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    Carla Diaz revela fotos da continuação de “A Menina Que Matou os Pais”

    12 de setembro de 2022 /

    A atriz Carla Diaz e a Galeria Distribuidora publicaram nesta segunda (12/9) nas redes sociais as primeiras fotos do novo filme em que vive a assassina Suzane von Richthofen. O longa também ganhou título oficial. Vai se chamar “A Menina Que Matou os Pais – A Confissão”, e acompanhará Suzane, Daniel e Cristian Cravinhos nos dias após o crime e a investigação que terminou na prisão dos responsáveis. “O filme vem para atender aos inúmeros pedidos do público em conhecer os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos”, descreveu Carla na rede social. A informação de que haveria um terceiro filme, após o sucesso de “A Menina Que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, já era conhecida desde maio. As filmagens começaram há um mês, mas Carla só confirmou mesmo no último domingo (11/9), em uma entrevista ao podcast “PodDelas” no Rock in Rio. Dirigidas por Maurício Eça, as duas produções lançadas pela Amazon Prime Video foram estreladas por Carla Diaz como Suzane von Richtofen e Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os filmes contam como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. Sobre o novo longa-metragem, o diretor Mauricio Eça disse: “‘Confissão’ é um filme direto e cru, um thriller psicológico que você já sabe como acaba, mas não imagina como tudo aconteceu. Se passa durante oito dias muito intensos onde as verdades de cada personagem vão vindo à tona”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Galeria Distribuidora (@galeriadistribuidora)

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    Carla Diaz compartilha filmagens de “vocês sabem o quê”

    19 de agosto de 2022 /

    A atriz Carla Diaz compartilhou em seu Instagram uma foto do começo das filmagens de seu novo longa, provocando os fãs com a legenda: “Gravando. E vocês sabem o quê?” Aparentemente, os fãs sabem. Todas as especulações apontam para o terceiro longa sobre o Caso Richthofen, que já rendeu a sessão dupla “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus pais”, ambos dirigidos por Maurício Eça e lançados em 2021. Carla interpreta a assassina Suzane von Richthofen nas produções. O post deu as dicas ao marcar a produtora Santa Rita Filmes e a Galeria Distribuidora, que foram parceiras em “A Menina” e “O Menino”. Devido à pandemia, os longas acabaram negociados com o streaming e, em vez de chegar aos cinemas, saíram direto na Amazon Prime Video em setembro do ano passado, onde se tornaram grande sucessos. O roteiro da continuação está pronto, conforme revelou o próprio autor, Raphael Montes, em seu Instagram. Além disso, no mês passado, a atriz Gabi Lopes – que interpretou Carol, namorada de Cristian Cravinhos – confirmou que todo o elenco tinha sido recontratado para o terceiro longa. “Vai ter o terceiro filme de Suzane. Vai ser um único e mais forte. Vai mostrar uma parte que os primeiros não mostraram e vai misturar as versões [de Suzane e Daniel]. Tem um novo nome, novo conceito. Nós, do elenco, fomos todos recontratados, tudo igual. Tem umas pessoas novas, a mais, vai ser um ‘bafo’. Vai ser bem forte”, disse a atriz ao podcast Poddelas. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento. Além de Carla Diaz como Suzane von Richtofen, o elenco original também destaca Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os dois filmes contaram como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento, mas os produtores ainda não fizeram um anúncio oficial. Por conta disso, não há maiores detalhes sobre o projeto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz)

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    Carla Diaz indica volta ao papel de Suzane von Richtofen

    11 de agosto de 2022 /

    A atriz Carla Diaz publicou na noite de quarta (10/8) no Instagram uma foto inédita caracterizada como Suzane von Richtofen. “E aí, seria um #tbt ou não?”, escreveu ao lado da imagem, plantando a dúvida entre os seguidores sobre se seria um registro de arquivo ou uma volta à personagem. A verdade é que “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” vão gerar sim um terceiro filme. Os dois filmes foram um sucesso imenso na Amazon Prime Video e terão continuação. No mês passado, a atriz Gabi Lopes, que interpretou Carol, namorada de Cristian Cravinhos, confirmou que todo o elenco tinha sido recontratado para a produção. “Vai ter o terceiro filme de Suzane. Vai ser um único e mais forte. Vai mostrar uma parte que os primeiros não mostraram e vai misturar as versões [de Suzane e Daniel]. Tem um novo nome, novo conceito. Nós, do elenco, fomos todos recontratados, tudo igual. Tem umas pessoas novas, a mais, vai ser um ‘bafo’. Vai ser bem forte”, disse a atriz ao podcast Poddelas. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento. Mas não falta assunto nem para um quarto filme, tendo em vista tudo a carreira de Suzane após a prisão – desde envolvimento com outra presidiária, começo de namoro com um empresário durante visitas no presídio, progressão de regime, quebras de confiança em saídas temporárias da prisão, início de faculdade durante a pena, etc. Dirigidas por Maurício Eça, as duas produções lançadas pela Amazon Prime Video foram estreladas por Carla Diaz como Suzane von Richtofen e Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os filmes contam como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. No elenco, estavam ainda Augusto Madeira e Debora Duboc, como os pais dos Cravinhos, Leonardo Medeiros e Vera Zimmermann, como os Richtofen, e Kauan Ceglio, no papel do irmão de Suzane, Andreas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz)

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    Humorista do “Zorra Total” passa cinco dias sequestrado

    22 de julho de 2022 /

    O humorista Heitor Martins, conhecido por interpretar o personagem Pit Bitoca no “Zorra Total”, passou cinco dias preso em cárcere privado. Ele foi sequestrado no sábado (16/7), em São José dos Campos, interior de São Paulo, e só liberado do cativeiro na quarta (21/7). O ator contou em vídeos do Stories do Instagram que os responsáveis pelo crime queimaram seu carro e roubaram sua casa. “Aconteceu uma coisa comigo nesse final de semana. Eu fui sequestrado, fiquei cinco dias em cativeiro, inclusive queimaram meu carro, roubaram minha casa, mas graças a Deus tô bem, tô vivo e mais forte agora, com todo esse carinho de vocês. Então, tudo tranquilo, graças a Deus. Tô vivo, saiu tudo bem. Foi o material, mas a vida vale muito mais que essas coisas todas”, afirmou Martins. De acordo com informações do boletim de ocorrência, Martins foi até São José dos Campos para um encontro marcado por meio de um aplicativo de relacionamento, mas foi surpreendido no local por quatro homens não identificados. Em depoimento, Martins disse que foi sequestrado e levado a um cativeiro, onde foi obrigado a passar as senhas do seu cartão do banco e entregar as chaves de sua casa, localizada em Taubaté. Mais tarde, os suspeitos tentaram invadi-la. O carro do humorista foi queimado e encontrado a poucos metros do cativeiro. O ator passou por exames junto ao IML (Instituto Médico Legal) e ao IC (Instituto de Criminalística) e o caso foi registrado na Delegacia Seccional de São José dos Campos. Tudo indica que Martins caiu no crime popularmente chamado de “golpe do Tinder”, em que a pessoa é sequestrada ou assaltada por criminosos quando vai ao encontro de alguém que conheceu no aplicativo. Inicialmente, ele negou que tenha sido o caso porque, por coincidência, foi sequestrado antes de encontrar a moça. Mas durante sua explicação, meio que caiu a ficha. “Não teve golpe do Tinder. Estão criando coisas na cabeça. Eu fui a São José dos Campos ao encontro de uma moça do Tinder. Aí fui pego lá e nem acabei encontrando a moça. Foi só”, começou dizendo. “Eu fui ao encontro de uma moça do Tinder, mas não é golpe, ‘caí no golpe’. Também não sei…” “Já conheci várias pessoas no Tinder, sou amigo delas até hoje. É uma ferramenta normal. Pode ter gente ruim lá? Pode, claro. Mas eu não sei dizer pra vocês. Fui pego antes, fiquei em cárcere privado”, reforçou o humorista, dizendo que está sem conseguir dormir.

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    Bruno Gagliasso viaja à Europa para 2ª temporada de “Operação Maré Negra”

    19 de julho de 2022 /

    O ator Bruno Gagliasso (“Marighella”) revelou que está embarcando para a Europa para gravar a 2ª temporada de “Operação Maré Negra”, produção ibérica da Amazon Prime Video. Ele publicou foto de seus passaportes (brasileiro e português), a capa do roteiro e imagens da produção numa postagem em seu Instagram feita no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio. Na legenda, comentou: “Rumo a Espanha e Portugal. ‘Joãozinho Olho no olho’ voltou e com raiva! Segunda temporada de ‘Operación Marea Negra’ começou a todo vapor e já estou chegando”. A nova temporada será composta por cinco episódios, mas não está claro o que eles vão abordar, já que a produção foi concebida como minissérie e a – agora – 1ª temporada cobriu toda a história real em que a trama se baseia, deixando tudo bem concluído. A trama original cobriu os eventos de novembro de 2019, quando um submarino artesanal atravessou o Oceano Atlântico com três homens e três toneladas de cocaína. Realizada pelo espanhol Daniel Calparsoro (“Até o Céu”) e o português João Maia (“Variações”), a série completa seu elenco com outro brasileiro, Leandro Firmino (“Cidade de Deus”), e astros de Espanha e Portugal, incluindo Álex González (“Fomos Canções”), Nuno Lopes (“A Prima Sofia”), Lúcia Moniz (“Fátima: A Hitória de um Milagre”), Nerea Barros (“Pecados Antigos, Longas Sombras”), Luis Zahera (“Enquanto o Amor Durar”) e Luís Esparteiro (“Super Pai”). Além da série de ficção, os produtores lançaram uma série documental sobre a travessia dos traficantes, que também foi disponibilizada na plataforma de streaming da Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso)

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    Diego Raymond: De presidiário a astro da Globoplay

    16 de julho de 2022 /

    Ex-traficante que foi destaque nas páginas policiais em 2010, durante a ocupação do Complexo do Alemão, Diego Raymond emplacou a carreira de ator na Globoplay. Após cumprir sua pena, o antigo Mister M do crime é destaque da 3ª temporada de “A Divisão” e está em “O Jogo que Mudou a História”, dramatização da história do tráfico do Rio. Já gravados, os dois trabalhos estreiam ainda neste ano. Em entrevista à coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, ele explicou que contou com o apoio da família para se entregar à polícia. Graças a iniciativa, teve a pena reduzida. Ficou nove meses preso e saiu em 2011. Sua ficha, em vez de se tornar um estigma, acabou facilitando a carreira de ator, conquistando produtores em busca de realismo para produções policiais. O convite para fazer as séries do Globoplay foi feito por José Junior, criador do Grupo Cultural AfroReggae e autor e idealizador das produções, quando ele ainda estava preso. “Quando eu me entreguei para a polícia, o José Júnior foi até a delegacia e me perguntou se eu estava disposto a recomeçar a minha vida e, que se eu tivesse, já teria um emprego com carteira assinada ao sair da cadeia. Quando eu fui libertado, fui trabalhar no AfroReggae, onde fiz diversos cursos. Virei cinegrafista e, por isso, já conhecia os bastidores do audiovisual”, contou Raymond, que também é atleta de crossfit, modelo e jogador de futebol americano. Ele confessou que se imaginava trabalhando atrás das câmeras nas produções de José Júnior e relutou a aceitar o convite para atuar, por timidez e vergonha, mas agora está bem confortável na nova profissão. “As pessoas têm me elogiado bastante”, disse Raymond. “Podem vir as próximas que eu estou pronto”, afirmou. O ator ainda tem aproveitado a experiência positiva para inspirar outras pessoas, compartilhando com seguires nas redes sociais os passos de sua reconstrução. “Sair do crime não é algo fácil, mas existe um caminho e eu quero mostrar isso para os outros. Eu costumo postar sobre as minhas vitórias nas redes sociais, mas eu não faço isso para tirar onda. Eu posto justamente para mostrar para aqueles que ainda estão lá (no crime) que há uma luz no fim do túnel. Quero ser uma prova de que bandido bom não é bandido morto. As pessoas precisam de oportunidades”, explicou. Além disso, ele cita três motivações especiais para dar certo como artista e nunca mais voltar para o crime: duas filhas de 13 e 12 anos, e um filho de 4. “Quero dar uma educação boa para os meus filhos, para que eles nem pensem em chegar perto do crime”.

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    Johnny Depp faz acordo para evitar julgamento por agressão

    11 de julho de 2022 /

    Johnny Depp chegou a um acordo provisório para resolver seu novo processo judicial, protocolado por um membro da equipe do filme “Cidade de Mentiras” (City of Lies, 2018) que o acusava de agressão no set. De acordo com documentos apresentados ao tribunal nesta segunda-feira (11/7), Depp negociou com o gerente de locação Greg “Rocky” Brooks a realização de condições não especificadas até o final de agosto. Embora não fale em dinheiro, isso está subentendido no texto. “O acordo de liquidação condiciona a extinção deste processo ao cumprimento satisfatório de termos especificados que devem ser cumpridos dentro do prazo de 45 dias a partir da data da assinatura”, diz o documento. “Um pedido de arquivamento do processo será apresentado até 05/01/2023”. O caso será reaberto se Depp não cumprir os termos não revelados. O julgamento do processo estava marcada para começar no dia 25 de julho, em Los Angeles. A revelação de detalhes da acusação poderia jogar nova luz sobre o comportamento do ator e interessava também à Amber Heard, que busca apelar de sua sentença, após perder um processo de difamação por sugerir ser vítima de violência doméstica durante seu casamento com o ator. Brooks abriu seu processo em junho de 2018, denunciando ter sido agredido fisicamente por Depp no set de filmagens de “Cidade de Mentiras” no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles (EUA). Segundo o denunciante, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. Segundo relatou no processo, ele chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo como resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, ele teria ouvido do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp teria desferido dois socos em Brooks. Ele também ofereceu US$ 100 mil para que ele o socasse de volta. Nos documentos do processo, Brooks também diz que Johnny Depp costumava usar drogas no set e estava bêbado durante a gravação – situação corroborada por uma testemunha ao site Page Six na ocasião. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Além de Johnny Depp, ele também processou o diretor Brad Furman, a produtora Miriam Furman e a empresa Good Film Productions por demissão injusta. Furman chegou a afirmar na época que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Entretanto, essa história foi considerada suficiente para um processo. A publicidade negativa do episódio também levou ao cancelamento da estreia do filme dos cinemas. “Cidade das Mentiras” chegou no Brasil direto em VOD. No filme, Depp vivia Russell Poole, um detetive da polícia de Los Angeles que investigou o assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990, e que acabou descobrindo o envolvimento de policiais corruptos nos crimes. O ator chegou a prestar um depoimento sobre o caso em 2019 e alegou que interveio após ver que Brooks estava ofendendo uma mulher idosa em situação de rua no set de filmagens. Esta versão da história foi confirmada pela supervisora ​​de roteiro do filme, Emma Danoff, que disse ter testemunhado a briga, mas que Depp só confrontou Brooks depois que o gerente repreendeu uma mulher negra sem-teto com insultos raciais. “Ele imediatamente se levantou e foi até Brooks para defender a mulher”, disse Danoff. “O Sr. Depp disse ao Sr. Brooks: ‘Você não pode falar com ela assim. Você acha que ela é algo menos do que você? Quem você pensa que é? Como ousa?’.” Danoff também contestou a afirmação de Brooks de que Depp o socou, dizendo que tinha como provar que isso nunca aconteceu. Neste processo, Depp era representado pela advogada Camille Vasquez, que se tornou a integrante mais popular de sua equipe jurídica durante o processo de difamação contra Amber Heard.

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    Série “Dom” terá 3ª temporada

    22 de junho de 2022 /

    A série “Dom”, da Amazon Prime Video, vai continuar a ser produzida apesar da morte de Breno Silveira, falecido em maio passado de ataque cardíaco. Criador, roteirista, diretor e produtor da atração, o cineasta chegou a completar as gravações da 2ª temporada, que está está sendo finalizada pela equipe da Conspiração Filmes. Além disso, a 3ª temporada já estaria em desenvolvimento. Segundo a coluna de Patricia Kogut, de O Globo, a produção deverá ser gravada em novembro, focando a vida do personagem-título (vivido por Gabriel Leone) na prisão. “Dom” adapta o livro homônimo de Tony Bellotto (autor de ficções policiais e também guitarrista dos Titãs), baseado na figura real de Pedro Dom (1981-2005), filho de policial que se tornou chefe de uma quadrilha especializada em assaltar prédios de luxo no Rio de Janeiro. A trama explora a dinâmica entre o pai policial e o filho viciado, que se torna “criminoso fashion” para sustentar o vício, até um desfecho trágico. Produção da Conspiração Filmes, a série também destaca em seu elenco Flávio Tolezani (“Boca a Boca”) como o pai policial do protagonista, além de Filipe Bragança (“Órfãos da Terra”), Raquel Villar (“Mato sem Cachorro”), Isabella Santoni (“Orgulho e Paixão”), Ramon Francisco (“1 Contra Todos”), Digão Ribeiro (“Dente por Dente”), Julia Konrad (“Cidade Invisível”), André Mattos (“Tropa de Elite 2”) e Fabio Lago (“Cidade Invisível”).

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    Cafu vai voltar a jogar futebol em série da Globoplay

    18 de junho de 2022 /

    Capitão do pentacampeonato mundial e ídolo do São Paulo FC, Cafu vai voltar a entrar em campo, agora na ficção. Ele demonstrou seu talento como jogador de futebol numa participação especial na série “O Jogo que Mudou a História”, atualmente em produção na Globoplay. As primeiras imagens foram disponibilizada na internet – veja abaixo. Apesar do título, a atração narra a escalada do tráfico no Rio. Na trama, duas comunidades vizinhas fictícias, Padre Nosso e Parada Geral, vivem um momento de grande rivalidade e violência entre os moradores. Para piorar, os times das duas localidades são finalistas num campeonato de futebol. O personagem de Cafu é o capitão da equipe da Padre Nosso. Além de Cafu, que estreou como ator no filme “Eu Sou Brasileiro” (2019), os times contam com participação de outros atletas da vida real, como Djalminha, Grafite, Odvan e o ex-goleiro da Seleção Brasileira Carlos Germano. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, eles jogaram uma partida de verdade para as gravações. O elenco de “O Jogo que Mudou a História” é grandioso e ainda inclui, entre outros, Raphael Logam (“Impuros”), Alli Willow (atriz franco-americana de “Bacurau”), Jonathan Azevedo (“Verdades Secretas 2”), Marcelo Serrado (“Galeria Futuro”), Dandara Mariana (“A Força do Querer”), Vanessa Giacomo (“Filhas de Eva”), Bukassa Kabengele (“Pacificado”), Júlio Andrade (“Sob Pressão”), o ex-BBB Babu Santana (“Tim Maia”) e emerson D’Alvaro, que chamou atenção em abril passado ao viver o Exu da Sapucaí, principal destaque da escola de samba Grande Rio, campeã do carnaval carioca deste ano. A trama desenvolvida pela equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia, mostrará o surgimento das grandes facções criminosas entre os anos de 1977 e 1989, e ainda fará crossover com outra atração da Globoplay, incluindo personagens de “A Divisão” e “Arcanjo Renegado”. Ainda não há previsão de estreia.

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    Johnny Depp volta a ser julgado em julho por agressão

    1 de junho de 2022 /

    O processo de difamação movido por Johnny Depp contra Amber Heard chegou ao fim nesta quarta (1/6), mas além de um segundo round inevitável, com a esperada apelação da atriz contra a sentença favorável ao ator, ele tem outra batalha judicial para enfrentar no mês que vem. No dia 25 de julho, Depp deverá comparecer a um tribunal em Los Angeles num processo em que responderá por agressão contra um membro da equipe do filme “Cidade de Mentiras” (2018). Gregg “Rocky” Brooks abriu o processo em junho de 2018, denunciando ter sido agredido fisicamente por Depp no set de filmagens no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles (EUA). Segundo o denunciante, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. Segundo relatou no processo, ele chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo como resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, ele teria ouvido do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp teria desferido dois socos em Brooks. Ele também ofereceu US$ 100 mil para que ele o socasse de volta. Nos documentos do processo, Brooks também diz que Johnny Depp costumava usar drogas no set e estava bêbado durante a gravação – situação corroborada por uma testemunha ao site Page Six na ocasião. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Além de Johnny Depp, ele também processou o diretor Brad Furman, a produtora Miriam Furman e a empresa Good Film Productions por demissão injusta. Furman chegou a afirmar na época que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Entretanto, essa história foi considerada suficiente para um processo. A publicidade negativa do episódio também levou ao cancelamento da estreia do filme dos cinemas. “City of Lies” chegou no Brasil direto em VOD. No filme, Depp vivia Russell Poole, um detetive da polícia de Los Angeles que investigou o assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990, e que acabou descobrindo o envolvimento de policiais corruptos nos crimes. O ator já prestou um depoimento sobre o caso em 2019 e alegou que interveio após ver que Brooks estava ofendendo uma mulher idosa em situação de rua no set de filmagens. Nos documentos do processo, os advogados de Depp ainda afirmam que Brooks “deliberada e maliciosamente provocou” a briga, fazendo com que o ator sentisse que “sua segurança pessoal estava ameaçada no set”, assim como a do diretor Brad Furman.

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    Caso Richthofen vai ganhar terceiro filme

    18 de maio de 2022 /

    A repercussão positiva de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” vai gerar um terceiro filme. Segundo apurou a colunista Patricia Kogut do jornal O Globo, a ideia é manter o elenco – e parte dos atores já começou as negociações. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento. Dirigidas por Maurício Eça, as duas produções lançadas pela Amazon Prime Video foram estreladas por Carla Diaz como Suzane von Richtofen e Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os filmes contam como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes, o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes traz o ponto de vista de um dos condenados. No elenco, estavam ainda Augusto Madeira e Debora Duboc, como os pais dos Cravinhos, Leonardo Medeiros e Vera Zimmermann, como os Richtofen, e Kauan Ceglio, no papel do irmão de Suzane, Andreas. Ambos os longas estão disponíveis na Amazon Prime Video. Lembre o trailer abaixo.

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    Série documental contará história do PCC. Veja o trailer

    17 de maio de 2022 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro trailer de “PCC – Poder Secreto”, série documental que retrata a trajetória histórica da facção criminosa surgida nos presídios de São Paulo. Baseado no livro “Irmãos: Uma História do PCC”, de Gabriel Feltran, o documentário conta a história do PCC com depoimentos de integrantes da facção e mostrando os bastidores do ambiente prisional que propiciou seu surgimento, passando pela reação do Estado e o crescimento até se tornar a maior organização criminal da América Latina. Dividida em quatro episódios, a série documental tem produção de Gustavo Mello (“Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime”) e direção do cineasta Joel Zito Araújo (“Filhas do Vento”, “Meu Amigo Fela”). A estreia está marcada para 26 de maio.

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    The Endgame: Série de Morena Baccarin é cancelada na 1ª temporada

    13 de maio de 2022 /

    A rede americana NBC cancelou a série “The Endgame”, estrelada por Morena Baccarin (“Gotham”), após a 1ª temporada. O 10º e último episódio produzido foi ao ar há dez dias, no dia 2 de maio nos EUA. Na trama, a atriz carioca vivia Elena Federova, uma traficante de armas recentemente capturada, que orquestra uma série de assaltos a bancos de seu cativeiro. Mas os planos ambiciosos da vilã são interceptados por uma gente do FBI que tenta fazer tudo para impedi-la de atingir seu verdadeiro objetivo. A atriz Ryan Michelle Bathe (“O Clube das Divorciadas”) vivia a antagonista. A série foi criada pelos roteiristas Nicholas Wootton (“Scorpion”) e Jake Coburn (“Arrow”) e tinha produção de Julie Plec (criadora do universo “The Vampire Diaries”) por meio de sua empresa My So-Called Company. O elenco também incluía Kamal Angelo Bolden (“Amizade de Férias”), Costa Ronin (“The Americans”), Noah Bean (“12 Monkeys”), Jordan Johnson-Hinds (“Nurses”) e Mark D. Espinoza (“Major Crimes”). O drama foi a primeira produção de Plec para a Universal TV, onde também desenvolve “Vampire Academy”, série baseada na coleção literária “Academia de Vampiros”. Ela trocou seu antigo acordo com a Warner Bros. Television por um novo contrato com a Universal em janeiro de 2020. Nesta quinta (12/5), além da série da NBC, a produtora também perdeu “Legacies” e “Roswell, New Mexico”, canceladas na rede The CW. Veja abaixo o trailer oficial de “The Endgame”, que ficou inédita no Brasil.

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