Zendaya fará par romântico com Timothée Chalamet no remake de Duna
A produção do remake de “Duna” segue escalando seu elenco. A novidade do dia é a atriz Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, “O Rei do Show”), que abriu negociações para interpretar o interesse romântico do protagonista da trama, que será vivido por Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). O contrato é para o papel de Chani, a “garota dos sonhos” de Paul Atreides (Chalamet). No filme dirigido por David Lynch em 1984, Sean Young (de “Blade Runner”) interpretou a personagem, enquanto Kyle MacLachlan (de “Twin Peaks”) viveu o herói da história. Segundo o site Collider, a personagem apareceria menos no novo filme, mas ganharia mais destaque a partir de uma possível continuação. Além de Zendaya e Timothée Chalamet, o elenco de “Duna” contará com Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”). A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Oscar Isaac negocia virar pai de Timothée Chalamet no remake de Duna
O ator Oscar Isaac está em negociações para se juntar ao elenco de outra sci-fi famosa. O intérprete de Poe Dameron na franquia “Star Wars” foi selecionado para o remake de “Duna”. Caso o contrato seja fechado, ele vai viver Leto Atreides, pai do herói da trama, Paul Atreides, que será vivido Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). Seu personagem é casado com Lady Jessica, papel interpretado por Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”). O elenco grandioso também conta com Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”). A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme por David Lynch em 1984 e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Charlotte Rampling entra no remake de Duna
A veterana atriz inglesa Charlotte Rampling, indicada ao Oscar por “45 Anos” (2015), entrou no elenco da nova adaptação de “Duna”, dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Ela se junta a Timothee Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”), previamente anunciados na produção, no papel da Reverenda Madre Mohiam, oráculo do imperador, que pode adivinhar intenções, descobrir mentiras e manipular os estados emocionais das pessoas. A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides (Chalamet), escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme por David Lynch em 1984 e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Stellan Skarsgard viverá líder do maligno clã Harkkonen no remake de Duna
A produção do remake de “Duna”, dirigido por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), definiu o intérprete de um de seus principais vilões. Stellan Skarsgard (“Thor”) dará vida ao terrível Barão Harkkonen, cujo ódio duradouro contra a família Atreides precipita os acontecimentos do filme. O personagem de Skarsgard também é tio de Glossu Rabban, mais conhecido como “A Besta”, interpretado por Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”). O elenco ainda inclui Timothee Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), que interpretam o protagonista Paul Atreides e sua mãe, Lady Jessica. A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 por David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Dave Bautista será um dos vilões do remake de Duna
O ator Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) foi confirmado no elenco do remake de “Duna”, próximo filme do diretor Denis Villeneuve. Bautista já havia trabalho no filme anterior do diretor, “Blade Runner 2049”. Ele se junta a Timothee Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) no elenco da nova adaptação do clássico sci-fi escrito por Frank Herbert. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 por David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”). A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Chalamet será o protagonista Paul Atreides, enquanto Ferguson será sua mãe, Lady Jessica. Bautista, por sua vez, viverá Glossu Rabban, mais conhecido como “A Besta”, um dos vilões. As filmagens devem começar nos próximos meses, mas ainda não há previsão de estreia.
Rebecca Ferguson entra no elenco do remake de Duna
Em alta após “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, atriz sueca Rebecca Ferguson já fechou diversos projetos para os próximos anos. O mais recente é sua inclusão no elenco de “Duna”. O projeto é uma adaptação do clássico literário da ficção científica escrito por Frank Herbert. Conhecido por ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 por David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e direção de Denis Villeneuve (“Blade Runne 2049”). A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Ferguson deve interpretar Lady Jessica, a mãe do jovem Paul, que o ajuda a escapar quando o império toma conta de Arrakis. Já o jovem herói será vivido por Timothée Chalamet, indicado ao Oscar 2018 por “Me Chame pelo seu Nome”. As filmagens devem começar nos primeiros meses de 2019, mas o filme ainda não tem previsão de estreia. Além de “Duna”, a atriz sueca também será vista em outros projetos badalados, como o novo “Homens de Preto”, onde deve contracenar com Chris Hemsworth e Tessa Thompson, e “Doutor Sono”, continuação de “O Iluminado”, em que interpretará a vilã. Além disso, ela encerrou recentemente as filmagens de “The Kid Who Would Be King”, uma versão da fábula do Rei Arthur com crianças, dirigida por Joe Cornish (roteirista de “Homem-Formiga”).
Timothée Chalamet negocia estrelar remake da sci-fi clássica Duna
O jovem ator americano Timothée Chalamet, indicado ao Oscar 2018 por “Me Chame pelo seu Nome”, está em negociações para estrelar a nova versão de cinema do romance clássico de ficção científica “Duna”, que será dirigida pelo canadense Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Ele viverá o protagonista da história, o jovem nobre Paul Atreides, papel que foi interpretado por Kyle MacLachlan na primeira adaptação da obra do escritor Frank Herbert, dirigida por David Lynch em 1984. Na época, o filme foi mutilado pelo produtor Dino De Laurentiis e, apesar de visualmente inovador, dividiu a crítica sem empolgar o público. Conhecido por ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em especial, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O filme terá roteiro de Eric Roth, que conquistou o Oscar por “Forrest Gump” (1995) e foi indicado outras três vezes ao prêmio da Academia. A movimentação em torno do primeiro nome do elenco indica o começo da pré-produção, mas por enquanto não se conhece o cronograma das filmagens, nem a previsão da estreia do longa, que será lançado pelo estúdio Legendary.
Produtor já planeja terceiro filme da franquia Sicario com Emily Blunt
“Sicario: Dia do Soldado”, continuação do thriller “Sicario: Terra de Ninguém”, ainda chegou aos cinemas, mas o produtor Trent Luckinbill já está planejando o terceiro longa da franquia. “Esse novo filme deixa a porta mais aberta para um terceiro, porque queremos continuar nesse universo. Eu diria que os fãs com certeza podem aguardar um terceiro filme. Todo mundo está disposto a fazer”, ele disse em entrevista ao site ScreenRant. Por “todo mundo”, ele inclui não apenas o roteirista Taylor Sheridan e o elenco da continuação, liderado por Josh Brolin e Benicio Del Toro, como também a atriz Emily Blunt, estrela do primeiro “Sicario”, que ficou de fora do segundo longa. “Eu acho que Taylor Sheridan deve ter algumas ideias a respeito disso, mas estamos abertos para esse mundo e adoraríamos trazer Emily de volta”, Luckinbill acrescentou, desta vez em entrevista ao site CinemaBlend. “Nós ainda não desenvolvemos o roteiro, mas seu retorno realmente faria sentido. Somos todos fãs do filme e chegamos à mesma conclusão: que seria incrível vê-la de novo. Então, estamos agilizando essas conversas agora”. Orçado em US$ 30 milhões, o primeiro “Sicario”, dirigido por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), não se pagou nas bilheterias, rendendo apenas US$ 46 milhões nos EUA e um total de US$ 84 milhões em todo o mundo. Mas encantou a crítica e teve três indicações ao Oscar 2016: Melhor Edição de Som, Trilha Sonora e Fotografia. A sequência, com direção de Stefano Sollima, do filme “Suburra” (2015) e da série “Gomorrah”, tem estreia marcada para 28 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer e cena da continuação de Sicario destacam clima de guerra
A Sony divulgou uma coleção de pôsteres internacionais, uma cena inédita e um novo trailer explosivo de “Sicario 2: Soldado”, continuação do suspense policial “Sicario: Terra de Ninguém” (2015). A prévia tem clima de filme de guerra e é repleta de ação, transportando o clima de combate ao terrorismo no Oriente Médio para o deserto mexicano, conforme o grupo de operações especiais comandado por Josh Brolin (“Deadpool 2”) ataca membros de um poderoso cartel de drogas. Mas uma reviravolta da trama faz o principal soldado da missão, o matador vivido por Benicio Del Toro, entrar em conflito com as ordens dos americanos. O elenco também inclui Catherine Keener (“Corra!”), Isabela Moner (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jeffrey Donovan (série “Shut Eye”), Matthew Modine (série “Stranger Things”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Manuel Garcia-Rulfo (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e Ian Bohen (série “Teen Wolf”). Quem não volta é a personagem de Emily Blunt, que, segundo o roteirista Taylor Sheridan, completou sua história no primeiro filme. Outra mudança acontece na direção. No lugar do canadense Dennis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), entrou o italiano Stefano Sollima, do filme “Suburra” (2015) e da série “Gomorrah”. Orçado em US$ 30 milhões, o primeiro “Sicario” não se pagou nas bilheterias, rendendo apenas US$ 46 milhões nos EUA e um total de US$ 84 milhões em todo o mundo. Mas encantou a crítica e teve três indicações ao Oscar 2016: Melhor Edição de Som, Trilha Sonora e Fotografia. A sequência tem estreia marcada para 28 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Kristen Stewart, Denis Villeneuve e Léa Seydoux integram o júri do Festival de Cannes 2018
A organização do Festival de Cannes 2018 divulgou o júri que irá eleger a Palma de Ouro e premiar os filmes da mostra competitiva. Além da presidente, a atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), previamente anunciada, o corpo de jurados inclui mais quatro mulheres e quatro homens, de sete nacionalidades diferentes. O júri inclui a atriz americana Kristen Stewart (“Personal Shopper”), a francesa Léa Seydoux (“Azul É a Cor Mais Quente”), a diretora americana Ava DuVernay (“Uma Dobra no Tempo”), o diretor canadense Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), o diretor russo Andrei Zvyagintsev (“Sem Amor”), o diretor francês Robert Guédiguian (“Uma História de Loucura”), o ator taiwanês Chang Chen (“A Assassina”) e a cantora e compositora Khadja Nin, do Burundi. Uma das principais críticas à seleção deste ano foi a baixa representatividade de cineastas mulheres na mostra competitiva. Por conta disso, o diretor artístico do festival, Thierry Fremaux, disse à revista Variety ter conversado com mulheres da indústria do audiovisual para ouvir conselhos de como resolver esse problema. Uma das sugestões foi aplicada na diversificação do júri, mas também será estendida para as comissões que escolhem os filmes, a partir da próxima edição. “Nós começamos a prestar mais atenção à proporção de gênero nas nossas comissões de seleção, por exemplo. Agora, duas de cada três comissões têm tantas mulheres quanto homens”, disse ele à publicação. O Festival de Cannes 2018 acontece de 8 a 19 de maio, quando serão anunciados os vencedores.
Trailer explosivo de Sicario 2 traz Benicio Del Toro e Josh Brolin em clima de guerra
A Sony divulgou o pôster mórbido e um novo trailer explosivo de “Sicario 2: Soldado”, continuação do suspense policial “Sicario: Terra de Ninguém” (2015). A prévia tem clima de filme de guerra e é repleta de ação, mostrando a relocação das táticas do combate ao terrorismo no Oriente Médio como estratégia para enfrentar o narcotráfico mexicano. Mas há uma reviravolta. A nova missão clandestina da trama é testemunhada por uma menina, que, por razões particulares, o Sicário (matador) vivido por Benicio Del Toro resolve proteger contra a ordem de eliminação de seus aliados. O elenco também traz de volta Josh Brolin do primeiro filme e inclui Catherine Keener (“Corra!”), Isabela Moner (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jeffrey Donovan (série “Shut Eye”), Matthew Modine (série “Stranger Things”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Manuel Garcia-Rulfo (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e Ian Bohen (série “Teen Wolf”). O filme não traz de volta a personagem de Emily Blunt, que, segundo o roteirista Taylor Sheridan, completou sua história no primeiro filme. Quem também não retorna é o diretor canadense Dennis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Em seu lugar, a ação é comandada pelo italiano Stefano Sollima, do filme “Suburra” (2015) e da série “Gomorrah”. Orçado em US$ 30 milhões, “Sicario” não se pagou nas bilheterias, rendendo apenas US$ 46 milhões nos EUA e um total de US$ 84 milhões em todo o mundo. Mas encantou a crítica e teve três indicações ao Oscar 2016: Melhor Edição de Som, Trilha Sonora e Fotografia. A sequência tem estreia marcada para 28 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Jóhann Johánnsson (1969 – 2018)
O compositor de trilha sonoras Jóhann Johánnsson, duas vezes indicado ao Oscar da categoria, morreu em Berlim na sexta-feira (9/2), de causas ainda desconhecidas, com apenas 48 anos de idade. A informação foi confirmada por seu empresário neste sábado, mas não há maiores detalhes. Nascido em Reykjavík, capital da Islândia, em 1969, Johánnsson começou a trabalhar com trilhas no filme “The Icelandic Dream” (2000), antes de lançar seu primeiro álbum solo, “Englabörn”, em 2002. Sua estreia no cinema norte-americano aconteceu no drama indie “For Ellen” (2012), imediatamente seguida pelo thriller “Os Suspeitos” (2013), que inaugurou uma parceria bem-sucedida com o cineasta canadense Denis Villeneuve. Ele voltou a trabalhar com Villeneuve em “Sicario: Terra de Ninguém” (2015), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, e “A Chegada” (2016), que causou forte impressão pela trilha eletrônica minimalista. Johánnsson também disputou o Oscar pela trilha da cinebiografia britânica “A Teoria de Tudo” (2014), de James Marsh, que lhe rendeu o Globo de Ouro da categoria. Sua experiência cinematográfica não se restringiu à composição. A inclinação para criar música de vanguarda o levou a trabalhar com o diretor Darren Aronofsky na concepção do impactante design de som de “Mãe!” (2017). Ele também dirigiu, roteirizou, fotografou e musicou o curta documental “End of Summer” (2014), em que registrou as semelhanças entre os extremos do mundo, da Islândia e da Antártida. Além disso, musicou a série islandesa “Trapped” (2016), dirigida por seu compatriota Baltazar Kormákur. Seus últimos trabalhos foram as trilhas do drama britânico “The Mercy”, segunda parceria com James Marsh, que estreou no dia de sua morte no Reino Unido, e da produção americana “Maria Madalena”, de Garth Davis, ainda inédita nos cinemas.
Diretor de Blade Runner 2049 balança com convite para filmar próximo James Bond
O diretor canadense Denis Villeneuve continua sendo um dos diretores mais requisitados de Hollywood, apesar de “Blade Runner 2049” não ter rendido nas bilheterias um terço do que faturou em elogios entre a crítica. Tanto que foi procurado para substituir Sam Mendes na direção do próximo filme de James Bond. Ele seria a opção favorita tanto do ator Daniel Craig quanto da produtora Barbara Broccoli. O problema é que já está com a agenda ocupada. “Eu disse para Barbara que adoraria trabalhar com ela e com Daniel, mas estou comprometido”, disse Villeneuve, em entrevista ao site Screen Rush. “Considero Daniel um ator fantástico e eu gostaria de fazer, mas há alguns meses entrei em ‘Duna’ e me comprometi.” O diretor já está trabalhando na pré-produção da adaptação da sci-fi “Duna”, baseada no livro clássico de Frank Herbert, que já foi levada às telas por David Lynch em 1984. Segundo Villeneuve, quando ele se compromete com um trabalho, não o abandona. “Lembrei que me comprometi com ‘O Homem Duplicado’ e apareceram com ‘Os Suspeitos’. Falei que precisava fazer ‘O Homem Duplicado’ primeiro. Fiz o mesmo com ‘A Chegada’ e ‘Blade Runner’. Para fazer ‘Blade Runner’, uma das minhas condições foi de terminar ‘A Chegada’ antes.” As declarações de Villeneuve indicam que no futuro próximo ele pode assumir a direção em algum novo filme da franquia 007 — que ele classifica como “uma velha fantasia minha”. “Quando a Legendary me ofereceu ‘Duna’ numa travessa de prata, um velho projeto com o qual eu sonhava há 30 anos, aceitei de cara. Quero honrar isso. Não significa que a produção vá começar antes de seis meses. E Bond também é uma velha fantasia minha, mas não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo. É um ano estranho, pois eu adoraria fazer um James Bond. Preciso me focar.”












