Mickey Mouse completa 90 anos de influência na cultura pop
Neste domingo, completam-se 90 anos da primeira exibição de Mickey Mouse. Ele foi visto pelo público pela primeira vez num curta animado em preto-e-branco, “O Vapor de Willie”, que foi projetado num cinema de Nova York em 18 de novembro de 1928. O desenho de oito minutos trazia Mickey pilotando um barco a vapor e divertindo a passageira Minnie Mouse ao tornar os animais a bordo instrumentos musicais. Foi um enorme sucesso, porque também foi um dos primeiros desenhos animados sonoros. O som tinha chegado aos cinemas apenas 11 meses antes. E o rato ria, com a voz do próprio Walt Disney, e fazia música. Não era a primeira tentativa de Disney de emplacar um personagem animado. Seu predecessor tinha sido o coelho Oswald. Mas o ratinho, com seus traços simples – um grande círculo e dois círculos menores representavam sua cabeça – acabou caindo no gosto popular. O detalhe é que esses traços tão famosos não foram criados por quem você pensa e sim por Ub Iwerks. Foi o famoso animador quem criou o visual que hoje é símbolo do nome Disney, além de ter codirigido “O Vapor de Willie” com Disney, que o incentivou, batizou o personagem, dublou-o, ajudou a animá-lo e o produziu. O lançamento do Mickey foi uma vingança contra a Universal e o produtor Charles Mintz, com quem Disney tinha começado sua carreira em Hollywood. Mintz dizia que Oswald pertencia à Universal e que Disney estava sob contrato para realizar mais desenhos. Ele comprou a briga, mas perdeu a maioria de seus animadores originais, que também assinaram contrato com a Universal. Apenas Iwerks e os assistentes Les Clark e Wilfred Jackson permaneceram leais. Assim, ao se ver traído, Disney resolveu juntar os três para lançar seu próprio estúdio e ter os direitos sobre tudo o que lançasse. Por isso, com Mickey também nasceu o estúdio Disney. Embora tenha sido o primeiro desenho do Mickey exibido nos cinemas, “O Vapor de Willie” foi na verdade o terceiro curta animado desenvolvido com o personagem. Os dois anteriores simplesmente não conseguiram distribuição, porque o estúdio de Disney era independente – quem diria… Mas o desenho do ratinho no barco encontrou interessados porque era uma paródia de um filme muito bem-sucedido, “Marinheiro de Encomenda” (1928), estrelado por Buster Keaton, que tinha sido lançado seis meses antes. Como a maioria dos estúdios ainda estavam produzindo desenhos mudos, “O Vapor de Willie” logo se destacou, levando à produção de novos curtas com o ratinho orelhudo. Disney dublou todos eles, até os anos 1940. Cada novo desenho refletia a evolução do personagem. Só em 1929 ele ganhou suas luvas. Em 1931, Pluto virou seu cachorro. Em 1932, Pateta virou seu melhor amigo. Em 1935, Mickey finalmente ganhou cores e conheceu o Pato Donald. E em 1940 apareceu em seu primeiro longa, “Fantasia”, como um aprendiz de feiticeiro. A primeira grande reforma visual do personagem veio em 1939, quando o animador Fred Moore mudou os olhos do ratinho, incluindo pupilas – até então, seus olhos eram apenas dois pontos pretos – , que aumentaram sua expressividade. As mudanças continuaram nos anos 1940, com o sumiço de seu rabo, um novo guarda-roupas – ele só usava shorts vermelhos no começo – e orelhas menos estáticas. Mas o que manteve Mickey popular por tantos anos foi a exibição de seus desenhos na TV, a partir dos anos 1950, e à ideia de Disney de explorá-lo em outros meios, como quadrinhos, brinquedos, camisetas, lancheiras, etc. O personagem se tornou maior que o cinema. Logo, passou a ser visto ao vivo pelas crianças, em parques temáticos com o nome de Disney. Um império surgiu em torno de suas orelhas redondas. Não foi à toa que Walt Disney passou a chamar o Mickey de seu embaixador global. Mickey lançou não apenas a Walt Disney Pictures, mas o conceito do império Disney.
The Mandalorian: Gina Carano vai estrelar primeira série live-action de Star Wars
A atriz e ex-campeã de MMA Gina Carano (“Deadpool”) vai ser a protagonista feminina de “The Mandalorian”, primeira série live-action do universo de “Star Wars”, desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). O papel não foi revelado, mas ela vai se juntar ao chileno Pedro Pascal (da série “Narcos”), primeiro nome confirmado da produção, que deverá viver o papel-título de “The Mandalorian”, um pistoleiro solitário que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. O criador da série, Jon Favreau (diretor de “Mogli” e “Homem de Ferro”), revelou a premissa da atração num post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, vai dirigir o piloto da série, que também terá episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”), além da atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”).
Personagens de O Retorno de Mary Poppins ganham pôsteres individuais
A Disney divulgou uma coleção de pôsteres dos personagens que acompanham a volta de Mary Poppins ao cinema. Além da protagonista, agora vivida por Emily Blunt (“A Garota no Trem”), os cartazes trazem os personagens vividos por Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”), Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Julie Walters (“As Aventuras de Paddington”) “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além do citado Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.
Trailer legendado da nova versão de Dumbo mostra que o elefantinho sofre, encanta, voa, mas não fala
A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da versão live-action de “Dumbo”. E a prévia revela que se trata da mesma história que encantou as crianças de 1941, na animação clássica da Disney, com diferenças narrativas que não parecem alterar muito o conjunto. Há definitivamente mais humanos em cena, a ponto de um casal de crianças tomar o lugar do ratinho Timóteo como amigos e incentivadores do elefantinho do título. Timóteo, por sinal, é visto com seu uniforme vermelho numa gaiola, mas surge mais como easter egg que personagem da trama. Esta diferença se deve a uma decisão que distancia “Dumbo” de “Mogli, o Menino Lobo”, outra versão live-action de clássico animado do estúdio. No novo filme, elefantes até podem voar, mas não falam. “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como bebê elefante de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar de um elefante recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o elefantinho para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Marvel Comics homenageia Stan Lee com vídeo emocionante
A editora Marvel Comics prestou uma emocionante homenagem a Stan Lee com a divulgação de um vídeo, que combina cenas de arquivo e declarações do artista com imagens de suas criações e depoimentos dos editores e executivos do editora. “Ele é o coração do universo Marvel”, define o vídeo-coral. Claro que podia ser mais aprofundado, com participação de artistas que trabalharam de verdade com Stan Lee, como Roy Thomas, seu sucessor na Marvel e uma das últimas pessoas a conversar com ele em vida. Mas não se trata de um documentário e sim uma forma de agradecer ao homem que possibilitou o emprego de todas aquelas pessoas que aparecem em cena. O que chama atenção, entretanto, é que foi um esforço exclusivo do ramo editorial da Marvel. Fox, Sony e Warner foram mais enfáticas, até o momento, que a Disney em relação aos tributos. O CEO da Disney, Bob Iger, esteve entre os primeiros a se manifestar após a morte de Stan Lee, na segunda (12/11). Mas nenhuma produção de série ou filmes derivados da Marvel, com o selo da Disney, seguiu sua deixa, embora atores tenham se manifestado de forma individual.
The Mandalorian: Pedro Pascal é confirmado como protagonista da série da franquia Star Wars
As principais publicações de cinema dos Estados Unidos confirmaram que ator chileno Pedro Pascal (da série “Narcos”) é o astro que veste a máscara do protagonista de “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Blogs geeks já apontavam sua participação, mas agora as revistas Variety e Hollywood Reporter “oficializaram” a notícia com suas fontes. Criada por Jon Favreau (diretor de “Mogli” e “Homem de Ferro”), “The Mandalorian” seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Favreau revelou a premissa da atração num post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, vai dirigir o piloto da série, que também terá episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”), além da atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (o mexicano Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar uma série no serviço de streaming. Com isso, dois atores latinos protagonizarão as duas séries live action de “Star Wars” atualmente em produção.
Novos brinquedos animados ilustram pôsteres de Toy Story 4
A Disney divulgou novos pôsteres de “Toy Story 4”, que destacam os personagens inéditos da produção. Veja abaixo, junto dos pôsteres anteriormente revelados dos protagonistas da franquia, Woody e Buzz Lightyer. Os novos personagens se chamam Ducky (patinho), Bunny (coelhinho) e Forky (garfinho). Os dois primeiros são bichinhos de pelúcia, que um teaser mostrou numa estande de prêmios de parque de diversões e dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Já Forky é um garfo “transformado” em brinquedo, que também foi apresentado num teaser e tem a voz original de Tony Hale (da série “Veep”). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” também terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.
Bichos de pelúcia zoam Buzz Lightyear em novo teaser de Toy Story 4
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo teaser de “Toy Story 4”, ainda sem legendas ou dublagem em português. O vídeo explora metalinguagem, ao trazer dois bichinhos de pelúcia repercutindo o teaser anterior de “Toy Story 4”, divulgado na segunda-feira (12/11). Entusiasmados, eles tentam imitar o bordão de Buzz Lightyear, mas dizem a frase errada. Quando Woody chega com Buzz para corrigi-los, eles zoam o astronauta de plástico, apontando que “Ao infinito e além” não faz sentido e só podia ser dito por alguém sem o menor conhecimento científico. Os dois personagens, que são prêmios num parque de diversões, devem integrar a nova história. Eles se chamam, apropriadamente, Ducky e Bunny (patinho e coelhinho) e aparecem dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele, que estrelaram juntos a série de comédia “Key and Peele” antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!” (2017). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.
Stan Lee vai aparecer nas animações WiFi Ralph: Quebrando a Internet e Homem-Aranha no Aranhaverso
Stan Lee, que morreu na segunda (12/11) aos 95 anos, fará participação póstuma em dois longas animados, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, que estreia na semana que vem nos Estados Unidos, e “Homem-Aranha no Aranhaverso”, produção da Sony marcada para dezembro na América do Norte. Ambos só chegam ao Brasil em janeiro de 2019. “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” será o primeiro filme da Disney a juntar personagens da Pixar, Lucasfilm e Marvel. E nada é mais Marvel que Stan Lee, o criador que virou personagem e apareceu na maioria dos filmes baseados em seus quadrinhos. A aparição de Lee acontece em uma cena na qual Vanellope está fugindo pelos corredores do site oficial da Disney, perseguida por Stormtroopers de “Star Wars”. Ela esbarra em vários astros dos filmes da Disney por lá, incluindo o mais famoso de todos, Stan Lee. Já “Homem-Aranha no Aranhaverso” reúne as diversas versões do Homem-Aranha que habitam os quadrinhos da Marvel desde que Stan Lee e Steve Ditko criaram o original nos anos 1960. Ele aparece logo no início do filme interagindo com Miles Morales, que é criação de outros artistas, no papel de um vendedor de loja. Ainda não há informação sobre se Stan Lee chegou a filmar figurações em “X-Men: Fênix Negra”, “Os Novos Mutantes” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”. Seu agente revelou que ele aparece em “Capitã Marvel”, mas não deu detalhes. De todo modo, isso faz de “Vingadores 4” sua última aparição confirmada nos filmes da Marvel. Em abril, o diretor Joe Russo revelou que ele fez sua cena para o filme inédito no mesmo dia em que registrou suas aparições para “Vingadores: Guerra Infinita” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Além desses, ele também pode surgir de surpresa em “Once Upon a Time a Deadpool”, a reedição para menores de “Deadpool 2”.
Stan Lee estará em Vingadores 4. Veja vídeo com todas as figurações do criador da Marvel
Stan Lee, o criador dos heróis da Marvel falecido nesta segunda-feira (12/11), vai aparecer no vindouro “Vingadores 4”. Em abril, o diretor Joe Russo revelou que ele filmou sua cena para o filme inédito no mesmo dia em que rodou suas aparições para “Vingadores: Guerra Infinita” e também “Homem-Formiga e a Vespa”. “Ele não gostava de voar, então tentamos aproveitar para filmar suas aparições na mesma época. Se temos outros filmes sendo produzidos simultaneamente, como por exemplo ‘Homem-Formiga e a Vespa’ e ‘Vingadores 4’, nós agrupamos suas aparições para apenas conduzi-lo de um set para outro, de forma a registrar tudo no mesmo dia”, o diretor explicou em entrevista à BBC. Apesar da confirmação, “Vingadores 4” pode não ser seu último longa. É que “Homem-Aranha: Longe de Casa” também está em produção e não foi revelado se o criador do super-herói chegou a ter sua presença registrada durante as filmagens. O costume das figurações começou com o telefilme “O Julgamento do Incrível Hulk”, em 1989, mas só foi explodir a partir do primeiro filme dos “X-Men”, em 2000, e continuou até os lançamentos mais recentes da Marvel. A última aparição nos cinemas aconteceu em “Venom”, embora Stan Lee não tenha criado o personagem. Veja abaixo um vídeo com todas as figurações já registradas pelo escritor, editor, publisher e gênio dos quadrinhos.
Intérpretes de super-heróis da Marvel homenageiam Stan Lee nas redes sociais
“Perdemos um gênio criativo”, manifestou-se Hugh Jackman, tão logo a notícia da morte de Stan Lee chegou na mídia. O intérprete de Wolverine foi seguido por uma multidão de super-heróis de carne e osso, que se manifestaram nas redes sociais. Do intérprete do Homem de Ferro, que inaugurou o Marvel Studios, ao jovem ator do Homem-Aranha, criação mais bem-sucedida do escritor, sem esquecer integrantes das séries da Marvel, a comoção foi generalizada. Veja abaixo algumas das mensagens, escritas por Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Tom Holland (Homem-Aranha), Tobey Maguire (Homem-Aranha), Mark Ruffalo (Hulk), Lou Ferrigno (Hulk), Paul Rudd (Homem-Formiga), Evangeline Lilly (Vespa), Scarlett Johansson (Viúva Negra) Hugh Jackman (Wolverine), Ryan Reynolds (Deadpool), Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Karen Gillan (Nebula), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Anthony Mackie (Falcão), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Tom Hardy (Venom), Karl Urban (Skurge),Letitia Wright (Shiri), Winston Duke (M’Baku), Angela Basset (Ramonda), David Dastmalchian (Kurt), Mike Colter (Luke Cage), Rosario Dawson (Claire Temple), Finn Jones (Punho de Ferro), Jessica Henwick (Colleen Wing), Olivia Holt (Adaga) Visualizar esta foto no Instagram. I owe it all to you,,, Rest In Peace Stan… #MCU #Excelsior #legend #rip #stanlee #TeamStark ( ? @jimmy_rich ) Uma publicação compartilhada por Robert Downey Jr. (@robertdowneyjr) em 12 de Nov, 2018 às 11:26 PST There will never be another Stan Lee. For decades he provided both young and old with adventure, escape, comfort, confidence, inspiration, strength, friendship and joy. He exuded love and kindness and will leave an indelible mark on so, so, so many lives. Excelsior!! — Chris Evans (@ChrisEvans) November 12, 2018 From Tom Holland..To Stan Lee.. ?? pic.twitter.com/WPph9HDX4F — Marvel Universe (@77MCU) November 12, 2018 Visualizar esta foto no Instagram. Legends never die #stanlee #rip #legend #spiderman ? Uma publicação compartilhada por Tobey Maguire? (@tobey.ma) em 12 de Nov, 2018 às 11:38 PST You let us be extra human… superhuman even. I am deeply honored to have been a small part in the Stan Lee constellation. pic.twitter.com/qmCrNHXUy1 — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) November 12, 2018 Not enough kind words to post about my dear friend @TheRealStanLee My life wouldn’t be the same without his incredible talent as a creator, storyteller and friend ?? Rest In Peace Stan. You’ll be missed. .#legend #hulk #stanlee #rip pic.twitter.com/9XU45GHCnq — Lou Ferrigno (@LouFerrigno) November 12, 2018 Excelsior! Thank you for everything Stan xx pic.twitter.com/2aShfR7pqL — PAUL-RUDD.COM (@paulruddcom) November 12, 2018 Stan…more than a master of stories, you always seemed like a master of living. I will look to you for inspiration for the rest of my life. You live on. xoxo Your Wasp. #liveon #StanLee pic.twitter.com/JRA2aRM3bG — Evangeline Lilly (@EvangelineLilly) November 12, 2018 Scarlett Johansson, Black Widow in the #Avengers franchise, on Stan Lee's death: "The galaxy just gained another Dog Star. Thankful everyday to be a small part of Stan’s universe. He was a legendary visionary and a true artist" https://t.co/IGWH7drGm9 pic.twitter.com/BxnME41P5q — Hollywood Reporter (@THR) November 12, 2018 We’ve lost a creative genius. Stan Lee was a pioneering force in the superhero universe. I’m proud to have been a small part of his legacy and …. to have helped bring one of his characters to life. #StanLee #Wolverine pic.twitter.com/iOdefi7iYz — Hugh Jackman (@RealHughJackman) November 12, 2018 Damn… RIP Stan. Thanks for everything. pic.twitter.com/TMAaDJSOhh — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) November 12, 2018 Thanks for everything Stan Lee! What a life, so well lived. I consider myself extraordinarily lucky to have gotten to meet you and to have played in the world you created. ?♥️ pic.twitter.com/ryUjG7PL8D — chris pratt (@prattprattpratt) November 12, 2018 Today we lost one of the greats. @TheRealStanLee, you were a inspiration and superhero to us all. Thank you for contributing so much- and giving us all something to aspire to! ? #ripstanlee pic.twitter.com/GzFhwgU0WA — Zoe Saldana (@zoesaldana) November 12, 2018 RIP Stan. Thank you for your brilliance. pic.twitter.com/FIZEt2B5vN — Karen Gillan (@karengillan) November 12, 2018 Thank you @TheRealStanLee for the escape from this world & great joy inhabiting the ones you created!! You made so many believe in the good, the heroic, the villainous, the exciting, most of all, you were giving & gracious to us all. RIP — Samuel L. Jackson (@SamuelLJackson) November 12, 2018 You were a man before your time… now it feels like you are gone before your time. RIP Stan the Man… thanks for the laughs and words of support. It’s a honor to live in your universe! #MarvelKnight pic.twitter.com/1TXdPqUB3x — Anthony Mackie (@AnthonyMackie) November 12, 2018 Visualizar esta foto no Instagram. Thank you great legend. You will be missed. I wouldn’t be here without you. ❤️??❤️ Uma publicação compartilhada por Sebastian Stan (@imsebastianstan) em 12 de Nov, 2018 às 11:43 PST Visualizar esta foto no Instagram. With the greatest of respect ❤️ Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 12 de Nov, 2018 às 11:58 PST Legend ?Godspeed Stan I feel blessed to have Known you .You made this place better and brought joy to everyone you met .Rest In Peace ❤️xo @therealstanlee @marvel… https://t.co/WdWzrxrErs — Karl Urban (@KarlUrban) November 12, 2018 Rest in Peace Stan Lee ? — Letitia Wright (@letitiawright) November 12, 2018 THANK YOU, @TheRealStanLee. You gave us characters that continue to stand the test of time and evolve with our consciousness. You taught us that there are no limits to our future as long as we have access to our imagination. Rest in power! #EXCELSIOR #StanLee #rip pic.twitter.com/hnSmnHIDln — Winston Duke (@Winston_Duke) November 12, 2018 Onward and upward to greater glory! Excelsior! Good man, Excelsior! https://t.co/rXLCmk4uiS pic.twitter.com/oQ89AKfkao — Angela Bassett (@ImAngelaBassett) November 12, 2018 thank you, stan, for all that you gave my life. professionally, personally, creatively. and thanks for helping me seem like a cool dad to my kids. EXCELSIOR! @therealstanlee @marvel… https://t.co/4UYRlWIwvx — David Dastmalchian (@Dastmalchian) November 12, 2018 R.I.P. @TheRealStanLee You inspired is all. ?? pic.twitter.com/QGZsESNuNA — Mike Colter (@realmikecolter) November 12, 2018 Visualizar esta foto no Instagram. thank you for your imagination, passion and humor. ? @therealstanlee @marvel Uma publicação compartilhada por Finn J (@finnjones) em 12 de Nov, 2018 às 11:25 PST Rest In Peace, Stan Lee 🙁 – such an inspiration to so many people. Changed the world as we know it. — Jessica Henwick ? (@JHenwick) November 12, 2018 Visualizar esta foto no Instagram. writing this from set… and it doesn’t feel real knowing i wouldn’t be here without him. a man of everything beyond extraordinary. thank you for sharing your brilliance with the world… grateful for the opportunity to be a little piece in your universe. you will be so missed, stan. ? Uma publicação compartilhada por olivia holt (@olivia_holt) em 12 de Nov, 2018 às 12:53 PST
Stan Lee (1922 – 2018)
Morreu Stan Lee, o lendário escritor, editor e publisher da Marvel Comics, cujas criações redefiniram os quadrinhos de super-heróis e influenciaram a indústria cultural de forma permanente, consagrando-se como blockbusters de Hollywood. Ele tinha 95 anos e morreu na manhã dessa segunda (12/11), no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, após um período conturbado em sua vida. Nascido Stanley Martin Lieber em 28 de dezembro de 1922, filho de um imigrante romeno que se estabeleceu em Nova York, o futuro escritor conseguiu seu primeiro emprego aos 17 anos na empresa do tio, a Timely Comics, que se tornaria a Marvel, e escreveu sua primeira história em quadrinhos dois anos depois. Eram duas páginas apenas, usadas para preencher a terceira edição do “Capitão América”. Ao assinar o texto, virou pela primeira vez Stan Lee. Nesta mesma época, com 19 anos, foi nomeado diretor interino pelo fundador da Timely, o tio Martin Goodman, quando o editor anterior se demitiu. O trabalho foi interrompido brevemente em 1942, devido à guerra, após Stan se alistar no exército, onde escreveu manuais e filmes como parte de um grupo criativo que incluía o cineasta Frank Capra. Mas após o conflito mundial, ele retornou ao posto na Timely, permanecendo como editor por décadas, inclusive na transição da empresa para a Marvel. Sob seu comando, a editora retomou a publicação dos super-heróis, interrompida após a guerra, com a primeira criação importante de Stan Lee no gênero, o Quarteto Fantástico, em 1961. A editora também mudou o nome para Marvel, que era o título de uma publicação de super-heróis que a Timely lançara em 1939. Stan trabalhou com o veterano Jack Kirby, desenhista do maior herói da Timely, o Capitão América, para dar vida às primeiras criações da Marvel. Depois do Quarteto Fantástico, vieram o Hulk, Thor, Homem-Formiga, Homem de Ferro, X-Men, Pantera Negra, Surfista Prateado, cada um com sua própria publicação, o que demandava mais páginas que Jack Kirby dava conta de desenhar. E, assim, novos gênios foram incorporados ao time, como Steve Ditko, que desenhou o Homem-Aranha e Doutor Estranho, o veterano Bill Everett, criador do Príncipe Submarino, que assumiu o Demolidor, etc. Seguindo o exemplo da Liga da Justiça da DC Comics, a maioria dos heróis foi reunida numa única publicação: os Vingadores, em 1963, que também trouxe de volta o Capitão América, novamente desenhado por Kirby. Diferente dos heróis tradicionais dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram defeituosos, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por causa de uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Eram mal-compreendidos como os X-Men. Tinham crises de identidade, como o Capitão América que não entendia o mundo dos anos 1960. Mas, principalmente, podiam ser iguais a seus leitores adolescentes, como o Homem-Aranha, que sofria de coração partido, falta de dinheiro e gripe comum. Todos os personagens fizeram sucesso. Alguns mais que outros. E geralmente muito mais que os heróis da rival DC Comics. O que levou a disputas pelos créditos de suas autorias. Lee, Ditko e Kirby tiveram brigas amargas, mas, após anos de disputas judiciais, os desenhistas passaram a ser considerados tão criadores dos personagens quanto Lee. “Eu não quero que ninguém pense que eu tratei Kirby ou Ditko injustamente”, disse ele à revista Playboy em abril de 2014. “Acho que tivemos um relacionamento maravilhoso. O talento deles era incrível. Mas as coisas que eles queriam não estavam em meu poder para dar a eles.” Não estava em seu poder, por exemplo, retornar os desenhos originais para os artistas ou lhes pagar royalties. Nem o próprio Lee jamais recebeu direitos autorais pela exploração em filmes ou séries dos super-heróis que concebeu. Entretanto, como política da Marvel, ele tinha um salário vitalício, que os demais não recebiam. A importância de Stan Lee não se “limitou” à criação da era Marvel dos quadrinhos. Ele também ajudou a criar a comunidade geek, ao passar a publicar as cartas dos leitores nas páginas dos quadrinhos, interagindo com eles de forma como nunca tinha sido feita antes, discutindo enredos e fazendo pequenas revelações sobre os rumos das tramas e futuros projetos. Esse costume gerou uma de suas principais marcas, a exclamação “Excelsior”, com que costumava pontuar suas respostas. Sua influência foi além disto, ao se posicionar factualmente contra a censura aos quadrinhos e contra o preconceito de que eram apenas para crianças. Em 1971, ele cometeu a ousadia de publicar uma história sobre o vício em drogas. Na época, as revistas eram sujeitas à inclusão do selo do Código de Ética, que atestava que não possuíam conteúdo impróprio para menores de 13 anos. Revistas que não tivessem o código tinham dificuldades de distribuição, pois costumavam ser rejeitadas pelas bancas – foi o que levou a editora especialista em terror, EC Comics, à falência após a campanha conservadora que criou o Código duas décadas antes. Pois Stan Lee escreveu, editou e comprou briga para distribuir uma revista do Homem-Aranha em que o melhor amigo do herói, Harry Osborn, aparecia se drogando. A edição chegou às bandas sem o “selo de aprovação”, mas os jornaleiros não a devolveram, porque era do Homem-Aranha, e ela vendeu horrores, dando início a um movimento para “relaxar” as regras e, finalmente, na década seguinte, abolir completamente o Código de Ética que forçava quadrinhos a permanecerem infantis. Infelizmente, todo o esforço artístico de Stan Lee não lhe rendeu reconhecimento imediato. Quadrinhos foram considerados uma forma de expressão insignificante por muitas décadas. O que acabou proporcionando a maior surpresa da vida do escritor, como ele mesmo mencionava, quando o grande mestre do cinema italiano Federico Fellini o procurou em seu escritório, em Nova York, para elogiar suas obras e querer conversar sobre o Homem-Aranha. Em 1972, Lee foi nomeado publisher e passou as rédeas editoriais da Marvel para Roy Thomas, virando, a partir daí, uma espécie de garoto-propaganda da empresa. Ele se mudou para Los Angeles em 1980 para montar um estúdio de animação e construir relacionamentos em Hollywood para a Marvel, após a editora licenciar personagens para séries animadas e live action no passado. Lee também conseguiu sucesso nessa área, com diversas novas produções. Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, transformando os personagens criados por Lee em blockbusters e dando ao artista uma nova atividade, como o figurante de Hollywood mais famoso de todos os tempos. Assim como fazia Alfred Hitchcock em seus filmes, Lee passou a aparecer compulsoriamente em todas as produções da Marvel, tanto no cinema quanto na TV. Os filmes da Marvel, liderados pelos bilhões arrecadados por “Os Vingadores”, finalmente deram a Stan Lee status de celebridade. Entretanto, quando deveria estar aproveitando as glórias, ele entrou no período mais confuso de sua vida. A partir de julho do ano passado, com a morte de sua esposa Joan, que foi sua companheira por 69 anos, o criador da Marvel se envolveu em vários processos contra antigos sócios e denúncias de abusos de idoso por parte das pessoas ao seu redor. Ele processou executivos da POW! Entertainment – uma empresa que fundou em 2001 para desenvolver propriedades de filmes, TV e videogames – buscando compensações de US$ 1 bilhão por fraude, apenas para desistir do processo abruptamente semanas depois. Também processou seu ex-empresário e entrou com uma ordem de restrição contra um homem que estava lidando com seus negócios, denunciou o desaparecimento misterioso de milhões de dólares de sua conta e, em junho de 2018, foi revelado que o Departamento de Polícia de Los Angeles investigava relatos de abuso de idosos a que ele teria sido submetido. “Stan Lee era tão extraordinário quanto os personagens que ele criou. Um super-herói autêntico para os fãs da Marvel ao redor do mundo, Stan tinha o poder de inspirar, entreter e conectar. A escala de sua imaginação só era superada pelo tamanho de seu coração”, disse o CEO da Disney, Bob Iger, em comunicado. Ele foi acompanhando por Kevin Feige, presidente dos estúdios de cinema da Marvel, que elogiou o legado de Lee. “Ninguém teve mais impacto na minha carreira e em tudo o que fazemos na Marvel Studios do que em Stan Lee. Stan deixa um legado extraordinário que sobreviverá a todos nós. Nossos pensamentos estão com sua filha, sua família e os milhões de fãs que foram tocados pela genialidade, carisma e coração. Excelsior!” Até o Twitter oficial da DC Comics se rendeu ao talento de Lee, evocado pela empresa de quem foi rival por muitas décadas. “Ele mudou a forma como olhamos os heróis e os quadrinhos modernos sempre terão sua marca indelével”, escreveu a DC. “Seu entusiasmo contagiante nos lembrava por que todos nós nos apaixonamos por essas histórias em primeiro lugar. Excelsior, Stan.”
Toy Story 4 ganha primeiro teaser com introdução de novo personagem
A Disney divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Toy Story 4”, a esperada continuação da saga de Woody, Buzz Lightyear e companhia. A prévia mostra uma ciranda aérea, em que os principais personagens se divertem de mãos dadas no ar, até que aparece Forky, um garfo com braços que não se considera “um brinquedo”, acabando com a harmonia. Por curiosidade, a música escolhida para embalar o momento alegre dos personagens é “Both Sides Now”, composição de Joni Mitchell, na gravação da cantora Judy Collins. Trata-se da mesma versão que encerra, de forma perturbadora, o terror “Hereditário”. Complexo isso. Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.












