Batman tem professor brasileiro de artes marciais
O carioca Rigan Machado, mestre do jiu-jitsu que já treinou astros como Vin Diesel, Ashton Kutcher e Charlie Hunnam, é o novo professor de Batman. Ele postou em sua Instagram uma foto em que aparece no tatame ao lado de Robert Pattison, protagonista do próximo filme do herói. “Batman está vindo”, escreveu Machado, que atualmente ensina jiu-jitsu em Beverly Hills, nos EUA. Pattinson vai interpretar o herói em “The Batman”, substituindo Ben Affleck, que interpretou o personagem dos quadrinhos em “Batman vs. Superman”, “Esquadrão Suicida” e “Liga da Justiça”. Nos cinemas, o herói também já foi vivido por nomes como Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney e Christian Bale. Além de Pattinson, o longa já escalou Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoë Kravitz (“Big Little Lies”) como Mulher-Gato, e Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada. Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), “The Batman” tem previsão de estreia para junho de 2021. Ver essa foto no Instagram Batman is coming???? Uma publicação compartilhada por Rigan Machado (@riganmachado) em 1 de Nov, 2019 às 2:13 PDT
Emily Bett Rickards vai voltar a Arrow para o final da série
O episódio final de “Arrow” contará com o retorno de Emily Bett Rickards, que se despediu do papel de Felicity Smoak, mulher de Oliver Queen/Arqueiro Verde, na 7ª temporada. Ela aparecerá para uma nova despedida, desta vez definitiva, num reencontro com Stephen Amell (intérprete de Oliver) no último capítulo da série, que começou a ser gravado nesta semana. O anúncio foi feito pelo próprio Amell no Twitter. “Haverá muitas novidades sobre o episódio final nos próximos meses. Eu prefiro quando você ouvem isso de nós. Bem-vinda de volta, Emily”, escreveu o ator, junto de um vídeo com a preparação da atriz para as gravações de uma cena da série. Primeira série de super-heróis da atual safra de adaptações da DC Comics na rede americana The CW, “Arrow” originou um universo televisivo, altamente conectado, que ganhou o apelido de Arrowverso e que enfrentará seu maior desafio nos próximos meses: existir sem sua base. “Arrow” vai acabar em janeiro, após um último crossover com as séries dos Arrowverso, intitulado “Crise nas Infinitas Terras”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner. There’ll be a lot of news coming out about our final episode over the next few months. I prefer when you hear it from us. Welcome back Emily. pic.twitter.com/YlVpgoPWLi — Stephen Amell (@StephenAmell) November 1, 2019
Jeffrey Wright é confirmado como Comissário Gordon no novo filme de Batman
Especulado desde setembro, o ator Jeffrey Wright foi confirmado como James Gordon no filme “The Batman” na noite desta quarta (30/10). O anúncio foi feito pelo diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) nas redes sociais, com um gif do ator dizendo “Tuíte alguma coisa”, em inglês. Ao lado da imagem, Reeves escreveu: “Tweet! #Gordon”. O roteiro do cineasta devia exigir um Comissário negro, porque, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, Mahershala Ali (“Green Book”) era a principal opção antes de assinar com a Marvel para viver Blade no cinema. Será a primeira vez que o famoso comissário da polícia de Gotham City será vivido por um ator negro. Os últimos atores a interpretar o papel foram Gary Oldman (na trilogia “Cavaleiro das Trevas”) e J.K. Simmons (em “Liga da Justiça”) no cinema, e Ben McKenzie na TV (em “Gotham”). Wright vai se juntar a Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), intérprete de Batman, Zöe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que foi anunciada como Mulher-Gato, e Paul Dano (“Okja” e “12 Anos de Escravidão”), contratado para viver o vilão Charada. Entretanto, Jonah Hill (“Anjos da Lei”), que negociava viver o Penguim, não entrou em acordo com a Warner e desistiu do papel. A produção ainda busca um intérprete para o personagem. Escrito e dirigido por Matt Reeves, “The Batman” chega aos cinemas em junho de 2021. Tweet! #Gordon ? pic.twitter.com/O4PBX7MmuH — Matt Reeves (@mattreevesLA) October 30, 2019
Pennyworth: Série sobre a juventude do mordomo de Batman terá 2ª temporada
O canal pago americano Epix renovou “Pennyworth” para sua 2ª temporada. Espécie de prólogo de “Batman”, a série acompanha as aventuras do jovem Alfred, futuro mordomo de Bruce Wayne, na Inglaterra mod dos anos 1960. A série é o maior sucesso do canal, que pertence ao estúdio MGM, fato admitido no comunicado. “‘Pennyworth’ foi um grande sucesso para nós, abraçado por críticos e fãs”, disse o presidente da Epix, Michael Wright. “Foi a série original de melhor desempenho que já estreou no Epix, mais do que duplicando a audiência dos programas anteriores. Mal podemos esperar para trabalhar com esse elenco fenomenal e a equipe criativa em mais uma temporada emocionante”, completou. “Pennyworth” foi criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. Há um pouco de “Vingadores” (a série britânica), “Agente da UNCLE” e até do “Batman” de 1966, mas principalmente influência de Harry Palmer (o “James Bond” vivido por Michael Caine, ator que foi Alfred nos anos 2000) na produção, que tem como protagonistas Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) no papel-título e Ben Aldridge (“Reign”) com Thomas Wayne. O elenco ainda destaca a cantora Paloma Faith (“Juventude”) e Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”) como vilões, além de Emma Corrin como Esmé, o amor da juventude de Alfred. Em ascensão, Corrin também viverá a Princesa Diana na série “The Crown”. A 1ª temporada estreou em 28 de julho nos Estados Unidos e está disponível no Brasil pelo serviço de streaming Starzplay.
Séries originais da HBO Max terão um episódio inédito por semana
Um dos detalhes que chamou atenção na apresentação da WarnerMedia para a plataforma HBO Max, realizada na noite de terça (29/10), foi o modelo de distribuição das séries. A plataforma da Warner pretende romper com o modelo de streaming estabelecido pela Netflix, disponibilizando apenas um episódio inédito de suas séries originais por semana. A ideia é repetir na plataforma o engajamento gerado pelas séries da HBO na TV paga. As maratonas esgotam rapidamente as discussões sobre as séries, enquanto a disponibilização semanal tem a capacidade de prolongar a duração do interesse do público nas produções. A estratégia “espelhará amplamente o padrão de lançamento da HBO”, disse o chefe de conteúdo do serviço de streaming Kevin Reilly. “Gostamos de criar impacto cultural e nutrir grande valor a partir de nossas propriedades intelectuais. Nossos criadores de conteúdo também veem o valor de implantar programas gradualmente e de deixá-los respirar. Sucessos da HBO como ‘Succession’ e ‘Chernobyl’ tornaram-se parte do zeitgeist com um cronograma semanal de lançamentos, em vez de desaparecer rapidamente após uma maratona de episódios. Sabemos que as pessoas gostam de maratonar e, na HBO Max, também poderão empilhar temporadas anteriores e o conteúdo do catálogo repleto de séries favoritas”. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear em maio de 2020 com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a HBO Max. A WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
HBO Max encomenda séries de comédia de Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling
A HBO Max anunciou a produção de três novas séries de comédia originais, que serão produzidas por Elizabeth Banks (do novo “As Panteras”), Issa Rae (“Insecure”) e Mindy Kaling (“Projeto Mindy”). As atrações foram reveladas na noite de terça (29/10) pela WarnerMedia, em evento dedicado a detalhar a plataforma de streaming, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. “Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling são três das mulheres mais talentosas de nossa indústria e agora estão trazendo seus projetos originais e impressionantes para a HBO Max”, disse Sarah Aubrey, diretora de conteúdo original da plataforma. “Esses três talentos incríveis incorporam as vozes distintas e diversas que darão vazão à promessa da marca HBO Max de qualidade para todos os públicos”, acrescentou Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. O programa de Kaling se chama “College Girls”, vai acompanhar três colegas de faculdade, irritantes e sexualmente ativas, e já ganhou encomenda de 13 episódios. A produção de Banks é “DC Super Hero High”. Escrita por Scott Weinger (“90210”) e inspirada nos quadrinhos da DC Comics, vai mostrar estudantes do Ensino Médio que podem se tornar super-heróis. E a atração de Rae, “Rap Sh*t”, reflete as aspirações de um grupo de hip-hop feminino de Miami. As duas últimas ainda estão em desenvolvimento. Ao todo, a HBO Max pretende oferecer 31 produções inéditas e exclusivas já em seu lançamento no ano que vem.
HBO Max anuncia série live-action do Lanterna Verde
Os executivos da WarnerMedia fizeram uma série de anúncios nesta noite de terça (29/10) sobre a plataforma HBO Max, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. Além da data de inauguração, o evento de imprensa que aconteceu nos estúdios da Warner em Burbank, na grande Los Angeles, incluiu a oficialização de algumas produções novas. O destaque são duas novas séries de super-heróis da DC Comics. Uma delas é centrada no herói Lanterna Verde e a outra será a primeira antologia de super-heróis, intitulada “Strange Adventures”. Ambas terão produção de Greg Berlanti, maior especialista nas adaptações de quadrinhos da editora – ele produz todo o Arrowverso do canal CW, além de três séries de heróis na plataforma DC Universe. “As duas propriedades originais de DC que desenvolveremos para a HBO Max serão diferentes de tudo o que é visto na televisão”, disse Berlanti no evento para a imprensa americana. “Uma delas é uma antologia de contos passados num mundo onde os superpoderes existem, e, no que promete ser nossa maior série da DC já produzida, iremos ao espaço com os Lanternas Verdes, mas não posso revelar mais nada sobre isso ainda”. Vale lembrar que a Warner estava desenvolvendo um filme sobre a Tropa dos Lanternas Verdes, que deveria chegar aos cinemas em 2020. O projeto chegou a contratar roteiristas e foi até discutido na Comic-Con de San Diego em 2015, antes de sumir no buraco negro aberto pelo fiasco de “Liga a Justiça”. Mas isso não é o mais curioso. O detalhe que realmente chama atenção é que Greg Berlanti foi um dos autores do roteiro de “Lanterna Verde” (2011), o maior fracasso da DC Comics nos cinemas, estrelado por Ryan Reynolds. E ele escreveu a história em parceria com Marc Guggenheim, que é showrunner do Arrowverso. Não há maiores detalhes sobre a série do herói espacial, nem sequer se sabe o título oficial da produção, ao contrário de “Strange Adventures”, cujo nome deriva de uma publicação clássica da DC Comics. Lançada em 1950 com histórias de ficção científica e terror sobrenatural, a “Strange Adventures” dos quadrinhos também serviu de berço para os heróis Capitão Cometa, Homem-Animal e Desafiador (Dead Man), além de ter sido lar de Adam Strange. Nenhum personagem está confirmado na versão televisiva, que irá contar histórias completas com diferentes heróis a cada episódio. A série do Lanterna Verde e “Strange Adventures” elevam o número de programas de Berlanti para a HBO Max para quatro – sem contar quatro longas-metragens de tema adolescente encomendados. Com isso, seu recorde, que já era impressionante, subiu para um total de 22 séries atualmente em produção, em 7 canais/plataformas diferentes. Ninguém chega nem perto desse número absurdo de produções simultâneas. A lista inclui “Arrow” “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning”, “Batwoman”, “Riverdale”, “All American” e “Katy Keene” na rede CW; “Prodigal Son” na Fox; “Blindspot” na NBC; “God Friended Me” na CBS; “Titãs” (Titans), “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Stargirl” na plataforma DC Universe, “Você” (You), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina) e “The Girls on the Bus” na Netflix; mais “The Flight Attendant”, “Equal”, “Strange Adventures” e a série do “Lanterna Verde” (Green Lantern) na HBO Max. Todas essas séries são produzidas pela WBTV (Warner Bros. Television), que tem contrato de exclusividade com o produtor.
Plataforma HBO Max será lançada em maio nos Estados Unidos
A WarnerMedia anunciou nesta terça (29/10) que o serviço de streaming HBO Max será lançado em maio de 2020 nos Estados Unidos. O projeto é a aposta bilionária do conglomerado para enfrentar a guerra dos streamings, e vai chegar após a estreia dos concorrentes Apple TV+ (em 1 de novembro) e Disney+ (Disney Plus) (12 de novembro), que tentarão destronar Netflix e Amazon. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear já com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a plataforma. No evento de apresentação da plataforma, a WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
Tyler Hoechlin confirma produção da série da Superman
O ator Tyler Hoechlin usou o Instagram para confirmar e comentar a notícia da encomenda do piloto de “Superman & Lois” pela rede The CW. E a empolgação do texto sugere que não se trata apenas de um projeto, mas sim de uma produção já aprovada. “Eu não poderia estar mais agradecido por poder contar essa história, que no momento precisa continuar em segredo. Fui abençoado com nada menos do que as pessoas mais maravilhosas possíveis, e não poderia pedir por uma parceira melhor do que Elizabeth Tulloch em tudo isso. Já aprendi muito com ela, e sei que isso não vai acabar tão cedo”, ele escreveu, ao lado de uma foto dos bastidores de “Superman: O Filme”, com Christopher Reeve e Margot Kidder, e de imagens da nova versão de Superman e Lois Lane na televisão. “Todas as pessoas por trás das câmeras se importam tanto com os personagens, suas vidas e todas as partes que vamos discutir na série. Me traz grande conforto saber que vão nos colocar no caminho certo. Obrigado a todos que disseram, ‘Sim’ para esse projeto (Warner, DC, CW). Não vamos decepcionar. Será uma grande aventura. Mal posso esperar para começar a trabalhar!” A série, atualmente em desenvolvimento, “segue os super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A premissa indica que eles serão papais – algo inédito na TV. A nova série será a primeira protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur) – proibido de ser chamado de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. “Superman & Lois” faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e está sendo desenvolvida pelo próprio Berlanti em parceria com Todd Helbing (produtor-roteirista de “The Flash”) como spin-off de “Supergirl”, onde Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch debutaram como Superman e Lois Lane. Por sinal, eles serão vistos como o casal no próximo crossover do Arrowverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ver essa foto no Instagram I could not be more grateful for the opportunity to tell this story, that for now shall remain a secret. But I’ve been blessed with nothing less than the most wonderful people to do it alongside of. I couldn’t ask for a better partner than @BitsieTulloch in all of this. I’ve already learned so much from her and I know that won’t stop anytime soon. So thank you @gberlanti and everyone else who brought her in as our Lois Lane. All the people behind the scenes care so much about these characters and their lives and the parts to which we’ll be speaking about, it gives me great comfort to know that they’ll steer us in the right direction. Thank you to everyone that said “yes” to this project (Warner Brothers, DC, CW). We won’t let you down. It’s going to be a grand adventure. Can’t wait to get to work! P.S. I had no idea this picture existed when someone grabbed the shot of Bitsie and I on the monitor, and I just noticed today the resemblance of my expression to that of Mr. Reeves. Had to share. Hope we make something he would be proud of. Up, up! Uma publicação compartilhada por Tyler Hoechlin (@tylerhoechlin) em 28 de Out, 2019 às 12:13 PDT
Superman vai ganhar nova série na TV americana
Após o sucesso da estreia de “Batwoman”, a rede The CW vai investir em mais séries de super-heróis da DC Comics. Preparando substitutos para o fim de “Arrow” em janeiro, o canal encomendou a produção de dois pilotos. Além do já anunciado spin-off de “Arrow”, centrado na filha do Arqueiro Verde, o CW recebeu autorização da Warner para desenvolver uma nova série de Superman, a primeira protagonizada pelo personagem em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur) – proibido de ser chamado de Superman por imposição da divisão de cinema do estúdio. Intitulado (a princípio) “Superman & Lois”, o projeto será um spin-off de “Supergirl” estrelado por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch, que já apareceram como Superman e Lois Lane na série da heroína. Assim como “Lois & Clark”, a nova série deverá ser centrada nas aventuras do casal formado pelo super-herói mais famoso do mundo e a jornalista mais destemida dos quadrinhos. Mas com uma pequena/grande diferença: pela primeira vez, eles serão mostrados como pais de um superbebê, lidando com todo tipo de estresse, pressão e complexidade relacionado às suas posições de pais trabalhadores no século 21. Vale lembrar que, em sua última aparição em “Supergirl”, Lois estava grávida. A produção faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe. “Superman & Lois” está sendo desenvolvida pelo próprio Berlanti em parceria com Todd Helbing (produtor-roteirista de “The Flash”). Antes da estreia do novo programa, Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch vão ser vistos como Superman e Lois Lane no próximo crossover do Arrowverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção.
Arrow: Thea Queen retorna no trailer e fotos do próximo episódio
A rede The CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Arrow”, que a cada semana se aproxima mais de seu final. A prévia destaca o retorno de Thea Queen, a irmã do protagonista, que saiu da série na 6ª temporada. Ela volta a ser interpretada por Willa Holland, numa participação especial para completar a jornada da personagem. Thea Queen foi uma criação de Marc Guggenheim com os produtores Greg Berlanti e Andrew Kreisberg. A personagem não existe nos quadrinhos, mas se tornou um dos elementos que deram mais certo na série da rede The CW. Irmã de Oliver (Stephen Amell), o Arqueiro Verde, ela se materializou com o apelido de Speedy (o nome original em inglês do herói Ricardito) e herdou o uniforme vermelho de Arsenal. O retorno de Thea vai abordar o que aconteceu como ela no período em que passou longe de Star City. Ela se afastou para corrigir os erros de seu pai, Malcolm Merlyn (John Barrowman), e destruir outros Poços de Lázaro (fonte da imortalidade) que ele descobriu na Europa. Seu companheiro de missão, o ex-namorado Arsenal, chegou a voltar na temporada passada, dizendo que ela tinha sido bem-sucedida. Na prévia, ela aparece ao lado de Talia al Ghul (Lexa Doig) e da Liga dos Assassinos, e descobre o futuro sombrio que aguarda seu irmão, Oliver/Arqueiro Verde (Stephen Amell), na vindoura “Crise nas Infinitas Terras”. A 8ª e última temporada de “Arrow” estreia neste domingo (27/10) no Brasil pelo canal pago Warner.
Coringa reassume a liderança das bilheterias na América do Norte
“Coringa” continua rindo alto nos cinemas. Em sua quarta semana em cartaz, o filme desbancou “Malévola: Dona do Mal” e recuperou o 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. No segundo round da luta dos vilões de fantasia, a adaptação dos quadrinhos estrelada por Joaquin Phoenix, que havia perdido a liderança no fim de semana passado, voltou ao topo ao arrecadar US$ 18,9M (milhões), contra US$ 18,5M da fábula protagonizada por Angelina Jolie. A produção da Warner chegou a US$ 277,5M no mercado doméstico e US$ 849M mundiais, aumentando ainda mais seu recorde como filme de classificação “R” (para maiores nos Estados Unidos) com maior bilheteria em todos os tempos, marca conquistada na última sexta-feira (25/10). “Coringa” deve terminar sua jornada com uma arrecadação superior a US$ 900M, o que também representará um dos maiores lucros de uma adaptação de quadrinhos, tendo em vista seu baixo orçamento. “Malévola: Dona do Mal” é um grande desapontamento na América do Norte, mas o mercado internacional deve evitar desastre maior. Enquanto a produção da Disney fez apenas US$ 65,4M em dez dias nos EUA e Canadá, a soma mundial de sua bilheteria está em quase US$ 300M, perto do total de “Dumbo” (US$ 350M), até então o pior desempenho do estúdio no ano. O Top 10 incluiu mais quatro títulos novos no fim de semana, mas apenas dois com distribuição ampla, em mais de 2 mil salas. O terror “A Hora da sua Morte” foi o que se deu melhor, abrindo em 5º lugar, seguido pelo policial “Black and Blue” em 6º. A crítica achou ambos ruins, mas considerou o terror ainda pior (apenas 26% de aprovação no Rotten Tomatoes). “Black and Blue” (46%), estrelado por Naomie Harris, não deve passar no Brasil, mas “A Hora da sua Morte” será um peru de Natal, com lançamento marcado para 26 de dezembro. Vítima colateral do escândalo sexual de Harvey Weinstein, “A Batalha das Correntes” finalmente chegou aos cinemas norte-americanos (aqui, só em dezembro). O longo período de quarentena serviu para a produção de uma nova edição (do diretor Alfonso Gomez-Rejon), que agradou mais a crítica que a versão exibida pela primeira vez há dois anos, no Festival de Toronto, sob supervisão de Weinstein (famoso por alterar filmes à revelia dos diretores). Deixou de ser podre (33%) para virar apenas medíocre (57%), o que ainda é um desapontamento considerando sua história (a guerra elétrica entre Thomas Edison e George Westinghouse/Nicola Tesla) e seu elenco (Benedict Cumberbatch, Michael Shannon, Nicholas Hoult e Tom Holland). Lançado em mil cinemas, abriu apenas em 9º lugar, abaixo de um fenômeno indie. Grande surpresa do ranking, “O Farol” resplandeceu muito mais que seu 8º lugar. Filmado em preto e branco, com baixo orçamento e disponível em somente 500 telas, o filme brilhou com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo longa do diretor Robert Eggers (do premiado “A Bruxa”), o terror estrelado por Robert Pattinson e Willem DaFoe deu o que falar ao render três vezes mais por sala que “Coringa”. Trata-se uma coprodução da indie A24 em parceria com a brasileira RT Features. Apesar disso, só vai chegar ao Brasil em janeiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 18,9M Total EUA e Canadá: US$ 277,5M Total Mundo: US$ 849M 2. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,4M Total Mundo: US$ 293,5M 3. Família Addams Fim de semana: US$ 11,7M Total EUA e Canadá: US$ 72,8M Total Mundo: US$ 84M 4. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ 63,6M 5. A Hora da sua Morte Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 9M Total Mundo: US$ 9M 6. Black and Blue Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 8,3M Total Mundo: US$ 8,3M 7. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 43,3M Total Mundo: US$ 148,2M 8. O Farol Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ 3,6M 9. A Batalha das Correntes Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 2,7M Total Mundo: US$ 7,5M 10. Abominável Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 56,8M Total Mundo: US$ US$ 144,6M
Todd Phillips celebra recorde mundial de Coringa nas redes sociais
O diretor Todd Phillips celebrou nas redes sociais a façanha de “Coringa”, que se tornou a maior bilheteria de uma produção com classificação etária “R” (para maiores nos Estados Unidos) do mundo em todos os tempos. Em sua comemoração, ele aproveitou para dar uma pequena alfinetada nas polêmicas que cercaram o filme, como um suposto incentivo de violência e o receio de atentados, que ganharam grande cobertura da mídia na semana de estreia da produção. “Uau! Agradeço a minha equipe e elenco, e obviamente aos fãs ao redor do mundo – por terem enxergado além de todo o “barulho” e aparecido nos cinemas (alguns mais de uma vez)! Estamos muito orgulhosos do filme e todas as mensagens maravilhosas que recebemos de vocês o torna ainda mais especial.” A adaptação do vilão da DC Comics deixou para trás um herói da Marvel ao faturar US$ 788,3 milhões mundiais. O primeiro “Deadpool” detinha o recorde com US$ 782,6 milhões. Vale considerar que “Deadpool 2” teria supostamente mais que isso (US$ 785 milhões), mas essa conta inclui quase US$ 50 milhões arrecadados sob outro título e classificação etária, quando o filme foi relançado nos cinemas como “Era uma Vez um Deadpool”. De todo modo, “Coringa” bate até esse truque. Vale lembrar que, apesar de receber classificação “R” em seu país de origem, tanto “Coringa” quanto os dois “Deadpool” foram lançados com restrição para 16 anos no Brasil. O mesmo aconteceu em vários países. Em Portugal, o filme passou com censura de 14 anos. Na França, “Coringa” chegou aos cinemas proibido para maiores de… 12 anos! Tudo isso ajudou na bilheteria internacional do filme, que somou o dobro da arrecadação americana, facilitando a quebra do recorde. O diretor de “Coringa”, Todd Phillips, afirmou recentemente que nunca divulgará cenas cortadas ou uma versão estendida do filme, para capitalizar um relançamento nos cinemas ou Blu-ray especial, mas que está aberto à ideia de uma possível sequência, o que Joaquin Phoenix, intérprete do Coringa, apoia. Ver essa foto no Instagram Wow!! Thanks to my wonderful cast & crew and of course, the fans from around the world— for seeing through all the “noise” and SHOWING UP (some more than once)! We are super proud of the film and all your wonderful messages make it that much more special. #Joker worldwide. Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em 25 de Out, 2019 às 12:33 PDT










