Chegada da Disney+ é acompanhada por fim dos DVDs e Blu-rays da Disney no Brasil
Sinalizando a inevitável extinção das mídias físicas de filmes, a chegada da Disney+ (Disney Plus) no Brasil deverá ser acompanhada pelo fim dos contratos de fabricação e distribuição dos títulos de DVD e Blu-Ray do estúdio no país. De acordo com o site The Digital Bits, quando a Disney+ (Disney Plus) foi lançado nos EUA, a empresa parou de fabricar mídias físicas por lá. O movimento se repete agora no Brasil. O Blog do Jotacê apurou que o contrato da Disney com a Cinecolor, que distribui os DVDs da companhia por aqui, será finalizado em novembro sem renovação, e não há negociações com outras empresas para assumirem a comercialização das mídias físicas nacionais. Vale considerar que, no Top 50 dos vídeos mais vendidos da Amazon Brasil deste mês, 40 são produções da Disney. Mães e pais que quiserem entreter os filhos pequenos com reprises infinitas de “Toy Story” agora terão que contratar o plano de assinaturas da Disney+ (Disney Plus). Extinguir opções é uma forma de concentrar a demanda. Mas a tática não se resume à mídia física. Ao mesmo tempo, o conglomerado também encerrou os acordos de exibição de seu catálogo em outras plataformas e deve até dificultar a chegada de suas atrações a canais de TV paga, como parte da estratégia agressiva para centralizar todo seu conteúdo na plataforma de streaming, que será inaugurada no dia 17 de novembro. O contrato com a Amazon Prime Video, que estava disponibilizando os filmes e séries do estúdio em sua plataforma, acabou no fim de outubro. Mas este é apenas o caso mais evidente de compartilhamento de conteúdo. O site Minha Operadora aponta que a Disney tem encerrado todos os contratos de exibição de suas produções em canais pagos, o que tem rendido rumores de que até mesmo os canais da Disney seriam encerrados no país. Isto, claro, não vai acontecer, porque esses canais são lucrativos e, além de tudo, servem de incubadoras para a Disney+ (Disney Plus). A dúvida, na verdade, é sobre o que vai acontecer com a Fox Play. Provavelmente, a plataforma de streaming da Fox continue a coexistir com a Disney+ (Disney Plus) enquanto a Hulu não chegar ao Brasil. Há planos para que isso aconteça em 2021. O que está claro é que a Disney não imitará a decisão logística da concorrente ViacomCBS, que optou por transformar a Paramount+ em sua plataforma internacional. A Fox Play não vai virar a “Hulu brasileira” porque a Disney está abolindo o nome Fox de todos os seus produtos – como os estúdios 20th Century Fox e Fox Searchlight, que viraram 20th Century Studios e Searchlight Studios – , com o objetivo de se distanciar da rede Fox, que permanece sob controle da família Murdoch nos EUA.
Glenn Close volta a se fantasiar de Cruella de Vil por uma boa causa
A atriz Glenn Close tirou do armário a sua fantasia de Cruella de Vil por uma boa causa. Vinte e quatro anos após o lançamento do filme “101 Dálmatas”, ela voltou a se caracterizar como a vilã da Disney em prol da arrecadação de fundos para um projeto beneficente da colega Bette Midler, a ONG New York Restoration Project, que reforma espaços deteriorados na cidade de Nova York. Além de posar para fotos – e um vídeo – , que postou nas redes sociais, a estrela também deu dicas de como transformar Cruella em sucesso do Halloween, no final do mês, listando utensílios que podem ser usados para criar uma fantasia da vilã. Veja o “tutorial” abaixo, em que ela explica como fez a caracterização em sua casa, sem auxílio de maquiador. “Pauzinho para comida japonesa pintado de vermelho = piteira Peruca = comprada online Luvas vermelhas com unhas pretas = luvas pretas com unhas embaixo de luvas vermelhas com as pontas cortadas Cachecol de leopardo = echarpe de algodão Orelhas de dálmata = loja local Casaco = figurino do meu filme “A Esposa” Maquiagem: Eu não tinha uma base realmente clara então tentei talco. Ficou estranho na lateral do rosto. Não foi um sucesso estrondoso. Também precisava de delineador líquido – para uma próxima”. Glenn Close viveu Cruella de Vil em dois filmes, “101 Dálmatas”, em 1996, e “102 Dálmatas”, em 2000. E agora a Disney prepara um novo longa que dará ainda maior ênfase à vilã. Intitulado, justamente, “Cruella”, a produção será estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e tem estreia prevista para maio de 2021 – data marcada antes da pandemia e, portanto, sujeita a mudanças. Ver essa foto no Instagram Suiting up for BETTE MIDLER’S virtual HOCUS HALLOWEEN fundraiser for her remarkable NEW YORK RESTORATION PROJECT. I’ll be sure to post an invitation when I can. These pictures and video were shot by Seonaid “Sho” Campbell. HOMEMADE CRUELLA: Chopstick painted red = cigarette holder. Wig—online Red gloves with black nails = black gloves with nails under red gloves with cut off tips Leopard scarf=silk long Johns Dalmatian puppy ears= local Halloween store Coat = wardrobe from my movie The Wife Makeup: Didn’t have a really pale base so I tried baby powder. Looks weird on the side of my face. Not a rousing success. Also needed a liquid eyeliner…next time. Uma publicação compartilhada por The Real Glenn Close (@glennclose) em 5 de Out, 2020 às 8:05 PDT Ver essa foto no Instagram More CRUELLA. Shot by Seonaid “Sho” Campbell. Uma publicação compartilhada por The Real Glenn Close (@glennclose) em 5 de Out, 2020 às 10:54 PDT
Free Guy ganha trailer legendado e vídeo zoando os adiamentos de cinema
A 20th Century Studios divulgou mais um pôster e dois novos vídeos de “Free Guy: Assumindo o Controle”. Um deles é o trailer legendado, que explica a história e promete um filme divertido, cheio de explosões. O outro é um teaser que transforma em humor a tragédia atual do cinema, num ano em que várias estreias estão sendo adiadas sem parar. Apesar do lançamento do filme estar marcado para dezembro deste ano, o segundo vídeo traz o elenco gravando mensagens para estreias em datas alternativas – além do Natal, no Ano Novo, no Dia dos Namorados, no Dia da Independência, no Halloween do ano que vem, antes da queda do meteoro, etc. “Acho que cobrimos tudo”, diz o diretor Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). “Sim, por uns 40 ou 50 anos”, confirma o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”). Originalmente, o filme chegaria aos cinemas em julho, mas após a pandemia de coronavírus transformou-se num lançamento natalino, aguardado agora para 10 de dezembro no Brasil – um dia antes da estreia nos EUA. Na trama, Reynolds vive um bancário comum. Ou melhor, um figurante de videogame, que só aparece numa cena de assalto. Num belo dia, ele resolve reagir a um jogador e se torna autoconsciente, descobrindo que sua existência é artificial e criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive uma heroína no jogo. Ela ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela então chamada 20th Century Fox. Nesse meio tempo, ele andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros projetos para grandes estúdios de Hollywood, entre eles, as animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”. O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, seis anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, emplacando com sucesso a série “Stranger Things”.
The Boys e Mulan quebram monopólio da Netflix no Top 10 do streaming americano
A empresa americana de auditoria Nielsen tem publicado um ranking semanal com os programas mais vistos nos serviços de streaming dos EUA. O método utilizado pela companhia considera apenas conteúdo visto em aparelhos de televisão, o que deixa de fora os números de acesso por celular e computador. Mas, mesmo com essa ressalva, a aferição é considerada a principal referência independente da audiência das plataformas de streaming. Pois a última lista com a audiência semanal das atrações mais assistidas registrou, pela primeira vez, uma quebra do monopólio da Netflix no Top 10. Dois títulos, a série “The Boys”, da Amazon Prime Video, e o filme “Mulan”, da Disney+ (Disney Plus), conseguiram se destacar no último período contabilizado, que foi de 31 de agosto a 6 de setembro (detalhe: ambos estrearam em 4 de setembro). “The Boys” e “Mulan” são os dois primeiros programas de uma plataforma rival da Netflix a registrar público no Top 10, desde que a Nielsen começou o ranking. Ainda de acordo com o relatório, os espectadores gastaram cerca de 525 milhões de minutos assistindo “Mulan” em seu fim de semana de estreia. Apesar disso, a Netflix continua a ter os programas mais vistos. O que leva a outra curiosidade do ranking. O líder de audiência, “Cobra Kai”, foi originalmente produzido pelo YouTube e disponibilizado na internet há dois anos. Isto transforma a produção no maior exemplo da diferença que faz um lançamento pela Netflix em comparação a seus rivais. Confira abaixo o Top 10. 1 – “Cobra Kai” (Netflix) 2 – “Lucifer” (Netflix) 3 – “The Boys” (Amazon) 4 – “The Office” (Netflix) 5 – “Criminal Minds” (Netflix) 6 – “Shameless” (Netflix) 7 – “Away” (Netflix) 8 – “Grey’s Anatomy” (Netflix) 9 – “The Legend of Korra” (Netflix) 10 – “Mulan” (Disney+ (Disney Plus))
Atriz estreante de 18 anos será a super-heroína Ms. Marvel
A estreante Iman Vellani, de apenas 18 anos, foi escolhida pela Marvel Studios para viver Kamala Khan, mais conhecida como a super-heroína Ms. Marvel, numa nova série da plataforma Disney+ (Disney Plus). Vellani foi selecionada entre várias candidatas, seguindo um critério de representatividade. O estúdio queria alguém que fosse o mais similar possível à personagem nos quadrinhos, mesmo que isso significasse uma intérprete desconhecida do público. “Sem palavras e animada”, escreveu a jovem em sua novíssima conta no Instagram. “Desejem-me sorte”, acrescentou. A personagem Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana e chegará às telas como a primeira protagonista muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Além da série, a expectativa é que ela também aparece no cinema, já que as novas produções da Marvel para streaming são conectadas aos filmes. Nos quadrinhos, a jovem heroína se inspira na Ms. Marvel original (hoje Capitã Marvel), Carol Danvers, após conseguir seus poderes, o que deve servir de dica para a relação da série com o MCU. A atração está sendo desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali, das séries “Quatro Casamentos e Um Funeral” e “Sex Education”, e contará com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (responsável pelo blockbuster “Bad Boys Para Sempre”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois prêmios Oscar de melhor curta documental) e Meera Menon (de “Farah Goes Bang” e que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”). A expectativa é que “Ms Marvel” chegue à Disney+ (Disney Plus) em 2021. Ver essa foto no Instagram Speechless and excited! Wish me luck. ❤️ #msmarvel Uma publicação compartilhada por Iman Vellani (@imanvellani) em 30 de Set, 2020 às 12:07 PDT
Marvel’s 616: Trailer de série documental examina impacto dos quadrinhos na vida real
A Marvel divulgou o pôster e o trailer legendado de “Marvel’s 616”, série documental sobre as diversas formas em que os quadrinhos da editora impactam o mundo real. A prévia destaca o trabalho de artistas e também os fãs que ajudam a construir o legado da editora, com ênfase para a importância da diversidade. Com oito capítulos, “Marvel’s 616” contará com participações dos atores Gillian Jacobs (“Community”) e Paul Scheer (“Black Monday”) atrás das câmeras. Eles dirigem dois dos episódios. A lista de diretores também inclui o cineasta David Gelp (“Renascida do Inferno”) e o documentarista Brian Oakes (“Jim: A história de James Foley”), entre outros. Por curiosidade, o número 616 vem de Terra-616, o equivalente à Terra 1 (ou Terra Prime) da DC nos quadrinhos da Marvel. Isto é, o planeta onde as aventuras dos heróis principais acontecem no multiverso das publicações da editora. A denominação foi criada nos anos 1980 e, dependendo das fontes, teria sido concebida por Alan Moore ou Dave Thorpe nos quadrinhos do Capitão Britânia. O lançamento de “Marvel’s 616” está marcado para 20 de novembro na plataforma Disney+ (Disney Plus), três dias após a estreia do serviço de streaming no Brasil.
O Rei Leão vai ganhar prólogo do diretor de Moonlight
A Disney anunciou que voltará à selva digital para fazer um novo filme de “O Rei Leão”. A produção será um prólogo do filme lançado no ano passado e terá direção de Barry Jenkins, diretor do filme vencedor do Oscar “Moonlight”. O roteirista Jeff Nathanson, que assinou o script do longa de 2019, retorna à função e a sequência será produzida com o mesmo estilo de animação fotorrealista do primeiro filme, dirigido por Jon Favreau. “Ajudando minha irmã a criar dois meninos durante os anos 1990, cresci com esses personagens. Ter a oportunidade de trabalhar com a Disney na expansão deste magnífico conto de amizade, amor e legado, enquanto continuo meu trabalho narrando a vida e a alma das pessoas na diáspora africana, é um sonho que se torna realidade ”, disse Jenkins em comunicado sobre o projeto. Embora o anúncio não tenha sido acompanhado por muitos detalhes, a revista Variety apurou com suas fontes que o novo filme se concentrará parcialmente nos primeiros anos de Mufasa, o pai de Simba, cuja morte forma o coração emocional da animação clássica e seu remake. A nova versão de “O Rei Leão” foi um grande sucesso de bilheteria para a Disney, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão ao redor do mundo e se tornando a maior bilheteria de uma produção do Walt Disney Studios (isto é, de uma produção que não é da Marvel, Pixar ou Lucasfilm). O elenco de vozes incluía a popstar Beyoncé, Donald Glover e Chiwetel Ejiofor. A data de estreia do prólogo não foi definida.
Chadwick Boseman ganha mural na Disneylândia
A Disney prestou uma homenagem ao ator Chadwick Boseman, falecido em agosto passado, com um mural num centro de compras da Disneylândia na Califórnia. O departamento de design da companhia, Walt Disney Imagineering, postou a arte em seu perfil no Instagram. O desenho mostra Boseman fazendo a saudação de “Wakanda forever” para um fã mirim, que o imita com uma máscara do herói Pantera Negra. O artista responsável, Nikkolas Smith (que faz parte da equipe de “Space Jam: O Novo Legado”), também publicou imagens do mural em seu Instagram pessoal. Confira abaixo. O ator morreu no dia 28 de agosto após uma longa batalha contra um câncer de colón, que ele mantinha em segredo apesar de ter sido diagnosticado em 2016. No mesmo ano, ele fez sua estreia no Universo Marvel, no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Diante do sucesso de “Pantera Negra” em 2018, Boseman fazia planos para iniciar a preparação para o segundo filme da franquia, mas após sua morte a Marvel ainda não se manifestou sobre a continuação, que voltaria a ser escrita e dirigida por Ryan Coogler. Ver essa foto no Instagram Earlier today, concept artist @Nikkolas_Smith was among the first to see his artwork, “King Chad,” displayed in #DowntownDisney. The art installation pays tribute to ‘Black Panther’ star Chadwick Boseman with the inscription: “As a former Disney Imagineer, I had the honor of working on a major children's hospital initiative and Avengers Campus as my final two assignments. Seeing Chadwick's heart for people in-person, and later discovering his courageous battle with cancer, I was inspired to create this tribute to honor his life and legacy. To us, he was and will always be T'Challa. Long Live The King.” Uma publicação compartilhada por Walt Disney Imagineering (@waltdisneyimagineering) em 24 de Set, 2020 às 10:39 PDT Ver essa foto no Instagram This one is special. My King Chad tribute is now on a wall on display at Downtown Disney. 🐾 It is a full circle moment for me: my final two projects as a Disney Imagineer last summer were working on the Children’s Hospital project and the Avengers Campus. To millions of kids, T'Challa was a legend larger than life, and there was no one more worthy to fill those shoes than Chadwick Boseman. I'm so thankful to be able to honor Chadwick's life and purpose in this way. I am grateful to the Disney family for being so supportive of my journey as an artist. @waltdisneyimagineering @disney @marvelstudios @disneyland 🐾✨ #LongLiveTheKing #KingChad #WakandaForever #Phambili #DowntownDisney #BlackPanther #ChadwickBoseman #RIPChadwick #WDI Uma publicação compartilhada por Nikkolas Smith (@nikkolas_smith) em 24 de Set, 2020 às 10:01 PDT
Documentário da Xuxa vai mudar devido à pandemia
O documentário que Xuxa Meneghel estava desenvolvendo sobre sua turnê de despedida dos palcos vai sofrer mudanças devido a pandemia de coronavírus. Inicialmente, “O Último Voo da Nave” registraria as últimas apresentações de Xuxa como cantora, em shows no Brasil e na Argentina. O projeto pretendia intercalar os shows com depoimentos de fãs, amigos e parceiros de trabalho. Mas, por causa da covid-19, os shows não devem mais acontecer. Segundo apurou o colunista Fefito, o documentário deve ganhar novo título e mudar sua abordagem para um registro da carreira de sucesso da apresentadora. A produção, que atualmente está em negociações com a TV paga e plataformas de streaming, é um dos muitos projetos que Xuxa pretende realizar em 2021. Ela também prepara um novo programa de TV, uma cinebiografia e seu retorno aos filmes infantis, mas não descarta nem estrelar série em streaming.
Saiba quanto vai custar assinar Disney+ no Brasil
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) já definiu seu preço para lançamento no Brasil. O serviço de streaming da Disney custará R$ 29 por mês. É um valor bem próximo ao do pacote padrão da Netflix (R$ 32,90), mas bem maior que os dos demais concorrentes do setor. Com lançamento marcado para 17 de novembro, a Disney+ (Disney Plus) disputará espaço não apenas com a Netflix, mas também a Amazon Prime Vídeo (R$ 9,90 mensais), Apple TV+ (também R$ 9,90) e até a Globoplay (R$ 22,90). O que valoriza o serviço é seu catálogo, repleto de sucessos que marcaram a infância de várias gerações. Como o acordo de licenciamento da Disney com a Amazon Prime Video chega ao fim na próxima quarta (30/9), quem quiser ver os super-heróis da Marvel, os filmes de “Star Wars”, os live-actions de fábulas encantadas e os desenhos da Pixar terá apenas a alternativa da Disney+ (Disney Plus). Além do catálogo da Disney, que também inclui séries do Disney Channel, a plataforma também disponibiliza conteúdos exclusivos, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange as aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano. Entre as séries inéditas, o destaque é para “The Mandalorian”, situada no universo de Star Wars, que chega por aqui já com duas temporadas disponíveis e aclamada pela crítica com oito vitórias no Emmy 2020. Além da assinatura mensal, a Disney+ (Disney Plus) também oferece um pacote de acesso anual por R$ 290 – com um desconto de R$ 58. A venda do serviço começará a ser feita um mês antes da estreia oficial, em 17 de outubro. Confira abaixo o trailer oficial do novo serviço de streaming.
Estrela de Grown-ish será fada Sininho na versão live-action de Peter Pan
Depois de vários desenhos retratando Sininho/Tinker Bell como uma fada loirinha, a Disney resolveu mudar radicalmente a imagem da personagem, escalando uma jovem atriz negra para representar sua versão live-action. Segundo apurou o site Deadline, o estúdio contratou Yara Shahidi, estrela da série “Grown-ish” para viver a fadinha na versão com atores de “Peter Pan”, atualmente em desenvolvimento. Os personagens de J. M. Barrie já ganharam inúmeras versões para o cinema desde a criação de Peter Pan em 1911, mas será a primeira vez que Sininho, atualmente mais conhecida pelo nome em inglês Tinker Bell, será interpretada por uma atriz negra. A mudança já é a terceira alteração racial realizada pela Disney em suas novas versões live-action. O estúdio também escalou atrizes negras para os papéis de Ariel, vivida por Halle Bailey no vindouro “A Pequena Sereia”, e de Darling, a dona da Dama, interpretada por Kiersey Clemons no novo “A Dama e o Vagabundo”. Em “Peter Pan and Wendy”, Yara Shahidi vai se juntar a Jude Law, confirmado no papel do Capitão Gancho, e às crianças Alexander Molony (“The Reluctant Landlord”), que vive Peter Pan, e Ever Anderson (filha de Milla Jovovich, que foi a Rainha Vermelha de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”) no papel de Wendy. A adaptação está a cargo do cineasta David Lowery, que já filmou uma versão live-action de desenho clássico da Disney, “Meu Amigo, O Dragão” (2016). Ainda não há previsão para a estreia.
Samuel L. Jackson pode estrelar série de Nick Fury na Disney+ (Disney Plus)
O ator Samuel L. Jackson deve estrelar uma nova série do Universo Marvel a ser exibida na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A informação foi apurada pelo site da revista Variety, que ainda revelou que a produção está sendo desenvolvida por Kyle Bradstreet, produtor-roteirista de “Mr. Robot”. A Marvel não confirmou nem negou a notícia. O ator de 71 anos interpreta Nick Fury, o chefe da SHIELD, nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Responsável pela formação dos Vingadores no cinema, Fury apareceu pela última vez em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019), em que foi visto numa missão no espaço junto de alienígenas da raça Skrull – introduzidos em “Capitã Marvel” (2019). A falta de detalhes do projeto deixa no ar se a série vai dar sequência à essa missão ou mostrará Fury de volta à Terra. Caso confirmada, a produção poderia, inclusive, voltar a reunir o elenco de “Agents of SHIELD” em torno de uma reestruturação da agência secreta da Marvel, que implodiu após os eventos de “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) Jackson, inclusive, chegou a aparecer como Nick Fury num episódio de “Agents of SHIELD”. Exibida originalmente na rede ABC, “Agents of SHIELD” chegou ao fim em agosto passado, após sete temporadas.
Globo e Netflix disputam filme sobre a vida da Xuxa
De saída da rede Record, Xuxa Meneghel está cheia de projetos. Segundo apurou o colunista Fefito, do UOL, ela tem conversas adiantadas com a Globo para um programa de sábado e projetos para a Globoplay. Um desses projetos, porém, também interessa a Netflix. Trata-se de “Rainha”, longa-metragem sobre a vida da apresentadora, que posteriormente deve ser transformado em minissérie – como aconteceu com os filmes sobre Hebe e Elis. A Globo já teria saído em busca de uma atriz para interpretá-la. Xuxa também negocia voltar a estrelar filmes infantis. O interesse nesse revival é da Disney, que vai lançar a plataforma Disney+ (Disney Plus) no Brasil em novembro. Há ainda conversas sobre um possível seriado. Para completar, ela prepara um documentário sobre sua última turnê, chamado “A Última Nave”, com depoimentos de várias celebridades, que sua equipe estaria negociando com a HBO. E, se tiver horas de folga, Xuxa ainda pretende escrever livros infantis.












