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  • Filme,  Música

    Primeiro clipe de Black Is King, de Beyoncé, é visto quase 3 milhões de vezes em 20 horas

    31 de julho de 2020 /

    Beyoncé divulgou uma prévia de seu álbum visual “Black Is King”, que está sendo aclamado pela crítica internacional. Trata-se de um clipe extraído do filme, que traz a música “Already”, parceria de Beyoncé com o cantor ganês Shatta Wale e o produtor americano Major Lazer. Em cerca de 20 horas, o vídeo foi visto quase 3 milhões de vezes. O clipe encanta pelo apuro dedicado à criação dos figurinos, escolha de cenários – de um armazém deserto ao topo de florestas – , precisão coreográfica e principalmente pela forma como combina a cultura africana com o hip-hop. A cantora assina a direção artística de todo o projeto, mas lista diversos diretores com quem trabalhou para completar o filme/álbum visual – incluindo Emmanuel Adjei (do filme “Shahmaran”), Blitz Bazawule (“The Burial of Kojo”), Pierre Debusschere (dos clipes “Mine” e “Ghost”, de Beyoncé), Jenn Nkiru (“Black to Techno”), Ibra Ake (diretor criativo e produtor de “This Is America” para Childish Gambino), Dikayl Rimmasch (“Cachao”, “Uno Mas”), Jake Nava (“Crazy in Love”, “Single Ladies”, “Partition”, de Beyoncé) e o co-diretor e colaborador de longa data da cantora Kwasi Fordjour. Entretanto, ela não identifica quem fez o quê e em qual segmento (clipe) musical. Lançado nesta sexta (31/7) nos EUA, “Black Is King” permanece inédito no Brasil, porque se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país.

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    Alan Parker (1944 – 2020)

    31 de julho de 2020 /

    O cineasta britânico Alan Parker, que marcou época no cinema com obras como “O Expresso da Meia-Noite” (1978), “Fama” (1980) e “The Wall” (1982), morreu nesta sexta-feira (31/7) em Londres, aos 76 anos. A notícia foi confirmada pelo Instituto Britânico de Cinema, citando que Parker sofria há anos de uma doença não especificada. Apesar de sua filmografia abranger vários gêneros, Parker é mais lembrado como “especialista” em musicais. Além do popular “Fama”, também assinou “The Wall” (1982), inspirado no disco clássico do Pink Floyd, “Evita” (1996), estrelado por Madonna, “Bugsy Malone – Quando as Metralhadoras Cospem” (1976) e “The Commitments: Loucos pela Fama” (1991). “Se você pode usar música e imagens juntos, é muito poderoso”, observou ele em 1995. Apesar dessa relação íntima com a música, foi por dois dramas inspirados em fatos reais que o diretor foi reconhecido pela Academia. Sua primeira indicação ao Oscar veio por “O Expresso da Meia-Noite” (1978), com roteiro de Oliver Stone sobre um jovem americano preso por tráfico de drogas na Turquia, e a segunda por “Mississippi em Chamas” (1988), sobre a investigação do desaparecimento de ativistas do movimento dos direitos civis, no sul racista dos EUA durante os anos 1960. Filho único, Parker nasceu em 14 de fevereiro de 1944 em Islington, barro da classe trabalhadora de Londres. Sua mãe, Elise, era costureira e seu pai, William, foi jornaleiro e pintor de casas. Criativo desde jovem, seu primeiro emprego foi como redator de publicidade nas agências Maxwell Clarke, PKL e depois CDP, de onde progrediu para a direção de comerciais. “Minhas ambições não eram ser diretor de cinema, tudo que eu queria era me tornar diretor de criação no CDP… até que de repente os comerciais de televisão se tornaram muito importantes e a agência se transformou”, afirmou ele, numa longa entrevista sobre sua vida e carreira para Instituto Britânico de Cinema há três anos. “Eu estava no momento em que o [CDP] fez os melhores comerciais e tive a sorte de fazer parte desse mundo”. Parker fundou uma produtora para criar comerciais, mas acabou se dedicando ao cinema, antecipando uma tendência posteriormente seguida por outros de seus contemporâneos – Ridley Scott, Tony Scott, Adrian Lyne, etc. Em seu caso, a mudança de rumo teve um empurrão de David Puttnam. Com o encorajamento do futuro produtor de “Carruagens de Fogo” (1981), ele escreveu o roteiro de “Quando Brota o Amor” (1971), seu primeiro musical, que usava músicas dos Bee Gees para ilustrar um romance adolescente inspirado em seus dias de escola. Puttnam produziu esse filme (que foi dirigido por Waris Hussein), assim como os primeiros longas do diretor, e os dois permaneceram amigos por toda a vida. “Como fui o primeiro a fazer a transição do mundo dos comerciais para os longas-metragens, acho que fui mais sensível às críticas de que, de alguma maneira, não éramos legítimos, apenas um grupo de vendedores vulgares que vendiam produtos com frágeis credenciais intelectuais”, ele disse em uma entrevista de 2017. “Então parei de fazer comerciais para ser levado a sério como cineasta”. Parker ganhou o primeiro de seus seis prêmios BAFTA em 1976, ao estrear como diretor de longas no telefilme “The Evacuees”, uma produção da BBC sobre dois meninos, passada durante os bombardeios da 2ª Guerra Mundial. Sua estreia no cinema aconteceu no mesmo ano e também foi estrelada por crianças. Com o inventivo “Bugsy Malone – Quando as Metralhadoras Cospem”, Parker filmou um musical de época, ambientado em 1929 na cidade de Nova York durante a Lei Seca. Só que os intérpretes dos gângsteres americanos eram todos astros mirins, entre eles uma Jodie Foster de 13 anos de idade e o futuro diretor de “Rocketman”, Dexter Fletcher, com 10. A ideia veio da publicidade, num período em que Parker fazia muitos comerciais com crianças. Além disso, ele tinha quatro filhos, todos com menos de 9 anos na época. Seu filme seguinte foi o oposto completo daquele projeto divertido. Denso, maduro e sombrio, “O Expresso da Meia-Noite” (1978) abordava violência e homossexualidade na prisão. A mudança tão radical atendia o desejo do diretor de não ficar marcado por nenhum tipo específico de filme. “Gosto de fazer coisas diferentes como forma de manter a criatividade”, afirmou. Ele seguiu nessa gangorra por toda a carreira. Em seu filme seguinte, “Fama”, voltou ao universo musical e juvenil para retratar os sonhos e aspirações dos alunos de uma escola de artes em Nova York. A produção se tornou seu primeiro grande sucesso comercial, puxado por uma trilha sonora vibrante, e sua influência foi brutal, inspirando até uma série de TV de mesmo nome. Mas, como muitas realizações da carreira de Parker, seu devido reconhecimento como pioneiro de um revival de filmes musicais, que atingiu seu auge nos anos 1980, foi minimizado pelos críticos da época. Depois das coreografias de “Fama”, Parker filmou um divórcio em “A Chama que não Se Apaga” (1982), antes de voltar à música com “The Wall” (1982) – desta vez sem danças, mas com grande influência dos videoclipes, levando ao surgimento do termo “estética MTV”. “The Wall” fez sucesso enorme entre fãs de rock, alimentando Sessões da Meia-Noite por anos, além de ter cenas transformadas, de fato, em clipes da MTV. Mas, inconformado com as críticas negativas, o diretor acabou se afastando do gênero por um longo período, trabalhando em filmes de temática mais dramática. O cineasta venceu o Prêmio do Júri de Cannes com “Asas da Liberdade” (1984), sobre amizade e traumas de guerra. Mas seu filme seguinte deu ainda mais o que falar. Único terror de sua carreira, “Coração Satânico” (1987) tornou-se cult devido à fotografia estilosa e pela escalação de Robert DeNiro como o diabo e Mickey Rourke como um detetive noir, em meio ao jazz e ao vudu de Nova Orleans. Os dois atores quebraram o pau nos bastidores, mas o maior desafio de Parker foi conseguir enfrentar a censura, que queria classificar o filme como “X” (basicamente pornô) após a transformação de Lisa Bonet, menina recatada da série familiar “The Cosby Show” – e futura mãe de Zoë Kravitz – em sex symbol. Em “Mississippi em Chamas” (1988) e “Bem-Vindos ao Paraíso” (1990), ele abordou o racismo americano, filmando casos históricos: o assassinato de ativistas dos direitos civis nos anos 1960 e os campos de concentração para japoneses nos anos 1940. Mas, depois de temas tão pesados, o diretor finalmente decidiu voltar à música, concebendo “The Commitments” (1991), sobre artistas amadores de Dublin que decidem formar uma banda de soul. Foi novo sucesso a extrapolar as telas. O filme vencedor do BAFTA transformou os atores em músicos de verdade, que fizeram turnês e gravaram discos após a repercussão nos cinemas, e ainda foi adaptado como espetáculo de teatro. Parker não foi tão feliz com a comédia “O Fantástico Mundo do Dr. Kellogg” (1994), o que o levou de volta, pela última vez, a seu gênero favorito, com a adaptação de “Evita”, versão da Broadway para a vida de Eva Peron, estrelada por Madonna e Antonio Banderas. Mais uma vez, a obra foi além dos cinemas, com Parker assinando dois clipes de Madonna extraídos da trilha sonora. Ele encerrou a carreira com mais dois longas, ambos de teor dramático, “As Cinzas de Ângela” (1999) e “A Vida de David Gale” (2003). O último, estrelado por Kevin Spacey e Kate Winslett, recebeu as críticas mais negativas de sua filmografia. Alan Parker nunca conseguiu agradar à imprensa. Sua carreira como diretor de comerciais lhe deu um apuro estético que causava estranheza entre os defensores do cinema mais tradicional. Mas a quantidade de obras cultuadas de seu currículo reflete, em retrospecto, como esteve à frente de seu tempo e como seu valor foi sempre reconhecido com atraso, em revisões críticas. Ironicamente, Parker acabou presidindo o Instituto Britânico de Cinema a partir de 1998. E por suas realizações e impacto cultural, foi nomeado Comandante da Ordem do Império Britânico e, em 2002, cavaleiro pela rainha Elizabeth II. Ele também venceu quatro BAFTAs (o Oscar britânico) e recebeu, em 2013, um BAFTA honorário pela carreira da Academia Britânica. “Eu vivi uma vida encantada”, disse. “Tive controle absoluto do meu trabalho, mesmo trabalhando em uma área muito difícil de expressar qualquer individualidade, como em Hollywood. Eles não interferiram no que eu fiz e, portanto, se meus filmes agradaram ou não, não é culpa de ninguém, apenas minha”. Parker deixa a mulher, a produtora Lisa Moran, e cinco filhos — entre eles, o roteirista Nathan Parker (“Lunar”).

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  • Música

    Indicações ao VMAs 2020 destacam Lady Gaga e Ariana Grande

    30 de julho de 2020 /

    A MTV divulgou nesta quinta (30/7) a lista dos indicados ao Video Music Awards 2020, que vai acontecer no dia 30 de agosto. A principal premiação de clipes da TV americana destacou Lady Gaga e Ariana Grande com maior número de indicações na edição deste ano. Além de aparecerem com trabalhos individuais, as duas também concorrem pela parceria em “Rain On Me”. Só este vídeo conquistou sete indicações. Billie Eilish e The Weeknd aparecem em seguida, indicados em seis categorias cada um, seguidos por Taylor Swift, com cinco nomeações, ainda pelos vídeos de seu álbum “Lover”. J Balvin, Justin Bieber, Megan Thee Stallion e Dua Lipa também estão entre os mais citados. Segundo comunicado, a cerimônia será presencial. A premiação vai acontecer no Barclays Center, em Nova York, com uma plateia bastante reduzida e sua realização pretende demonstrar “a poderosa força unificadora da música” em meio à covid-19. Por conta da pandemia, que mantém os músicos e seus fãs isolados em suas casas, o VMAs 2020 também adicionou duas categorias especiais em sua eleição: de Melhor Clipe “Caseiro” e Melhor Performance na Quarentena. Veja abaixo as principais obras e artistas indicados ao prêmio da MTV. Melhor Clipe do Ano: The Weeknd – “Blinding Lights” Billie Eilish – “everything i wanted” Eminem ft. Juice WRLD – “Godzilla” Future ft. Drake – “Life Is Good” Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Taylor Swift – “The Man” Melhor Artista do Ano: Lady Gaga DaBaby Justin Bieber Megan Thee Stallion Post Malone The Weeknd Música do Ano: Lady Gaga e Ariana Grande – “Rain On Me” Billie Eilish – “everything i wanted” Doja Cat – “Say So” Megan Thee Stallion – “Savage” Post Malone – “Circles” Roddy Ricch – “The Box” Melhor Colaboração: Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Ariana Grande & Justin Bieber Black Eyed Peas ft. J Balvin – “RITMO (Bad Boys For Life)” Ed Sheeran ft. Khalid – “Beautiful People” Future ft. Drake – “Life Is Good” Karol G ft. Nicki Minaj – “Tusa” Melhor Artista Revelação: Doja Cat Jack Harlow Lewis Capaldi Roddy Ricch Tate McRae Yungblud Melhor Clipe Pop: BTS – “On” Halsey – “You Should Be Sad”Jonas Brothers – “What a Man Gotta Do” – Republic Records Justin Bieber ft. Quavo – “Intentions” Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Taylor Swift – “Lover” – Republic Records Melhor Clipe de Rap: Megan Thee Stallion – “Savage” DaBaby – “BOP” Eminem ft. Juice WRLD – “Godzilla” Future ft. Drake – “Life Is Good” Roddy Ricch – “The Box Travis Scott – “Highest in the Room” Melhor Clipe de Rock: Coldplay – “Orphans” Blink-182 – “Happy Days” Evanescence – “Wasted On You” Fall Out Boy ft. Wyclef Jean – “Dear Future Self (Hands Up)” Green Day – “Oh Yeah!” The Killers – “Caution” Melhor Clipe Alternativo: Machine Gun Kelly – “Bloody Valentine” The 1975 – “If You’re Too Shy (Let Me Know)” All Time Low – “Some Kind Of Disaster” FINNEAS – “Let’s Fall in Love for the Night” Lana Del Rey – “Doin’ Time” twenty one pilots – “Level of Concern Melhor Clipe de Música Latina: Maluma ft. J Balvin – “Què Pena” Anuel AA ft. Daddy Yankee, Ozuna, Karol G & J Balvin – “China” Bad Bunny – “Yo Perreo Sola” Black Eyed Peas ft. Ozuna & J. Rey Soul – “MAMACITA” J Balvin – “Amarillo” Karol G ft. Nicki Minaj – “Tusa” Melhor Clipe de R&B: The Weeknd – “Blinding Lights” Alicia Keys – “Underdog” Chloe x Halle – “Do It” H.E.R. ft. YG – “Slide” Khalid ft. Summer Walker – “Eleven” Lizzo – “Cuz I Love You” Melhor Clipe de K-Pop: BTS – “On” (G)I-DLE – “Oh My God” EXO – “Obsession” Monsta X – “Someone’s Someone” Tomorrow X Together – “9 and Three Quarters (Run Away)” Red Velvet – “Psycho” Melhor Clipe Engajado H.E.R. – “I Can’t Breathe” Anderson .Paak – “Lockdown” Billie Eilish – “all the good girls go to hell” Demi Lovato – “I Love Me” Lil Baby – “The Bigger Picture” Taylor Swift – “The Man” Melhor Clipe Caseiro: Ariana Grande & Justin Bieber – “Stuck with U” 5 Seconds of Summer – “Wildflower” blink-182 – “Happy Days” Drake – “Toosie Slide” John Legend – “Bigger Love” twenty one pilots – “Level of Concern” Melhor Performance na Quarenta: CNCO – MTV Acústico em Casa Chloe & Halle – “Do It” no MTV’s Prom-athon DJ D-Nice – Club MTV apresenta #DanceTogether John Legend – no Together At Home Lady Gaga – “Smile” no One World: Together At Home Post Malone – Tributo ao Nirvana Melhor Direção: Taylor Swift – “The Man” Billie Eilish – “xanny” Doja Cat – “Say So” Dua Lipa – “Don’t Start Now” Harry Styles – “Adore You” The Weeknd – “Blinding Lights” Melhor Fotografia: Lady Gaga e Ariana Grande – “Rain On Me” 5 Seconds of Summer – “Old Me” Camila Cabello ft. DaBaby – “My Oh My” Billie Eilish – “all the good girls go to hell” Katy Perry – “Harleys In Hawaii” The Weeknd – “Blinding Lights” Melhor Direção de Arte: Miley Cyrus – “Mother’s Daughter” A$AP Rocky – “Babushka Boi” Dua Lipa – “Physical” Harry Styles – “Adore You” Selena Gomez – “Boyfriend” Taylor Swift – “Lover” Melhores Efeitos Visuais: Dua Lipa – “Physical” Billie Eilish – “all the good girls go to hell” Demi Lovato – “I Love Me” Harry Styles – “Adore You” Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Travis Scott – “Highest in the Room” Melhor Coreografia: BTS – “On” CNCO & Natti Natasha – “Honey Boo” DaBaby – “BOP” Dua Lipa – “Physical” Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Normani – “Motivation” Melhor Edição: Miley Cyrus – “Mother’s Daughter” Halsey – “Graveyard” James Blake – “Can’t Believe the Way We Flow” Lizzo – “Good As Hell” Rosalía – “A Paleì” The Weeknd – “Blinding Lights”

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    Phineas e Ferb: Candace contra o Universo ganha clipe musical

    27 de julho de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou um clipe musical extraído de “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo”, que mostra Candance cantando feliz, até se lembrar dos terrores criados por seus irmãos, Phineas e Ferb. A cena chega a incluir uma banda de apoio, numa referência à tradição dos desenhos roqueiros dos anos 1960 e 1970, que sempre tinham clipes no meio de seus episódios. A música, chamada “Such a Beautiful Day”, também foi disponibilizada como single no Spotify. Vale lembrar que Candace é dublada por Ashley Tisdale, que já demonstrou seus dotes vocais na franquia “High School Musical” original, do Disney Channel. “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo” é o segundo longa animado derivado da série “Phineas e Ferb”, também do Disney Channel, mas será o primeiro a estrear em streaming, na plataforma Disney+ (Disney Plus), com estreia marcada para o dia 28 de agosto. A animação focará na história da irmã mais velha dos protagonistas, que se sente deixada de lado pela família e é abduzida por alienígenas.

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    Tóquio de La Casa de Papel estrela clipe da parceria de J Balvin e Dua Lipa

    24 de julho de 2020 /

    J Balvin divulgou o clipe de sua parceria com Dua Lipa, “Un Día (One Day)”, que também tem participação de Bad Bunny e Tainy. Mas o destaque do vídeo não é de nenhum dos cantores. A estrela Úrsula Corberó, conhecida como a Tóquio da série espanhola “La Casa de Papel”, é quem valoriza a obra com sua presença, em imagens captadas em preto e branco em sua casa. Ela aparece descabelada, desarrumada, solitária e sofrendo com o tédio do isolamento social. Às vezes dança na cama, às vezes afunda na banheira, às vezes fica em posição fetal, enquanto a letra passa longe da pandemia, abordando um final de relacionamento. “Um dia você vai me amar de novo”, diz o cantor colombiano. “Um dia você vai perceber que sou mais que sua amante, sou sua amiga”, responde a britânica. No Instagram, Dua Lipa agradeceu a Corberó, que definiu como “lindíssima e talentosa”, por sua “performance de quarentena” no clipe.

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    Taylor Swift encanta fãs com primeiro clipe de álbum-surpresa

    24 de julho de 2020 /

    A cantora Taylor Swift divulgou o clipe de “Cardigan” nas primeiras horas desta sexta (24/7) e a produção já lidera o ranking dos vídeos em alta do YouTube. Realizado em isolamento social pela artista, que também assumiu a função de diretora e stylist (fez seu próprio cabelo e maquiagem), o vídeo é um belíssimo registro da relação entre Taylor e seu piano, capaz de transportá-la a paisagens de sonho, mas também de pesadelo. Os efeitos visuais de contos de fada chamam muito atenção, mas só encantam devido à direção de fotografia primorosa, assinada pelo célebre cinematógrafo mexicano Rodrigo Prieto, três vezes indicado ao Oscar – por “O Segredo de Brokeback Mountain” (2006), “Silêncio” (2016) e “O Irlandês” (2019). “Todos usaram máscaras, ficaram longe um do outro”, garantiu a cantora no Instagram. “Cardigan” é o primeiro single extraído do álbum-surpresa “Folklore”, oitavo disco de Taylor Swift, anunciado na quinta e lançado nesta madrugada. “A maioria das coisas que planejei para o verão acabou não acontecendo, mas há algo que não planejei e aconteceu. E essa coisa é o meu 8º álbum de estúdio”, avisou a cantora no Instagram, levando os fãs a surtarem com o lançamento súbito e inesperado. Ao contrário do dançante e otimista “Lover”, que acabou ficando sem turnê mundial por conta da pandemia do coronavírus, “Folklore” traz a cantora mais melancólica. “Despejei todos os meus caprichos, sonhos, medos e reflexões”, ela afirmou.

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    The Weeknd vira anime em clipe com produção japonesa

    23 de julho de 2020 /

    O cantor canadense The Weeknd também aderiu à animação como forma de superar as limitações impostas à produção de videoclipes – e filmes e séries – pela pandemia de covid-19. Nos últimos dias, vários artistas lançaram clipes animados – como Dua Lipa e até Pabllo Vittar. O clipe da música “Snowchild” foi dirigido por Arthell Isom, que trabalhou nas equipes de vários animes, como “Gintama – O Filme” (2010), “Uma Carta para Momo” (2011) e na série mais recente de “Lupin the Third” (de 2012), além de ser o primeiro artista negro a possuir um estúdio de animação no Japão, D’ART Shtajio. “Snowchild” tem produção do D’ART Shtajio, conta com animadores japoneses e traz The Weeknd andando por um futuro devastado, em meio a referências de alguns de seus clipes mais famosos.

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    Pabllo Vittar vira super-heroína em clipe animado do estúdio de Super Drags

    23 de julho de 2020 /

    Pabllo Vittar voltou a virar desenho animado num novo clipe. Depois de aparecer na curta série animada “Super Drags”, artista retomou as curvas desenhadas no vídeo de “Rajadão”. A animação foi realizada pelo Combo Estúdio, justamente a produtora responsável por “Super Drags” da Netflix – além de “Any Malu Show” do Cartoon Network. E segue a mística de transformar drag queen em super-heroína, como na série – desta vez, com influência de Tempestade, personagem dos X-Men. As cenas animadas aparecem mescladas a imagens live-action de Pabllo, que se livra de correntes no vídeo, enquanto a música vai do sertanejo-axé-brega ao batidão eletrônico. Indigesto em outros tempos, o mistureba style define o superpop genérico atual.

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    Rolling Stones revelam canção inédita de 1974 com participação de Jimmy Page

    22 de julho de 2020 /

    Os Rolling Stones lançaram nesta quarta (22/7) uma canção inédita gravada com Jimmy Page, o lendário guitarrista do Led Zeppelin. A faixa “Scarlet” foi disponibilizada nas plataformas digitais, inclusive no YouTube, onde foi acompanhada por um clipe. O vídeo traz apenas a letra da canção e alguns rabiscos virtuais preenchidos na embalagem da fita master. A fita estava guardada desde os anos 1970. A gravação aconteceu em 1974, após os Stones lançarem o álbum “Goat’s Head Soup” (1973). Page apareceu para uma jam e o resultado acabou gravado. Keith Richards chegou a espalhar que se tratava de uma música para um disco solo do colega, mas os planos sempre foram de lançar a faixa num disco dos Stones, com Mick Jagger escrevendo uma letra e cantando sobre o material. O próprio Page acreditava que ela apareceria no lado B de algum single da banda. O nome da faixa, de todo modo, é uma homenagem à filha mais velha de Page, chamada de Scarlet, que na época tinha três anos de idade. O guitarrista do Led Zeppelin é um velho amigo dos Stones, tendo tocado ainda adolescente numa versão de “Heart of Stone”, de 1965, além de fazer o solo da música “One Hit (To the Body)”, em 1985. “Scarlet” será incluída numa versão estendida do álbum “Goat’s Head Soup”, que ganhará uma nova versão de luxo no dia 4 de setembro. Além desta faixa, o lançamento contará com mais duas faixas inéditas, gravadas naquele período: “All the Rage” e “Criss Cross”.

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    Laura Harrier incorpora Tina Turner em clipe de hit da lendária cantora

    17 de julho de 2020 /

    Tina Turner interrompeu a aposentadoria para regravar um de seus maiores hits: “What’s Love Got to Do with It”. A música ganhou nova produção do DJ Kygo, retornando numa versão remix pouco ousada, que preserva a melodia e a voz da lendária cantora. A música também ganhou clipe – sem Tina, mas com os atores Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Charles Michael Davis (“The Originals”). No vídeo dirigido por Sarah Bahbah, eles vivem um casal que, sob a aparência romântica, tem problemas de comunicação. Os conflitos se acumulam até a inevitável separação. Vale destacar que Harrier dá show ao incorporar Tina e dublar animadamente um trecho da música sobre um balcão de bar. Não é a primeira vez que Kygo busca sucesso com hits do passado. Em 2019, ele lançou um remix de “Higher Love”, de Whitney Houston. Nas redes sociais, o DJ se disse honrado de trabalhar com Tina, que estava afastada desde a turnê “Tina!: 50th Anniversary Tour”, em 2009. “Não acredito que vou lançar uma colaboração com Tina Turner! ‘What’s Love Got to Do with It’ é uma das minhas músicas favoritas. Parece surreal ter a oportunidade de trabalhar com uma artista lendária como ela”, escreveu.

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    Katy Perry vira palhaça em miniatura no seu novo clipe colorido

    14 de julho de 2020 /

    Katy Perry lançou o clipe de “Smile”, o terceiro a registrar sua gravidez. O vídeo lança mão de muitas cores e efeitos visuais para compensar o fato de a cantora aparecer sozinha em cena. Ela aparece maquiada como palhaça e “miniaturizada” digitalmente para ter tamanho “Toy Story” diante de pernas, cadeiras gigantes e outros objetos, enquanto reforça a temática circense da produção. Apesar do clima alegre, a cantora contou que fez a música no “período mais sombrio” de sua vida. E a letra reflete isso, ao rimar em inglês “todo dia” (every day) com o título do filme “Feitiço do Tempo” (Groundhog Day), para Perry celebrar ter se livrado do pesadelo e recuperado a capacidade de sorrir – “Smile”, claro, quer dizer “sorriso” em inglês. “Smile” é a faixa-título do novo álbum da artista, que tem previsão de lançamento para 14 de agosto. A música contém samples de um rap de 1999 da banda Naughty by Nature, mas segue o estilo nu disco, que parece experimentar um revival, 25 anos após seu sucesso original com a dupla francesa Daft Punk. Além de “Smile”, as batidas dançantes que mesclam house e discoteca ressoaram recentemente em “Hallucinate”, de Dua Lipa. O disco deve chegar após Perry dar à luz seu primeiro filho com o noivo, o ator Orlando Bloom. A cantora revelou a gravidez no clipe de “Never Worn White”, lançado em março. Depois disso, ainda lançou “Daisies”, gravado em seu “quintal”.

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    Jennifer Aniston será madrinha da filha de Katy Perry e Orlando Bloom

    12 de julho de 2020 /

    A atriz Jennifer Aniston será a madrinha da filha da cantora Katy Perry e do ator Orlando Bloom. Segundo o jornal Daily Mirror, ela aceitou o convite feito por Perry, que espera o nascimento do bebê para as próximas semanas. Uma fonte próxima a Perry e Bloom disse ao diário britânico que Aniston sempre foi a primeira opção do casal e que a cantora foi às lágrimas após a amiga aceitar o convite. “A Katy e a Jen são muito amigas e durante a quarentena elas fizeram algumas caminhadas juntas e se aproximaram ainda mais”, disse a fonte. “A Katy ficou muito emocionada e chorou quando a Jennifer topou o convite”. Hoje aos 51 anos, Aniston já é madrinha de Coco Arquette, filha da amiga e ex-colega de ‘Friends’ Courteney Cox com o ator David Arquette, que hoje já tem 16 anos. A menina será a primeira filha da cantora, que manteve sua gravidez em segredo até março passado, quando a revelou ao mundo no clipe da música “Never Worn White”. Orlando Bloom já é pai de um menino de 9 anos de seu casamento anterior com a modelo Miranda Kerr. O casal tinha planos de realizar uma cerimônia de casamento no começo do ano no Japão, mas a pandemia de covid-19 fez com que adiassem os planos. Eles ainda não definiram uma nova data para o matrimônio.

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    Dua Lipa ganha clipe inspirado em desenhos clássicos de Betty Boop

    10 de julho de 2020 /

    A cantora inglesa Dua Lipa lançou um clipe animado para “Hallucinate”, faixa dançante que flerta com o estilo nu disco do Daft Punk. O desenho animado é produzido pelo estúdio The Mill, com direção de Lisha Tan, e também têm referências claras. Suas imagens remetem à era de ouro da animação, especialmente aos curtas de Max Fleischer com a pin-up Betty Boop, o palhaço Koko e o cão Fitz nos anos 1930. No clipe, Dua Lipa é basicamente uma versão moderna de Betty Boop, vivendo uma de suas típicas aventuras com música e dança, que logo se transformam em pesadelo opressor do qual precisa se libertar. Lisha Tan já tinha demonstrado sua paixão por desenhos clássicos ao assinar a animação de um clipe de Jay-Z, “The Story of O.J.”, em 2017 – inspirado por toons racistas de Rudolf Ising e Bob Clampett. Este também é o segundo clipe animado seguido da cantora, que antes de “Hallucinate” lançou “Break My Heart” como um desenho, em maio. As duas músicas fazem parte do disco “Future Nostalgia”, segundo álbum da cantora.

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