Série “Gotham Knights” escala heroína Pássaro Azul
O projeto “Gotham Knights” escalou seus primeiros atores: Fallon Smythe (“Grown-ish”) e Tyler DiChiara (“Relish”) vão viver a heroína Pássaro Azul e seu irmão no piloto em desenvolvimento para a rede americana The CW. Pássaro Azul (Bluebird) é o codinome heroico de Harper Row, personagem criada por Scott Snyder e Greg Capullo, que apareceu pela primeira vez em 2012 como uma jovem dotada de grande capacidade de engenharia. Ela foi frequentemente subestimada por Batman antes de se tornar uma integrante de sua equipe de vigilantes e assumir uma identidade secreta. Harper Row também já apareceu na série animada “Young Justice”, que reúne os heróis mais jovens da DC. Nos quadrinhos, ela é apresentada como uma adolescente sarcástica, genial e bissexual, características que serão mantidas na série. A atração, porém, alterará ligeiramente o perfil de seu irmão. Cullen Row é gay nas publicações da DC Comics. Foi o fato dele sofrer bullying que levou Harper a lutar contra injustiças. Na série, ele será apresentado como transgênero. Seu intérprete também é transexual. “Gotham Knights” ainda não tem uma temporada garantida. Apenas seu piloto foi encomendado pelo canal. Apesar do título, a série não tem relação com o game da DC de mesmo nome, que será lançado neste ano, nem será uma produção derivada de “Batwoman”, exibida no mesmo canal nos EUA. A trama vai se passar em Gotham City após a morte de Batman. Segundo a sinopse divulgada, a trama mostrará “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato”. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham se torna mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. A série não revela qual filho adotivo (isto é, Robin) lidera o grupo. Batman já teve seis Robins, entre eles seu filho de sangue, o caçula Damon Wayne. Entre os rebeldes, é fácil citar o primeiro, Dick Grayson, que rompeu com o pai adotivo, e o segundo, Jason Todd, que chegou a virar vilão. Já o terceiro, Tim Drake, sempre foi mais comportado. As demais Robins são mulheres. Os quadrinhos da DC Comics também já revelaram uma filha do Charada, Enigma, uma filha do Coringa de outra dimensão, Duela Dent, e a filha de Tigresa, Artemis. As três chegaram a integrar os Titãs. Ainda há Cassandra Cain, filha da vilã Lady Shiva, que chegou a virar a segunda Batgirl, e Stephanie Brown, filha do Mestre das Pistas, que virou a heroína Spoiler e ainda se tornou o quarto Robin e a terceira Batgirl (difícil acompanhar!). Curiosamente, todas são filhas e não filhos de vilões. A série está sendo desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que atualmente escrevem episódios de “Batwoman”. Os dois primeiros também trabalharam na série “Gotham”. A produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, universo de séries de super-heróis da DC Comics na rede The CW. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fallon Smythe (@fallonsmythe) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tyler DiChiara (@tylerdichiara_)
Nick Zano se despede de “Legends of Tomorrow”
O ator Nick Zano se despediu da série “Legends of Tomorrow” com um post dedicado aos fãs em seu Instagram nesta quinta (3/3). O ator interpretava Nate Heywood (o herói Cidadão Gládio nos quadrinhos da DC Comics) e saiu da atração no final da 7ª temporada, exibida na noite de quarta-feira nos EUA. Embora seu desfecho permitisse, ele não voltará como integrante fixo do elenco numa eventual 8ª temporada da atração, que ainda não foi confirmada. Spoiler: Ao praticar um ato heroico, ele perde os superpoderes e decide abandonar a equipe de heróis, mudando-se para uma dimensão de bolso, no interior de um totem místico, para passar o resto de seus dias com sua namorada Zari. “É com um coração agradecido e cheio que me despeço da minha família de Lendas…”, escreveu Zano no Instagram, ao lado de fotos do set. “Foram as experiências mais insanas e gratificantes que eu já tive, mas chegou a hora de Nate/Gládio dizer adeus à maior, mais leal e mais fiel base de fãs…” A despedida acontece uma semana após todas as Lendas considerarem a aposentadoria, ponderando a proposta tentadora de um supercomputador, que assumiria a missão do grupo de monitorar anomalias no tempo. Cada um deles teve um vislumbre de como seria seu futuro se deixassem de lado a vida de super-heróis/guardiões do tempo. Embora a série do “Arrowverso” ainda não tenha sido renovada, o desfecho da temporada também serviu para introduzir um novo herói, que deve ocupar o lugar de Nate no time: nada menos que o Gladiador Dourado (Booster Gold), interpretado por Donald Faison (“Scrubs”), numa alteração racial do herói do futuro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nick Zano (@nickzano)
Atriz de “Riverdale” vai estrelar spin-off de “Nancy Drew”
A atriz Ashleigh Murray, intérprete de Josie em “Riverdale” e “Katy Keene”, vai estrelar “Tom Swift”, nova série derivada de “Nancy Drew”. Ela interpretará Zenzi Fullington, descrita como a melhor amiga do personagem-título desde a infância e uma das poucas pessoas que consegue acompanhar a mente febril do protagonista. A série é desdobramento de um episódio (piloto) da 2ª temporada de “Nancy Drew”, que introduziu Tian Richards (de “A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) no papel de Tom Swift, como um gênio inventor, filho de bilionário, negro e gay. Mas em sua série, seu status será bastante alterado. O desaparecimento de seu pai vai lançá-lo num mundo de conspirações sci-fi e fenômenos inexplicáveis. E para encontrar a verdade, ele precisará abandonar o conforto de seu estilo de vida para pegar a estrada e se esconder de um grupo misterioso, que está determinado a detê-lo. O personagem original surgiu em 1910 numa coleção literária concebida pelo editor Edward Stratemeyer – o mesmo que, duas décadas depois, lançou o primeiro livro de Nancy Drew – como um jovem gênio inventor perseguido por indivíduos mal-intencionados. Mas não era negro, muito menos gay nos livros infantis que ajudou a vender. Um detalhe curioso é que a série vai acabar com uma maldição de “Tom Swift”, que há décadas tentava virar série sem nunca conseguir. A lista de tentativas frustradas incluía desde um piloto perdido de 1958, com o loiro Gary Vinson (“McHale’s Navy”) no papel principal, um projeto de filme cancelado, que seria dirigido por Gene Kelly (“Cantando na Chuva”) em 1968, e até uma produção de Glen A. Larson (criador de “Magnum”, “Supermáquina” e “Battlestar Galactica”) que o juntaria com Nancy Drew e os Hardy Boys em 1977. Ao final, este último projeto acabou virando “The Hardy Boys/Nancy Drew Mysteries” sem Tom Swift. O personagem acabou se materializando uma única vez na TV, num telefilme de 1983, “The Tom Swift and Linda Craig Mystery Hour”, em que foi interpretado por Willie Aames (“Charles in Charge”). Era para ser o piloto de uma série, mas foi um fracasso enorme de audiência. Veja abaixo o trailer do episódio em que Nancy Drew encontrou Tom Swift.
Personagem de “Arrow” vai ganhar série própria
O personagem John Diggle, introduzido no primeiro episódio de “Arrow” em 2012, vai ganhar uma série própria. O ator David Ramsey assinou contrato para estrelar e dirigir episódios da nova atração, batizada de “Justice U”, além de estender seu acordo para dirigir e aparecer nas demais séries do “Arrowverso”. Ramsey estreou como diretor na 7ª temporada de “Arrow” e agradou o chefe Greg Berlanti, responsável pela produção do “Arrowverso”, dirigindo desde então episódios de mais quatro séries desse universo compartilhado da DC Comics. “Justice U” está sendo desenvolvida para a rede The CW e trará Diggle, que tem o codinome de Espartano, como mentor de novos heróis. Depois de passar uma década lutando ao lado de heróis mascarados, ele embarca em uma nova missão para recrutar cinco jovens meta-humanos para viver disfarçados como calouros em uma universidade de prestígio. Lá, ele supervisionará sua educação e os treinará para se tornarem os heróis de amanhã. Os cinco jovens serão baseados em personagens dos quadrinhos da DC, mas suas identidades não foram reveladas. A série da Warner Bros. Television contará com roteiros e produção de Michael Narducci (“Superman and Lois”) e Zoanne Clack (“Grey’s Anatomy”), além de Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden pela Berlanti Productions. Vale lembrar que “Arrow” deveria continuar num spin-off chamado “Green Arrow and the Canaries”, centrado na filha do Arqueiro Verde e em duas Canário Negro de diferentes realidades, mas este projeto acabou não aprovado pela rede The CW, apesar da audiência recorde do episódio que apresentou a premissa. Dois anos depois desta frustração, a atriz Katherine McNamara voltou a viver Mia Queen, a nova Arqueira Verde, em dezembro passado num episódio da série “The Flash”.
Canal americano The CW está à venda
A WarnerMedia e a ViacomCBS estão dispostos a vender parte significativa ou até toda a rede americana The CW, lar das séries do Arrowverso, “Riverdale”, “Legacies”, “Walker” e várias outras atrações de fantasia juvenil. A rede foi inaugurada em 2006 como resultado da união dos antigos canais UPN e Warner nos EUA. Muitos apostaram que a experiência não duraria, mas embora nunca tenha se tornado lucrativa de forma tradicional, a joint venture se provou um bom negócio para os estúdios da CBS e Warner (o C e o W do nome do canal). A CW passou a render dinheiro por sinergia, ao comprar apenas séries produzidas pelas duas empresas. Além disso, as séries da emissora depois são negociadas por seus estúdios para o mercado internacional. Só a Netflix chegou a pagar US$ 1 bilhão pelos direitos de exibição do conteúdo da CW em 2018. Este modelo, porém, sofreu abalos nos últimos anos, acompanhando mudanças internas na Warner e na CBS. A primeira foi desastrosamente comprada pela AT&T, que passou a desmontar a empresa, dissolvendo ou vendendo parte de seu patrimônio – processo que parece seguir mesmo após as negociações para fusão com a Discovery. Já a CBS sobreviveu a um escândalo sexual de seu chefão, Les Mooves, para se fundir com a Viacom. Desde o ano passado, os dois grupos vêm priorizando a expansão de seus serviços streaming, HBO Max e Paramount+, sobre todos os outros projetos. Por isso, romperam o acordo bilionário com a Netflix, interrompendo o fluxo de dinheiro para o canal. Mesmo assim, Warner e CBS querem continuar usando a CW como parceira, tanto como fonte de renda quanto para reduzir os custos de produção de suas séries. A negociação com interessados na compra do canal teria que considerar manter os dois estúdios como sócios e renovar o acordo de exclusividade para a produção de conteúdo. Segundo o Wall Street Journal, que anunciou o negócio, o maior interessado em adquirir a CW é a Nexstar Media Group, empresa televisiva que já transmite o conteúdo da CW e tem se expandido com aquisições de outros grupos, buscando ganhar projeção nacional. Mas a revelação da possível venda atraiu outros interessados. Fala-se até na Netflix.
Naomi: Vídeo apresenta elenco e personagens da nova série de super-heróis
A rede The CW divulgou um novo vídeo de “Naomi”, série baseada nos quadrinhos homônimos da DC Comics, com depoimentos do elenco. A prévia traz os atores apresentando seus personagens e a premissa da atração, que estreia na próxima terça (11/1) nos EUA. Produzida e com piloto dirigido pela cineasta Ava Duvernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”), “Naomi” foi desenvolvida pela roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) e destaca a jovem atriz Kaci Walfall (“Army Wives”), de 16 anos, como uma jovem apaixonada por super-heróis, que leva um choque quando um evento inesperado lhe confere superpoderes. O resto do elenco inclui Alexander Wraith (“Orange Is the New Black”), Cranston Johnson (“Filthy Rich”) e a estreante Camila Moreno, entre outros. “Naomi” vai chegar ao Brasil pela plataforma HBO Max, com lançamento simultâneo aos EUA.
Naomi: Ava Duvernay apresenta nova série de super-heróis
A rede The CW divulgou um pôster e o novo trailer de “Naomi”, série baseada nos quadrinhos homônimos da DC Comics. A prévia é apresentada pela cineasta Ava Duvernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”), que produz a série e dirige o primeiro episódio. “Naomi” é baseada nos quadrinhos homônimos criados por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell em 2019 e introduz uma jovem apaixonada por super-heróis, que leva um choque quando um evento inesperado lhe confere superpoderes. A série foi desenvolvida pela roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) e destaca a jovem atriz Kaci Walfall (“Army Wives”), de 16 anos, no papel principal. O resto do elenco inclui Alexander Wraith (“Orange Is the New Black”), Cranston Johnson (“Filthy Rich”) e a estreante Camila Moreno, entre outros. “Naomi” tem estreia marcada para 11 de janeiro nos EUA e deve chegar ao Brasil pela plataforma HBO Max.
“Legacies” perde uma de suas atrizes principais
A série de fantasia sobrenatural “Legacies”, derivada de “The Originals” e “The Vampire Diaries”, entrou em hiato de midseason nesta semana com várias mudanças em sua produção. A principal foi a saída da atriz Kaylee Bryant do elenco central. Por quatro temporadas ela interpretou a bruxinha Josie Saltzman, uma das duas filhas gêmeas de Alaric Saltzman (Matthew Davies), que na premissa da série construiu uma escola para crianças sobrenaturais preocupado com o futuro das meninas. No episódio exibido na noite de quinta-feira (16/12) na rede americana The CW, a despedida de Josie não pareceu definitiva. Spoiler: ela abandona a escola Salvatore para se concentrar em encontrar, sem interferências, um modo de restaurar a humanidade da protagonista Hope Mikaelseon (Danielle Rose Russell), que desligou seu lado humano ao se tornar vampira e não suportar o trauma de matar seu namorado. Entretanto, um post de Bryant no Instagram revelou que a cena de Josie indo embora de ônibus foi, na verdade, seu adeus da série. “Como uma fã do universo de ‘The Vampire Diaries’, sou muito grata aos fãs e irei amá-los para sempre por me receberem e me aceitarem neste mundo”, ela publicou, em tom de despedida. O post também celebrou a importância da bissexualidade assumida de sua personagem. “Josie ajudou tantos humanos lindos a se sentirem confortáveis em sua sexualidade, e espero que seu legado continue vivo para que um dia todos se sintam livres para amar quem quiserem, independentemente do sexo”, acrescentou. A criadora da série, Julie Plec, e o produtor Brett Matthews confirmaram a partida em comunicado, em que dizem também esperar trazer a atriz de volta em algum episódio especial para dar uma conclusão à sua história. “Embora seja doloroso dizer adeus a um membro tão querido do Super Squad, desejamos felicidade e sucesso a Kaylee. Estamos ansiosos para ver sua carreira crescer no futuro, e nossa porta estará sempre aberta para ela em ‘Legacies’, porque o mundo é simplesmente um lugar melhor com Josie Saltzman.” Apesar de importante, este não foi o único desenvolvimento que promete grande repercussão na volta da série em 2022. Spoiler: A conclusão do capítulo mostrou a irmã de Josie, Lizzie Saltzman (Jenny Boyd), transformada em vampiro, após ser traída e morta pela ex-melhor amiga Hope. Embora não tenha sido planejada com este objetivo, a transformação em vampiro já tinha sido cogitada por Lizzie como uma forma de quebrar a maldição das gêmeas. Segundo a tradição do clã Gemini, da qual Lizzie e Josie fazem parte, ao chegar aos 22 anos elas teriam que se enfrentar até que apenas uma sobrevivesse. A alternativa seria a morte das duas. Mas se uma morresse antes, o ritual seria evitado. Esta solução narrativa também resolve um problema criado pela saída de Kaylee Bryant, evitando que essa trama, envolvendo Josie, permanecesse em evidência. A rede The CW ainda não informou quando a segunda metade da 4ª temporada voltará a ser exibida. No Brasil, “Legacies” é disponibilizada no canal pago Warner com duas semanas de atraso em relação aos EUA e na plataforma HBO Max com uma semana de diferença. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kaylee Bryant (@kaylee.bryant)
Naomi: Nova série de super-heróis da DC ganha primeiro trailer
A rede The CW divulgou o primeiro trailer de “Naomi”, série baseada nos quadrinhos homônimos da DC Comics. A prévia traz a protagonista – interpretada pela jovem atriz Kaci Walfall, de 16 anos – , manifestando seus poderes e virando foco de outros poderosos. Na trama, a jovem apaixonada por super-heróis vai levar um choque quando um evento inesperado lhe conferir superpoderes. A série é baseada nos quadrinhos criados por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell em 2019, foi desenvolvida pela roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) e tem produção e direção da cineasta Ava Duvernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”). Além de Kaci Walfall (“Army Wives”), o resto do elenco inclui Alexander Wraith (“Orange Is the New Black”), Cranston Johnson (“Filthy Rich”) e a estreante Camila Moreno, entre outros. “Naomi” tem estreia marcada para 11 de janeiro nos EUA e deve chegar ao Brasil pela plataforma HBO Max.
Gotham Knights: Série vai juntar filhos de vilões de Batman
A rede The CW está desenvolvendo uma nova uma série derivada dos quadrinhos da DC Comics. Intitulada “Gotham Knights”, a série vai se passar em Gotham City após a morte de Batman. Segundo a sinopse divulgada, a trama mostrará “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato”. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham se torna mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. A série não revela qual filho adotivo (isto é, Robin) lidera o grupo. Batman já teve seis Robins, entre eles seu filho de sangue, o caçula Damon Wayne. Entre os rebeldes, é fácil citar o primeiro, Dick Grayson, que rompeu com o pai adotivo, e o segundo, Jason Todd, que chegou a virar vilão. Já o terceiro, Tim Drake, sempre foi mais comportado. Os quadrinhos da DC Comics já revelaram uma filha do Charada, Enigma, uma filha do Coringa de outra dimensão, Duela Dent, e a filha de Tigresa, Artemis. As três chegaram a integrar os Titãs. Ainda há Cassandra Cain, filha da vilã Lady Shiva, que chegou a virar a segunda Batgirl, e Stephanie Brown, filha do Mestre das Pistas, que virou a heroína Spoiler e ainda se tornou o quarto Robin e a terceira Batgirl. Curiosamente, todas são filhas e não filhos de vilões. A série está sendo desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que atualmente escrevem episódios de “Batwoman”. Os dois primeiros também trabalharam na série “Gotham”. A produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso” de séries de super-heróis da DC Comics na rede The CW. Apesar do título, a série não tem relação com o game da DC de mesmo nome, que será lançado neste ano, nem será uma produção derivada de “Batwoman”. Ainda não há previsão para a estreia.
“Walker” pode ganhar série derivada passada no Velho Oeste
Depois de “Yellowstone” render o spin-off “1883”, outra série de western moderno planeja repetir o truque com um prólogo passado no Velho Oeste. A equipe criativa de “Walker”, série estrelada por Jared Padalecki, está desenvolvendo “Walker: Independence”, ambientada em 1800. O projeto pretende seguir Abby Walker em busca por vingança, depois que seu marido é assassinado diante de seus olhos durante uma viagem para o Oeste selvagem. Ao longo do caminho, ela cruza com Hoyt Rawlings, um pistoleiro em busca de propósito. Sua jornada os leva à cidade de Independence, no Texas, onde eles formam uma nova família que luta com o mundo ao seu redor. O roteiro é de Seamus Fahey (“Máquina Mortífera”) e da showrunner de “Walker”, Anna Fricke. Embora não participe como ator, Padalecki faz parte da equipe como produtor executivo, refletindo seu status em “Walker”. Ainda em fase de roteiro, “Walker: Independence” precisa receber aprovação da rede The CW para avançar. Tradicionalmente, os spin-offs da rede ganham pilotos plantados nas próprias séries originais. Mas mesmo quando o episódio-teste rende boa audiência e agrada, o projeto pode não render uma série própria, como aconteceu com “Green Arrow and the Canaries”, derivado de “Arrow” que a emissora rejeitou. Atualmente em sua 2ª temporada, “Walker” é a série mais assistida da CW. No Brasil, a atração é disponibilizada pela plataforma Globoplay.
Trailer de “Superman & Lois” explora crise do casal na 2ª temporada
Depois da CCXP apresentar uma cena da 1ª temporada de “Superman & Lois” como se fosse inédita, a rede americana The CW divulgou o primeiro vídeo real da 2ª temporada. O trailer liberado nesta nesta quarta (8/12) mostra Superman (Tyler Hoechlin) dividido entre crises mundiais e problemas domésticos, que envolvem discussões com sua esposa, interpretada por Elizabeth Tulloch, e os filhos adolescentes. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção também destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos do casal. A 2ª temporada estreia em 11 de janeiro nos EUA. No Brasil, a serie é disponibilizada pela HBO Max, que ainda não revelou a previsão de lançamento nacional.
Especial de fim do ano de “Os Waltons” bate recorde de audiência
A rede The CW atingiu sua maior audiência da temporada com a exibição de um especial de fim ano baseado numa das séries mais famosas dos anos 1970, “Os Waltons”. Intitulado “The Waltons: Homecoming”, o especial marcou os 50 anos do telefilme “The Homecoming: A Christmas Story”, que estreou em dezembro de 1971 e apresentou a família Walton ao público da TV. A produção da época era para ser apenas um telefilme de Natal, mas fez tanto sucesso que a rede CBS decidiu continuar a história daquela família numa série, batizada de “Os Waltons”, que durou nove temporadas e gerou vários filmes subsequentes nas décadas de 1980 e 1990. O sucesso do novo especial pode repetir a história. O presidente da CW, Mark Pedowitz, disse à imprensa norte-americana que consideraria aprovar uma série caso a produção tivesse boa audiência, retomando assim a atração criada por Earl Hammer Jr há 50 anos. Primeiro telefilme feito pela rede mais nova de TV americana, “The Waltons: Homecoming” foi assistido por quase um milhão de pessoas ao vivo no domingo passado (29/11). Não parece muito, mas o domingo tem as piores audiências da CW, que, por sinal, não registrava público tão grande ao vivo desde abril passado – em qualquer dia da semana. A produção destacou a narração de Richard Thomas, que marcou época ao interpretar o protagonista John Boy na série original. Longe de se aposentar, ele continua a trabalhar em séries de prestígio, como “The Americans”, “Billions”, “The Comey Rule” e, neste ano, “Tell Me Your Secrets”. Já o novo John Boy, filho mais velho da família, foi vivido por Logan Shroyer (“This Is Us”). O elenco também contou com Bellamy Young (“Prodigal Son”) como a matriarca Olivia Walton e Ben Lawson (“Amigas para Sempre/Firefly Lane”) como o patriarca John Walton, além de Marcelle LeBlanc (“Rua do Medo 1978”) e vários atores mirins como os demais integrantes da numerosa família televisiva. A trama é a mesma do telefilme original. A família se reúne em 1933 à espera da volta do patriarca John Walton, que se viu forçado pela depressão econômica a procurar trabalho em outro estado e talvez não consiga encontrá-los no Natal. Inconformada com a carta que traz essa notícia, Olivia envia o filho mais velho em busca do pai, numa jornada que muda a vida de John Boy para sempre. Produzido pela Magnolia Hill Productions em associação com a Warner Bros. Television, o especial foi escrito por Jim Strain, dirigido por Lev L. Spiro e produzido por Sam Haskell, que trabalharam juntos na série “Dolly Parton: Tocando o Coração”, na Netflix. Veja abaixo o trailer da atração.












