Vídeo revela trem nazista e bastidores de “Indiana Jones 5”
Um vídeo oficial da malha ferroviária de York, no Reino Unido, revelou vários detalhes da produção de “Indiana Jones 5”, com destaque para um trem antigo com emblemas nazistas. Veja baixo. O registro indica que o arqueólogo aventureiro voltará a enfrentar o exército do IIIº Reich. O problema é como eles vão se encaixar na trama. Afinal, o filme anterior, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” já era situado em 1957, bem depois da queda do regime nazista. E vale lembrar que aquela produção foi filmada há 13 anos. Se a passagem de tempo fosse respeitada, o novo filme colocaria o herói em 1970. A presença de nazistas reforça rumores de que o astro Harrison Ford será rejuvenescido digitalmente para estrelar o novo longa. Anteriormente, Indiana Jones enfrentou nazistas no primeiro filme, “Caçadores da Arca Perdida”, lançado em 1981, e no terceiro, “Indiana Jones e a Última Cruzada”, de 1989. Em desenvolvimento desde 2015, quando foi anunciado pelo então CEO da Disney, Bob Iger, “Indiana Jones 5” demorou para sair do papel por ter um roteiro inicial recusado. A ideia de David Koepp era uma continuação direta de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, que ele também escreveu. Mas o estúdio preferiu uma nova história de Jonathan Kasdan, filho de Lawrence Kasdan (o roteirista de “Os Caçadores da Arca Perdida”). Pai e filho trabalharam juntos recentemente em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Mas os atrasos também foram causados por Steven Spielberg, que não conseguiu conciliar sua agenda de filmagens. O cineasta vinha adiando seguidamente os planos da produção, sempre priorizando outro filme sobre seu retorno à Indiana Jones. Até que, pressionado pela Disney, preferiu abrir mão da direção. Assim, o quinto longa será o primeiro da franquia sem o diretor original. No lugar de Spielberg, a direção está a cargo de James Mangold (“Logan”). Só a trilha sonora, assinada por John Williams, e o intérprete do protagonista continuarão os mesmos do filme inaugural de 1981. Já o elenco contará ainda com Boyd Holbrock (também de “Logan”), Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”), Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), Thomas Kretschmann (“Vingadores: Era de Ultron”) e Shaunette Renée Wilson (“The Resident”). A produção tem previsão de estreia para julho de 2022.
Atriz de “The Good Place” será vilã da série da Mulher-Hulk
A atriz inglesa Jameela Jamil, que ficou conhecida como a Tahani da série “The Good Place”, foi escalada para viver uma vilã clássica da Marvel na série da Mulher-Hulk, atualmente em desenvolvimento para a Disney+. O blog The Illuminerdi apurou e a revista Variety confirmou que a atriz interpretará Titânia, personagem criada por Jim Shooter e Mike Zeck, introduzida na célebre minissérie “Guerras Secretas”, de 1984. Nos quadrinhos, Mary MacPherran era uma garota pequena e fraca que acaba sendo transportada acidentalmente para o Mundo de Batalha das Guerras Secretas. Ao chegar lá, ela se alia ao Doutor Destino para ganhar poderes e se transforma em Titânia. Vale lembrar que ela chega no planeta com sua melhor amiga, Marsha Rosenberg, que também vira uma vilã: Vulcana. Desde então, Titânia se tornou uma personagem recorrente dos quadrinhos, enfrentando o Homem-Aranha, o Quarteto Fantástico, a Capitã Marvel (quando ainda era Ms. Marvel), a Poderosa Thor e principalmente a Mulher-Hulk, com quem desenvolveu grande rivalidade. A escalação de Jameela Jamil ainda não foi confirmada pela Marvel, que também não explicou como Titânia ganhará seus poderes na série, já que a trama obviamente não adaptará “Guerras Secretas”. “She-Hulk”, o título original da série da Mulher-Hulk, está sendo escrita por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”. O elenco destaca Tatiana Maslany (“Orphan Black”) no papel-título, além de Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”), intérprete do Hulk, e Tim Roth, que vai voltar a viver o monstro Abominável, que ele interpretou no filme “O Incrível Hulk”, de 2008. A trama vai mostrar como a advogada Jennifer Walters se transforma numa versão feminina do Hulk ao receber uma transfusão de sangue de seu primo mais famoso, Bruce Banner (o Hulk). Ela foi a última personagem importante criada por Stan Lee na Marvel, no ano de 1980, e se tornou membro dos Vingadores como o primo. Mas, diferente de Banner, Jennifer prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, porque mantém sua inteligência durante a transformação.
“Loki” bate recorde de audiência na Disney+
O primeiro episódio de “Loki”, nova série da Disney+, bateu o recorde de visualizações das atrações da Marvel na plataforma, superando o lançamento de “Falcão e o Soldado Invernal” e “WandaVision” em suas primeiras 24 horas de exibição. A vantagem não está sendo contada pela Disney, que permanece muda sobre o desempenho de seus conteúdos de streaming, mas da agência de estatísticas SambaTV, que cravou que a série teve a maior audiência de estreia da Marvel Studios na Disney+ americana. Segundo a Samba, 890 mil assinantes assistiram “Loki” no dia do lançamento, número maior que os 759 mil de “Falcão e o Soldado Invernal” e os 655 mil de “WandaVision”, além da série ficar à frente do primeiro fim de semana completo de “Cruella”. Números abaixo de 1 milhão parecem pequenos diante da contabilidade da Netflix, mas a SambaTV mede a audiência de streaming em apenas 3 milhões de lares com Smart TVs nos EUA. Além disso, todos sabem que os totais da Netflix são irreais. Considerando o universo total de TVs conectadas pela SambaTV, “Loki” foi assistido por 25% de todos os lares contabilizados nas primeiras 24 horas de seu lançamento. A série estrelada por Tom Hiddleston também chegou ao streaming acompanhada pelas críticas mais positivas de toda a Marvel, com uma média de aprovação de 96% na análise do site Rotten Tomatoes, que compila as principais críticas publicadas em inglês sobre filmes e séries. Apenas um título anterior da Marvel teve notas iguais: o filme “Pantera Negra”. Para dar a dimensão de sua aprovação, as duas séries lançadas este ano pelo Marvel Studios, “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, alcançaram 91% e 89% respectivamente – e já eram consideradas excepcionais.
Ryan Reynolds é personagem de videogame em novo trailer legendado de “Free Guy”
O 20th Century Studios divulgou o pôster nacional e um novo trailer legendado de “Free Guy: Assumindo o Controle”, comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds vive um personagem de videogame. Na trama, Reynolds vive um bancário comum chamado Guy (cara, em inglês), que é figurante numa cena de assalto de videogame. Mas com ajuda de uma jogadora, ele acaba se tornando autoconsciente e descobre que sua existência é artificial, criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). A partir daí, passa a ajudar outros figurantes a enfrentar as ameaças do jogo, o que o torna um problema que precisa ser eliminado pelo programador. O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive a heroína responsável por “despertar” Guy e ajudá-lo a superar os perigos causados por sua rebelião. O filme foi escrito por Matt Lieberman (dos novos longas animados de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”) e marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, sete anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” estava originalmente prevista para julho do ano passado, mas a pandemia de coronavírus atrasou seu lançamento em mais de um ano. “Free Guy” agora vai chegar em 13 agosto aos cinemas brasileiros, seis dias depois dos EUA. Exclusivamente nos cinemas.
Séries online: “Loki” e as melhores estreias da semana
A campanha de lançamento de “Loki” diz que “as quartas são as novas sextas”. E quem ousaria contrariar o deus da mentira e da trapaça? “Loki” adianta o calendário de estreias, porque é a principal novidade da semana. Culpa dele mesmo. Ou melhor, de seu intérprete, Tom Hiddleston, que dá show nos primeiros episódios, conseguindo com que o público acompanhe com vontade e paciência explicações que parecem tão infinitas quanto as joias de Thanos. A série da Disney+ foi plantada em “Vingadores: Ultimato” e decorre da fuga de Loki de sua linha do tempo, mostrando o personagem ainda em 2012, como um vilão que não sofreu a perda dos pais nem fez as pazes com o irmão. Ele é o puro suco Loki da maldade. Mas também é uma anomalia. Uma Variante, como passa a ser chamado pelas forças da polícia do Tempo (a TVA) que o encontram em fuga de seu próprio arco de redenção. Um modo de encarar a premissa é considerar a série como a versão da Marvel para “O Processo”, de Franz Kafka, passada no mundo futurista de “Brazil, o Filme”, de Terry Gilliam. Preso e processado por regras que não entende, Loki é resgatado de uma tediosa morte por burocracia pelo agente Mobius, personagem de Owen Wilson, tão zen que ajuda o protagonista a descobrir quem realmente é. Sua arrogância se desfaz ainda no primeiro episódio, na compreensão de sua impotência e do destino que evitou. O ponto de partida se torna ainda mais promissor com a revelação de quem é o inimigo que ele está sendo recrutado por Mobius para enfrentar. Impossível não querer saber como essa história prossegue. A Netflix tem sua própria estreia imperdível nesta semana, a Parte 2 de “Lupin”, série francesa mais assistida de seu catálogo, igualmente com show particular de seu protagonista, Omar Sy. Cheia de reviravoltas e tensão, com o rapto do filho do anti-herói, a trama é concluída nos novos episódios, mas a produção fez tanto sucesso que já foi renovada e continuará com uma nova história. Embora a maioria das estreias aconteça na “velha sexta” (que não é esta quarta), há um título que só chega no domingo: a comédia dramática “Blindspotting”, que começará a ser exibida com episódios semanais na Starzplay. Trata-se de uma continuação do filme de mesmo nome, lançado como “Ponto Cego” no Brasil em 2018, em que Jasmine Cephas Jones reprisa seu papel – agora forçada a morar com a mãe e a irmã de seu namorado após a prisão dele, levando um choque existencial. A Apple TV+ também capricha com um novo mistério para a mini-jornalista Hilde Lisko (Brooklyn Prince) na 2ª temporada de “Home After Dark”, enquanto a Netflix atiça a curiosidade com sua primeira série animada filipina, a sobrenatural “Trese”. Mas é a Paramount+ que mais abastece a semana de lançamentos, com uma versão estendida (como minissérie) do documentário “Chorão: Marginal Alado”, sobre o vocalista da banda Charlie Brown Jr., a atração policial inédita no Brasil “Interrogation” e três maratonas de séries clássicas. O pacote da Paramount+ contém todos as temporadas da premiada “Nurse Jackie”, com Edie Falco, e da comédia “House of Lies”, com Don Cheadle e Kristen Bell, ambas produções do canal pago americano Showtime, além dos três primeiros anos de “Party of Five” (também conhecida como “O Quinteto”), uma das séries dramáticas adolescentes mais populares dos anos 1990, que recentemente ganhou um remake com integrantes latinos sem repetir o mesmo encantamento. Para quem não lembra, os irmãos Sallinger originais, órfãos que precisam aprender como viver sozinhos após a morte dos pais, foram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf está hoje em “Nancy Drew” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). O quinteto do título incluía um bebê, mas a atração acabou catapultou ao estrelado outra quinta integrante da história, a adolescente Jennifer Love Hewitt, que vivia a namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que ganhou sua própria série, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. A atriz se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, protagonista das séries “Ghost Whisperer” e “The Client List” e atualmente está em “9-1-1”. Veja abaixo a lista completa (com os trailers) das 10 melhores séries que estreiam ente esta quarta (9/6) e o próximo domingo (13/6) em streaming. Loki | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Lupin | França | Parte 2 (Netflix) Trese | Filipinas | 1ª Temporada (Netflix) Blindspotting | EUA | 1ª Temporada (Starzplay) Home Before Dark | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) Chorão: Marginal Alado | Brasil | Minissérie (Paramount+) Interrogation | EUA | Minissérie (Paramount+) House of Lies | EUA | 1ª à 5ª Temporada (Paramount+) Nurse Jackie | EUA | 1ª à 7ª Temporada (Paramount+) Party of Five | EUA | 1ª à 3ª Temporada (Paramount+)
“Loki” estreia com as críticas mais positivas da Marvel
A série “Loki”, sobre o vilão/anti-herói vivido por Tom Hiddleston nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico do Marvel), estreia na plataforma Disney+ (Disney Plus) nesta quarta-feira (9/6). Mas já chega consagrada, com as críticas mais positivas já publicadas sobre uma produção do Marvel Studios. “Loki” atingiu uma média de aprovação de 96% na análise do site Rotten Tomatoes, que compila as principais críticas publicadas em inglês sobre filmes e séries. Apenas um título anterior da Marvel teve notas iguais: o filme “Pantera Negra”. Para dar a dimensão de sua aprovação, as duas séries lançadas este ano pelo Marvel Studios, “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, alcançaram 91% e 89% respectivamente – e já eram consideradas excepcionais. A maioria das críticas rasga elogios para a interpretação de Hiddleston como o deus nórdico da trapaça. “Perfeição” foi a palavra mais gasta para o desempenho do ator. Mas vale observar que os elogios se referem apenas aos dois primeiros episódios, disponibilizados antecipadamente para a imprensa. Por conta disso, também houve queixas para a falta de desenvolvimento dos roteiros, muito presos à interação cômica – e totalmente adorada – entre Hiddleston e o novo personagem de Owen Wilson (“Penetras Bons de Bico”). Desenvolvida por Michael Waldron (“Rick and Morty”) e dirigida por Kate Herron (“Sex Education”), a série vai mostrar Loki preso pela TVA, organização da Marvel conhecida no Brasil como Autoridade da Variação do Tempo, por roubar o Cubo Cósmico (ou Tesseract) e dar início a uma nova linha temporal. Convencido pelo agente Mobius (Wilson) a ajudá-lo a consertar o estrago, Loki passa a integrar missões para reparar a História, enquanto traça seus próprios planos de fuga. “Parte comédia de local de trabalho, parte sci-fi de viagem temporal épica, a última série do Marvel Studios é uma grande vitrine para o charme coletivo de Tom Hiddleston e Owen Wilson”, descreveu o jornal Hindustan Times. “Equilibrando a comédia padrão da Marvel com batidas fortes de personagens e momentos de parar o coração, ‘Loki’ é uma série bem equilibrada que nunca se leva muito a sério”, acrescentou o site ComicBook. “É a série mais cinematográfica da Marvel até hoje, em grande parte graças a Hiddleston e Wilson. Muito forte em todas as áreas. Um pouco lento em algumas partes, mas em geral entretenimento de primeira qualidade”, apontou o Beyond the Trailer. “A natureza episódica da série dá à história tempo para respirar, e Loki e Mobius passam muitas cenas apenas sentados em cadeiras e conversando. E nunca é chato!”, observou o Thrillist. “Deus abençoe Owen Wilson”, louvou o Uproxx. “O diabo está nos detalhes de ‘Loki’, mas prometemos que o diabo não é Mephisto”, brincou o texto geek do tradicional jornal Washington Post. “Muito conversa mole, muito jargão de viagem no tempo e um lado de ficção científica inteiramente novo do MCU, mas pelo menos consegue ser uma vitrine para o sorriso travesso de Hiddleston. Também pode dar à Disney+ sua primeira série da Marvel genuinamente boa”, criticou o extremamente exigente USA Today. “‘Loki’ claramente poderia ter mais cartas na manga. Mas o formato dessas séries da Marvel mostra que elas só podem ser julgadas ao final da temporada, não no começo”, concluiu logicamente a rede de notícias CNN. “Tendo apresentado tudo em um grau exaustivo nos primeiros dois episódios, as coisas estão alinhadas para ficar realmente divertidas – se não malucas como nos episódios de ‘Rick e Morty’, talvez similares ao que ‘Legends of Tomorrow’ tem apresentado com uma premissa semelhante e muito menos seriedade”, comparou a revista The Hollywood Reporter.
Harrison Ford volta a viver Indiana Jones
O astro Harrison Ford voltou ao traje icônico do arqueólogo aventureiro Indiana Jones, com direito a chapéu e figurino completo. O retorno foi revelado nas primeiras fotos tiradas no set da produção de “Indiana Jones 5”. A produção começou a ser rodada nesta segunda (7/6) na Inglaterra, quase 40 anos após a estreia do primeiro filme. Em desenvolvimento desde 2015, quando foi anunciado pelo então CEO da Disney, Bob Iger, o filme demorou para sair do papel por ter um roteiro inicial recusado. A ideia de David Koepp era uma continuação direta de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), que ele também escreveu. Mas o estúdio preferiu uma nova história de Jonathan Kasdan, filho de Lawrence Kasdan (o roteirista de “Os Caçadores da Arca Perdida”, que começou a franquia em 1981). Pai e filho trabalharam juntos recentemente em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Mas os atrasos também foram causados por Steven Spielberg, que não conseguiu conciliar sua agenda de filmagens. O cineasta vinha adiando seguidamente os planos da produção, sempre priorizando outro filme sobre seu retorno à Indiana Jones. Até que, pressionado pela Disney, preferiu abrir mão da direção. Assim, o quinto longa será o primeiro da franquia sem o diretor original. No lugar de Spielberg, a direção está a cargo de James Mangold (“Logan”). Só a trilha sonora, assinada por John Williams, e o intérprete do protagonista continuarão os mesmos do filme inaugural, “Os Caçadores da Arca Perdida”, de 1981. Já o elenco contará ainda com Boyd Holbrock (também de “Logan”), Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”), Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), Thomas Kretschmann (“Vingadores: Era de Ultron”) e Shaunette Renée Wilson (“The Resident”). pic.twitter.com/adh4SmBpjw — david leaper (@daveleaper) June 7, 2021
Ryan Reynolds sugere que “Deadpool 3” está a caminho
O ator Ryan Reynolds publicou uma foto curiosa em seu Instagram, em que a máscara de “Deadpool” é vista em evidência dentro de uma mochila. A imagem, que acompanha este post, não recebeu nenhuma legenda, mas parece indicar que o aguardado “Deadpool 3” está a caminho. Qual outro motivo teria Reynolds para tirar o uniforme do armário? Ryan Reynolds continuará a interpretar o mercenário brincalhão e boca-suja no terceiro longa da franquia, que será o primeiro lançado pela Disney. Mas o chefão da Marvel, Kevin Feige, garantiu que manterá a produção com censura para maiores, como os primeiros filmes lançados pela Fox. “Será para maiores, e estamos trabalhando no roteiro, com supervisão de Ryan”, disse Feige, numa entrevista realizada em janeiro. Para começar o projeto de “Deadpool 3”, a Marvel Studios já contratou as irmãs roteiristas Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin, que assinaram vários episódios da série animada adulta “Bob’s Burgers” – e ganharam um Emmy por seu trabalho na atração do canal Fox em 2017. Por outro, Feige também jogou um balde de água fria na ansiedade dos fãs, avisando na mesma entrevista: “Não vamos filmar em 2021”. Segundo ele, porque “temos algumas coisas que estão na frente na fila”. Só que é interessante reparar que Reynolds abriu sua agenda, encerrando várias filmagens, como “Red Notice” e “The Adam Project”, futuros lançamentos da Netflix, e neste momento encontra-se suspeitamente em pausa, aguardando que algum de suas próximos projetos – como a adaptação do jogo “Detetive” (Clue) – avance na fase de pré-produção.
Bilheterias: “Invocação do Mal 3” supera “Um Lugar Silencioso 2” nos EUA
“Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio” assustou as bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana, vencendo o duelo de terror com “Um Lugar Silencioso – Parte II”, campeão da semana passada. A estreia da produção da New Line/Warner Bros. faturou US$ 24 milhões em vendas de ingressos, superando as projeções iniciais, mesmo sendo lançada simultaneamente na HBO Max sem nenhum custo extra para os assinantes norte-americanos. A Warner Bros. não informou quantas pessoas assistiram “Invocação do Mal 3” em streaming, mas nos países onde o serviço ainda não foi lançado o filme arrecadou US$ 33 milhões. Com isso, já acumula US$ 57 milhões em todo o mundo. Apesar de ser o terceiro longa da franquia, “Invocação do Mal 3” na verdade é o quarto filme em que Patrick Wilson e Vera Farmiga vivem o casal de investigadores sobrenaturais Ed e Lorraine Warren. Eles também repetiram os papéis em “Annabelle 3 – De Volta Para Casa”, lançado em 2019. Contando os spin-offs de “Annabelle”, “A Maldição da Chorona” e “A Freira”, o universo de “Invocação do Mal” ultrapassou US$ 1,8 bilhão globalmente neste fim de semana, tornando-se a maior franquia de terror da atualidade. Em 2º lugar, “Um Lugar Silencioso – Parte II” gerou mais US$ 19,5 milhões nos cinemas norte-americanos, aumentando seu faturamento doméstico para US$ 88 milhões. Com mais US$ 19 milhões arrecadados no mercado internacional, a continuação da Paramount chegou a impressionantes US$ 138 milhões mundiais em cerca de 10 dias em cartaz. “Cruella”, da Disney, completa o pódio em 3º lugar, com US$ 11,2 milhões em seu segundo fim de semana de lançamento. O prólogo de “101 Dálmatas”, estrelado por Emma Stone, também está disponível para aluguel na Disney+ por US$ 30. Embora não tenha compartilhado números de visualizações, o estúdio já está trabalhando em uma sequência, sugerindo ter ficado satisfeito com o desempenho do filme em streaming. No exterior, “Cruella” acrescentou mais US$ 18,6 milhões de 36 mercados para atingir um total global de US$ 87,1 milhões, também em 10 dias. Atualmente, 75% dos cinemas encontram-se abertos nos EUA, de acordo com a Comscore. O aumento na quantidade de telas e o bom desempenho dos lançamentos recentes apontam para uma retomada do mercado cinematográfico durante o verão norte-americano, que contará com grandes incentivos para atrair o público de volta às salas de exibição, como “Viúva Negra”, da Marvel, e “Velozes e Furiosos 9”, da Universal. “Este é outro sinal positivo para a indústria”, diz David A. Gross, que dirige a firma de consultoria de cinema Franchise Entertainment Research. “Dois filmes semelhantes um em cima do outro fazendo esses números mostram a vibração do mercado. É muito bom ver. ” Depois deste fim de semana, a série “Conjuring”, que se entrelaça com o universo sobrenatural habitado por “The Nun”, “Annabelle” e “La Llorona”,
Loki: Série da Marvel ganha três novos comerciais com cenas inéditas
A Marvel intensificou ainda mais a exaustiva divulgação de “Loki” com a divulgação de três novos comerciais, todos com cenas inéditas, há quatro dias da estreia da série estrelada por Tom Hiddleston no Disney+ (Disney Plus). A série vai mostrar Loki preso pela TVA, organização da Marvel conhecida no Brasil como Autoridade da Variação do Tempo, por roubar o Cubo Cósmico (ou Tesseract) e dar início a uma nova linha temporal. Convencido pelo agente vivido por Owen Wilson (“Penetras Bons de Bico”) a ajudá-lo a consertar o estrago, ele passa a integrar missões para reparar a História, enquanto traça seus próprios planos de fuga. Desenvolvida por Michael Waldron (“Rick and Morty”), “Loki” tem direção de Kate Herron (“Sex Education”) e também inclui Gugu Mbatha-Raw (“The Morning Show”), Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”), Sasha Lane (“Utopia”), Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”), Sophia Di Martino (“Flowers”) e Erika Coleman (“Stranger Things”) em seu elenco. O terceiro lançamento do Marvel Studios para a Disney+, após o sucesso de “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, estreia na próxima quarta-feira, dia 9 de junho, exclusivamente na plataforma de streaming.
Disney já desenvolve sequência de “Cruella”
A crítica internacional adorou a Cruella De Vil punk rock de Emma Stone, e aparentemente a Disney também. As revistas Variety e The Holllywood Reporter apuraram que o estúdio já começou a desenvolver uma sequência com o diretor Craig Gillespie e o roteirista Tony McNamara, que assinaram o longa lançado no fim de semana passado. Prólogo live-action de “Os 101 Dálmatas”, “Cruella” arrecadou US$ 32,4 milhões no mercado interno e US$ 48,5 milhões no mundo todo, mas pode ter rendido muito mais em streaming, onde foi exibido por “um custo adicional”, acima do preço da assinatura do serviço Disney+. Sem revelar quaisquer dados digitais, o estúdio define o desempenho do longa apenas como uma estreia “forte”. “Estamos muito satisfeitos com o sucesso de bilheteria de ‘Cruella’, em conjunto com seu forte desempenho no Disney+ em Premier Access”, disse a Disney em comunicado. “O filme foi incrivelmente bem recebido pelo público em todo o mundo, com uma pontuação de público de 97% no Rotten Tomatoes, além de receber nota A em todos os grupos demográficos do CinemaScore no fim de semana de abertura, que classificou o filme entre os mais populares de nossas reimaginações em live-action. Estamos antecipando um desempenho de longo prazo, à medida que o público continua a desfrutar deste filme fantástico.”
Novo “Doutor Estranho” foi reescrito “do zero” por roteirista de “Loki”
O roteirista Michael Waldron, criador da série “Loki”, confirmou que também é o autor da história do novo filme de “Doutor Estranho”. Em entrevista à revista Vanity Fair, Waldron contou que o filme recomeçou “do zero” depois da saída de Scott Derrickson, diretor do primeiro “Doutor Estranho”, e sua subsequente substituição por Sam Raimi (dos primeiros “Homem-Aranha”). Contando que passou 2020 em reuniões virtuais com Raimi para determinar os rumos da trama, ele confirmou que quase nada foi aproveitado da história que Derrickson estava desenvolvendo, definindo o resultado como “uma diversão com a assinatura de Sam Raimi”. Sem aprofundar detalhes, Waldron chegou a citar “Indiana Jones” como referência. “Ele é o Indiana Jones de capa para mim. Ele é um herói que pode levar um soco. Isso é o que tornou o herói de Harrison Ford tão grande”, exemplificou o escritor. Waldron também elogiou o visual da produção. “O filme é visualmente emocionante e incrível”. Nomeando o diretor de fotografia John Mathieson, que trabalhou em “Gladiador” e “Logan”, o roteirista afirmou que “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” será diferente de tudo o que foi feito até agora no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Em outra entrevista da maratona de divulgação de “Loki”, Waldron ainda contou ter trocado muitas ideias com Jac Schaeffer, que escreveu “WandaVision”, sobre como utilizar Wanda, a Feiticeira Escarlate, na continuação de “Doutor Estranho”. “Sempre ligava para Jac para discutir a Wanda e tudo mais, porque acertar nisso e respeitar seu trabalho na personagem era muito importante para mim”, disse ao site Collider. “Dei garantia para Jac: ‘Ok, vocês fizeram essa série incrivelmente intimista sobre essa personagem que cresceu tanto. Vamos garantir que estamos honrando o trabalho ao contar um próximo capítulo satisfatório dessa história’.” “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” tem estreia marcada para março de 2022.
Viúva Negra ganha novo trailer com poucas cenas inéditas
A Marvel divulgou um novo trailer do filme “Viúva Negra”, que traz Scarlett Johansson de volta ao papel de Natasha Romanoff, a Viúva Negra. A prévia tem poucos segundos inéditos, voltando a enfatizar frases e cenas já vistas ao longo da campanha do lançamento, que começou a ser realizada há mais de um ano. Escrito por Jac Schaeffer (criadora de “WandaVision”) e dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), o longa introduz a “família” russa da protagonista, formada pelos personagens vividos por Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). Além deles, o elenco ainda inclui O-T Fagbenle (o marido de June em “The Handmaid’s Tale”) em papel misterioso. O filme é um flashback passado entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”, e acompanha Natasha após fugir dos EUA por ter ajudado o Capitão América, buscando refúgio no Leste Europeu. Após inúmeros adiamentos, a estreia vai finalmente acontecer no começo de julho, simultaneamente nos cinemas e na plataforma Disney Plus (por um custo adicional).












