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    Miguel Falabella desenvolve nova série musical na Disney+

    8 de maio de 2021 /

    Depois de sair da Globo no ano passado, Miguel Falabella (“Sai Debaixo”) firmou grande parceria com a Disney. Ele está desenvolvendo duas séries novas para a plataforma Disney+. Além da adaptação da peça “O Som e a Sílaba”, que já tinha sido revelada, o multitalentoso também prepara “O Coro”, sobre jovens que tentam um lugar ao sol no teatro musical. Com uma trama que lembra “Chorus Line: Em Busca da Fama” (1985), a 1ª temporada de 10 episódios vai girar em torno dos testes de interessados em participar de um grande espetáculo. Detalhe: a série já tem planejada uma 2ª temporada, que abordará a montagem do espetáculo. Serão ao todo nove protagonistas. Um deles já é conhecido: Daniel Rangel, com quem o autor já trabalhou em “Eu, a Vó e a Boi”, da Globoplay. Outros nomes confirmados são Guilherme Magon (“Assédio”) e o próprio Falabella. Além de escrever, ele também terá um papel na série, como o produtor da peça que será montada na ficção. A produção de verdade, por sua vez, é da empresa Formata. Já a direção está a cargo de Cininha de Paula (“De Perto Ela Não é Normal”). As gravações estão previstas para agosto. Vale lembrar que aproximação entre Falabella e Disney começou com a exibição da série animada “Os Óculos Mágicos de Charlotte”, criada por ele em parceria com a ilustradora Suppa. Inicialmente veiculada no YouTube, a série estreou no canal pago Disney Júnior em dezembro passado.

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  • Série

    Top 10: A volta de “The Handmaid’s Tale” e as melhores séries da semana

    7 de maio de 2021 /

    A 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” começou a ser disponibilizada na plataforma Paramount+ simultaneamente ao lançamento nos EUA. Além dos novos episódios da série distópica, as novidades da semana incluem três estreias: a adaptação de quadrinhos “O Legado de Júpiter”, a animação “Star Wars: The Bad Batch” e o drama brasileiro “Onde Está Meu Coração”. Em seu retorno, “The Handmaid’s Tale” apresenta um salto temporal para mostrar June (Elisabeth Moss) já recuperada de seus ferimentos sangrentos, consequências da reação à sua artimanha para embarcar dezenas de crianças num avião em fuga do governo opressor dos antigos EUA. Agora, ela está pronta para instigar uma insurreição, mudando o tom da história, que inicialmente era um relato de opressão, para ação de resistência. No entanto, não espere que a guerra termine tão cedo. A série criada por Bruce Miller, que adapta o romance distópico “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, já foi renovada para uma 5ª temporada. Portanto, a batalha continuará por pelo menos mais um ano. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens, na tentativa de provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais. O lançamento é o primeiro resultado da compra da Millarworld pela Netflix em 2017. O objetivo da aquisição era lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming. Mas “O Legado de Júpiter” não acrescenta nada nas tramas de super-heróis que os fãs do gênero já conhecem de atrações melhores, rendendo a série mais fraca do Top 10. “Star Wars: The Bad Batch” mantém o nível de excelência das animações da Lucasfilm. A primeira série animada de “Star Wars” exclusiva da Disney+ é uma continuação de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars) e faz uma ponte inesperada com “Star Wars Rebels”. A trama acompanha o chamado “bad batch”, um grupo de clones imperiais que se diferencia por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles personalidades e habilidades excepcionais. Como se recusam a seguir ordens genocidas do Imperador Palpatine, a falha do grupo identificado como Força Clone 99 passa a ser considerado perigosa por permitir decisões independentes e o Grand Moff Tarkin (vilão clássico do primeiro “Star Wars”) ordena sua destruição. Em fuga, eles se tornam mercenários em busca de um novo propósito. “Onde Está Meu Coração” é a opção mais adulta e dramática. Gravada em 2019 e adiada em meio à pandemia de coronavírus, a minissérie gira em torno da personagem de Letícia Colin (destaque das novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”), uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack, vivendo o dilema de ceder aos impulsos ou manter emprego, posição, família e marido. Com 10 episódios, a atração tem roteiros de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014), e também destaca Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Confira abaixo a seleção completa (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana.     The Handmaid’s Tale | EUA | 4ª Temporada (Paramount+)     O Legado de Júpiter | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Star Wars: The Bad Batch | EUA | 1ª Temporada (Disney+)     Onde Está Meu Coração | Brasil | 1ª Temporada (Globoplay)     Garota de Fora | Tailândia | 2ª Temporada (Netflix)     Mystic Quest | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+)     The Girlfriend Experience | EUA | 3ª Temporada (Starzplay)     Selena: A Série | México, EUA | 2ª Temporada (Netflix)     The Good Doctor | EUA | 4ª Temporada (Globoplay)     Os Filhos de Sam: Loucura e Conspiração | EUA | 1ª Temporada (Netflix)

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  • Filme

    Emma Stone fala de Cruella em novo vídeo legendado

    5 de maio de 2021 /

    A Disney continua a divulgação de “Cruella” com o lançamento de um novo vídeo legendado com cenas do filme, que traz depoimentos da atriz Emma Stone (“La La Land”) sobre a personagem-título, além de uma coleção de pôsteres com os principais personagens da produção. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. O elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Joel Fry (“Yesterday”) e Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), estampados nos pôsteres, sem esquecer de Emily Beecham (“Into the Badlands”) e Mark Strong (“Shazam!”). A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e, por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também está na equipe como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio.

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  • Série

    Loki: Tom Hiddleston anuncia antecipação da estreia da série

    5 de maio de 2021 /

    A Disney+ adiantou a estreia de “Loki” em dois dias e encarregou o astro da série, o ator Tom Hiddleston, para contar a novidade. “Quartas são as novas sextas”, ele diz num vídeo divulgado pela plataforma, que destaca a nova data do lançamento em 9 de junho. Desenvolvida por Michael Waldron (“Rick and Morty”), a série vai mostrar que Loki foi preso pela TVA (não confundir com a antigo provedor de TV paga), abreviatura em inglês da Autoridade da Variação do Tempo, por roubar o Cubo Cósmico/Tesseract (em “Vingadores: Ultimato”) e dar início a uma nova linha temporal. Convencido por um agente temporal vivido por Owen Wilson (“Zoolander”) a ajudá-lo a consertar o estrago, ele passa a integrar missões para reparar a História, enquanto traça seus próprios planos de fuga. “Loki” tem direção de Kate Herron (“Sex Education”) e também inclui Gugu Mbatha-Raw (“The Morning Show”), Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”), Sasha Lane (“Utopia”), Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”), Sophia Di Martino (“Flowers”) e Erika Coleman (“Stranger Things”) no elenco.

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  • Etc,  Série

    Billie Hayes (1924-2021)

    4 de maio de 2021 /

    A atriz Billie Hayes, que interpretou a bruxa maléfica Wilhelmina W. Witchiepoo na série clássica infantil “A Flauta Mágica”, morreu na quinta-feira (29/4) de causas naturais no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Ela tinha 96 anos. Hayes foi cantora de big band, excursionando com a orquestra de Vince Genovese durante sua época de faculdade, nos anos 1940. Depois de se mudar para Nova York, fez um teste para a lenda do teatro JJ Shubert e acabou conquistando os papéis principais em três operetas modernas: “O Príncipe Estudante”, “A Viúva Alegre” e “Blossom Time”. Aos poucos, começou a se destacar no teatro musical. Sua estreia no cinema foi uma reprise de um desempenho teatral. Ela viveu Mammy Yokum, a mãe caipira e enfezada de “As Aventuras de Ferdinando”, de 1959. Hayes tinha interpretado o papel nos palcos da Broadway. Apesar do filme ser baseado nos quadrinhos originais de Ferdinando (chamado de Li’l Abner nos EUA), criados por Al Capp e publicado em tiras diárias de jornais desde 1934, a adaptação era realmente inspirada pelo sucesso do espetáculo, com apenas duas integrantes do elenco teatral ausentes da versão cinematográfica. A atriz acabou identificada com o papel e ainda voltou a viver a mãe de Ferdinando num telefilme da rede ABC de 1971. Preferindo continuar nos palcos, ela não deu sequência à carreira nas telas, reaparecendo apenas em 1967 num episódio de “Os Monkees”, dois anos antes de assumir seu papel mais conhecido. Hayes foi a grande antagonista dos heróis da série psicodélica infantil “A Flauta Mágica” (HR Pufnstuf), criada por Sid e Marty Krofft em 1969. A trama acompanhava um menino náufrago chamado Jimmy (Jack Wild), que era convencido a viajar com uma flauta falante chamada Freddy em um misterioso barco, com a promessa de viver aventuras na maluca Ilha Viva, lar de árvores falantes e sapos cantantes. Só que o barco era possuído e controlado pela bruxa malvada Wilhelmina W. Witchiepoo, que pretendia aprisionar Jimmy e usar Freddy para seus propósitos malignos. A série durou apenas 17 episódios, mas foi reprisada à exaustão e até ganhou um filme em 1971. As reprises se tornaram tão populares que a atriz ainda apareceu como Witchiepoo num especial de TV da banda The Bay City Rollers em 1978. Sua parceria com os irmãos Krofft continuou em outros projetos, principalmente com um papel em “Lidsville” (1971), mais um programa infantil psicodélico, sobre um garoto que vai parar num mundo mágico de chapéus falantes. Desta vez, ela viveu uma aliada do protagonista, Weenie, uma gênia incompetente. Para completar, ainda apareceu num episódio de “Se meu Buggy Falasse” (Wonderbug) em 1976. Mas a fama de bruxa nunca a abandonou. Seu sucesso como Witchiepoo rendeu convites para interpretar outras feiticeiras malvadas, a começar pela vilã da fábula de João e Maria (Hansel e Gretel) num capítulo da série “A Feiticeira”, exibido em 1971. A Disney também a convocou para dublar a gananciosa bruxa Orgoch em “O Caldeirão Mágico”, e a participação no desenho de 1986 lhe abriu as portas para uma carreira bem-sucedida na animação. Ela também dublou bruxas no cultuado “O Estranho Mundo de Jack” (1993) e no sucesso “Shrek para Sempre” (2010), além de inúmeros personagens em séries animadas da Disney, Nickelodeon, Discovery Kids e DC/Warner. As quatro temporadas de “Transformers: Rescue Bots” (2011–2016) foram seus últimos trabalhos.

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  • Série

    Doutor Estranho deveria aparecer no final de “WandaVision”

    3 de maio de 2021 /

    O Doutor Estranho quase apareceu no final de “WandaVision”. A informação foi confirmada por Kevin Feige, chefe de conteúdo da Marvel Studios, em entrevista à revista Rolling Stone. A decisão de cortar a participação aconteceu durante a fase de desenvolvimento da série da Disney+. “Algumas pessoas podem dizer ‘Ah, teria sido tão legal ver Doutor Estranho’. Mas isso afastaria a atenção de Wanda. Não queríamos que o fim da série fosse uma acomodação para irmos para o próximo filme. Lá está o cara branco [dizendo] ‘Deixe-me mostrar como os poderes funcionam’…”. O corte, porém, aconteceu em fase avançada do projeto, porque Feige acabou contando que os falsos comerciais da série, que não parecem ter sentido no contexto da produção, seriam na verdade mensagens de Wanda (Elizabeth Olsen) para o Mago Supremo (Benedict Cumberbatch). O “próximo filme” mencionado por Kevin Feige é “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que contará com a participação de Wanda Maximoff, agora transformada na Feiticeira Escarlate. A estreia está marcada para março de 2022.

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  • Filme

    Vídeo apresenta versão mirim de Cruella

    3 de maio de 2021 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “Cruella”, filme de origem da vilã de “101 Dálmatas” estrelado por Emma Stone (“A Favorita”). A prévia apresenta pela primeira vez a versão mirim da personagem, vivida pela menina Tipper Seifert-Cleveland (“Krypton”) com visual estiloso, mas sofrendo bullying na escola. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio.

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  • Série

    Ms. Marvel: Fotos do set revelam visual da nova heroína da Marvel

    1 de maio de 2021 /

    Fãs e paparazzi flagraram as gravações de “Ms. Marvel” nas ruas de Atlanta, nos EUA, durante o fim de semana. As fotos, que revelam pela primeira vez o visual da heroína do título na nova série da Marvel Studios, estão ganhando muitos elogios nas redes sociais pela fidelidade. “Parece ter sido arrancado dos quadrinhos”, elogiou um fã, comparando uma foto da atriz Iman Vellani com uma ilustração da heroína. A série vai marcar a estreia de Vellani como atriz. A jovem de 18 anos foi selecionada entre várias candidatas, seguindo um critério de representatividade. O estúdio queria alguém que fosse o mais similar possível à personagem, mesmo que isso significasse uma intérprete desconhecida do público. Nos quadrinhos, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana que, ao ganhar superpoderes, inspira-se na Capitã Marvel para assumir sua nova identidade. A série também dará destaque ao personagem de Matt Lintz (o Henry de “The Walking Dead”), Bruno Carrelli, que é o único amigo de Kamala que sabe que ela é a Ms. Marvel. Desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali (“Sex Education”), a produção contará com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (responsáveis pelo blockbuster “Bad Boys Para Sempre”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois prêmios Oscar de Melhor Documentário em Curta-metragem) e Meera Menon (de “Farah Goes Bang” e que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”). A expectativa é que “Ms Marvel” chegue à Disney+ (Disney Plus) ainda em 2021. Primeira heroína muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), ela também vai aparecer em breve no cinema: já está confirmada em “Capitã Marvel 2”. Whoever is running Marvel’s costume department for Phase 4 deserves a raise🔥 #MsMarvel pic.twitter.com/LR7nOyzWDS — SUPES (@therealsupes) May 1, 2021 BREAKING: Here's the first look at the #MsMarvel's costume from set of the series! pic.twitter.com/sX0KsRvEGB — MCU Source (@MCU_Source) May 1, 2021 Ayo. Iman Vellani in the #MsMarvel outfit! Looks like she was ripped straight out the comics. Nice work costume design team. pic.twitter.com/65AFCXTpz8 — D-Piddy 🎭 (@_dpiddy) May 1, 2021

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  • Série

    Top 10: “A Vida Depois do Tombo” e as melhores séries da semana

    30 de abril de 2021 /

    A série mais comentada da semana é um spin-off de reality show: a atração documental “A Vida Depois do Tombo”, que mostra como a ex-confinada Karol Conká está lidando com o recorde de rejeição do “BBB 21” e as consequências de suas ações ao reencontrar a carreira em ruínas do lado de fora da casa mais vigiada do Brasil. A produção também é um registro de como se dá um cancelamento, detalhando o horror dos dois lados, o cometido por Conká no reality da Globo e o que ela encontrou ao cair na real(idade). E como toda boa história de monstro, também busca demonstrar que por trás da criatura vista como malvada existe um ser humano ferido, cheio de questões não resolvidas, que ajudam a explicar tudo o que aconteceu ao vivo diante de todo o Brasil. Fãs de aventuras fictícias podem preferir “The Mosquito Coast”, adaptação do famoso romance de Paul Theroux publicado em 1981 e já levado aos cinemas em 1986. Se no longa dirigido por Peter Weir e estrelado por Harrison Ford, a motivação para o protagonista conduzir sua família para as florestas da América Latina era a desilusão com os Estados Unidos e o desejo de criar uma utopia, a série segue um viés menos altruísta para mostrar uma fuga pelo México alimentada por tensão, suspense e problemas legais. A principal curiosidade da nova versão, entretanto, é a escalação do ator Justin Theroux (“The Leftovers”) no papel principal. Ele é sobrinho do escritor do livro original. O resto do elenco destaca Melissa George (“30 Dias de Noite”) como sua esposa e os jovens Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”) e Logan Polish (“Sonhando Alto”) como seus filhos. Além disso, a direção do cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”) materializa um visual extremamente cinematográfico. Entre as demais novidades, destacam-se os climas sombrios de “Fatma” e “Coroner”, especialmente a primeira, uma série turca de suspense, em que uma faxineira desimportante aproveita a falta de interesse em sua vida para se tornar uma serial killer bem-sucedida. Já a canadense “Coroner” oferece uma alternativa ao padrão procedimental das tramas de “CSI” por se centrar numa investigadora forense feminina, vivia por Serinda Swan (a Medusa de “Os Inumanos”). Confira abaixo a seleção com trailers das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana.     A Vida Depois do Tombo | Brasil | Minissérie (Globoplay)     The Mosquito Coast | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+)     Fatma | Turquia | 1ª Temporada (Netflix)     Coroner | Canadá | 2 Temporadas (Globoplay)     O Inocente | Espanha | Minissérie (Netflix)     Sexify | Polônia | 1ª Temporada (Netflix)     Charmed | EUA | 3ª Temporada (Globoplay)     Yasuke | Japão, EUA | 1ª Temporada

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  • Filme

    Top 10: Os melhores filmes pra ver em casa no fim de semana

    30 de abril de 2021 /

    O fim de semana em casa é das crianças, mas os pais também podem aproveitar os bons destaques de animação que chegam nas plataformas de streaming e VOD nesta sexta (30/4). O principal título é a produção da Sony “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”, que começa com uma trama típica de comédia live-action, acompanhando uma família distanciada pela tecnologia moderna e a solução radical do pai para aproximar a todos: uma longa viagem de carro pelo país. Entretanto, no meio do caminho a trama desvia pela sci-fi, máquinas ganham vida e a família em crise passa a ser a última esperança contra a destruição da humanidade. Criada pela dupla Michael Rianda e Jeff Rowe, roteiristas do divertido desenho “Gravity Falls”, a animação tem outra dupla já vencedora do Oscar na produção, Phil Lord e Christopher Miller, responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A Pixar também tem novidade: o curta “22 contra a Terra”, baseado nos personagens de “Soul”, vencedor do Oscar 2021 de Melhor Animação. A produção é um prólogo centrado na alma cética 22, que volta a ser dublada por Tina Fey em inglês. A história acontece muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner, e mostra sua tentativa de criar uma rebelião no Grande Antes. A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul” que venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes de Pete Docter, diretor de “Soul” – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos igualmente vencedores do Oscar. Completa a lista animada um novo longa da DC, que celebra a era de ouro da editora ao se centrar nos super-heróis originais da Sociedade da Justiça durante a 2ª Guerra Mundial. A relação ainda tem comédia adolescente de humor deliciosamente sombrio, terror com exploração de sonhos, romance LGBTQIA+ de época com Kate Winslet e Saorsie Ronan, cinefilia japonesa, drama musicista indiano e dois thrillers, entre eles o muito marketado “Sem Remorso”, com Michael B. Jordan, que é o título mais fraco da lista – indicado apenas para fãs de pancadarias de brutamontes dos anos 1980. Confira abaixo a seleção com trailers das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas em streaming nesta semana.     A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas | EUA | 2021 (Netflix)     22 Contra a Terra | EUA | 2021 (Disney+)     Sociedade da Justiça: 2ª Guerra Mundial | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     Espontânea | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Não Feche os Olhos | Canadá | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Ammonite | Reino Unido | 2020 (Vivo Play)     O Discípulo | Índia | 2020 (Netflix)     Labyrinth of Cinema | Japão | 2019 (MUBI)     O Informante | Reino Unido | 2019 (Netflix)     Sem Remorso | EUA | 2021 (Amazon Prime Video)

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  • Filme

    Curta com personagens de “Soul” ganha prévia dublada

    27 de abril de 2021 /

    A Disney+ divulgou o pôster e uma prévia dublada em português de “22 contra a Terra” (22 vs. Earth). Trata-se de um curta animado inédito da Pixar, baseado nos personagens de “Soul”, vencedor do Oscar 2021 de Melhor Animação. A produção é um prólogo centrado na alma cética 22, que volta a ser dublada por Tina Fey em inglês. A história acontece muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner (dublado por Jamie Foxx), e mostra sua tentativa de criar uma rebelião. O curta vai mostrar 22 desafiando as regras do Grande Antes ao se recusar a ir para a Terra, alistando cinco alminhas novas e inocentes para sua causa – batizada simplesmente de Apocalipse. A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul”, que venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes de Pete Docter, diretor de “Soul” – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos também vencedores do Oscar. “Enquanto fazíamos ‘Soul’, conversamos sobre o porquê de uma nova alma não querer viver na Terra, mas, em última análise, isso não fazia parte daquele filme”, disse Nolting em comunicado. “’22 contra a Terra’ é uma chance de explorar algumas das perguntas sem respostas que tínhamos sobre o que levou 22 a ser tão cínica. Como sou, eu mesmo, uma pessoa bastante cínica, me pareceu um material perfeito para dirigir.” “22 contra a Terra” vai estrear no streaming da Disney na sexta-feira (30/4).

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  • Etc

    Starz tenta impedir Disney de usar o nome Star no Brasil

    27 de abril de 2021 /

    A Disney rebatizou os canais Fox de Star em toda a América Latina, mas a mudança de nome pode ser revertida por causa de um processo. O canal pago americano Starz tenta impedir na justiça que o nome Star continue a ser usado no mercado latino, além de tentar barrar o lançamento em junho da plataforma de streaming Star+ (Star Plus), conforme planejado pela Disney. O registro da marca Star+ foi encaminhado ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em fevereiro, mas em 1 de abril a empresa dona do canal, Starz Entertainment LLC, abriu processo para impedir o uso da denominação no Brasil, Argentina e México. O canal pago americano alega que o nome é muito similar ao do StarzPlay, seu serviço de streaming que já se encontra em operação na América Latina. Na ação, o Starz reforça que o Star+ da Disney é concorrente direto de seu Starzplay no Brasil e o nome parecido poderia levar as pessoas a confundirem as marcas, o que seria prejudicial para seus negócios. O Starz também faz oposição ao registro da marca dos canais Star na TV paga, que incluem o Star Channel, Star Life, Star Hits, Star Fun, Star Action, Star Comedy, Star Classics e Star Premium no Brasil, Argentina e México. Esta contestação ajuda a explicar porque a Disney ainda não começou a divulgação da Star+ no Brasil. Após a campanha do rebranding dos canais Fox para Star, não houve nenhum comunicado sobre o lançamento da Star+, originalmente previsto para chegar ao país daqui a dois meses. Como comparação, a HBO Max, que também chega em junho, já tem peças publicitárias em exibição. A marca Star é derivada da Star India, originalmente uma rede de TV indiana, que se tornou propriedade da Disney por ocasião da compra do conglomerado de entretenimento da 21st Century Fox. Já a plataforma Star+ seria o equivalente ao Hulu no mercado internacional, funcionando como complemento ao Disney+. O serviço oferecia conteúdo de streaming voltado ao público adulto, produzido por estúdios como 20th Century Studios, 20th Television, Searchlight, FX, Touchstone e outras empresas do conglomerado, além de contar com sua própria programação original produzida especialmente para consumo online. Caso o Starz consiga fazer valer sua oposição ao registro da Star no INPI, a Disney ficaria impedida de usar a marca no Brasil.

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  • Filme

    Marvel fará “Capitão América 4” com criador de “Falcão e o Soldado Invernal”

    23 de abril de 2021 /

    Disponibilizado nesta sexta (23/4) na Disney+, o final de “Falcão e o Soldado Invernal” fez a série mudar de título, virando “Capitão América e o Soldado Invernal”, ao mesmo tempo em que apontou grandes mudanças para o futuro do MCU (sigla em inglês do Universo Cinematográfico da Marvel). Mas antes que os blogues geeks pudessem especular o destino do novo Capitão América – spoiler: é o Falcão – , o site The Hollywood Reporter trouxe a notícia em primeira mão: o criador da série, Malcolm Spellman, já está escrevendo “Capitão América 4” para o Marvel Studios. Spellman está trabalhando no roteiro do quarto longa-metragem do herói com Dalan Musson, que também escreveu episódios de “Falcão e o Soldado Invernal”. Com isso, é possível esperar que o filme seja uma continuação direta da série. O que não faltam são ganchos para a evolução da franquia, agora com um novo protagonista. Embora o elenco ainda não seja conhecido – a Marvel nem confirma a produção do longa – , Anthony Mackie deve voltar a viver o Capitão América, dando sequência à evolução de seu personagem (Sam Wilson) no MCU. Sebastian Stan também deve reprisar seu forte desempenho como Bucky Barnes, o Soldado Invernal, e os ganchos da série ainda despertam a possibilidade de inclusão de John Walker (interpretado por Wyatt Russell), agora como Agente Americano, e Sharon Carter (Emily VanCamp), transformada em vilã secreta, sem esquecer da misteriosa Condessa Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), que nos quadrinhos foi braço direito de Nick Fury na SHIELD. Em janeiro passado, surgiram boatos de que Chris Evans estaria negociando participação especial num futuro projeto da Marvel. Como de praxe, o ator negou. Mas uma aparição do Capitão América original em “Capitão América 4” faria todo o sentido, podendo acontecer num flashback, numa trama sobre o multiverso/viagem no tempo e até numa participação como a versão envelhecida de Steve Rogers, vista ao final de “Vingadores: Ultimato”. Vale observar que a série não esclareceu o destino de Steve Rogers, incentivando a noção de que ele “está na lua”. Presumivelmente, o Marvel Studios deixou a porta aberta para seu retorno. O estúdio ainda não se pronunciou sobre o projeto de “Capitão América 4”.

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