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  • Etc,  Filme

    Apesar dos apelos do elenco de Guardiões da Galáxia, Disney não deve recontratar James Gunn

    2 de agosto de 2018 /

    Apesar da carta aberta do elenco da franquia “Guardiões da Galáxia” pedindo o retorno do diretor James Gunn ao terceiro filme da saga, a Walt Disney Company não deve de recontratá-lo. É o que fontes do estúdio afirmaram à revista Variety. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, o estúdio encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. Além disso, o próprio presidente da Disney, Alan Horn, emitiu publicamente a ordem de demissão. O cargo é muito grande, assim como o ego, para voltar atrás. “Eu não vejo a Disney recontratando-o”, disse a fonte citada pela revista. “Aqueles tuítes foram muito horríveis e a Disney exige um nível de discrição dos seus empregados maior do que os outros estúdios”, continuou. A Variety também apurou que a demissão de Gunn foi referendada por Bob Iger, CEO da Disney, o que mostra que a decisão foi unânime dentro da companhia. Ainda de acordo com a revista, apesar de a carta enviada pelos atores deixar aberta a possibilidade de o elenco abandonar a produção, caso a Disney não chame Gunn de volta, o estúdio acredita que o bom senso vai prevalecer e que nenhum deles está disposto a pagar a multa rescisória por não cumprir seus contratos. Antes da demissão de Gunn, as filmagens de Guardiões da Galáxia Vol. 3 estavam previstas para começar em janeiro de 2019 e o lançamento do filme marcado para 2020. Além de dirigir, ele também era responsável pelo roteiro, que já estava pronto. E vinha sendo apontado por Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, como o responsável pela próxima fase de filmes do estúdio, devido ao seu conhecimento dos personagens cósmicos dos quadrinhos. Agora, a Marvel vai precisar voltar vários passos atrás e recomeçar tudo do zero, inclusive a história de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” – que, possivelmente, nem seja mais lançado com este título.

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  • Série

    Andrew Lincoln revela o que o levou a sair de The Walking Dead

    30 de julho de 2018 /

    O ator Andrew Lincoln, intérprete de Rick em “The Walking Dead”, revelou para a revista Entertainment Weekly o que o levou a decidir sair da série, sem renovar seu contrato para continuar como protagonista da atração. “Eu tenho dois filhos pequenos e moro em outro país. Eles ficam cada vez menos ‘transportáveis’ conforme crescem. Foi simples assim. Já era tempo de eu voltar para casa”, justificou, explicando que a distância dos filhos pesou. O ator é inglês e mora na Inglaterra, mas a série é gravada no estado da Geórgia, nos Estados Unidos. Ele também comentou como foi gravar seus últimos episódios na 9ª temporada e revelar sua despedida ao público, o que aconteceu durante sua participação na San Diego Comic-Con. “Terminar a série foi libertador e muito gratificante, nos dois últimos episódios em particular. Mas fazer um painel [na SDCC 2018] e ter que falar sobre isso com as pessoas e depois ver todos os meus amigos me abraçando? Me fez perceber que agora é real”. A 9ª temporada de “The Walking Dead” também marcará a despedida de Lauren Cohan (a Maggie) e talvez até de Danai Gurira (Michonne). Os novos episódios começam a ser exibidos no dia 7 de outubro. A série faz parte da programação do canal pago Fox no Brasil.

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  • Filme

    Elenco de Guardiões da Galáxia se junta para defender o diretor James Gunn e pedir sua volta para o Vol. 3

    30 de julho de 2018 /

    O maior inimigo da Marvel no cinema existe na vida real: é a extrema direita americana. Após cair numa cilada de conspiradores de direita e demitir precipitadamente o diretor James Gunn, por piadas impróprias que ele postou no Twitter na década passada, antes de ser contratado pela companhia, a Disney acabou vítima de “fogo amigo”, vendo-se numa – situação que parece sair de seus filmes – “guerra civil” contra os “super-heróis da Marvel” por suas decisões. Os intérpretes dos “Guardiões da Galáxia” publicaram uma carta aberta nesta segunda-feira (30/7), em que se posicionam claramente em defesa do diretor da franquia, dispensado pelo estúdio da produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O conteúdo tenta manter o confronto de opiniões em tom civilizado, mas tuítes individuais de alguns integrantes do elenco sugerem ânimos mais exaltados, o que deixa a produção do terceiro filme da franquia em situação insustentável. A Marvel pode precisar reescalar o elenco inteiro se for adiante com o projeto sem James Gunn. “Para nossos amigos e fãs: Nós apoiamos completamente James Gunn”, começa a carta. “Nós todos ficamos chocados com sua abrupta demissão na semana passada, e intencionalmente esperamos esses dez dias para pensar, orar, ouvir e discutir sobre isso. Nesse tempo, nos vimos encorajados pela torrente de apoio vinda de fãs e membros da mídia que gostariam de ver James reinstituído como diretor do ‘Volume 3’, assim como desencorajados por aqueles que foram tão facilmente enganados e acreditaram nas muitas teorias de conspiração que o envolveram”. “Estar nos filmes de ‘Guardiões da Galáxia’ foi uma honra na vida de cada um de nós”, continua o elenco. “Não podemos deixar esse momento passar sem expressar nosso amor, apoio e gratidão a James. Não estamos aqui para defender suas piadas de anos atrás, mas sim para dividir a experiência que tivemos no tempo que passamos juntos no set de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 1’ e ‘Vol. 2’. O caráter que ele mostrou após sua demissão é consistente com o do homem que vimos todos os dias no set, e suas desculpas, agora e anos atrás, acreditamos ser de coração – um coração que conhecemos, confiamos e amamos. Ao escalar cada um de nós para ajudá-lo a contar essa história de desajustados que encontram a redenção, ele mudou nossas vidas para sempre. Acreditamos que o tema da redenção nunca foi tão atual quanto agora”. “Cada um de nós está ansioso para atuar com o nosso amigo James no futuro. Sua história não acaba aqui – nem de longe”, escrevem a seguir. A carta segue condenando a forma como as redes sociais e a opinião pública condenam personalidades acusadas de crimes ou expostas por supostos preconceitos de forma apressada e sem critério, citando o que aconteceu com o diretor como um exemplo de ‘um bom homem’ que passou por “assassinato de caráter”. “É nossa esperança que o que aconteceu possa servir como exemplo para todos nós percebermos a enorme responsabilidade que temos, conosco e uns com os outros, ao decidirmos gravar as nossas palavras na internet. Como sociedade, podemos aprender com essa experiência que devemos pensar duas vezes antes de decidir o que queremos expressar, de forma que usemos esse poder para ajudar e curar, ao invés de machucar”. O texto se conclui: “Obrigado por tirarem tempo para ler nossas palavras”. Assinam Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis), Sean Gunn (Kraglin) e Michael Rooker (Yondu). O ator Chris Pratt, intérprete do Senhor das Estrelas, ainda acrescentou, ao postar a carta em sua conta no Instagram: “Embora eu não apoie as piadas inapropriadas de James Gunn de anos atrás, ele é um bom homem. Eu, pessoalmente, adoraria vê-lo reinstituído como diretor do Volume 3”. “Guardiões da Galáxia, Vol. 3” segue previsto para 2020 no calendário da Disney, embora ainda não haja notícias sobre um diretor substituto para Gunn, sobre sua readmissão ou sobre nova escalação de elenco. Although I don’t support James Gunn’s inappropriate jokes from years ago, he is a good man. I’d personally love to see him reinstated as director of Volume 3. If you please, read the following statement- signed by our entire cast. Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt) em 30 de Jul, 2018 às 9:41 PDT

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  • Série

    Atriz de Psych entra na nova temporada de Máquina Mortífera

    28 de julho de 2018 /

    A atriz Maggie Lawson (a Juliet de “Psych”) entrou no elenco da 3ª temporada de “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”. Ela vai viver a ex-namorada do novo protagonista, interpretado pelo Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”). Chamada de Natalie Flynn, a personagem é uma médica cirurgiã de emergência com experiência em zonas de conflito. Ela conheceu Wesley Cole, papel de Scott, durante uma guerra e os dois tiveram um breve romance, que resultou em gravidez. A explicação narrativa para a entrada do personagem de Scott na trama é sua mudança para Los Angeles para ficar mais perto do filho. Assim, o ex-militar torna-se o novo parceiro de Roger Murtaugh, papel de Damon Wayans. Wesley Cole é uma criação exclusiva da série, que nunca apareceu nos filmes. Ele foi concebido para ocupar o espaço deixando pela saída de Martin Riggs da trama. O personagem original, que foi vivido por Mel Gibson no cinema, precisou ser eliminado da série por conta da demissão de Clayne Crawford no final da 2ª temporada, após ser acusado de “comportamento agressivo e inapropriado” no set de gravações, com ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Damon Wayans. Com a entrada de Scott e Lawson, a série se afastará de vez da premissa cinematográfica, provavelmente enveredando mais para o humor, tendo em vista que os novos protagonistas são atores de comédia como Wayans.

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  • Etc

    Roseanne Barr está “enojada” com apoio recebido por James Gunn após ser demitido pela Disney

    24 de julho de 2018 /

    Roseanne Barr está inconformada. Ou, em suas palavras, “enojada”. Depois de ser demitida e ter a série que leva seu nome cancelada devido a um tuíte racista que escreveu contra uma ex-assessora do presidente americano Barack Obama, ela decidiu se revoltar contra as mensagens de apoio recebidas por James Gunn, diretor da franquia “Guardiões da Galáxia”, demitido pelo mesmo conglomerado (Disney) após uma blitz da extrema direita que trouxe à tona antigos tuítes com piadas sobre pedofilia e estupro. “Estou enojada por ler todas as mensagens de apoio às piadas de pedofilia de James Gunn, já que as mesmas pessoas apoiaram a minha demissão por uma piada que elas nem entenderam”, escreveu a comediante em seu Twitter, na segunda (23/7). A demissão de Roseanne Barr aconteceu em maio, quando ela publicou um tuíte em que dizia que Valerie Jarrett, ex-assessora de Obama, era o resultado da mistura entre “macacos” e a “Irmandade Muçulmana”. A frase repercutiu negativamente na internet porque Jarrett é uma mulher negra que nasceu no Irã, fazendo com que o comentário fosse considerada extremamente racista, levando a presidente da rede ABC a anunciar o fim da série “Roseanne”, que era líder de audiência da TV americana em seu retorno ao ar. À época, Roseanne culpou o uso de remédios pelo comentário na rede social. Recentemente, porém, em seu canal no YouTube, ela deu outra justificativa. “Eu achei que a vadia fosse branca, porra”, disparou num vídeo, igualmente ofensivo e odioso. Há diferenças entre os dois casos. Os tuítes de James Gunn foram feitos há mais de uma década, quando ele não era funcionário da Marvel/Disney, ao contrário de Roseanne, que era funcionária da ABC/Disney quando escreveu seus disparates neste ano. Além disso, o diretor mostrou humildade diante da situação e se assumiu arrependido dos dias em que buscava chocar sem se preocupar com sensibilidades. Outra diferença foi apresentada pela jornalista Dana Schwartz, da revista Entertainment Weekly, que afirmou em seu Twitter que piadas sobre pedofilia não são pedofilia, ainda que não tenham a menor graça. Já piadas racistas são racismo mesmo.

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  • Série

    Andrew Lincoln lamenta ter confirmado o maior spoiler da história de The Walking Dead

    24 de julho de 2018 /

    Após confirmar sua saída de “The Walking Dead” ao público da San Diego Comic-Con, o ator Andrew Lincoln confessou à revista Entertainment Weekly que se sentia “aliviado” por não guardar mais esse segredo. Ao mesmo tempo, ele também lamentou que o público soubesse de antemão que a 9ª temporada da série será sua última no papel. “Eu sinto muito que essa história tenha saído na imprensa”, comentou, sobre o vazamento da notícia, que acabou se tornando o maior spoiler de toda a história da série. “Realmente acredito na história que vamos contar para a saída de Rick, e acho que teria sido incrível se fosse tudo uma surpresa”, completou. Lincoln só admitiu sua despedida após vários veículos de imprensa publicarem, com semanas de antecedência, que o ator deixaria “The Walking Dead”. Isso foi confirmado por diversos atos falhos da equipe, inclusive de um dos diretores da série, que publicou um post em seu Instagram agradecendo e dando adeus a Lincoln no set. Sem ter como contornar, o próprio criador dos quadrinhos, Robert Kirkman, confirmou a notícia em entrevista durante a Comic-Con, horas antes de o próprio ator admitir que os rumores sobre sua morte na série não eram exagerados. “The Walking Dead” retorna para a 9ª temporada em 7 de outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.

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  • Etc,  Filme

    Comediante que dublou desenho de Hércules provoca Disney por demissão de James Gunn

    24 de julho de 2018 /

    O comediante Bobcat Goldthwait resolveu protestar de forma provocativa contra a decisão da Disney de demitir o diretor James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O cineasta foi demitido na sexta (20/7) após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. O presidente da Disney, Alan Horn, classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Goldthwait, que deu voz vilão Dor, capanga de Hades em “Hércules”, animação produzida pela Disney em 1997, resolveu pedir para a Disney também demiti-lo. Ou melhor, em seu caso, tirar sua voz de uma vindoura atração do parque do estúdio, onde ele reprisaria o papel de “Hércules”. “Eu amo James Gunn. Ele é um amigo leal, muito talentoso, compassivo e gentil. Eu queria dizer algo, e aqui está: Querida Disney, eu odiaria que você ficasse como hipócrita, então estou sugerindo que vocês removam minha voz de uma atração que está chegando ao seu parque”, escreveu o comediante. “O que acontece é que, anos atrás, eu fiz um monte de piadas sarcasticamente chocantes e ofensivas. Muitas delas eu considero vergonhosas hoje em dia, e odiaria que a Disney ficasse mal na foto, visto que eu sou abertamente um crítico do presidente e de sua administração, e vocês parecem tomar suas decisões baseadas nas ordens de alguns de seus apoiadores mais radicais”, continuou, se referindo ao fato de que os tuítes de Gunn foram trazidos a tona por um apoiador de Donald Trump, conhecido por criar teorias de conspiração falsas durante a campanha presidencial de 2016. “Eu acho que James Woods também gravou algumas falas para essa atração do parque, por que vocês não dão uma olhada nos tuítes dele? São bem loucos!”, prosseguiu. Por ironia, o intérprete de Hades no mesmo desenho tem causado polêmica no Twitter por suas postagens agressivas em defesa de Trump. Por isso, não é alvo da campanha “moralista” da extrema direita. “Por fim, para deixar claro, eu apoio sobreviventes de abuso sexual, e também estive pensando: Vocês ainda ganham dinheiro com o seu filme ‘Energia Pura’? Estou perguntando para um amigo”, completa, sarcasticamente, citando o filme de 1995 dirigido por Victor Salva, que foi preso por abusar sexualmente de um ator mirim. Além de dublar o vilão no filme, Bobcat Goldthwait também fez a voz do personagem na série animada de “Hércules” e em várias atrações da Disney, sem esquecer que é lembrado até hoje por sua participação na franquia “Loucademia de Polícia” como o Cadete Zed. A Disney não emitiu nenhum tipo de declaração oficial respondendo ao post do comediante.

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    Elenco de Guardiões da Galáxia se manifesta sobre demissão de James Gunn

    24 de julho de 2018 /

    Passada a San Diego Comic-Con, mais integrantes do elenco de “Guardiões da Galáxia” resolveram se manifestar sobre a demissão do diretor James Gunn do terceiro filme da franquia, cada um a seu modo, juntando-se ao protesto inicial de Dave Bautista. James Gunn foi demitido na sexta (20/7) pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. O intérprete de Dax foi o primeiro a discordar, logo no começo da polêmica. “Eu tenho mais a dizer, mas por enquanto tudo o que digo é isso… James Gunn é uma das pessoas mais amorosas, carinhosas, de boa índole que eu já conheci. Ele é gentil e se importa com pessoas e animais. Ele cometeu erros. Todos nós cometemos. NÃO acho certo o que está acontecendo com ele”, escreveu Bautista. Ele ainda acrescentou: “O que aconteceu é muito maior que ‘Guardiões da Galáxia’, James Gunn, eu mesmo, Disney etc. Isto foi um ataque cibernazista bem-sucedido. A menos que comecemos a nos unir para enfrentar essa bosta, estejam as pessoas ofendidas ou não… vai ficar muito pior. E isto pode acontecer a qualquer pessoa”, declarou. Michael Rooker, o Youndu, ficou ainda mais revoltado e, por conta disso, tomou uma decisão radical. Ele decidiu abandonar o Twitter, que considera cúmplice da situação. “Essa conta vai ficar inativa depois desse post”, escreveu em sua despedida da rede social. Nós estamos cansados e tristes com toda a merda que vem acontecendo. Nem eu nem meus representantes vamos usar o Twitter de novo. Twitter é uma merda e não quero ter mais nada a ver com isso. Obrigado àqueles que vieram com palavras gentis e de apoio. “Vejo vocês no Instagram.” Em clima oposto, Chris Pratt, o Senhor das Estrelas, postou um versículo bíblico para se justificar, após ter evitado o assunto durante a Comic-Con, onde promoveu a animação “Uma Aventura Lego 2”. “Meus amados irmãos, tenham isto em mente: ‘Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para se revoltar’. Tiago 1:19”, citou o intérprete do Senhor das Estrelas. Já Zoe Saldana e Karen Gillan fizeram questão de compartilhar amor com toda a “família Guardiões da Galáxia” e afirmar que iriam se pronunciar melhor assim que processassem o que aconteceu. “O final de semana tem sido desafiador e eu não vou mentir. Eu vou tirar uma pausa para levar tudo em consideração antes de falar. Eu só quero que todo mundo saiba que eu amo TODOS os membros da família Guardiões da Galáxia. Sempre amarei”, disse a atriz que vive Gamora no Universo Cinematográfico Marvel. “Amo todos os membros da família Guardiões da Galáxia”, declarou a intérprete de Nebula (ou Nebulosa). “Só pra deixar claro, eu vou falar mais sobre isso depois, só queria esclarecer isso por agora. Amo todos vocês.” Em tom similar, mas mais assertiva, Pom Klementieff, a Mantis, divulgou um vídeo em que escreve à mão a seguinte mensagem: “Nós somos Groot. Nós somos uma família. Nós estamos juntos”. Por fim, Sean Gunn, irmão do diretor e intérprete de Kraglin, escreveu um longo post no Instagram, que pode ser resumido pela seguinte frase: “Não preciso nem dizer que eu amo e apoio o meu irmão James e tenho muito orgulho de como ele é gentil, generoso e compassivo com todas as pessoas em sua vida”.

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    Dave Bautista protesta contra a demissão do diretor de Guardiões da Galáxia

    22 de julho de 2018 /

    Os fãs não são os únicos a protestarem contra a demissão de James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O ator Dave Bautista, intérprete do herói Drax, também decidiu se manifestar nas redes sociais contra o que considerou uma injustiça da Disney. James Gunn foi demitido na sexta (20/7) pelo presidente do estúdio, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Integrante proeminente da franquia “Guardiões da Galáxia”, Dave Bautista discorda. “Eu tenho mais a dizer, mas por enquanto tudo o que digo é isso… James Gunn é uma das pessoas mais amorosas, carinhosas, de boa índole que eu já conheci. Ele é gentil e se importa com pessoas e animais. Ele cometeu erros. Todos nós cometemos. NÃO acho certo o que está acontecendo com ele”, escreveu o ator. Ele ecoa o sentimento dos fãs, que criaram uma hashtag em defesa do cineasta (#JamesGunnDidNothingWrong) e um abaixo-assinado para sua recontratação, que reuniu quase 100 mil apoiadores em 48 horas. O próprio James Gunn se manifestou após a demissão, por meio de uma nota em que se diz arrependido: “Minhas palavras de quase uma década atrás eram, na época, esforços infelizes e fracassados de ser provocativo. Me arrependi delas há muito tempo, não apenas por serem idiotas, nada engraçadas, insensíveis e certamente nada provocativas, mas também por não refletirem a pessoa que sou hoje ou que tenho sido há algum tempo”. O pedido de desculpas de Gunn se encerra mostrando resignação com a decisão da Disney: “Independentemente de quanto tempo passou, eu entendo e aceito as decisões tomadas hoje. Mesmo muitos anos depois, assumo total responsabilidade pela maneira como me portei. (…) Para todos na indústria e além dela, eu ofereço minhas mais profundas desculpas. Amor para todos vocês”. Baustista, porém, aponta que a questão é mais ampla que o caso específico de Gunn. Ao ser questionado por um seguidor se filmaria “Guardiões da Galáxia Vol. 3” com outro diretor, ele apontou que a demissão do diretor é maior que o filme, pois foi resultado de um “ataque cibernazista” (cybernazi). “O que aconteceu é muito maior que ‘Guardiões da Galáxia’, James Gunn, eu mesmo, Disney etc. Isto foi um ataque cibernazista bem-sucedido. A menos que comecemos a nos unir para enfrentar essa bosta, estejam as pessoas ofendidas ou não… vai ficar muito pior. E isto pode acontecer a qualquer pessoa”, declarou. Fato. Personalidades da extrema direita americana estão comemorando a vitória contra quem consideravam um “inimigo” do presidente Trump. Além disso, a demissão validou Mike Cernovich, um dos responsáveis por resgatar as “piadas”. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e também lançou campanha para que o FBI analise o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. Como a tática deu resultado, Cernovich agora vasculha tuítes antigos de outros “inimigos”. Os comediantes Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) e Michael Ian Black (“Wet Hot American Summer: Ten Years Later”) já foram intimidados pelo fã de Trump. Ele começou a postar tuítes controversos dos dois artistas, escritos há vários anos atrás. Detalhe relevante: se Cernovich não tem piadas de estupro em sua timeline, possui uma condenação criminal. Ele foi acusado por estupro em 2003, mas fechou um acordo para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques, Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”. I will have more to say but for right now all I will say is this..@JamesGunn is one of the most loving,caring,good natured people I have ever met. He’s gentle and kind and cares deeply for people and animals. He’s made mistakes. We all have. Im NOT ok with what’s happening to him — Dave Bautista (@DaveBautista) July 21, 2018 What happened here is so much bigger then G3, @JamesGunn ,myself,@Disney etc. This was a #cybernazi attack that succeeded. Unless we start to unite together against this crap, whether people are offended are not! …it’s going to get much worse. And it can happen to anyone https://t.co/AMZEd0tfqb — Dave Bautista (@DaveBautista) July 22, 2018

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    Presidente da Paramount Television é demitida após supostos comentários racistas em reunião de trabalho

    20 de julho de 2018 /

    A executiva Amy Powell, presidente da Paramount Television, foi demitida após virem à tona acusações de comentários raciais inapropriados. A decisão foi divulgada via comunicado pelo CEO Jim Gianopulos. Segundo a nota, “diversos indivíduos” se sentiram incomodados por comentários com conteúdo racial feitos pela executiva e chegaram a reportá-la ao setor de recursos humanos da empresa. Segundo fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, a gota d’água teria acontecido durante uma reunião sobre a série baseada no filme “O Clube das Desquitadas” (o título nacional já era datado em 1996), que terá um elenco com atores negros e está sendo escrito pela roteirista Tracy Oliver (“Viagem das Garotas”). No dia 28 de junho, Tracy usou o Twitter para fazer uma reclamação, mas sem citar nomes. “Passei por uma situação hoje que realmente mostra o quanto precisamos de representantes em todos os lados. A voz de uma mulher negra não importa se quem tem o poder de tomar decisões não entende ou não quer entender o que estamos dizendo”, escreveu, antes de alfinetar o #MeToo, dizendo que o movimento feminista não tem se pronunciado por questões raciais. “Onde está o #MeToo para as merd*s raciais daqui [de Hollywood]?”. Veja abaixo. O conteúdo dos comentários feitos pela executiva não foram divulgados. No entanto, o THR afirma que ela teria feito generalizações sobre mulheres negras que causaram mal-estar, fazendo com que algumas pessoas da reunião se sentissem ofendidas. Inicialmente, Amy receberia uma punição disciplinar. Porém, a Paramount decidiu demiti-la. “Após dias conduzindo uma investigação, falando com as pessoas envolvidas, com o RH e o nosso time de representantes legais, chegamos à essa conclusão e decidimos terminar nosso contrato com Amy”, diz o comunicado oficial. A demissão acontece cerca de um mês após Jonathan Friedland, diretor de comunicação da Netlifx, ter o contrato com a plataforma encerrado por uso de termos racistas numa reunião. Amy Powell nega as acusações e diz que pretende provar que foi injustiçada. “Não há nenhuma verdade na alegação de que eu fiz comentários insensíveis em um ambiente profissional – ou em qualquer situação – os fatos serão divulgados e eu serei inocentada”, disse, em nota à imprensa. Fontes do THR afirmam que ela pretende processar o estúdio. Contratada para lançar a divisão televisiva da Paramount em 2013, Amy Powell tirou do papel diversas séries bem-sucedidas, como “13 Reasons Why” na Netflix, “The Alienist” na TNT, “Escola do Rock” na Nickelodeon e a vindoura “Jack Ryan” na Amazon, que já foi renovada antes da estreia. Had a moment today that REALLY pointed out why we need representation across the board. A black female voice doesn't matter if the decision makers don't understand nor even want to understand what you're saying. Where's the #metoo for race shit out here? — Tracy Y. Oliver (@TracyYOliver) June 28, 2018

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    Disney demite diretor de Guardiões da Galáxia após escândalo no Twitter

    20 de julho de 2018 /

    A campanha da extrema direita pela demissão de James Gunn, diretor da franquia “Guardiões da Galáxia”, deu certo. Horas após o início da pressão sobre a Disney, com reproduções de piadas extremamente ofensivas sobre pedofilia e estupro, retiradas de um antigo blogue e de velhos tuítes de Gunn, o presidente do estúdio anunciou a demissão do cineasta. “As atitudes ofensivas e comentários descobertos no Twitter de James são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio, por isso encerramos nossos negócios com ele”, disse Alan Horn, chefão da Disney, em comunicado oficial. Os tuítes ultrajantes foram trazidas à tona por apoiadores da extrema direita do atual presidente dos Estados Unidos, que querem provar que existe uma “conspiração operando em Hollywood” contra Trump. “A Disney terá um dia interessante na San Diego Comic-Con, onde James Gunn está programado para falar”, escreveu Mike Cernovich, um dos responsáveis por resgatar as “piadas”. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e chegou a pedir que o FBI analisasse o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. O ataque também inclui ofensiva do perfil do filme “An Open Secret” (2014), documentário sobre suposto cartel de pedófilos de Hollywood, de onde saiu um falso acusador de Bryan Singer, que caiu em contradição após mentir descaradamente, levando-o a perder seu próprio advogado e ter sua acusação descartada na Justiça. Este perfil disponibilizou os contatos profissionais do cineasta, inclusive na Disney, para que grupos de pressão pudessem prejudicá-lo. Considerado um dos grandes “inimigos” de Trump em Hollywood, James Gunn se viu na condição de vidraça e tentou de se defender. “Muitas pessoas que acompanharam a minha carreira sabem que eu me via como um provocador. Eu fazia filmes e contava piadas ultrajantes e que abordavam temas tabus”, ele escreveu, abrindo uma série de tuítes sobre a polêmica (veja aqui os originais). “Não é uma questão de dizer que hoje sou melhor. Mas eu sou muito, muito diferente do que eu era anos atrás. Hoje, tento conectar meu trabalho com amor e menos raiva”, continuou. O diretor também lembrou que já tinha se desculpado pelas piadas antigas: “Eu sinceramente me arrependi e falei sério”. “Enfim, essa é a verdade completamente honesta: eu costumava fazer muitas piadas ofensivas. Não faço mais. Não culpo meu antigo eu por isso, mas gosto mais de mim mesmo e me sinto como um ser humano e criador mais completo hoje em dia. Amo a todos vocês”, concluiu. O pedido de desculpas não foi considerado suficiente e a Disney demonstrou novamente que não tolera comportamento ofensivo de seus funcionários, meses após a presidente do canal do estúdio, a rede ABC, cancelar “Roseanne”, líder de audiência em 2018, por comentários racistas da protagonista e criadora da série no Twitter. Tuítes ofensivos também têm custado caro a YouTubers brasileiros. A perda é bastante significativa para a Marvel, uma vez que os “Guardiões da Galáxia” de Gunn foram a maior influência na mudança de tom dos filmes do estúdio, que abraçaram de vez a comédia após o sucesso do primeiro lançamento do grupo espacial. Ilustres desconhecidos até mesmo dos fãs dos quadrinhos, os Guardiões surpreenderam com desempenho de blockbuster no cinema e abriram caminho para a Marvel explorar seus heróis espaciais. Gunn estava atualmente trabalhando no roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, final de sua trilogia original. Mas ele também deveria “herdar” os rumos do universo cinematográfico da companhia, após a despedida dos irmãos Russo em “Vingadores 4”. Presidente do estúdio, Kevin Feige chegou a afirmar que a próxima fase dos filmes dos super-heróis se passaria no espaço e teria supervisão de Gunn. Agora, Feige precisará reconsiderar seus planos, a começar por definir um novo diretor e roteirista para “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que deverá encerrar a atual fase de produções da Marvel. Por conta da polêmica, o diretor não irá aparecer na San Diego Comic-Con. Ele não tinha presença confirmada num painel da Disney como os representantes da direita insistiram em seus ataques – só um detalhezinho de fake news – , simplesmente porque a Disney não faz parte do evento deste ano. Mas poderia surgir como convidado da Sony para divulgar um terror que está produzindo, além do remake da série “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch). Ainda não se sabe como a Sony irá lidar com esses projetos.

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    Andrew Lincoln confirma que deixará The Walking Dead na próxima temporada

    20 de julho de 2018 /

    Andrew Lincoln assumiu que fará sua despedida de “The Walking Dead” na vindoura 9ª temporada da atração. Intérprete do protagonista Rick Grimes desde o primeiro episódio, exibido em 2010, o ator oficializou sua saída da série durante sua participação na San Diego Comic-Con nesta sexta-feira (20/7). “Essa será minha última temporada fazendo o papel de Rick Grimes”, disse Lincoln, sem firulas. “Eu amo essa série. Ela significa tudo para mim. Eu amo as pessoas que fazem essa série e tenho um carinho especial pelas pessoas que assistem a essa série”, acrescentou. “Estou muito, muito animado com essa temporada”, continuou. “Ninguém é maior do que a história, e a história neste ano é inacreditável”. Ironicamente, a declaração aconteceu poucas horas depois de a showrunner Angela Kang insistir em fazer mistério sobre a situação do ator, afirmando, em entrevista ao site Deadline, que qualquer comentário representaria spoiler. Apesar disso, Lincoln foi na verdade a terceira pessoa a abordar o final do ciclo de Rick em “The Walking Dead”. Antes dele assumir a saída, um dos diretores da atração, Michael Satrazemis, usou seu Instagram pessoal para agradecer e se despedir do ator. A notícia também foi confirmada pelo criador dos quadrinhos em que a série se baseia, Robert Kirkman. Ele disse na quinta-feira que o protagonista iria se despedir de forma especial. “Ele se importa profundamente com os fãs e quer fazer algo especial na despedida. Temos algo incrível planejado. Não quero estragar nada, mas qualquer um que tenha sido um fã desta jornada, que ama Rick Grimes, que ama o mundo de ‘Walking Dead’, vai querer ver o que iremos fazer”. O cronograma de sua saída não foi revelado, mas as mesmas fontes que vazaram ao site Collider que a 9ª temporada marcaria o final do ciclo do ator na série afirmaram que ele só teria gravado seis episódios. É o mesmo número cogitado para Lauren Cohan, intérprete de Maggie, que terá um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Como desgraceira pouca é bobagem, a showrunner Angela Kang ainda revelou que o contrato de Danai Gurira, a Michonne, é outro que se encerra na 9ª temporada e, por enquanto, o retorno da atriz após este período está igualmente indefinido, graças aos convites que ela tem recebido para papéis de cinema. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC teria oferecido um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. Além disso, a série vai introduzir vários personagens novos nos próximos episódios. A 9ª temporada de “The Walking Dead” definiu seu dia de estreia em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Criador dos quadrinhos de The Walking Dead confirma saída de Rick da série

    20 de julho de 2018 /

    O escritor Robert Kirkman, criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, confirmou a saída de Andrew Lincoln da série, apurada em maio pelo site Collider. O anúncio ainda não foi feito oficialmente pelo canal pago AMC, nem o ator se pronunciou a respeito, mas Kirkman entregou que o intérprete de Rick terá um final “incrível”. Em entrevista ao site IMDB durante a San Diego Comic-Con, ele afirmou que a saída do protagonista “tornará a diferença entre os quadrinhos e a série ainda mais acentuada”. “No fundo, trata-se de ver o lado de Andrew Lincoln”, disse o quadrinista. “Ele é um ser humano. É uma pessoa que conheço há mais de uma década, uma pessoa que amo. Ele tem suado na Georgia, longe de sua família, há muito tempo”. E conclui afirmando que o ator quer se despedir de forma especial. “Ele se importa profundamente com os fãs e quer fazer algo especial na despedida. Temos algo incrível planejado. Não quero estragar nada, mas qualquer um que tenha sido um fã desta jornada, que ama Rick Grimes, que ama o mundo de ‘Walking Dead’, vai querer ver o que iremos fazer”. Kirkman, que é creditado como produtor da série, é a segunda pessoa da equipe a confirmar a saída de Lincoln. Anteriormente, Michael Satrazemis, um dos diretores da atração, usou seu Instagram pessoal para agradecer e se despedir do ator. “Muitos de nós passamos os últimos oito anos de nossas vidas trabalhando, criando, dando tudo de si, abraçando e as vezes até mesmo sangrando de verdade, com o Andy [Lincoln]. Tudo isso para fazer algo especial. Ele é um dos maiores homens que eu já conheci. E um amigo. A série sentirá a falta dele tanto quanto vocês. Ela será diferente, mas ainda será ótima. Todos nós que amamos fazer ‘The Walking Dead’ continuaremos dando o nosso melhor para a criação e as vezes até sangraremos por vocês”, ele escreveu, ao lado de uma foto em que abraça Lincoln, coberto de sangue cenográfico. O diretor deve ter recebido um pito enorme dos produtores e do canal, já que o post ficou pouco tempo no ar. O AMC continua tentando preservar o segredo de polichinelo, repetindo a tática da Warner, que fez questão de ignorar Superman no marketing da “Liga da Justiça”, enquanto o intérprete do herói dava entrevistas sobre sua participação no filme. A perda de Andrew Lincoln pode representar um golpe duro na audiência de “The Walking Dead”, já que muitos fãs afirmaram que abandonariam a série caso isso se confirmasse. E o pior é que não deve ser o único baque. Lauren Cohan, a Maggie, também se prepara para deixar a produção após a 9ª temporada, pois, como o AMC não quis negociar seu aumento, ela vai estrelar outra série, “Whiskey Cavalier”. E como desgraceira pouca é bobagem, a showrunner Angela Kang revelou que o contrato de Danai Gurira, a Michonne, é outro que se encerra na 9ª temporada e, por enquanto, o retorno da atriz após este período está igualmente indefinido, graças aos convites que ela tem recebido para papéis de cinema.

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