na verdade o terceiro curta animado desenvolvido com o personagem. Os dois anteriores simplesmente não conseguiram distribuição, porque o estúdio de Disney era independente – quem diria… Mas o desenho do ratinho no barco encontrou interessados porque era uma paródia de um filme muito bem-sucedido, “Marinheiro de Encomenda” (1928), estrelado por Buster Keaton, que tinha sido lançado seis meses antes. Como a maioria dos estúdios ainda estavam produzindo desenhos mudos, “O Vapor de Willie” logo se destacou, levando à produção de novos curtas com o ratinho orelhudo. Disney dublou todos eles, até os anos 1940. Cada novo desenho refletia a evolução do personagem. Só em 1929 ele ganhou suas luvas. Em 1931, Pluto virou seu cachorro. Em 1932, Pateta virou seu melhor amigo. Em 1935, Mickey finalmente ganhou cores e conheceu o Pato Donald. E em 1940 apareceu em seu primeiro longa, “Fantasia”, como um aprendiz de feiticeiro. A primeira grande reforma visual do personagem veio em 1939, quando o animador Fred Moore mudou os olhos do ratinho, incluindo pupilas – até então, seus olhos eram apenas dois pontos pretos – , que aumentaram sua expressividade. As mudanças continuaram nos anos 1940, com o sumiço de seu rabo, um novo guarda-roupas – ele só usava shorts vermelhos no começo – e orelhas menos estáticas. Mas o que manteve Mickey popular por tantos anos foi a exibição de seus desenhos na TV, a partir dos anos 1950, e à ideia de Disney de explorá-lo em outros meios, como quadrinhos, brinquedos, camisetas, lancheiras, etc. O personagem se tornou maior que o cinema. Logo, passou a ser visto ao vivo pelas crianças, em parques temáticos com o nome de Disney. Um império surgiu em torno de suas orelhas redondas. Não foi à toa que Walt Disney passou a chamar o Mickey de seu embaixador global. Mickey lançou não apenas a Walt Disney Pictures, mas o conceito do império Disney.
The Mandalorian: Gina Carano vai estrelar primeira série live-action de Star Wars
A atriz e ex-campeã de MMA Gina Carano (“Deadpool”) vai ser a protagonista feminina de “The Mandalorian”, primeira série live-action do universo de “Star Wars”, desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). O papel não foi revelado, mas ela vai se juntar ao chileno Pedro Pascal (da série “Narcos”), primeiro nome confirmado da produção, que deverá viver o papel-título de “The Mandalorian”, um pistoleiro solitário que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. O criador da série, Jon Favreau (diretor de “Mogli” e “Homem de Ferro”), revelou a premissa da atração num post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, vai dirigir o piloto da série, que também terá episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”), além da atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”).
Personagens de O Retorno de Mary Poppins ganham pôsteres individuais
A Disney divulgou uma coleção de pôsteres dos personagens que acompanham a volta de Mary Poppins ao cinema. Além da protagonista, agora vivida por Emily Blunt (“A Garota no Trem”), os cartazes trazem os personagens vividos por Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”), Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Julie Walters (“As Aventuras de Paddington”) “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além do citado Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.
Trailer legendado da nova versão de Dumbo mostra que o elefantinho sofre, encanta, voa, mas não fala
A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da versão live-action de “Dumbo”. E a prévia revela que se trata da mesma história que encantou as crianças de 1941, na animação clássica da Disney, com diferenças narrativas que não parecem alterar muito o conjunto. Há definitivamente mais humanos em cena, a ponto de um casal de crianças tomar o lugar do ratinho Timóteo como amigos e incentivadores do elefantinho do título. Timóteo, por sinal, é visto com seu uniforme vermelho numa gaiola, mas surge mais como easter egg que personagem da trama. Esta diferença se deve a uma decisão que distancia “Dumbo” de “Mogli, o Menino Lobo”, outra versão live-action de clássico animado do estúdio. No novo filme, elefantes até podem voar, mas não falam. “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como bebê elefante de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar de um elefante recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o elefantinho para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Marvel Comics homenageia Stan Lee com vídeo emocionante
A editora Marvel Comics prestou uma emocionante homenagem a Stan Lee com a divulgação de um vídeo, que combina cenas de arquivo e declarações do artista com imagens de suas criações e depoimentos dos editores e executivos do editora. “Ele é o coração do universo Marvel”, define o vídeo-coral. Claro que podia ser mais aprofundado, com participação de artistas que trabalharam de verdade com Stan Lee, como Roy Thomas, seu sucessor na Marvel e uma das últimas pessoas a conversar com ele em vida. Mas não se trata de um documentário e sim uma forma de agradecer ao homem que possibilitou o emprego de todas aquelas pessoas que aparecem em cena. O que chama atenção, entretanto, é que foi um esforço exclusivo do ramo editorial da Marvel. Fox, Sony e Warner foram mais enfáticas, até o momento, que a Disney em relação aos tributos. O CEO da Disney, Bob Iger, esteve entre os primeiros a se manifestar após a morte de Stan Lee, na segunda (12/11). Mas nenhuma produção de série ou filmes derivados da Marvel, com o selo da Disney, seguiu sua deixa, embora atores tenham se manifestado de forma individual.
The Mandalorian: Pedro Pascal é confirmado como protagonista da série da franquia Star Wars
As principais publicações de cinema dos Estados Unidos confirmaram que ator chileno Pedro Pascal (da série “Narcos”) é o astro que veste a máscara do protagonista de “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Blogs geeks já apontavam sua participação, mas agora as revistas Variety e Hollywood Reporter “oficializaram” a notícia com suas fontes. Criada por Jon Favreau (diretor de “Mogli” e “Homem de Ferro”), “The Mandalorian” seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Favreau revelou a premissa da atração num post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, vai dirigir o piloto da série, que também terá episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”), além da atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (o mexicano Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar uma série no serviço de streaming. Com isso, dois atores latinos protagonizarão as duas séries live action de “Star Wars” atualmente em produção.












