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  • Filme,  Música

    Música-tema do inédito 007 – Sem Tempo para Morrer é indicada ao Grammy

    24 de novembro de 2020 /

    A música “No Time to Die”, de Billie Eilish, tema de “007 – Sem Tempo para Morrer”, recebeu uma indicação ao Emmy 2021, apesar do filme ter sido adiado para abril de 2021 devido à pandemia de coronavírus. O filme, que marca a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond, foi originalmente planejado para chegar aos cinemas na Páscoa passada, mas acabou adiado para novembro. Um mês antes da data prevista, Billie Eilish liberou a música e o clipe em streaming. Mas dias depois o longa sofreu um segundo adiamento, passando para o ano que vem. Com isso, a música, lançada em 1º de outubro, tornou-se elegível para o Grammy, logo depois de dominar a premiação de 2020, que aconteceu em janeiro, quando conquistou cinco vitórias, incluindo Melhor Álbum, Música, Gravação e Arista Nova. A gravação de “No Time to Die” foi produzida pelo irmão de Eilish, Finneas, ao lado de Stephen Lipson, com arranjos orquestrais de Hans Zimmer e Matt Dunkley, e participação instrumental do guitarrista Johnny Marr (ex-The Smiths). Com 18 anos de idade, Eilish é a artista mais jovem da história a compor e gravar uma música-tema dos filmes de James Bond. A indicação para “No Time to Die” foi na categoria Melhor Canção Escrita para Mídia Visual, onde competirá com “Beautiful Ghosts”, cantada por Taylor Swift no musical “Cats”, “Carried Me With You”, cantada por Brandi Carlile na trilha da animação “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, “Stand Up”, entoada por Cynthia Erivo no filme “Harriet”, e o sucesso “Into the Unknown”, cantado por Idina Menzel e Aurora no desenho “Frozen 2”. O vencedor será anunciado em 31 de janeiro de 2021, em cerimônia que será exibida no Brasil pelo canal pago TNT.

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  • Música

    Shawn Mendes e Justin Bieber se juntam em clipe da primeira parceria

    20 de novembro de 2020 /

    O cantor canadense Shawn Mendes já foi chamado de “novo Justin Bieber” quando estourou com “Stitches” aos 17 anos. Cinco anos depois, ele finalmente se junta ao “velho” Justin Bieber, que novamente é seu exemplo temático, numa balada pop sobre erros cometidos e o medo disso afetar sua imagem. “Monster” não é a típica música sobre armadilhas da fama. A forma como o clipe sombrio coloca os dois ídolos num palanque serve de metáfora para o apelo discursivo da letra, manifestado em tom de arrependimento – Bieber, em especial, tem um passado famoso de bad boy mimado. “Eu tinha 15 anos quando o mundo me colocou em um pedestal. Eu tinha grandes sonhos de fazer shows e construir memórias. Vieram alguns movimentos errados tentando parecer cool”, cita Bieber, no contexto estabelecido por Mendes para refletir sobre como é endeusado, mas se vacilar pode ser enterrado. “E seu tropeçar e cair, então eu sou um monstro? Deixe-me saber se eu pecar, se eu quebrar, se eu sou um monstro. Por favor, me avise”, canta Mendes, em coro com o compatriota pop. São dois jovens que desde a adolescência vivem seus próprios “Show de Truman”, com suas vidas transformadas em diário na mídia internacional. Bieber deu picos de audiência com seus “movimentos errados tentando parecer cool”, Mendes fez comentários racialmente insensíveis, dos quais se arrependeu. Mas é interessante a forma como o mais jovem olha para o “veterano” de 26 anos como quem tira uma lição. Isto torna “Monster” um registro importante e representativo do pop atual. Quem assina o clipe é Colin Tilley, parceiro antigo de Bieber e que trabalhou no ótimo clipe de “Holy”, lançado em setembro passado. Mendes também segue o colega na iniciativa de fazer seu primeiro documentário de turnê/ascensão mundial. Na segunda (23/11), a Netflix lança “Shawn Mendes: In Wonder”, um reflexo distante de “Justin Bieber: Never Say Never” (2011).

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  • Música

    Miley Cyrus e Dua Lipa cantam coladinhas em clipe de “rock” com groselha

    20 de novembro de 2020 /

    Miley Cyrus lançou mais um registro da sua transformação em roqueira. A música “Prisioner” é um dueto com a inglesa Dua Lipa, fortemente inspirada pelo pop rock dos anos 1980. E o clipe, dirigido pela própria Miley em parceria com a fotógrafa de moda Alana O’Herlihy, reflete o clima com imagens desbotadas de VHS, efeitos antigos de chroma key e formato de tela de TV de tubo. As imagens registram cenas de um pequeno show e a road trip de Miley Cyrus e Dua Lipa, a bordo de um ônibus particular, para chegar ao local: cenas implícitas de rock. No climax, elas cantam bem juntinhas, coladinhas e molhadinhas, após Miley se dar um banho de groselha sabor cereja para ganhar lambidas homoeróticas. A música fala da sensação de prisão causada pelo amor e o vídeo termina com uma dedicatória, “Em memória de todos os meus exes”, só para completar, dentro de um coração de arame farpado: “Comam merd*”. E tome referência. A cena “pós-créditos” é do filme “Problemas Femininos” (1974), de John Waters, em que a falecida Divine diz a frase antológica: “Eu sou uma mulher livre agora e minha vida está pronta para começar”. Divine, claro, famosamente comeu merd* no trash anterior de Waters, “Pink Flamingos” (1972). “Prisioner” faz parte de “Plastic Hearts”, sétimo álbum de estúdio de Miley Cyrus, que será lançado em uma semana – na sexta, 27 de novembro.

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  • Música

    Atriz de Guardiões da Galáxia detona Chris Hemsworth com ajuda de Tom Cruise

    15 de novembro de 2020 /

    A atriz Pom Klementieff, que interpreta a heroína Mantis na franquia “Guardiões da Galáxia”, aceitou o desafio de Chris Hemsworth e destruiu seu colega de “Vingadores: Ultimato” num vídeo criado para a Liga de Futebol de Fantasia dos Super-Heróis, patrocinada pela AGBO, a produtora dos irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”). Hemsworth foi o vencedor da primeira edição da Liga e desafiou os candidatos deste ano a baterem sua capacidade de falar mal dos outros. Klementieff não só enfrentou o Thor, da Marvel, como virou a jogadora a ser superada na competição de “trash talk” deste ano, que também tem o objetivo de arrecadar dinheiro para instituições beneficentes. Ela gravou um clipe musical cantando rimas histéricas em francês. Batizada de “Au Revoir Chris Hemsworth”, a música é uma versão do hit clássico “Laisse Tomber Les Filles”, de Serge Gainsbourg, com letra escrita em colaboração com o comediante inglês Simon Pegg – parceiro da atriz no vindouro “Missão: Impossível 7” e também diretor do vídeo. Para completar, ainda filmou em preto e branco, para dar um ar de classe à produção, e usou os cenários de Veneza, onde está rodando seu novo blockbuster. Mas a estrela canadense deixou o melhor para o final. Depois de provocar Hemsworth e outros desafiantes da Liga, como Chris Evans, Anthony Mackie, Tom Holland, Chris Pratt e Ryan Reynolds, ela deixa cair o microfone ao completar: “De uma coisa eu tenho certeza, e sinto muito por quebrar seu coração, mas meu time é melhor que o seu”. É quando a câmera se afasta para revelar quem é o time dela: a equipe de “Missão: Impossível”, com Tom Cruise, Rebecca Ferguson e Simon Pegg. Ela não foi a primeira a fazer um clipe musical na competição deste ano. Paul Rudd, o Homem-Formiga, recriou “Iron Man”, do Black Sabbath, para desafiar Robert Downey Jr., o Homem de Ferro. Mas o resultado, embora muito bem elaborado, não teve metade da graça do vídeo da atriz. Se Klementieff vencer, a organização beneficente que ela defende, Time’s Up, receberá uma percentagem do prêmio de US$ 1 milhão que será doado pelos organizadores. Veja abaixo o desafio proposto por Hemsworth e o clipe sensacional de Klementieff.

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  • Música

    Em novo clipe, Billie Eilish promove dieta de junk food de shopping

    13 de novembro de 2020 /

    A cantora Billie Eilish divulgou o clipe de “Therefore I Am”, em que corre e se diverte num shopping center vazio. Quando chega na praça de alimentação, ela começa a se encher de junk food, selecionando pretzels, refrigerante, fritas e outros alimentos gordurosos, apenas o que faz mal à saúde. Como ela própria dirigiu o vídeo, pode ser uma dica de sua dieta alimentar. A gravação aconteceu no Glendale Galleria, shopping mall da California que a cantora de 18 anos frequentava quando era pré-adolescente. “Therefore I Am” é o quarto single de Eilish (incluindo o tema do próximo filme de 007) após esgotar o repertório de seu álbum de estreia, “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”, que conquistou cinco troféus na premiação do Grammy 2020, incluindo Melhor Artista Nova, Álbum, Gravação e Música do ano. Em setembro passado, ela afirmou que seu segundo álbum só seria lançado após a disponibilização da vacina do coronavírus.

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  • Música

    Ludmilla vai da ostentação à ganância em clipe com rainhas do funk carioca

    12 de novembro de 2020 /

    Ludmilla lançou novo clipe, “Rainha da Favela”, em ritmo de ostentação. Ela tem seu próprio refrigerante, avião particular e até uma corte de rainhas do funk, e para não deixar dúvidas de que está podendo, aparece literalmente vestida de dinheiro. “Rainha da Favela” também fatura enquanto destaca o faturamento da cantora, exibindo marcas e produtos. Se a propaganda da Nike é subliminar e integrada, a da LG é constrangedoramente escancarada e implode qualquer ambição criativa do vídeo para transformá-lo num mero comercial de produtos aleatórios. Da ostentação para a ganância é um pulo. E é significativo que até as cenas quentes da funkeira e sua esposa, Brunna Gonçalves, sensualizando em uma cama, também incluam verdinhas. São outras as verdinhas que Ludmilla celebra agora. Curiosamente, o vídeo poderia ter outro rumo, ao exaltar não o dinheiro a qualquer preço, mas a sororidade do funk. Entre notas verdes e notas fiscais de anunciantes, o clipe gravado por Felipe Sassi na Rocinha também destaca as rainhas pioneiras do funk, como Tati Quebra Barraco, Valesca Popozuda, MC Kátia A Fiel e MC Carol de Niterói, num banquete de frango assado e farofa regado por refri de marca diabo. O que é bem mais artístico, autêntico e oposto completo de uma coreografia bancada pela Nike.

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  • Música

    Bad Guy: Clipe do hit de Billie Eilish atinge 1 bilhão de visualizações

    12 de novembro de 2020 /

    O clipe de maior sucesso da cantora Billie Eilish, “Bad Guy”, ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube na manhã de quarta-feira (11/11). O vídeo entrou no seleto clube dos bilhões pouco mais de um ano e meio após seu lançamento. Enquanto “Bad Guy” é a primeira música da cantora a entrar na prestigiosa lista, o diretor do clipe, Dave Meyers, comemora o ingresso de seu segundo trabalho. No início do ano, “Señorita”, que ele dirigiu para Shawn Mendes e Camila Cabello, também atingiu a marca. Meyers tem vários outros clipes com centenas de milhões de visualizações, incluindo “ME!” de Taylor Swift, “God Is a Woman” de Ariana Grande e “HUMBLE” de Kendrick Lamar. No videoclipe de “Bad Guy”, a então emergente Eilish faz uma entrada triunfal no universo pop, ao estourar uma parede de papel amarelo e dominar as cenas, inclusive sentando-se sobre um homem fazendo flexões, entre outras coisas. A faixa serviu como um dos singles de “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”, o álbum de estreia que deu à cantora um lugar na história do Grammy. Ela ganhou cinco troféus na premiação de 2020, incluindo Melhor Artista Nova, Álbum, Gravação e Música do ano. Assista ao vídeo da música “Bad Guy” abaixo.

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    Sofia Boutella estrela clipe sombrio do Foo Fighters

    10 de novembro de 2020 /

    A banda Foo Fighters divulgou o clipe de sua nova música, “Shame Shame”, que destaca a participação da atriz franco-argelina Sofia Boutella, mais conhecida por viver a personagem-título de “A Múmia” (2017). Em clima sombrio, filmado em preto e branco pela fotógrafa e diretora publicitária Paola Kudacki, o vídeo traz o cantor Dave Grohl numa terra desolada, arrastando uma guitarra quebrada sob nuvens cinzentas, quando uma forma feminina começa a brotar de dentro de seu corpo, dando vida aos contornos luxuriantes de Boutella. A atriz se materializa como um demônio interno do roqueiro, que termina o clipe cavando sua própria sepultura com o braço da guitarra. Segundo o release da gravadora, o vídeo é baseado na interpretação de um pesadelo recorrente que assombra Grohl desde a infância. Mas, além do visual macabro, o que mais chama atenção é a expressividade de Boutella, que volta a utilizar seu grande talento como bailarina para evocar cenas de terror, como no filme “Climax” (2018). Boutella também dançou recentemente no clipe “God Control”, de Madonna, está na série “Modern Love”, da Amazon, e acaba de filmar “Prisoners of the Ghostland”, estreia do cultuado cineasta japonês Sion Sono em inglês, ao lado de Nicolas Cage. “Shame Shame”, por sua vez, foi apresentada pela primeira vez no sábado passado (6/11), durante a participação do Foo Fighters no programa humorístico americano “Saturday Night Live”. A música faz parte do próximo álbum da banda, “Medicine at Midnight”, que tem previsão de lançamento apenas para fevereiro de 2021.

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  • Música

    Michael J. Fox volta a viver Marty McFly em trailer do novo clipe de Lil Nas X

    9 de novembro de 2020 /

    O astro Michael J. Fox compartilhou um trailer do novo clipe de Lil Nas X nas redes sociais, em que ele reprisa seu famoso papel de Marty McFly, da trilogia “De Volta ao Futuro”. A participação do ator é pequena, mas faz referência direta aos filmes clássicos. Após Lil Nas X aparecer por um portal no Velho Oeste, no clima de seu hit “Old Town Road”, o rapper encontra um Papai Noel sendo jogado pela porta de um saloon e, ao se aproximar, descobre que o gorro de Papai Noel tem seu nome e que ele será o novo responsável por distribuir os presentes de Natal. Paralelamente, seu cavalo se transforma em rena e um trenó mágico surge diante de um novo portal, anunciando a música natalina “Holiday”. É quando surge Fox, com sua roupa de “Clint Eastwood” em “De Volta para o Futuro III”, para avisar a Nas, “Faça o que fizer, Nas, não vá para 2020”. A frase é a mesma usada pelo ator para compartilhar o trailer e uma citação da trilogia clássica, remetendo ao viso de Doc (Christopher Lloyd) para o personagem de Michael J. Fox: “O quer que aconteça, Marty, nunca vá para 2020!”. Como se Doc soubesse o que aconteceria com a pandemia de coronavírus. Primeiro single de Lil Nas X em quase dois anos, “Holiday” será lançado na sexta nas plataformas musicais. Whatever you do Nas, don’t go to 2020 ⁦@LilNasX⁩ pic.twitter.com/MDreywsmuQ — Michael J. Fox (@realmikefox) November 9, 2020

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    BTS lidera premiação da MTV Europeia, que também consagrou Pabllo Vittar

    8 de novembro de 2020 /

    O fenômeno sul-coreano BTS foi, pela segunda vez consecutiva, o grande vencedor dos MTV European Music Awards (EMAs). A boy band venceu quatro troféus, incluindo Melhor Música (“Dynamite”), Grupo, Show Virtual e Fãs, na premiação transmitida na noite de domingo (8/11) pelo canal pago. O evento também premiou artistas locais em sua transmissão ao redor do mundo, e Pabllo Vittar venceu o troféu pelo Brasil. A cerimônia do ano passado aconteceu em Sevilla, na Espanha, onde o BTS igualmente venceu o maior número de prêmios da cerimônia. Já este ano, devido à segunda onda de coronavírus em todo o continente, os EMAs apresentaram performances gravadas em vários locais da Europa, em vez de acontecer num único palco numa cidade-sede. A premiação ainda destacou Lady Gaga, eleita como Melhor Artista em geral e Melhor Artista dos EUA, enquanto DJ Khaled levou o troféu de Melhor Clipe por “Popstar”, que contou com Drake e Justin Bieber. A colombiana Karol G também chamou atenção, vencendo a nova categoria de melhor Artista Latina e dividindo com Nicki Minaj a Melhor Parceria pela faixa “Tusa”. Anfitrião da cerimônia, o quarteto feminino britânico Little Mix recebeu o troféu de Melhor Artista Pop, além de apresentar uma performance de “Sweet Melody” gravada nos subúrbios Londres – e incorporando realidade aumentada. Entre outros prêmios, Cardi B venceu como Melhor Artista de Hip-Hop, enquanto David Guetta foi consagrado como Artista Eletrônico, Coldplay ganhou o troféu de Rock e Hayley Williams foi eleita a Melhor Artista Alternativa. Só que os premiados como eletrônicos, roqueiros e alternativos lançaram apenas hits de pop genérico em 2020. Para se ver como vão longe os dias de “120 Minutes” e “Alternative Nation” na MTV… Houve uma tendência política em várias apresentações, refletindo o clima atual – não apenas as eleições dos EUA – , com direito à premiação da música “I Can’t Breathe”, de H.E.R., inspirada na frase repetida por George Floyd enquanto era assassinado pela polícia de Columbus, na Georgia. H.E.R. ganhou um troféu especial, batizado de “Video for Good” (vídeo para o bem) das mãos do campeão de Formula 1 Lewis Hamilton. O evento também incluiu um tributo à lenda do rock Eddie Van Halen – que morreu no mês passado após uma longa batalha contra o câncer – , com participações do guitarrista Tom Morello (Rage Against the Machine), da cantora e guitarrista St. Vincent e do baterista Taylor Hawkins (Foo Fighters). E ainda inclui a terceira edição do Prêmio Mudança de Geração (Generation Change), que este ano homenageou cinco mulheres que lutam por justiça social e racial em todo o mundo. Os vencedores foram Kiki Mordi, uma jornalista investigativa que luta para acabar com a SARS na Nigéria; Temi Mwale, um ativista da justiça racial no Reino Unido; Catherhea Potjanaporn, fotógrafa de retratos na Malásia; Luiza Brasil, jornalista negra de moda no Brasil; e Raquel Willis, uma ativista transgênero negra nos EUA. Confira a lista completa dos vencedores no vídeo abaixo. Congrats to @BTS_twt on winning #MTVEMA Best Virtual Live! 🙌 pic.twitter.com/VTUNyKv9V6 — MTV EMA (@mtvema) November 8, 2020

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    Roqueiros mascarados (supostamente o Green Day) cantam que filha de Trump é nazista

    6 de novembro de 2020 /

    Em sincronia com a reta final da eleição mais tensa dos EUA, a banda de rock mascarada e supostamente anônima The Network retorna de um hiato de 17 anos para agitar os ânimos com um novo clipe, “Ivankkka Is a Nazi”. Inspirada pela new wave do Devo e o punk pop dos Ramones, a música ataca e exacerba o suposto racismo da filha mais velha de Donald Trump: “Ivanka é nazista, ela está na KKK/ Ela tem uma suástica Gucci e ama o NRA/ Ivanka é nazista, uma supremacia branca/ Ela diz que é kosher, mas sabemos que ela é uma intolerante/ Ela é uma nazista/ Ela é uma fascista, ela é uma nazista”, diz a letra singela da canção. A banda – que quase todo mundo sabe que é o Green Day com máscaras e perucas – tinha lançado sua última música em 2003 – uma canção intitulada “Money Money 2020”. Os integrantes do Green Day já disseram que não falarão sobre a Network e suposta banda refutou, brincando, as teorias de que não passa de um disfarce. Em texto publicado em seu canal do YouTube, os músicos dizem que “frequentemente fomos confundidos como a maior banda de rock’n’roll do planeta, Green Day. Esta comparação terrena é quase tão cômica quanto os humanos que habitam este planeta moribundo!” “Ivankkka Is a Nazi” é a segunda música revelada pela Network desde a semana passada e antecipa um novo álbum, “Money Money 2020 Parte II”, que ainda não tem previsão de lançamento.

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    Baby Shark supera Despacito como clipe mais visto em todos os tempos

    2 de novembro de 2020 /

    O clipe da música infantil insanamente repetitiva “Baby SharK” ultrapassou “Despacito” de Luis Fonsi e Daddy Yankee como o vídeo do YouTube mais visto de todos os tempos. A canção produzida em 2016 na Coreia do Sul segue a tradição da indústria musical do país para criar vídeos coloridos e hipnóticos, que tem rendido sucessos grudentos desde os recordes de visualização quebrados por “Gangnam Style”, do cantor Psy, em 2012. O novo recorde de “Baby Shark” veio com a versão em inglês da canção, um remix (“Baby Shark Dance”) realizado pela produtora Pinkfong, com sede em Seul, que registrou mais de 7 bilhões de reproduções no YouTube, número atingido na madrugada desta segunda-feira (2/11), destronando o reggaeton da dupla Luis Fonsi e Daddy Yankee como o líder de visualizações da plataforma. Em sua escalada para o recorde, a música chegou a entrar na parada de sucessos Hot 100 da Billboard, em janeiro de 2019, e também foi adotada como “hino” pela equipe americana de beisebol Washington Nationals, que venceu o campeonato nacional (World Series) do ano passado. Isto também levou a Casa Branca a reproduzir a melodia durante as celebrações. Mas a canção também foi utilizada de várias outras formas. Virou instrumento de tortura da cidade americana de West Palm Beach, na Flórida, quando sua repetição insistente no volume máximo serviu para desencorajar os sem-teto a permaneceram em uma área pública. E também funcionou como reforço educativo, ao ganhar nova letra (“Wash Your Hands”: lave suas mãos) para ensinar às crianças americanas a importância da higiene pessoal na luta contra a pandemia de covid-19. “Sem o amor e apoio dos fãs ao redor do mundo, o novo recorde de ‘Baby Shark’ teria sido impossível”, disse Min Seok Kim, CEO da SmartStudy, empresa controladora da Pinkfong, em um comunicado. “Estamos muito honrados com este recorde e continuaremos a nos concentrar em fornecer entretenimento de alta qualidade além das plataformas digitais.” Confira o vídeo recordista abaixo.

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    Danna Paola lança clipe de nova parceria com Luísa Sonza

    1 de novembro de 2020 /

    A cantora e atriz mexicana Danna Paola, que vive Lucrécia na série “Elite”, lançou sua segunda colaboração musical com a brasileira Luísa Sonza. A dupla se juntou à espanhola Aitana para o clipe de “Friend de Semana”, gravado no México com direção de Charlie Nelson Moreno, com quem Paola já trabalhou em vários outros trabalhos musicais. Anteriormente, a cantora mexicana já tinha colaborado com Sonza na faixa “Contigo”, que também teve participação de uma terceira integrante, a brasileira Paula Fernandes. Além de estrelar a espanhola “Elite”, da Netflix, Paola também está na série mexicana “La Doña”, da Televisa. Mas com as produções suspensas pela pandemia, ela aproveitou 2020 para se focar na carreira musical, remixando seu EP “Sie7e”, do ano passado, e lançando muitas músicas inéditas, com parcerias internacionais.

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