Allen v. Farrow: Série documental é processada por editora de Woody Allen
O conteúdo polêmico da série documental “Allen v. Farrow” está motivando um processo na Justiça. E não é de Woody Allen, alvo de denúncias demolidoras da produção, que o acusa de ter abusado sexualmente de sua filha adotiva de 7 anos, Dylan Farrow, nos anos 1990. A Skyhorse Publishing, editora responsável pelo lançamento do audiobook do recente livro de memórias de Woody Allen, “A Propósito de Nada”, revelou que planeja processar a HBO e os cineastas responsáveis pela atração por violação de direitos autorais. A série utiliza trechos do audiobook sem permissão. “Nem os produtores nem a HBO abordaram a Skyhorse para solicitar permissão para usar trechos do audiobook”, disse a editora em nota oficial. “A Skyhorse recebeu informações de segunda mão apenas no final da semana passada de que cada um dos quatro episódios do documentário faz uso extensivo de trechos do audiobook”, acrescenta o texto. “Prontamente na sexta-feira (19/2), nosso advogado notificou o advogado da HBO por carta que se o uso do audiobook fosse próximo ao que estávamos ouvindo, isso constituiria violação de direitos autorais. A HBO não respondeu à nossa carta”. “Tendo visto agora o primeiro episódio, acreditamos que o uso não autorizado do audiobook é uma violação clara e intencional de precedente legal existente, e que os outros episódios também infringirão, ao se apropriarem do audiobook de maneira semelhante”, continuou a Skyhorse. “Tomaremos as medidas legais que considerarmos necessárias para reparar nossos direitos e os de Woody Allen sobre sua propriedade intelectual.” A Skyhorse não entrou em detalhes sobre seus planos futuros além desta declaração. Uma nota da defesa dos diretores do documentário, Amy Ziering e Kirby Dick, alega que “os criadores de ‘Allen v. Farrow’ usaram legalmente trechos limitados de áudio das memórias de Woody Allen, sob a doutrina do uso justo”. A “Fair Use Doctrine”, referida acima, permite que material protegido por direitos autorais seja usado sem permissão em certas reportagens, críticas e outros formatos específicos. Mas essa permissão geralmente é restrita a menos de 10 segundos do referido material. Trechos do livro de memórias narrado por Allen estão previstos para todas as quatro partes da série. Apenas o primeiro episódio apresentou mais de três minutos extraídos diretamente da publicação. A HBO não se manifestou sobre a violação dos direitos autorais. Vale destacar uma ironia no uso do livro no documentário que tem apoio da família Farrow. Ronan Farrow, irmão de Dylan, chegou a lançar campanha nas redes sociais para impedir a publicação do livro, chegando a chantagear a editora original, a Hachette, por quem também publica sua obras. Ele chamou a iniciativa de lançar o livro de “falta de ética” e teve uma vitória parcial após funcionários da Hachette ameaçarem greve contra a publicação – a primeira vez que funcionários de uma editora fizeram campanha a favor da censura de um livro. Aceitando a pressão, a Hachette desistiu da publicação, que foi simplesmente lançada por outra editora. Agora, esta editora, a Skyhorse, alega crime de violação de direitos – além de “falta de ética” – no uso do livro pela equipe do documentário, em que Ronan aparece com proeminência.
Marvel recupera direitos de todos personagens das séries da Netflix
A Marvel já não tem justificativa para ignorar os heróis das séries exibidas na Netflix, que saíram do ar em 2018 após a plataforma reagir negativamente ao projeto da Disney+. Todos os direitos dos personagens já reverteram para o estúdio. O processo aconteceu em etapas, começando com Punho de Ferro e Luke Cage em outubro passado, seguido por Demolidor em novembro e por último, nesta semana, com Justiceiro e Jessica Jones. Além dos heróis que batizam as séries, todos os coadjuvantes, que incluem Elektra, Colleen Wing e Misty Knight, também estão liberados para aparecer nas produções da Marvel. Isso significa que todos podem ser utilizados em novos filmes e séries. Entretanto, até o momento, o Marvel Studios não anunciou nenhum plano para esses personagens vindos da Netflix. Apesar disso, fãs alimentam com esperança o rumor de que Charlie Cox retomará o papel de Matt Murdock, identidade secreta do Demolidor, no próximo filme do Homem-Aranha. Nada está confirmado.
Camila Pitanga deve receber R$ 700 mil em processo contra Playboy
A atriz Camila Pitanga deve receber mais de R$ 700 mil de indenização da editora Abril, após vencer um processo contra a publicação de fotos não autorizadas na revista Playboy. A sentença que deu vitória à atriz é do ano passado, quando o montante determinado era de R$ 300 mil, mas a Abril não pagou, preferindo recorrer. A ação foi iniciada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e a editora recorreu ao STJ para tentar reduzir o valor indenizatório, mas os ministros mantiveram o pagamento por danos morais. Só que agora o valor seria de R$ 700 mil, em decorrência da correção monetária, das custas judiciais, além de honorários, segundo explicou o advogado da atriz, Ricardo Brajterman, em entrevista ao F5 neste sábado (5/12). O processo alega que três imagens da atriz, retiradas do filme “Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios” (2011), em que ela aparece nua e em cenas de sexo, foram publicadas sem sua autorização em 2012. O agravante é que isso aconteceu após Camila recusar três vezes cachês para posar para a revista. “O arbitramento da indenização feito pelo tribunal não se deu unicamente com base em precedentes similares, levando também em consideração as peculiaridades do caso, tais como o grave abuso do direito de informar praticado pela empresa demandada”, disse o relator do processo original, ministro Paulo de Tarso Sanseverino. Três anos após a publicação, em dezembro de 2015, o Grupo Abril cancelou a produção da Playboy e alegou que a empresa estava tomando um novo posicionamento no mercado. A PBB Editora comprou o título e lhe deu continuidade até 2017, quando a edição da revista foi finalmente cancelada no Brasil. Atualmente, a Playboy Brasil existe apenas como um tributo nostálgico de fãs no Instagram.
Operação policial bloqueia centenas de sites de pirataria digital no Brasil
O Ministério da Justiça bloqueou ou suspendeu 252 sites e 65 aplicativos de streaming nesta quinta (5/11) como parte da segunda fase da Operação 404, para combater a pirataria digital. Além disso, as Polícias Civis de dez estados cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços de responsáveis pelos sites. O nome da operação faz referência ao chamado “Erro 404” na internet, que ocorre quando o computador tenta acessar um site e o servidor onde este se encontra não consegue achá-lo, seja por questões de configuração para não exibir a página ou porque o site não existe mais. Após a operação, vários endereços relacionados a streamings ilegais passaram a registrar este erro. Em entrevista coletiva, o ministro André Mendonça afirmou que até carros de luxo e armas foram apreendidos com os donos dos sites mais populares, durante a operação. “A linha de investigação seguida é relacionada a pessoas físicas e jurídicas que têm violado sistematicamente os direitos autorais fonográficos, cinematográficos e de outras fontes, e o feito de forma profissionalizada, organizada, com objetivo de lucro. E a partir da obtenção ilícita desses valores, buscando lavar os recursos obtidos”, afirmou. “Tanto assim o é que também hoje foram apreendidos carros de luxo e armas. Apenas um alvo da operação com registros já identificados tem faturamento anual R$ 94,5 milhões”. O secretário de Operações Integradas (Seopi), Jeferson Lisboa Gimenez, reforçou que a violação de direitos autorais implica em outros crimes. “Algumas pessoas pessoas podem até achar que o crime de violação de direitos autorais podia ser um pouco mais brando, só que implica na prática de diversos outros crimes, prejudica diversas situações, pessoas que trabalham com isso. E também ocorreria nessas situações a lavagem de dinheiro, uma possível organização criminosa ou associação criminosa. Isso está sendo comprovado com os materiais que foram apreendidos nos mandados de busca e apreensão que foram realizados nesta manhã”, apontou. Para completar, o delegado e coordenador do Laboratório de Inteligência Cibernética do ministério, Alessandro Barreto, destacou que o foco da operação são os operadores das plataformas ilegais e não os usuários. Segundo Barreto, o investigado cujo faturamento ultrapassava os R$ 94 milhões tinha cerca de 775 mil usuários cadastrados na plataforma pirata. “É bom ressaltar aqui que o foco da operação não é o usuário, são as pessoas que estão disponibilizando o serviço de forma ilegal. O usuário às vezes adquire o serviço por procurar algo mais em conta e termina comprando algo mais caro, adquirindo equipamentos que até vêm com malwares que capturam dados”, alertou o delegado. Além da participação da polícia civil de São Paulo, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Santa Catarina, a ação ainda contou com apoio das embaixadas dos Estados Unidos e do Reino Unido.
Joice Hasselmann usa os Muppets em campanha e Disney avisa que “não autorizou”
Candidata a prefeita de São Paulo, Joice Hasselmann decidiu usar a seu favor críticas que bolsonaristas fazem sobre sua aparência. Só faltou combinar com a Disney. Como é chamada constantemente de Miss Piggy, a integrante do PSL usou imagens de “Os Muppets” para simular os personagens cantando seu jingle. Mas a Disney, detentora dos direitos dos bonecos, não autorizou a deputada a utilizar as cenas. “A Disney não autorizou a utilização das imagens”, diz o estúdio em curto comunicado sobre o uso indevido das imagens. A empresa também afirmou que não fará nenhum comentário adicional à imprensa sobre o assunto. Isto significa que eventuais medidas jurídicas para impedir o uso não serão informadas e transcorrerão em segredo de Justiça. Joice publicou o vídeo em suas redes sociais, seguida da hashtag “sextou”.
Advogado de Maradona ameaça Netflix por filme sobre o jogador
O jogador argentino Diego Maradona não gostou nada de descobrir que sua vida estava inspirando um projeto de filme da Netflix. O advogado do ex-camisa 10 da seleção da Argentina disse que pretende processar a Netflix por uso indevido da imagem de seu cliente no projeto de “The Hand of God”, que será dirigido por Paolo Sorrentino, grande fã do craque de futebol. O advogado Matias Morla ainda comentou no Twitter que, além do processo por uso não liberado da imagem, pretende fazer uma apresentação formal à Justiça pelo uso não autorizado de uma marca registrada de Maradona. “Diego Maradona não autorizou o uso de imagens para este filme. Com nossos colegas italianos, estamos definindo a estratégia legal para fazer uma apresentação formal à Justiça por uso indeterminado de uma marca registrada”, escreveu Morla no Twitter. O nome do filme faz referência a uma frase que o jogador usou para descrever o seu gol irregular contra a seleção da Inglaterra nas quartas de finais da Copa do Mundo de 1986, vencida pela Argentina. A Netflix ainda não divulgou muitas informações sobre a produção, que foi anunciada na semana passada. No entanto, o diretor Paolo Sorrentino, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Grande Beleza” (2013), revelou em comunicado que a trama se passará em Nápoles, sua cidade natal e local onde Maradona se consagrou na Itália, conquistando o Campeonato Italiano na temporada de 1986 e 1987 e a Copa da Itália na mesma época pelo time do Napoli. “Estou empolgado com a ideia de filmar em Nápoles novamente, exatos 20 anos após o meu primeiro filme. ‘The Hand of God’ vai representar pela primeira vez na minha carreira um filme íntimo e pessoal, um romance ao mesmo tempo alegre e doloroso”, disse Sorrentino. Numa entrevista à Variety, em 2015, o diretor falou sobre a importância de Maradona em sua vida. “Além de todas as coisas que eu disse antes sobre Maradona, ele involuntariamente salvou minha vida. Perdi meus pais quando tinha 16 anos em um acidente com o sistema de aquecimento em uma casa nas montanhas onde sempre costumava ir com eles. Naquele fim de semana, não fui porque queria assistir Maradona e o Napoli disputando uma partida em Empoli, e isso me salvou.” Ainda não há previsão para o início das filmagens ou para o lançamento do filme de Sorrentino na Netflix. Diego Maradona no autorizo el uso de su imagen para esta película. Con nuestros colegas italianos ya estamos diagramando la estrategia legal para hacer una presentación formal ante la Justicia por el uso indebido de una marca registrada. https://t.co/dKXi5H2g0O — MATIAS MORLA (@MatiasMorlaAb) July 11, 2020
Disney é acusada de apropriação cultural com O Rei Leão
O ativista Shelton Mpala, natural do Zimbábue, criou uma petição no site Change.org para protestar contra a Disney, que teria se apropriado da frase “Hakuna Matata”. O título da famosa canção entoada por Timão e Pumba em “O Rei Leão”, clássico animado de 1994, é comum na língua africana suaíli, e significa “sem problemas”, ou “sem preocupações”. Para Mpala, o problema não é o uso da frase, que está contextualizada, mas o fato de a Disney ter registrado direitos autorais sobre ela. “Junte-se a nós para dizer não à Disney ou a qualquer corporação e indivíduo que tente clamar direitos autorais sobre uma frase que eles não inventaram”, escreve Mpala na petição. “‘Hakuna Matata’ é uma frase usada pela maioria dos povos e países que falam suaíli”. Entrevistado pela BBC, o ativista afirmou que cidadãos de diversos países africanos se mostraram “chocados” quando souberam que a Disney havia se apropriado da frase. “É mais um exemplo de como a África é explorada”, completou. O professor de linguística queniano Ngũgĩ wa Thiong’o, que ensina na Universidade da Califórnia, também foi ouvido pela reportagem da BBC e disse apoiar a petição de Mpala. “Seria como se eu tentasse clamar direitos autorais pela frase ‘good morning’ [‘bom dia’, em inglês]. É uma frase comum, usada todos os dias. Nenhuma empresa pode ter direitos sobre ela”, comentou. A Disney conseguiu aprovar o registro dos direitos autorais sobre “Hakuna Matata” em 2003, mas a discussão foi reascendida pela aproximação do lançamento da nova versão de “O Rei Leão”, que chega aos cinemas em 2019. O remake, que usará animais criados por computação gráfica, tem direção de Jon Favreau (“Mogli, o Henino Lobo”) e vai recriar algumas das cenas musicais mais marcantes do desenho original, incluindo “Hakuna Matata”.
Amazon exibe episódio inédito de Doctor Who antes da hora e fura a própria BBC
Os fãs de “Doctor Who” tiveram uma surpresa nessa semana. Em clima de Black Friday, a Amazon divulgou sem querer um episódio inédito da produção, que só deveria ir ao ar no domingo (25/11) na BBC inglesa e americana – e no Crackle no Brasil. A divulgação antecipada deixou a BBC furiosa, já que a Amazon tem direito a exibir os episódios somente com atraso em relação à transmissão televisiva. O correto teria sido divulgar o episódio anterior, intitulado “Kerblam!”, que já foi exibido na televisão. Entretanto, o serviço Prime Video da Amazon americana pulou o episódio. E ainda exibiu a opção de legendagem errada. A legenda disponível era mesmo de “Kerblam!”, enquanto as imagens mostravam outro capítulo. “Estamos investigando como isso aconteceu e tomamos atitudes para tirar esse capítulo do ar”, disse a BBC em comunicado. “O BBC Studios gostaria de se desculpar caso alguém tenha sido afetado por spoiler devido à troca”. Intitulado “The Witchfinders”, o capítulo leva a Doutora e seus amigos para o século 17, em plena época da caça às bruxas. E vai ao ar neste domingo no resto do mundo.
Doctor Who descobre que virou mulher em cena inédita da nova temporada
A BBC divulgou uma cena inédita da 11ª temporada de “Doctor Who”, que mostra o icônico personagem descobrindo que é uma mulher. “Há meia hora atrás eu era um escocês de cabelos brancos”, diz a nova intérprete do personagem, Jodie Whittaker (série “Broadchurch”), que assume o papel da 13ª Doctor Who. E ela também será acompanhada pela maior quantidade de companheiros de aventuras já vista na série, nada menos que três coadjuvantes: Ryan (Tosin Cole, de “Conspiração Terrorista”), Yasmin (Mandip Gill, da novela “Hollyoaks”) e Graham (Bradley Walsh, de “Law & Order: UK”). O capítulo de estreia se chamará “The Woman Who Fell to Earth” (“A Mulher Que Caiu na Terra”, em tradução literal), título que presta homenagem ao clássico sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (The Man Who Fell to Earth), filme de 1976 em que o cantor David Bowie viveu um alienígena. A 11ª temporada contará com dez episódios, que chegarão ao Reino Unido e aos Estados Unidos em 7 de outubro. O capítulo de estreia será exibido no mesmo dia em cinemas de todo o Brasil pela rede Cinemark. E os demais poderão ser acompanhados pela plataforma Crackle, da Sony.
Suspiria é processado por plagiar visual de obras de artista plástica feminista
O remake de “Suspiria”, dirigido por Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”) e produzido pela Amazon, está sendo processado pela família da artista plástica cubana Ana Mendieta, morta em 1985, por quebra de direitos autorais. Segundo o processo, as principais administradoras do legado da artista são sua irmã, Raquelin Mendieta, e sua sobrinha, RaquelCecilia Mendieta, que só deixaram suas obras serem reproduzidas para fins acadêmicos, e não comerciais. Entretanto, elas apontam que o filme reproduziu o visual de duas peças artísticas, “Untitled (Rape Scene)” e “Untitled (Sileta Series, Mexico)”. Ambas foram roduzidas por Mendieta nos anos 1970. A primeira mostra uma mulher nua da cintura para baixo, curvada sobre uma mesa, com sangue manchado em sua pele, enquanto a segunda é um solo branco manchado de vermelho. Guadagnino disse em entrevistas que se inspirou no trabalho de artistas feministas, entre elas Mendieta, para compor o visual de seu filme. Exibido no Festival de Veneza 2018, “Suspiria” dividiu opiniões, mas impressionou pelo visual adotado pelo cineasta. Se for a julgamento, o processo deve definir até que ponto um filme pode usar um quadro ou uma fotografia como inspiração sem pagar direitos autorais pelo uso. Refilmagem do clássico homônimo de terror de 1977 dirigido por Dario Argento, “Suspiria” estreia em 26 de outubro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Estreia da 11ª temporada de Doctor Who será exibida nos cinemas no Brasil
A rede Cinemark anunciou que fará sessões do primeiro episódio da 11ª temporada de “Doctor Who” no Brasil. A estreia de Jodie Whittaker no papel do Doutor será projetada no dia 7 de outubro, às 17h, mesmo dia do lançamento oficial da série nas TVs do Reino Unido e dos Estados Unidos. As exibições vão acontecer em diversas cidades, como São Paulo, Natal, Recife, Londrina, Goiânia, Manaus, Porto Alegre e outras. A lista completa de salas pode ser conferida no site oficial da rede. O capítulo de estreia se chama “The Woman Who Fell to Earth” (“A Mulher Que Caiu na Terra”, em tradução literal), título que presta homenagem ao clássico sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (The Man Who Fell to Earth), filme de 1976 em que o cantor David Bowie viveu um alienígena. A 11ª temporada, que também marcam a estreia do novo showrunner Chris Chibnall (criador de “Broadchurch”), contará com dez episódios ao todo. A exibição dos demais capítulos no Brasil acontecerá com exclusividade pela plataforma Crackle, da Sony.
Doctor Who ganha novo pôster e trailer da 11ª temporada
A BBC divulgou um novo pôster e o segundo trailer da 11ª temporada de Doctor Who, que trará Jodie Whittaker como a 13ª versão do personagem e a primeira mulher no papel do Doutor. E ela também será acompanhada pela maior quantidade de companheiros de aventuras já vista na série, nada menos que três coadjuvantes: Ryan (Tosin Cole, de “Conspiração Terrorista”), Yasmin (Mandip Gill, da novela “Hollyoaks”) e Graham (Bradley Walsh, de “Law & Order: UK”). O capítulo de estreia se chamará “The Woman Who Fell to Earth” (“A Mulher Que Caiu na Terra”, em tradução literal), título que presta homenagem ao clássico sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (The Man Who Fell to Earth), filme de 1976 em que o cantor David Bowie viveu um alienígena. A 11ª temporada contará com dez episódios, que chegarão ao Reino Unido e aos Estados Unidos em 7 de outubro. A série será exibida no Brasil pela plataforma Crackle, da Sony.
Novo teaser revela data de estreia da 11ª temporada de Doctor Who
A rede BBC divulgou um novo teaser da 11ª temporada de “Doctor Who”, a primeira estrelada por Jodie Whittaker e produzida por Chris Chibnall (ambos de “Broadchurch”). O vídeo revela a data da estreia dos novos episódios, que chegarão ao Reino Unido e aos Estados Unidos em 8 de outubro. Além da primeira versão feminina de Doctor Who, a nova fase terá quatro coadjuvantes que acompanharão a protagonista em suas aventuras: Ryan (Tosin Cole, de “Conspiração Terrorista”), Yasmin (Mandip Gill, da novela “Hollyoaks”) e Graham (Bradley Walsh, de “Law & Order: UK”). O capítulo de estreia se chamará “The Woman Who Fell to Earth” (“A Mulher Que Caiu na Terra”, em tradução literal), título que presta homenagem ao clássico sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (The Man Who Fell to Earth), filme de 1976 em que o cantor David Bowie viveu um alienígena. A 11ª temporada contará com dez episódios e será exibida no Brasil pela plataforma Crackle, da Sony.









