Disney lança trilha de Frozen 2 em versão original e dublada em português
“Frozen 2” teve suas trilhas sonoras – tanto a original quanto a “dublada” em português – divulgadas pela Disney. Os dois álbuns estão disponíveis nas plataformas de streaming e podem ser ouvidos abaixo. Além da trilha orquestral de Christophe Beck e novas composições de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, dupla vencedora do Oscar de Melhor Canção por “Let It Go”, o grande hit do primeiro filme, o disco original traz gravações de artistas populares, como as bandas Panic! At the Disco e Weezer, além da cantora Kacey Musgraves. Panic! At the Disco grava uma versão da canção “Into the Unknown”, primeira música revelada da trilha, que no filme será entoada por Idina Menzel no papel de Elsa. Musgraves canta “All Is Found”, que no filme é interpretada por Evan Rachel Wood (mãe de Elsa e Anna). E Weezer interpreta “Lost in the Woods”, canção do personagem de Jonathan Groff, Kristoff. Vale lembrar que Demi Lovato gravou “Let It Go” para os créditos finais do primeiro “Frozen”, mas as vendas e números de streaming demonstraram que os fãs preferiram os vocais originais de Menzel – também conhecida como Adele Dazeem na apresentação de John Travolta para sua performance premiada no Oscar 2014. A trilha inclui as versões das músicas cantadas pelos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). Mas apesar da versão nacional ter sido liberada junto da trilha original, há uma notícia ruim para quem quer ver logo o filme. O Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. A estreia nacional foi marcada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.
Presidente da Disney diz que a série The Mandalorian pode virar filme
O presidente dos estúdios de cinema da Disney, Alan Horn, ficou muito animado com a boa recepção do público a “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, lançada na terça (12/11) nos Estados Unidos pelo serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). Em um evento promovido pela revista Variety, com outros membros da indústria, ele afirmou que a série pode até virar filme. “‘The Mandalorian’ já está provando ser algo muito grande [entre os fãs de Star Wars]”, ele disse para a editora-chefe da Variety, Claudia Eller. “Então, se essa série se tornar algo envolvente o bastante, podemos transformá-la em algo para o cinema, um filme de duas horas, algo assim”. Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série é uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, estrelada por Pedro Pascal (“Narcos”). O ator nunca aparece sem um elmo de metal sobre o rosto, evocando a aparência clássica dos Mandalarianos mais conhecidos da saga “Star Wars”, Boba e Jango Fett. Os demais intérpretes do elenco incluem Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Ming-Na Wen (a agente May de “Agents of SHIELD”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), além de um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A trama se passa no período entre “O Retorno de Jedi” e “O Despertar da Força”. Os episódios foram dirigidos por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), o citado Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Não há previsão para o lançamento da série no Brasil, já que a plataforma Disney+ (Disney Plus) ainda não está disponível na América Latina.
Disney+ (Disney Plus) inova com alertas politicamente corretos sobre conteúdos de filmes clássicos
Um detalhe da plataforma Disney+ (Disney Plus), lançada na terça-feira (12/11) nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda), chamou atenção dos assinantes. O serviço inovou ao incluir alertas politicamente corretos sobre conteúdo preconceituoso em algumas produções antigas de seu catálogo. O texto, que acompanha até algumas animações, como “Dumbo” (1941) e “A Dama e o Vagabundo” (1955), diz: “Este programa é apresentado como criado originalmente. Ele pode conter representações culturais desatualizadas”. No caso de “Dumbo”, há um elemento racista no encontro do elefantinho com um grupo de corvos liderado por um personagem denominado Jim. O nome Jim Crow (Jim Corvo), no entanto, é emprestado de um popular personagem do século 19 usado para fazer piadas caricatas e assumidamente racistas sobre pessoas negras. Mais tarde, também foi usado nos EUA para definir um conjunto de leis de segregação, que só foram revogadas décadas depois do lançamento de “Dumbo”, com o avanço da luta pelos direitos civis nos EUA. Já em “A Dama e o Vagabundo”, o problema são os gatos siameses que atormentam a cachorra Dama, ao som de uma música que reflete uma visão racista da cultura asiática. A solução da Disney, de incluir os avisos, ajuda a preservar as obras como elas foram originalmente concebidas, sem a necessidade de cortar cenas para atender demandas modernas. As produções acabam servindo também como um museu do preconceito e podem educar o público sobre a capacidade de evolução da humanidade. Apesar disto, uma produção da Disney foi considerada irredimível e vetada por inteiro na plataforma: “A Canção do Sul” (1946), considerado um dos filmes mais racistas já feitos por seu retrato caricatural dos escravos libertados após a Guerra Civil, encarnados como figuras pacificamente submissas aos donos das plantações. Graças à polêmica, o filme nunca foi lançado nem sequer em vídeo nos EUA. Em 2011, o CEO da Disney, Bob Iger, disse que reviu o filme e decidiu que “muitas cenas não cairiam bem para o público atual, e não seria do nosso interesse relançar este longa em nenhum formato”.
Disney bate recorde de valorização na bolsa americana
As ações da Walt Disney Company tiveram um grande salto nesta quarta-feira (13/11) nos Estados Unidos, dia seguinte ao lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A empresa de entretenimento teve aumento de valorização em 6% nas últimas 24 horas, atingindo sua maior cotação na bolsa em todos os tempos. O entusiasmo dos investidores de Wall Street se deve ao sucesso do Disney+ (Disney Plus), que superou expectativas ao atrair 10 milhões de assinaturas em suas primeiras 24 horas, apenas nos Estados Unidos e Canadá. Além disso, as falhas iniciais do serviço, atribuídos à uma procura muito maior que a esperada, diminuíram consideravelmente ao longo do dia da inauguração. Enquanto isso, a Netflix caiu 3% em seu valor para negociações na bolsa.
CADE vai rever compra da Fox pela Disney no Brasil
O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) vai revisar a compra da 21st Century Fox pela Disney. O órgão foi uma das últimas entidades governamentais no mundo a aprovar a transação. O motivo da demora foi a preocupação de concentração no ramo dos canais esportivos, já que a Disney passou a ser dona tanto do ESPN quanto do Fox Sports, tendo apenas o SporTV como concorrente. Entidade equivalente do México também levantou problema similar no país. A solução encontrada em fevereiro de 2019 foi a venda da emissora pertencente à Fox, tanto no Brasil quanto no México. No entanto, a venda ainda não foi concretizada no Brasil até o momento. “A venda do canal Fox Sports foi uma das medidas negociadas entre o Cade e as empresas em um Acordo em Controle de Concentrações (ACC) para afastar preocupações concorrenciais advindas da operação. O objetivo era permitir que a estrutura do mercado permanecesse com a mesma pressão competitiva anterior à fusão, com a continuidade de três opções de canais de esportes para os consumidores no Brasil: SporTV (da GloboSat), ESPN e mais uma nova empresa com os ativos da Fox Sports.” Ainda não há detalhes a respeito das implicações da revisão, mas isso pode explicar porque a Disney optou por lançar o Disney+ (Disney Plus) por último na América Latina, um ano após sua estreia nos EUA e Canadá, que aconteceu na terça (12/11). Por problemas parecidos, a WarnerMedia também anunciou não ter planos para lançar a HBO Max no Brasil. A compra da antiga Time-Warner pela AT&T não foi aprovada pela Anatel, em função das restrições à propriedade cruzada no país. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As leis brasileiras impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Assim, em comunicado sobre sua expansão, a WarnerMedia explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”.
Disney+ (Disney Plus) supera expectativas e registra 10 milhões de assinantes em 24 horas
A Walt Disney Company anunciou que a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) atingiu 10 milhões de assinaturas no dia do lançamento. A procura foi tão intensa que chegou a criar instabilidade no serviço, já que não havia previsão para tamanho sucesso. Ao apresentar o projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, revelou que os planos da empresa era atingir 60 milhões de assinantes nos primeiros cinco anos de atividade. Mas este número era mundial. Em 24 horas, 17% da meta foi atingida, com lançamento apenas nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda) na terça-feira (12/11). Diante desse desempenho a estimativa do mercado é que a Disney+ (Disney Plus) atingirá 100 milhões de assinantes em cinco anos. Na próxima semana (17/11), a Disney+ (Disney Plus) será lançada na Austrália e Nova Zelândia, chegando em 31 de março aos mercados da Europa ocidental, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países da região. Mas os planos para a América Latina sugerem uma estreia apenas no final de 2020. De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto do serviço, um ano após seu lançamento original. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox. A expectativa dos fãs brasileiros é tanta que rendeu até mesmo um movimento nas redes sociais chamado “#BrazilWantsDisneyPlus” (Brasil Quer Disney Plus), chegando até os trending topics do Twitter.
A Pequena Sereia define intérprete de seu Príncipe Encantado
A versão live-action de “A Pequena Sereia” encontrou seu Príncipe Encantado. A Disney definiu o jovem ator londrino Jonah Hauer-King como o príncipe Eric, na adaptação dirigida por Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”). O ator é pouco conhecido do público americano, tendo construído a carreira em produções da TV britânica, como as minisséries “Howards End”, “Little Women” e “World on Fire”. Sua estreia em Hollywood foi no filme de cachorro “A Caminho de Casa”, lançado em fevereiro passado, e ele também estará na vindoura produção da Blumhouse “Once Upon a Time in Staten Island”, de James DeMonaco (“Uma Noite de Crime”). Neste sentido, trata-se de uma escolha bem diferente do planejamento original, em que o cantor Harry Styles chegou a ser cogitado para o papel – mas recusou. Depois da recusa, vários atores foram testados. Hauer-King passou por duas audições. A última aconteceu no sábado (9/11), em Londres, com o diretor Rob Marshall. Ele vai se juntar a Halle Bailey (da série “Grown-ish”), que viverá o papel-título, marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. A produção ainda negociou com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para integrarem o elenco, mas não há confirmação de suas contratações. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”.
Primeiro Star Wars ganha nova versão com cena modificada para a Disney+
O filme clássico “Guerra nas Estrelas”, que lançou a saga “Star Wars” em 1977, já passou por inúmeros relançamentos, tanto que ganhou até outro título: “Star Wars: Uma Nova Esperança”. Por sinal, a versão que foi lançada com esse nome em 1997 foi responsável pela maior alteração na trama, ao modificar a cena em que Han Solo (Harrison Ford) atira em Greedo (Paul Blake) no começo da história. George Lucas mudou a cena após o sucesso do filme, para fazer com que ela registrasse um ato de legítima defesa de Han Solo – criando um debate entre os fãs sobre “quem atirou primeiro”. Quando o longa chegou ao Blu-Ray, em 2011, Lucas fez outra alteração para que o tiroteio ocorresse quase que simultaneamente, mas manteve Greedo como autor do primeiro disparo. Pois o filme estreou em streaming com outra versão diferente nesta terça (12/11), dentro da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Segundo a Disney, foi novamente o próprio Lucas quem resolveu mudar, mais uma vez, a polêmica cena do confronto entre Han Solo e Greedo. A versão de 2019 mostra os dois atirando simultaneamente e ainda faz o alienígena dizer uma palavra antes de morrer: “Maclunkey”. Ninguém sabe o que “Maclunkey” significa, mas a curiosidade fez a hashtag #maclunkey disparar nos tópicos do Twitter. Até o escritor Stephen King (“Doutor Sono”) fez questão de usá-la. #Maclunkey porque é tão esquisitamente engraçado”, ele escreveu. A Disney+ (Disney Plus) também trouxe cenas deletadas inéditas do filme, que nunca tinham aparecido antes em vídeo. Uma delas mostra mais detalhes do infame tiroteio, revelando que Han Solo tinha companhia feminina antes do bangue-bangue, além de obviamente confirmar que foi ele quem atirou primeiro. Veja abaixo a nova versão da cena e o comentário de Stephen King. Oh my god. This is not a joke. pic.twitter.com/RMkh7Blg7D — Star Wars Visual Comparisons (@StarWarsVisComp) November 12, 2019 #MaclunkeyJust because it’s so weirdly funny. — Stephen King (@StephenKing) November 12, 2019
Série do Gavião Arqueiro ganha primeiras artes
A Marvel aproveitou o lançamento do Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) nesta terça (12/11) para divulgar as artes conceituais dos personagens de sua vindoura série “Hawkeye”, sobre o herói Gavião Arqueiro. As artes trazem o protagonista, vivido por Jeremy Renner nos filmes dos Vingadores, ao lado de Kate Bishop, personagem que ele treina para ser sua sucessora – além do cachorro Lucky. A intérprete de Kate Bishop não foi revelada, mas a atriz Hailee Steinfeld (“Bumblebee”) estaria negociando o papel. Ainda não há confirmação oficial da escalação pela Marvel. Curiosamente, a atriz já interpretou uma heroína da Marvel nos cinemas. Ela dublou a Gwen-Aranha em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A série do Gavião Arqueiro será escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”), e ainda não começou a ser gravada. A previsão de estreia é apenas para 2021.
Doutor Sono dá vexame com estreia em 5º lugar no Brasil
O fracasso de “Doutor Sono” se estendeu ao Brasil. A adaptação de Stephen King estreou em 5º lugar entre os filmes mais assistidos de quinta a domingo (10/11) no país, segundo levantamento da auditoria Comscore. A sequência de “O Iluminado” (1980) ficou atrás de “Malévola: Dona do Mal”, “Coringa”, “A Família Adams” e “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Com o excesso de blockbusters em cartaz, o filme foi exibido em apenas 191 salas. Com isso, levou 128 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,3 milhões. Nos EUA, a estreia foi a segunda maior bilheteria do fim de semana, mas teve uma arrecadação muito abaixo do esperado. Teorias para o fracasso incluem desde a saturação de adaptações de Stephen King – “Doutor Sono” é a terceira de 2019, sem contar as séries – , o título muito ruim e o fato de remeter a um filme com 39 anos, que a maioria dos frequentadores de cinema não lembra ou nem assistiu. Enquanto isso, “Malévola: Dona do Mal”, exibido há quatro semanas, foi o filme mais visto no Brasil no fim de semana. Em cartaz em mais salas que a concorrência – 411 ao todo – , o filme da Disney teve 410 mil espectadores e faturou R$ 7,1 milhões em ingressos vendidos. Desde a estreia, o longa já foi visto por 4,1 milhões de pessoas e rendeu R$ 66,8 milhões. “Coringa” ficou com o 2º lugar, com exibição em 334 salas, público de 279 mil pessoas e R$ 5,2 milhões em ingressos vendidos. Desde a estreia, há seis semanas, o longa acumula 9 milhões de espectadores e R$ 144 milhões em bilheteria. “A Família Adams” completa o Top 3. Exibido em 343 salas, o longa teve público de 279,2 mil pessoas e vendeu R$ 4,6 milhões em ingressos. Em duas semanas, acumula 784 mil espectadores e R$ 12,6 milhões em bilheteria. Vale reparar o óbvio nesses números: os filmes com maior distribuição arrecadam mais. Teorias à parte, esta é a principal explicação para o fraco desempenho de “Doutor Sono” no Brasil. Confira abaixo a lista dos 10 filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil SEGUNDA 11/NOV:1. Malévola-Dona do Mal2. Coringa3. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio4. A Familia Adams5. Doutor Sono6. Parasita7. Zumbilândia Atire Duas Vezes8. A Odisseia dos Tontos8. Cadê você, Bernadette?9. Downtown Abbey — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 12, 2019
Primeiras artes da série do Falcão e Soldado Invernal revelam novos visuais dos heróis
A Marvel aproveitou o lançamento do Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) nesta terça (12/11) para divulgar as artes conceituais dos personagens de sua primeira série produzida para a plataforma, “Falcon and the Winter Soldier”, sobre os heróis Falcão e Soldado Invernal, introduzidos no filme “Capitão América: Guerra Civil” (2016). As imagens revelam os novos visuais dos dois protagonistas, que ganharam trajes novos e, no caso do Soldado Invernal, até um penteado diferente. Além da dupla de heróis dos Vingadores, vividos por Anthony Mackie e Sebastian Stan, as artes ainda destacam Emily Van Camp, de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, Daniel Brühl, que retomará a identidade de Barão Zemo, responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”, e uma novidade: Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, como John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans) deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). Mas o Soldado Invernal (Sebastian Stan) era outro forte candidato para a vaga. A série deve continuar a história a partir daí. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. A série tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Lançamento da Disney+ (Disney Plus) “quebra a internet” e lidera tópicos mundiais do Twitter
A Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), plataforma de streaming da Disney, foi lançada nas primeiras horas desta terça (12/11) nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda) e virou o assunto mais comentado do dia nas redes sociais. A estreia alcançou o 1º lugar dos trending topics do Twitter no mundo. Com uma série do universo “Star Wars” (“The Mandalorian”), outra de “High School Musical”, uma nova adaptação live-action de seus clássicos (“A Dama e o Vagabundo”), uma comédia natalina inédita com Anna Kendrick (“Noelle”) e todo o arquivo do império Disney, a plataforma recebeu vários elogios dos usuários. Mas também houve reclamações sobre os problemas técnicos que acompanharam sua inauguração. Várias capturas de tela publicadas nas redes sociais mostraram a mensagem “Impossível se conectar à Disney+ (Disney Plus)”, acompanhada de uma imagem do filme de animação “Detona Ralph” e de um convite para tentar a conexão novamente. Veja abaixo. Em comunicado, a Disney transformou as causas do problema num elogio para si mesma. “A demanda dos consumidores pela Disney+ (Disney Plus) superou nossas altas expectativas. Estamos felizes com essa reação incrível e trabalhando para resolver rapidamente o problema”, comunicou a empresa à imprensa. De acordo com o site Downdetector, que permite aos usuários apontar erros em aplicativos e sites, cerca de 8 mil bugs foram relatados na Disney+ (Disney Plus) por volta das 11h (horário de Brasília), dos quais 72% foram relativos à transmissão de vídeos. O serviço iniciou com mais assinaturas que o esperado devido ao preço baixo, de US$ 6,99 por mês, valor inferior à assinatura de US$ 9 do pacote mais barato de seu principal concorrente, a Netflix. Mas a Disney não revelou números oficiais de sua base inaugural de consumidores. Infelizmente, a plataforma ainda vai demorar a chegar ao Brasil. Na próxima semana (17/11), a Disney+ (Disney Plus) será lançada na Austrália e Nova Zelândia, chegando em 31 de março aos mercados da Europa ocidental, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países da região. Mas os planos para a América Latina sugerem uma estreia apenas no final de 2020. De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto do serviço, um ano após seu lançamento original. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox.
Cena deletada de Vingadores: Ultimato revela participação de Katherine Langford como filha de Tony Stark
A cena deletada mais discutida de “Vingadores: Ultimato” virou um bônus da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), a plataforma de streaming da Disney. Nela, Tony Stark (Robert Downey Jr.) reencontra a filha Morgan, já adulta, anos depois de sua morte. O vídeo, que foi compartilhado por fãs nas redes sociais em baixa definição, registra a participação de Katherine Langford (“13 Reasons Why”) como a versão adulta de Morgan na joia da alma. A atriz acabou ficando fora do filme, no corte final do cinema. “Eu te conheço?”, pergunta o herói, antes de reconhecer Morgan. “Oi pai”, ela responde. No diálogo entre pai e filha, a jovem parece perdoar Tony pela “decisão ruim” de se sacrificar para derrotar Thanos e salvar a humanidade. “Eu sobrevivi, eu cresci”, ela diz, mostrando que o plano funcionou. A sequência tem pouco mais de dois minutos e teria sido rejeitada durante testes, porque confundiu o público. Foi percebida uma dificuldade dos espectadores identificarem quem era a personagem, já que outra atriz (Lexi Rabe, de seis anos de idade) interpretou a filha de Stark no mesmo filme. A personagem é filha de Tony e Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e surge pela última vez no enterro do pai. A cena deletada com Katherine Langford não foi incluída entre o material extra do lançamento em vídeo de “Vingadores: Ultimato”, aparecendo apenas nos bônus do filme incluídos no serviço de streaming da Disney, que foi lançado oficialmente nesta terça (12/11) nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda).











