PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Zack Snyder “curte” campanha por versão do diretor de Liga da Justiça

    24 de novembro de 2017 /

    A campanha que pede para a Warner lançar uma “versão do diretor” de “Liga da Justiça” ganhou um reforço inesperado. Um post pedindo mais assinaturas no abaixo-assinado acabou recebendo uma curtida de ninguém menos que o próprio diretor original do filme. Zack Snyder, que se afastou da produção devido uma tragédia familiar no início do ano, curtiu uma postagem de apoio à iniciativa com um link para a petição na rede social Vero. Veja abaixo. O texto do abaixo-assinado justifica o pedido de uma “versão do diretor” ao afirmar que a edição que está sendo exibida nos cinemas favorece a visão de Joss Whedon, convocado para terminar o filme, ao deixar de lado diversas decisões que Snyder tinha tomado quando era diretor. “Para consternação de muitos, o filme lançado pela Warner Bros. não é a que os fãs estavam esperando”, descreve o texto da petição. A campanha, no site Change.org, quer que “a Warner Bros. restaure as cenas removidas e a visão original que Zach tinha antes de sua saída”. Alguns fãs dos quadrinhos dos super-heróis ficaram decepcionados pelo fato de muitas cenas vistas nos trailers não aparecerem na edição exibida nas telas. Além da versão do diretor, a petição ainda pede para que seja restaurada a trilha sonora original de Tom Holkenborg (Junkie XL), que também foi substituído durante a produção – por composições de Danny Elfman (“Batman”). A esperança de quem assina é que a Warner se sensibilize e veja o potencial comercial de um Blu-ray com a versão do diretor. Mas nunca é demais considerar a ironia: após “Batman vs. Superman”, os fãs faziam petições para tirar Zack Snyder de “Liga da Justiça”. Fellow DC and Zack Snyder Fan @fionadcpositive on Vero, is helping with the petition and Zack Snyder himself liked the petition to get his director's cut! Keep sharing the petition wherever you can! #ZackSnyder #TomHolkenborg #JunkieXL #WarnerBros #BluRays #ManofSteel #BatmanvSupermanDawnofJustice #SuicideSquad #WonderWoman #JusticeLeague #Scores #Movies #MovieReview #DC #DCEU #BenAffleck #HenryCavill #GalGadot #JasonMomoa #EzraMiller #RayFisher #Petition #DirectorsCut #Score Uma publicação compartilhada por Roberto Mata Gutiérrez (@robertomata.dceu) em Nov 21, 2017 às 4:39 PST

    Leia mais
  • Série

    Intérprete da Supergirl adolescente entra na série iZombie

    24 de novembro de 2017 /

    A atriz Izabela Vidovic, que interpretou a jovem Kara Danvers em um episódio recente de “Supergirl”, entrou na 4ª temporada de “iZombie”. A adolescente de 16 anos contou a novidade durante uma entrevista ao site Monsters and Critics, enquanto fazia a divulgação do filme “Extraordinário”, em que também participa. “Eu estarei em ‘iZombie’. Eles estão me encaixando como uma personagem nova, então estou ansiosa e já estou gravando em Vancouver”, adiantou. Ele também revelou o nome da personagem. “Bem, o nome da minha personagem é Isobel e, infelizmente, não posso revelar demais porque arruinaria todo o enredo”. Mesmo assim, deu algumas pistas sobre sua participação na trama. “Você vai vê-la muito com Rose e com Ravi”, acrescentou, referindo-se à atriz Rose McIver, que interpreta Olivia Moore, a iZombie do título, e ao personagem Ravi Chakrabarti, vivido por Rahul Kohli. “iZombie” também é uma série baseada em quadrinhos da DC Comics, publicados pelo selo Vertigo, e deve voltar bem diferente em sua 4ª temporada, após os últimos episódios transformarem Seattle em um paraíso zumbi. Já o episódio de “Supergirl” estrelado por Izabela Vidovic será exibido na próxima quarta (29/11) no Brasil, no canal pago Warner. Trata-se do capítulo intitulado “Midvale”, passado no começo dos anos 2000 e centrado num flashback da adolescência das irmãs Kara e Alex Danvers. Considerado um dos melhores episódios de “Supergirl”, também inclui um crossover inesperado com a série “Smallville”.

    Leia mais
  • Filme

    Mais de 110 mil fãs assinam petição por versão da Liga da Justiça de Zack Snyder

    24 de novembro de 2017 /

    Uma petição online já reuniu mais de 110 mil assinatura para convencer a Warner a lançar uma versão de “Liga da Justiça” baseada apenas na visão do diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). A ação vem de um fã que não gostou da versão definitiva exibida nos cinemas, com intervenção de Joss Whedon (“Os Vingadores”) – que substituiu o diretor após uma tragédia familiar. “Para consternação de muitos, o filme lançado pela Warner Bros. não é a que os fãs estavam esperando”, descreve a petição. A campanha, no site Change.org, quer que “a Warner Bros. restaure as cenas removidas e a visão original que Zach tinha antes de sua saída”. Ele acrescenta: “Nós sentimos que isso é uma simples questão de integridade”. Alguns fãs dos quadrinhos dos super-heróis ficaram decepcionados pelo fato de muitas cenas vistas nos trailers divulgados não aparecerem na versão exibida nas telas. Além da versão do diretor, a petição pede para que seja restaurada a trilha sonora original de Tom Holkenborg (Junkie XL), que também foi substituído durante a produção – por Danny Elfman (“Batman”). A esperança de quem assina é que a Warner se sensibilize e veja o potencial comercial de um Blu-ray com a versão do diretor. Mas nunca é demais considerar a ironia: após “Batman vs. Superman”, os fãs faziam petições para tirar Zack Snyder de “Liga da Justiça”.

    Leia mais
  • Série

    Arlequina vai ganhar série animada dos produtores de Powerless

    22 de novembro de 2017 /

    A Warner vai lançar uma série animada focada na Arlequina, personagem que surgiu, justamente, numa série animada de “Batman” dos anos 1990 e em pouco tempo se tornou a vilã mais popular da DC Comics. A produção será disponibilizada na plataforma de streaming da DC, atualmente em desenvolvimento, com uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada. Além do anúncio da produção, a Warner divulgou a sinopse e a primeira imagem da série, que exibe um estilo visual bem diferente dos desenhos anteriores da personagem, inclusive do recém-lançado longa animado “Batman e Arlequina”. A razão da diferença é que a atração não é uma produção de Bruce Timm, criador da Arlequina, ou do time das animações da DC, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Segundo o site Deadline, a Warner tenta convencer Margot Robbie, intérprete da personagem no filme “Esquadrão Suicida”, a dublar a vilã nos desenhos. Na trama animada, Arlequina terá se separado de vez do Coringa tentará see estabelecer como a Rainha do Crime de Gotham City. A série também contará com participações de Hera Venenosa e outros conhecidos vilões e heróis da DC Comics. A produção é a terceira atração desenvolvida para plataforma digital da DC, que também exibirá a 3ª temporada de “Young Justice” (Justiça Jovem) e “Titans”, uma série com atores dos Novos Titãs.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Diretor de Thor: Ragnarok agradece cartaz de Liga da Justiça por “promover” Thor

    21 de novembro de 2017 /

    Taika Waititi não resistiu. O diretor de “Thor: Ragnarok” foi ao Twitter destacar e agradecer uma gafe do marketing de “Liga da Justiça”. É que a diagramação do texto do cartaz forma a palavra “Thor”. “Não sei de que forma comentar isso, além de… Obrigado?” O marketing de “Liga da Justiça” foi realmente cego, ignorando Superman em toda a promoção do filme, enquanto a imprensa inteira já antecipava o debate do bigode do ator Henry Cavill. Com a expectativa de marcar época, o filme estreou no fim de semana com a pior arrecadação entre os cinco lançamentos do universo cinematográfico da DC na América do Norte, apesar de liderar as bilheterias. I mean, I don't know how else to comment on this other than… Thanks??#SupportEachOther #SubliminalLove #ThorRagnarok #JLAssemble #Crossover #skuxlife @bradwinderbaum pic.twitter.com/Tl2Kp79ZHk — Taika Waititi (@TaikaWaititi) 21 de novembro de 2017

    Leia mais
  • Série

    Casamento do Flash é interrompido por nazistas em trailer do crossover épico das séries da DC

    20 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o novo pôster e o trailer épico do próximo crossover das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. A prévia destaca a interrupção do casamento de Barry Allen/Flash (Grant Gustin) e Iris West (Candice Patton) por nazistas de outra dimensão. Intitulado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X), o crossover vai mostrar uma invasão dos supervilões de Terra-X, planeta de um universo paralelo em que a 2ª Guerra Mundial durou décadas e onde um grupo de heróis, conhecidos como Combatentes da Liberdade, luta para derrotar o 3º Reich. A premissa também serve para introduzir o novo herói Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). Esta dimensão paralela foi introduzida em quadrinhos clássicos da Liga da Justiça justamente num crossover – com a Sociedade da Justiça – de 1973, que tem o mesmo título dos episódios televisivos e serviu para reintroduzir os Combatentes da Liberdade, heróis dos anos 1940, que DC adquiriu e relançou naquele evento, publicado em duas edições. Mas o crossover televisivo também inclui elementos de uma história mais antiga. Os supervilões da trama, apresentados como versões malignas do Arqueiro Verde, Flash e Supergirl, lembram o Sindicato do Crime. Criado pelo genial Gardner Fox (o Stan Lee da DC) em 1964, o Sindicato do Crime era a versão do mal da Liga da Justiça da Terra 3, outro mundo do multiverso em que Lex Luthor era o principal super-herói. A exibição de “Crisis on Earth-X” vai acontecer em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, com episódios de “Supergirl” e “Arrow”, e terminando na terça-feira, 28 de novembro, com os capítulos de “The Flash” e “Legends of Tomorrow”. No Brasil, as séries são exibidas com duas semanas de diferença no canal pago Warner. Veja também 100 fotos do crossover televisivo neste link.

    Leia mais
  • Filme

    Liga da Justiça leva quase 2 milhões de pessoas aos cinemas no Brasil

    20 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” lotou os cinemas em seu primeiro fim de semana no Brasil, vendendo cerca de 1,8M (milhões) de ingressos. O longa arrecadou R$ 32,6 milhões entre quinta-feira e domingo e superou a estreia de “Thor:Ragnarok”, que levou 1,4 milhão de pessoas aos cinemas em seu primeiro fim de semana. Os dados da consultoria ComScore confirmam que o Brasil foi um dos países em que os heróis da DC Comics fizeram mais sucesso, inclusive com o recorde de maior faturamento em dia de estreia de todos os tempos. Também pudera: o lançamento foi um dos maiores já feitos para um único filme do país, ocupando metade de todo o parque exibidor nacional. Em relação à arrecadação mundial, os Estados Unidos lideraram com US$ 96M, seguidos pela China com US$ 51,7M. Mas mercados importantes da Europa não tiveram os resultados esperados pela Warner, fazendo com que a soma internacional (todo o mundo menos Estados Unidos e Canadá) não conseguisse atingir a marca almejada de US$ 200M, obtida pelos lançamentos anteriores da DC Comics. O total bateu em US$ 185M. Assim, com a exceção dos resultados no Brasil, a Warner está sendo econômica em suas comemorações pela liderança das bilheterias. Com orçamento estimado em US$ 300M de produção, mais custos não revelados de marketing, “Liga da Justiça” precisará faturar mais que todos os outros filmes da DC, mas abriu com a menor bilheteria do universo cinematográfico da editora. Enquanto isso, “Thor: Ragnarok” segue ampliando seus rendimentos. O filme caiu para 2º lugar no Brasil, mas já foi visto por 5,6 milhões de espectadores no país. O longa da Marvel atingiu US$ 490,7M no mercado internacional e US$ 738M em todo o mundo (com Estados Unidos e Canadá).

    Leia mais
  • Filme

    Liga da Justiça estreia em 1º lugar, mas é maior fracasso do universo DC na América do Norte

    19 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” abriu em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, faturando US$ 96M (milhões) em seu fim de semana de estreia. Números imponentes. Mas com um porém ainda maior: os US$ 300 milhões estimados de seu orçamento de produção. Ainda entusiasmados pelo bom resultado de “Mulher-Maravilha”, o público americano foi em massa assistir às pré-estreias e ao primeiro dia de exibição da nova produção de super-heróis da Warner Bros, o que jogou suas estimativas de faturamento para a casa dos US$ 120 milhões. Entretanto, o ímpeto diminuiu no sábado. As vendas de ingresso caíram e o filme, inesperadamente, não conseguiu ultrapassar os US$ 100 milhões. Por “coincidência”, a avaliação do site Rotten Tomatoes só foi liberada na véspera da estreia – de forma controversa – , e a nota foi péssima, oscilando entre 38 e 40% de aprovação. As críticas negativas contribuíram para arrefecer o entusiasmo do público. Ao final, o primeiro filme a juntar os maiores heróis da DC Comics estreou abaixo do longa individual da Mulher-Maravilha. O lançamento da heroína abriu com US$ 103M em junho, na América do Norte. Ainda mais significativo é seu desempenho diante da estreia de “Batman vs. Superman”, que estabeleceu a premissa do universo compartilhado da DC Comics – ao introduzir Mulher-Maravilha e apresentar rapidamente os demais integrantes da futura Liga da Justiça. O borrão sombrio de Zack Snyder abriu com US$ 166M no ano passado. Mas desabou em sua segunda semana, após ser execrado pela crítica – e terminou sua trajetória com quatro prêmios no troféu Framboesas de Ouro, anualmente concebidos aos piores trabalhos do cinema hollywoodiano. Considerando que “Esquadrão Suicida” fez US$ 133M e até “O Homem de Aço” começou com US$ 113M, os números definem “Liga da Justiça” não como o carro-chefe do universo compartilhado da DC Comics, como planejava a Warner, mas como seu maior fracasso. Para chegar em números mais baixos, é preciso lembrar o estado em que estavam as adaptações de quadrinhos há duas décadas, época de “Batman e Robin”, que levaram até “Batman Begins” a ser encarado com desconfiança – e uma bilheteria inicial de apenas US$ 48,7M há 12 anos. Superada esta fase, só “Liga da Justiça” faturou menos de US$ 100M para o catálogo da DC. Para cutucar com vara curta, vale lembrar que “Os Vingadores”, primeira produção a juntar os super-heróis da Marvel, fez mais que o dobro em sua estreia, estabelecendo a arrecadação recorde de US$ 204,7M em 2012 – e a continuação não ficou muito atrás, com US$ 191,3M em 2015. A briga de DC vs. Marvel quase ofuscou os demais lançamentos da semana. Mas é digno de nota o desempenho de “Extraordinário”, que se acomodou no 2º lugar. A história anti-bullying do menino deformado que encontra apoio para superar as dificuldades da vida escolar agradou em cheio, com 82% de aprovação da crítica. A arrecadação de US$ 27M ficou, inclusive, acima das expectativas do mercado, diante da concorrência dos blockbusters dos super-heróis valentões. A estreia no Brasil vai acontecer em 7 de dezembro. Com isso, “Thor: Ragnarok” perdeu duas posições, caindo para 3º lugar após duas semanas no topo. O longa tinha aberto com US$ 122,7M e já tem US$ 247,3M em bilheteria doméstica. Com um detalhe a mais para se vangloriar: custou 60% do preço da “Liga da Justiça”. Abaixo no ranking, a animação “A Estrela de Belém” implodiu com US$ 10M. História do nascimento de Jesus com bichos falantes, o filme foi aprovado pela crítica americana, com 62% no Rotten Tomatoes, e traz sua presepada ao Brasil em 30 de novembro. Destaca-se, ainda, o fenômeno registrado nas exibições limitadas de “Lady Bird” e “Três Anúncios para um Crime”. O sucesso de “Lady Bird” na semana passada fez o filme dobrar a quantidade de telas, chegando em 238 salas. “Três Anúncios para um Crime” está em 53. E ambos se destacam no Top 10 à frente de títulos em cartaz em mais de mil salas. Na verdade, só “Liga da Justiça” faturou mais que os dois por sala neste fim de semana na América do Norte. Mas o público brasileiro só vai vê-los em 2018, após a confirmação de suas indicações para o Oscar. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 96M Total EUA: US$ 96M Total Mundo: US$ 281,5M 2. Extraordinário Fim de semana: US$ 27M Total EUA: US$ 27M Total Mundo: US$ 27M 3. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 21,7M Total EUA: US$ 247,3M Total Mundo: US$ 738M 4. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 14,85M Total EUA: US$ 50,5M Total Mundo: US$ 51M 5. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA: US$ 51,7M Total Mundo: US$ 148,2M 6. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 7. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 50,9M Total Mundo: US$ 77,5M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M 9. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 1,5M Total Mundo: US$ 1,5M 10. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 1M Total EUA: US$ 36,4M Total Mundo: US$ 88,8M

    Leia mais
  • Filme

    Liga da Justiça se esforça, mas é batalha perdida na luta contra a Marvel

    19 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” é um monstro fabricado pela indústria cultural com duas cabeças. Seu corpo quer ir na direção conduzida por Zack Snyder, o principal diretor dos filmes da DC, mas sua boca fala com a voz de Joss Whedon, artífice do estilo cinematográfico da Marvel. O resultado junta o pior de um com o pior do outro. E tem tudo para desagradar aos fãs de ambos. Produzido em meio à pressão das críticas negativas de “Batman vs Superman” (2016) e o sucesso de “Mulher-Maravilha” (2017), o lançamento que deveria ser o ponto alto da DC no cinema se tornou um fiasco. E aconteceu por vontade da própria Warner. Embora planejado com grande antecedência por Zack Snyder, desde o lançamento de “O Homem de Aço” (2013), “Liga da Justiça” perdeu o diretor na reta final. Ele abriu mão do controle da obra devido à morte de sua filha, no começo de 2017, o que permitiu a Warner fazer o que secretamente sempre quis desde o sucesso de “Os Vingadores”: convocar o diretor daquele filme para transformar “Liga da Justiça” num filme da Marvel. Só que, ao contrário de “Os Vingadores”, Whedon não criou um filme do nada, ainda que seu ego tenha forçado a Warner a abrir a carteira para bancar muitas refilmagens de cenas importantes. Há claramente mais humor em cena, marca de Whedon, que contrasta com as tramas de paisagens sombrias, cores esmaecidas e carga solene que caracterizam metade do filme – e todos os lançamentos de super-heróis da Warner até então. As trevas são fruto da passagem de Christopher Nolan por três filmes bem-sucedidos de Batman. Nolan também produziu “O Homem de Aço” e apadrinhou Snyder, que desde “Watchmen” (2009) vem sepultando sob cinzas o mundo impresso a quatro cores dos quadrinhos. Não há dúvidas de que sua estética definiu o universo DC, especialmente após o fracasso de “Lanterna Verde” (2011) – que chegou a inspirar rumores de um memorando proibindo piadas nos filmes de super-heróis da companhia. Toda essa seriedade entrou em cheque diante do sucesso da Marvel com obras cada vez mais cômicas. A estratégia mostrou-se insustentável após “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” serem destruídos pelos críticos e renderem bem menos que as produções rivais. A repercussão do mais leve e divertido “Mulher-Maravilha” confirmou a necessidade de mudança de paradigma. Mesmo assim, “Liga da Justiça” tinha começado sua produção antes da estreia da heroína, de modo que foi necessária uma intervenção, tragicamente, para mudar a condução do filme em sua reta final. Mas o contraste entre as visões díspares de Snyder e Whedon gera atritos, e principalmente exageros de um lado e do outro. Assim, o humor da “Liga da Justiça” traz cenas constrangedoras, como uma queda de Mulher-Maravilha sobre o Flash, que é uma piada machista pouco condizente com a personagem. Mesmo assim, há paralelos entre “Liga da Justiça” e “Os Vingadores”, especialmente em relação à estrutura do roteiro, em que um grupo de heróis precisa se unir para impedir a invasão de um exército alienígena. Mas se “Os Vingadores” tinha Loki, “Liga da Justiça” apresenta Lobo da Estepe, um vilão genérico escalado pelo roteiro original de Chris Terrio, que nem a computação gráfica do século 21 diferencia da criatura encarnada por Tim Curry na fábula juvenil “A Lenda”, de 32 anos atrás. Eis o ponto mais negativo da produção: apesar do orçamento estimado em US$ 300 milhões, grande parte dos efeitos visuais parecem amadores. Algumas situações foram forçadas por Snyder, como a decisão de criar o uniforme do Ciborgue por computação gráfica – já tinha dado “tão certo” em “Lanterna Verde”, que o ator Ryan Reynolds fez piada disso em “Deadpool”… Mas para ficar ainda pior, as refilmagens ainda tiveram que apagar digitalmente umo bigode do intérprete de Superman. Como Henry Cavill estava filmando “Missão Impossível 6”, reapareceu com um bigode quando foi reconvocado por Whedon. Impedido contratualmente de cortá-lo enquanto não terminasse “MI6”, Cavill precisou ter os pelos faciais cobertos por efeitos visuais, que se transformaram num novo problema – e meme. Os retoques deformaram a boca do ator. E isso não foi escondido por Whedon, que lhe deu inúmeros closes. O fato da boca digital ser vista de forma tão proeminente também serve para quantificar o tamanho das refilmagens comandadas pelo segundo diretor. Aparentemente, Superman não deveria aparecer muito no filme que Snyder estava fazendo. O que ajuda a explicar o marketing autista da Warner, que tratou a participação do personagem como spoiler. Mesmo diante das inúmeras entrevistas de Cavill sobre o papel, o herói não apareceu em nenhum trailer oficial. Em compensação, Gal Gadot voltou a demonstrar porque deu tão certo em “Mulher-Maravilha”. A atriz israelense, que luta para falar inglês durante suas entrevistas, não tem a menor dificuldade em incorporar a heroína. Seu carisma é impressionante e consegue personificar o que o inconsciente coletivo imagina sobre a personagem. Jason Momoa também apela para o carisma para dar vida a Aquaman, enquanto o Flash de Ezra Miller se destaca por ser o alívio cômico da equipe. A mudança de tom nas cenas do velocista é tão brusca que até o Batman de Ben Affleck rende piadas. Curiosamente, o que mais destoa desse conjunto é Ciborgue, interpretado pelo ator de teatro Ray Fisher. Seja por conta de seu traje criado por computador, seja por culpa do roteiro ou da edição à fórceps de Whedon, o personagem parece estar em cena apenas por cota racial. Não tem praticamente nenhuma cena importante. Como em “Batman vs. Superman”, “Liga da Justiça” também é repleto de coadjuvantes de luxo sub-aproveitados. Amy Adams, Jeremy Irons, Diane Lane, Connie Nielsen e J.K. Simmons também não fazem quase nada na produção, além de cumprir obrigação contratual. Não por acaso, o longa parece mesmo produto feito por obrigação, mais que uma oferta de diversão. Seus bastidores tumultuados – provavelmente ainda mais tumultuados do que se sabe – refletem como a Warner se vê acuada diante do sucesso da Marvel. Tendo um catálogo de super-heróis mais populares que os da rival, deveria poder realizar filmes tão ou mais bem-sucedidos. Mas é confrontada pelo fato de até um herói B como Thor se sair melhor que sua coleção de heróis classe A. Entre Snyder e Whedon há um abismo de possibilidades. Lógico que o esforço de juntar suas visões conflitantes jamais daria liga. Salvam-se algumas boas sequências (provavelmente de Snyder!) numa produção que, bem antes da estreia, já se configurava como um esforço de contabilidade – para fechar as contas fora do vermelho. O fato de haver uma cena pós-créditos – algo comum nas produções da Marvel, mas raro nos lançamentos da DC – reitera que o estúdio insistirá para tentar acertar seus super-heróis, quem sabe desde o começo da próxima vez. Afinal, não é possível errar tanto, tantas vezes, com o segmento que mais dá certo em Hollywood.

    Leia mais
  • Série

    Veja 100 fotos do novo crossover das séries Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow

    18 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou mais de uma centena de fotos do próximo crossover das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. Intitulado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X), o crossover registra um ataque interdimensional de supervilões da Terra-X durante o casamento do Flash. As imagens disponibilizadas incluem todos os quatro episódios da história, revelando inúmeros spoilers, como a cena da interrupção do casamento de Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West (Candice Patton), o rapto da noiva e da madrinha Felicity (Emily Bett Rickards), a identidade dos supervilões (versões malvadas dos protagonistas, vindos de uma Terra paralela), a participação do “Cidadão” Frio (Wentworth Miller), a estreia do super-herói Ray (Russell Tovey, da série inglesa “Being Human”) e o final feliz, com o resgate das mocinhas e a reunião do supertime campeão na famigerada pose enfileirada de final de campeonato. Nos quadrinhos da DC, Terra-X existe numa dimensão em que a 2ª Guerra Mundial durou décadas e onde um grupo de heróis, conhecidos como Combatentes da Liberdade, lutou para derrotar o 3º Reich até os anos 1970. O novo herói Ray é um desses personagens. O crossover vai acontecer em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, com a exibição dos episódios de “Supergirl” e “Arrow”, e terminando na terça-feira, 28 de novembro, com os capítulos de “The Flash” e “Legends of Tomorrow”. No Brasil, as séries são exibidas com duas semanas de diferença no canal pago Warner. Supergirl: “Crisis On Earth-X, Part One” Arrow: “Crisis On Earth-X, Part Two” The Flash: “Crisis On Earth-X, Part Three” Legends of Tomorrow: “Crisis On Earth-X, Part Four”

    Leia mais
  • Filme

    Joss Whedon curte comentários negativos sobre vilão de Liga da Justiça no Twitter

    17 de novembro de 2017 /

    O diretor Joss Whedon, que refez parcialmente as filmagens da “Liga da Justiça”, concorda com as críticas negativas disparadas contra o vilão do filme. Ele “curtiu” vários tuítes que criticavam Lobo da Estepe (Ciaran Hinds), entre eles o da jornalista Joanna Robinson, da revista Vanity Fair, que comparou o novo vilão cinematográfico da DC com Malekith, vivido por Christopher Eccleston em “Thor: O Mundo Sombrio” (2013). “Lobo da Estepe, de ‘Liga da Justiça’, é o pior vilão de filme de quadrinhos de todos os tempos e nem mesmo Malekith, o maldito, chega perto”, ela escreveu. O cineasta curtiu o comentário. Ele também aprovou outro post, em que ela lista os melhores vilões das adaptações de quadrinhos, incluindo o Coringa de Heath Ledger, o Loki de Tom Hiddleston, o Zod de Terence Stamp e o Magneto de Ian McKellen. Mas não ficou nisso. Um usuário do Twitter postou que Lobo da Estepe lembrava Tim Curry na fantasia juvenil “A Lenda”, de 1985. Robinson concordou e Whedon curtiu. Joss Whedon compartilha os créditos do roteiro de “Liga da Justiça” com Chris Terrio (“Batman vs. Superman”), além de ter refeito diversas cenas dirigidas por Zack Snyder. Mas o vilão já existia quando ele entrou no filme em maio. A crítica americana considerou Lobo da Estepe o ponto mais frágil da produção, que também teve efeitos visuais considerados fracos para o gênero. Os “likes” de Whedon são exemplos de críticas sutis, mas não deixam de lembrar a reação de Josh Trank na véspera da estreia de “Quarteto Fantástico”. Diante das avaliações negativas, o diretor criticou explicitamente a Fox por mudar todo o seu filme, mas apagou tudo logo em seguida, após uma provável dura do estúdio. Trank não falou mais nada à respeito da adulteração de seu longa-metragem, perdeu produções que desenvolvia e está desde 2015 sem dirigir nenhum filme.

    Leia mais
  • Série

    Supergirl tem crossover inesperado com Smallville

    17 de novembro de 2017 /

    A série “Supergirl” teve um crossover inesperado em seu episódio desta semana, que contou com a “participação” de uma personagem sumida desde o final de “Smallville” (2001–2011), primeira atração do universo televisivo da DC Comics exibida pela rede CW nos Estados Unidos. Intitulado “Midvale”, nome da cidade natal das irmãs adotivas Kara (Melissa Benoist) e Alex (Chyler Leigh), o episódio é um longo flashback sobre as adolescências das protagonistas, com direito à trilha da época – Gwen Stefani e The Eames Era. O que inicia em clima de comédia de John Hughes não demora para virar um suspense ao estilo de “Riverdale”, com as irmãs resolvendo seu primeiro caso juntas, o assassinato do colega de aula favorito, enquanto criam laços de família. O detalhe é que a investigação precisa de um hacker capaz de quebrar a encriptação de imagens de um laptop. E Chloe Sullivan, amiga do “primo” Clark Kent, é citada nominalmente. Embora não apareça em cena, ela envia emails e é graças à sua habilidade com o computador que a identidade do assassino vem à tona na hora certa, impedindo que Alex se tornasse a próxima vítima. Para azar dos produtores, o timing foi um pouco infeliz, já que Allison Mack, a intérprete de Chloe, foi acusada recentemente de liderar uma seita de escravas sexuais. Mas esta não foi a única ligação do episódio com “Smallville”. A atriz Erica Durance, intérprete de Lois Lane na série clássica, fez uma aparição física na história. Importante registrar que a participação de Durance em “Supergirl” é um pouco confusa, já que ela entrou na atual temporada como substituta da atriz que interpretava a mãe biológica da heroína e isto nunca ficou muito claro nos episódios. Para complicar ainda mais, sua presença em “Midvale” se deu com outra identidade, assumida pelo Caçador de Marte (David Harewood) para convencer a adolescente Kara (Izabela Vidovic) a não usar seus poderes na escola. Na trama, o marciano é contatado pela mãe adotiva de Kara (vivida por Helen Slater, a Supergirl dos anos 1980) e assume a aparência da mãe biológica da jovem, num encontro-surpresa, em que diz ser uma agente do FBI. O detalhe final de confusão referencial fica por conta do nome que Durance usa na cena: Noel Neill, primeira atriz a interpretar Lois Lane no cinema. Assim, Erica Durance acabou referenciando Lois Lane no episódio de “Smallville” de “Supergirl”. Há também uma citação de humor negro à “South Park”. Escrito por Caitlin Parrish (do drama indie “The View from Town”), “Midvale” foi ao ar na segunda-feira (13/11) e está sendo considerado um dos melhores episódios de toda a série “Supergirl”. Ele chega ao Brasil em duas semanas, pelo canal pago Warner. Confira abaixo o trailer e um vídeo dos bastidores de “Midvale”, comentado pelos produtores da atração.

    Leia mais
  • Filme

    Rotten Tomatoes esconde nota baixa de Liga da Justiça até véspera da estreia

    16 de novembro de 2017 /

    Muito se discute sobre a influência do site agregador de críticas Rotten Tomatoes no resultado das bilheterias do cinema. Até Martin Scorsese achou que valia a pena escrever sobre o assunto e, no auge do verão, alguns executivos de Hollywood chegaram a vociferar contra as notas obtidas por seus filmes, culpando o Rotten Tomatoes pelos fracassos de blockbusters. Mas nunca se tinha visto uma ação tão controversa quanto a manobra feita em torno da liberação da avaliação de “Liga da Justiça”. O site só publicou a média conquistada pelo filme nesta quinta (16/11), um dia antes da estreia nos EUA e após a pré-venda de ingressos bombar. Esta decisão também evitou que a crítica internacional fosse “contaminada” pela nota do site, permitindo vendas recordes no exterior – o filme quebrou o recorde de bilheteria de estreia no Brasil. O detalhe é que, quando o véu levantou, a nota revelada foi muito baixa: apenas 40% de aprovação geral e míseros 28% entre a crítica especializada – aquela que não é geek. O número reflete o tom das críticas, que apontavam que “Liga da Justiça” é melhor que “Batman vs. Superman” (27%), mas longe de ser maravilhoso (Marvel, em inglês). Em termos de comparação, o filme pior avaliado da Marvel no Rotten Tomatoes é “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), que tem 66% de aprovação. Oficialmente, a demora em anunciar a nota foi motivada pelo lançamento de um programa do site no Facebook, “See It/Skip It”, que usou a revelação como chamariz de público. Mas muita gente lembrou da reclamação de Brett Ratner, que financiou este e outros blockbusters da Warner. Em março, ele vociferou contra o site, dizendo que “a pior coisa que temos hoje na cultura cinematográfica é o Rotten Tomatoes”, durante uma entrevista à revista Entertainment Weekly. “Agora tudo é: ‘qual sua cotação no Rotten Tomatoes?’. E isso é triste porque a cotação do Rotten Tomatoes foi muito baixa para ‘Batman vs Superman’, e isso eclipsa um filme que foi incrivelmente bem-sucedido”, afirmou, dando a entender que bilheteria justifica filme ruim. Desde então, duas coisas aconteceram. Brett Ratner virou uma das piores coisas que “temos hoje em dia na cultura cinematográfica”, após se envolver em denúncias de abuso sexual e ser afastado das produções da Warner. E o editorial do Rotten Tomatoes mudou. A Warner é dona do Rotten Tomatoes desde 2011, mas o editor original do site só saiu em julho deste ano, após as críticas ferozes de Hollywood, que culparam as notas baixas pelos fracassos de seus filmes ruins. Antes desta mudança, nunca uma nota de avaliação negativa tinha sido escondida até a véspera de lançamento de um filme. As exceções só aconteceram nas ocasiões em que os estúdios esconderam filmes da crítica, o que não foi o caso com “Liga da Justiça”. A ligação financeira do estúdio de “Liga da Justiça” com o site Rotten Tomatoes torna a decisão editorial muito controvertida.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie