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    Liga da Justiça bate recorde com maior arrecadação de estreia do cinema no Brasil

    16 de novembro de 2017 /

    A Warner Bros. Pictures anunciou que “Liga da Justiça” bateu todos os recordes de bilheteria possíveis em sua estreia no Brasil. O longa teve sua estreia antecipada para quarta-feira (15/11), por conta do feriado da Proclamação da República, e arrecadou mais de R$ 13,1 milhões em seu primeiro dia em cartaz, com um lançamento em cerca de metade de todos os cinemas disponíveis no país – 1,5 mil salas. O valor representa a maior arrecadação de abertura de todos os tempos no Brasil, batendo o antigo líder “Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2” (2012). Com isso, caem todos os recordes menores em torno do faturamento de um filme em seu primeiro dia de exibição no país, entre eles: o maior dia de abertura de um filme de super-heróis de todos os tempos, ultrapassando “Capitão América: Guerra Civil” (2016), maior dia de abertura histórica da Warner Bros. Pictures, que antes pertencia a “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016), maior dia de abertura geral de 2017, na frente de “Velozes e Furiosos 8”, e maior dia de abertura de um filme de super-heróis em 2017, batendo “Homem Aranha: De Volta ao Lar”. Por outro lado, a superprodução dirigida por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e refeita por Joss Whedon (“Os Vingadores”) dividiu a crítica, que o considerou melhor apenas que “Batman vs. Superman”, vencedor de quatro Framboesas de Ouro no ano passado.

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    Liga da Justiça ocupa metade dos cinemas do Brasil em sua estreia no feriadão

    16 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” ocupa metade de todos os cinemas disponíveis no país durante este feriadão da Proclamação da República, com um lançamento em 1,5 mil salas, mas, apesar deste impacto na concentração das bilheterias, há mais nove estreias, numa resistência limitada à ofensiva dos super-heróis. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de cada estreia. Filmado por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e refeito por Joss Whedon (“Os Vingadores”), “Liga da Justiça” reúne pela primeira vez os principais super-heróis da DC Comics, uma façanha que a Marvel já realizou duas vezes em relação a seus ícones de quadrinhos. Por sinal, ambas dirigidas por Whedon, conhecido por sua capacidade de desenvolver personagens e inserir diálogos divertidos em suas obras. Estas características são o que há de melhor no novo longa, que nem sempre dá liga com o tom sombrio e pomposo de Snyder. O vilão e os efeitos visuais são as maiores fraquezas da produção, que aproveita o sucesso de “Mulher-Maravilha” para destacar a heroína e ainda tenta compensar os diversos problemas com boas cenas de ação – e a melhor luta já registrada numa adaptação da DC. As demais estreias são três documentários e seis produções de ficção da Europa – duas britânicas, duas italianas, uma francesa e uma portuguesa. Embora as melhores sejam as duas últimas, as britânicas medianas chegam em mais cinemas. “Uma Razão para Viver” é o típico melodrama de superação de doença, que traz Andrew Garfield (“Silêncio”) e Claire Foy (série “The Crown”) como marido e mulher e conta a história real de um homem brilhante e aventureiro, que fica com paralisia por conta da poliomielite. Apesar disso, ele e sua mulher se recusam a se lamentar e ajudam a mudar a vida das pessoas ao seu redor com entusiasmo e bom humor, virando símbolos da luta dos deficientes. A única novidade dessa história é que ela marca a estreia na direção do ator Andy Serkis, mais conhecido por suas interpretações digitais como o César da franquia “O Planeta dos Macacos” e o Gollum de “O Senhor dos Anéis”. “Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha” volta a trazer Judi Dench como a Rainha Victoria, 20 anos após viver a monarca em “Sua Majestade, Mrs. Brown” (1997), e este é o maior atrativo da produção, que retrata os anos finais da segunda monarca mais longeva da história da Grã-Bretanha, quando, entediada com os problemas do reino, acaba desenvolvendo uma amizade com um criado indiano, o Abdul do título. A trama também registra o retorno do diretor inglês Stephen Frears às biografias da monarquia britânica, após seu excelente trabalho à frente de “A Rainha” (2006), justamente sobre a monarca mais longeva do Reino Unido, Elizabeth II – neta de Victoria. “A Trama” é o melhor e mais relevante lançamento da semana. Quase uma década após vencer a Palma de Ouro do Festival de Cannes por “Entre os Muros da Escola” (2008), o cineasta Laurent Cantet volta a trabalhar com o roteirista Robin Campillo (diretor de “120 Batidas por Minuto”) e a colocar a juventude francesa diante de questões de identidade cultural e raça. Sua trama começa como um experimento social, reunindo estudantes do Ensino Médio num curso de escrita criativa administrado por uma escritora famosa em sua casa. Mas o grupo multicultural embute uma ameaça, representada por um jovem racista de extrema direita. As discussões são dramáticas, mas o filme também prende atenção pelo suspense, terminando como um thriller. Entretém e dá o que falar. “Colo”, de Teresa Villaverde (“Os Mutantes”), foi exibido no Festival de Berlim e é um retrato urbano, ao som de rock, sobre o mergulho de Portugal na crise econômica. Uma crise que devasta a família da trama diante do olhar da filha adolescente, que nem sequer tem dinheiro para o transporte público. Deprimente e belo como uma obra de arte. Os dois filmes italianos da programação, “Histórias de Amor que Não Pertencem a este Mundo” e “Algo de Novo” são besteiróis absolutamente descartáveis, dirigidos por duas irmãs, Francesca Comencini e Cristina Comencini, que filmam desejos e ansiedades de mulheres de uma certa idade – ser trocada por uma mulher mais jovem no primeiro filme, encontrar um homem mais jovem no segundo. Há quem veja mais nisso, há quem veja menos. Há outras coisas para ver, também. A lista de estreias da semana se completa com três documentários. O mais famoso é “Human Flow – Não Existe Lar se Não Há para Onde Ir”, do artista chinês Ai Weiwei, que registra a crise mundial dos refugiados, tem belíssima fotografia e abriu a Mostra de São Paulo 2017. “On Yoga – Arquitetura da Paz” é assinado por Heitor Dhalia (“Serra Pelada”), o que também garante acabamento de padrão internacional no registro de ensinamentos de grandes mestres de ioga. Por fim, “Maria – Não Esqueça que Venho dos Trópicos” exibe uma estrutura mais convencional, mas ao mesmo tempo o melhor tema: a revolucionária escultora brasileira Maria Martins, mestre do surrealismo que saiu dos trópicos para as principais galerias de arte moderna do mundo. A direção é do veterano Ícaro Martins (“Estrela Nua”) em parceria com Elisa Gomes (“Unhas e Outras”).

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  • Série

    Legends of Tomorrow enfrenta rei dos gorilas na guerra do Vietnã

    15 de novembro de 2017 /

    A rede americana CW divulgou o trailer e as fotos do próximo episódio da série “Legends of Tomorrow”, que faz referência explícita ao filme “Kong: A Ilha da Caveira”, ao mostrar os heróis viajantes do tempo em plena guerra do Vietnã, enfrentando o rei dos gorilas. Mas não se trata de King Kong e sim do supervilão Gorilla Grodd. Intitulado “Welcome to the Jungle”, o novo capítulo da 3ª temporada vai ao ar na terça (21/11) nos Estados Unidos. “Legends of Tomorrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Gal Gadot fala do ultimato pela saída de Brett Ratner da produção de Mulher-Maravilha 2

    15 de novembro de 2017 /

    Em entrevista realizada nesta quarta (15/11) para a TV americana, a atriz Gal Gadot falou de forma clara sobre o boato de que teria dado um ultimato na Warner, ameaçando não filmar “Mulher-Maravilha 2” se a produtora RatPac, do cineasta Brett Ratner, ajudasse a financiar o filme. Ele é um dos diversos profissionais de Hollywood envolvidos na avalanche de denúncias de abusos sexuais que assola a indústria do entretenimento americana. “Muito foi escrito sobre minhas opiniões e sentimentos sobre o assunto. E todos sabem como me sinto, porque não estou escondendo nada”, disse Gadot, em entrevista realizada para divulgar “Liga da Justiça” no programa matinal “Today Show”, da rede NBC. “A verdade é que tem muita gente envolvida na produção desse filme, não só eu, que ecoa este mesmo sentimento. Todo mundo sabe que isso era o correto a se fazer. Mas não havia nada que eu pudesse dizer ou ameaçar, porque a decisão já estava tomada antes dessa notícia surgir”, concluiu, referindo-se à data em que o boato começou a circular. A RatPac tinha uma parceria com a Warner e ajudou a financiar filmes premiados com o Oscar, como “Gravidade” (2013), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015) e “O Regresso” (2015), além das recentes produções de super-heróis da DC Comics, entre eles “Mulher-Maravilha” (2017). Mas assim que as várias alegações de assédio sexual contra Ratner vieram à tona, a Warner anunciou que estava cortando os laços com o produtor. Seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio e o contrato de financiamento não será renovado. Por isso, Gadot diz que “a decisão já estava tomada” antes que ela ou outros integrantes do filme pudessem pensar em dar um ultimato. Além disso, o acordo original de financiamento com a RatPac estende-se apenas até 2018 e já deixaria “Mulher-Maravilha 2” de fora, tendo em vista a data de estreia em novembro de 2019. A maior dificuldade da Warner será tirar as digitais de Ratner de “Tomb Raider”, que já foi filmado. Veja o vídeo da entrevista abaixo. O esclarecimento sobre Ratner é a última pergunta feita pela apresentadora Savannah Guthrie.

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    “Super-heróis” de The Flash e Legends of Tomorrow se juntam a Supergirl e Arrow contra o assédio sexual

    14 de novembro de 2017 /

    Os super-heróis das séries da DC Comics se uniram contra o assédio sexual, num crossover que a rede CW não precisou divulgar. Além das manifestações de Melissa Benoist, estrela de “Supergirl”, Emily Bett Rickards, que vive Felicity em “Arrow”, e o próprio Arqueiro Verde Stephen Amell, os protagonistas das duas outras séries cocriadas e produzidas por Andrew Kreisberg também foram às redes sociais. Caity Lotz, que lidera o elenco de “Legends of Tomorrow” no papel de Sara Lance/Canário Branco, se juntou à luta no Twitter. “Aos bravos homens e mulheres que estão se apresentando para condenar seus abusadores… Eu acrescento minha voz ao coro de apoio”, escreveu Lotz. “Você são aqueles que estão gerando a mudança que nos permitirá trabalhar num ambiente em que somos respeitados e seguros”. E Grant Gustin, que estrela “The Flash” como o personagem-título, publicou o mesmo texto no Facebook e no Instagram, em que lamenta a situação. “Ouvir que diferentes homens, especialmente na indústria em que trabalho, tratam as mulheres como se fossem insignificantes, de forma abusiva, tanto fisicamente quanto emocionalmente, já se tornou uma situação diária. Isso não está certo. Isso não pode se tornar nosso novo normal”. Ele também se diz disposto a entrar na luta. “Quero me tornar um homem melhor, um aliado melhor”, comenta. “E especialmente quero que todas as mulheres da minha vida saibam que eu estou ouvindo, que eu fico ao seu lado e as apoio. Estou impressionado não só com todas as mulheres que falaram nestas últimas semanas, mas com todas que um dia já fizeram isso. Não consigo imaginar como foi aterrador e quanta coragem foi necessária. Estas mulheres são os verdadeiros super-heróis, e elas deveriam ser tratadas assim”. Como os demais, Lotz e Gustin não mencionam Kreisberg em nenhum momento, mas as manifestações dos astros televisivos da DC Comics acontecem poucos dias após o produtor ser suspenso pela WBTV (Warner Bros. Television) de suas funções nas quatro séries de super-heróis da rede CW, após denúncias de má conduta nos sets. O produtor foi acusado por 19 pessoas, que relataram casos de toques inapropriados, pedidos de massagens, comentários de teor sexual sobre a aparência de mulheres, além de beijos sem permissão. A declaração mais forte foi a de Melissa Benoist, a primeira a se manifestar. Num longo comunicado, ela afirmou que encabeça uma série que representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas que, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela, acrescentando que voltaria às gravações de “Supergirl” esta semana ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. Já a intérprete de Felicity Smoak em “Arrow” criticou os homens que cometeram assédio, aqueles que viram os olhos para este tipo de comportamento e os que falam em “sexismo às avessas”, dizendo que eles são “fracos e cúmplices”. Ao mesmo tempo, ela elogiou as mulheres que vieram a público denunciar os muitos casos em Hollywood e as mulheres que as apoiaram, referindo-se a elas como as verdadeiras “heroínas”. Stephen Amell foi o único a postar um vídeo, em que expressou solidariedade a seus colegas de elenco e equipe, que teriam sido assediados. Ele também afirmou apoiar as declarações feitas pelas colegas Melissa Benoist, Emily Bett Rickards e Caity Lotz nas redes sociais, e revelou ter tido uma reunião com o elenco e a equipe de “Arrow”, em que se colocou à disposição para representar qualquer integrante da série em reuniões com a Warner sobre problemas no set de gravações. “Se você não é parte ativa da solução, então você é parte do problema”, declarou o astro. To the brave women and men who are coming forward to condemn their abusers… I add my voice to the choir of support. You are the ones ushering in change that would allow all of us to work in an environment where we are respected and safe — Caity Lotz (@caitylotz) November 13, 2017 ♥️ Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em Nov 13, 2017 às 10:04 PST

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    Astro de Arrow grava vídeo de apoio à investigação de assédio sexual nos bastidores da série

    14 de novembro de 2017 /

    O Arqueiro Verde se juntou à Supergirl num luta diferente. Assim como havia feito Melissa Benoist (a Supergirl) e sua própria colega de elenco de “Arrow” Emily Bett Rickards (a Felicity), o ator Stephen Amell foi às redes sociais manifestar-se contra o assédio sexual e a favor de investigações sobre denúncias de mau comportamento. As manifestações acontecem poucos dias após o produtor Andrew Kreisberg, cocriador tanto de “Arrow” quanto de “Supergirl”, ser suspenso pela WBTV (Warner Bros. Television) de suas funções em todas as produções de super-heróis da DC Comics, após denúncias de má conduta nos sets. O produtor foi acusado por 19 pessoas, que relataram casos de toques inapropriados, pedidos de massagens, comentários de teor sexual sobre a aparência de mulheres, além de beijos sem permissão. Em um vídeo publicado no Facebook, o ator não menciona Kreisberg, mas disse estar disposto a ajudar a investigação da Warner e expressou solidariedade com seus colegas de elenco e equipe: “Se você não é parte ativa da solução, então você é parte do problema”, declarou o astro. Ele também afirmou apoiar as declarações feitas pelas colegas Melissa Benoist, Emily Bett Rickards e Caity Lotz (a Canário Branco) nas redes sociais, e revelou ter tido uma reunião com o elenco e a equipe de “Arrow” em que afirmou que, se quisessem, representaria qualquer integrante da série em reuniões com a Warner sobre problemas no set de gravações. Publicado por Stephen Amell em Segunda, 13 de novembro de 2017  

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    Asher Angel e Zachary Levi aparecem juntos pela primeira vez após serem confirmados em Shazam!

    14 de novembro de 2017 /

    Os atores Asher Angel (série “Andi Mack”) e Zachary Levi (série “Chuck”) apareceram juntos em público pela primeira vez, após serem escalados para viver Billy Batson e Shazam (o antigo Capitão Marvel) no filme “Shazam!”, um dos próximos lançamentos do universo cinematográfico da DC Comics no cinema. O encontro aconteceu no tapete vermelho da première de “Liga da Justiça”, na noite de segunda-feira (13/11). Nos quadrinhos originais, Billy Batson se transforma num adulto superfortão (que no filme será o menos fortão Levy) proferindo a palavra mágica Shazam!, um acrônimo formado pelas iniciais de deuses, semideuses e profetas do mundo antigo – Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio -, que conferem ao jovem seus atributos heroicos. Chamado originalmente de Capitão Marvel, o herói foi criado em 1939 por Bill Parker e C.C. Beck, e chegou a ser o personagem de quadrinhos mais popular da década de 1940, com vendas mensais de 1,3 milhão de exemplares e vários spin-offs centrados na chamada “Família Marvel” – Mary Marvel, Capitão Marvel Jr., etc. Todo esse sucesso incomodou a DC Comics, que entrou com um processo contra sua editora, a Fawcett Comics, por considerar que Capitão Marvel era plágio do Superman. Recorrendo na justiça por mais de uma década, a DC se aproveitou do endividamento da Fawcett para adquirir seus personagens – e após relançar o Capitão Marvel como Shazam! nos anos 1970, até o incluiu na Liga da Justiça. Mas suas histórias sempre foram mais leves que as dos outros heróis, por sua característica única: ser apenas uma criança, sob a aparência de um adulto superfortão. O roteiro de “Shazam!” está sendo escrito por Darren Lemke (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”), Henry Gayden (“Terra para Echo”) e Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”), mas curiosamente a direção é de um especialista em terror: David F. Sandberg (“Quandos as Luzes se Apagam” e “Annabelle 2: A Criação do Mal”). O filme não deve trazer participação do astro Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”), escalado há vários anos para viver o vilão Adão Negro, um dos principais antagonistas de Shazam!. Johnson deve estrelar só o spin-off de seu personagem. “Shazam!” é o segundo filme na fila de estreia dos heróis da DC após “Liga da Justiça”, que chega aos cinemas brasileiros na quinta (16/11). Ele será lançado após “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018, e antes de “Mulher-Maravilha 2”, que chega em novembro do ano seguinte. As filmagens vão começar em fevereiro em Toronto, no Canadá, com uma estimativa de lançamento para abril de 2019.

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  • Série

    Mon-El retorna em trailer emotivo de Supergirl

    14 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que destaca o reencontro da heroína (Melissa Benoist) com Mon-El (Chris Wood), após a trágica separação do casal no final da temporada passada. A prévia capricha nas lágrimas e na trilha emotiva, enquanto Supergirl luta contra seus sentimentos, dividida entre acreditar no milagre e questionar se não se trata de um truque. O detalhe é que ele não é o único passageiro resgatado na nave misteriosa naufragada na baía de National City. E a identidade dos demais tripulantes pode ter a ver com as contratações de Jesse Rath (série “Defiance”) e Amy Jackson (“Freaky Ali”) como personagens da Legião de Super-Heróis. A volta de Mon-El acontece no episódio intitulado “Wake Up” e vai ao ar na próxima segunda (20/11) nos Estados Unidos, uma semana antes do crossover “Crisis on Earth-X”. “Supergirl” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Estreia de Mulher-Maravilha 2 é antecipada pela Warner

    13 de novembro de 2017 /

    A estreia de “Mulher-Maravilha 2” foi antecipada em um mês e meio pela Warner. Anteriormente prevista para 13 de dezembro de 2019, a produção agora vai chegar aos cinemas norte-americanos em 1 de novembro. Com isso, a Warner distancia seu filme de “Star Wars: Episódio IX”, que recentemente foi adiado para 20 de dezembro, uma semana após a data prevista para o lançamento original do segundo filme da super-heroína. No fim de semana, rumores surgiram de que Gal Gadot não retornaria ao papel de Mulher-Maravilha se a Warner não tirasse Brett Ratner e sua produtora, RatPac-Dune Entertainment, dos créditos da produção. O estúdio não pretende renovar seu acordo de financiamento com a companhia do produtor, envolvido nos escândalos sexuais que assolam Hollywood. Mesmo sem rompimento, o acordo se encerraria em um ano, na primavera de 2018, e já não envolveria a produção de “Mulher-Maravilha 2”. Patty Jenkins vai voltar à direção, após fechar um acordo que a tornará a diretora mais bem-paga de todos os tempos. A trama da sequência será baseada numa ideia dela e do diretor executivo da DC Entertainment, Geoff Johns, que também é criador da série “The Flash”. Mas o roteiro está sendo escrito por Dave Callaham, autor do argumento que supostamente deu origem à franquia “Os Mercenários”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele foi escolhido por sugestão da diretora Patty Jenkins, após os dois colaborarem em “Jackpot”, projeto que foi abandonado quando Jenkins assumiu “Mulher-Maravilha”. Vale lembrar que o estúdio de “Os Mercenários” processou o roteirista por fraude, por ter buscado créditos pela franquia que teria sido totalmente criada por Sylvester Stallone. Callaham garante que foi Stallone quem roubou a ideia de um roteiro antigo que ele tinha. O que ele comprovadamente escreveu foi a pior adaptação de videogame de todos os tempos, “Doom” (2005), o péssimo terror “Os Cavaleiros do Apocalipse” (2009), o esboço inicial de “Godzila” (2014) e andou rabiscando, sem créditos, “Homem-Formiga” (2015) para a Marvel.

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    Primeiras impressões de Liga da Justiça apontam filme divertido com potencial para ser melhor

    13 de novembro de 2017 /

    As primeiras impressões da crítica sobre o filme da “Liga da Justiça” começaram a ser publicadas nas redes sociais no fim de semana. Como sempre, a imprensa geek fez questão de deixar registrada sua opinião antes dos chamados jornalistas sérios. E o resultado é misto. Há um consenso de que o filme é bem melhor que “Batman vs. Superman” e muito divertido, mas podia ser melhor. Em geral positivas, as avaliações também apontam alguns pontos fracos, especialmente – e também como sempre – o vilão. Já os pontos fortes, são o desenvolvimento dos personagens e o humor. Vale lembrar que o filme é uma espécie de “Frankenstein”, que nasceu pelas mãos de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e foi retalhado e refeito, após supostamente estar pronto, por Joss Whedon (“Os Vingadores”). Enquanto o primeiro é conhecido por comandar filmes de heróis que se levam muito a sério, o segundo é celebrado justamente pelo desenvolvimento de personagens e humor. Ou seja, é fácil deduzir o que aconteceu nas refilmagens. Liga da Justiça” estreia na quinta-feira (16/11) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira abaixo, algumas das opiniões dos críticos de sites geeks dos Estados Unidos. “Liga da Justiça é melhor que ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’. É enxuto e cheio de ação de super-heróis. Eu aprovei a maioria dos momentos mais leves e acho que tem uma das melhores sequências de ação de todos os filmes do Universo DC. E, claro, Mulher-Maravilha rouba as cenas” – Erik Davis, Fandango “Eu tenho muito a dizer sobre ‘Liga da Justiça’, mas vou esperar até a critica poder ser publicada. Mas duas coisas importantes: espere até o fim dos créditos e Jason Momoa como Aquaman é incrível” – Steve Weintraub, Collider. “’Liga da Justiça’ não é um filme perfeito. Tem uma história com falhas e um vilão simplório de computação gráfica. Mas, o mais importante, entende os heróis do modo certo. Cada membro da Liga é fantástico e é difícil escolher o seu favorito. Tem muita diversão, do início ao fim” – Brandon Davis, ComicBook. “Liga da Justiça é ok. Narrativamente é uma bagunça, as ameaças não funcionam e o vilão não é nada demais. No entanto, os heróis são ótimos, o filme é divertido e o desenvolvimento dos personagens funcionam. Eu não amei, mas há coisas boas o suficiente para me empolgar pelo futuro [da DC]” – Germain Lussier, io9. “Liga da Justiça é melhor do que eu esperava, mas não é um gol de placa. A interação da equipe é muito divertida. O filme manda o Universo DC para uma direção esperançosa, mostrando o caminho para a franquia seguir. Flash e Aquaman roubam as cenas. Ciborgue e o vilão são os pontos fracos” – Peter Sciretta, Slash Film. “Eu vi ‘Liga da Justiça’. Aqui está o que eu achei. Há muitas coisas que eu mudaria, mas eu gostei. Eu gostei de ver a equipe junta e me diverti assistindo. Ezra rouba o filme e a Mulher-Maravilha está perfeita” – Jenna Busch, Coming Soon. “’Liga da Justiça’ é uma jornada divertida, que conduz bem os personagens, mas falha na narrativa. É uma execução confusa que é salva pelos atores, que superam as limitações para entregar uma divertida e esperançosa, ainda que falha, entrada para o Universo DC” – Paul Shirey, JoBlo. “Eu estou genuinamente feliz por dizer que Liga da Justiça é muito divertido. Não é perfeito e tem problemas, mas faz com que você se importe com esses personagens como uma equipe ao final. Também é muito divertido de modos muito inesperados” – Terri Schwartz, IGN.

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    Estrelas de Supergirl e Arrow protestam contra assédios após suspensão de produtor

    13 de novembro de 2017 /

    A estrela de “Supergirl”, Melissa Benoist, e a principal intérprete feminina de “Arrow”, Emily Bett Rickards, usaram as redes sociais no fim de semana para se pronunciar contra os escândalos de assédio sexual que sacodem Hollywood e que, na sexta (10/11) atingiram a produção de suas séries, com a decisão da Warner Bros TV de afastar Andrew Keisberg, co-criador das duas atrações. Num longo comunicado, Melissa Benoist afirma que encabeça uma série que representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas que, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. A declaração da atriz não menciona Kreisberg em nenhum momento, mas defende a responsabilização dos assediadores. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela. A atriz ainda diz que voltará às gravações de “Supergirl” esta semana ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. Já a intérprete de Felicity Smoak em “Arrow” criticou os homens que cometeram assédio, aqueles que viram os olhos para este tipo de comportamento e os que falam em “sexismo às avessas”, dizendo que eles são “fracos e cúmplices”. Ao mesmo tempo, ela elogia as mulheres que vieram a público denunciar os muitos casos em Hollywood e as mulheres que as apoiam, referindo-se a elas como as verdadeiras “heroínas”. Kreisberg é cocriador e produtor executivo de “Supergirl”, “Arrow” e também de “The Flash” e “Legends of tomorrow”. Após as acusações de assédio, o produtor foi suspenso e a Warner instaurou uma investigação sobre o caso. “Ficamos sabendo recentemente de acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”, diz o comunicado da produtora. Segundo o site da revista Variety, 19 pessoas acusam o produtor de assédio sexual. Ninguém quis se identificar. Mas uma pessoa próxima ao caso afirmou que várias funcionárias de “The Flash” reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”, até que ela não aguentou e pediu demissão. O mesmo teria acontecido com outra mulher, que dirigiu episódios de “Arrow” e “The Flash”. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios. ❤️ pic.twitter.com/bIAcZWrYOT — Melissa Benoist (@MelissaBenoist) November 13, 2017 pic.twitter.com/AhSoTHZO2M — Emily Bett Rickards (@EmilyBett) November 13, 2017

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    Batman enfrenta Jack, o Estripador no primeiro trailer da animação Gotham by Gaslight

    12 de novembro de 2017 /

    A DC Entertainment divulgou o trailer de “Batman: Gotham by Gaslight”, nova adaptação de quadrinhos clássicos da DC Comics. A prévia mostra Batman no século 19, numa Gotham City com ares da Londres vitoriana, para enfrentar o perigoso serial killer Jack, o Estripador. A animação adapta os quadrinhos homônimos de 1989, concebidos por Brian Augustyn e Mike Mignola (o criador de “Hellboy”), que foram lançados no Brasil com o título “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, mas também insere elementos da continuação, “Batman: Mestre do Futuro”, publicada dois anos depois com roteiro do mesmo Augustyn e desenhos do já falecido artista uruguaio Eduardo Barreto. A adaptação de quadrinhos clássicos, especialmente da década de 1980, já é uma tradição das animações da Warner/DC, como visto em “Batman: Ano Um” (2011), “Batman: A Piada Mortal” (2016) e “Jovens Titans: O Contrato de Judas” (2017), entre outras. A direção é de Sam Liu (o mesmo diretor de “Ano Um” e “A Piada Mortal”) e o elenco de vozes destaca Bruce Greenwood (“Star Trek”), retomando o papel de Batman/Bruce Wayne que desempenha na série “Young Justice” (Justiça Jovem), Jennifer Carpenter (séries “Dexter” e “Limitless”) como Selina Kyle/Mulher-Gato e Anthony Head (séries “Buffy” e “Merlin”) como Alfred. O lançamento é previsto para 2018 em streaming e Blu-ray.

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  • Filme

    Atriz de The Big Bang Theory vai participar de Supergirl

    12 de novembro de 2017 /

    A atriz Laurie Metcalf, conhecida por interpretar a mãe religiosa e divertida de Sheldon Cooper na série “The Big Bang Theory”, vai participar de “Supergirl”. Ela dará vida a outra mãe de personagem importante. Metcalf aparecerá no 15º episódio da 3ª temporada de “Supergirl” como a mãe do personagem Winn Schott (Jeremy Jordan). Para quem não lembra, o pai de Winn já foi visto na 1ª temporada da série. Trata-se do vilão Homem Brinquedo, vivido por Henry Czerny, que também foi um pai famoso (e malvado) em “Revenge”. “Supergirl” – assim como “The Big Bang Theory” – é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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