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    Zachary Levi defende mudanças feitas por James Gunn na DC

    23 de dezembro de 2022 /

    O ator Zachary Levi (“Shazam!”) defendeu as mudanças e os cancelamentos propostos pelo cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) nos próximos filmes do DCU, Universo Cinematográfico da DC Comics. Em uma live no seu Instagram, o ator pediu aos fãs que confiem na visão dos novos chefes do DC Studios e não acreditem em “conjecturas e boatos”. “Vocês não têm ideia dos raciocínios por trás de qualquer uma das decisões que estão acontecendo. A quantidade de conjecturas, boatos, drama e bobagens que continuam circulando por aí no Instagram e no Twitter é risível. É incrivelmente ridículo”, disse Levi. “Então, eu diria apenas para serem pacientes e darem a eles algum espaço e algum tempo para tentarem fazer algo realmente especial.” Levi disse ainda que a ideia de unificar o Universo Cinematográfico da DC foi algo que Zack Snyder tentou fazer, mas “acabou não se materializando”. Ele acrescentou que Gunn e Safran “não estão apenas tomando decisões porque gostam ou não gostam de alguém. Eles estão tomando decisões com base no que é melhor para a Warner Bros., DC, todo o estúdio e entidade, e estão tentando deixar o máximo de fãs, e a maioria do público, felizes.” “Se você está por aí e realmente gosta do que aconteceu antes, tudo bem. Mas perceba que há muitas pessoas que não gostaram dessas coisas, e devemos sempre tentar atingir o máximo de público possível, fazer o maior número possível de pessoas felizes”, continuou ele. “É para isso que estamos no entretenimento, e é isso que eu acho que Peter e James estão tentando fazer.” O ator reconheceu que a dupla não está numa posição fácil. “Eles receberam todas essas coisas que já estavam em muitos conflitos. Então, pessoal, apenas dêem um tempo para eles. Vão com calma. Respirem. É feriado, pelo amor de Deus. Apenas aproveitem as férias, dêem a eles algum tempo para aproveitarem as férias e vamos ver o que acontece do outro lado disso”, completou. Levi também falou sobre seu próximo filme, “Shazam! Fúria dos Deuses”, dizendo que é “ainda melhor que o primeiro e o primeiro foi muito bom”. Ele também esclareceu que não estava elogiando James Gunn e Peter Safran porque sua vaga na nova DC estava garantida. “Escute, não tenho ideia do que vai acontecer comigo”, disse Levi. “Acho que estou em uma posição muito boa, acho que fizemos um ótimo filme, acho que vai dar certo – razoavelmente bem, espero que sim. Mas, novamente, independentemente disso, se eles decidirem em algum momento que esse é o caminho que devemos seguir – a vida é assim, é assim que funciona.” Entre as mudanças propostas por James Gunn e Peter Safran estão os cancelamentos de grandes projetos da DC, como “Mulher-Maravilha 3”, que seria dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot, e a continuação de “O Homem de Aço” (2013), que seria estrelada por Henry Cavill. Mais recentemente, o ator Dwayne “The Rock” Johnson anunciou que “Adão Negro 2” também não está nos planos imediatos do DC Studios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi)

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    James Gunn sobre cancelamentos e futuro da DC: “Nem todos vão ficar felizes”

    8 de dezembro de 2022 /

    James Gunn publicou no Twitter uma reação à notícia de que cancelou “Mulher-Maravilha 3” e possivelmente “O Homem de Aço 2”. Publicada pelo site The Hollywood Reporter, a reportagem original apurou que o diretor e Peter Safran, responsáveis pelo recém-lançado DC Studios, rejeitaram a abordagem para o terceiro filme da heroína, apresentada pela diretora Patty Jenkins, e pretendem abandonar todos os projetos relacionados ao snyderverso – os filmes da DC com personagens introduzidos pelo diretor Zack Snyder – para relançar os personagens com novos intérpretes. “Então. Quanto à história no Hollywood Reporter, parte dela é verdadeira, parte é meia verdade, parte não é verdade e parte ainda não decidimos se é verdade ou não”, ele postou nesta quinta-feira (8/12). “Embora este primeiro mês na DC tenha sido frutífero, construir os próximos dez anos de história leva tempo e ainda estamos apenas começando”, acrescentou. “Peter e eu escolhemos dirigir o DC Studios sabendo que estávamos entrando em um ambiente turbulento, tanto nas histórias contadas quanto entre o próprio público, e haveria um período de transição inevitável, à medida que passássemos a contar uma história coesa entre filmes, TV, animação e jogos”, continuou Gunn no Twitter. “Mas, no final, as desvantagens desse período de transição foram ofuscadas pelas possibilidades criativas e pela oportunidade de desenvolver o que funcionou na DC até agora e ajudar a corrigir o que não funcionou. Sabemos que nem todos vão ficar felizes nesse caminho, mas podemos prometer que tudo o que fazemos é feito a serviço da HISTÓRIA e a serviço dos PERSONAGENS da DC que sabemos que vocês apreciam e nós valorizamos durante nossos vidas inteiras.” “Quanto a mais respostas sobre o futuro do DCU, infelizmente terei que pedir que esperem. Estamos dando a esses personagens e às histórias o tempo e a atenção que merecem e nós mesmos ainda temos muito mais perguntas a fazer e responder”, concluiu. Gunn, que dirigiu “O Esquadrão Suicida” e a série “Pacificador” com personagens da DC Comics, começou seu trabalho como co-presidente e co-CEO do DC Studios em 1º de novembro. Além de suas funções na DC, Gunn ainda tem pela frente o lançamento de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, da Marvel, previsto para maio. Neste meio tempo, a Warner tem quatro filmes da DC para lançar no ano que vem: “Shazam! Fúria dos Deuses”, “The Flash”, “Besouro Azul” e “Aquaman e o Reino Perdido”. O que virá depois disso ainda é uma incógnita. So. As for the story yesterday in the Hollywood Reporter, some of it is true, some of it is half-true, some of it is not true, & some of it we haven’t decided yet whether it’s true or not. — James Gunn (@JamesGunn) December 8, 2022 As for more answers about the future of the DCU, I will sadly have to ask you to wait. We are giving these characters & the stories the time & attention they deserve & we ourselves still have a lot more questions to ask & answer. pic.twitter.com/sxwKGRD3vc — James Gunn (@JamesGunn) December 8, 2022

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    Reestruturação da DC teria cancelado “Mulher-Maravilha 3”

    8 de dezembro de 2022 /

    O terceiro filme da franquia “Mulher-Maravilha” pode ter sido cancelado diante do lançamento da DC Studios, divisão da Warner comandada pelo cineasta James Gunn e pelo produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”). Segundo o site The Hollywood Reporter, a dupla recusou a ideia apresentada pela cineasta Patty Jenkins (que dirigiu os dois primeiros filmes) para a produção, afirmando que o projeto não se encaixava no planejamento deles para a DC. Gunn e Safran devem se encontrar na próxima semana com David Zaslav, o CEO da Warner Bros. Discovery, que está reformulando radicalmente a empresa. Nessa reunião, os dois vão revelar para Zaslav o seu planejamento para os próximos anos. Esse planejamento já está sendo desenvolvido há algum tempo em segredo, e o cancelamento de “Mulher-Maravilha 3” seria o primeiro vazamento de informações. Os motivos para o cancelamento, porém, ainda não estão claros. Pode ser apenas uma recusa específica à apresentação da diretora – segundo o site Deadline, Gunn e Safran esperavam ser apresentados a um tratamento de roteiro, mas Jenkins apareceu com anotações em vários papéis. Também pode ser uma questão financeira. Embora o DC Studios não deva ter muitas restrições orçamentárias, “Mulher-Maravilha 3” teria um custo elevado devido aos altos salários – US$ 20 milhões para a atriz Gal Gadot retornar ao papel principal e mais US$ 12 milhões para diretora Patty Jenkins, sem falar em possíveis bônus. Mas é provável que a atual Mulher-Maravilha interpretada por Gadot não se encaixe mais no reboot da DC planejado por Gunn e Safran. Curiosamente, na última terça (6/12), a atriz tuitou um agradecimento aos fãs de “Mulher-Maravilha”, dizendo que “mal posso esperar para compartilhar seu próximo capítulo com vocês”. Não ficou claro se ela já sabia ou não que o projeto seria cancelado. Há rumores de que o DC Studios quer romper completamente com o chamado Snyderverso e os heróis escalados pelo cineasta Zack Snyder para seus filmes – “O Homem de Aço” (2013), “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017). Isso coloca em dúvida o possível retorno de Henry Cavill para um segundo filme do Superman e até a continuidade do Aquaman estrelado por Jason Momoa, após o lançamento de “Aquaman e o Reino Perdido”. Esses personagens deverão fazer uma participação especial no filme do “Flash”, que será lançado em 16 de junho de 2023. Cavill, inclusive, filmou sua participação especial em setembro. Mas fontes do Hollywood Reporter dizem que há um debate dentro do estúdio a respeito de manter essa participação, inclusive considerando cortá-la, por supostamente aludir a um futuro que o estúdio não tem planos de materializar. A situação de Cavill é ainda mais complicada, já que o ator fez uma participação especial em “Adão Negro”, lançado em outubro. E, logo após o lançamento do filme, anunciou no Instagram: “Eu queria tornar isso oficial – estou de volta como Superman”. Quando o ator ele fez esse anúncio, a Warner Bros. estava, de fato, desenvolvendo uma sequência para “O Homem de Aço” (2013). O cineasta Andy Muschietti, que dirigiu “Flash”, chegou a manifestar interesse em comandar o filme. E o projeto refletia o desejo da atual equipe da Warner Bros Pictures, liderada por Michael De Luca e Pamela Abdy, de dar continuidade ao Snyderverso. Mas isso foi antes de Gunn e Safran formularem seu novo plano. Com a chegada da dupla, também é improvável que haja uma sequência de “Adão Negro”, ainda mais depois de o filme ter um desempenho abaixo do esperado nas bilheterias. Aliás, o intérprete do anti-herói, Dwayne “The Rock” Johnson esperava atuar mais ativamente na produção dos filmes da DC. Porém, essa grande disposição não parece ter agradado a nova administração, ainda mais depois que sua presença não foi suficiente para garantir o sucesso de “Adão Negro”. Curiosamente, Jason Momoa pode ser o único preservado do elenco atual. Mas não como Aquaman. O snyderverso deve ser concluído em “Aquaman e o Reino Perdido”, previsto para 25 de dezembro de 2023, liberando o ator para assumir outro papel em seguida. Ele está cotadíssimo para viver o personagem Lobo, um caçador de recompensas intergaláctico falastrão, que deve ganhar um dos primeiros filmes da nova DC. Momoa já se disse entusiasmado por trabalhar com Gunn num papel “dos sonhos”, e o anti-herói alienígena parece sob medida para o estilo do diretor de “Guardiões da Galáxia”. Vale apontar que essa reestruturação não leva em conta filmes como “Shazam! Fúria dos Deuses” (previsto para 17 de março de 2023) e “Besouro Azul” (18 de agosto de 2023), ambos produzidos por Safran. Diante de um possível sucesso desses filmes, uma das possibilidades poderia ser dar continuidade a essas propriedades, que não estão conectadas ao snyderverso. Além disso, a dupla não deve mexer no universo de “Batman” (2022). O diretor Matt Reeves já está trabalhando numa continuação, que será novamente estrelada por Robert Pattinson, além de supervisionar o lançamento de duas séries derivadas de seu filme, incluindo uma focada no personagem do Pinguim (interpretado por Colin Farrell).

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    CEO da Warner Bros. Discovery descarta multiverso da DC: “Não teremos quatro Batmans”

    16 de novembro de 2022 /

    O CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, falou sobre seus planos futuros para os filmes da DC. Entre esses planos, destaca-se a ideia de unificar as produções dos heróis dos quadrinhos, sob o comando do cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”), chefes do recém-criado DC Studios. Segundo Zaslav, Gunn e Safran estão próximos de finalizar uma “Bíblia” sobre o universo cinematográfico da DC (DCU). “Bíblia” é um termo bastante utilizado no desenvolvimento de séries de TV, e refere-se a um documento que descreve os principais personagens e as tramas que serão desenvolvidas ao longo da trama – ou, nesse caso, do DCU. “Acho que nos próximos anos você verá muito crescimento e oportunidades em torno da DC, não haverá quatro Batmans”, explicou ele, numa conversa com representantes do banco de investimento RBC Capital Markets. “E então parte de nossa estratégia é direcionar a DC, o que James e Peter vão fazer. Acho que eles emocionaram os fãs e vão emocioná-los por um longo período de tempo.” Ou seja, Zaslav descartou a possibilidade de a DC investir nos multiversos, assunto em alta no mundo dos super-heróis. Em vez disso, ele quer apostar na organização de um único universo estruturado em cima dos heróis-chave da DC. Vale lembrar que o Batman vivido pelo ator Robert Pattinson não habita o DCU “principal”. Ele não existe no mesmo universo de outros heróis como Aquaman, Mulher-Maravilha e Superman. O ator Ben Affleck, que interpretou o herói em “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017) vai retornar ao papel nos vindouros filmes “Aquaman e o Reino Perdido” e “The Flash”, enquanto Michael Keaton, que viveu o personagem nas décadas de 1980 e 1990, também aparecerá novamente no filme “The Flash”. Para completar, há um quarto Batman vivido por Iain Glen (“Game of Thrones”), que participou como o herói na série “Titãs”. De todo modo, o filme do “Flash” pode servir para reiniciar todo o DCU, eliminando as realidades paralelas e variações dos mesmos personagens – o que, consequentemente, também abriria caminho para o estabelecimento de um único intérprete do Batman. Embora nada tenha sido confirmado até o momento, tudo indica que Robert Pattinson deve continuar usando o capuz do personagem por mais tempo, visto que ele está contratado para uma continuação de “Batman” (2022).

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    James Gunn considera lançar “Ayer Cut” e salvar “Legends of Tomorrow”

    7 de novembro de 2022 /

    O cineasta James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) está disposto a agradar aos fãs da DC em seu novo cargo na Warner Bros. Discovery. Em uma série de postagens no seu Twitter, o diretor e agora co-presidente do recém-criado DC Studios – ao lado do produtor Peter Safran – , abordou alguns pedidos insistentes dos fãs a respeito de lançamentos da marca, incluindo o Ayer Cut (versão do diretor de “Esquadrão Suicida”) e o resgate da série “Legends of Tomorrow”. “Abri o Twitter ao encerrar um fim de semana longo e criativo para ver os muitos tuítes de #SaveLegendsofTomorrow (Salve ‘Legends of Tomorrow’) e #ReleaseTheAyerCut (Libere o ‘Ayer Cut’) e o apoio dos fãs a outros projetos da DC ao longo dos anos. A maioria desses pedidos foi entusiástica e respeitosa”, escreveu ele. “Como os novos (e primeiros) CEOs da DC Studios, Peter e eu achamos importante reconhecermos vocês, os fãs, e informar que ouvimos seus diferentes desejos para os caminhos a seguir para a DC.” Ainda que não tenha prometido exatamente nada, Gunn também indicou que não descartou nada. “Embora nossa capacidade de interagir no Twitter tenha diminuído devido à carga de trabalho das nossas novas funções, estamos ouvindo e abertos a tudo enquanto embarcamos nessa jornada e continuaremos a fazê-lo nos próximos anos.” Os pedidos a respeito do lançamento de uma versão do diretor de “Esquadrão Suicida” começaram a ganhar força depois que a Warner cedeu à pressão dos fãs para lançar o Snyder Cut de “Liga da Justiça”. É sabido que a interferência do estúdio alterou, e muito, o resultado de “Esquadrão Suicida” e os fãs sempre ficaram curiosos para ver a versão original do filme dirigido por David Ayer. Já no caso de “Legends of Tomorrow”, o descontentamento dos fãs se dá porque a série foi cancelada depois de sete temporadas, sem que tivesse uma conclusão. Isso causou muita irritação entre o público que acompanhou a atração desde o início. A atração também tinha um tom divertido que a DC só voltou a buscar em “Pacificador”, série criada justamente por Gunn. Apesar disso, o cineasta já indicou que seu principal trabalho na DC não serão resgates, mas a criação de um novo universo compartilhado. “Todo o nosso foco inicial está na história daqui para frente, elaborando o novo DCU e contando a maior história já contada em vários filmes, séries de televisão e projetos de animação”, disse ele. “Convidamos todos os fandoms da DC de todo o multiverso – e todos os outros também – para este novo universo. Mal podemos esperar para revelar mais.” We invite all of the DC fandoms from across the multiverse — and everyone else as well — into this new universe. We can’t wait to reveal more. — James Gunn (@JamesGunn) November 6, 2022

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    James Gunn tornará filmes da DC “mais unificados”, diz CEO da Warner Bros. Discovery

    4 de novembro de 2022 /

    O CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, não poupou elogios ao cineasta James Gunn e ao produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”), contratados para comandar a divisão encarregada das adaptações dos quadrinhos da DC Comics na Warner Bros. Segundo ele, agora os filmes da DC terão uma coesão maior e serão mais unificados. “Passei muito tempo nos últimos meses com James e Peter”, disse Zaslav na última quinta (4/11) durante uma videochamada com investidores sobre o desempenho trimestral da WBD. “Eles têm uma visão e um projeto poderosos que conduzirão uma abordagem criativa mais unificada, que nos permitirá perceber o valor total de uma das marcas mais icônicas do mundo”. A dupla ficou responsável pela supervisão de todas as produções da DC de cinema, TV e animação. Eles substituem Walter Hamada, que deixou o cargo de chefe da DC Films há uma semana. Durante a ligação, Zaslav divulgou vários projetos da DC em andamento, incluindo a sequência de “Batman” (2022), estrelada por Robert Pattinson, e “Joker: Folie à Deux”, continuação de “Coringa” (2019), que ele disse que começa a ser rodado no próximo mês. Essa nova era na DC tem início meses depois que Zaslav tomou a controversa decisão de engavetar o filme da “Batgirl” para receber um abatimento em impostos. Por um tempo, houve a expectativa de que o filme do “Besouro Azul”, originalmente concebido para a HBO Max e depois programado para sair nos cinemas, também fosse limado. Mas esse não é o caso. Zaslav fez questão de falar sobre a produção, apontando que o cineasta Angel Manuel Soto (“Twelve”) dirigiu o primeiro filme da DC centrado em um herói latino. Vale apontar ainda que “Besouro Azul” é um dos muitos filmes da DC que já estavam sendo produzidos por Peter Safran. Zaslav também observou que Gunn é o único cineasta a dirigir filmes de sucesso tanto para a Marvel quanto para a DC (e, considerando a péssima experiência de Joss Whedon em “Liga da Justiça”, ele não está errado). Segundo o executivo, Gunn se tornou um diretor de primeira linha com os filmes “Guardiões da Galáxia” da Marvel e mantém um relacionamento próximo com o chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, que Gunn disse ter sido a primeira pessoa a quem ele contou depois de conseguir o trabalho. O próprio Feige observou que ele seria o “primeiro da fila” para ver nos cinemas os projetos de Gunn na DC. A DC acaba de lançar “Adão Negro”, que arrecadou US$ 254,7 milhões globalmente. As próximas adaptações de quadrinhos programadas incluem “Shazam! Fúria dos Deuses” (que estreia em 17 de março de 2023), “The Flash” (23 de junho de 2023), “Besouro Azul” (18 de agosto de 2023), “Aquaman e o Reino Perdido” (25 de dezembro de 2023) e “Joker: Folie à Deux” (4 de outubro de 2024). Além disso, Gunn ainda tem projetos em andamento na Marvel, incluindo um especial de Natal dos “Guardiões da Galáxia”, que estreia em 25 de novembro na Disney+, e “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, previsto para maio de 2023. Apesar desses compromissos, Zaslav garantiu que ele e Safran já “estão trabalhando duro agora”, para dar início a uma nova fase no DCU (nova denominação do Universo da DC nas telas).

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    Chefão da Marvel aprova James Gunn na DC: “Serei o primeiro da fila”

    27 de outubro de 2022 /

    O poderoso produtor Kevin Feige, responsável pelo Universo Cinematográfico da Marvel, elogiou a recente contratação do cineasta James Gunn (“Guardões da Galáxia”) para exercer uma função similar a dele na DC. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, Feige disse que será o primeiro da fila para comprar um ingresso para os filmes produzidos por Gunn. “Eu falo com James quase todos os dias. Temos uma coisa maravilhosa chamada ‘Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia’ saindo. Temos uma coisa maravilhosa chamada ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ que será lançada em maio”, disse Feige, quando questionado se havia falado com o diretor após a sua contração pela DC. “Não sei como ele terá tempo para trabalhar na DC antes de maio, mas, quando ele tiver tempo, ficarei muito animado. Eu serei o primeiro da fila.” James Gunn dirigiu os dois primeiros filmes dos “Guardiões da Galáxia” para a Marvel. Mas ele foi despedido em 2018, após uma polêmica envolvendo algumas piadas que fez anos atrás. Na época, a DC aproveitou a oportunidade para contratá-lo para comandar a continuação de “Esquadrão Suicida”. Ao ver que havia perdido o cineasta por causa de uma campanha de cancelamento da extrema direita, a Marvel voltou atrás e o recontratou para dirigir “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Apesar de ter aceitado o retorno, Gunn formou laços na DC. O filme dele, “O Esquadrão Suicida”, teve 90% de aprovação no Rotten Tomattoes, uma rara unanimidade positiva num universo bombardeado por críticas negativas. Ele também criou a série do “Pacificador”, que se tornou um dos maiores sucessos do serviço de streaming HBO Max. Tudo isso culminou na notícia divulgada na última terça (25/10), de que Gunn e o produtor Peter Safran (também de “O Esquadrão Suicida”) irão substituir o executivo Walter Hamada no comando da DC Films a partir de novembro. Vale lembrar que Feige, inclusive, visitou Gunn no set de “O Esquadrão Suicida”, ocasião em que o diretor comentou que a rivalidade entre as duas empresas só existia na cabeça dos fãs. O “Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia” estreia no dia 25 de dezembro, no serviço de streaming Disney+. Já “Guardiões da Galáxia Vol. 3” chega aos cinemas em 5 de maio de 2023.

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    Diretor de “O Diabo de Cada Dia” vai comandar série sobre Asilo Arkham

    25 de outubro de 2022 /

    O cineasta Antonio Campos, responsável pelo filme “O Diabo de Cada Dia” (2020) e pela minissérie “A Escada”, vai comandar a série sobre o Asilo Arkham, local onde estão trancafiados os vilões insanos do universo do Batman. Segundo o site da revista Variety, Campos vai escrever os episódios, dirigi-los e servir como showruner da atração. A série tem produção de Matt Reeves, diretor de “Batman”, que também está desenvolvendo outra atração focada na ascensão do Pinguim no submundo de Gotham. Estrelada por Colin Farrell, esta atração vai se passar uma semana após os eventos mostrados no filme. Originalmente, Reeves faria uma série sobre o cotidiano do departamento de política de Gotham City, mas essa produção foi arquivada pois, segundo o diretor, a Warner deseja focar nos personagens mais populares da franquia. Falando sobre a atração do Asilo Arkham para o site Deadline, o produtor chegou a descrevê-la “como um filme de terror ou uma casa mal-assombrada que é Arkham.” A série do Asilo Arkham ainda não tem previsão de estreia. Campos também comandou episódios das séries “O Justiceiro”, “The Sinner” e “Feito em Casa”, além de ter dirigido cinco longas-metragens. Nascido em Nova York, ele é filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes (“Manhattan Connection”) e da produtora de cinema Rose Ganguzza (“Fátima: A História de um Milagre”).

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