Diretor revela primeira imagem de bastidores da produção de Shang-Chi, da Marvel
O diretor de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”, Destin Daniel Cretton, revelou a primeira foto de bastidores do elenco, capturada antes da paralisação da produção devido à pandemia do novo coronavírus. Na imagem, o ator Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) , que interpreta Shang-Chi, aparece ao lado de Awkwafina (“A Despedida”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). “Esta foi nossa última saída juntos antes do Corona socar o mundo na cara”, escreveu o diretor na legenda da foto. As filmagens, que tinham começado em março, foram interrompidas devido à pandemia de coronavírus, e Cretton chegou a ser isolado e testado para a covid-19. Apesar do susto, o resultado foi negativo. A adaptação dos quadrinhos de “Shang-Chi”, também conhecido como o Mestre do Kung Fu, é a primeira superprodução da carreira do diretor, que recentemente assinou o drama jurídico “Luta por Justiça”, com Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”). Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. Após mudanças no cronograma de lançamentos da Disney, a estreia do filme ficou para 29 de abril de 2021 no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Pre-covid hang with @awkwafina, @simuliu & the legend Tony Leung. This was our last night out before Corona punched the world in the face. Uma publicação compartilhada por Destin Cretton (@destindaniel) em 17 de Abr, 2020 às 10:32 PDT
Diretor de Shang-Chi testa negativo para coronavírus
O diretor Destin Daniel Cretton testou negativo para coronavírus, após entrar em quarentena com sintomas de gripe na sexta passada (13/3), nos primeiros dias de filmagens da produção da Marvel “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal), na Austrália. “Durante meu fim de semana de isolamento longe da minha família, tive muito tempo para refletir sobre esse momento atual em que nosso segundo filho nasceu, um tempo cheio de opiniões e divisão, em que verdades científicas são debatidas e descartadas como táticas políticas. Mas no meio desta tempestade, enquanto olhava para um ponto no teto do meu hotel que juro que parece exatamente como um coelho, pude ver algo realmente bonito acontecendo. Pessoas de todo o mundo estão começando a perceber como estamos conectados, como somos vulneráveis e o quanto precisamos uns dos outros para sobreviver”, escreveu Cretton em seu instagram. “Por favor, fique esperançoso, por favor, seja humilde, por favor, fique em casa. O distanciamento social é um ato de amor para você, sua família e todas as pessoas deste planeta”, acrescentou. Após o anúncio da quarentena, a Marvel paralisou as filmagens do longa, a primeira superprodução da carreira do diretor, que recentemente assinou o drama jurídico “Luta por Justiça”, com Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”). O estúdio também suspendeu as gravações de todas as suas séries em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) e adiou indefinidamente a estreia de “Viúva Negra”, que chegaria aos cinemas brasileiros em 30 de abril. Ver essa foto no Instagram Last Friday, I decided to be tested for the Corona virus. I was working in close proximity with some people who had potentially been exposed, and because Nik and I have a newborn at home, I wanted to be as safe as possible. During my weekend of isolation away from my family, I had a lot of time to ponder this interesting moment in history that our second child was born into, a time full of opinions and division, where scientific truths are debated and brushed off as political spins. But in the midst of this storm, while staring up at a spot on my hotel ceiling that I swear looked exactly like a bunny, I could see something really quite beautiful happening. People all around the world are beginning to realize how connected we are, how vulnerable we are, how much we need each other to survive. I am happy to say that my test came back negative, but I will continue to be even more careful in the days ahead. Because if you believe in good science, and I do, we still have a mountain to climb together. No matter what you believe or how serious you think this problem is, please err on the side of safety and concern for those more vulnerable than you, and remember that having no symptoms doesn’t mean you’re not a carrier. Please stay hopeful, please stay humble, please stay home. Social distancing is an act of love for yourself, your family, and for every person on this planet. Sending all of you our love from Sydney, Australia. Uma publicação compartilhada por Destin Cretton (@destindaniel) em 16 de Mar, 2020 às 8:00 PDT
Shang-Chi: Produção do novo filme da Marvel é interrompida por quarentena do diretor
A produção de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal) na Austrália sofreu um contratempo devido à pandemia do coronavírus. A Marvel Studios interrompeu as filmagens principais do longa do Mestre do Kung Fu na manhã desta sexta-feira (13/3) após o diretor Destin Daniel Cretton entrar em quarentena sob recomendação médica. Cretton tem um bebê recém-nascido e, após sentir sintomas de gripe, decidiu fazer o teste para covid-19, a doença causada pelo coronavírus. “Com muita cautela”, de acordo com uma nota enviada à equipe, a Marvel e a empresa-mãe Disney decidiram suspender a produção da primeira unidade, “até que ele obtenha o resultado na próxima semana”. “Como muitos de vocês sabem, Destin, nosso diretor, tem um bebê recém-nascido. Ele queria ter uma precaução adicional devido ao ambiente atual e decidiu fazer o teste para o covid-19 hoje. Atualmente, ele está se auto-isolando sob a recomendação de seu médico. Enquanto espera pelos resultados do teste, estamos suspendendo a produção da 1ª unidade com muita cautela até que ele obtenha os resultados na próxima semana. A segunda unidade e desenvolvimentos off-site (efeitos, trilha) continuarão normalmente. Entraremos em contato com todos na terça-feira (17/3) para fazer uma atualização do quadro. Este é um momento sem precedentes. Agradecemos a compreensão de todos enquanto trabalhamos nisso”, diz o comunicado do estúdio. Como toda a equipe está instalada na Austrália neste momento, a Marvel decidiu adiantar o trabalho da segunda unidade – que geralmente filma cenas de grandes multidões e cenários que são inseridos em panorâmicas na produção. A situação na Austrália não é tão grave quanto nos EUA, mas é pior que no Brasil. A Austrália tem 156 casos e 3 mortes confirmadas de coronavírus. Entre os infectados no país estão o ator Tom Hanks e sua esposa, Rita Wilson, que também viajaram para trabalhar numa produção cinematográfica – a cinebiografia de Elvis Presley. “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” é estrelado pelo ator canadense Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) como o herói do título, e o elenco também conta com a comediante Awkwafina (“Podres de Rico”) e o astro de filmes de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”). A estreia está programada para fevereiro de 2021.
Luta por Justiça: Drama jurídico com Michael B. Jordan e Jamie Foxx ganha trailer legendado
A Warner divulgou um novo trailer legendado de “Luta por Justiça” (Just Mercy), drama jurídico que reúne estrelas da Marvel. A prévia emocionante traz Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e lutando para tirar Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) da prisão, com a ajuda de Brie Larson (“Capitã Marvel”). O longa adapta o livro de memórias de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolveu num caso de grande repercussão no final dos anos 1980. Jordan interpreta Stevenson e Foxx dá vida a Walter McMillian, homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson é Eva Ansley, jovem assistente de Stevenson, que passa a ser ameaçada de morte ao se juntar ao advogado em sua cruzada para rever casos de prisioneiros negros condenados pelo sistema judiciário racista do sul dos Estados Unidos. Além de protagonizar o longa, Jordan é coprodutor de “Luta por Justiça”. O filme tem direção do cineasta indie Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que também entrou recentemente na Marvel. Ele vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. “Luta por Justiça” teve première mundial no Festival de Toronto, onde arrancou elogios da crítica – e atingiu 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial vai acontecer em 25 de dezembro nos Estados Unidos, de olho no Oscar. Mas o filme chegará apenas um mês depois, em 23 de janeiro, nos cinemas brasileiros.
Luta por Justiça: Trailer legendado de drama jurídico junta astros e diretor da Marvel
A Warner divulgou o trailer legendado de “Luta por Justiça” (Just Mercy), drama jurídico que reúne estrelas da Marvel. A trama traz Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”) lutando para tirar Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) da prisão. O longa adapta o livro de memórias de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan interpreta Stevenson e Foxx dá vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson é Eva Ansley, jovem assistente de Stevenson, que se junta ao advogado em sua causa, para rever casos de prisioneiros negros condenados à morte pelo sistema judiciário racista do sul dos Estados Unidos. Além de protagonizar o longa, Jordan é coprodutor de “Luta por Justiça”. O filme tem direção do cineasta indie Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que também entrou recentemente na Marvel. Ele vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. “Luta por Justiça” vai ter sua première mundial na sexta-feira (6/9), no Festival de Toronto, e chegará aos cinemas americanos no dia 25 de dezembro, de olho no Oscar. A estreia no Brasil está marcada apenas para 23 de janeiro.
Shang-Chi: Título oficial do filme sugere o vilão Mandarim
A revelação do título da adaptação dos quadrinhos do “Mestre do Kung Fu” neste sábado (20/7), durante a apresentação da Marvel na Comic-Con International, em San Diego, pode ter revelado uma mudança importante na trama e seu vilão. O filme não incluirá a expressão “Mestre do Kung Fu” no título, como na publicação original do personagem nos anos 1970. Em vez disso, vai se chamar, em inglês, “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” Em suas origem clássica, concebida por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, era filho do lendário Fu Manchu, vilão da literatura pulp e primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornariam lugar-comum nas aventuras de James Bond. Nos quadrinhos, Fu Manchu se apresentava como um grande filantropo para o filho, enquanto o treinava para se tornar uma arma letal. Tudo muda quando Shang-Chi é enviado em sua primeira missão e descobre que o pai não era quem dizia ser. A partir dessa reviravolta, alia-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel, porém, não tem os direitos sobre Fu Manchu, que pertencem aos herdeiros do escritor inglês Sax Rohmer. Apesar disso, fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Por conta disso, o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado no cinema. O título “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal) indica que este pode mesmo ser o caso. O vilão é conhecido por seus anéis de poder nos quadrinhos, e por liderar uma organização terrorista conhecida como Dez Anéis (Ten Rings) nos filmes do Homem de Ferro. O ator canadense Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) vai viver Shang-Chi e o elenco também contará com a comediante Awkwafina (“Podres de Rico”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). Caso o Mandarim seja confirmado, Leung é um forte candidato a interpretá-lo. A direção está a cargo do cineasta indie Destin Daniel Cretton, responsável por projetar a atriz Brie Larson (a Capitã Marvel) em “Temporário 12”, drama vencedor do Festival SXSW em 2013. Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” chega aos cinemas americanos em 12 de fevereiro de 2021.
Marvel anuncia elenco, data de estreia e título oficial do filme do Mestre do Kung Fu
O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou o elenco, a data de estreia e o título oficial da adaptação dos quadrinhos do “Mestre do Kung Fu” neste sábado (20/7), durante a apresentação do estúdio na Comic-Con International, em San Diego. O filme não incluirá a expressão “Mestre do Kung Fu”, como na publicação original do personagem nos anos 1970. Em vez disso, vai se chamar, em inglês, “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” e chega aos cinemas americanos em 12 de fevereiro de 2021. A Marvel realizou vários testes de elenco para encontrar o intérprete de Chang-Chi, concentrando-se em três finalistas, que disputaram o papel até a última segunda-feira (15/7). O ator canadense Simu Liu foi o escolhido. Ele nasceu na China e imigrou para o Canadá quando tinha cinco anos, crescendo em Toronto. Sua estreia no cinema foi como figurante em “Círculo de Fogo” (2013), de Guillermo del Toro, mas em três anos se tornou protagonista com o lançamento da série “Kim’s Convenience” (2016), comédia sobre uma família de imigrantes coreanos que administram uma loja de conveniência em Toronto. Ele também co-estrelou a série “Blood and Water”, que lhe rendeu um prêmio de interpretação da indústria canadense em 2015. Além dele, o longa também contará com a comediante Awkwafina (“Podres de Rico”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). A direção está a cargo do cineasta indie Destin Daniel Cretton, responsável por projetar a atriz Brie Larson (a Capitã Marvel) em “Temporário 12”, drama vencedor do Festival SXSW em 2013. Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, foi criado por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, refletindo o sucesso dos filmes de kung fu do período – especialmente “Operação Dragão”, clássico de Bruce Lee lançado no mesmo ano – e a série de TV “Kung Fu”. A origem do herói também pegava emprestado o lendário Fu Manchu, criado na literatura pulp em 1912 pelo escritor inglês Sax Rohmer. O personagem foi o primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornariam lugar-comum nas aventuras de James Bond. Nos quadrinhos, Shang-Chi foi apresentado como o filho rebelde de Fu Manchu, que passa a renegar o pai ao descobrir que ele não era o filantropo que dizia ser, aliando-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel não tem os direitos sobre Fu Manchu, mas fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Rumores já espalham que o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado. O título “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal) indica que este pode mesmo ser o caso. Mandarim é conhecido por seus anéis de poder nos quadrinhos, e por liderar uma organização terrorista conhecida como Dez Anéis (Ten Rings) nos filmes do Homem de Ferro. Suspeita: Tony Leung não teve seu papel revelado.
Ansel Elgort vai estrelar a primeira série de sua carreira
O jovem ator Ansel Elgort, que se projetou com papéis em “A Culpa É das Estrelas”, “Divergente” e “Em Ritmo de Fuga”, vai estrelar sua primeira série. Que também será uma das primeiras produções originais do novo serviço de streaming da WarnerMedia. Ele será o protagonista de “Tokyo Vice”, baseada no livro-reportagem de Jake Adelstein, que relata a história real de como a corrupção no departamento de polícia de Tóquio foi exposta pelo jornalista americano. Elgort vai interpretar Adelstein na série, que recebeu uma encomenda inicial de 10 episódios. O roteiro da adaptação está a cargo do dramaturgo JT Rogers, que venceu o Tony por “Olso”, e os episódios serão dirigidos por Destin Daniel Cretton, o cineasta indie de “Temporário 12” e “Castelo de Vidro”, que também vai comandar “Shang Chi”, o filme do Mestre do Kung Fu para a Marvel. Assim como a plataforma da WarnerMedia, “Tokyo Vice” ainda não tem previsão de estreia.
Marvel contrata diretor indie para o filme do Mestre do Kung Fu
A Marvel contratou mais um diretor indie para comandar um de seus próximos filmes. Destin Daniel Cretton, que assinou os dramas independentes “Temporário 12” (2013) e “Castelo de Vidro” (2017), foi o escolhido para dirigir “Shang-Chi”, o filme do personagem mais conhecido como o Mestre do Kung Fu. O longa marca a primeira produção do estúdio protagonizado por um herói asiático. Destin Daniel Cretton nasceu no Havaí e, apropriadamente, é descente de japoneses. Além disso, seus dois filmes mais conhecidos foram estrelados por Brie Larson (a Capitã Marvel). De fato, ele foi responsável por projetar a atriz, que ganhou seus primeiros prêmios de interpretação por “Temporário 12”, drama que também venceu o Festival SXSW em 2013. Para completar, seu próximo lançamento, “Just Mercy” (previsto para 2020), será novamente estrelado por Brie Larson. O roteiro de “Shang-Chi” está a cargo de Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, foi criado por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, refletindo o sucesso dos filmes de kung fu do período – especialmente “Operação Dragão”, clássico de Bruce Lee lançado no mesmo ano. Sua origem também pegava emprestado o lendário Fu Manchu, criado na literatura pulp em 1912 pelo escritor inglês Sax Rohmer. O personagem foi o primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornariam lugar-comum nas aventuras de James Bond. Nos quadrinhos, Shang-Chi era ninguém menos que o filho de Fu Manchu, que passa a renegar o pai ao descobrir que ele não era o filantropo que dizia ser, aliando-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. O escritor Doug Moench e o desenhista Paul Gulacy (que desenhava Chang-Shi com a aparência de Bruce Lee) transformaram esse conceito numa história clássica a partir do segundo ano da publicação, passando a combinar kung fu com thriller de espionagem, num ritmo de ação intensa que já nasceu cinematográfico. E estrelado por vários astros de cinema, já que os personagens eram desenhados com feições de atores famosos. Além de Bruce Lee, o “elenco” dos quadrinhos da época incluía Marlon Brando (visual do personagem James Larner), Marlene Dietrich (Juliette), Sean Connery (Clive Reston), David Niven (Ward Sarsfield), Groucho Marx (Rufus T. Hackstabber) e W. C. Fields (Quigley J. Warmflash). Segundo o site Deadline, o filme deve mudar detalhes desta história de origem para evitar estereótipos. Mas será uma pena se Fu Manchu não for mantido como antagonista. Ainda não há data definida para o início da produção. O estúdio tem investido em diretores do cinema independente para comandar suas produções, embora relatos de bastidores sugiram que boa parte da ação seja gerenciada por técnicos, desde coordenadores de dublês aos criadores de efeitos visuais. O mais recente sucesso do estúdio, “Capitã Marvel”, foi dirigido pelo casal Anna Boden e Ryan Fleck, que nunca tinha assinado uma produção de grande orçamento. Até mesmo o cineasta de “Pantera Negra”, Ryan Coogler, destacou-se com uma vitória no Festival de Sundance antes de virar diretor de blockbusters. E as filmagens de “Eternos” estão a cargo de Chloé Zhao, vencedora do Gotham Awards do ano passado por “Domando o Destino”.
Brie Larson, Michael B. Jordan e Jamie Fox vão estrelar filme sobre famoso caso de racismo judicial
Os atores Brie Larson (“Kong: Ilha da Caveira”), Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) vão estrelar o drama “Just Mercy”, próximo filme do cineasta indie Destin Daniel Cretton. O longa vai adaptar o livro de memórias “Just Mercy: A Story of Justice and Redemption”, que conta a história real de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan vai interpretar Stevenson e Foxx dará vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson não foi divulgado. Mas este será o terceiro filme consecutivo do diretor com participação da atriz. Ela despontou para as premiações de cinema em “Temporário 12” (2013), vencendo o troféu de Melhor Atriz do Festival de Locarno e obtendo indicação ao Spirit Awards, dois anos de conquistar o Oscar por “O Quarto de Jack” (2015), e reprisou a parceria com Cretton em “O Castelo de Vidro” no ano passado. A previsão de estreia é para janeiro de 2020.
Woody Harrelson e Brie Larson são pai e filha no trailer legendado de O Castelo de Vidro
A Paris Filmes divulgou o trailer, em versões dublada e legendada, e a Lionsgate um vídeo de bastidores de “O Castelo de Vidro” (The Glass Castle), em que Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”) e Brie Larson (“Kong: A Ilha da Caveira”) são pai e filha. A trama é baseada no livro de memórias de Jeannette Walls, e um dos vídeos traz um depoimento da escritora, explicando o título. Já o trailer e o comercial mostram o conflito entre o pai sonhador, que arrasta a família de cidade em cidade, vivendo no mato sem planos para o futuro, e a filha prática, que tem que cuidar de si e dos irmãos quando o dinheiro acaba, até decidir fugir, arranjar um emprego e mudar de vida. “O Castelo de Vidro” marca o reencontro de Larson e o diretor Destin Daniel Cretton, que a dirigiu no drama indie “Temporário 12” (2013). Foi o filme que rendeu os primeiros prêmios para atriz, dois anos antes dela vencer o Oscar por “O Quarto de Jack” (2015). O elenco ainda inclui Naomi Watts (série “Gypsy”) como a mãe da personagem de Larson, Max Greenfield (série “New Girl”) como o marido, Ella Anderson (série “Henry Danger”) como sua versão criança, e Iain Armitage (série “Little Big Lies”), Sarah Snook (“O Predestinado”) e Brigette Lundy-Paine (“O Homem Irracional”) como os irmãos. “O Castelo de Vidro” estreia em 24 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos. Confira também, abaixo dos vídeos, os pôsteres internacionais da produção.
Octavia Spencer vem ao Brasil para o lançamento de A Cabana
A atriz Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” e indicada este ano por “Estrelas Além do Tempo”, virá ao Brasil para o lançamento do filme “A Cabana”. No longa, produção baseada no best-seller homônimo do escritor canadense William P. Young, a atriz da vida à personagem “Papai”, que é simplesmente Deus. O filme é uma fantasia religiosa, que parte de uma tragédia pessoal, a morte da filha pequena do personagem de Sam Worthington (“Avatar”), para demonstrar que Deus existe e responder à velha pergunta: por que, sendo tão poderoso e amoroso, ele não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo? O elenco ainda inclui Alice Braga (série “Queen of the South”), Radha Mitchell (“Invasão à Casa Branca”), Ryan Robbins (série “Arrow”), Graham Greene (série “Longmire”) e o astro da música country Tim McGraw (“Um Sonho Possível”), que além de atuar canta a música-tema. O roteiro foi escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”) e Destin Daniel Cretton (diretor de “Temporário 12”), e a direção é de Stuart Hazeldine (“Exame”). “A Cabana” entrou em cartaz há duas semanas nos EUA, rendendo menos que o esperado, e só estreia daqui a um mês, em 6 de abril, no Brasil. Spencer deve chegar na semana anterior à estreia do filme, e participará da pré-estreia nacional do longa no Rio de Janeiro.
Vídeo de A Cabana traz comentários de Octavia Spencer e Alice Braga sobre a trama
A Paris Filmes divulgou um vídeo legendado de bastidores de “A Cabana”, com quatro minutos de duração, que traz entrevistas com as atrizes Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) e Alice Braga (série “Queen of the South”). Na trama, elas interpretam manifestações divinas: Deus (ou melhor, o Pai da trindade cristã) e a Sabedoria. O filme é uma fantasia religiosa, que parte de uma tragédia pessoal, a morte da filha pequena do personagem de Sam Worthington (“Avatar”), para demonstrar que Deus existe e responder à velha pergunta: porque, sendo tão poderoso e amoroso, ele não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo? Baseado no best-seller homônimo do canadense William P. Young, filho de missionários evangélicos, “A Cabana” busca representar os aspectos divinos de Deus de forma racialmente correta: uma negra como o Pai, um carpinteiro israelense como o Filho (a referência é óbvia) e uma mulher japonesa como o Espírito Santo, sobrando para a brasileira viver a Senhora Sabedoria (do grego “sophia”, como o nome da personagem) citada por Salomão, que é tanto uma prefiguração do Espírito Santo entre os cristãos quanto o Torá para os judeus. Teólogos teriam problemas com esta representação no contexto do filme, mas se trata de uma fantasia meio infantil. O elenco ainda inclui Radha Mitchell (“Invasão à Casa Branca”), Ryan Robbins (série “Arrow”), Graham Greene (série “Longmire”) e o astro da música country Tim McGraw (“Um Sonho Possível”), que além de atuar canta a música-tema. O roteiro foi escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”) e Destin Daniel Cretton (diretor de “Temporário 12”), e a direção é de Stuart Hazeldine (“Exame”). “A Cabana” entrou em cartaz no fim de semana nos EUA, rendendo menos que o esperado, e só estreia daqui a um mês, em 6 de abril, no Brasil.









