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    Mixed-ish: Novo spin-off de Black-ish ganha primeiro trailer

    16 de maio de 2019 /

    A rede ABC divulgou o primeiro trailer de “Mixed-ish”, série que fará parte da programação da próxima temporada. A produção é um spin-off de “Black-ish” e acompanha a versão adolescente da matriarca da família Johnson. Não bastasse o preconceito racial que ela e os dois irmãos caçulas sofrem por serem filhos mestiços (daí vem o termo mixed) de pai branco e mãe negra, elas ainda foram criadas numa comunidade hippie, sem nenhum preparação para enfrentar os desafios de uma escola cheia de crianças malvadas. Interpretada por Tracee Ellis Ross na atração original, Rainbow será vivida por Arica Himmell (“Thanksgiving”) no spin-off, que mantém elevada a quantidade de sitcoms nostálgicos do canal. A série se junta à “The Goldbergs”, também passada nos anos 1980, “Schooled” e “Fresh Off the Boat”, situadas na década de 1990, e substitui a cancelada “The Kids Are Alright”, centrada nos anos 1970. A comédia foi desenvolvida sem alarde e colocada silenciosamente em produção. A ideia inicial era plantar seu piloto num contexto de flashback durante a série original. O capítulo chegou a ser gravado e estava pronto para ir ao ar no início de maio. Mas, com a encomenda direta de “Mixed-ish”, a transmissão foi adiada e agora só irá ao ar na véspera da estreia da nova série, com mudanças no elenco adulto. A atração será o terceiro programa da franquia, que ainda inclui “Grown-ish”, no canal pago Freeform, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi). Criada por Kenya Barris, mentor do universo “Black-ish”, “Mixed-ish” também destaca em seu elenco as crianças Mykal-Michelle Harris (“Big Little Lies”) e o estreante Ethan William Childress, que darão vida aos irmãos de Bow, interpretados em suas versões adultas por Rashida Jones e Daveed Diggs. Também estão confirmadas Tika Sumpter (“Policial em Apuros”) e Christina Anthony (“Dog Moms”), mas os intérpretes brancos devem mudar.

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    Série Eu, Tu e Ela vai acabar na 5ª temporada

    13 de maio de 2019 /

    O canal pago americano Audience Network revelou que a série de comédia “You Me Her”, sobre um relacionamento a três, vai acabar em sua 5ª temporada. A atração é disponibilizada no Brasil pela Netflix com o título “Eu, Tu e Ela”. Desenvolvida por John Scott Shepherd (criador de “Save Me”), a série é uma comédia romântica com um ingrediente a mais: uma terceira pessoa. Mas o que parece feito para rir acaba rendendo uma reflexão sobre se um relacionamento a três pode realmente funcionar. Na série, Emma e Jack, casados há anos, enfrentam um período de marasmo no relacionamento. É quando entra em cena Izzy, uma estudante de pós-graduação que oferece aos dois um serviço de “acompanhante” e o mais improvável acontece: tanto Jack quanto Emma apaixonam-se por ela – e são correspondidos. Assim começa a história “poliamorosa”, que rendeu ao menos cinco anos de felicidade para todos os envolvidos. “You Me Her” é estrelada por Greg Poehler (irmão de Amy Poehler e astro-criador da série “Welcome to Sweden”), Rachel Blanchard (da série “Fargo”) e Priscilla Faia (série “Rookie Blue”). A 4ª temporada começou a ser exibida em 8 de abril nos Estados Unidos e ainda não há previsão para a estreia dos episódios finais.

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    Doris Day (1922 – 2019)

    13 de maio de 2019 /

    A lendária atriz Doris Day, que estrelou dezenas de comédias clássicas, morreu nesta segunda (13/5) em sua casa, em Carmel Valley, na Califórnia, cercada por amigos. No último dia 3 de abril, ela havia completado 97 anos. “Ela estava com saúde física excelente para sua idade, até recentemente contrair um caso sério de pneumonia”, informou um comunicado da fundação Doris Days, que a atriz criou para defender animais. Uma das estrelas de cinema mais adoradas de todos os tempos, Doris Day ficou marcada por papéis sempre otimistas e pelo charme inocente. Daí, veio seu apelido de “A Rainha Virgem”, pela pureza de seus papéis. Mas ela também era referida como “A Garota da Vizinhança”, por representar mulheres trabalhadoras nas telas, e não beldades glamourosas. Nascida Mary Ann Von Kappelhoff, Doris era filha de um músico talentoso e professor de canto, mas sonhava em seguir carreira como dançarina. O destino lhe reservou outro caminho. Aos 12 anos, ela se envolveu em um acidente de carro quase fatal e passou muitos meses entrando e saindo de hospitais, interrompendo sua vontade de dançar. Durante sua convalescença, ela começou a cantar, logo se apresentando no rádio e em clubes com um nome artístico emprestado de sua música favorita, “Day by Day”. Doris não demorou a se destacar como cantora, atraindo a atenção dos músicos Bob Crosby (irmão de Bing) e Les Brown. Ela excursionou o país por cerca de oito anos com cantora de big bang e, aos 23 anos, gravou seu primeiro grande hit com Brown, “Sentimental Journey”. A canção se tornou uma das favoritas dos soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial e atingiu o 1º lugar nas paradas de sucesso em 1945. Sua carreira musical acabaria ofuscada pela cinematográfica, mas ela recebeu reconhecimento com um Grammy especial por sua discografia em 2008. A transição para o cinema aconteceu em 1948, quando foi convidada a fazer um teste para a Warner Bros. O diretor Michael Curtiz ficou tão impressionado que a escolheu como substituta de última hora de Betty Hutton no musical “Romance em Alto-Mar” (1948). O sucesso da produção a transformou em estrela de Hollywood, levando-o a filmar em média três títulos por ano. Já em seu quinto filme, “No, No, Nanette” (1950), seu nome passou a ter o maior destaque nos cartazes. Além disso, seu par romântico naquele longa, Gordon McRae, se tornou seu primeiro grande parceiro nas telas. Os dois contracenaram em mais quatro produções. Ela era uma artista completa, capaz de interpretar e cantar. E sua interpretação de “Secret Love” no musical “Ardida como Pimenta” (1953), em que viveuu a pistoleira Jane Calamidade, rendeu seu primeiro Oscar de Melhor Canção – um prêmio destinado apenas aos compositores, embora o maior atrativo fosse sua voz na gravação. Após contracenar com Frank Sinatra em “Corações Enamorados” (1954), Doris partiu para a MGM, onde estrelou “Ama-me ou Esquece-me” (1955), uma versão romanceada da vida da cantora de jazz Ruth Etting. Cheio de canções memoráveis, o filme se tornou o favorito da atriz. Mas ela não se acomodou como estrela de musicais. Também viveu personagens dramáticas, com destaque para sua participação em “Dilema de uma Consciência” (1951), que denunciava a violência racial da Ku Klux Klan. Isso chamou a atenção de ninguém menos que Alfred Hitchcock, que cinco anos depois a escalou como esposa de James Stewart no famoso suspense “O Homem que Sabia Demais” (1956). Ironicamente, o filme de Hitchcock rendeu à Doris sua música mais conhecida, “Que Sera, Sera”, que venceu o Oscar. Em 1957, ela retomou seu antigo prazer de dançar, ao trabalhar com o renomado coreógrafo Bob Fosse em “Um Pijama para Dois” (1957), adaptação de um sucesso da Broadway, em que interpretava a líder sindical de uma fábrica de pijamas. A obra virou um de seus maiores sucessos, repletos de hits musicais e coreografias inesquecíveis. E também serviu de padrão para os filmes seguintes, em que Doris sempre vencia, com doçura, as artimanhas masculinas. A partir daí, a atriz se especializou em comédias românticas, contracenando com Clark Gable em “Um Amor de Professora” (1958), Richard Widmark em “O Túnel do Amor” (1958), Jack Lemmon em “A Viuvinha Indomável” (1959) e David Niven em “Já Fomos tão Felizes” (1960). Mas foi em “Confidências à Meia-Noite” (1959) que ela encontrou seu principal par. A comédia em que se apaixona por um mulherengo, vivido por Rock Hudson, forjou um dos mais célebres casais românticos de Hollywood. Doris Day acabou recebendo sua única indicação ao Oscar como atriz por esse filme. Os dois voltaram a contracenar em “Volta Meu Amor” (1961). Mas os produtores de Hollywood sabiam de um segredo que o público desconhecia. Hudson era gay. E, assim, Cary Grant apareceu como o mulherengo da vez em “Carícias de Luxo” (1962), sucedido por James Garner em “Tempero do Amor” (1963) e “Eu, Ela e a Outra” (1963). O público, porém, queria mais Doris e Rock Hudson. Tanto que a volta da parceria em “Não me Mandem Flores” (1964) estourou as bilheterias da época. Doris Day já tinha mais de 40 anos e ainda mantinha sua distinção como protagonista de comédias românticas, num período em que Hollywood supervalorizava juventude e beleza. Por isso, ela se esforçava em acompanhar os modismos da época, das sátiras de 007 em “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966) às paródias de Hitchcock em “Capricho” (1967). Ela até voltou a seus dias de pistoleira no western “A Indomável” (1967). Contudo, depois de aparecer como mãe de filhos bem crescidos em “Tem um Homem na Cama da Mamãe” (1968), sua carreira cinematográfica acabou. Em 1968, ela fez sua transição para a TV, estrelando “The Doris Day Show”, sitcom que a trazia como uma viúva de cidade grande decidida a viver no campo com os filhos. A série foi muito importante para a atriz, pois, após anos interpretando uma viuvinha alegre, seu marido Marty Melchen morrera de verdade. Ela também descobriu que estava falida, abrindo – e vencendo – um processo contra seu ex-advogado e empresário por negligência. A produção televisiva lhe deu um objetivo e ajudou-a a recuperar suas finanças. “The Doris Day Show” durou cinco temporadas, até 1973. Depois disso, ela ainda apresentou “Doris Day’s Best Friends” num canal evangélico, em 1985. Mas queria fazer mais. Em seu discurso de agradecimento ao prêmio Cecil B. DeMille por sua carreira, no Globo de Ouro de 1989, ela disse: “Eu estive longe por muito tempo” e “o melhor ainda está por vir, eu quero fazer mais”. Ela só fez mais um disco, em 2011. Longe da mídia, Doris passou seus últimos anos como ativista dos direitos dos animais, à frente de sua fundação.

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    Primeiro trailer da série Perfect Harmony revela Glee da meia-idade

    12 de maio de 2019 /

    A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Perfect Harmony”, série prevista para a próxima temporada. Combinando comédia, drama e musical, a produção pode ser descrita como um “Glee” da meia-idade. Ou, ainda, como um “Glee” evangélico. “Perfect Harmony” acompanha o ex-professor de música de Princeton Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz ressoar um coral sacro. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. A prévia promete muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. A série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e a produção inclui Jason Winer (também de “Life in Pieces”), que dirigiu o episódio piloto. Já o elenco desafinado destaca Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”).

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  • Série

    The Goldbergs e seu spin-off Schooled são renovadas

    11 de maio de 2019 /

    A rede americana ABC anunciou a renovação da série “The Goldbergs” e seu spin-off “Schooled”. A atração original vai para sua 7ª temporada e a derivada ganhará segundo ano de produção. As duas séries integram a leva final de renovações do canal. O anúncio demorou mais que os anteriores porque as negociações foram longas e só finalizadas na noite de sexta-feira (11/5) com uma reviravolta. Ambas são produzidas pela Sony Pictures Televisivion, que colocou na mesa condições variadas, incluindo a produção de duas séries novas do estúdio – são o drama “For Life” e a sitcom “United We Fall”, encomendadas. Em compensação, o criador de “The Goldbergs”, Adam F. Goldberg, trocou seu contrato com a Sony por um novo acordo de exclusividade com a ABC Studios. Ele agora vai desenvolver novas atrações para os canais e plataformas da Disney – da rede ABC ao serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). “The Goldbergs” é a terceira série de comédia mais visa da ABC, atrás apenas de “Modern Family” e “The Conners” (o spin-off de “Roseanne”). E como “Modern Family” vai acabar após a próxima temporada, a série baseada nas lembranças de infância de Adam F. Goldberg dos anos 1980 é cada vez mais valiosa. Além disso, a ABC não é o único lugar onde ela faz sucesso. A série é uma das mais assistidas na plataforma Hulu, que disponibiliza seus episódios antigos. Apesar disso, “Schooled” quase foi rejeitado. O spin-off passado uma década depois da série original, no mesmo colégio onde Goldberg estudou, só virou série por pressão de seu criador. A ABC encomendou e rejeitou o piloto original em 2017. Mas o produtor-roteirista incluiu as cenas filmadas num episódio especial de “The Goldbergs”, apresentado como um flash-forward, que mostrava o futuro (nos anos 1990) de alguns personagens. O capítulo acabou se provando um sucesso de audiência, com grande repercussão nas redes sociais, e a ABC decidiu reconsiderar e aprovar a produção da atração derivada.

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    Mel Gibson vai virar Papai Noel em filme de vingança de Natal

    8 de maio de 2019 /

    O ator Mel Gibson vai interpretar Papai Noel em “Fatman”, uma “comédia de vingança de Natal”. É sério, mas espera-se que também seja muito engraçado. Na trama, o bom velhinho sofre com sua decadência, porque cada vez menos crianças acreditam em sua existência. E para complicar ainda mais sua vida, um garoto, revoltado por não ter recebido nenhum presente no Natal, resolve se vingar, contratando um assassino profissional para matar o Papai Noel. O longa é definido como uma mistura de comédia e ação. “Fatman” tem roteiro dos irmãos Eshom e Ian Nelms, que também devem assumir a direção. A dupla ficou conhecida pelo thriller “Small Town Crime”, que passou por vários festivais de cinema independente em 2017 – sem conquistar nenhum prêmio. As filmagens estão agendadas para o começo de 2020 no Canadá.

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    Chris Hemsworth vai caçar strippers criminosos em comédia de ação

    7 de maio de 2019 /

    O ator Chris Hemsworth vai viver um policial disfarçado que investiga uma gangue de strippers australianos, suspeitos de realizar uma série de assaltos a cassinos. Intitulada “Down Under Cover”, a premissa da comédia de ação prevê muita visibilidade para o ator. Isto é, de seu corpo inteiro, sem roupas. Ele vai contracenar com uma atriz que, da última vez que se envolveu com strippers, deixou o público rindo alto. Tiffany Haddish (de “Viagem das Garotas”, a tal comédia com strippers) está escalada no elenco como sua parceira relutante, uma detetive que faz sua própria investigação sobre a gangue. O filme tem roteiro de Peter Hoare (“Medidas Desesperadas”) e está sendo representado pela FilmNation em busca de parceiros internacionais no Festival de Cannes. Ainda não há diretor definido nem previsão de estreia.

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    Série do filme O que Fazemos nas Sombras é renovada para 2ª temporada

    7 de maio de 2019 /

    O canal pago americano FX renovou a série “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia vampírica homônima (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), para a 2ª temporada. Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme, Taika Waititi (que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. O filme original foi concebido como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses e venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Já a série sofreu várias mudanças, além da locação e do elenco. Para começar, os protagonistas não são três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um assistente humano. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Atualmente em seu quinto episódio (metade da 1ª temporada), a série vem atraindo cerca de 500 mil telespectadores ao vivo.

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    YouTube renova Cobra Kai para a 3ª temporada

    2 de maio de 2019 /

    Após anunciar que vai passar a exibir todas as suas produções originais de graça, com anúncios, a partir do final do ano, o YouTube também confirmou que a série “Cobra Kai” vai continuar. A atração foi renovada para sua 3ª temporada. A renovação aconteceu apenas oito dias após a estreia dos episódios da 2ª temporada no serviço YouTube Premium. A série que continua a história dos personagens de “Karatê Kid”, 30 anos depois dos acontecimentos do filme original, é o maior sucesso da plataforma paga da rede de vídeos. A 2ª temporada ainda registrou o renascimento da rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram no filme original, além de promover o retorno de um dos maiores vilões da franquia: o mestre John Kreese, interpretado pelo ator original, Martin Kove. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos ainda assinam a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”).

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    Black-ish é renovada e ganha novo spin-off

    2 de maio de 2019 /

    A rede ABC encomendou a 6ª temporada da série de comédia “Black-ish”, que virá acompanhada de um novo spin-off, “Mixed-ish”. A série derivada é um prólogo passado nos anos 1980 e gira em torno da versão adolescente da matriarca da família Johnson. Interpretada por Tracee Ellis Ross na atração original, Rainbow será vivida por Arica Himmell (“Thanksgiving”) no spin-off. A comédia foi desenvolvida sem alarde e colocada silenciosamente em produção. A ideia inicial era plantar seu piloto num contexto de flashback durante a série original. O capítulo chegou a ser gravado e estava pronto para ir ao ar na próxima terça (7/5). Mas, com a encomenda direta de “Mixed-ish”, a transmissão foi adiada e agora só irá ao ar na véspera da estreia da nova série, com mudanças no elenco adulto. Em “Mixed-ish”, a jovem Bow vai relatar sua experiência como filha de uma família mestiça nos anos 1980 e os dilemas que seus pais enfrentaram ao se mudar de uma comunidade hippie, onde suas diferenças eram aceitas, para os subúrbios, numa época em que o conservadorismo ainda se opunha à mistura racial entre casais. A atração será o terceiro programa da franquia, que ainda inclui “Grown-ish”, no canal pago Freeform, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi). A série original gira em torno das preocupações do patriarca da família Johnson, um homem negro bem-sucedido (vivido por Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra por crescerem num bairro de brancos ricos. Atualmente assistida por 5,1 milhões de telespectadores ao vivo, a atração original criada por Kenya Barris (“Um Salão do Barulho 3”) tem 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, é uma grande fonte de rendimentos para o ABC Studios, que negocia suas reprises com os canais pagos BET, FX e o site de streaming Hulu. “Black-ish” foi indicada três vezes como Melhor Série de Comédia no Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família. A nova temporada será a primeira sem participação ativa do criador Kenya Barris, que fechou contrato de exclusividade com a Netflix. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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    On My Block é renovada para a 3ª temporada pela Netflix

    29 de abril de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação de “On My Block” para sua 3ª temporada. A novidade foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo a versão em português do anúncio. A confirmação da continuidade veio um mês após a estreia da 2ª temporada, disponibilizada em 29 de março. Embora o serviço de streaming não compartilhe dados de audiência, a série sobre adolescentes latinos que frequentam a mesma high school de Los Angeles aumentou sua aprovação entre a crítica com os episódios mais recentes, atingindo 100% no Rotten Tomatoes – após uma estreia com 95% de aprovação. A série é uma co-criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”), Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), e acompanha quatro amigos inteligentes e descolados, que enfrentam as dores, os sucessos e os desafios do Ensino Médio em um bairro latino da pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. A série é a segunda produção de comédia latina da Netflix, após “One Day at a Time” (já cancelada), reforçando um segmento sub-representado no universo das séries americanas. Eu tô só o Jamal com essa notícia \o/ \o/ \o/ pic.twitter.com/zrvOXci3Nu — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) April 29, 2019

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    Black Monday: Série de Don Cheadle é renovada para a 2ª temporada

    29 de abril de 2019 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “Black Monday”, série de comédia estrelada por Don Cheadle (de “Vingadores: Ultimato”) para sua 2ª temporada. Criada pelos roteiristas-produtores Jordan Cahan (criador de “Champaign ILL”) e David Caspe (criador de “Happy Endings” e “Marry Me”), a série deve seu título ao dia 19 de outubro de 1987, que ficou conhecido como Black Monday (a segunda-feira negra) por registrar o pior crash da história da bolsa de valores de Nova York. Passada nesse período, a produção conta “como um grupo de forasteiros se infiltrou no clube dos colarinhos branco bem nascidos de Wall Street e acabou quebrando o maior sistema financeiro do mundo”. Ao lado do ator dos “Vingadores”, que volta a estrelar uma série de comédia após cinco temporadas de “House of Lies” (2012–2016) no mesmo canal, o elenco destaca Andrew Rannells (da série “Girls”) e Regina Hall (“Viagem das Garotas”). Para completar a equipe, a produção também inclui a dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, responsáveis por séries de tom insano, como “Preacher”, “Future Man” e a vindoura “The Boys”. “‘Black Monday’ virou a grande comédia da ganância, do estilo, da música e do excesso dos anos 1980, mas também é um inteligente comentário social sobre essa época – e indiretamente, nossa era atual também”, disse Gary Levine, presidente da Showtime Entertainment, em comunicado. “Mal podemos esperar para ver o que a inspiração depravada de David e Jordan vão preparar na 2ª temporada”. Composta por 10 episódios, a 1ª temporada se encerrou há quase um mês, no dia 31 de março.

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    Vingadores: Ultimato faz História com estreia mundial de US$ 1,2 bilhão

    28 de abril de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” virou a maior estreia de cinema de todos os tempos. Como num estalar de dedos de Thanos, sua chegada nas telas reduziu todos os recordes possíveis a pó, arrecadando em seu primeiro fim de semana 1,2 bilhão em todo o mundo. Nenhuma projeção foi tão otimista quanto a realidade. Estimava-se como possibilidade a meta de US$ 1 bilhão, mas o quarto “Vingadores” foi além. Com o sucesso mundial, “Vingadores: Ultimato” se tornou o primeiro filme a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em apenas um fim de semana. O novo recorde foi atingido em cinco dias, considerando o lançamento na quarta-feira (24/4) nos primeiros mercados internacionais. Os recordes começaram a cair já no primeiro dia de exibição, como a maior bilheteria de 24 horas de vários países, incluindo China, Brasil, Estados Unidos e Canadá. A expectativa do mercado apontava que “Vingadores: Ultimato” poderia se tornar o primeiro filme a atingir US$ 300 milhões em sua estreia na América do Norte. E o lançamento acabou rendendo US$ 350M. O valor é quase US$ 100M maior que o recorde anterior, que pertencia justamente ao filme que o antecedeu na franquia – “Vingadores: Guerra Infinita” faturou “só” US$ 257,6M em sua abertura norte-americana. O mercado norte-americano foi responsável pelo principal faturamento, mas o chinês não ficou muito distante, com arrecadação de US$ 330,5M – que é outro recorde, como maior estreia na China. O valor total é tão elevado que já superara 17 das 21 produções da Marvel, incluindo “Capitã Marvel”. E ainda rendeu um efeito colateral inusitado. O interesse no filme fez com que o público voltasse ao cinema para rever “Capitã Marvel”, que reassumiu lugar de destaque no ranking, ocupando o 2º lugar neste fim de semana na América do Norte. O empurrão até ajudou o longa estrelado por Brie Larson a chegar a US$ 1,1 bilhão em sua bilheteria mundial e a superar “Mulher-Maravilha” no mercado doméstico – por US$ 1M de diferença. A estratégia da Disney para atingir esses resultados foi a mesma em todos os países, estabelecendo recordes de ocupação de salas. Isto aconteceu até na América do Norte, onde o longa chegou a 4,6 mil telas – a maior distribuição de todos os tempos. A diferença – em relação ao Brasil, por exemplo – é que o mercado norte-americano tem leis regulatórias que impedem multiplexes de exibirem apenas um filme. Com isso, a ocupação do filme no parque exibidor doméstico foi de “apenas” 10% (contra 80% neste país desgovernado). A saída para enfrentar a demanda foi exibir a produção de três horas de duração em horários alternativos, madrugada à dentro. A Disney comemorou o resultado com um comunicado elogiando o presidente da Marvel Studios. “Kevin Feige e a equipe da Marvel Studios continuam desafiando as noções sobre o que é possível no cinema, tanto em termos de narrativa quanto nas bilheterias”, diz o texto, assinado pelo presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn. “Embora o ‘Ultimato’ esteja longe de ser um fim para o Universo Cinematográfico da Marvel, esses primeiros 22 filmes constituem uma grande conquista, e o sucesso monumental deste final de semana é um testemunho da riqueza do mundo que eles imaginaram, do talento envolvido e de sua paixão coletiva, igualada apenas pelo entusiasmo irreprimível dos fãs de todo o mundo”. Dá para apostar que, diante desse fenômeno, a Disney vai querer mais filmes dos Vingadores. Especialmente se “Ultimato” seguir nesse ritmo e superar os US$ 2,7 bilhões de “Avatar”, consagrando-se como a maior bilheteria de todos os tempos. Projeções sugerem que é possível. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 350M Total EUA e Canadá: US$ 350M Total Mundo: US$ 1,2B 2. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 413,5M Total Mundo: US$ US$ 1,1B 3. A Maldição da Chorona Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 41,2M Total Mundo: US$ 86,9M 4. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 26,1M Total Mundo: US$ 33,7M 5. Shazam! Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 131,1M Total Mundo: US$ 346,3M 6. A Chefinha Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA e Canadá: US$ 35,8M Total Mundo: US$ 42,4M 7. Dumbo Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 107M Total Mundo: US$ 327,6M 8. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 52,6M Total Mundo: US$ 102,3M 9. Nós Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 172,8M Total Mundo: US$ 249,4M 10. Pinguins Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 5,7M Total Mundo: US$ US$ 5,7M

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