Extrema direita americana ataca a série Batwoman no Rotten Tomatoes e IMDb
Os minions da extrema direita dos Estados Unidos decidiram se engajar em nova campanha destrutiva, desta vez mirando as notas da série “Batwoman” nos fóruns dos sites Rotten Tomatos e IMDb. A tática é a mesma que tentou forjar um fracasso de público contra “Capitã Marvel”, filme que acabou figurando entre as maiores bilheterias do ano. Perfis falsos foram criados nos últimos dias especificamente para falar mal da atração. Por conta disso, a nota da série no IMDb é apenas 3 (o máximo seria 10) e a avaliação da audiência no Rotten Tomatoes está em 11% (de 100%). A manipulação se torna evidente em contraste com a opinião da crítica, que não pode ser distorcida por trolls, minions ou robôs. O primeiro episódio da série, exibido no domingo passado (6/10) na rede americana The CW, teve 72% de aprovação na média das críticas agregadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Considerando-se que a crítica costuma ser mais exigente que o público, a nota popular se apresenta completamente fora do padrão. Mas não é apenas as avaliações negativas que chamam atenção. Outro dado completamente fora das estatísticas é o número exorbitante de votos disparados contra “Batwoman”, muito superior ao de qualquer outra série. Enquanto a temporada passada de “The Flash”, a atração de super-herói de maior audiência da rede CW, recebeu pouco mais de 800 avaliações do público ao longo de seus 22 episódios, o único capítulo exibido de “Batwoman” gerou mais de 4,4 mil votos em uma semana. Entre os comentários negativos, os mais comuns aludem ao fato de que “era o que se poderia esperar” de uma série com o tema proposto (LGBTQIA+) que não tem “um Batman homem”. A maioria das resenhas é assinada por homens. Vale destacar que, além de ser protagonizada por uma mulher, tanto Batwoman quanto sua intérprete, a atriz Ruby Rose, são lésbicas assumidas nos quadrinhos, na TV e na vida real. Triste e ridículo, o esforço inútil dos nerds de direita contrariados com um mundo sem preconceito não tem força para transformar sua visão negativa em realidade, pois, assim como aconteceu “Capitã Marvel” no cinema, a série “Batwoman” também é um sucesso de público na TV americana. Seu primeiro episódio registrou a maior audiência de estreia das últimas temporadas da CW – e não apenas da temporada deste ano – , superando até a volta de “The Flash” no canal.
Crise nas Infinitas Terras: Segredos do crossover são revelados em 12 fotos de bastidores
Graças à empolgação dos integrantes do crossover do Arrowverso “Crise nas Infinitas Terras”, várias fotos dos bastidores da produção estão sendo despejadas nas redes sociais. As 12 mais recentes mostram alguns encontros de super-heróis e revelam o visual de personagens que ainda não tinham sido oficialmente apresentados. Mas o mais interessante é a mistura de realidades alternativas vistas nas imagens, que confirmam algumas teorias. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção, como demonstram as fotos. Mas os personagens oficiais do Arrowverso não serão os únicos heróis da DC presentes na trama, já que a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já feitas sobre os heróis da editora existem em seus próprios universos, onde suas histórias continuaram após os finais exibidos nas telas. Assim, o público descobrirá que o Batman de Keaton se casou com a Mulher-Gato de Pfeiffer, bem como o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968, e até o destino do Clark Kent de Tom Welling, após virar Superman no final de “Smallville” em 2011, por exemplo. As imagens reveladas mostram o encontro do Superman vivido por Brandon Routh em “Superman: O Retorno” (2006) com o Superman da série “Supergirl”, interpretado por Tyler Hoechlin, bem como da Lois Lane de “Smallville”, vivida por Erica Durance, com sua contraparte de “Supergirl”, Elizabeth Tulloch. A mistura de versões diferentes faz parte do conceito de multiverso, que foi introduzido na 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, já possibilitou que personagens mortas, como Canário Negro e o vilão Flash Reverso, reaparecessem com novas personalidades no Arrowverso. E também serviu de explicação para a ausência de repercussão dos eventos apocalípticos de “Supergirl” nas outras séries – a prima de Superman existe em outro universo. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. A coleção de fotos abaixo inclui personagens concebidos originalmente para o crossover dos quadrinhos. Além do Monitor interpretado por LaMonica Garrett (introduzido no crossover passado, “Elseworlds”), uma das imagens revela pela primeira vez o visual do Pariah, que será vivido por Tom Cavanaugh (o Dr. Wells de “The Flash”), e a transformação de Audrey Marie Anderson, intérprete de Lyla Michaels (ex-chefe da agência Argus em “Arrow”), na heroína Precursora (Harbinger, no original). Outras novidades das imagens são a volta de Jonah Hex (novamente na pele de Johnathon Schaech) e a primeira aparição de Osric Chau (Kevin Tran em “Supernatural”) como o cientista Ryan Choi, que vira ninguém menos que o novo Elektron (Atom, no original em inglês) nos quadrinhos. Mas talvez a maior revelação seja a aparição de Katherine McNamara, que dá vida a Blackstar/Mia Smoak, a filha do Arqueiro Verde no futuro, em meio a personagens do presente/passado. Ela vai viajar no tempo e esse artifício pode ser mantido na produção de uma série centrada na personagem, atualmente em desenvolvimento na rede CW como provável substituta de “Arrow”.
Michael Keaton é o Bruce Wayne de Crise nas Infinitas Terras
Michael Keaton, que estrelou os dois filmes de “Batman” dirigidos por Tim Burton em 1989 e 1992, vai aparecer como Bruce Wayne no crossover do Arrowverso “Crise nas Infinitas Terras”. A aparição vai se dar apenas como homenagem. O ator não gravou nenhuma cena para a produção, mas sua foto ilustra um jornal fotografado nos bastidores, sob uma manchete que anuncia o casamento de Bruce Wayne e Selina Kyle (a Mulher-Gato, vivida por Michelle Pfeiffer na época). Veja abaixo. A versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo, e que suas histórias continuaram após o fim exibido nas telas. Assim, o público descobrirá que o Batman de Keaton se casou com a Mulher-Gato de Pfeiffer, bem como o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968, e até o destino do Clark Kent de Tom Welling, após virar Superman no final de “Smallville” em 2011, por exemplo. A mistura de versões diferentes faz parte do conceito de multiverso, que foi introduzido na 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, já possibilitou que personagens mortas, como Canário Negro, reaparecessem com novas personalidades no Arrowverso. E também serviu de explicação para a ausência de repercussão dos eventos apocalípticos de “Supergirl” nas outras séries – a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil.
Primeiras fotos do set revelam visual do novo Esquadrão Suicida
As filmagens do novo “O Esquadrão Suicida”, dirigido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), foram flagradas por paparazzi na cidade americana de Atlanta. E as primeiras fotos dos bastidores da produção revelam o visual de diversos personagens novos. As imagens registram o retorno de Jai Courtney como Capitão Bumerangue e mostram os uniformes bastante coloridos de personagens ainda não confirmados, vividos por Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”) e Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), além de trazer Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”) em traje de captura de performance. Os uniformes deram início a muitas especulações na internet, sugerindo quais são os personagens representados. Fillian, por exemplo, parece viver Floyd Belkin, também conhecido como Arm-Fall-Off-Boy, que já foi considerado um dos piores super-heróis de todos os tempos. Isto porque seu superpoder é arrancar seus próprios braços e usá-los como armas para espancar os adversários. Pete Davidson seria Blackguard, Michael Rooker interpretaria Savant, Flula Borg viveria Dardo (Javelin), Mayling Ng seria Mongal e há até quem arrisque chutar Sean Gunn como Weasal. Estes personagens não devem ser o grupo principal da história. De todo modo, como prometeu, Gunn mudou bastante a formação da Força-Tarefa X, juntando novos vilões ao grupo, que mantém apenas quatro integrantes do filme de 2016: Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Viola Davis (Amanda Waller) e o mencionado Jai Courtney (Capitão Bumerangue). Além dos citados, as novidades incluem a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“A Torre Negra”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”), que não tiveram seus personagens identificados. Além deles, a atriz portuguesa Daniela Melchior (“Parque Mayer”) foi apresentada como a Caça-Ratos, David Dastmalchian (“Homem-Formiga”) como o Bolinha e Storm Reid (“Euphoria”) como a filha de Idris Elba. Os detalhes da continuação permanecem em segredo. A estreia está marcada para agosto de 2021.
DC Universe imita a HQ Uma Morte em Família e pede para o público votar se Jason Todd deve morrer em Titãs
A pior ideia da História da DC Comics foi repetida como farsa pela plataforma DC Universe. Algum executivo com senso de humor macabro resolveu colocar o destino de Jason Todd, o Robin da série “Titãs”, nas mãos do público. O personagem interpretado por Curran Walters foi capturado e torturado pelo vilão Exterminador (Deathstroke), e visto no episódio da semana passada caindo para sua morte certa. Convocado a votar se Jason vive ou morre, o público usou as redes sociais para votar em massa pela morte do personagem. Desta vez, porém, uma reviravolta de última hora fez com que os votos por sua sobrevivência superassem em 2% a vontade dos trolls na contagem final. A votação pode ter sido manipulada para refletir a solução dramática do episódio, que vai ao ar nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos. Mas a morte original do personagem nos quadrinhos também foi resultado de uma campanha manipulada para o mal, que marcou a pré-história dos trolls e robôs na interação do público com a cultura pop. Em 1988, no arco conhecido como “Uma Morte em Família” (A Death in the Family), a DC pediu a participação do público através de telefonemas e cartas, para decidir o futuro de Jason. Na ocasião, ele estava preso e sendo torturado pelo Coringa, que, atendendo aos pedidos do público, acabou matando o personagem. Quando lançaram a convocação, os editores esperavam que os leitores pedissem que Jason fosse salvo. Mas se espantaram com a grande votação por sua morte. O personagem era controvertido, por isso aceitaram a decisão como sinal de uma rejeição muito grande. Entretanto, posteriormente veio à tona que o resultado foi forjada por uma pessoa, que usou um computador para programar ligações em massa para o número de telefone 0800 divulgado para votar a favor da morte do segundo Robin. Pela reviravolta “milagrosa” da nova votação, os responsáveis pela série são mais espertos que os antigos editores, especialmente nesses dias em que o uso de robôs é conhecido e disseminado. De todo modo, a morte do Jason dos quadrinhos acabou “desfeita” 15 anos após a farsa ter sido desmascarada, numa história até hoje tão mal-explicada quando o resultado da votação. It’s time to ask the age-old question! Should @DCUTitans’ Jason Todd live or die? https://t.co/AlMBLlrzkH — DC Universe (@TheDCUniverse) October 10, 2019
Estreia de Superboy em Titãs ganha dois vídeos e fotos
A série “Titãs” vai entrar em nova fase nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos com a introdução de mais um super-herói. Superboy vai fazer sua estreia oficial, após ser visto de relance nas cenas pós-créditos do final da temporada passada. Para incentivar a audiência, a plataforma americana DC Universe divulgou dez fotos e dois vídeos centrados no personagem. Confira abaixo. Intitulado “Conner”, o capítulo marca a metade da 2ª temporada com a entrada do australiano Joshua Orpin na atração, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin), primeiros australianos do elenco. A descrição oficial caracteriza Superboy como “um adolescente de aço revoltado, que procura por seu propósito e pela verdade sobre o seu passado”. Conforme vislumbrado pela cena pós-créditos, a aparição do personagem vai acontecer após sua fuga do laboratório genético Cadmus, refletindo também a forma como sua origem foi apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). O detalhe é que, ao fugir, ele levou um companheiro de experiências, um cachorro, que é nada menos que Krypto, o Super-Cão. Vale lembrar que o Superboy atual não tem nenhuma relação com o personagem clássico dos quadrinhos, o dono do Krypto original, que era a versão adolescente do Superman e até teve série própria nos anos 1980. Ele é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. A nova versão do herói foi introduzida após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Mas bastou a editora e os herdeiros entraram em acordo para o personagem “melhorar” sua saúde e retornar da morte para as páginas da DC. Em contraste com essa bagunça editorial, Superboy teve um desenvolvimento muito consistente na série animada “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a DC Universe, deve dar o tom do personagem em “Titãs”. No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu a data de estreia da 2ª temporada.
Batwoman tem uma das melhores estreias da rede The CW
A série “Batwoman” teve uma das melhores estreias recentes da rede The CW no domingo passado (6/10), quando foi assistida por 1,8 milhão de telespectadores ao vivo e registou 0,5 ponto entre a audiência qualificada (adultos). Os números foram considerados um começo sólido para a produção, que traz Ruby Rose (“Megatubarão”) no papel de uma super-heroína lésbica. Em termos de comparação, a atração baseada nos quadrinhos da DC Comics atraiu muito mais público que os dois programas lançados na CW no ano passado, “Roswell, Nex Mexico” (1,5 milhão e 0,35 ponto) e “Legacies” (1,1 milhão e 0,29). A audiência também ficou acima da média de “The Flash”, série mais assistida do canal, que na temporada anterior registrou 1,7 milhão de telespectadores ao vivo por episódio. Para completar, ajudou “Supergirl”, exibida logo em seguida, a atingir 1,3 milhão de telespectadores e uma média de 0,4 ponto, contagem acima da média nas duas métricas em comparação com a temporada anterior da atração. Não há previsão para a estreia de “Batwoman” no Brasil.
Joaquin Phoenix admite vontade de fazer mais filmes como Coringa
O ator Joaquin Phoenix está entusiasmado com a repercussão do filme “Coringa”, que no fim de semana passado se tornou a estreia de maior bilheteria de sua carreira. Em entrevista ao programa do YouTube do crítico de cinema da Rolling Stone, “Popcorn with Peter Travers”, Phoenix disse que chegou a conversar com o diretor sobre o que mais poderia ser feito com o personagem. “Sabe, eu não pensaria em Coringa como o papel dos meus sonhos. Mas agora, honestamente, não consigo parar de pensar nele”, disse. Phoenix admite que tem interesse em repetir o papel, de preferência numa continuação do mesmo diretor, Todd Phillips. “Conversei muito com Todd sobre o que mais poderíamos fazer, em geral, apenas para trabalharmos juntos, mas também, especificamente, se há algo mais que possamos fazer com o Coringa que possa ser interessante. Então, acabou sendo um papel de sonho”. Mas apesar desse interesse, o ator destacou que não sabe se há planos para uma continuação. “Não sei se há [mais o que fazer]”, disse Phoenix. Mas acrescentou: “Eu e Todd ainda estaríamos filmando agora se pudéssemos, certo? Porque parecia interminável, as possibilidades de onde podemos ir com o personagem”. No mês passado, Todd Philips descartou planos para comandar uma sequência. “A ideia continua a ser: ‘Eu farei qualquer coisa que o Joaquin (Phoenix) quiser’. E eu farei. Mas o filme não foi montado para ter uma sequência”. O sucesso do filme, que se provou um fenômeno comercial, aliado à credibilidade entre a crítica, com uma vitória no Festival de Veneza e grande favoritismo a prêmios no Oscar 2020, podem fazer a Warner considerar uma nova produção. Ou, ao menos, incorporar o Coringa de Phoenix nos próximos filmes de Batman. Veja abaixo a íntegra da entrevista de Phoenix a Peter Travers, que tem 25 minutos de duração – e mostra que o ator é um piadista, quem diria. A parte sobre a possibilidade de continuação está no fim da conversa.
Não se sai de Coringa sem sentir o peso de suas questões
Coringa, como é do conhecimento geral, é o poderoso e misterioso vilão das histórias do Batman. É um desses vilões que fazem sucesso junto ao público. Por isso, explorar as suas origens pode ser uma tarefa atraente. O filme de Todd Phillips, que leva o nome do personagem, vai nessa linha. “O difícil de ser um doente mental é que todo mundo espera que você aja como se não fosse”, frase dita pelo personagem no filme, pode ser o começo de tudo para entender o Coringa, ou melhor, esta mais recente versão cinematográfica dele. Acometido por uma risada assustadora, o filme nos informa que o riso incontrolável do personagem é uma doença que está em desacordo com os sentimentos ou a situação vivida por ele. As feições embranquecidas ou com máscara remetem à figura do palhaço, sua ocupação inicial. E é na condição de palhaço que ele mata e capitaneia ações violentas e destrutivas, que alcançam toda a Gotham City. É, digamos, a vingança pela rejeição e maus tratos sofridos por toda a vida e sempre reiterados pela sociedade. A revolução dos palhaços, porém, tem outras dimensões. A cidade vive abandonada, cercada de lixo por todos os lados, fruto de uma greve nunca resolvida, e espalhando super-ratos por todos os lugares. Ou seja, trata-se de uma Gotham City maltratada pelos políticos e ainda sem sombra de um Batman para salvá-la. História em quadrinhos à parte, “Coringa” reflete o mal estar do nosso mundo, em que a violência é onipresente e, em alguns casos, pode aparecer como solução para alguma coisa. Tudo pode começar com um doente mental ressentido, a quem alguém entrega uma arma, com a pretensão de ajudá-lo a se defender das pessoas que o atacam. Soa familiar? Claro e, também, assustador. O lançamento do filme nos Estados Unidos chegou cercado por cuidados, na suposição de que sua violência pudesse estimular atiradores, como já há às pencas no país. Já tem armas, precisam ainda do estímulo do cinema? Duvidoso. Desde “Pequenos Assassinatos”, filme de Alan Arkin de 1971, está posta a prática do assassinato em massa, sem motivo palpável, como uma chaga contemporânea ao lado do terrorismo – este com motivações políticas, econômicas, culturais e religiosas detectáveis. Lobos solitários, excluídos e que se excluem, vivem aparecendo, fato revelador da solidão e da exclusão sociais. Se esses lobos forem capazes de inflamar multidões, estaria posto o clima do caos. E é o caso da história de “Coringa”. O filme de Todd Philips é surpreendentemente forte e impactante. Não se sai do cinema sem sentir o peso da questão. O espectador sai mexido, quer queira, quer não. Quem for assistir só pensando em super-heróis e batalhas com os vilões de costume vai se decepcionar. “Coringa” tem muito mais força e reflexão do que isso. Não por acaso, venceu o Leão de Ouro do Festival de Veneza 2019. Entre os méritos do filme é preciso destacar, de modo evidente e reluzente, o desempenho de Joaquin Phoenix. Ele é perfeito para o papel de Arthur Fleck, o Coringa. Ou ele se faz perfeito para todos os papéis: é um grande ator. Até Robert De Niro desaparece no filme, diante da atuação de Joaquin Phoenix. Só pelas gargalhadas deslocadas da ação já se pode ver a capacidade de comunicação que ele tem. Sem ele, o filme talvez fosse pouca coisa, com ele, ganha importância. Mas todo o elenco também dá bem conta do recado, levando a ação de um filme polêmico, palpitante para o público. iframe width=”650″ height=”365″ src=”https://www.youtube.com/watch?v=jfVTJm9NilA” frameborder=”0″ allowfullscreen>
Coringa quebra recordes de bilheteria no Brasil
A estreia de “Coringa” dominou as bilheterias brasileiras, levando mais de 1,6 milhão de espectadores aos cinemas, com faturamento de R$ 29,5 milhões entre quinta e domingo (6/10), de acordo com dados da consultoria Comscore. A Warner complementou os dados, liberando os números inflados pelas sessões de pré-estreia. Segundo o estúdio, 1,8 milhões de pessoas foram conferir “Coringa” desde as sessões antecipadas, realizadas na noite da última quarta-feira (2), que renderam cerca de R$ 2,1 milhões a mais para o filme. Assim, o longa ultrapassou os R$ 31,6 milhões de arrecadação nas bilheterias do Brasil e, assim como aconteceu nos Estados Unidos, tornou-se o maior lançamento já registrado num mês de outubro no país em todos os tempos. A estreia foi também a maior arrecadação de abertura da Warner Bros. Pictures no Brasil em 2019, informação que já circulava no fim de semana no levantamento do faturamento mundial do filme. Os números impressionantes da produção ao redor do mundo incluem ainda um desempenho recorde na Coreia do Sul, com a maior estreia de um filme da Warner no país em todos os tempos, e a segunda maior arrecadação do estúdio no México, onde perde apenas para “Batman vs. Superman”. Nos Estados Unidos e Canadá, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics bateu o recorde de maior bilheteria do mês de outubro, com US$ 93,5 milhões entre sexta-feira e domingo. Mundialmente, a bilheteria do filme já soma US$ 245,7 milhões. Em 2ª lugar no ranking nacional, a animação “Angry Birds 2 – O Filme” teve desempenho muito inferior, somando R$ 3,2 milhões – menos de 11% do faturamento de “Coringa”. Outra animação, “Abominável”, aparece em 3º lugar com R$ 2 milhões, seguida pela sci-fi “Ad Astra” (R$ 1,2 milhão) e a comédia brasileira “Ela Disse, Ele Disse” (R$ 1,1 milhão). Confira abaixo o Top 10 nacional, segundo a verificação da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 3 a 6/10:1. Coringa 2. Angry Birds 2 – O filme3. Abominável4. Ad Astra Rumo às Estrelas5. Ela disse, Ele disse6. Rambo : Até o Fim7. It Capitulo Dois8. Predadores Assassinos9. Vai Que Cola 2 – O começo10. Bacurau — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 7, 2019
Clark Kent é o editor-chefe do Planeta Diário em Crise nas Infinitas Terras
O ator Brandon Routh voltou a divulgar em seu Instagram uma nova foto dos bastidores de sua volta ao papel de Superman, 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), que vai acontecer no crossover do Arrowverso “Crise das Infinitas Terras”. A imagem (acima) faz uma revelação curiosa, ao trazer o ator caracterizado como Clark Kent diante de sua sala de escritório. Na porta, é possível ver o atual cargo do antigo repórter dos quadrinhos: editor-chefe do jornal Planeta Diário. O ator já faz parte do Arrowverse como Ray Palmer, o Elekton, um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”, que ele acumulará com sua volta ao papel do Homem de Aço. Além disso, vai contracenar com mais dois atores interpretando Superman no crossover – Tyler Hoechlin (da série “Supergirl”) e Tom Welling (de “Smallville”). A explicação é que cada Superman vem de uma Terra diferente e paralela do multiverso da DC Comics – o multiverso original dos quadrinhos. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer. A oportunidade foi comemorada pelo ator. Entretanto, ele também compartilhou uma má notícia, dando a entender que Ray Palmer será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. Outra pequena informação (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso.
Novo pôster de Aves de Rapina homenageia a série Friends
A Warner divulgou mais um de pôster de “Aves de Rapina”, desta vez em homenagem à série “Friends”. A imagem traz as personagens do filme em volta de um sofá e sob um logotipo que remete à tipologia da série clássica. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”). Para completar, a lista dos vilões destaca Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está prevista apenas para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Arrow: Arsenal é confirmado na temporada final da série
O ator Colton Haynes, intérprete do herói Arsenal, foi confirmado no elenco da temporada final de “Arrow”. Ele fechou um novo contrato para participar da 8ª temporada da série. A notícia chega dois meses depois de o ator perder seu status de integrante fixo do elenco, o que deixou alguns fãs apreensivos sobre sua ausência na despedida da série que lançou o Arrowverso na rede americana The CW. “Não poderíamos ter terminado o programa sem tê-lo de volta”, disse a showrunner Beth Schwartz. Roy Harper, o personagem de Haynes, foi introduzido na 1ª temporada de “Arrow” como par romântico de Thea Queen, vivida por Willa Holland, e acabou promovido ao elenco principal na temporada seguinte, assumindo a identidade do herói Arsenal. Ele acabou deixando a série ao final da 3ª temporada, mas retornou no ano seguinte para um pequeno arco e novamente em 2018, quando integrou a história de despedida de Holland da série, finalmente retornando como integrante fixo na 7ª temporada. Os episódios finais de “Arrow” também terão o retorno de Willa Holland e de vários integrantes das temporadas anteriores, inclusive de intérpretes de personagens falecidos, como Colin Donnell (que viveu Tommy Merlyn) e Josh Segarra (o vilão Adrian Chase). A 8ª e última temporada de “Arrow” vai estrear em 15 de outubro nos Estados Unidos. A série é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner, que ainda não anunciou quando exibirá os novos capítulos.











