Voando Alto acerta o tom ao evocar os filmes esportivos dos anos 1980
Um dos méritos de “Voando Alto” (2016) é que se trata de um drama esportivo sobre superação à moda antiga, ou pelo menos como se costumava fazer na década de 1980. Nesse ponto, o ator e diretor de apenas três filmes, Dexter Fletcher, foi feliz em evocar aquela década, tanto na dramaturgia, quanto na música, com direito a “Jump”, do Van Halen, tocando em determinado momento. Por isso, há quem vá achar o filme cafona ou muito Sessão da Tarde – ele tem sido comparado bastante com “Jamaica Abaixo de Zero” (1993). Mas muito do sucesso de crítica que o filme tem obtido vem justamente de não se esperar muito de uma obra desse tipo. Fletcher e seus dois atores principais são bem-sucedidos em encontrar o ponto certo diante, apesar da linha tênue que condua a história de um rapaz, com um pouco de deficiência mental, cujo maior sonho é participar das Olimpíadas, não importando o esporte. A história real de Michael “Eddie” Edwards parece saída das mãos de algum roteirista sem-noção, de tão absurda que parece. Mas é só mais um caso da vida real que supera a ficção. O sonho de Eddie vem desde a infância, quando, apesar das quedas, dos vários óculos quebrados, do problema no joelho e da total falta de estímulo do pai e de quem quer que seja, o menino cresce com a ideia fixa de se tornar atleta olímpico. Até que, aos 22 anos, resolve partir para a Alemanha sozinho, em 1987, encontrando uma brecha nas regras para que possa competir nas Olimpíadas de Inverno no Canadá, em 1988. O esporte que ele escolhe é o perigoso salto de ski. O filme apresenta ao público esse esporte pouco conhecido (ao menos no Brasil), que traz grandes riscos de vida – os acidentes não são incomuns. Por isso, imaginar que alguém que nunca praticou ski conseguisse saltar após alguns poucos treinos expõe toda a loucura por trás da obsessão do jovem. Do mesmo modo, o fato dele conseguir, também prova-se um feito e tanto. Quem interpreta Eddie é Taron Egerton (o protagonista de “Kingsman – Serviço Secreto”), que no começo passa a impressão de estar exagerando no tom cartunesco do personagem. Mas essa impressão logo se dissipa quando se confere os registros do verdadeiro Eddie. Por sua vez, Hugh Jackman, que vive seu treinador beberrão, já havia feito um trabalho semelhante em “Gigantes de Aço” e não se esforçou tanto para essa espécie de reprise. “Voando Alto” ainda acerta o tom ao tratar a história com muito bom humor, mostrando os adversários ou obstáculos de Eddie como caricaturas, sejam os esportistas que zombam dele, sejam os seus próprios pais, ou mesmo os locutores esportivos, quando o protagonista vai finalmente para o Canadá – impossível não ficar encantado com a simpatia de Jim Broadbent (“A Viagem”). Por isso, o filme encanta e emociona como poucos do subgênero. Talvez até seja esquecido no futuro, mas quem se dispor a vê-lo encontrá uma verdadeira raridade: uma história de superação que não deprime ninguém. Ao contrário, é pura diversão.
Grace and Frankie: Nova temporada da série de Jane Fonda e Lily Tomlin ganha trailer
O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Grace and Frankie”, estrelada por Lily Tomlin e Jane Fonda. Bem humorada, a prévia explora situações divertidas, em que as duas amigas, que se tornam solteiras na terceira idade, precisam lidar com vibradores, encontros e a recriminação de suas famílias. Criada por Marta Kauffman (criadora da série “Friends”) e Howard J. Morris (criador da série “In Case of Emergency”), “Grace and Frankie” acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, até o dia em que suas vidas são viradas de cabeça para baixo, com a revelação de que seus maridos estão apaixonados um pelo outro e têm planos de se casarem. E o que é pior, elas percebem que estarão eternamente ligadas por esse acontecimento. Com o tempo, porém, as velhas rivais descobrem que podem contar uma com a outra para superar a situação e conviver com a nova configuração de suas famílias. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”). O Netflix está tão satisfeito com a atração que já a renovou para sua 3ª temporada, com data de estreia prevista para 2017.
Chus Lampreave (1930 – 2016)
Morreu a atriz espanhola Chus Lampreave, a mais velha das “meninas” do diretor Pedro Almodóvar, cuja presença marcante era facilmente reconhecida pela voz aguda e os óculos de lentes grossas (fundo de garrafa). Ela faleceu na segunda-feira (4/4) aos 85 anos de idade. María Jesús Lampreave nasceu em 11 de dezembro de 1930 em Madri e teve uma carreira extensa no cinema espanhol, iniciada pelo curta-metragem “Se Vende un Tranvía” (1959), roteirizado por Luis García Berlanga, com quem trabalharia em diversos longas. Mas sua estreia em longa-metragem, curiosamente, deu-se pelas mãos de um diretor italiano, o mestre Marco Ferreri (“Crônica do Amor Louco”), que a escalou como figurante em “El Pisito (1959) e coadjuvante em “El Cochecito” (1960). Ela participou de poucos filmes durante o período franquista, como “O Carrasco” (1963), dirigido por Berlanga. Por isso, só foi deslanchar a partir de 1970, quando coadjuvou cinco filmes consecutivos de Jaime de Armiñán – inclusive o clássico “Mi Querida Señorita” (1972) – e a trilogia “Nacional” de Berlanga, inciada por “La Escopeta Nacional (1978) e encerrada em “Nacional III” (1982). A parceria que marcaria sua carreira, porém, só teve início em 1980, quando o então jovem Pedro Almodóvar rodou seu segundo longa, “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão”. O encontro frutificaria em várias outras colaborações, até render um de seus papeis mais lembrados em “Maus Hábitos” (1983). A atriz se consagrou como ladra de cenas ao aparecer, no longa, como a irmã Rata, uma freira atípica, que escrevia livros sensacionalistas sob pseudônimo num convento. Chus Lampreave fez uma dezena de filmes com Almodóvar, tornando-se a atriz mais fiel da carreira do cineasta. Entre as produções que participou estão alguns dos maiores sucessos da carreira do diretor, como “Que Fiz Eu Para Merecer Isto?” (1984), “Matador” (1986), “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” (1988), “A Flor do Meu Segredo” (1995), “Fale com Ela” (2002) e “Volver” (2006). Por este filme, ela foi, inclusive, premiada no Festival de Cannes – junto com as demais atrizes que co-protagonizaram o longa: Penélope Cruz, Carmen Maura, Lola Duenas, Blanca Portillo e Yohana Cobo. O último filme que fez para Almodóvar foi “Abraços Partidos” (2009), mas Lampreave continuou requisitada por Fernando Trueba, com quem também trabalhou em diversas obras desde os anos 1980, como “El Año de las Luces” (1986), “Sedução” (1992) e o recente “O Artista e a Modelo” (2012). “Sedução”, por sinal, rendeu-lhe o único Goya (o Oscar espanhol) de sua carreira, como Atriz Coadjuvante. Ela ainda estrelou outras comédias espanholas bem-sucedidas, como “Miss Caribe” (1988), de Fernando Colomo, “Mátame Mucho” (1998), de José Ángel Bohollo, e “À Moda da Casa” (2008), de Nacho G. Velilla. Mas seu maior sucesso foi uma franquia cômica escrita, dirigida e estrelada por Santiago Segura, “Torrente”, da qual participou em cinco longa-metragens entre 1998 e 2014. O capítulo mais recente, “Torrente V: Misión Eurovegas”, foi também seu último trabalho no cinema. “Chus Lampreave foi esse tipo de artista que fazia parte da nossa vida, reconhecida e amada por todos que faziam parte da grande família que é a cultura”, afirmou o ministro da Cultura espanhol, Inigo Mendez de Vigo, ao despedir-se da “menina”.
Porta dos Fundos ridiculariza Lava-Jato e sofre rejeição maciça no YouTube
O grupo humorístico Porta dos Fundos achou que era uma boa ideia fazer piada com a suposta parcialidade da Polícia Federal na condução da operação Lava-Jato. Gravou em seu canal no YouTube um vídeo em que mostra um delator, interpretado por Fábio Porchat, contando podres de políticos do PSDB para um agente federal desinteressado, vivido por Gregório Duvivier. No esquete, enquanto mal-feitos do governo de Fernando Henrique Cardoso são ignorados, o rabisco de um prato com lula, numa conta de restaurante francês, vira prova irrefutável para deflagrar a prisão de Lula. Houve quem considerasse engraçado, mas a maioria torceu o nariz, fazendo com que o vídeo, intitulado “Delação”, ganhasse mais dislikes do que likes – 450 mil contra e 257 mil favoráveis. Trata-se de um fato inédito na trajetória do grupo. Vale reconhecer que o Porta dos Fundos já usou humor para parodiar o governo de Dilma Roussef, mas enquanto é fácil rir da presidente mais impopular do Brasil, a reação do público demonstra que é bem mais difícil aceitar a ridicularização do trabalho da Lava-Jato. A polarização reitera pesquisas de opinião pública, que demonstram o apoio da populução às investigações: 66,3% dos brasileiros acreditam que a Lava-Jato é positiva para o país (segundo o Instituto Paraná) e 62% acreditam na culpa de Lula nos casos de corrupção investigados (Instituto Datafolha). O fato é que o vídeo teve repercussão, rendeu respostas na internet e chegou a quase 4 milhões de pageviews em 48 horas, muito acima da média do canal. Para se ter ideia, o vídeo mais popular do Porta dos Fundos no mês passado foi visto 2,6 milhões de vezes. Entretanto, se serviu de chamariz, o conteúdo “polêmico” trouxe comentários indesejáveis, que realçam um visível descompasso entre a classe artística, movida a patrocínio estatal e lei de incentivo fiscal, e a população que paga impostos. Vários comentários na página do vídeo lembram que o Porta dos Fundos recebeu autorização do governo para captar R$ 7,5 milhões em incentivo fiscal para rodar seu filme, algo que pode virar fator de desgaste para o grupo, ainda mais se entre seus patrocinadores aparecerem empresas estatais. o
Swiss Army Man: Daniel Radcliffe é um morto muito louco em trailer de comédia bizarra
A A24 divulgou o trailer e o pôster de “Swiss Army Man”, um dos filmes mais comentados do último Festival de Sundance, vencedor do prêmio de Melhor Direção. A prévia dá uma boa ideia do absurdo, bizarria e surrealismo do filme, destacando a performance de Daniel Radcliffe (“A Mulher de Preto”) como um morto que peida, cospe, conversa e vira barco. A trama gira em torno de um náufrago solitário numa ilha, cujo desespero o impulsiona para o suicídio, mas que reencontra forças ao se deparar com outro homem na praia, um cadáver que se torna seu melhor amigo. O morto não só lhe faz companhia, mas também demonstra mil e uma utilidades, como uma ferramenta que pode ajudá-lo a sobreviver e até sair da ilha. Além de Radcliffe, o elenco traz Paul Dano (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”) como o náufrago e Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) como a garota com quem ele sonha. Primeiro longa escrito e dirigido pela dupla Dan Kwan e Daniel Scheinert, “Swiss Army Man” estréia em 17 de junho nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Jim Parsons negocia seguir os passos de Harry Potter e estudar em escola de bruxaria para crianças
O ator Jim Parsons (série “The Big Bang Theory”) negocia estrelar e produzir a comédia “Man-Witch”, em que interpretará um estudante adulto de bruxaria. A informação é do site The Hollywood Reporter. A trama acompanha um adulto que descobre ter poderes mágicos e acaba sendo matriculado numa escola de bruxaria, ao estilo de Hogwarts, da franquia “Harry Potter”, onde se descobre o único estudante adulto em aulas para crianças-bruxas. O projeto já ronda Hollywood desde 2005 e chegou a ter o cineasta Todd Phillips (“Se Beber, Não Case!”) interessado. Na ocasião, o papel principal estava entre os atores Jack Black (“Escola do Rock”) e Zach Galifianakis (também de “Se Beber, Não Case!”) atrelados. Entre os vários roteiristas que mexeram na trama, incluem-se Jay Reiss (“A Filha do Meu Melhor Amigo”) e Josh Stolberg (“Piranha 3D”) “Man-Witch” ainda não tem diretor, cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos.
It’s Always Sunny in Philadelphia é renovada para mais duas temporadas
O tempo vai continuar ensolarado na Filadélfia até 2019. O canal pago americano FXX renovou “It’s Always Sunny in Philadelphia” para mais duas temporadas. Criada em 2005 pelos comediantes Rob McElhenney e Glenn Howerton, que também estrelam a atração ao lado de Charlie Day, Kaitlin Olson e o veterano Danny DeVito, a série encerrou recentemente, em 9 de março, a sua 11ª temporada. Como já tinha assegurado a produção para o ano seguinte na negociação anterior, ela acabou sendo renovada até a 14ª temporada, que deve ir ao ar apenas em 2019. “Poucos shows conseguem ir tão longe e ter tantos fãs devotos, e nós devemos isso para a visão criativa e o grande humor dos criadores e elenco que mantém Sunny fresca e inventiva toda a temporada”, disse o co-presidente de programação original da FX Networks, Nick Grad, no comunicado da renovação. Apesar desse sucesso todo, “It’s Always Sunny In Philadelphia” não é exibida no Brasil.
Jonah Hill prepara sua estreia como diretor em filme sobre a juventude dos anos 1990
O ator Jonah Hill (“Anjos da Lei”) prepara sua estreia na direção. Segundo o site da revista Variety, ele escreveu e pretende dirigir a comédia “Mid ’90s”, passada na época de sua adolescência. De acordo com a publicação, a trama acompanha um adolescente em Los Angeles nos anos 1990, aprendendo lições de vida ao lado de seus colegas skatistas. Mais detalhes da história ainda não foram revelados. A ideia inicial é que Jonah Hill fique apenas na direção sem atuar. Embora não tenha dirigido antes, “Mid ’90s” não é o seu primeiro roteiro. Ele já ajudou a escrever os dois filmes da franquia “Anjos da Lei”, além da série animada “Allen Gregory”, que ele próprio criou. O público brasileiro poderá vê-lo de volta ao cinema na semana que vem, quando estreia “Ave, César!”, a nova comédia dos irmãos Coen (“Inside Llewyn Davis”). Ele também está no elenco de “War Dogs”, de Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”) que estreia em agosto nos EUA.
Kristen Wiig será mulher de Matt Damon em comédia fantasiosa
A atriz Kristen Wiig (uma das novas “Caça-Fantasmas”) vai substituir Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) no elenco da comédia fantasiosa “Downsizing”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela será a mulher de Matt Damon (“Perdido em Marte”) no filme escrito e dirigido por Alexander Payne (“Nebraska”). Wiig e Damon, curiosamente, trabalharam juntos em “Perdido em Marte” (2015), mas não chegaram a contracenar. Witherspoon, por sua vez, alegou conflito de agenda para sair da produção. Na trama, Damon será um homem que percebe que sua vida seria muito melhor caso ele conseguisse se encolher. Isto porque ele e sua mulher (Witherspoon) enfrentam dificuldades financeiras, e a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas ela desiste no último instante, deixando-o sozinho – e em miniatura – para viver numa comunidade com outros homens minúsculos. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. O elenco também inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Alec Baldwin (“Blue Jasmine”) e Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) “Downsizing” será a primeira história fantasiosa de Alexander Payne, diretor mais conhecido por comédias agridoces, como “Nebraska” (2013) e “Os Descendentes” (2011), e que retomará no filme a parceria com o roteirista Jim Taylor, com quem trabalhou em “As Confissões de Schmidt” (2002). A estreia está marcada para 25 de dezembro de 2017.
Baywatch: Fotos reúnem o elenco da versão de cinema de SOS Malibu
O ator Dwayne Johnson (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) divulgou as primeiras fotos que reúnem o elenco central de “Baywatch”, versão para o cinema da série de salva-vidas dos anos 1990 “SOS Malibu”, além de posar ao lado de David Hasselhoff, o astro da atração televisiva, e duas das beldades vestidas nos novos maiôs vermelhos da produção. Além de “The Rock”, o elenco de salva-vidas inclui Zac Efron (“Vizinhos”), Alexandra Daddario (também de “Terremoto – A Falha de San Andreas”), Jon Bass (série “Big Time in Hollywood, FL”), Ilfenesh Hadera (série “Billions”) e a modelo Kelly Rohrbach (série “Rizzoli & Isles”). O elenco ainda inclui Priyanka Chopra (série “Quantico”) como vilã. Escrita por Robert Ben Garant (“Uma Noite no Museu”) e Justin Malen (série “Trophy Wife”), e com direção de Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”), “Baywatch” tem previsão de estreia apenas para maio de 2017.
Lego Batman: Segundo trailer ganha versão dublada
A Warner Bros. divulgou a versão dublada do segundo trailer da animação “Lego Batman – O Filme”. A prévia do spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014) mostra o herói na mansão Wayne, deprimindo-se diante da foto de sua família como em todos os seus outros filmes, conforme lembra Alfred, sem esquecer aquela série “esquisita” dos anos 1960. No original (que pode ser visto/ouvido aqui), a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”, e Alfred é dublado por Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Além deles, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Lego Batman” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Contrato Vitalício: Pôster do filme do Porta dos Fundos parodia cartaz de Os Vingadores
A Dowtown Filmes divulgou o cartaz de sua próxima comédia besteirol, “Contrato Vitalício”, que está sendo considerada a estreia do grupo humorístico Porta dos Fundos nos cinemas – apesar de seus integrantes aparecerem em dezenas de filmes nos últimos anos. A imagem é uma paródia do cartaz de “Os Vingadores”, um dos piores trabalhos de Photoshop já feitos por Hollywood (por sinal, superado pela arte da continuação). Isso quer dizer que o filme vai trazer o Porta dos Fundos impedindo uma invasão alienígena em São Paulo? Não, mas a premissa, ao menos, cita extraterrestres. “Contrato Vitalício” tem direção de Ian SBF (“Entre Abelhas”) e roteiro de Fabio Porchat e Gabriel Esteves (série “O Grande Gonzalez”). Inspirado na longa relação entre Ian e Porchat, o filme conta a história de um ator (Fábio Porchat) que, entusiasmado com a vitória de uma amigo diretor (Gregório Duvivier) num festival internacional de cinema, assina um contrato vitalício num guardanapo para participar de todos os seus próximos filmes. Mas o diretor some naquela mesma noite, e, ao voltar dez anos depois dizendo que foi abduzido por alienígenas, quer transformar a saga da sua própria vida num filme. A esta altura, o amigo ator já é famoso e percebe que, para honrar o contrato, será obrigado a fazer um filme que pode destruir não apenas sua carreira, mas sua vida. O elenco reúne outros atores do grupo, como Antonio Tabet, João Vicente de Castro, Luis Lobianco, Julia Rabello e Marcos Veras. As filmagens aconteceram em janeiro, com duração de cinco semanas, e o lançamento, em esquema relâmpago (ou trash), está marcado para 30 de junho.
Batman é deprimido até em versão Lego, revela novo trailer da animação
A Warner Bros. divulgou o segundo trailer da animação “Lego Batman – O Filme” em menos de uma semana. A prévia do spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014) mostra o herói na mansão Wayne, deprimindo-se diante da foto de sua família como em todos os seus outros filmes, conforme lembra Alfred, sem esquecer aquela série “esquisita” dos anos 1960. Ainda sem legenda ou dublagem nacional, o vídeo traz a voz marcante de Will Arnett, que dublou Batman no filme anterior, de volta ao papel do herói dos quadrinhos, e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) como Alfred. Além deles, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Batman Lego” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












