Falcão e o Soldado Invernal: Série vai girar em torno do legado do Capitão América
Primeira série do MCU (“Universo Cinematográfico da Marvel”) a entrar em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus), “Falcão e o Soldado Invernal” teve algumas fotos inéditas projetadas no telão da CCXP 2019, durante o painel comandado por Kevin Feige no sábado (7/12). O chefão da Marvel Studios também revelou a premissa da atração – o que foi bem mais informativo que as três fotos dos atores em trajes civis andando lado a lado. De acordo com Feige, a decisão do Capitão América de entregar seu escudo para o Falcão no final de “Vingadores: Ultimato” movimenta a trama da série. “A série inteira é sobre isso, sobre o Capitão entregando o escudo para Sam Wilson no final daquele filme”, explicou. “E a questão é: o que ele [Sam] faz em seguida? É uma grande responsabilidade”. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, vai incluir um novo personagem na disputa do legado do Capitão América. Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, viverá John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Além de Sam Wilson (Anthony Mackie), o Falcão, que ficou com o escudo, Buck Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, era outro forte candidato para a vaga. A série também trará Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retomará a identidade de Barão Zemo, responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A série tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Disney adia estreia de King’s Man: A Origem em sete meses
A Disney adiou a estreia de “King’s Man: A Origem” (The King’s Man) em sete meses. O filme ia chegar aos cinemas em fevereiro, mas agora só vai estrear em novembro de 2020. O adiamento foi anunciado na sexta-feira (15/11), quando a Disney divulgou um novo cronograma de estreias, com mudanças de datas da 20th Century Fox e inclusão de cinco novos lançamentos da Marvel. “King’s Man: A Origem” é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar. Escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, o filme pretende contar a origem da agência de espionagem britânica que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres, e abrange batalhas no front da 1ª Guerra Mundial e até duelos de espada com Rasputin, o monge louco. O elenco destaca Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz, além de Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). A produção já chegou a ganhar um primeiro trailer legendado, que pode ser conferido abaixo.
Primeiras artes da série do Falcão e Soldado Invernal revelam novos visuais dos heróis
A Marvel aproveitou o lançamento do Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) nesta terça (12/11) para divulgar as artes conceituais dos personagens de sua primeira série produzida para a plataforma, “Falcon and the Winter Soldier”, sobre os heróis Falcão e Soldado Invernal, introduzidos no filme “Capitão América: Guerra Civil” (2016). As imagens revelam os novos visuais dos dois protagonistas, que ganharam trajes novos e, no caso do Soldado Invernal, até um penteado diferente. Além da dupla de heróis dos Vingadores, vividos por Anthony Mackie e Sebastian Stan, as artes ainda destacam Emily Van Camp, de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, Daniel Brühl, que retomará a identidade de Barão Zemo, responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”, e uma novidade: Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, como John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans) deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). Mas o Soldado Invernal (Sebastian Stan) era outro forte candidato para a vaga. A série deve continuar a história a partir daí. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. A série tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Anthony Mackie anuncia começo das gravações de Falcão e o Soldado Invernal
O astro Anthony Mackie anunciou o começo das gravações de “Falcão e o Soldado Invernal”, compartilhando em suas redes sociais uma imagem de bastidores com as cadeiras de Sam Wilson e Bucky Barnes, identidades secretas dos personagens do título da série. “E assim começa”, escreveu o ator. “Bem vindos de volta, pessoal…” Além da dupla de heróis dos Vingadores, vividos por Mackie e Sebastian Stan, o elenco da série ainda destaca Emily Van Camp, de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retomará a identidade de Barão Zemo, responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Para completar, Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, vai estrear na Marvel em outro papel icônico: John Walker. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, ele foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans), deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). Mas o Soldado Invernal (Sebastian Stan) era outro forte candidato para a vaga. A série deve continuar a história a partir daí. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. A série tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020. And so it begins!Welcome back guys… #TheFalconandtheWinterSoldier #PlayBoys #Legdaysaveslives #setlife #Marvel pic.twitter.com/xBvaZirXci — Anthony Mackie (@AnthonyMackie) November 4, 2019
King’s Man: A Origem ganha novo trailer, em versão dublada e legendada
A Fox divulgou novos pôster e trailer de “King’s Man: A Origem”, em versões dublada e legendada. A produção é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Matthew Vaughn. Ao som de Black Sabbath e com várias cenas impactantes, que cobrem de batalhas no front da 1ª Guerra Mundial à duelos de espada com Rasputin, o monge louco, a prévia introduz a origem da agência de espionagem britânica que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz. Além deles, os primeiros Kingsman também incluem Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”) e Djimon Honsou (“Capitã Marvel”). Mas o elenco grandioso tem muitos outros famosos, como Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” estreia em 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Série do Falcão e Soldado Universal trará Sharon Carter e Agente Americano
O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, anunciou dois personagens importantes dos quadrinhos do Capitão América na série do Falcão e Soldado Universal. Durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, Feige confirmou que Emily Van Camp retornará ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América. A personagem da atriz foi pouco aproveitada em “Capitão América: Soldado Invernal” e “Capitão América: Guerra Civil”, e não apareceu nos filmes dos Vingadores, apesar de ser muito importante nos quadrinhos. Sharon Carter foi a namorada mais duradoura do Capitão América e uma das primeiras e principais agentes da SHIELD a se popularizar entre o público – além de ter destacada participação no arco de origem do Soldado Invernal, papel que acabou ocupado pela Viúva Negra no cinema. Sua participação era especulada desde maio, quando também vazou a notícia sobre o retorno de Daniel Bruhl ao papel do Barão Zemo – que acabou confirmada com mais antecedência. Feige ainda introduziu o ator Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, em outro papel icônico. Chamando Wyatt ao palco, o executivo revelou que ele interpretará John Walker na série. Questionado sobre seu papel, o ator desconversou. “Eu achei que você ia me contar mais sobre ele”, disse para Kevin Feige. Mas os leitores da Marvel sabem muito bem quem é John Walker. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, ele foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans), deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). Mas o Soldado Invernal (Sebastian Stan) era outro forte candidato para a vaga. A série deve continuar a história a partir daí. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. “Falcão e Soldado Invernal” tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Daniel Brühl divulga primeiras fotos do Barão Zemo na série Falcão e Soldado Invernal
O ator Daniel Brühl publicou em seu Instagram as primeiras imagens do Barão Zemo em “Falcão e Soldado Invernal”, série em que voltará a viver o vilão de “Capitão América: Guerra Civil” (2016). A Marvel Studios oficializou o retorno de Brühl durante a participação na Comic-Con International, em San Diego. Nas duas fotos postadas, Zemo aparece barbudo e, depois, vestindo a icônica máscara púrpura do personagem – fora de foco. As imagens parecem sair de um vídeo – isto é, um cena que reproduz a gravação de um vídeo dentro da série. Na legenda, o ator ainda reproduziu as palavras que são o “gatilho” da hipnose do Soldado Invernal (Sebastian Stan), um dos protagonistas da série. Em “Guerra Civil”, Zemo usou o código para fazer o personagem obedecê-lo. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a série será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”, além dos pilotos de “NOS4A2” e “The Loudest Voice”. A previsão de estreia é para o final de 2020. Ver essa foto no Instagram „Longing, Rusted, Seventeen, Daybreak, Furnace, Nine, Benign, Homecoming, One, Freight Car.“ Zemo is getting ready #SDCC @comic_con @marvel @marvelstudios Uma publicação compartilhada por Daniel Brühl (@thedanielbruhl) em 23 de Jul, 2019 às 10:57 PDT
Falcão será o novo Capitão América e enfrentará o Barão Zemo em série da Disney+ (Disney Plus)
A série “Falcão e Soldado Invernal” teve os primeiros detalhes confirmados durante a Comic-Con Internatinal, em San Diego. A produção da plataforma Disney+ (Disney Plus) vai voltar a trazer Anthony Mackie e Sebastian Stan como seus personagens dos filmes do Capitão América e dos Vingadores. E eles vão enfrentar um velho conhecido. O ator Daniel Bruhl reprisará o papel do vilão Barão Zemo, que viveu em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Naquele filme, o vilão nazista dos quadrinhos foi repaginado como um estrategista com laços com a HYDRA. Foram suas ações que deram origem à “Guerra Civil” entre Capitão América e Homem de Ferro, além de resultar na morte do pai do Pantera Negra. A notícia de que ele negociava participar da produção surgiu em maio. Na época, também se falava em Emily VanCamp (a Emily de “Revenge”), que foi pouco aproveitada em “Capitão América: Soldado Invernal” e “Capitão América: Guerra Civil”, e não apareceu nos filmes dos Vingadores, apesar de sua personagem, Sharon Carter, ser muito importante nos quadrinhos. Mas o nome da atriz não foi mencionado na Comic-Con. A maior dúvida sobre a produção, porém, era se Mackie apareceria como o novo Capitão América. Afinal, o título da série tem o nome do Falcão, seu personagem nos filmes. Entretanto, ele recebeu a benção de Steve Rogers, o Capitão América original, para ficar com seu escudo e assumir sua identidade ao final de “Vingadores: Ultimato”. A sucessão do Capitão América será um dos pontos centrais da série, como demonstrou o encontro entre Stan e Mackie no palco da Comic-Con. Os dois apareceram com o escudo e travaram uma discussão sobre quem deveria usá-lo. Mas depois, em entrevista para a MTV, deram a entender que o Falcão será mesmo o sucessor de Rogers. Mackie até contou que vai usar uma versão redesenhada do traje do Capitão América na série. “Eu acabei de provar o traje pela primeira vez”, comentou ele. “Ele é bem bonito. Eles vieram até a minha casa e eu coloquei a roupa pela primeira vez”, contou. Sebastian Stan, que vive o Soldado Invernal, interrompeu o colega neste momento da entrevista. “Ninguém me ligou. Ninguém veio até a minha casa. Este é o privilégio de ser o Capitão América, eles vão até a sua casa”, brincou. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a série será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”, além dos pilotos de “NOS4A2” e “The Loudest Voice”.
Prólogo da franquia Kingsman ganha primeiro trailer dublado e legendado
A Fox divulgou o primeiro pôster e o trailer de “King’s Man: A Origem”, em versões dublada e legendada. A produção é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar. Com várias cenas impactantes, que cobrem de batalhas no front da 1ª Guerra Mundial à duelos de espada com Rasputin, o monge louco, a prévia introduz a origem da agência de espionagem britânica que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz. O resto do elenco inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” estreia em 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Prólogo de Kingsman ganha título, logo oficial e data de estreia
A Disney e a Fox anunciaram nesta quarta (19/5) o título, a sinopse e o logo (veja abaixo) do terceiro filme da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar. O lançamento vai se chamar “The King’s Man”, um trocadilho com o título original dos filmes anteriores – literalmente, “o homem do rei”. “Quando um grupo dos piores tiranos e criminosos da história se reúne em torno de um plano que mataria milhões, um homem precisa correr contra o tempo para impedi-los”. Com roteiro de Jane Goldman e direção de Matthew Vaughn, a dupla responsável pelos dois longas já lançados, esse novo capítulo servirá como prólogo e explorará as origens da organização Kingsman durante a 1ª Guerra Mundial. Por conta disso, não dará sequência à história de Eggsy (Taron Egerton) e Harry (Colin Firth), mas Vaughn já disse que pretende retomar os dois personagens numa próxima produção. “The King’s Man” inclui em seu elenco Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”), Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”), que será o novo protagonista. Originalmente planejado para chegar aos cinemas em novembro deste ano, o filme teve sua estreia oficialmente marcada para 14 de fevereiro de 2020 nos Estados Unidos. O motivo do adiamento seria o atraso no começo das filmagens. Não há confirmação da data de estreia no Brasil.
Emily VanCamp e Daniel Bruhl vão voltar a viver Sharon Carter e Barão Zemo em série da Marvel
A atriz Emily VanCamp (a Emily de “Revenge”) e o ator Daniel Bruhl negociam voltar a viver Sharon Carter, a agente 13 da SHIELD, e o vilão Barão Zemo na nova série da Disney+ (Disney Plus) centrada na parceria do Falcão e do Soldado Invernal. A personagem da atriz foi pouco aproveitada em “Capitão América: Soldado Invernal” e “Capitão América: Guerra Civil”, e não apareceu nos filmes dos Vingadores, apesar de ser muito importante nos quadrinhos. Sharon Carter foi a namorada mais duradoura do Capitão América e uma das primeiras e principais agentes da SHIELD a se popularizar entre o público – além de ter destacada participação no arco de origem do Soldado Invernal, papel que acabou ocupado pela Viúva Negra no cinema. Já o Barão Zemo teve destaque principalmente no segundo filme. O vilão nazista dos quadrinhos foi repaginado nos cinemas como um estrategista com laços com a HYDRA. Foram suas ações que deram origem à “Guerra Civil” entre Capitão América e Homem de Ferro. E não se pode esquecer que foi o vilão quem matou o pai do Pantera Negra. Anthony Mackie e Sebastian Stan estão confirmados na atração, respectivamente como Falcão e Soldado Invernal. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, segundo o site Deadline, a sucessão do Capitão América será um dos pontos centrais. Vale lembrar que o Falcão ficou com o escudo do Capitão no final de “Vingadores: Ultimato”. Outra novidade é que a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”, além dos pilotos das vindouras “NOS4A2” e “The Loudest Voice”. Ainda não há previsão de estreia.
The Alienist é renovada e nova história adaptará o livro O Anjo das Trevas
A TNT renovou “The Alienist”. Só que tem um detalhe. Para evitar que o Emmy deixe de classificar a produção como minissérie, o canal pago americano anunciou a renovação como se fosse uma nova atração, chamada de “The Angel of Darkness”. A tal nova série trará os mesmos atores, Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning, nos mesmos papéis de “The Alienist”, contando a continuação da história original. Mas todos devem fingir que é algo novo, para que a Academia da Televisão não repare que se trata de uma 2ª temporada. “Nós não poderíamos estar mais orgulhosos da excelente performance digna de prêmios de ‘The Alienist’ e de todo o trabalho que os incríveis atores e a equipe fizeram para dar vida a essa história e período de tempo”, disse Sarah Aubrey, executiva da TNT, em comunicado. “Nosso público se apaixonou por esses personagens multidimensionais e intemporais e pela jornada de suas lutas vivendo em tempos complicados. Com esta nova história na Coleção Suspense da TNT, nós iremos mergulhar ainda mais os espectadores em seu mundo à medida que forem confrontados com um novo inimigo”. A 1ª temp… ou melhor, a minissérie “The Alienist” é campeã de audiência da TV paga no segmento de adultos (de 18 a 49 anos) em 2018, embora tenha perdido a liderança em público total para “Yellowstone”, da Paramount. A exibição da estreia rendeu a maior sintonia do canal em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em 22 de janeiro, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões de telespectadores durante os primeiros sete dias de disponibilidade online. Segundo comunicado da TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. Adaptação do best-selling homônimo de Caleb Carr, a série acompanha a caçada ao primeiro serial killer de Nova York, no século 19, por um trio de “especialistas” não convencionais. Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os médicos que tratavam de pacientes “alienados da realidade”. Convocado para o caso pelo novo comissário de polícia Theodore Roosevelt (futuro presidente dos EUA), ele acaba se juntando ao jornalista John Moore, vivido por Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e a secretária da polícia Sara Howard, personagem de Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Roosevelt, por sua vez, é vivido por Brian Geraghty (série “Chicago P.D.”). O título da 2ª temp… ou melhor, nova minissérie, é o mesmo do segundo livro de Carr com os personagens. Traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, acompanha a investigação do sequestro de uma criança, filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Ainda não há previsão para a estreia.
Festival de Berlim: José Padilha explica porque 7 Dias em Entebbe contradiz “história oficial”
Uma década após vencer o Urso de Ouro com “Tropa de Elite”, o diretor José Padilha voltou a ser assunto no Festival de Berlim 2018, com a projeção de seu novo filme fora de competição. “7 Dias em Entebbe” não despertou reações apaixonadas da crítica presente no evento, mas se mostrou fadado a virar polêmica. A produção é a quarta filmagem de uma das missões de resgate e de combate ao terror mais famosas de todos os tempos: o salvamento dos passageiros de um voo da Air France vindo de Tel Aviv, que teve sua trajetória desviada para Entebbe, em Uganda, por quatro sequestradores (dois palestinos e dois alemães) em 1976. Ameaçando matar a tripulação e os israelenses presentes no voo, os terroristas exigiam a libertação de dezenas de palestinos aprisionados por Israel, e contavam com o apoio do ditador de Uganda, Idi Amin Dada. Em resposta, o governo israelense mobilizou uma tropa de elite, composta por 100 combatentes, que após sete dias de impasse invadiu o aeroporto, enfrentou o exército ugandense, matou os sequestradores e libertou os passageiros, deixando um saldo de 53 mortos. Entre as baixas, contam-se apenas três passageiros e um único militar israelense, justamente o comandante da invasão. Toda a ação durou menos que a metragem da produção: 90 minutos. A história já rendeu um filme israelense, “Operação Thunderbolt” (1977), com direção de Menahem Globus (dono do estúdio Cannon), além dos telefilmes americanos “Resgate Fantástico” (1976), estrelado por Charles Bronson (“Desejo de Matar”) e dirigido por Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), e “Vitória em Entebbe” (1976), com Kirk Douglas (“Spartacus”) e Linda Blair (“O Exorcista”). Mas o filme de Padilha chamou atenção por enfatizar aspectos da política israelense e por pintar o comandante da operação, Yonatan Netanyahu, irmão do atual Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu, de forma diferente da versão chapa-branca da “história oficial”. Por décadas, a família de Netanyahu se agarrou à versão de que Yonatan tivera papel-chave no salvamento dos 106 passageiros remanescentes, antes de ser morto por um dos militantes da Frente Popular Para a Libertação da Palestina. Mas o filme de Padilha reduz a participação do militar ao mínimo, mostrando-o alvejado logo no início da operação. O roteiro foi escrito pelo britânico Gregory Burke (de “71: Esquecido em Belfast”) e teve como base o livro “Operation Thunderbolt: Flight 139 and the Raid on Entebbe Airport”, do historiador Saul David. “Em minhas pesquisas, cheguei a ir a Israel encontrar testemunhas do que aconteceu no galpão do aeroporto de Entebbe. Cheguei inclusive a conversar com Jacques Le Moine, o engenheiro daquele voo da Air France. Eles chegaram, inclusive, a indicar a posição em que as vítimas das balas caíram no chão, que eram marcadas no set”, contou Padilha durante a entrevista coletiva do fetival, com a participação do próprio Le Moine. “Respeito a versão das pessoas que estiveram no centro da ação. A versão daquelas que não estiveram no local são apenas versões de pessoas que não estiveram lá”. A ação também releva temas como bravura, heroísmo e patriotismo, bem ao gosto dos filmes americanos do gênero, abrindo espaço para as motivações dos terroristas, a relação deles com os reféns, e as discussões políticas entre as autoridades israelenses, examinando as motivações morais e políticas de suas decisões. “Desde o primeiro esboço do roteiro, as motivações dos terroristas palestinos e alemães no episódio eram claramente diferentes. As dos palestinos eram pessoais, porque eles perderam famílias e amigos nas mãos dos iraelenses. Os dois alemães, parte de um grupo de extrema esquerda de inspiração marxista, estavam ali por ideologia”, explicou o diretor. “A maioria das versões que conhecemos sobre o episódio é contada pela perspectiva dos militares israelenses. O país vive em estado constante de medo por causa de sua relação com a Palestina, estimulado por políticos que são eleitos dizendo: ‘Votem em mim que eu defendo vocês’”. Em meio às cenas de ação e de drama de gabinete, em que políticos debatem entre si, a narrativa de “7 Dias de Entebbe” também é entrecortada por ensaios de um grupo de dança, exibindo a coreografia “Echad mi Yodea”, criada pelo coreógrafo israelense Ohad Naharin, em 1990. Nela, os dançarinos da companhia Batsheva Dance Company dançam em torno de cadeiras enfileiradas no palco, e vão se despindo de roupas de judeus ortodoxos a medida em que cantam e dançam. A coreografia evoca o fluxo de judeus em direção à Palestina antes e depois da 2ª Guerra Mundial. “Metaforicamente, eles se despem de sua ortodoxia, das contradições de suas crenças e tradições. A coreografia é uma forma de mostrar algo belo da cultura israelense. É uma tentativa de fazer arte. Israel deveria investir também em arte, em cultura”, afirmou Padilha. “No meu entender, a coreografia de Naharin fala sobre deixar de lado os preconceitos, única forma de conviver pacificamente com alguém diferente de você”. “7 Dias em Entebbe” é coproduzido pela Particpant Media, que tem uma filmografia repleta de projetos de ressonância política e social, como “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e “Spotlight – Segredos Revelados” (2015). A estreia está marcada para 16 de março nos Estados Unidos e apenas em maio no Brasil.









