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  • Filme

    Lin-Manuel Miranda explica faltas de legendas de Hamilton na Disney+ (Disney Plus)

    22 de novembro de 2020 /

    O ator, roteirista e compositor Lin-Manuel Miranda, criador do musical “Hamilton”, se pronunciou sobre a falta de legendas em português da versão de sua peça lançada pela plataforma Disney+ (Disney Plus) nesta semana no Brasil. Respondendo a um seguidor brasileiro, Miranda escreveu em português no Twitter que sua equipe está trabalhando em legendas em português e espanhol e lamenta que elas não tenham ficado prontas a tempo para o lançamento da plataforma na América Latina. O serviço de streaming da Disney chegou ao Brasil na terça passada (17/11), mas os fãs foram surpreendidos ao perceber que a versão filmada da peça não tinha opções de legenda ou dublagem em outras línguas, apenas closed caption e audiodescrição em inglês. Atendendo um questionamento da imprensa, a Disney justificou a falta de tradução como uma decisão “criativa”. Com a resposta de Lin-Manuel Miranda, fica claro que ele não queria qualquer tradução e encomendou sua própria transposição do musical para outros idiomas. Infelizmente, este trabalho ainda não foi concluído. “Hamilton” é uma versão musical da história de Alexander Hamilton, um dos fundadores dos Estados Unidos, que se desdobra em ritmo de hip-hop e interpretação multirracial. A peça venceu 11 Tony Awards, o Oscar do teatro, e também um Pullitzer, além de ter se tornado um fenômeno popular. O filme disponível no Disney+ (Disney Plus) é, na verdade, um registro documental da encenação – literalmente teatro filmado. O material foi gravado durante três noites consecutivas, com o elenco original apresentando-se no palco original da produção, no teatro Richard Rodgers, em Nova York. A Disney adquiriu os direitos de exibição desse material em fevereiro passado, travando uma luta de ofertas contra outros interessados, o que fez o valor atingir impressionantes US$ 75 milhões, segundo apurou na época o site Deadline – e não foi desmentido pela Disney. O custo de blockbuster foi uma aposta na popularidade de peça e deveria ser recuperado com a bilheteria de seu lançamento nos cinemas. Só que “Hamilton” saiu direto em streaming devido à pandemia. Foi lançado originalmente em julho, na época do Dia da Independência dos EUA, como uma forma de homenagear os talentos da Broadway, já que a covid-19, que fechou as salas de cinema, também esvaziou os palcos de teatro. Sim! Estamos trabalhando com legendas em português e espanhol (e outros idiomas). Lamento que não tenham ficado prontos a tempo, me sinto péssimo. Mas estamos trabalhando nisso! Thank you! https://t.co/hgAP3wvGHk — Lin-Manuel Miranda (@Lin_Manuel) November 18, 2020

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  • Etc

    Chris Hemsworth exibe músculos e chateia Chris Pratt: “Pare de malhar”

    21 de novembro de 2020 /

    Chris Hemsworth resolveu mostrar sua força no Instagram, ao exibir os músculos enquanto malhava, levantando um enorme peso. “Dia de folga hoje. Decidi me dar um mimo com esse donut gigante, meu Deus, é muito pesado”, brincou o ator, que se prepara para voltar a viver o super-herói Thor no cinema. Mas em meio aos elogios dos fãs por sua forma física, um colega dos filmes da Marvel resolveu reclamar: Chris Pratt, intérprete de Peter Quill, o Senhor das Estrelas, que foi confirmado em “Thor: Love and Thunder”. “Oi, amigo. Acabei de ouvir do meu personal e ele precisa que você pare de malhar, já que vamos estar no mesmo filme e tudo que ele não quer é que eu apareça do seu lado com você desse jeito. Obrigado!”, retrucou o brincalhão. O quarto filme da franquia, escrito e dirigido por Taika Waiti (responsável pelo longa anterior, “Thor: Ragnarok”), tem filmagens agendadas para janeiro, na Austrália, visando um lançamento em fevereiro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth)

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  • Filme

    Diretor de Rua Cloverfield, 10 fará Predador 5

    20 de novembro de 2020 /

    A 20th Century Studios colocou em desenvolvimento um quinto filme da franquia “Predador”, que será o primeiro com distribuição da Disney. O estúdio contratou o diretor Dan Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há quatro anos. Ele vai filmar um roteiro escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”). O “Predador” original foi lançado em 1987, juntando Arnold Schwarzenegger e Carl Weathers numa tropa de elite em missão nas selvas da América Central, apenas para virar caça esportiva de um extraterrestre fortemente armado. Depois do primeiro, o melhor filme da franquia foi o terceiro, de 2010, em que um grupo disparatado de mercenários e assassinos foi transportado para o planeta dos Predadores para uma nova rodada do jogo de caça espacial. O elenco contava com a brasileira Alice Braga. O personagem Predador também apareceu em duas produções de crossover com outra franquia sci-fi da Fox, “Alien vs. Predator” (2004) e “Aliens vs. Predator 2” (2007). Sua aparição mais recente nos cinemas foi há dois anos, num quarto filme “solo” dirigido por Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que atuou no filme original de 1987. O longa fracassou nas bilheterias com apenas US$ 160 milhões, que deu prejuízo diante de seu orçamento de US$ 88 milhões. De fato, apesar do entusiasmo com o filme original, os quatro filmes do Predador arrecadaram juntos “somente” US$ 443 milhões em todo o mundo.

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  • Série

    Séries online: The Mandalorian é o grande destaque para maratonar na semana

    20 de novembro de 2020 /

    A chegada da Disney+ (Disney Plus) finalmente traz ao Brasil a primeira série live-action do universo “Star Wars”, que se tornou uma das mais premiadas do ano e também uma fonte ilimitada de memes. De fato, até quem não sabe o que é Disney+ (Disney Plus) já viu imagens do “Baby Yoda”, apelido dado a um personagem central de “The Mandalorian”, que consegue ser mais fofo que todos os ewoks e porg juntos, culminando décadas de evolução do lado comercial da Força. Mas “The Mandalorian” é mais que uma fábrica de memes e Yodas de pelúcia. É também uma série revolucionária para a indústria do entretenimento. Para começar, a Industrial Light & Magic, empresa de tecnologia visual da Lucasfilm, simplesmente eliminou o uso de tela azul em seu set de gravação. Herança da era do chroma key, a tela azul é usada nos estúdios para servir de pano de fundo para projeção de efeitos na pós-produção. Graças a esta técnica, nos lugares onde os atores contracenam com o vazio, o público posteriormente encontra cidades futuristas ou monstros terríveis. O set de “The Mandalorian” tornou esta técnica ultrapassada, ao incluir uma parede de vídeo gigante de LED semicircular, que projeta as cidades futuristas e os monstros terríveis em tempo real diante dos atores, que assim sabem exatamente onde estão e o que enfrentam. Desta forma, os efeitos acontecem desde a pré-produção. E o realismo obtido por essa técnica, que combina os fundos digitais com acessórios físicos do cenário, é tão impressionante que cenas feitas em estúdio parecem realmente acontecer em grandes espaços abertos de outros planetas. Esta inovação terá impacto profundo em Hollywood nos próximos anos, porque também gera economia em cenografia e locações. E já foi reconhecida pela Academia de Televisão com o Emmy de Melhores Efeitos Visuais deste ano, um dos 7 prêmios Emmy que a série conquistou. Outro motivo de os episódios de “The Mandalorian” parecerem filmes são os nomes por trás das câmeras. A série foi criada por Jon Favreau, diretor dos blockbusters “Homem de Ferro”, “Mogli, o Menino Lobo” e “O Rei Leão”, e os capítulos são comandados por uma seleção de cineastas famosos, entre eles Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Peyton Reed (“Homem-Formiga”), Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), Sam Hargrave (“Resgate”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World” e filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”) e Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”). Filoni também assina os roteiros, o que tem servido, especialmente na 2ª temporada, para integrar a trama na saga “The Clone Wars”, com a materialização live-action de personagens icônicos como Bo-Katan, interpretada por sua dubladora original, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”), e Ahsoka Tano, que nos próximos capítulos será encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a série explora a pouco conhecida mitologia dos mandalorianos no universo “Star Wars”. Mas se a 1ª temporada apresenta os dogmas que norteiam o personagem-título, vivido (na verdade, dublado) por Pedro Pascal (“Narcos”), a 2ª vira suas crenças do avesso ao apresentar um quadro mais amplo e complexo de facções, com a introdução da mandaloriana Bo-Katan e seus aliados – cuja missão merece seu próprio spin-off ou pelo menos um filme completo. E este é outro detalhe interessante da série. Como o protagonista é um errante solitário, cruzando planetas como Clint Eastwood adentrava cidadezinhas em westerns dos anos 1960, “The Mandalorian” permite encontros com uma profusão de personagens que parecem ter muitas outras histórias para viver. E alguns vivem, como a rebelde Clara Dune (Gina Carano, de “Deadpool”) e o gerenciador de caçadores de recompensa Greef Karga (Carl Weathers, de “Rocky”), presentes em diversos episódios da produção. Eis porque “The Mandalorian” não é só o “Baby Yoda”. É o melhor western espacial já feito – incluindo nesta lista o sensacional filme “Outland: Comando Titânio” (1981), com o “xerife” Sean Connery – , uma das melhores criações do universo “Star Wars” e nada menos que 8 filmes excelentes por temporada. A Disney+ (Disney Plus) também traz outras opções originais em seu lançamento, inclusive a inédita temporada final de “Star Wars: The Clone Wars”. A lista tem até uma nova série animada do Mickey Mouse, o antigo garoto-propaganda da empresa, que foi suplantado por Baby Yoda na era Disney do streaming. Além dos títulos da nova plataforma, a semana ainda destaca o lançamento em streaming de duas séries completas pela Globoplay, a adulta “UnReal”, sobre os bastidores de um reality show fictício, cujo humor ácido, cínico e cruel é capaz de fazer o público nunca mais olhar da mesma forma as produções do gênero, e a sci-fi juvenil “Garotos de Lugar Nenhum” (Nowhere Boys), produção australiana que pode consolar os órfãos de “The Society” e outras séries canceladas sem cerimônia pela Netflix. Veja abaixo os trailers destes e de outros títulos que completam o Top 10 das séries online da semana. The Mandalorian | EUA | 2 Temporadas Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Star Wars: The Clone Wars | EUA | 7ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) O Mundo Maravilhoso de Mickey Mouse | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Garfinho Pergunta | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) High School Musical: A Série: O Musical | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais His Dark Materials | EUA | 2ª Temporada Disponível na HBO Go em episódios semanais No Man’s Land | EUA | 1ª Temporada Disponível na Starzplay em episódios semanais O Sabor das Margaridas | Espanha | 2ª Temporada Disponível na Netflix UnReal – Nos Bastidores de um Reality | EUA | 4 Temporadas Disponível na Globoplay Garotos de Lugar Nenhum | Austrália | 4 Temporadas Disponível na Globoplay

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  • Filme

    Estreias online: 10 filmes originais da Disney+ (Disney Plus) para ver no fim de semana

    20 de novembro de 2020 /

    A estreia da Disney+ (Disney Plus) é a principal notícia da semana para quem busca novidades em streaming. O serviço reúne o conhecido catálogo de filmes (e séries) do mais bem-sucedido estúdio de Hollywood da atualidade, incluindo produções da própria Disney, Pixar, Marvel, “Star Wars” (Lucasfilm), National Geographic e alguns títulos perdidos da Fox. Mas sua assinatura não serve apenas para rever o que a maioria já viu ou para descobrir clássicos que ninguém lembrava. A Disney+ (Disney Plus) (pronuncia-se Disney Plus) também traz muito conteúdo novo, original e exclusivo da plataforma. Se o material não parece tão vasto quanto o da Netflix, é bom lembrar duas coisas: o serviço pioneiro levou quatro anos para chegar no montante de conteúdo do desafiante e a pandemia impediu a produção de vários projetos planejados. Abaixo estão dicas de 10 filmes exclusivos da nova plataforma. A seleção inclui o muito falado álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé, o musical blockbuster digital “Hamilton”, que foi o primeiro título desviado dos cinemas para o streaming da Disney, e filmes que tem a cara da empresa. O legado de alguns é evidente, porque se relacionam a franquias conhecidas, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, a nova produção LEGO de “Star Wars” e os derivados das animações “Phineas e Ferb” e “Toy Story”. Mas nem todas as opções são remakes, continuações, prólogos ou spin-offs. Na lista de criações inéditas, há diversões garantidas como a hilária comédia infantil “Timmy Fracasso”, dirigida por Tom McCarthy, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Spotlight: Segredos Revelados” (2015), a emocionante aventura “Togo”, sobre um cachorro heroico que enfrenta a natureza implacável para salvar o dono (Willem Dafoe) na tundra ártica nos anos 1920, e o singelo romance adolescente “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, que lança como atriz a jovem Grace VanderWall, uma estrela verdadeira de 16 anos que venceu o concurso de calouros “America’s Got Talent” como cantora e instrumentista em 2016 – e cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual! Confira a seguir os trailers do Top 10 dos filmes originais da Disney+ (Disney Plus). Black Is King | EUA | 2020 Hamilton | EUA | 2020 A Extraordinária Garota Chamada Estrela | EUA | 2020 Timmy Fracasso | EUA | 2020 Togo | EUA | 2020 A Dama e o Vagabundo | EUA | 2019 Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais | EUA | 2020 LEGO Star Wars: Especial de Festas | EUA | 2020 Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo | EUA | 2020 Toy Story: Aventuras de Betty | EUA | 2020 Tudo disponível na Disney+ (Disney Plus)

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  • Série

    WandaVison terá seis episódios inspirados na história das séries de TV

    18 de novembro de 2020 /

    A capa desta semana da revista Entertainment Weekly é dedicada à série da Marvel “WandaVison”, com direito a revelações sobre a produção, que só vai estrear em janeiro na Disney+ (Disney Plus), e entrevistas com os intérpretes dos protagonistas Wanda (a Feiticeira Escarlate) e Visão. A publicação apurou que a série terá seis episódios estrelados por Elizabeth Olsen e Paul Bettany, e o primeiro foi gravado em preto e branco, diante de uma plateia, para remontar a época dos sitcoms clássicos dos anos 1950. “Foi uma loucura”, disse Olsen. A trama promete apresentar a vida feliz do casal de heróis, utilizando estilos característicos de diferentes épocas em cada episódio, para homenagear a evolução das séries de TV. “Estávamos todos tão emocionados no final, queríamos continuar fazendo a série. Talvez transformá-la numa turnê ou algo assim”, comentou Bettany. Para a intérprete de Feiticeira Escarlate, a primeira série da Marvel na Disney+ (Disney Plus) foi um verdadeiro presente. “Fazer esta série foi o maior presente que a Marvel me deu. Você consegue apenas se concentrar na personagem e não em como ela se sentia com as histórias de todos os outros”, disse a atriz. Já o intérprete do Visão acreditava que seria dispensado do MCU (universo cinematográfico da Marvel) após “Vingadores: Ultimato”, quando seu personagem permaneceu morto. “Achei que estava para ser dispensado. Foi uma surpresa muito agradável para mim e para o gerente do meu banco, obviamente”, completou. O casal, que tenta ter uma vida recatada e com os poderes sob sigilo, mostrou a Paul um “talento” que ele diz, ironicamente, ter percebido só agora. “Eu arruinei minha vida inteira. Eu deveria estar fazendo sitcoms o tempo todo”, brincou. “WandaVision” foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”, e também trará de volta Kat Dennings e Randall Park a seus papéis do MCU, respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Além disso, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. Durante sua participação na CCXP 2019, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, adiantou que a série dará oportunidade para o público “ver mais do que Wanda é capaz de fazer, e mais do que faz o Visão ser o Visão”, e confirmou que “WandaVision” vai “revelar um nome que acho que ainda não falamos no MCU, mas que damos importância na série, que é o fato de Wanda ser a Feiticeira Escarlate, e o que isso significa”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paul Bettany (@paulbettany)

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  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) estreia no Brasil com atrações inéditas e catálogo poderoso

    17 de novembro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) estreia no Brasil nesta terça-feira (17), um ano após seu lançamento nos EUA superar todas as expectativas do mercado. O serviço de streaming oferece o catálogo de filmes e séries da Disney num único local, além de trazer produções inéditas e exclusivas, como a primeira série live-action de “Star Wars”, a excelente “The Mandalorian”, a filmagem do grande sucesso da Broadway “Hamilton”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e os vindouros lançamentos de “Mulan” e “Soul”, que trocaram os cinemas pelo streaming, devido à pandemia de coronavírus. O catálogo da plataforma, que recentemente atingiu mais de 73 milhões de assinantes globalmente, inclui ainda vários clássicos e blockbusters da Disney, Pixar, Marvel, Lucasfilm (Star Wars) e National Geographic. Mas pouca coisa da Fox, que produz material mais adulto e será disponibilizado em breve em uma plataforma-irmã. Nos EUA, as produções da Fox – e do canal pago FX – são lançadas na Hulu, mas a plataforma internacional adulta da Disney deve se chamar Star, nome de uma subsidiária indiana que já tem grande presença na Ásia e foi adquirida com a compra da Fox. Ainda não há previsão de estreia para esta segunda plataforma. Por enquanto, a Disney+ (Disney Plus) já tem programação mais que suficiente para entreter fãs de desenhos, super-heróis, aventuras espaciais, princesas e romances adolescentes. Além disso, o serviço tem planos concretos de investir em produções brasileiras, a exemplo do que outras plataformas de streaming já vem fazendo no país. “Nós vamos investir bastante em desenvolvimento de conteúdo local. Teremos artistas locais, produtores locais e diretores locais”, disse Juliana Oliveira, Head de Strategy & Business Development da Disney, durante apresentação do Disney+ (Disney Plus) à imprensa brasileira na semana passada. Ainda não há cronograma para os novos projetos brasileiros, mas os assinantes já poderão encontrar as séries nacionais do Disney Channel no novo endereço online, incluindo os sucessos “Bia”, “Juacas”, “Sou Luna” e “Violeta”. Vale apontar ainda que o serviço chega por aqui com alguns diferenciais em relação aos concorrentes. O principal é a funcionalidade de GroupWatch, que permite aos usuários assistirem juntos, e de forma sincronizada, a uma série ou um filme. Também é possível interagir e comentar com emojis, e cada assinante poderá criar até 7 perfis dentro da plataforma e assistir a até 4 telas simultâneas. Para completar, os pais tem acesso à criação de perfis kids para ativar o controle parental, definindo o que seus filhos podem assistir de acordo com suas idades.

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  • Série

    Nova série animada do Mickey ganha trailer com visual estilizado

    15 de novembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de “The Wonderful World of Mickey Mouse”, nova série de curtas do rato animado criado por Walt Disney, que virou símbolo do estúdio. Produzida por Paul Rudish, responsável pela bem-sucedida série do “Mickey Mouse” exibida entre 2013 e 2019 no Disney Channel, a nova atração preserva o estilo daquela atração, que era baseada nos traços clássicos dos primeiros desenhos e quadrinhos do personagem. Inspirados nas artes de Ub Iwerks e Floyd Gottfredson, os episódios resgatam o visual original e quase centenário de Mickey, que surgiu em 1928 apenas de calção – branco e depois vermelho, quando suas histórias ganharam cores. Mas também acrescentam muita estilização moderna, com cenários que parecem pinturas, além de um ritmo frenético que reflete a passagem de Rudish pelo Cartoon Network, quando comandou “O Laboratório de Dexter”. Além do protagonista, a série também trará os coadjuvantes mais famosos dos primeiros curtas do Mickey, como Pateta, Minnie, Pato Donald, Margarida e Pluto. A estreia está marcada para o próximo dia 18 nos EUA, um dia depois da chegada da Disney+ (Disney Plus) ao Brasil. Apesar disso – e mesmo estando em cima da hora – , ainda não está claro se a animação será disponibilizada de forma simultânea para os assinantes brasileiros.

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  • Filme

    Os Novos Mutantes é bem melhor que os últimos filmes dos X-Men

    15 de novembro de 2020 /

    Um filme que já nasceu como um cachorro morto para o povo chutar. Ou para as pessoas não verem. A própria distribuidora o lançou no meio da pandemia, quando ninguém quer ir ao cinema. E chovem críticas negativas (34% de aprovação no site Rotten Tomatoes). Mas “Os Novos Mutantes” é envolvente. É bom que exista e finalmente tenha sido lançado, após tanto tempo na geladeira, por mais que tenha sido mais arremessado do que exatamente lançado. É como se a Disney, mesmo tendo comprado a Fox, tratasse o material como obra de concorrente, que não deveria existir. O filme de Josh Boone, diretor dos bons dramas de relacionamentos “Ligados pelo Amor” (2012) e “A Culpa é das Estrelas” (2014), é sem dúvida superior aos dois filmes anteriores dos “X-Men” – os horríveis “X-Men: Apocalipse” (2016) e “X-Men: Fênix Negra” (2019). É também uma produção mais barata e humilde, sem a megalomania dos outros filmes dos mutantes. E com um diferencial muito atraente: o tom de filme de horror, que oferece uma experiência diferente ao subgênero de filmes de super-heróis. Junte-se a isso as angústias dos adolescentes em lidar com seus poderes, que podem servir de metáfora para as explosões hormonais que surgem neste estágio da vida humana. Há um romance gay muito bonito entre duas personagens, inclusive, o que conta ainda mais pontos a favor do filme. Assim, nota-se que a escolha de Boone para a direção do filme teve mais a ver com seu sucesso popular com o melodrama teen “A Culpa é das Estrelas” do que com sua intimidade com filmes de ação ou horror. Na verdade, ele não tinha nenhuma. E isso infelizmente depõe contra o filme quando ele se aproxima de seu clímax e as cenas de ação carecem de um cuidado maior. É quando “Os Novos Mutantes” cai bastante. Os efeitos especiais do urso gigante também são outro problema. Mas há outros tantos aspectos positivos, como a presença brilhante de Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) como a provocadora e badass Ilyana Raspuntin. A atriz ficou muito bem, trazendo expressividade e charme para a personagem. Ilyana tem o poder de se teleportar para um limbo, tem uma espada mágica gigante e um dragãozinho demoníaco como companheiro. Todos os demais atores e atrizes acabam ficando eclipsados pela presença de Taylor-Joy (atualmente arrancando aplausos na minissérie “O Gâmbito da Rainha”). Mas isso não quer dizer que a química não funcione. Rahne Sinclair (Maisie Williams, de “Game of Thrones”), a menina que se transforma em lobo; Danielle “Dani” Moonstar (Blu Hunt, de “The Originals”), com poderes a ser descobertos; Sam Guthrie (Charlie Heaton, de “Stranger Things”), uma espécie de míssil humano descontrolado; e Roberto da Costa (Henry Zaga, ator brasileiro de “13 Reasons Why”), cujo corpo arde como um vulcão; todos estão bem. Aliás, o elenco tem dois intérpretes brasileiros: além de Zaga, Alice Braga (“A Rainha do Sul”) aparece no papel da médica responsável pelos novos mutantes na instalação que os aprisiona. Quem leu as histórias clássicas do grupo, com roteiro de Chris Claremont e arte de Bill Sienkiewicz e Bob McLeod, provavelmente terá ainda mais prazer vendo o filme. É uma pena que os personagens não passarão desse único longa. Assim sendo, a abertura para o futuro na vida daqueles jovens em processo de autodescoberta ao final da narrativa traz um gostinho amargo de interrupção. Caso de obra que definitivamente teve má sorte em seu processo de produção, pós-produção e lançamento.

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  • Filme

    Chris Pratt voltará a viver o Senhor das Estrelas no próximo filme de Thor

    13 de novembro de 2020 /

    O elenco de “Thor: Love and Thunder” teve o nome de um novo integrante vazado. Chris Pratt vai voltar a viver Peter Quill, o Senhor das Estrelas dos Guardiões da Galáxia, no próximo longa do Deus do Trovão. Marvel e Disney não fizeram comentários sobre o vazamento, mas a revista Variety confirmou a escalação. Embora vários detalhes da trama de “Love and Thunder” estejam sob sigilo, a participação faz sentido, já que Thor foi visto pela última vez se juntando à nave intergaláctica do Senhor das Estrelas nas cenas finais de “Vingadores: Ultimato”. No início do ano, Vin Diesel, que dubla o adorável alienígena Groot nos filmes dos “Guardiões da Galáxia”, brincou que a equipe espacial seria totalmente incorporada em “Thor: Love and Thunder”. O quarto filme da franquia, escrito e dirigido por Taika Waiti (responsável pelo longa anterior, “Thor: Ragnarok”), realmente precisará lidar com a decisão narrativa de “Vingadores: Ultimato” sobre o destino de Thor, que se juntou aos Guardiões, antes de contar sua história principal. A produção voltará a ser estrelada por Chris Hemsworth no papel de Thor e trará Natalie Portman como Jane Foster. A atriz viveu o papel pela última vez em 2013, em “Thor: O Mundo Sombrio”, e retorna para se tornar uma nova e poderosa Thor feminina no novo longa. Tessa Thompson também está confirmada como Valquíria, que se tornou a governante de Asgard no final de “Vingadores: Ultimato”. Mas a Marvel ainda não oficializou a inclusão de Christian Bale (o “Batman – Cavaleiro das Trevas”), contratado para um papel misterioso. As filmagens estão programadas para começar em janeiro, na Austrália, e o lançamento foi agendado para fevereiro de 2022.

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  • Série

    Darkwing Duck vai ganhar nova série animada

    13 de novembro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) encomendou um revival de “Darkwing Duck”, série animada sobre um pato mascarado que parodiava os quadrinhos de super-heróis dos anos 1990. A produção original do Disney Channel teve originalmente três temporadas produzidas, entre 1991 e 1993. O revival será produzido pelo comediante Seth Rogen (“Vizinhos”) e seu parceiro Evan Goldberg, por meio da empresa dos dois amigos de infância, Point Grey Pictures, sob supervisão da Disney Television Animation. Criado por Tad Stones, a série original seguia as aventuras de Darkwing Duck, alter ego super-heróico de Drake Mallard. De dia, ele era um pato comum, que morava em uma casa suburbana despretensiosa com sua filha adotiva Gosalyn. Mas de noite precisava equilibrar o desejo de ser um bom pai para Gosalyn com a atividade de Darkwing, que satisfazia seu ego com fama e atenção, enquanto ajudava a fazer o bem na cidade de St. Canard ao lado de seu companheiro e piloto Capitão Bóing (Launchpad McQuack). O fato de contar com o Capitão Bóing, dublado em inglês por Terry McGovern, qualificou a série original como um spin-off de “DuckTales – Os Caçadores de Aventura” (1987). Por isso, quando “DuckTales ganhou um reboot recente, com nova geração de dubladores, o personagem acabou encontrando o Tio Patinhas e seus sobrinhos em quatro episódios de 2018 e 2019. Um detalhe curioso é que, embora quase todos os dubladores de “DuckTales” tenham mudado (o Pato Donald é a exceção), Darkwing continuou com a mesma voz de sempre, dublado por Jim Cummings. O desenho original foi exibido no Brasil pela Rede Globo, nos antigos programas “Xou da Xuxa”, “TV Colosso”, “Xuxa Park”, “Angel Mix”, “TV Globinho” e “Festival de Desenhos” e também pelo SBT nos extintos “Disney Club” e “Disney CRUJ”.

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  • Filme

    Lilo & Stitch vai ganhar versão live-action com diretor de Podres de Ricos

    13 de novembro de 2020 /

    O diretor Jon M. Chu, de “Podres de Ricos” e “Truque de Mestre: O 2º Ato”, abriu negociações com a Disney para dirigir a adaptação live-action da animação “Lilo & Stitch”, grande sucesso das bilheterias em 2002. “Lilo & Stitch” conta a história da amizade formada entre uma garota havaiana solitária chamada Lilo e um alienígena chamado Stitch, que foi criado para ser uma força de destruição. Foi o primeiro filme escrito e dirigido por Chris Sanders e Dean DeBlois, que depois criaram “Como Treinar Seu Dragão” (2010), e rendeu duas sequências lançadas no mercado de vídeo, além de três séries animadas diferentes – para os EUA, o Japão e a China. A versão live-action tem um primeiro roteiro escrito por Mike Van Waes (de um vindouro terror do universo de “Invocação do Mal”), mas, segundo o site Deadline, a Disney pretende encomendar uma reescrita. Apesar do estúdio ainda não ter feito um anúncio oficial, a produção está a cargo de Dan Lin e Jonathan Eirich, da produtora Rideback. Não está claro se o lançamento será cinematográfico ou seguirá para o streaming na Disney+ (Disney Plus).

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  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) supera 70 milhões de assinantes antes da estreia no Brasil

    12 de novembro de 2020 /

    A cinco dias de sua inauguração no Brasil e no restante da América Latina, a Disney+ (Disney Plus) festeja a superação da marca de 70 milhões de assinantes mundiais. Chamando a plataforma de um “verdadeiro ponto brilhante” para os negócios da Disney, o CEO do conglomerado de entretenimento, Bob Chapek, destacou o sucesso do streaming em sua apresentação do desempenho da empresa para investidores nesta quinta (12/11). Com um total de 73,7 milhões de assinantes somados, a Disney+ (Disney Plus) superou em muito as projeções mais otimistas do estúdio. Vale lembrar que a meta da Disney era chegar a 60 milhões de assinantes em cinco anos. Tem 13 milhões a mais e nem completou inteiramente seu primeiro ano de atividades. O detalhe mais impressionante é que estes 13 milhões extras foram somados apenas nos últimos três meses, enquanto a projeção da Netflix para o mesmo período foi de 2,5 milhões de novos usuários. O grande atrativo da plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, é sua vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, que só estão disponíveis no serviço. Mas ainda há pouco material criado exclusivamente para o streaming, o que chama atenção em sua comparação inevitável com a Netflix. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”, e os filmes que a Disney redirecionou do cinema durante a pandemia, em especial “Mulan” e “Hamilton”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial e só vão estrear em 2021. O fato é que a Disney+ (Disney Plus) se tornou mais que um “ponto brilhante”, mas o único ponto brilhante de todo o conglomerado Disney. Seu sucesso foi capaz de fazer subir as ações do estúdio em 5% nesta quinta, mesmo com perdas generalizadas em todas as outras áreas. A empresa está tomando um prejuízo estimado em US$ 6,9 bilhões na área que até então representava sua maior fonte de faturamento, os parques temáticos. Fechados ou com grandes limitações de funcionamento, os parques puxam a maior quantidade de demissões na Disney. Nada menos que 28 mil funcionários do setor já foram demitidos e mais cortes devem ser anunciados diante da falta de atividades da Disneylândia na Califórnia. Mas Chapek, que veio do comando dos parques para a chefia de todo o conglomerado, prefere destacar a capacidade demonstrada pela Disney para crescer diante das adversidades. “Mesmo com a interrupção causada pelo covid-19, fomos capazes de administrar nossos negócios de maneira eficaz e, ao mesmo tempo, tomar medidas ousadas e deliberadas para posicionar nossa empresa para um maior crescimento de longo prazo”, ele disse em um comunicado que acompanhou os números do trimestres. Apesar do otimismo, os números não favorecem o discurso de sucesso, porque o streaming é um negócio que ainda funciona no vermelho. A própria Disney espera que seu investimento na plataforma só comece a dar retorno em 2024. Mas o ritmo de crescimento pode adiantar esse prazo. A Disney planeja revelar mais detalhes sobre a reorganização de seus negócios e como pretende priorizar, impulsionar e investir em seu projeto de streaming em 10 de dezembro, data em que marcou um “Dia do Investidor”. A empresa também tende a usar esse evento para revelar novos detalhes de seu vindouro serviço de streaming internacional, que deverá ter a marca Star – a mesma de uma rede indiana que a Disney adquiriu da Fox.

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