BMF: Série da máfia negra de Detroit ganha trailer com Snoop Dogg
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer da minissérie “BMF” (Black Mafia Family), produzida pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson, sobre uma das mais infames e influentes famílias de criminosos de Detroit. A prévia tem muitos tiros, ostentação, trilha de Run DMC e ainda revela participação de Snoop Dogg. A produção reforça os laços de 50 Cent com o Starz após o sucesso da série “Power”, que continua a render derivados após seu final. O rapper é o produtor principal da franquia. Assim como “Power”, “BMF” é uma história criminal, inspirada na história real de dois irmãos que se tornaram os poderosos chefões de Detroit nos anos 1980. A liderança carismática de Demetrius “Big Meech” Felnory, o faro para negócios de Terry “Southwest T” Flenory e a parceria fraternal e visionária da dupla transformou o tráfico de drogas num negócio lucrativo e influente. Graças a suas conexões com o mundo do rap, os irmãos também lançaram um selo musical. O elenco destaca Demetrius ‘Lil Meech’ Flenory (“Euphoria”) interpretando o próprio pai, Demetrius “Big Meech” Felnory, e o rapper Da’Vinchi (“All American”) como Terry “Southwest T” Flenory. Snoop Dogg interpreta o conselheiro espiritual da dupla, Pastor Swift, e até Eminem vai aparecer num episódio, rejuvenescido digitalmente para viver White Boy Rick, o traficante adolescente que virou informante da polícia – e ganhou seu próprio filme em 2018. Outros atores vistos na prévia são Russell Hornsby (“Grimm”), La La Anthony (“Power”), Ajiona Alexus (“Empire”), Steve Harris (“O Desafio”/The Practice), Wood Harris (“Homem-Formiga”), Myles Truitt (“Raio Negro”/Black Lightning), Serayah (“Empire”), Markice Moore (“Snowfall”) e Eric Kofi-Abrefa (“The One”). O showrunner é Randy Huggins (produtor-roteirista de “Power”) e a estreia está prevista para 26 de setembro, com lançamento simultâneo no Brasil pela plataforma Starzplay. Veja abaixo o trailer em duas versões, dublada em português e com o idioma original.
Filmes sobre caso Richthofen serão lançados pela Amazon
A pandemia e os dólares tiraram os filmes sobre o caso Richthofen dos cinemas. Previstos para abril do ano passado e seguidamente adiados, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” foram adquiridos pela Amazon e serão finalmente lançados na plataforma Prime Video em 24 de setembro. O anúncio foi feito nesta quinta (1/8) pela plataforma, em publicação nas redes sociais. No plano original, os dois filmes seriam lançados no mesmo dia nos cinemas, com sessões consecutivas nas mesmas salas. Eles contam narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais milionários de Suzanne von Richthofen, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos, à Justiça. Os dois (mais o irmão de Daniel) foram condenados pelo crime num caso que ganhou enorme repercussão no Brasil. Mas graças ao longo adiamento, a produção ganhou novos atrativos, a começar pelo fato de a atriz Carla Diaz, intérprete de Suzanne, ter se tornado ainda mais popular nos últimos meses, após passar pelo “BBB 21” da Globo sem se tornar uma “vilã” – como os que saíram antes dela da produção. Por sinal, a seleção de elenco é muito curiosa por escalar atores contra seus “tipos” característicos. Além da ex-“Chiquitita” e ex-“Rebelde”, o elenco destaca Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”) como Christian, o irmão e cúmplice de Daniel, enquanto a família de Suzane é representada por Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”), Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) e o menino Kauan Ceglio (“Santos Dumont”). Outra curiosidade é que os longas têm direção de Mauricio Eça, que também é mais conhecido por produções teen, como “Carrossel: O Filme” e sua continuação. Mas os roteiros foram escritos por uma dupla experiente no gênero, os escritores de thrillers policiais Raphael Montes e Ilana Casoy. Graças ao atraso no lançamento, a primeira parceria audiovisual da dupla acabou estreando antes na Netflix e com grande sucesso: a série “Bom Dia, Verônica”. Veja abaixo o anúncio do lançamento em streaming e o novo trailer dos filmes. um crime real, dois filmes e duas versões: A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais chegam dia 24/9, exclusivamente no meu streaming. pic.twitter.com/31CrQfdjyj — Amazon Prime Video Brasil (@PrimeVideoBR) August 19, 2021
Eminem entra na nova série criminal do rapper 50 Cent
Eminem vai participar da minissérie “Black Mafia Family”, produzida por Curtis “50 Cent” Jackson para o canal pago Starz. “Estou honrado e grato pelo meu amigo apoiar minha nova série ‘BMF'”, disse 50 Cent em um comunicado. “Não poderíamos fazer um show baseado em Detroit sem incorporar a lenda que é Eminem.” A produção reforça os laços de 50 Cent com o Starz após o sucesso da série “Power”, que continua a render derivados após seu final. O rapper é o produtor principal da franquia. Assim como “Power”, “Black Mafia Family” é uma história criminal, inspirada na história real de dois irmãos que se tornaram os poderosos chefões de Detroit nos anos 1980. A liderança carismática de Demetrius “Big Meech” Felnory, o faro para negócios de Terry “Southwest T” Flenory e a parceria fraternal e visionária da dupla transformou o tráfico de drogas num negócio lucrativo e influente. Graças a suas conexões com o mundo do rap, os irmãos também lançaram um selo musical. A participação de Eminem será no papel de White Boy Rick em um episódio. O traficante branco e adolescente já teve seu próprio filme em 2018. Em seu Twitter, 50 Cent revelou que vai utilizar os efeitos de “O Irlandês” para rejuvenescer Eminem até “seus anos de adolescente” na produção. Com gravações já encerradas em Detroit, “Black Mafia Family” tem estreia prevista para 26 de setembro na Starz. Oh yeah i’m bringing the big dogs out, I couldn’t do a show based in Detroit without incorporating the legend @eminem. Got him to play white Boy Rick in BMF, this shit is out of here. 🚦Green Light Gang #bransoncognac #lecheminduroi pic.twitter.com/YaklhzgJER — 50cent (@50cent) August 17, 2021 I directed BMF EPISODE 7 it is amazing. I used the same digital de aging special effects they used in the Irishman. To take @eminem back to his teenage years. 💣BOOM💨🚦Green light Gang #bransoncognac #lecheminduroi pic.twitter.com/dE5ctprePe — 50cent (@50cent) August 17, 2021
Dubladora da pata Margarida é assassinada no Rio
A dubladora Christiane Louise de Paula da Silva, de 49 anos, que dava voz à pata Margarida nos desenhos da Disney, foi assassinada no Rio de Janeiro. Seu corpo foi encontrado há alguns dias em uma área de vegetação na praia de Grumari, zona oeste do Rio de Janeiro, envolto em lençóis e sacos plásticos, e no sábado (14/8) a polícia prendeu o economista Pedro Paulo Gonçalves Vasconcellos da Costa, 27, pelo crime. Durante o depoimento na delegacia, ele confessou o assassinato. Segundo os investigadores, Christiane foi morta dentro de seu apartamento em Ipanema, Zona Sul do Rio, e o corpo levado de carro até Grumari. A arma utilizada foi um cálice quebrado, que cortou a garganta da vítima. O economista alegou ter agido em legítima defesa depois de um surto da dubladora. Mas o caso tem muitas lacunas. Os dois eram amigos. Conheceram-se em 2017 numa clínica psiquiátrica durante um tratamento. Nos últimos tempos, Pedro Paulo teria tido uma crise e foi acolhido por Christiane no apartamento dela em Ipanema. A investigação aponta que Pedro teve a ajuda de duas pessoas no crime, uma delas a própria mãe, Eliane Gonçalves Vasconcellos da Costa, que se encontra foragida. O cadáver de Christiane teria ficado de dois a três dias no apartamento antes de ter sido retirado, com ajuda de uma terceira pessoa ainda não identificada e transportado num carro não localizado. Uma das principais suspeitas é que Pedro Paulo e sua mãe estavessem interessados no patrimônio de Christiane. Os policiais encontraram computadores avaliados em R$ 10 mil e os celulares da dubladora na casa de Eliane. Ela e o filho chegaram a vender algumas roupas da vítima. Além da Margarida, ela dublava Helen Lovejoy, Edna Krabappel e Manjula na série “Os Simpsons”, a Sra. Morello na série “Todo Mundo Odeia o Chris”, a heroína Zatanna em “Liga da Justiça sem Limites” e muitos personagens de videogames, como Cortana de “Halo”, Mercy de “Overwatch”, Sivir do “League of Legends” e novamente Zatanna em “Injustice: Gods Among Us”.
Trailer de “Impeachment: American Crime Story” joga nova luz sobre escândalo sexual de Bill Clinton
O canal pago FX divulgou o trailer impactante de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da série de antologia de Ryan Murphy. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. A prévia mostra como o escândalo envolvendo Clinton e a estagiária Monica Lewinsky vazou na mídia e a forma como foi usado para tentar derrubar o presidente, jogando nova luz sobre os bastidores da polêmica. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca um irreconhecível Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) idêntica à Monica Lewinsky, e Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, além de Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. A estreia está marcada para 7 de setembro nos EUA e um tuite já deletado do perfil da série no Brasil anunciava o lançamento no mesmo dia por aqui. Desde então, a conta associada à atração foi excluída, indicando que os planos podem ter mudado.
Teaser revela data de estreia da série sobre Impeachment de Bill Clinton no Brasil
O canal pago brasileiro FX divulgou o teaser de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da série de antologia de Ryan Murphy. Veiculada nas redes sociais da atração, a prévia confirma que a produção vai estrear no Brasil em 7 de setembro, mesmo dia do lançamento nos EUA. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) no papel de Monica Lewinsky, a estagiária que teve um affair com o presidente e foi estopim do processo, Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. Baseado em uma crise real. 'Impeachment: American Crime Story' estreia em 7 de Setembro no FX. pic.twitter.com/zOx3TinVoS — AmericanCrimeStoryFX (@ACSFXBR) August 5, 2021
Série sobre processo de Impeachment de Bill Clinton ganha pôster
O canal pago FX divulgou o pôster de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da atração do produtor Ryan Murphy, que destaca em sua arte uma certa estagiária e o prédio da Casa Branca em Washington, nos EUA. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir o processo de impeachment do ex-presidente Bill Clinton. Na descrição do presidente do FX, John Landgraf, a temporada “vai explorar as mulheres que se viram apanhados no escândalo e guerra política que lançou uma longa sombra sobre a presidência de Clinton”. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) no papel de Monica Lewinsky, a estagiária que teve um affair com o presidente e foi estopim do processo, Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. Como aponta o cartaz, a estreia está marcada para 7 de setembro.
Regé-Jean Page vai estrelar novo filme de “O Santo”
O ator Regé-Jean Page, que viveu Simon Basset em “Bridgerton”, vai estrelar o novo filme da franquia “O Santo” em produção na Paramount. O reboot será o segundo projeto seguido de Regé-Jean Page no estúdio, onde está atualmente filmando “Dungeons & Dragons”. Mas a escalação marca uma grande alteração no projeto. No ano passado, os produtores buscavam fechar com Chris Pine, intérprete de Steve Trevor em “Mulher-Maravilha” e do Capitão Kirk em “Star Trek”, e aparentemente a “negociação avançada” acabou não sendo concluída. Com a mudança racial do personagem principal, a Paramount também trouxe a bordo o roteirista Kwame Kwei-Armah, que está trabalhando num musical de Spike Lee, para reescrever a história. Criado pelo escritor Leslie Charteris, o Santo é um personagem literário dos anos 1920, mas deve sua grande popularidade a uma série de TV da década 1960, estrelada por Roger Moore. A atração fez um sucesso tão grande que acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, o Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, até uma bela cientista entrar em cena para fazê-lo rever seus pecados. Apesar de a nova versão ainda estar em estágio inicial, o projeto se arrasta há pelo menos cinco anos e chegou a motivar negociações anteriores até com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) para estrelar o longa. Um dos últimos a entregar roteiro para a atual adaptação tinha sido Seth Grahame-Smith (“Uma Aventura Lego”), mas esse texto foi dispensado na mais recente configuração da produção. Com as últimas mudanças, não está claro se o cineasta Dexter Fletcher, diretor de “Rocketman”, vai continuar à frente do projeto. Relembre abaixo a abertura da série clássica:
Amazon descarta série da “Máfia dos Tigres” com Nicolas Cage
A Amazon desistiu de produzir uma minissérie baseada na vida de Joe Exotic, que seria estrelada por Nicolas Cage. Diante da reviravolta, a produtora CBS Television Studios deve levar o projeto para outras plataformas. A decisão da Amazon pode ter levada em conta a ligação do personagem com sua maior rival na guerra dos streamings. A história de Joe Exotic se tornou mundialmente conhecida após ser transformada na série documental “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), da Netflix. De todo modo, a trama não é uma adaptação do programa, visto por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da Netflix, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre como Exotic ganhou seu apelido, construiu um zoológico particular em Oklahoma e alimentou sua rivalidade mortal com Carole Baskin, ativista de direitos de animais. Criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”), a atração teria entre sete e oito episódios, e deveria marcar a estreia de Nicolas Cage numa série. Com o impasse entre Amazon e CBS, agora a NBCUniversal ganhou tempo para preparar sua própria minissérie sobre Joe Exotic, que será o primeiro programa exibido simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). Esta produção vai trazer Kate McKinnon como Carole Baskin e John Cameron Mitchell (“Hedwig: Rock, Amor e Traição”) como Joe Exotic, mas ainda não tem previsão de estreia.
Irmã de Pedro Dom reclama da série da Amazon: “Cancelem essa porcaria”
Com boa audiência, críticas positivas e já renovada pela Amazon, a série “Dom” não agradou à família de Pedro Machado Lomba Neto (1981-2005), o criminoso conhecido como Pedro Dom, que inspira a atração. Na segunda-feira (12), Erika Grandinetti, irmã de Pedro, criticou a produção de forma dura. “Cancelem essa porcaria”, ela escreveu no Facebook. Segundo ela, a série estrelada por Gabriel Leone não seria autorizada por Nídia Sarmento de Oliveira, mãe do jovem de classe média que virou um dos criminosos mais famosos do Rio de Janeiro. “Me chamo Erika, sou irmã mais velha de Pedro Dom. Infelizmente, meu papel neste exato momento é muito duro, ter de expor publicamente nosso desespero, vida familiar, dores, e impotências. Minha mãe, separada de meu pai, desde sempre disse ‘não’ a esse projeto. Mas sua voz não foi ouvida. Sua história de vida com seu filho, a morte de seu filho se tornou um produto, pronto pra consumo”, ela reclamou pela rede social. Erika afirma que toda a produção é mentirosa e atribui à mãe os atos heroicos que a série registra como méritos de seu pai. Sua maior queixa é justamente a forma como seu pai, Victor Dantas, é interpretado pelo ator Flavio Tolezani como um herói que busca salvar o filho. “Meu pai cuspia no chão de dentro de casa, era violento, quando brigava com a minha mãe ‘enquadrava’ ela como se estivesse falando com um estuprador! Este é o Victor Dantas. Toda intimidação e violência que meu irmão praticou foi aprendida com o pai. Esse pai herói nunca existiu. Meu irmão sempre sentiu dor, mas o pai ensinou que homens não choram”, ela desabafou. Em seu longo texto, ela garante que a realidade de sua família é completamente distinta da imagem materializada na série pelo diretor Breno Silveira: “Na série é uma família margarina. A minha família era uma família disfuncional”. De acordo com a irmã de Pedro, seu pai quis comercializar a vida do próprio filho para ganhar dinheiro, mas ouviu diversas negativas antes de negociar com a produtora responsável pela série. Ela já tinha contado, em outra ocasião, sobre um bate-boca telefônico com os produtores e um processo da família contra a Conspiração Filmes. “A mãe de Dom? Essa sobrevive com uma pensão de aposentada, e conta com ajuda da família pra chegar ao fim do mês. E essa grana toda não passa nem perto do filho dele… Não sabemos, eu e minha mãe, nada sobre o acordo financeiro”, diz, referindo-se também ao sobrinho, atualmente com 16 anos. Após esse desabafo, o diretor Breno Silveira declarou, em comunicado dirigido à equipe, que Érika fez “declarações imprecisas e complicadas” sobre “Dom”, atribuindo sua reação a um racha na própria família. Segundo ele, isto também é abordado no enredo da série, com a diferença de que o Dom da ficção tem apenas uma irmã. Silveira relata que uma das irmãs (Érika) e a mãe sempre foram contra a realização da série, enquanto o pai, Victor Dantas, e outra filha queriam realizar a produção. O cineasta desmente Érika sobre a questão mais polêmica, a financeira, contando que o contrato da produção prevê que os lucros serão destinados ao filho que Dom deixou ainda bebê. O dinheiro jamais iria para Victor, que morreu em 2018 em consequência de um câncer. Ele admite, no entanto, que a trama é narrada a partir do ponto de vista de quem o procurou para relatar tudo, ressaltando que boa parte do roteiro é baseada em um livro que nunca foi contestado pela família de Pedro. “Dom” adapta o livro homônimo de Tony Bellotto, autor de ficções policiais e também guitarrista dos Titãs, que também foi escrito a partir do ponto de vista de Victor Dantas. De acordo com um levantamento da Amazon, a série “Dom” foi a produção internacional original mais vista no mundo entre assinantes do Prime Video, abrangendo em sua audiência mais de 60% de público fora do Brasil. “O público em todo o Brasil e ao redor do mundo nos mostrou que ama ‘Dom'”, disse Malu Miranda, chefe de Conteúdo Original Brasileiro da o Amazon Studios, ao anunciar a renovação da série para a 2ª temporada. Veja abaixo o link para desabafo integral de Érika Grandinetti.
“O Caso Evandro” ganha episódio extra com depoimento inédito de acusado
A série documental “O Caso Evandro”, da Globoplay, vai exibir um episódio extra nesta quinta-feira (8/7). Batizado de “Consequências”, o capítulo traz depoimentos inéditos, como a de Osvaldo Marcineiro, um dos acusados da morte do menino, que deu sua primeira entrevista desde que foi preso e torturado para confessar o crime. “O grande momento do episódio é a entrevista com o Osvaldo, algo que muita gente espera há 29 anos. O relato é inédito, muito bonito e emocionante”, disse Aly Muritiba, diretor-geral da série, à colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo. Osvaldo só aceitou falar após a repercussão da produção, revelou a também diretora Michelle Chevrand: “O Osvaldo tinha um bloqueio e diz que, com a série, surgiram pessoas boas no mundo, que se solidarizaram com ele”. O depoimento de Osvaldo ainda renderá episódio extra no “Projeto Humanos”, podcast assinado por Ivan Mizanzuk que originou a série, que também será disponibilizado nesta quinta na Globoplay e nas principais plataformas de áudio. Veja abaixo o trailer original da produção.
Amazon renova “Dom” para 2ª temporada
A Amazon anunciou a renovação de “Dom”, série do diretor Breno Silveira (“2 Filhos de Francisco”, “Gonzaga de Pai para Filho”) para sua 2ª temporada. Em comunicado, a empresa afirmou que a série brasileira, lançada no começo de junho, foi a mais assistida no Amazon Prime Video no fim de semana de sua estreia no Brasil e atingiu outros recordes internacionais (não especificados). “O público em todo o Brasil e ao redor do mundo nos mostraram que amam ‘Dom’, então não poderíamos estar mais felizes em anunciar a 2ª temporada e reforçar que boas histórias são universais”, disse Malu Miranda, Head de Conteúdo Original Brasileiro para o Amazon Studios. “É um prazer trabalhar com pessoas tão talentosas como Breno Silveira e todo o elenco e equipe envolvidos nesta produção incrível, e este anúncio reforça o compromisso do Amazon Prime Video em trazer aos membros Prime em todo o mundo conteúdo local diversificado e de qualidade.” “Dom” adapta o livro homônimo de Tony Bellotto (autor de ficções policiais e também guitarrista dos Titãs), baseado na figura real de Pedro Dom (1981-2005), filho de policial que se tornou chefe de uma quadrilha especializada em assaltar prédios de luxo no Rio de Janeiro. A trama explora a dinâmica entre o pai policial e o filho viciado, que se torna “criminoso fashion” para sustentar o vício, até um desfecho trágico. Produção da Conspiração Filmes, “Dom” destaca em seu elenco Gabriel Leone (o Roberto Carlos de “Minha Fama de Mau”) e Flávio Tolezani (“Boca a Boca”) como o protagonista e seu pai, além de Filipe Bragança (“Órfãos da Terra”), Raquel Villar (“Mato sem Cachorro”), Isabella Santoni (“Orgulho e Paixão”), Ramon Francisco (“1 Contra Todos”), Digão Ribeiro (“Dente por Dente”), Julia Konrad (“Cidade Invisível”), André Mattos (“Tropa de Elite 2”) e Fabio Lago (“Cidade Invisível”).
The Cleaning Lady: Elodie Young é faxineira do crime em trailer de nova série
A rede americana Fox divulgou o primeiro trailer de “The Cleaning Lady”, que vai estrear em 2022 em sua programação. A prévia tem clima de filme dramático e resume toda a complexa premissa da história. A série gira em torno da personagem-título, uma faxineira vivida por Elodie Young (a Elektra da série “Demolidor”). Só que, como o trailer demonstra, sua personagem sabe fazer mais que limpar o chão. Thony é, na verdade, uma médica, que não pode exercer sua profissão por ser um imigrante ilegal nos EUA. Ela está no país por causa de um tratamento experimental para salvar seu filho doente. Mas sem dinheiro e apoio por ser estrangeira, acaba marginalizada. Um dia, por acaso, acaba testemunhando um assassinato cometido por traficantes. Sob ameaça de morte, promete ser capaz de limpar a cena do crime sem que pareça ter havido uma morte no local. Ao convencer com suas habilidades, recebe a proposta de se tornar faxineira oficial dos criminosos, uma opção melhor que ser assassinada no local. A trama é inspirada pela série argentina “La Chica que Limpia”, que foi adaptada pela roteirista Miranda Kwok (da série “The 100”). Além de Elodie Young, o elenco também inclui Adam Canto (“Designated Survivor”), Martha Millan (“O Destino de Mister e Pete”), Vincent Piazza (“Boardwalk Empire”) e os gêmeos Sebastien e Valentino LaSalle, que compartilham o papel do menino Luca, filho da protagonista. Como curiosidade, a série ainda conta com a atriz Shay Mitchell (a Emily de “Pretty Little Liars”) como produtora, por meio de sua empresa Amore & Vita Productions. A estreia vai acontecer durante a midseason (começo) de 2022 na Fox.










