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  • Filme

    Guillermo del Toro, Denis Villeneuve, Pedro Almodóvar e mais 10 cineastas elegem os melhores filmes de 2017

    31 de dezembro de 2017 /

    Vários cineastas fizeram listas de melhores filmes do ano, a pedido de diversas publicações. 13 delas podem ser lidas abaixo, representando os filmes favoritos de 2017 de Andrew Haigh (“45 Anos”), Denis Côté (“Vic+Flo Viram um Urso”), Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), James Ponsoldt (“O Círculo”), Joshua Oppenheimer (“O Ato de Matar”), Kelly Fremon Craig (“Quase 18”), Luca Guadagnino (“Me Chama pelo seu Nome”), Matt Ross (“Capitão Fantástico”), Paul Schrader (“Vale do Pecado”), Pedro Almodóvar (“Julieta”), Sean Baker (“Projeto Flórida”) e Xavier Dolan (“É Apenas o Fim do Mundo”). O diretor do favorito ao Oscar 2018, Luca Guadagnino, fez a lista mais longa, com 20 títulos, enquanto o queridinho indie Sean Baker assinou a menor, com apenas quatro filmes. Algumas unanimidades emergem de forma evidente nas relações, como o próprio filme de Guadagnino, “Me Chama pelo seu Nome”. Mas há também muitas idiossincrasias. E pelo menos uma cara-de-pau: Pedro Almodóvar selecionou o argentino “Zama”, que ele próprio produziu. Confira abaixo: GUILLERMO DEL TORO “A Ghost Story”, de David Lowery “Lady Bird”, de Greta Gerwig “Dunkirk”, de Christopher Nolan “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh “Corra!”, de Jordan Peele “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, de Noah Baumbach “Bom Comportamento”, de Ben e Joshua Safdie “Tigers Are Not Afraid”, de Issa López “Ingrid Goes West”, de Matt Spicer “Confronto no Pavilhão 99”, de S. Craig Zahler DENIS VILLENEUVE “Dunkirk”, de Christopher Nolan “Those Who Make Revolution Halfway Only Dig Their Own Graves” “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh “Mãe!”, de Darren Aronofsky “Pequena Grande Vida”, de Alexander Payne “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola Os curtas do Oats Studio, de Neill Blomkamp XAVIER DOLAN “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino “Lady Bird”, de Greta Gerwig “A Forma da Água”, de Guillermo Del Toro “O Sacrifício do Servo Sagrado”, de Yorgos Lanthimos “Terra Selvagem”, de Taylor Sheridan “The Post”, de Steven Spielberg “It – A Coisa”, de Andy Muschietti “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh PEDRO ALMODÓVAR “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino “Trama Fantasma”, de Paul Thomas Anderson “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh “You Were Never Really Here”, de Lynne Ramsay “Zama”, de Lucrecia Martel “A Ghost Story”, de David Lowery “Colossal”, de Nacho Vigalondo “O Sacrifício do Servo Sagrado”, de Yorgos Lanthimos “Projeto Flórida”, de Sean Baker LUCA GUADAGNINO “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastian Lelio “Depois da Tempestade”, de Hirokazu Kore-eda “Alien: Covenant”, de Ridley Scott “Austerlitz”, de Sergei Loznitsa “Doentes de Amor”, de Michael Showalter “Cinema, Manoel de Oliveira e Eu”, de João Botelho “Dunkirk”, de Christopher Nolan “Eight Hours Are Not a Day” (restaurado), de Rainer Werner Fassbinder “Visages, Villages”, de Agnes Varda “Eu Não Sou Seu Negro”, de Raoul Peck “Logan”, de James Mangold “Logan Lucky – Roubo em Família”, de Steven Soderbergh “A Cidade Perdida de Z”, de James Gray “Mrs. Fang”, de Wang Bing “Na Praia à Noite Sozinha”, de Hong Sang-soo “Paddington 2”, de Paul King “Fragmentado”, de M. Night Shyamalan “Twin Peaks: The Return”, de David Lynch “The Venerable W”, de Barbet Schroeder “Planeta dos Macacos: A Guerra”, de Matt Reeves ANDREW HAIG “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev “A Festa”, de Sally Potter “Trama Fantasma”, de Paul Thomas Anderson “First Reformed”, de Paul Schrader “Mãe!”, de Darren Aronofsky “Lady Macbeth”, de William Oldroyd “God’s Own Country”, de Francis Lee “Corra!”, de Jordan Peele MATT ROSS “Thelma”, de Joachim Von Trier “Trama Fantasma”, de Paul Thomas Anderson “Grave”, de Julia Ducournau “A Forma da Água”, de Guillermo Del Toro “A Ghost Story”, de David Lowery “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund “Lady Macbeth”, de William Oldroyd SEAN BAKER “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo “O Dia Mais Feliz da Vida de Olli Mäki”, de Juho Kuosmanen “Lady Macbeth”, de William Oldroyd “Dawson City, Frozen Time”, de Bill Morrison JAMES PONSOLDT “Visages, Villages”, de Agnes Varda “Corra!”, de Jordan Peele “Lovesong”, de So Yong Kim “Trama Fantasma”, de Paul Thomas Anderson “A Ghost Story”, de David Lowery “Bom Comportamento”, de Ben e Joshua Safdie “Projeto Flórida”, de Sean Baker “Lady Bird”, de Greta Gerwig “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino KELLY FREMON CRAIG “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino “Doentes de Amor”, de Michael Showalter “Corra!”, de Jordan Peele “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh “Artista do Desastre”, de James Franco “The Post”, de Steven Spielberg “Meu Malvado Favorito 3″, de Kyle Balda e Pierre Coffin “The Keepers”, de Ryan White “Mommy Dead and Dearest”, de Erin Lee Carr JOSHUA OPPENHEIMER “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev “A Gentle Creature”, de Sergei Loznitsa “Bom Comportamento”, de Ben e Joshua Safdie “Komunia”, de Anna Zamecka “First Reformed”, de Paul Schroeder “Wormwood”, de Errol Morris “Land of the Free”, de Camilla Magid DENIS CÔTÉ “Western”, de Valeska Grisebach “Twin Peaks: The Return”, de David Lynch “Ex Libris – The NY Public Library”, de Frederick Wiseman “Na Praia à Noite Sozinha”/ “The Day After”, de Hong Sang-soo “O Outro Lado da Esperança”, de Aki Kaurismäki PAUL SCHRADER “Detroit”, de Kathryn Bigelow “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastian Lelio “Projeto Flórida”, de Sean Baker “Jane”, de Brett Morgen “Além das Palavras”, de Terence Davies “Lady Bird”, de Greta Gerwig “Eu, Tonya”, de Craig Gillespie “The Post”, de Steven Spielberg “Wormwood”, de Errol Morris “Doentes de Amor”, de Michael Showalter

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    Versão de Cleópatra do diretor de Blade Runner 2049 será thriller político com sexo e assassinatos

    23 de dezembro de 2017 /

    O novo filme de “Cleópatra”, que será dirigido por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), chegará às telas bem diferente da versão épica estrelada por Elizabeth Taylor em 1961. Após mofar no limbo por anos e flertar com a possibilidade de ser estrelado por Angelina Jolie, o projeto voltou à vida com o anúncio da contratação de Villeneuve, que, por sua vez, decidiu mudar o foco da trama, originalmente centrada no best-seller “Cleopatra: A Life”, de Stacy Schiff. O roteirista David Scarpa (“Todo o Dinheiro do Mundo”) foi encarregado de recomeçar o projeto do zero. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ele revelou o que tem em mente. “É semelhante a ‘Todo o Dinheiro do Mundo’, no sentido de que há muita pesquisa envolvida e a questão de como criar algo novo com o material. Com o filme de Getty, parte da ideia era pegar dois gêneros que achamos que conhecemos, o gênero de sequestros e o que chamaremos de gênero de ‘grande homem’ – o gênero de ‘Cidadão Kane’ – e triturá-los para criar algo novo com eles. Com ‘Cleopatra’… em vez de fazer o filme como um épico de prestígio – com três horas, muitos figurinos, escravos com abanadores de plumas e sotaques britânicos – estamos tratando a trama como um thriller político. Sujo, sangrento, com muitos palavrões, sexo, assassinatos, etc. Seguindo na direção oposta ao jeito que imaginam que o filme vai acontecer.” Apesar deste desenvolvimento, o filme ainda vai demorar para ser filmado, particularmente porque o diretor vai começar agora a rodar seu remake de “Duna” e “Cleopatra” ainda não tem previsão de estreia.

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    Trailer explosivo de Sicario 2 traz de volta Benicio Del Toro e Josh Brolin em clima de guerra

    19 de dezembro de 2017 /

    A Sony divulgou o primeiro trailer de “Sicario 2: Soldado”, continuação do ótimo suspense policial “Sicario: Terra de Ninguém”. A prévia é intensa, explosiva e repleta de ação, em clima de filme de guerra. As cenas acompanham uma narração que compara o narcotráfico ao terrorismo internacional, o que justifica a nova missão clandestina da trama, encomendada pelo personagem de Josh Brolin para o assassino profissional (o sicário) vivido por Benicio Del Toro. “Você vai nos ajudar a começar uma guerra”, diz Brolin. O elenco também inclui Catherine Keener (“Corra!”), Isabela Moner (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jeffrey Donovan (série “Shut Eye”), Matthew Modine (série “Stranger Things”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Manuel Garcia-Rulfo (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e Ian Bohen (série “Teen Wolf”). O filme não traz de volta a personagem de Emily Blunt, que, segundo o roteirista Taylor Sheridan, completou sua história no primeiro filme. Quem também não retorna é o diretor canadense Dennis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Em seu lugar, a ação é comandada pelo italiano Stefano Sollima, do filme “Suburra” (2015) e da série “Gomorrah”. Orçado em US$ 30 milhões, “Sicario” não se pagou nas bilheterias, rendendo apenas US$ 46 milhões nos EUA e um total de US$ 84 milhões em todo o mundo. Mas encantou a crítica e teve três indicações ao Oscar 2016: Melhor Edição de Som, Trilha Sonora e Fotografia. A sequência tem estreia marcada para junho.

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    Blade Runner 2049 estreia em 1º lugar no Brasil

    9 de outubro de 2017 /

    “Blade Runner 2049”, continuação do clássico da ficção científica de 1982, estreou em 1º lugar no Brasil em faturamento. O longa do diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”) faturou R$ 5,7 milhões em seus primeiros quatro dias em cartaz. Mas não foi o filme mais assistido do fim de semana. A produção live action de “Pica-Pau – O Filme” teve mais público, vendendo 319 mil ingressos contra os 281 mil da sci-fi. Mesmo assim, fez apenas R$ 4,6 milhões, segundo dados da consultoria ComScore. A explicação para esta diferença está no preço dos ingressos e o tipo de sala que exibiu o novo “Blade Runner”. O longa estrelado por Ryan Gosling e Harrison Ford foi lançado no circuito de 3D, em que as salas tem ingressos mais caros. De todo modo, foi uma vitória financeira importante por dois motivos. Um deles é local: o fato de “Pica-Pau” ter sido lançado em mais salas. O outro é internacional: apesar de também ter aberto em 1º lugar na América do Norte, o filme não rendeu o esperado pelo estúdio e pode dar prejuízo. Embalado por críticas positivas e forte pré-venda de ingressos, a expectativa era que o filme rendesse US$ 50 milhões no primeiro fim de semana, mas fez bem menos: US$ 31,5 milhões – diante de um orçamento de US$ 150 milhões de produção. Já “Pica-Pau” só deve estrear mesmo no Brasil, por conta da participação da atriz brasileira Thaila Ayala. A produção não tem previsão de lançamento em nenhum outro país, pois deve seguir direto para o mercado de DVD ou streaming. O fenômeno tem acontecido cada vez mais no país e o sucesso da “pica-retagem” só reforça a estratégia. Afinal, é muito mais barato adquirir os direitos de uma produção de DVD do que de um filme para cinema. Outros exemplos recentes do gato por lebre foram “Amityville: O Despertar” e “Fallen”. O Top 10 também chama atenção por trazer três filmes nacionais. O besteirol “Chocante” estreou em 5º lugar, faturando R$ 1 milhão, “Polícia Federal: A Lei é para Todos” se mantém no ranking em 9º lugar, ampliando em mais R$ 661 mil seu recorde de maior bilheteria do cinema brasileiro em 2017, e outro besteirol, “Duas de Mim”, fecha a lista com R$ 638 mil. Confira abaixo a lista completa dos filmes que mais venderam ingressos entre a quinta (5/10) e o domingo (8/10) no país. TOP 10 BRASIL 1. “Blade Runner 2049” – R$ 5,7 milhões 2. “Pica-Pau – O Filme” – R$ 4,6 milhões 3. “Kingsman – O Circulo Dourado 2” – R$ 3,4 milhões 4. “It: A Coisa” – R$ 3 milhões 5. “Chocante” – R$ 1 milhão 6. “Mãe!” – R$ 1 milhão 7. “Lego Ninjago – O Filme” – R$ 815 mil 8. “My Little Pony – O Filme” – R$ 710 mil 9. “Polícia Federal: A Lei é para Todos” – R$ 661 mil 10. “Duas de Mim” – R$ 638 mil  

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    Blade Runner 2049 tem tantas ideias promissoras que poderia ser uma minissérie

    5 de outubro de 2017 /

    Na tela em 1982, “Blade Runner” causou certo estranhamento. Era enigmático, escuro e fora do padrão. Se a estética não parece tão estranha agora, foi porque a publicidade, o cinema, os clipes, todo mundo assimilou o visual e tentou capturar a atmosfera. Em casos assim é muito comum a indústria destruir o que antes parecia fresco e autêntico. Não aconteceu com esse clássico. Revendo o filme, o senso de mistério persiste, a trama ilumina algumas questões, mas deixa várias implicações a margem para o espectador deduzir. O prazer de rever “Blade Runner” continua justamente pelas entrelinhas. Parece que há sempre algo novo a ser descoberto. O novo “Blade Runner 2049” tem bem pouco disso. Existe uma trama de mistério, mas ela é confortavelmente solucionada pra ninguém sair da sala com uma preocupação nova. É um espetáculo bem produzido e bonito, com duas reviravoltas surpreendentes, mas com um acumulo de detalhes pensados para tornar o todo mais complexo, que precisava ser melhor depurado. São 2 horas e quarenta de filme contra os 119 minutos do Blade Runner original. Deve-se desanimar com isso? Não. O filme tem força. A maior delas é o carinho, o amor com que o diretor Dennis Villeneuve se debruça sobre o baú de relíquias do clássico de Ridley Scott sem se intimidar em tatear esse mundo. O roteiro co-escrito por Michael Green (de “Logan”) e Hampton Fancher (que escreveu o original) alinha ideias para uns quatro filmes. Todas muito boas, mas desperdiçadas. A começar pelo paralelo entre os protagonistas. Aparentemente no primeiro filme, Harrison Ford era o humano que rastreava e matava os sintéticos humanoides reconstruídos com DNA humano, os chamados replicantes. O olhar para esses seres vinha de fora. Em “Blade Runner 2049”, a perspectiva desde o princípio vem de dentro. Ryan Gosling (“La La Land”) é KD6-3.7, um replicante que caça replicantes. E ele é a escolha perfeita para o Departamento de Polícia de Los Angeles. Uma máquina que sabe exatamente o que fazer e pouco se lixa para o que cada morte significa. Essa pelo menos é a impressão que “K” passa a chefe do departamento, a tenente Joshi (Robin Wright, da série “House of Cards”). No íntimo, porém, o replicante revela-se um sujeito cheio de duvidas. Um caixão enterrado sob uma árvore seca aumenta ainda mais as incertezas de K. Dentro, encontra-se a ossada de uma mulher desconhecida. O legista diz que a vítima morreu de complicações de parto. Quando examinam os pormenores, descobrem uma costela marcada com número de série: a mulher era uma replicante. Deveria ser impossível um ser sintético engravidar, mas aconteceu. Esta descoberta é o incidente propulsor do filme. Para a tenente Joshi, a reprodução de replicantes representa uma ameaça para os principados da criação e para o equilíbrio social. Mas para o empresário Niander Wallace (Jared Leto, de “Esquadrão Suicida”), o diabólico sucessor da Tyrell Corporation, a fábrica de replicantes, representa uma oportunidade. Se os replicantes são capazes de se reproduzir por conta própria, eles podem ser peões de uma nova ordem. Desta forma, K encontra-se no centro de um conflito político. Ele é designado para encontrar e matar a criança que cresceu, tornou-se adulta e que ninguém sabe o paradeiro. Nessa missão, K esbarra em dois grupos inimigos, um que pretende interferir, e outro que tem a intenção de ajudá-lo. A quantidade de história aqui é suficiente para construir uma minissérie, mas em sua ambição, Villeneuve mira o além. Ele insere as ruminações sombrias do caçador de replicantes sobre a natureza da espécie humana, da espécie sintética e sobre o futuro da vida na Terra. Curioso que o aspecto mais promissor do filme envolva uma meditação periférica. Sim, tem mais uma! Trata-se de uma reflexão sobre as fronteiras do palpável e o virtual numa sociedade altamente tecnológica. Primeiro vemos como K lida com essa virtualidade em casa. Ele tem uma namorada chamada Joi (a cubana Ana de Armas), que simplesmente é um holograma. É comovente como são apaixonados e como sustentam a relação mesmo sem um beijo real. Na esperança de consolar o parceiro, a mulher holográfica contrata uma prostituta para fazer sexo com K. E numa jogada de mestre, sincroniza sua imagem sobre o corpo da outra para que a ilusão do sexo palpável seja plena. O trecho, sem sombra de dúvida, é o maior momento do filme. Uma inquietante sequência de amor em que o protagonista se vê enlaçado por um corpo real e outro virtual de duas cabeças, quatro mãos e quatro pernas que iludem e ao mesmo tempo fornecem o sentido do quanto o amor é um sentimento rico, vasto e complexo. Há outra cena preciosa, dentro de um casino antigo, onde os hologramas de artistas mortos podem ser vistos com o simples acionamento de um botão. Assim Elvis reaparece cantando em seu macacão branco. Marilyn comparece sedutora com a saia branca esvoaçante, seguido por Liberace ao piano e Sinatra entoando uma canção romântica. Uma sublime melancolia se instala nessa ocasião. Elvis, Marilyn, Sinatra são emblemas de um outro tempo, um passado simples, quando todos entendiam o que significava ser humano. Não há tal compreensão no mundo de 2049. No filme é impossível dizer a um ser sintético o que o torna mais humano, assim como parece igualmente complicado reforçar nos humanos seus traços civilizados. Isso implica em todo tipo de questões existenciais. Talvez os replicantes sejam como seres humanos e tenham uma alma. Ou talvez os humanos sejam como replicantes, tudo seja mecanicista, e toda a noção da alma não passe apenas de fantasia. “Blade Runner 2049” roça nessas ideias densas e promissoras. Pena que o roteiro esteja tão inflado delas. Em vez do desenvolvimento, temos apenas a amostragem. Nesse sentido, Villeneuve foi mais feliz em seu filme anterior, “A Chegada”. Esse novo bem que tenta alcançar o brilho neon-noir esfumaçado do Los Angeles de Ridley Scott, mas não é fácil redefinir o mapa de nossos sonhos coletivos. Isso é ruim? Certamente, não. Seria um descaso não mergulhar na experiência proposta. A satisfação é imediata, mas há o que pensar, uma quantidade razoável para sentir e até para ver. E não é todo dia que temos uma oportunidade dessas.

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  • Filme

    Último trailer de Blade Runner 2049 traz diversas cenas inéditas

    4 de outubro de 2017 /

    A Warner divulgou um trailer final “Blade Runner 2049”, repleto de cenas inéditas. Há até uma aparição de Edward James Olmos, que retoma seu papel do primeiro filme, Gaff. Mas o que mais chama atenção é a grandiosidade das cenas, que revelam um futuro muito mais sombrio que o longa original, submerso na poluição do ar, no lixo e na miséria. Escrita por Hampton Fancher (também do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling, de “La La Land”), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), Hiam Abbass (“Êxodo: Deuses e Reis”), Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), Carla Juri (“Zonas Úmidas”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Wood Harris (“Creed”) e Tómas Lemarquis (“X-Men: Apocalypse”). O filme tem direção de Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, que dirigiu o “Blade Runner” original de 1982, e as primeiras críticas falam em “obra-prima”. A estreia acontece na quinta (5/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Genial! Espetacular! Obra-Prima! Blade Runner 2049 destaca elogios da crítica em novo comercial

    2 de outubro de 2017 /

    A Warner, que distribui “Blade Runner 2049” nos Estados Unidos, divulgou um novo comercial que destaca os inúmeros, ostensivos e hiperbólicos elogios da crítica à produção. “Obra-prima” é um substantivo usado, assim como os adjetivos “genial”, “épico”, “perfeito”, “obrigatório” e “espetacular”, e expressões como “visual estonteante” e “de tirar o fôlego”. A crítica norte-americana amou o filme, que atualmente tem 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”), os efeitos visuais, a cenografia e a atuação de Harrison Ford são os pontos mais elogiados. Produzido por Ridley Scott, diretor do original, o longa traz Ford novamente ao papel de Rick Deckard, contracenando com Ryan Gosling (“La La Land”) como um novo caçador de androides rebelados. A estreia acontece na quinta (5/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Primeiras críticas de Blade Runner 2049 dizem que a continuação é melhor que o original

    29 de setembro de 2017 /

    Começaram a ser publicadas as primeiras críticas do aguardado “Blade Runner 2049”, sequência do clássico de ficção científica “Blade Runner” (1982), e elas refletem as primeiras impressões antecipadas na internet, de que se trata de uma “obra-prima” ou – blasfêmia! – um filme melhor que o original. No momento, o filme registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes A direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”), os efeitos visuais, a cenografia e a atuação de Harrison Ford são os pontos mais elogiados. Produzido por Ridley Scott, diretor do original, o longa traz Harrison Ford novamente ao papel de Rick Deckard, contracenando com Ryan Gosling (“La La Land”) como um novo caçador de androides rebelados. Confira abaixo algumas frases elogiosas da imprensa americana e inglesa sobre o filme, que estreia na quinta (5/9) no Brasil. “A sequência deslumbrante de Villeneuve está em seu caminho para se tornar uma lenda do cinema” – Rolling Stone. “Pode parecer prematuro atribuir a palavra ‘obra-prima’ a uma sequência de um filme dos anos 1980, mas sua audácia e perfeição formal – sem mencionar seu peso temático – não deixa alternativa” – Consequence of Sound. “‘2049’ busca, e encontra, algo notável: a elevação do cinema mainstream à alta arte” – Entertainment Weekly “Superelegante e profundamente humano, mesmo com hologramas e androides, a sequência espetacular pega a história de detetive do primeiro filme e a transforma numa grande mitologia de identidade, memória, criação e revolução” – USA Today. “Como ‘O Poderoso Chefão II’, é uma sequência de um filme muito celebrado que pode ser até melhor que o original” – The Independent. “É difícil falar mal de reboots e sequências tardias quando a exceção à regra é ‘Blade runner 2049’. Sem cinismo caça-níqueis ou repetição de fórmulas, essa sequência consegue aprofundar as ideias do primeiro filme” – The Wrap. “Um filme de ação visualmente deslumbrante cujas emoções não-convencionais podem ser descritas de muitas formas, de tentadoras a tediosas, mas nunca artificialmente inteligentes” – Variety “Esse filme só deve ser assistido na maior tela possível. ‘Blade Runner 2049’ é um espetáculo narcótico de vastidão misteriosa e impiedosa, por sua vez satírica, trágica e romântica” – The Guardian

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    Diretor de A Chegada e do novo Blade Runner negocia dirigir épico sobre Cleópatra

    28 de setembro de 2017 /

    Após as primeiras impressões da crítica taxarem “Blade Runner 2049” como “obra-prima”, o cineasta canadense Denis Villeneuve foi procurado pela Sony para assumir a direção de um novo épico sobre a rainha egípcia Cleópatra. Diretor também de “A Chegada”, que conquistou inúmeros elogios e prêmios no ano passado, Villeneuve planejava filmar a seguir um remake de “Duna”. Mas o site Deadline afirma que as negociações com a Sony já começaram. O projeto da nova “Cleópatra” é antigo. Desde que o produtor Scott Rudin (“A Rede Social”) comprou os direitos do best-seller “Cleopatra: A Life”, de Stacy Schiff, em 2010, a Sony cobiça Angelina Jolie para viver o papel principal. Isto, claro, foi num período em que não havia tanto clamor contrário à escalação de atores anglo-saxões em papéis de outras etnias. Para se ter noção, antes de Villeneuve ser convidado, Paul Greengrass (“Jason Bourne”), James Cameron (“Avatar”), David Fincher (“Garota Exemplar”) e Ang Lee (“As Aventuras de Pi”) chegaram a ser cotados para assumir sua direção, mas nenhum deles se entusiasmou. A história de Cleópatra já foi narrada diversas vezes no cinema. A versão mais famosa foi lançada em 1963 e protagonizada por Elizabeth Taylor. Scott Rudin e Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) são os produtores deste projeto, cujo roteiro passou por versões de David Scarpa (“O Dia em que a Terra Parou”), Eric Roth (“O Curioso Caso de Benjamin Button”) e Brian Helgeland (“Robin Hood”). Não há cronograma para a produção ou previsão de estreia.

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    Elenco é destaque em sete banners de Blade Runner 2049

    27 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou sete banners de “Blade Runner 2049”, que destacam o elenco grandioso da produção. As imagens reúnem Ryan Gosling (“La La Land”), Harrison Ford (repetindo seu papel do filme original), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), Hiam Abbass (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”). Para completar, o elenco também inclui Carla Juri (“Zonas Úmidas”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Wood Harris (“Creed”), Tómas Lemarquis (“X-Men: Apocalypse”) e Edward James Olmos, que retoma seu papel do primeiro filme, Gaff. Escrita por Hampton Fancher (também do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. O filme tem direção de Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, que dirigiu o “Blade Runner” original de 1982, e as primeiras impressões da crítica, divulgadas nas redes sociais, falam em “obra-prima”. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nas imagens para ampliá-las em tela inteira.

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    Primeiras impressões de “Blade Runner 2049” exaltam obra-prima

    27 de setembro de 2017 /

    A Warner fez as primeiras sessões de “Blade Runner 2049” para a imprensa americana e embora as críticas estejam embargadas, as reações nas redes sociais foram extremamente positivas. O tom geral é de exaltação e mais de um crítico definiu o longa dirigido por Denis Villeneuve (“A Chegada”) como “obra-prima”. Confira abaixo: BLADE RUNNER 2049 is sci-fi masterpiece; the kind of deep-cut genre film we don’t see anymore. Visually mind blowing, absolutely fantastic pic.twitter.com/A1d6ohmj3s — ErikDavis (@ErikDavis) 26 de setembro de 2017 “Blade Runner 2049 é uma obra-prima da ficção científica. O tipo de filme profundo de gênero que não vemos mais. Visualmente de explodir cabeças, absolutamente fantástico”, Erick Davis – Fandango. #BladeRunner2049 was one of the most mind-blowing films I’ve seen. It’s breathtaking and transportive. Denis Villeneuve has a masterpiece. — Jenna Busch (@JennaBusch) 26 de setembro de 2017 “Blade Runner 2049 é um dos filmes mais surpreendentes que já assisti. É de tirar o fôlego. Denis Villeneuve tem uma obra-prima”, Jenna Busch – Coming Soon. Good news! BLADE RUNNER 2049 is a terrific continuation and expansion of the orig. Wasn’t hoping for much, ended up LOVING it. (Even Leto!) — Jordan Hoffman (@jhoffman) 26 de setembro de 2017 “Boas notícias! Blade Runner 2049 é uma continuação incrível e uma expansão do original. Não estava esperando muito, terminei amando (até o Leto)”, Jordan Hoffman – The Guardian. I saw #BladeRunner2049 and it is BREATHTAKING. It’s an impressive follow-up, preserving mysteries, adding new ones, expanding the universe. — The Bibbidook (@WilliamBibbiani) 26 de setembro de 2017 “Assisti Blade Runner 2049 e é de tirar o fôlego. É uma sequência impressionante, que preserva os mistérios, adiciona alguns novos e expande o universo”, William Bibbiani – Crave Online. .@BladeRunner 2049 is phenomenal. Visually mind-blowing sci-fi w/ noir roots shining through in a tight, twisty mystery. Best of 2017 so far pic.twitter.com/kT4ZzWWlOQ — (((Eric Eisenberg))) (@eeisenberg) 26 de setembro de 2017 “Blade Runner 2049 é fenomenal. Uma ficção científica de explodir cabeças visualmente, com raízes noir em um mistério difícil e tenso. O melhor de 2017 até agora”, Eric Eisenberg – Cinema Blend. Everyone bow down to Denis Villeneuve. He’s done the impossible and delivered a huge home run with ‘Blade Runner 2049’. Loved it. pic.twitter.com/fjhAJgnwqT — Steven Weintraub (@colliderfrosty) 26 de setembro de 2017 “Todos se curvem para Denis Villeneuve. Ele fez o impossível e entregou uma grande vitória com Blade Runner 2049. Amei”, Steven Weintraub – Collider. I’ve seen Blade Runner 2049 and it’s FUCKING INCREDIBLE. — Kevin Polowy (@djkevlar) 26 de setembro de 2017 “Assisti Blade Runner 2049 e é completamente incrível”, Kevin Polowy – Yahoo. Escrita por Hampton Fancher (também do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling, de “La La Land”), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford, repetindo seu papel do filme original), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. O elenco também inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), o inglês Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que também retoma seu papel do primeiro filme, Gaff. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Blade Runner 2049 ganha 38 fotos em alta resolução

    26 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou 38 fotos em alta resolução de “Blade Runner 2049”, que trazem cenas do filme e também dos bastidores das filmagens, reunindo todo o elenco central, o diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”) e o produtor Ridley Scott, que dirigiu o “Blade Runner” original de 1982. Algumas dessas imagens já tinha aparecido antes com logotipos de revistas. Escrita por Hampton Fancher (também do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling, de “La La Land”), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford, repetindo seu papel do filme original), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. O elenco também inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), o inglês Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que também retoma seu papel do primeiro filme, Gaff. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nas imagens para ampliá-las em tela inteira.

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    Blade Runner ganha curta animado do criador de Cowboy Bebop

    26 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou o terceiro e último curta passado no universo de “Blade Runner”, que tem direção de Shinichirô Watanabe, criador dos cultuados animes “Cowboy Bebop” e “Samurai Champloo”. Único dos três realizados como animação, “2022: Black Out” também é o mais longo, com 15 minutos de duração, e o que revela mais detalhes sobre o futuro em que se passará o novo filme, “Blade Runner: 2049”. O vídeo narra um ataque de replicantes que causa um black-out tecnológico completo, levando ao fim da fabricação dos modelos Nexus e à falência da Tyrrel Corporation, responsável por suas criações. A história antecede a trama dos outros dois curtas dirigidos por Luke Scott (“Morgan”), filho de Ridley Scott, e ainda inclui um personagem do longa de 1982, Gaff (vivido por Edward James Olmos). A produção é uma iniciativa do diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”), responsável por “Blade Runner 2049”, que convidou Watanabe a desenvolver o curta, passado no intervalo entre o longa original, dirigido por Ridley Scott em 1982, e o seu, que chega aos cinemas em 5 de outubro. Veja também os curtas “2036: Nexus Dawn”, com Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), e “2048: Nowhere to Run”, com David Bautista (“Guardiões da Galáxia”) clicando nos seus títulos.

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