Diretores demitidos de Han Solo serão creditados no filme como produtores
Quando Ron Howard assumiu a direção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, o status dos diretores demitidos Phil Lord e Chris Miller ficou no ar. Afinal, eles filmaram vários meses – a maior parte – da produção. Mas como seriam creditados? Codiretores? Os próprios cineastas revelaram como serão identificados no filme. “À luz das diferenças criativas, escolhemos ter um crédito de produtores executivos”, Miller contou ao público do GLAS Animation Festival na noite de sexta (23/3), ao mesmo tempo em que defendeu suas contribuições. “Ficamos muito orgulhosos das muitas contribuições que fizemos para o filme”. De acordo com o Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês), quando um filme tem vários diretores, a decisão de quem creditar é atribuída à produtora. Mas se esses diretores desejarem, poderão apresentar recursos ao DGA. Como Lord e Miller cortaram todo envolvimento com o filme, eles devem sentir que o projeto mudou muito para optarem por não receber créditos por sua direção. O anúncio da demissão surpreendeu fãs que aguardavam com curiosidade para ver o que os cineastas responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Anjos da Lei” fariam numa galáxia muito distante. Entretanto, seu estilo de comédia, com muitas cenas improvisadas, entrou em choque com o processo de produção industrial da Lucasfilm e eles acabaram demitidos por Kathleen Kennedy em junho do ano ano passado, após filmagens de 70% do longa. “Eu acho que esses caras são hilários, mas eles vêm da animação e da comédia de esquetes, e quando você faz ‘Star Wars’ você tem uma estrutura que movimenta exércitos de pessoas. Então, literalmente, tudo se resume à adequação ao processo”, disse Kennedy, em entrevista à revista Entertainment Weekly, justificando a demissão. A demissão de diretores no meio de uma filmagem é prática bastante incomum em Hollywood. Normalmente, há um acordo de bastidores, com a utilização de um cineasta não creditado para completar a produção, e os diretores originais só tiram seus nomes dos filmes se quiserem. Foi o que aconteceu, por exemplo, em “Quarteto Fantástico”, que manteve os créditos de Josh Trank. E, dizem, também em “Guerra Mundial Z”. E provavelmente até em “Rogue One: Uma História Star Wars”, embora ninguém da produção aborde oficialmente esse assunto.
Dax Shepard será substituto de Danny Masterson na série The Ranch
A série “The Ranch” já definiu um substituto para Danny Masterson, afastado da produção após ser investigado por abusar sexualmente de várias mulheres. A vaga de coprotagonista, ao lado de Ashton Kutcher, será preenchida por Dax Shepard (“CHiPs: O Filme”). “The Ranch” marcava o reencontro de Masterson com Ashton Kutcher, após os dois trabalharem juntos na série clássica de comédia “That ’70s Show”. Na atração de streaming, os dois interpretam irmãos, que voltam a conviver depois de anos, quando o personagem de Kutcher, que morava na cidade grande, retorna ao “rancho” da família. A “substituição” será parecida com o que aconteceu com o próprio Kutcher, quando ele entrou na vaga de Charlie Sheen em “Two and a Hallf Man”. A estratégia simples consiste em introduzir um outro personagem na trama. Shepard interpretará Luke Matthews, um ex-soldado recém-chegado a Garrison, onde conhece os Bennetts e forma um vínculo imediato com Colt (Kutcher). Ele vai aparecer na segunda metade da 3ª temporada de “The Ranch”, que atualmente está em hiato. Será o segundo trabalho do marido de Kristen Bell na Netflix, após participar de “Wet Hot American Summer: Ten Years Later”, no ano passado.
Audiência de The Walking Dead cai ainda mais nos Estados Unidos
A audiência de “The Walking Dead” segue em queda livre. Segundo a consultoria Nielsen, o episódio do último domingo (11/3) foi visto por 6,6 milhões de pessoas ao vivo nos Estados Unidos, a menor audiência da 8ª e atual temporada. Assim, cristaliza-se a tendência de encolhimento, abaixo da média de público da 2ª temporada, assistida por 6,9 milhões entre 2011 e 2012. Para dar noção da rapidez do vazamento, a temporada anterior, que já tinha preocupado o canal pago pela queda de público, manteve média de 11,3 milhão de telespectadores por episódio. Em um ano, o público caiu praticamente pela metade. Agora, o público só supera a média da 1ª temporada, vista por 5,2 milhões em 2010. Entretanto, em relação ao público-alvo, a medição de 2,8 pontos é a pior desde o quarto episódio da 1ª temporada, que registrou 2,4 pontos na demo, quando a série não era tão conhecida. Ou seja, isto significa que o último episódio supera apenas quatro episódios de todo a série em termos de audiência qualificada. Quando essa tendência começou a ficar clara, acompanhada por comentários negativos, petições e protestos nas redes sociais contra o ritmo e opções narrativas da série, a AMC decidiu “promover” o showrunner Scott M. Gimple, na prática afastando-o do dia-a-dia da produção. Mas isso pode ter acontecido tarde demais. Gimple sai da produção após matar um dos personagens mais queridos do público, o jovem Carl, que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Mais importante que isso, enquanto seu antecessor, Glen Mazzara, tratou da adaptação do arco do Governador de forma rápida, por uma temporada e meia (21 episódios), Gimple esticou o confronto contra Negan além do necessário, com três dezenas de capítulos que pausam mais do que avançam a história, dispersando o foco por diversos personagens irrelevantes. Mais de 10 milhões de pessoas desistiram de seguir a série desde a 6ª temporada e não retornaram. A aposta de que uma morte traumatizante, como a de Carl, interpretado por Chandler Riggs, ajudasse a trazer o público de volta se provou equivocada. Mais pessoas abandonaram o programa. Paralelamente, o canal segue se recusando a negociar o aumento salarial pedido pela intérprete de outra personagem querida. A atriz Lauren Cohan já começar a gravar sua participação no piloto de uma nova série, supostamente recebendo o dobro. Diante do impasse, a intérprete de Maggie já deixou claro que prefere escapar do apocalipse que se abate sobre a série. A dúvida é se “The Walking Dead” sobreviverá a mais uma perda significativa em seu elenco, por decisões suicidas de sua própria equipe. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2.
Jesse Williams desabafa no Twitter sobre saída das intérpretes de April e Arizona de Grey’s Anatomy
O ator Jesse Williams, que vive o Dr. Jackson Avery em “Grey’s Anatomy”, lamentou no Twitter a saída das atrizes Jessica Capshaw e Sarah Drew, demonstrando que não foram apenas os fãs – e as próprias atrizes – que ficaram chateados com a decisão das produtoras da serie. “Sarah e Jessica são facilmente algumas das minhas colegas e pessoas favoritas, então essa notícia é uma droga. O talento delas fala por si só, mas é pelo modo como elas são como pessoas que me sinto grato de as ter conhecido e privilegiado em ter trabalhado e aprendido com elas.” Na trama da série, Williams tem uma relação muito próxima com a personagem de Sarah Drew, a Dra. April Kepner, com quem já foi casado e compartilha uma filha. “Dizer que a falta delas será sentida é muito pouco. Felizmente para todos, nós poderemos ver essas artistas continuarem a trazer vida a personagens complexos e interessantes por muitas luas ainda!”, completou, revelando que as duas só sairão definitivamente da série no final da temporada. Veja os tuítes originais abaixo. 1of2: Sarah and Jessica are easily among my very favorite people and coworkers, so this news fuckin sucks. Their immense talent speaks for itself but it’s them as people that I’m so grateful to know, privileged to have worked with and learned from. — jesse Williams. (@iJesseWilliams) March 8, 2018 2of2: To say they’ll be missed is a massive understatement. Luckily for all of us, we’ll get to see these artists continue bringing compelling and complex characters to life for many moons to come! #OurWorkIsForever — jesse Williams. (@iJesseWilliams) March 8, 2018
Ator de Gossip Girl é acusado de escravizar sexualmente uma mulher
O ator Ed Westick, intérprete de Chuck Bass na série “Gossip Girl”, virou alvo de nova denúncia de abuso sexual. Desta vez, ele foi acusado por uma estilista de escravizá-la sexualmente por dois dias após uma festa na casa do ator. O caso veio à tona durante um processo da estilista Haley Camille Freedman, localizado pelo site de celebridades TMZ. Na ação, ela alega ter ido com um grupo de amigos à casa de Westick em 2014. Após todos irem embora, ela permaneceu na residência e os dois fizeram sexo. Mas as coisas ficaram estranhas quando ele lhe pediu para estrangulá-lo, espancá-lo e cuspir nele. Quando ela se negou a fazer isso, o ator teria começado a fazer nela. Após o sexo, a estilista teria caído no sono e passado a noite na casa. Na manhã seguinte, quando estava tomando banho, Westick entrou no banheiro e fez sexo com ela contra a sua vontade. Em seguida, ela percebeu que estava presa no local, com o ator se recusando a liberá-la. Ela ficou trancada por dois dias sem sinal de telefone. Westick a teria trancado para continuar fazendo sexo com ela e a agredir. Ainda na acusação, Haley afirma que sofreu contusões e sangramentos. O curioso é que o processo não é criminal nem dirigido contra o ator, mas uma ação civil por indenização contra ex-parceiros de negócios da atriz, que a afastaram quando ela ameaçou denunciar Westwick na imprensa. Freedman afirma que levou a história para a imprensa, mas a equipe de relações públicas do ator barrou a divulgação, afirmando que se tratou de sexo consensual. Ela ainda sofreu uma campanha de difamação e perdeu clientes. Mas após o movimento #MeToo, outros casos vieram à tona. Freedman é a quarta mulher a dizer que foi estuprada pelo ator. Por coincidência, todos os eventos aconteceram em 2014 – período em que ele estava desempregado. Westwick afirma que todas as alegações contra ele são mentirosas. Sua carreira praticamente acabou após a primeira acusação vir à tona. Sem projetos encaminhados, o ator foi demitido de todas as séries em que trabalhava. Além disso, os produtores da minissérie “Ordeal by Innocence”, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, pegaram a deixa de Ridley Scott e regravaram a produção já finalizada para substitui-lo por outro intérprete.
Ellen Pompeo recusa papel de vilã na demissão das atrizes de Grey’s Anatomy
Diante da repercussão negativa da demissão das atrizes Sarah Drew e Jessica Capshaw da série “Grey’s Anatomy”, a atriz Ellen Pompeo, intérprete da protagonista Meredith Grey, decidiu usar as redes sociais para se defender de ilações sobre uma suposta relação entre seu recente aumento salarial e o corte no elenco. O site Deadline fez esta relação, ao lembrar dos US$ 20 milhões obtidos por Pompeo em sua renovação contratual para estrelar mais duas temporadas da série, poucos meses antes da saída das intérpretes de April e Arizona. Isto foi suficiente para alimentar as especulações dos fãs. Após a showrunner Krista Vernoff publicar um comunicado em seu Twitter, negando categoricamente que os dois fatos estejam relacionados, Pompeo também se manifestou nas redes sociais. “É lamentável que o Deadline opte por tentar colocar mulheres umas contra as outras no Dia Internacional das Mulheres”, ela criticou. “Eu sou uma garota crescida. O Deadline pode me visar se quiser, mas, para os fãs, por favor não caiam nessa armadilha. Isso [as demissões] está muito acima da minha alçada”. Veja os tuítes originais abaixo: Its unfortunate that @DEADLINE chooses to try to pit women against eachother on #InternationalWomensDay #shameonyounotme — Ellen Pompeo (@EllenPompeo) March 8, 2018 I'm a big girl @DEADLINE can take shots at me if they want but to the fans please don't fall into that trap. This is above my pay grade — Ellen Pompeo (@EllenPompeo) March 8, 2018
Produtora jura que demissões de Grey’s Anatomy não tem relação com salário de Ellen Pompeo
As demissões das atrizes Sarah Drew e Jessica Capshaw da série “Grey’s Anatomy” pegou mal entre os fãs da série, originando protestos nas redes sociais e especulações sobre a relação do corte no elenco com o aumento conquistado pela protagonista Ellen Pompeo, que vai receber US$ 20 milhões para participar das próximas duas temporadas. Até o site Deadline fez esta relação, o que levou a showrunner Krista Vernoff a publicar um comunicado em seu Twitter, negando veementemente que a dispensa das intérpretes de April e Arizona fosse uma compensação pelo salário elevado de Pompeo. “A sugestão de que haja relação entre nossas mudanças no elenco e a renegociação salarial de Ellen Pompeo é errada, maldosa e equivocada”, escreveu Vernoff. “Ela parte de uma noção antiquada e patriarcal de que as mulheres devem ser colocadas umas contra as outras e que o sucesso de uma mulher custará caro para as outras”. Vernoff destacou que Pompeo “defendeu apaixonadamente seus companheiros de elenco” e tem sido um exemplo para mulheres que buscam defender seus direitos no ambiente de trabalho. E reiterou que a decisão de agitar o elenco “foi criativa”. “A única coisa mais constante que Ellen Pompeo em ‘Grey’s Anatomy’ é nossa tendência de renovação. Isto é parte do nosso sucesso e o que torna a série tão excitante. E essa é toda a história”. Atualmente na 14º temporada, “Grey’s Anatomy” acompanha o cotidiano dos médicos de um hospital de Seattle, nos Estados Unidos, enquanto cuidam de pacientes e tentam manter seus relacionamentos amorosos. Mesmo após tanto tempo, a atração criada em 2005 por Shonda Rhimes continua a ser líder de audiência da rede americana ABC. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony. Veja a nota original da produtora abaixo. Regarding #GreysAnatomy and @EllenPompeo pic.twitter.com/d2ynURphsR — Krista Vernoff (@KristaVernoff) March 8, 2018
Intérpretes de Arizona e April assumem surpresa e tristeza por demissões de Grey’s Anatomy
A decisão das produtoras de “Grey’s Anatomy” de tirar as personagens Arizona Robbins e April Kepner da série surpreendeu as atrizes que interpretam as duas médicas. As duas foram às redes sociais. Sarah Drew, intérprete de April, admitiu que ainda não conseguiu processar sua demissão. E Jessica Capshaw, a Arizona, se disse muito triste. Em seu Instagram, Drew agradeceu ao carinho dos fãs e compartilhou sua reação. “Sei que vocês estão tristes. Eu estou triste também. Recebi essa informação há menos de 48 horas, então ainda não estou pronta para escrever os meus agradecimentos e fazer um balanço sobre os meus nove anos na série. Isso virá depois”, prometeu. “No momento, eu gostaria de dizer que amo vocês. Também amo April, e a história dela ainda não acabou. E a boa notícia (pelo menos para mim) é que estou aqui no estúdio sendo a sombra de uma das pessoas favoritas, Kevin McKidd [intérprete de Owen Hunt]”, contou ela, que segue gravando a série. “Fico com minha família de ‘Grey’s’ nesta semana e na próxima, então vou poder processar todos os meus sentimentos cercada dessa comunidade que cuidou de mim por quase uma década. Por isso, sou muito grata.” Jessica também publicou seu recado no Instagram. “Nos últimos dez anos, eu tive o raro privilégio de não apenas dar vida a Arizona Robbins, mas também de me apaixonar por ela”, disse a atriz. “Arizona é gentil, inteligente, engraçada, corajosa, destemida e muito boa no seu trabalho.” Ela ressaltou que sua personagem foi uma das primeiras integrantes da comunidade LGBTQ a ser representada no elenco principal em uma série da TV aberta norte-americana: “Seu impacto no mundo é para sempre.” Mas confirmou sua tristeza com a decisão dos produtores. “Estou triste ao ver ela partir, mas me consolo ao pensar que continuará viva no nosso consciente”. Sem mágoas, ela terminou seu recado com um agradecimento. “Shonda, obrigado por essa incrível jornada”, escreveu, referindo-se à criadora da série Shonda Rhimes. Veja as notas originais das duas atrizes abaixo. ❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Sarah Drew (@thesarahdrew) em 8 de Mar, 2018 às 10:56 PST Uma publicação compartilhada por Jessica Capshaw (@jessicacapshaw) em 8 de Mar, 2018 às 10:54 PST
April e Arizona vão sair de Grey’s Anatomy na atual temporada
As atrizes Jessica Chapshaw e Sarah Drew, que interpretam Arizona e April em “Grey’s Anatomy”, vão deixar a série ao final da atual temporada. “É muito difícil dizer adeus para um dos meus personagens”, disse a produtora executiva Shonda Rhimes, ao fazer o anúncio. “Tanto Arizona Robbins quanto April Kepner não são apenas amadas, mas se tornaram ícones. Uma é gay [Arizona] e outra uma cristã devota [April], integrantes de comunidades tão pouco representadas na TV… Elas sempre farão parte da família Shondaland”. Jessica interpreta a médica pediatra Arizona Robbins desde a 5ª temporada (de 2008) e Sarah entrou na trama no ano seguinte, na pele da então residente April Kepner. Já a showrunner Krista Vernoff disse que as despedidas fazem parte do trabalho. “Como roteiristas, nosso dever é seguir as histórias até onde elas querem ir, e isso às vezes significa dar adeus a personagens que amamos. Foi uma alegria e um privilégio trabalhar com essas atrizes talentosas”, declarou. A saída da dupla foi decretada alguns meses após a protagonista Ellen Pompeo firmar um contrato de US$ 20 milhões para estrelar mais duas temporadas da série. Atualmente na 14º temporada, “Grey’s Anatomy” acompanha o cotidiano dos médicos de um hospital de Seattle, nos Estados Unidos, enquanto cuidam de pacientes e tentam manter seus relacionamentos amorosos. Mesmo após tanto tempo, a atração criada em 2005 por Shonda Rhimes continua a ser líder de audiência da rede americana ABC. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Artista francês acusa Disney de plagiar seu trabalho nos pôsteres de Han Solo
O artista francês Hachim Bahous acusou a Disney, em um post no Facebook, de ter plagiado seu trabalho para fazer os pôsteres de “Han Solo: Uma História Star Wars”. Segundo Bahous, o estúdio copiou o visual de artes criadas por ele para o lançamento de uma coleção de discos Sony Music, de 2015. Compare abaixo. “À esquerda estão os pôsters oficiais do próximo ‘Star Wars’ (Disney), e à direita as imagens que eu fiz em 2015 para Sony Music France/Legacy Recordings France… Eu fico lisonjeado que a qualidade do meu trabalho tenha sido reconhecida, mas isto é simplesmente a mais pura e simples cópia, não foi pedida minha permissão e eu quero créditos e pagamento por este trabalho que eu fiz para a Sony!”, ele escreveu no post. Procurada pelo site The Hollywood Reporter, a Disney respondeu que está verificando a acusação. “Os cartazes foram criados por um fornecedor externo e é algo que estamos investigando”, disse um porta-voz do estúdio. A acusação se soma aos problemas de bastidores da produção, com a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. Chamado de última hora, Ron Howard assina a versão final do longa. “Han Solo: Uma História Star Wars”, que traz Alden Ehrenreich como o personagem icônico, tem estreia marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Teaser da última temporada de House of Cards traz Claire como Presidente dos EUA
A Netflix divulgou o teaser da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro. Como mostra o vídeo, o protagonismo passou para as mãos de Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey, a estreia ainda não teve sua data confirmada. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para gravar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele.
Criador de Fuller House é demitido da série após denúncias de abusos
Denúncias de abuso custaram o emprego a mais um produtor de TV. Jeff Franklin, o criador da série “Fuller House”, foi demitido pela Netflix após ser acusado de agressividade verbal e por fazer declarações inadequadas no set da gravações e na sala de roteiristas. Os tempos dos chefes intocáveis parecem definitivamente encerrados. Detalhes das condutas consideradas impróprias não foram revelados. Mas, como resultado das alegações, a Warner resolveu não renovar o contrato de produção do veterano roteirista de TV, criador de “Três É Demais” (Full House) em 1987 e seu spin-off atual na Netflix. Em nota, a divisão televisiva da Warner foi sucinta: “Não renovamos o acordo de produção de Jeff Franklin e ele não estará mais trabalhando conosco”. A Netflix reiterou que, apesar do afastamento do mentor da série, a produção de “Fuller House” não será afetada. A atração foi renovada para sua 4ª temporada em janeiro. Franklin não comentou diretamente as acusações contra ele, mas abordou sua saída da série nas redes sociais. “Estou com o coração partido em deixar ‘Fuller House'”, escreveu ele no seu Instagram, postando um foto em que aparece ao lado de Andrea Barber, Candace Cameron e Jodie Sweetin, as protagonistas da série. Ele ainda colocou na legenda: “Criar e executar ‘Fuller House’ foi a maior alegria. Desejo ao elenco e minha segunda família por mais de 30 anos sucesso contínuo. Estou tão orgulhoso de tudo o que realizamos junto, além de agradecer aos fãs leais”. Veja o post original abaixo. I’m heartbroken to be leaving Fuller House. Creating and running Full House and Fuller House has been the greatest joy. I wish the cast, my second family for over 30 years, continued success. I’m so proud of all we accomplished together, and beyond grateful to our loyal fans. Adios Tanneritos! Uma publicação compartilhada por Jeff Franklin (@fullerhouseguy) em 28 de Fev, 2018 às 6:21 PST
História de Todo o Dinheiro do Mundo vira comédia no trailer da série Trust
O canal pago americano FX divulgou um novo trailer de “Trust”, minissérie que conta a mesma história do tumultuado filme “Todo o Dinheiro do Mundo”. A prévia ajuda a explicar porque Ridley Scott fez de tudo para lançar seu filme antes da produção televisiva, já que sugere uma história muito mais – com direito a trocadilho – rica e divertida que a versão cinematográfica. O tom é de comédia noir de humor negro, como o primeiro longa de seu diretor. “Trust” também foi desenvolvida por um cineasta inglês consagrado: Danny Boyle, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A minissérie é uma nova parceria entre ele e o roteirista Simon Beaufoy. Os dois fizeram juntos “Quem Quer Ser um Milionário?” e também “127 Horas” (indicado ao Oscar em 2011). Mas “Trust” remete à “Cova Rasa” (1994), que colocou Boyle na mira dos cinéfilos. Ambientada em 1973, a trama aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares. A diferença é que, na versão televisiva, a própria vítima planeja o crime, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe libera dinheiro. Só que o plano não corre como esperado, pois o rapaz acaba sequestrado de verdade e o magnata se recusa a pagar. Para completar, o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para a mãe do rapaz, quebrada financeiramente. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para salvar a vida do filho. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que, como o filme, também conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie estreia em 25 de março nos Estados Unidos.












