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  • Filme

    Angelina Jolie ilustra primeiro pôster da continuação de Malévola, que ganhou título oficial e data de estreia

    6 de março de 2019 /

    A Disney divulgou o primeiro pôster da continuação de “Malévola”, que destaca Angelina Jolie e revela o título oficial da produção. A sequência vai se chamar, em inglês, “Maleficent: Mistress of Evil”. O cartaz também revela uma nova data de estreia: 18 de outubro de 2019 nos EUA – ainda sem confirmação no Brasil. A expectativa era que o longa só chegasse aos cinemas em 2020 para evitar o acúmulo de versões live-action de animações da Disney. Com o adiantamento, o estúdio vai lançar mais fábulas que filmes da Marvel em 2019 – além do segundo filme de “Malévola”, chegam ainda este ano “Dumbo”, “O Rei Leão” e “Aladdin”, sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo” em streaming. A produção será a segunda continuação da atual leva de adaptações live-action da Disney. A primeira foi “Alice Através do Espelho”, que fracassou em 2016. O filme original, lançado em 2014, fez mais de US$ 750 milhões nas bilheterias mundiais, ao revisitar o famoso conto de fadas da “Bela Adormecida” sob o ponto de vista da vilã. A trama mostrava que Malévola foi vítima da ganância de um rei inescrupuloso, que cortou suas asas e a abandonou para reinar sobre o sombrio pântano mágico do reino. Além de Jolie de volta ao papel-título, o novo filme também trará Elle Fanning novamente como a princesa Aurora. Já as novidades no elenco ficam por conta de Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A sequência foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”) e a direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”).

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  • Filme

    Vídeo de Dumbo revela música inédita da banda Arcade Fire

    5 de março de 2019 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “Dumbo” para apresentar a música inédita da banda Arcade Fire que irá tocar nos créditos finais da produção. A música se chama “Baby Mine” e é descrita como uma cantiga de ninar moderna. Mas apesar de creditada à banda canadense, a gravação é na verdade um projeto pessoal de seu líder, Win Butler, que tem uma conexão familiar com o clássico animado de 1941. “Há uma cena com uma locomotiva no ‘Dumbo’ original que usa um instrumento chamado Sonovox que meu avô Alvino Rey popularizou nos anos 1930”, explicou Butler, em comunicado. “Toda vez que eu vejo o filme, penso que é ele tocando”. “Quando nos pediram para fazer a [‘Baby Mine’], eu imediatamente peguei todas as guitarras antigas do meu avô e quis tocá-las na música”, revelou. “Minha mãe toca harpa na faixa, meu irmão, o theremin, minha esposa [Régine Chassagne] canta e toca bateria, e nosso filho até toca o triângulo, assim como o resto da nossa ‘família’ no Arcade Fire. Sempre que ouvir a música vou pensar nas pessoas que são queridas e ‘tão preciosas para mim’. E repare na aparição do famoso Sonovox do meu avô Alvino no final”. Com direção de Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações da Disney, “Dumbo” estreia em 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Como Treinar seu Dragão 3 mantém liderança nas bilheterias da América do Norte

    3 de março de 2019 /

    A animação “Como Treinar Seu Dragão 3” se manteve na liderança da bilheteria norte-americana em seu segundo final de semana em cartaz. Com mais US$ 30M (milhões), o final da trilogia animada agora acumula um total de US$ 97,6M nos Estados Unidos e Canadá. Mas, como foi lançado primeiro no exterior, já soma US$ 375,3M e é um sucesso mundial. Entre as estreias da semana, “Um Funeral em Família” quase superou o longa da DreamWorks Animation, colando em seu desempenho com US$ 27M. O filme foi alardeado nos Estados Unidos como o enterro da personagem Madea, uma vovózona interpretada pelo ator Tyler Perry, que a criou numa peça há 20 anos e a transformou em sucesso de cinema, ao estilo de Paulo Gustavo e sua Dona Hermínia (de “Minha Mãe É uma Peça”). E isso atraiu as multidões que viram os longas anteriores – dez ao todo, além de uma participação especial. Curiosamente, embora os filmes anteriores tenham sido ignorados pela distribuidora nacional, o cortejo fúnebre vai chegar aos cinemas brasileiros em 14 de março. E pode ser o funeral do seu dinheiro, já que, como todos os demais, foi massacrado pela crítica americana – tem só 24% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Um Funeral em Família” ainda jogou “Alita: Anjo de Combate” para o 3º lugar. A adaptação do mangá desceu uma posição em relação à semana passada, mas ficou muitos degraus abaixo dos dois primeiros colocados, com faturamento de apenas US$ 7M nos último três dias. Isto lhe dá um total de US$ 72M no mercado doméstico, rendimento pífio diante dos US$ 200 milhões gastos para que saísse do papel. Em compensação, seu sucesso internacional é inegável, especialmente na China. O filme já faturou US$ 278 milhões no exterior – mais que “Como Treinar Seu Dragão 3” – para atingir a marca mundial de US$ 350M. Agora, “só” precisa dobrar. O fim de semana ainda teve uma segunda estreia ampla: “Obsessão” (Greta), suspense estrelado por Chloë Grace Moretz e Isabelle Huppert. A crítica achou razoável, com 57% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas o público não se entusiasmou muito, fazendo com que seu rendimento não passasse de US$ 4,5M, em 8º lugar no ranking. Sua estreia está marcada para maio no Brasil. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 30M Total EUA e Canadá: US$ 97,6M Total Mundo: US$ 375,3M 2. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 27M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 27M 3. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 7M Total EUA e Canadá: US$ 72,2M Total Mundo: US$ 350,4M 4. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 91,6M Total Mundo: US$ 152,7M 5. Green Book Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 75,9M Total Mundo: US$ 188M 6. Lutando pela Família Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 14,9M Total Mundo: US$ 14,9M 7. Superromântico Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 40,2M Total Mundo: US$ 40,2M 8. Obsessão Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 4,5M Total Mundo: US$ 4,9M 9. Do Que os Homens Gostam Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 49M Total Mundo: US$ 55,9M 10. A Morte Te Dá Parabéns 2 Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA e Canadá: US$ 25M Total Mundo: US$ 54,4M

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  • Filme

    Filme dos Novos Mutantes estaria “no limbo” e pode nem ser lançado nos cinemas

    2 de março de 2019 /

    O lançamento do filme “Os Novos Mutantes” pode sofrer novo atraso. Ou nem ser exibido nos cinemas. O site The Hollywood Reporter apurou que as refilmagens do longa, planejadas há mais de um ano, ainda nem sequer foram marcadas e a produção se encontra em uma espécie de “limbo” na Fox. A agenda do elenco e do diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) seria um dos fatores do atraso, mas há também a questão da compra da Fox pela Disney. Fontes ouvidas pelo site vazaram que, em vez das refilmagens planejadas, os executivos que herdaram o filme estariam considerando lançá-lo como está na plataforma Disney+ (Disney Plus). Como as refilmagens tinham o objetivo de tornar o longa mais assustador, a versão atual seria mais viável na plataforma, com perfil mais “de família”. Filmado há dois anos, “Os Novos Mutantes” seria originalmente lançado em 13 abril do ano passado. Mas as primeiras sessões de teste revelaram que o público esperava que ele fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, o que originou a decisão de refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Há indicações de que a trama segue uma história clássica dos quadrinhos, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia, o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Por enquanto, o filme baseado nos quadrinhos da Marvel segue com sua estreia marcada para agosto nos cinemas.

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  • Etc,  Filme

    Claudia Leitte e Mônica viram garotas-propaganda da Capitã Marvel no Brasil

    1 de março de 2019 /

    Não, a cantora Claudia Leitte não é leitora de quadrinhos nem se inspirou num filme inédito para aparecer como Capitã Marvel no Carnaval de Salvador. Ela é apenas garota-propaganda da Disney. O estúdio fechou parcerias (leia-se “pagou”) diferenciadas para promover o filme no Brasil. Além de subir no trio elétrico como uma Capitã Marvel grávida – a cantora espera um bebê – , Claudia Leitte também está promovendo o lançamento em suas redes sociais. E nem foi a única brasileira famosa a entrar no uniforme azul, vermelho e amarelo. Até a Mônica ficou loira – aquela que é dentuça (ai, o coelho não!) – e superpoderosa num crossover de quadrinhos, ilustrando uma arte do filme. Veja abaixo. Além disso, a Disney se juntou ao Instituto Luisa Mell na campanha “Goose o Gato”, para promover o filme de forma “beneficente”. Goose é o gato de Carol Danvers, a Capitã Marvel, e a campanha pede que o público compartilhe fotos que demonstrem sua relação de amor com os gatos no Instagram, usando a hashtag #GooseOGato. A cada foto publicada, a Disney doará R$1,00 para o Instituto, que atua principalmente no resgate de animais feridos ou em situação de risco. A campanha terá fim quando a marca de R$ 50 mil em doação for atingida. Esse investimento visa popularizar no Brasil a heroína da Marvel, que não é exatamente uma Mulher-Maravilha. O filme da “Capitã Marvel” estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta, dia 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Diretor confirma morte vista no trailer de X-Men: Fênix Negra

    28 de fevereiro de 2019 /

    Simon Kinberg chutou o balde. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly após o novo trailer de “X-Men: Fênix Negra” apontar a morte de uma personagem importante da franquia, o roteirista, diretor e produtor do filme confirmou o spoiler. Para justificar o destino de Mística, a personagem de Jennifer Lawrence, Kinberg disse que a intenção era mostrar que “esse filme não é como qualquer outro dos X-Men”. “É um filme em que coisas chocantes acontecem, em que coisas intensas e dramáticas acontecem. As pessoas não caem de prédios, sacodem a poeira e tudo bem. Há uma realidade e uma consequência nesse filme. Mais que isso, ele mostra que Jean [a Fênix Negra] é uma ameaça genuína para todo mundo, incluindo os X-Men”, afirmou. O diretor confessou à Entertainment Weekly que sentiu um misto de emoções ao criar o roteiro, pois Jennifer Lawrence era sua amiga e ele também temeu decepcionar seus fãs. “Mas senti que era a opção mais forte e dramática ara o filme. Às vezes você tem de tomar esse tipo de decisões duras para servir a uma história maior. E a história maior é Jean perdendo o controle, porque ela é mais forte que tudo no mundo. Para dramatizar isso, você precisa mostrar uma perda real, dor real. Tinha de ser pessoal, tinha de mostrar uma fratura nos X-Men. Mística era parte do universo dos X-Men e do mundo de Magneto. Sua morte impacta literalmente a todos.” Vale lembrar que os argumentos também servem de justificativa para o que aconteceu em “X-Men: O Confronto Final”, que contou a mesma história. No filme de 2006, Jean Grey mata Cíclope e o Professor Xavier antes de ser detida. O autor do roteiro, por sinal, é o mesmo de agora. Na ocasião, o resultado decepcionou tanto os fãs que a franquia quase acabou – precisou passar por um reboot em “X-Men: Primeira Classe” – e inspirou “X-Men: Dias de um Passado Esquecido” a reverter as mortes causadas pela Fênix Negra. Questionado se há mais mortes em seu remake, Kinberg disse apenas que haverá outras grandes “vítimas” no filme. Ele também adiantou que Selene, personagem do Círculo do Inferno, acompanha Magneto em sua tentativa de vingar Mística. E tentou manter a personagem de Jessica Chastain misteriosa, embora tudo indique que ela seja amálgama de diferentes personagens – porque, claro, não devem existir vilões suficientes no universo dos quadrinhos para Kinberg precisar criar um novo. Em sua descrição, o diretor diz apenas que “a personagem é uma alienígena”. “A personagem de Chastain vem buscando essa força cósmica que atinge Jean e isso a leva ao planeta Terra. É um a força que ela quer ou controlar ou destruir.” Para encerrar a entrevista, Kinberg foi questionado se “Fênix Negra” é realmente o último filme dessa encarnação dos X-Men. “Eu realmente não sei. Não tivemos conversas formais com a Disney. Conheço Kevin Feige muito bem. Mas não tivemos conversas oficiais, pelo fato de a fusão não ter sido oficializada ainda. O interessante é que comecei esse filme muito antes disso e tive uma visão de fazer esse filme como se fosse uma história final. Não que não possa haver mais filmes, mas quis dar um ar de desfecho. É o clímax da franquia”, concluiu o diretor. A estreia, que já esteve marcada para novembro do ano passado, é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.

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  • Filme

    Novo trailer de X-Men: Fênix Negra deixa claro qual mutante morre no final da saga

    28 de fevereiro de 2019 /

    A Fox divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “X-Men: Fênix Negra”. E a prévia entrega logo quem morre no confronto com a personagem-título, entregando o maior spoiler da produção, que já tinha vazado nos fóruns do Reddit. Como a informação surgiu após sessões-testes mal-avaliadas, seguidas por refilmagens extensas, havia esperança de que o estúdio tivesse mudado de ideia. Aparentemente, isso não aconteceu, porque o roteirista também é produtor e diretor do filme. A trama adapta “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que já foi abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Tanto que os X-Men passaram por um reboot após esse lançamento. A conhecida história acompanha a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra, e voltará a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). Para completar, Simon Kinberg, que foi o responsável pelo roteiro de “X-Men: O Confronto Final”, volta para assinar a nova versão da mesma história e ainda faz sua estreia como diretor no filme. Em entrevistas, ele justificou o remake com a desculpa de fazer justiça aos quadrinhos. Os fãs podem discordar e desta vez não haverá um “Dias de um Futuro Esquecido” para consertar. Mas nem essa morte será definitiva. “X-Men: Fênix Negra” é o último filme da saga iniciada em 2000, pois os heróis passarão a ser produzidos pela Marvel após este lançamento, e o novo estúdio deve reiniciar a franquia. A estreia é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.

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  • Série

    Criador de Code Black desenvolve nova série com vilões das fábulas da Disney

    27 de fevereiro de 2019 /

    Os vilões da Disney vão se juntar numa nova série, desta vez para o serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). Segundo a imprensa americana, a produção se chamará “Book of Enchantment” e é baseada na série de livros de Serena Valentino sobre os antagonistas dos clássicos da Disney. A ideia está sendo apresentada como um novo “Once Upon a Time”, mas desta vez pela visão dos malvados famosos das fábulas do estúdio. Não por acaso, os vilões também têm destaque na bem sucedida franquia de telefilmes “Descendentes”, dos Disney Channel. Michael Seitzman (criador de “Code Black”) já escreveu o episódio piloto e deve assumir o papel de showrunner da atração, que atualmente está em fase de definir orçamento e montar uma sala de roteiristas. As gravações só devem começar em 2020, no Reino Unido. A série de livros dos vilões, escrita por Serena Valentino, começou a ser publicada em 2009 e contém cinco volumes até agora: “A Mais Bela de Todas: A História da Rainha Má”, “Ursula: A História da Bruxa da Pequena Sereia”, “Malévola: A Rainha do Mal”, “Mamãe Bruxa: A História da Vilã de Rapunzel” e “A Fera em Mim: A História do Príncipe da Bela”. Um sexto volume está previsto para este ano.

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  • Etc

    CADE aprova aquisição da Fox pela Disney no Brasil

    27 de fevereiro de 2019 /

    O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou nesta quarta-feira (27/2), com uma ressalva, a compra das operações brasileiras da Fox pela Disney. No entanto, a autorização da transação depende da venda do canal Fox Sports para outra empresa. A decisão do conselho dá um prazo para que a Disney repasse o canal de esportes e avisa que o CADE pode reconsiderar a operação caso a venda da Fox Sports não se concretize. “Em caso de fracasso da venda do ativo, há a possibilidade do Cade reexaminar o ato de concentração”, afirmou o conselheiro Paulo Burnier, que deu o tom do voto vencedor. A decisão levou em conta que o mercado de esportes na TV paga ficaria concentrado em apenas duas empresas, que deteriam 95% do mercado. Por conta disso, a Globosat não poderá participar da disputa pela Fox Sports, pois já possui o Sportv. Burnier destacou ainda que a venda da Fox Sports será em “regime de porteira fechada” o que incluirá ativos como prédios, equipamentos e contratos com ligas esportivas, como a Copa Libertadores da América e Sul-Americana. A aprovação do Cade também proíbe a Disney de disputar os contratos esportivos que pertencem ao Fox Sports por um determinado prazo para dar fôlego ao comprador e permitir que permaneça como titular da transmissão das ligas esportivas. A aquisição global da Fox pela Disney foi anunciada em 2017 e custou US$ 71,3 bilhões. Nos Estados Unidos, a compra também foi aprovada com condição similar, por parte do órgão de defesa econômica, que obrigou 22 redes regionais de esportes da Fox a serem repassadas para outra empresa. Mesmo sem a Fox Sports, a compra da Fox pela Disney inclui estúdios de cinema e TV, redes de TV paga, fatias de empresas de streaming e negócios internacionais do magnata Rupert Murdoch. A partir da aprovação mundial do negócio, a Disney passará a controlar os estúdios de cinema 20th Century Fox, Fox Searchlight e Fox 2000, as produtoras de TV da Fox, os canais FX e National Geographic, a plataforma Hulu e os estúdios indianos Fox Star, além de uma fatia na rede britânica Sky. Ficaram de fora do negócio a rede Fox americana e seus canais de notícias, Fox News, Fox Business, além da Fox Sports.

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  • Filme

    Oscar sem indies premia igualmente os grandes estúdios de Hollywood

    25 de fevereiro de 2019 /

    Lembra quando filmes independentes venciam o Oscar? A vitória de “Moonlight” há dois anos marcou o auge e o fim de uma era. Em 2019, a Academia barrou os indies de sua competição, resultado num vencedor controvertido e uma premiação bem diferente do Spirit Awards, considerado o “Oscar do cinema independente”. A decisão de não incluir títulos que a crítica e outras instituições consideraram os melhores do ano, para dar mais espaço aos filmes medianos dos grandes estúdios, teve impacto na distribuição dos prêmios. Sem a concorrência “desleal” de A24, 30West e outras, que se acostumaram a ter a qualidade seus filmes de arte reconhecidos, Disney, Fox, Universal e Netflix dividiram igualmente as estatuetas douradas entre si. Cada estúdio ficou com quatro ouros. Os quatro troféus da Disney correspondem aos prêmios técnicos de “Pantera Negra” e ao curta animado “Bao”. A Universal foi impulsionada pelas três vitórias de “Green Book”, inclusive como Melhor Filme, e completou sua lista com a vitória de Efeitos Visuais de “O Primeiro Homem”. A Netflix somou três Oscars de “Roma” e a estatueta de Melhor Documentário em Curta-metragem por “Period. End of Sentence.” Já os quatro da Fox se devem todos a “Bohemian Rhapsody”. Mas vale reparar que, se Marvel e Pixar são contados como Disney, a Fox também pode calcular as vitórias da Fox Searchlight, sua “divisão indie”. Assim, saiu-se melhor que os demais, ao somar mais dois Oscars – de Melhor Atriz (Olivia Colman por “A Favorita”) e Curta (“Skin”). Tem mais. A Fox também é dona da NatGeo, produtora do Melhor Documentário: “Free Solo”. Do mesmo modo, a vitória de Spike Lee pelo roteiro de “Infiltrado na Klan” poderia entrar na conta da Universal, já que o filme foi lançado pela Focus Features, a “divisão indie” do estúdio. Apenas uma produtora 100% indie conseguiu penetrar nessa festa exclusiva de gigantes milionários, a Annapurna, com o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante de Regina King, por “Se a Rua Beale Falasse”, e de Melhor Maquiagem para “Vice”. Esta multiplicação da supremacia dos dólares sobre a arte do cinema seria ainda mais impactante se a Disney já tivesse consumado sua aquisição da Fox. Quando se soma as vitórias da Disney e da Fox, o resultado são 11 estatuetas para o conglomerado do CEO Bob Iger – deixando apenas outras 13 para serem divididas por seus rivais. Nada mal para o estúdio que tradicionalmente só era lembrado nas categorias de Melhor Animação e Canção, e que sempre preferiu fazer blockbusters a filmes de arte.

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  • Filme

    Como Treinar Seu Dragão 3 bate recorde da franquia em estreia na América do Norte

    24 de fevereiro de 2019 /

    Um mês depois de virar sucesso no Brasil, “Como Treinar Seu Dragão 3” finalmente estreou na América do Norte. A tática do lançamento atrasado se provou um sucesso, pois a ansiedade do público fez com que a animação batesse o recorde de abertura da franquia no mercado doméstico. Com US$ 55,5M (milhões) arrecadados entre sexta e domingo (24/2), superou os US$ 43,7M do lançamento do primeiro longa, em 2010, e os US$ 49,9M do segundo, em 2014. E ainda agradou à crítica que escreve em inglês, com 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. No mercado internacional, onde circula há mais de 30 dias, o filme já ultrapassou os US$ 200 milhões de arrecadação. Na verdade, a produção da DreamWorks Animation soma ao todo US$ 274,9M, um desempenho para dar saudades da trilogia no estúdio, uma vez que encerra a história do menino – agora adulto – e seu dragão. “Como Treinar Seu Dragão 3” derrubou “Alita: Anjo de Combate” para o 2º lugar, aumentando a tensão nos bastidores da Fox, que faz contas para determinar o tamanho do prejuízo causado pela produção. Em dez dias, a adaptação de mangá orçada em cerca de US$ 200M rendeu US$ 60,6M nos Estados Unidos e Canadá, sem se configurar no blockbuster esperado. Mas o público do exterior tem sido receptivo. O longa produzido por James Cameron (“Avatar”) e dirigido por Robert Rodriguez (“Sin City”) teve a abertura que precisava na China, faturando por lá, em três dias, US$ 62M – mais do em toda a arrecadação norte-americana. A má notícia é que apenas 25% das bilheterias chinesas retornam para a Hollywood. As contas continuam. Entre as novidades da semana, vale destacar ainda “Lutando pela Família”, uma comédia “quase indie” de Dwayne “The Rock” Johnson que conta a história real de uma lutadora de luta-livre. O filme traz “The Rock” como ele mesmo, na frente das câmeras e por trás da produção. Após ser lançado em circuito limitado, “Lutando pela Família” ampliou o número de salas e atingiu o 4º lugar. E ganhou o aval da crítica, com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Infelizmente, vai demorar a chegar aos cinemas brasileiros. A previsão de estreia nacional é apenas para 11 de abril. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 55,5M Total EUA e Canadá: US$ 58M Total Mundo: US$ 274,9M 2. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 60,6M Total Mundo: US$ 263,3M 3. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 83,6M Total Mundo: US$ 136,6M 4. Lutando pela Família Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 8,2M Total Mundo: US$ 8,2M 5. Superromântico Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 33,7M Total Mundo: US$ 25,3M 6. Do Que os Homens Gostam Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 45M Total Mundo: US$ 49,6M 7. A Morte Te Dá Parabéns 2 Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 21,6M Total Mundo: US$ 42,5M 8. Vingança a Sangue Frio Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 35,4M 9. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 99,7M Total Mundo: US$ 110,5M 10. Run the Race Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 2,2M Total Mundo: US$ 2,2M

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  • Etc,  Série

    Eminem protesta contra a Netflix pelo cancelamento de O Justiceiro

    21 de fevereiro de 2019 /

    Uma voz famosa se juntou aos protestos dos muitos fãs irados com os cancelamentos das séries da Marvel pela Netflix. O rapper Eminem reclamou da plataforma ter cancelado “O Justiceiro” no começo da semana. Ele mandou um recado curto e grosso para o serviço de streaming pelo Twitter, todo em caixa alta, como se gritasse contra o destino da série estrelada por Jon Bernthal. “Cara Netflix, sobre o cancelamento de ‘Justiceiro’, você está estragando tudo! Sinceramente, Marshall”, comentou o rapper, assinando com o seu nome de batismo, Marshall Mathers. Vale lembrar que Eminem tem forte conexão com o Justiceiro. Em 2009, a Marvel transformou o rapper em personagem de quadrinhos da Marvel e o juntou com o anti-herói para derrotar o vilão Barracuda. Veja o tuíte original e relembre a capa dos quadrinhos abaixo. DEAR @NETFLIX, REGARDING YOUR CANCELLATION OF THE PUNISHER, YOU ARE BLOWING IT!! SINCERELY, MARSHALL — Marshall Mathers (@Eminem) February 21, 2019

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  • Etc,  Filme

    Emma Thompson abandona animação após chegada de produtor acusado de assédio sexual

    19 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Emma Thompson (“Johnny English 3.0”) abandonou a animação “Luck”, primeiro lançamento da Skydance Animation, após a contratação de John Lasseter como novo chefe do estúdio de animação. O diretor de “Toy Story” e “Carros”, que mandava no departamento animado da Disney, assumiu o posto após ter sido dispensado por seu antigo estúdio, em decorrência de denúncias de assédio e conduta imprópria no ambiente de trabalho. Emma Thompson já tinha começado a dublar sua personagem quando soube da notícia de Lasseter e decidiu deixar o projeto. A animação contará a história entre a batalha entre a Sorte e o Azar, e Emma faria a voz de uma personagem que trabalha na equipe da Sorte. Ela já tinha trabalhado com Lasseter na animação “Valente” (2012), que ele produziu para a Pixar. Mas, na época, as acusações de assédio costumavam ser abafadas em Hollywood. Lasseter é um dos fundadores da Pixar, que começou como departamento da animação computadorizada da Lucasfilm, antes de se tornar empreendimento de Steve Jobs. Ele revolucionou a história da animação no cinema ao dirigir “Toy Story” (1995), que marcou uma ruptura com os desenhos animados tradicionais, criando um novo padrão para o gênero. Quando a Disney comprou a Pixar em 2006, Lasseter foi promovido a diretor criativo dos dois estúdios – Pixar e Walt Disney Animation – , ajudando a Disney a adotar a “estética Pixar” de animação computadorizada no lançamento de sucessos como “Enrolados” (2010), “Frozen” (2013) e “Moana” (2016). Mas, na esteira das revelações feitas pelo movimento #MeToo, funcionários da Disney/Pixar relataram que se sentiam constantemente “desrespeitados e desconfortáveis” com a postura do chefe, descrito como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. Sua contratação para o novo estúdio da Skydance, empresa parceira da Paramount em vários blockbusters, surpreendeu o mercado e rendeu manifestações de protesto. John Lasseter começou a trabalhar na Skydance Animation no final de janeiro. Além de “Luck”, do diretor Alessandro Carloni (“Kung Fu Panda 3”), os primeiros projetos animados da produtora são “Split”, escrito por Linda Woolverton (“Alice no País das Maravilhas”) e dirigido por Vicky Jenson (“Shrek”), e “Powerless”, de Nathan Greno (“Enrolados”), todos já em fase de produção.

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