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  • Série

    Truth Seekers: Terrir de Simon Pegg e Nick Frost ganha trailer dublado

    23 de setembro de 2020 /

    A Amazon Prime Video divulgou um novo pôster e o trailer dublado em português de “Truth Seekers”, primeira série dos comediantes britânicos Simon Pegg e Nick Frost desde sua estreia em “Spaced”, em 1999. A atração também marca a volta da dupla ao terrir, 16 anos depois do cultuado “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Para quem não lembra, Pegg e Frost viraram celebridades com a repercussão de “Todo Mundo Quase Morto”, uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries, Edgar Wright. Os dois parceiros criaram “Truth Seekers”, que terá oito episódios de 30 minutos de duração, mas Pegg faz apenas uma pequena participação como ator. Ele vive o patrão de Frost numa empresa de serviços de banda larga. A premissa deslancha quando o personagem de Frost e seu novo colega de furgão Samson Kayo (“Dolittle”) encontram fantasmas num serviço de rotina e passam a explorar o desconhecido em uma nova linha de trabalho. Segundo a sinopse, seus personagens “unem-se para descobrir e filmar fenômenos paranormais ao redor do Reino Unido. Eles investigam igrejas, bunkers subterrâneos e hospitais abandonados usando ferramentas caseiras de detecção de fantasmas e compartilham suas aventuras em um canal online. Suas experiências se tornam mais frequentes, aterrorizantes e mortais quando o par começa a desvendar uma conspiração que ameaça a raça humana”. “Truth Seekers” ainda inclui em seu elenco Emma D’Arcy (“Wanderlust”), Susan Wokoma (“Year of the Rabbit”) e o veterano Malcolm McDowell (“O Escândalo”). A estreia vai acontecer em 30 de outubro.

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  • Filme

    Novo especial de Natal do Porta dos Fundos vai se chamar Teocracia em Vertigem

    23 de setembro de 2020 /

    O grupo Porta dos Fundos definiu o tema e o título de seu próximo especial de Natal. Depois de sofrer atentado à bomba incendiária e enfrentar a ira de religiosos e políticos conservadores por mostrar um Jesus Cristo em relação gay no especial “A Primeira Tentação de Cristo”, os humoristas vão contra-atacar os detratores com “Teocracia em Vertigem”. O título referencia o premiado documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, que aborda o impeachment da presidente Dilma Rousseff e concorreu ao Oscar no início deste ano. A revelação foi feita pelo jornalista Maurício Stycer, acrescentando que a produção terá clima documental e vai reunir depoimentos dos apóstolos, de Pôncio Pilatos e de testemunhas anônimas da história para contar “a verdadeira história por trás do golpe que levou à crucificação de Jesus Cristo”. Até Petra Costa teria topado fazer uma participação especial. A produção deve incluir muitas analogias com a situação atual do país e do mundo, em que fundamentalistas religiosos e políticos promovem o ódio em nome de Deus. Autor do roteiro final, Fábio Porchat voltará a viverá Jesus na produção, como em “Se Beber, Não Ceia”. Mas não vai passar sermão. Seu personagem não deve falar, apenas cantar. A ideia foi de Gabriel Esteves, um dos roteiristas do Porta, diante da impossibilidade de gravar normalmente, por causa da pandemia, com a presença de dezenas de pessoas juntas. O formato de documentário permite a gravação de depoimentos individuais, de forma caseira, e será recheado com imagens de outros especiais. A tradição dos especiais de Natal do Porta dos Fundos vem desde 2013 no YouTube, mas só passou a ter repercussão a partir de 2018, com “Se Beber, Não Ceie”, quando o grupo estabeleceu uma parceria com a Netflix e venceu o Emmy Internacional. A parceria foi desfeita após a polêmica do ano passado – a Netflix nem teria inscrito “A Primeira Tentação de Cristo” no Emmy Internacional – e o Porta dos Fundos acabou decidindo voltar a produzir o especial por conta própria e exibi-lo no seu canal no YouTube, que conta com 16,5 milhões de assinantes.

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  • Etc

    Responsável pelo atentado contra Porta dos Fundos vira réu por tentativa de homicídio

    22 de setembro de 2020 /

    Eduardo Fauzi Richard Cerquise, o homem identificado como um dos responsáveis pelo atentado à bomba contra a sede da produtora Porta dos Fundos em dezembro do ano passado, vai responder por tentativa de homicídio. Ele se tornou réu nesta terça-feira (22/9), quando a 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ). Após fugir para o exterior, ele foi preso pela Interpol em Moscou, na Rússia, no começo de setembro e aguarda a extradição para o Brasil. A mesma decisão que tornou Fauzi réu também determinou sua prisão preventiva, de modo que ele desembarcará no aeroporto e irá diretamente para um presídio. Após ser identificado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como um dos cinco homens que jogaram coquetéis molotov na sede da produtora, na véspera de Natal, o próprio suspeito assumiu a autoria do crime em postagens nas redes sociais. Em sua denúncia, o MP-RJ considera que, ao lançar os artefatos explosivos, Fauzi assumiu o risco de matar o vigilante que estava trabalhando na portaria do edifício. Como a porta de acesso ao edifício é de vidro, o vigilante podia ser visto pelo lado externo. Ainda segundo o Ministério Público, o vigilante só não morreu porque teve pronta reação, conseguindo controlar o incêndio causado e fugir do imóvel, apesar de a portaria ser pequena, com apenas uma saída. De acordo com a acusação, o delito tem o agravante de ter sido praticado por motivo fútil. O ataque aconteceu porque o grupo do qual Fauzi fazia parte não gostou do especial de fim de ano produzido pelo Porta dos Fundos para a Netflix, em que Jesus foi retratado como gay. Além do crime, os responsáveis pelo atentado divulgaram um vídeo de teor similar ao de organizações terroristas, usando máscaras, fazendo ameaças e incentivando o ódio contra os humoristas. Ao aceitar a denúncia, o juiz Alexandre Abrahão, da 3ª Vara Criminal do Rio, concluiu haver indícios de autoria, com base no relato da vítima e de testemunhas, assim como risco à garantia da ordem pública caso o acusado seja mantido em liberdade. Já a defesa do agora réu, em nota à imprensa, afirmou que Fauzi não arremessou qualquer artefato contra a produtora e diz que “recebeu com surpresa” a decisão judicial de aceitar a denúncia. “Soa absurdo que, mesmo havendo um laudo pericial extenso” e “vários estudos do Instituto de Criminalística da Polícia do RJ afirmando que não houve explosão e risco contra a vida de qualquer pessoa”, Fauzi seja julgado “como um homicida”. O escritório ROR Advocacia Criminal, que defende Fauzi, afirma ainda que “demonstrará a desnecessidade da decretação da prisão preventiva” e provará a inocência de seu cliente “de forma cristalina”. O MP espera que, para provar que não arremessou o conteúdo explosivo, o réu nomeie os comparsas responsáveis pelo ato criminoso, até agora não identificados.

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  • Filme

    Tom Felton aparece irreconhecível em fotos de seu novo filme

    22 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Manual de Caça a Monstros” (A Babysitter’s Guide to Monster Hunting), que traz Tom Felton, conhecido por ter interpretado Draco Malfoy nos oito filmes de “Harry Potter”, no papel de um monstro. Com cabelos compridos e escuros, barba rala, cicatrizes e unhas pintadas, ele aparece irreconhecível como o monstro Grand Guignol. E deve ter gostado da experiência, porque também postou um retrato caracterizado em seu Instagram. Veja abaixo. A comédia de terror conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros, entre eles o personagem de Tom Felton, durante o Halloween. Produção original da Netflix escrita por Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”) e dirigida por Rachel Talalay (“Tank Girl”), “Manual de Caça a Monstros” também traz em seu elenco Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). A estreia está marcada para 15 de outubro em streaming.   Ver essa foto no Instagram Sweet Dreams kids. October 14th x @netflix Uma publicação compartilhada por Tom Felton (@t22felton) em 10 de Set, 2020 às 7:52 PDT

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  • Série

    Após consagração no Emmy, final de Schitt’s Creek ganha data de estreia no Brasil

    22 de setembro de 2020 /

    Depois de bater recordes de vitórias no Emmy, a temporada final de “Schitt’s Creek” ganhou data de estreia no Brasil. O canal pago Comedy Central anunciou que a 6ª, última e mais premiada temporada da série começa a ser exibida em 24 de outubro. Encerrada em abril nos EUA, “Schitt’s Creek” venceu todos os troféus de seu segmento durante a premiação do Emmy, conquistando os prêmios de Melhor Série, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante, Roteiro e Direção de Comédia. A produção, que retrata personagens LGBTQIA+ num mundo sem homofobia, foi a primeira série canadense a vencer o Emmy – e sete estatuetas de uma vez (na verdade, oito, considerando o prêmio de Melhor Elenco de Comédia, entregue preliminarmente no Creative Arts Emmy). “Schitt’s Creek” também foi a primeira série a conquistar todos os prêmios em disputa de seu gênero – Comédia, no caso. Além disso, com quatro conquistas, o ator-roteirista-produtor Dan Levy empatou o recorde de mais vitórias por um indivíduo num único Emmy, juntando-se às recordistas Moira Demos (em 2016) e Amy Sherman-Palladino (em 2018). Graças a essa façanha, a série de Eugene Levy e de seu filho Dan também entrará na programação do Comedy Central nos EUA, que passará a exibir sua reprise. Produção original da rede canadense CBC, “Schitt’s Creek” era transmitido nos EUA pelo canal pago Pop TV, que o conglomerado ViacomCBS adquiriu e implodiu, ao cancelar praticamente todas as séries inovadoras de sua programação em março passado. A trama acompanha uma família rica que vai à falência e precisa se mudar para o único bem que lhe resta: uma cidadezinha comprada pelo patriarca Johnny Rose (Eugene Levy), cujo nome é Schitt’s Creek.

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  • Etc

    Evento beneficente viraliza após Jennifer Aniston se “declarar” para Brad Pitt

    18 de setembro de 2020 /

    O encontro virtual entre Jennifer Aniston e Brad Pitt num evento, via videoconferência, para a leitura do roteiro de “Picardias Estudantis”, clássico juvenil dos anos 1980, causou alvoroço entre os shippers do casal. Até um simples “oi” rendeu diversos comentários nas redes sociais. Na leitura, Aniston interpretou Linda, papel que transformou Phoebe Coates na grande musa da década, enquanto Pitt encarnou Brad Hamilton, interpretado por Judge Reinhold no filme original. A coincidência entre os nomes do ator e do personagem acabou dando duplo sentido a muitos diálogos, enlouquecendo os fãs. Uma das frases ditas por Aniston tornou-se o trecho mais reproduzido da videoconferência: “Oi Brad, você sabe como sempre pensei que você era fofo. Você é tão sexy!”. Brad, o Pitt, ficou genuinamente embaraçado neste instante, o que divertiu ainda mais o público – e seus colegas de leitura. Julia Roberts, por exemplo, não conseguiu nem disfarçar como adorou. Num outro paralelo entre as situações do roteiro e da vida real, vale mencionar que o trecho lido por Aniston é um sonho erótico de Brad, o personagem, que não tem relação com a realidade filmada. A cena não passa de imaginação, como a vontade dos fãs em reunir o casal. Pitt e Aniston já foram casados e se divorciaram em 2005, quando o ator se envolveu com Angelina Jolie. Após o novo divórcio, muitos shipparam a volta dos dois, mas Pitt atualmente namora a modelo alemã Nicole Poturalski, de 27 anos. Além deles, também participaram da live mega-estrelada os atores Morgan Freeman, Matthew McConaughey, Ray Liotta, Henry Golding, Dane Cook, Shia LaBeouf, a citada Julia Roberts e Sean Penn, que estrelou o filme original, além do músico John Legend e do apresentador Jimmy Kimmel. O evento foi concebido para arrecadar dinheiro para instituição beneficente Core, criada por Sean Penn e dedicada às vítimas da covid-19. O roteiro escolhido foi o primeiro trabalho cinematográfico do futuro diretor Cameron Crowe (“Quase Famosos”), que como repórter da revista Rolling Stone traçou um perfil da juventude dos anos 1980. A reportagem gerou um livro que ele próprio adaptou para a tela em 1982. Dirigido por Amy Heckerling, “Picardias Estudantis” (Fast Times at Ridgemond High) tornou-se cultuadíssimo por vários motivos, entre eles uma cena famosa de Phoebe Coates ao som de “Moving in Stereo”, da banda The Cars. O filme ainda fez deslanchar a carreira de Sean Penn, que roubou cenas como o estudante chapado Jeff Spicoli em seu segundo longa-metragem. Também foi pioneiro ao inspirar comédias passadas na high school durante a década de 1980. Praticamente inventou a comédia sexual adolescente. E foi o primeiro a usar o shopping center como cenário central, dando destaque ao então novíssimo hábito dos jovens de se encontrarem naquele tipo de estabelecimento. Para completar, a 3ª temporada de “Stranger Things” jamais existiria sem “Picardias Estudantis”. Veja o trecho da declaração de Aniston para Pitt logo abaixo, com contexto e comentários do programa ET, seguido pela íntegra da leitura e um trailer do filme original para entrar no clima.

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  • Série

    Emily em Paris: Série romântica com Lily Collins ganha trailer legendado

    16 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Emily em Paris”, série estrelada por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), filha do cantor Phil Collins. Cheia de cartões postais de Paris, a prévia acompanha o trabalho e o romance da protagonista recém-chegada e encantada pela capital da França. Desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City”, além da mais recente “Younger”, “Emily em Paris” acompanha Emily (Collins), uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Na chegada, porém, seus planos entrem em choque com a realidade. Mas “Emily em Paris” é uma comédia romântica à moda antiga e todo mundo sabe como as produções do gênero terminam. O elenco da atração inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”). Com 10 episódios, a série estreia em 2 de outubro na Netflix.

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  • Série

    Série clássica Good Times vai voltar em versão animada na Netflix

    15 de setembro de 2020 /

    A Netflix encomendou uma versão animada do sitcom clássico “Good Times”. A atração lançada pelo famoso produtor Norman Lear em 1974 vai reencarnar com uma ajuda do criador de “Uma Família da Pesada” (Family Guy), Seth MacFarlane, e do produtor das séries animadas “The Boondocks” e “Black Dynamite”, Carl Jones. O projeto foi desenvolvido por Jones, que vai dividir a produção com Lear e MacFarlane. Estrelada por Esther Rolle, John Amos e Jimmie Walker, a atração original marcou época por se tornar a primeira série centrada numa família afro-americana de classe baixa, que precisava lidar com problemas bem reais, como o desemprego e a falta de dinheiro para sobreviver no ambiente urbano de Chicago. Embora a TV americana já tivesse mostrado famílias negras antes, elas costumavam pertencer à classe média. Já a família de “Good Times” refletia a forma como a maioria dos negros viviam nos EUA durante a década de 1970. No começo, o humor vinha basicamente da forma como o casal formado por Rolle e Amos lidava com seus problemas, mas aos poucos as tramas foram monopolizadas por seu filho (Walker), que se portava de forma caricada, refletindo o comportamento malandro e as gírias da juventude da época – ele ficou conhecido como “Kid Dy-no-mite!”. O casal acabou ofuscado não apenas na trama, mas na própria série, com Amos despachado do elenco após as três primeiras temporadas. A versão animada vai atualizar a trama, que se passará nos dias de hoje, seguindo a família Evans enquanto eles navegam pelas questões sociais contemporâneas. “Não podemos pensar em nada melhor, neste momento em nossa cultura, do que uma reimaginação de ‘Good Times’”, disse Lear em um comunicado para anunciar a atração. “Em um ano cheio de escuridão, esta é uma luz brilhante que não esqueceremos tão cedo.” MacFarlane acrescentou: “É uma emoção fazer parceria com Norman Lear e ajudar a trazer nova vida a sua inovadora ‘Good Times’… A animação é o meio ideal para reimaginar essa série original, e através das lentes do humor agudo e cortante de Carl, o público vai voltar a amar esses personagens clássicos. ” Na verdade, a série animada será o segundo revival recente de “Good Times”. Em dezembro passado, um episódio clássico da série de Lear foi encenado ao vivo, como parte do programa “Live in Front of a Studio Audience” da rede ABC. O elenco estrelado incluiu Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”), Viola Davis (“How to Get Away with Murder”), Jay Pharoah (“O Bola Fora”), Asante Blackk (“Olhos que Condenam”) e Tiffany Haddish (“Operação Supletivo: Agora Vai!”).

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  • Série

    Black-ish vai ganhar terceira série derivada

    13 de setembro de 2020 /

    A rede ABC anunciou a produção de um terceiro derivado de “Black-ish”, série do produtor Kenya Barris. Após “Grown-ish”, centrado na filha universitária dos Johnson, e “Mixed-ish”, baseada na infância da matriarca da família, a emissora encomendou “Old-ish”, que acompanhará os avós dos personagens centrais. Na nova atração, os divorciados Ruby e Earl “Pops” Johnson vão tentar dar uma nova chance ao seu casamento. Além de reprisarem seus papéis da série principal, os atores Jenifer Lewis e Laurence Fishburne também produzirá a nova atração. “Black-ish”, enquanto isso, continuará acompanhando as desventuras do casal Andre Johnson (Anthony Anderson) e Rainbow “Bow” Johnson (Tracee Ellis Ross), que tentam criar seus filhos no ambiente predominantemente branco de uma vizinhança de classe média alta. A série original está atualmente renovada para sua 7ª temporada, enquanto “Grown-ish” e “Mixed-ish” vão, respectivamente, para a 4ª e 2ª temporadas.

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  • Filme

    Após continuação, diretor quer transformar A Babá em trilogia

    13 de setembro de 2020 /

    Lançado na quinta (10/9), “A Babá: Rainha da Morte” pode não ser o final da história iniciada pelo filme “A Babá” em 2017. A continuação tem uma cena pós-créditos que alude à possibilidade de um terceiro longa e, numa entrevista deste fim de semana, o diretor McG confirmou que a cena é mais que uma sugestão. “Nós temos uma história, e eu coloco firmemente nas mãos do público”, disse McG ao site CBR. “Se eles quiserem, eles verão, se eles falarem ‘não, não queremos isso’, então não faremos. Eu adoraria fazer, porque adoraria terminar o arco do personagem de Cole”, revelou, referindo-se ao personagem de Juda Lewis. McG também comentou as reviravoltas que “Rainha da Morte” trouxe para a franquia, afirmando que guardou novidades para o possível desfecho da trilogia. “Eu amo as surpresas deste filme, e há algumas surpresas a mais para o terceiro filme”, afirmou. Na trama de “A Babá: Rainha da Morte”, Cole (Judah Lewis), o sobrevivente do massacre original, é convencido a deixar o estresse para trás e aproveitar um fim de semana distante de tudo. Só que os serial killers mortos no primeiro filme têm outros planos e retornam do além para nova tentativa de assassinar o adolescente. Assim, a continuação resgata todo o elenco original, inclusive intérpretes de personagens mortos. A lista inclui Robbie Amell, Bella Thorne, Emily Alyn Lind, Andrew Bachelor, Ken Marino, Hana Mae Lee, Leslie Bibb, Carl McDowell e Chris Wylde. A principal novidade fica por conta de Jenna Ortega, que viveu a jovem Jane na série “Jane the Virgin”. Já Samara Weaving, que virou estrela após interpretar a Babá original – desde então, fez “Casamento Sangrento” (Ready or Not) e “Bill & Ted: Encare a Música” – , retorna só numa pequena participação especial. Veja o trailer da sequência abaixo.

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  • Filme

    Ryan Reynolds revela ter voltado às filmagens de Red Notice

    13 de setembro de 2020 /

    O ator Ryan Reynolds (o Deadpool) revelou no seu Instagram que as filmagens da nova comédia da Netflix “Red Notice” já foram retomadas. A informação foi acompanhada por uma imagem em que ele aparece fazendo teste de covid-19 nos bastidores da produção, garantindo que todas as medidas sanitárias foram tomadas para garantir a segurança de todos. “De volta ao trabalho em ‘Red Notice’. O teste de covid é rápido e fácil. O médico coloca o cotonete em seu nariz, fundo o suficiente para despertar suas memórias de infância e então acaba. Não importa o que você diga a ele, ele não vai pagar um jantar antes”, brincou o ator. A aventura de assalto internacional também destaca em seu elenco Gal Gadot (a Mulher-Maravilha) e Dwayne Johnson (the Rock), e suas filmagens tinham sido suspensas em março, devido à pandemia de coronavírus. O filme é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”) e deve ser lançado em 2021 em streaming. Ver essa foto no Instagram Back to work on #RedNotice. The Covid Test is quick and easy. The doctor places the swab up your nose, just deep enough to tickle your childhood memories and then it’s over. No matter what you say to him, he won’t buy you dinner first. 📷: @blakelively Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 12 de Set, 2020 às 9:08 PDT

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  • Série

    Ator sai de Cara Gente Branca alegando discriminação racial

    12 de setembro de 2020 /

    O ator Jeremy Tardy saiu da série “Cara Gente Branca”, que foi renovada para sua 4ª e última temporada na Netflix. E saiu atirando, alegando racismo da produtora Lionsgate. Trata-se de uma grande ironia, considerando o tema da série. O intérprete de Rashid Bakr divulgou um comunicado em suas redes sociais em que afirma ter sofrido discriminação racial na hora de renegociar seu contrato. Segundo ele, a produtora se recusou a negociar seu salário após receber uma contra-proposta de sua equipe, mas não teve dificuldades para acomodar um colega de elenco branco que conseguiu negociar um valor maior. Leia abaixo a íntegra do comunicado do ator. “Infelizmente não voltarei para a 4ª e última temporada de ‘Cara Gente Branca’ da Netflix por conta da minha experiência com a Lionsgate e suas práticas de discriminação racial. Após receber a oferta para retornar para alguns episódios, minha equipe foi notificada que nossa contra-oferta não seria considerada e que a oferta inicial seria ‘a mais alta e final’. Essa notícia foi perturbadora porque um dos meus colegas brancos – sendo um verdadeiro aliado – revelou que eles fizeram a mesma oferta inicial e negociaram uma contra-oferta de forma satisfatória. Minha equipe revelou essa questão para a Lionsgate e os produtores mantiveram sua posição de que o ator branco estava disponível para negociações enquanto eu não estava – independente dos meus créditos e experiência. Com essa informação, seis membros do elenco recorrente, incluindo eu mesmo, nos organizamos para negar as ofertas iniciais da Lionsgate na segunda-feira 31 de agosto. Nossa intenção foi fazer um movimento poderoso como unidade no processo de negociação e, mais importante, nos posicionarmos no princípio básico de que essa não é simplesmente uma questão monetária. Estávamos todos cientes da notória disparidade salarial entre pessoas negras e nossos colegas brancos nas séries da Netflix e da Lionsgate; então isso deixou o buraco flagrantemente óbvio. Entretanto, nosso poder de barganha coletivo foi minado por ofertas paralelas e falta de transparência. Essas táticas levaram alguns indivíduos a assinar contratos antes de o grupo coletivo receber um processo de negociação justo e igualitário. Essas empresas recentemente lançaram comunicados e até fizeram doações em apoio ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Estou denunciando suas práticas vergonhosas de discriminação e desigualdade racial tendo em mente como eles sempre desvalorizaram e rebaixaram pessoas negras. Ser politicamente correto da boca pra fora com gestos simbólicos não te absolvem da responsabilidade diária de fazer negócios de uma maneira igualitária e justa. O fato de que isso ocorreu nos bastidores de um programa cujo propósito é abordar problemas sistêmicos do racismo e da discriminação só mostra a grande auge da hipocrisia. Lionsgate. Netflix. Eu estou te vendo. Nós estamos te vendo.” Em resposta, a Lionsgate negou as acusações de discriminação. Em seu próprio comunicado, a produtora afirma que a questão foi “uma negociação puramente financeira ligada a termos de contrato. A Lionsgate está comprometida a tratar de forma igualitária todos os seus talentos, independente de raça, gênero, idade ou orientação sexual. Estamos muito orgulhosos de ‘Cara Gente Branca’ e seu espaço na conversa nacional sobre igualdade racial e justiça social, e estamos ansiosos para iniciar a produção da 4ª temporada”. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Assim como as três temporadas anteriores, a season finale terá 10 episódios. A data de estreia dos capítulos finais ainda não foi divulgada. Unfortunately I will not be joining NETFLIX’s Dear White People for its fourth and final season due to my experience… Publicado por Jeremy Tardy em Sexta-feira, 11 de setembro de 2020

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  • Filme

    Netflix incentiva detratores a verem Lindinhas

    11 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo com bastidores e depoimento da diretora de “Lindinhas” (Cuties/Mignonnes), filme que a própria Netflix polemizou por vacilo de seu marketing. No vídeo, Maïmouna Doucouré, que também escreveu o filme, explica sua intenção com a obra e como se inspirou em sua própria história, em meio ao fogo-cruzado que vem se abatendo sobre ela na internet. Maïmouna Doucouré foi uma das primeiras mulheres negras a vencer o prêmio de Melhor Direção no Festival de Sundance e recebeu elogios rasgados da crítica internacional por seu trabalho – 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – , mas por um equívoco calamitoso da Netflix acabou virando alvo de uma guerra cultural. Um cartaz da plataforma sensualizou as personagens pré-adolescentes da produção e deu outro sentido à obra. A Netflix assumiu o erro e pediu desculpas. Mas isso não arrefeceu campanhas ativas contra a produção na internet, que incentivam quem não o viu a dar “dislikes” e notas baixas em sites como o Rotten Tomatoes, IMDb e Metacritic, além de difundir hashtags pedindo boicotes. A diretora contou que tem recebido até ameaças de morte. Além do vídeo com a diretora, a Netflix também emitiu um novo comunicado junto com o lançamento, que aconteceu nesta sexta (11/9), incentivando os detratores a perceberem que o filme se preocupa com as mesmas coisas que os escandalizam. “‘Cuties’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem – e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, diz o texto oficial. Por curiosidade, o filme acabou sendo lançado no Brasil com o título original, “Mignonnes” em francês, após toda a confusão. Mas durante a divulgação inicial, ele ficou conhecido como “Lindinhas” no país. Mudar o título não muda o filme, só mostra que o marketing da Netflix não funciona mesmo como deveria.

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