PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    The Crown: Atriz de Harry Potter negocia viver Elizabeth II na 5ª temporada

    22 de novembro de 2019 /

    A atriz Imelda Staunton, que viveu a vilã Dolores Umbridge na franquia “Harry Potter”, negocia virar a próxima Rainha Elizabeth II da Netflix. Segundo o jornal britânico Daily Mail, ela estaria negociando sua participação nas temporadas de número 5 e 6 da série “The Crown”. Sua participação manteria o rodízio bienal, após Claire Foy interpretar a monarca nas duas primeiras temporadas e Olivia Colman nos anos 3 e 4. As mudanças têm o objetivo de acompanhar a passagem do tempo, já que a trama de cada temporada da série se passa numa década diferente. A Netflix emitiu uma nota desmentindo a informação. A plataforma afirma que está focada na 4ª temporada, atualmente em fase de gravações, e ainda nem começou a conversar sobre a renovação da série, quanto mais escalar o elenco do 5º ano. Mas o site Deadline confirmou com suas próprias fontes que as negociações estão de fato acontecendo entre a atriz e a produtora Left Bank Pictures, responsável pela série. Curiosamente, Imelda Staunton já interpretou um membro da família real britânica, a mãe de Elizabeth II na minissérie “Os Espiões” (Cambridge Spies, 2003), da BBC. A 3ª temporada de “The Crown” foi disponibilizada no domingo passado (17/11) em streaming.

    Leia mais
  • Série

    The Crown: Vídeo destaca transformação de Olivia Colman na Rainha Elizabeth II

    19 de novembro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 3ª temporada de “The Crown”, que destaca a transformação da atriz Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) na Rainha Elizabeth II. Nos novos episódios, ela assume o papel que foi desempenhado pela vencedora do Emmy Claire Foy nas duas primeiras temporadas da série. A mudança se deu por conta da passagem de tempo – cada temporada registra uma década na monarquia britânica. A série, que começou nos anos 1950, chega nos novos episódios à década de 1970 e, além de Olivia Colman, conta agora em seu elenco central com Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. A 3ª temporada de “The Crown” foi lançada no domingo (17/11) em streaming.

    Leia mais
  • Série

    The Crown: Vídeo legendado aborda a mudança de intérpretes da 3ª temporada

    12 de novembro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo da 3ª temporada de “The Crown”, que traz depoimentos do criador Peter Morgan (“A Rainha”) e do novo elenco da atração, abordando justamente a transição de intérpretes na nova fase da atração. “Não me preocupou ter um novo elenco, mas, sim, dar a sensação de ser a mesma série”, explicou Morgan sobre os desafios da temporada. A mudança se deu por conta da passagem de tempo – cada temporada registra uma década na monarquia britânica. A série, que começou nos anos 1950, chega nos próximos episódios à década de 1970 e traz Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) no papel da Rainha Elizabeth – mantendo muitos dos trejeitos e da dicção de sua antecessora, a atriz Claire Foy, que estrelou as duas primeiras temporadas da série. Além de Olivia Colman, o elenco central agora traz Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. Por sinal, a intérprete da Princesa Diana também já se encontra definida, mas a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”) deve ser introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. O mesmo deve acontecer com a Margaret Thatcher de Gillian Anderson (“Arquivo X”), que assumiu o poder em 1979. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada no domingo (17/11) em streaming.

    Leia mais
  • Série

    The Crown: Nova família real da série ganha pôsteres individuais

    26 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou cinco pôsteres individuais dos intérpretes da família real britânica na 3ª temporada da série “The Crown”. A série, que começou nos anos 1950, chega nos próximos episódios à década de 1970, e com isso promove uma mudança completa em seu elenco, com atores mais velhos nos papéis principais para refletir a passagem do tempo. Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel da Rainha Elizabeth II, vivida por Claire Foy nas duas primeiras temporadas da série, Tobias Menzies (série “Outlander”) se tornou o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) a princesa Margaret – personagens anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Além deles, os cartazes destacam Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Erin Doherty (“Call the Midwife”) como sua irmã, a Princesa Anne. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. Por sinal, a intérprete da Princesa Diana também já se encontra definida, mas a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”) deve ser introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. O mesmo deve acontecer com a Margaret Thatcher de Gillian Anderson (“Arquivo X”), que assumiu o poder em 1979. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.

    Leia mais
  • Série

    The Crown: Trailer legendado da 3ª temporada mostra monarquia britânica nos anos 1970

    21 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo legendado da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia situa exatamente quando a trama se passa, ao mencionar a comemoração do Jubileu da Rainha Elizabeth II, que aconteceu em 1977. A data também é conhecida pela forma como foi comemorada pela banda Sex Pistols – tocando “God Save the Queen” num barco diante do Parlamento, o que resultou em caos e na prisão de todos os envolvidos. Mas a música sonora usada no vídeo é de outra época, um cover de “The Times They Are a-Changin'”, hit de Bob Dylan de 1963. Será que a série vai ignorar o impacto cultural do punk rock? O trailer registra os distúrbios políticos da época, a greve dos mineiros e os vários protestos gerados pela crise econômica dos anos 1960 na Inglaterra. Mas dá mais importância aos bastidores da monarquia, destacando o sentimento de insignificância do Príncipe Charles, ofuscado por sua mãe e tia na corte real. Outro detalhe interessante é a forma como Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel da Rainha, mantendo muitos dos trejeitos e da dicção de sua antecessora, a atriz Claire Foy, que estrelou as duas primeiras temporadas da série. Além de Olivia Colman, o elenco central trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. A mudança se deu por conta da passagem de tempo – cada temporada registra uma década na monarquia britânica. A série, que começou nos anos 1950, chega nos próximos episódios à década de 1970. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. Por sinal, a intérprete da Princesa Diana também já se encontra definida, mas a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”) deve ser introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. O mesmo deve acontecer com a Margaret Thatcher de Gillian Anderson (“Arquivo X”), que assumiu o poder em 1979. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.

    Leia mais
  • Série

    Helena Bonham Carter pediu benção à falecida Princesa Margaret para estrelar a série The Crown

    8 de outubro de 2019 /

    A atriz Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) revelou um costume inusitado de sua carreira. “A primeira coisa que faço quando interpreto alguém real é pedir a sua bênção, porque existe uma responsabilidade aí”, ela disse para o jornal The Guardian. E o que acontece quando essa pessoa já é falecida, como é o caso da Princesa Margaret, que a atriz vai interpretar na 3ª e 4ª temporadas de “The Crown”? Helena Bonham Carter admitiu que procurou um médium para tentar conversar com a princesa, que morreu em 2002. “Ela disse, aparentemente, que estava feliz por eu ser a sua intérprete”, contou Bonham Carter. “Eu perguntei pra ela: ‘Você concorda que eu te interprete’? E ela disse: ‘Você é melhor do que a outra atriz [que estava concorrendo ao papel, cuja identidade não foi revelada pelos produtores da série]'”, continuou. “Isso me fez pensar que talvez ela realmente estivesse ali, porque é uma coisa clássica de Margaret dizer. Ela era muito boa em te elogiar e te colocar pra baixo ao mesmo tempo”, completou. A atriz conheceu pessoalmente a princesa. Falando com a revista Entertainment Weekly, ela revelou que seu tio era “realmente muito próximo” de Margaret, por isso conversou com ela algumas vezes. “Ela era bem assustadora”, define Bonham Carter. “A certa altura, ela me encontrou no Castelo de Windsor e disse: ‘Você está melhorando, não está?’”, recordou, presumindo que o comentário da princesa era sobre seu talento como atriz – elogiando-a e derrubando simultaneamente. Bonham Carter vai substituir Vanessa Kirby, que interpretou Margaret nas duas primeiras temporadas da série e seguiu direto para grandes produções de Hollywood – como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”. Passada nos anos 1970, a 3ª temporada de “The Crown” também trará Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) como Rainha Elizabeth II, substituindo Claire Foy, e Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip, no lugar de Matt Smith. A estreia está marcada para 17 de novembro na Netflix.

    Leia mais
  • Série

    The Crown: Teaser da 3ª temporada destaca mudança de intérprete da Rainha Elizabeth II

    20 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o segundo teaser da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia traz a Rainha Elizabeth II ponderando a diferença de sua imagem diante dos efeitos do envelhecimento. A citação também alude, de forma metalinguística, à troca da intérprete da personagem. Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel, substituindo Claire Foy, que interpretou a Rainha da Grã-Bretanha nas duas primeiras temporadas da série. Os novos episódios chegam à Netflix em 17 de novembro. “The Crown” entra em nova fase a partir de seu terceiro ano de produção, com mudança completa de elenco para refletir a passagem do tempo. A série, que começou nos anos 1950, chegará nos próximos episódios na década de 1970. Além de Olivia Colman, o elenco central trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles. Por sinal, também já está definida a intérprete da Princesa Diana, a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”), que será introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.

    Leia mais
  • Série

    Gillian Anderson será Margaret Thatcher na série The Crown

    8 de setembro de 2019 /

    A Netflix oficializou a participação da atriz Gillian Anderson (a Dana Scully de “Arquivo X”) no papel da primeira-ministra Margaret Thatcher (1925-2013) na 4ª temporada da série “The Crown”. “Eu estou tão feliz em me juntar ao elenco e equipe de The Crown e por ter a oportunidade de interpretar uma mulher tão complicada e controversa. Thatcher era sem dúvida formidável, mas eu estou adorando explora-la além da superfície, e, me atrevo a dizer, me apaixonando pelo ícone que, ou amada ou desatestada, definiu uma era”, disse Gillian no comunicado da plataforma, divulgado nas redes sociais. A atriz é namorada de Peter Morgan, autor da série. Margaret Thatcher foi a primeira mulher a governar o Reino Unido e ficou no poder por mais de 10 anos, tornando-se uma das principais figuras da política britânica. Ela também foi uma das governantes mais conservadoras da Grã Bretanha, tornando-se odiada por grande parte da população ao agravar uma recessão e provocar desemprego em massa como consequência de atos de privatização de estatais britânicas, tentar criar novos impostos e mandar reprimir protestos com violência. Sua popularidade se recuperou graças à ditadura argentina, quando venceu a chamada “guerra das Falklands/Malvinas” contra o país sul-americano. Além de Thatcher, a produção também vai introduzir a princesa Diana na trama de seu quarto ano. A personagem será interpretada pela jovem Emma Corrin, vista atualmente na série “Pennyworth”. A 4ª temporada vai abordar o reinado de Elizabeth II durante os anos 1980 e já começou a ser gravada. A Netflix também informou que estreará a 3ª temporada no dia 17 de novembro com a introdução de um novo elenco, encabeçado por Olivia Colman, vencedora do Oscar por “A Favorita”, substituindo Claire Foy no papel da rainha britânica na década de 1970. Gillian Anderson will play Margaret Thatcher in The Crown Season Four, now in production. pic.twitter.com/OVCO8o2bVk — The Crown (@TheCrownNetflix) September 7, 2019

    Leia mais
  • Filme

    Benedict Cumberbatch e Claire Foy se juntam na primeira foto de nova cinebiografia

    28 de agosto de 2019 /

    O Studiocanal divulgou a primeira foto de “Louis Wain”, cinebiografia do artista do título, vivido por Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”). Na foto, o ator aparece ao lado de Claire Foy (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) admirado diante de um gato. A presença do gato é significativa, porque Wain era famoso por suas pinturas de gatos. Já Claire Foy interpreta a esposa do pintor do século 19. Escrito e dirigido por Will Sharpe (criador da série “Flowers”), “Louis Wain” também inclui em seu elenco Stacy Martin (“Ninfomaníaca”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andrea Riseborough (“A Morte de Stalin”) e Hayley Squires (“Eu, Daniel Blake”). Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    The Crown: Olivia Colman é a Rainha Elizabeth II no primeiro teaser da 3ª temporada

    12 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia revela a data de estreia dos novos episódios e mostra a atriz Olivia Colman, vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”, como a rainha Elizabeth II, substituindo Claire Foy no papel. “The Crown” entra em nova fase a partir de seu terceiro ano de produção, com mudança completa de elenco para refletir a passagem do tempo. A série, que começou nos anos 1950, chegará nos próximos episódios na década de 1970. Com isso, o elenco central também trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Além deles, o ator Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) terá destaque no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) foi escalado para viver o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) será a segunda mulher de Charles, Camilla Parker-Bowles. Por sinal, também já está definida a intérprete da Princesa Diana, a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”), que será introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.

    Leia mais
  • Filme

    Lady Gaga e Adele são convidadas a votar no Oscar 2020

    1 de julho de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos revelou os nomes das 842 pessoas que convidou para votar na próxima edição do Oscar. E a relação inclui o nome de duas cantoras famosas, Lady Gaga, que venceu o Oscar de Melhor Canção em 2019, e Adele, vencedora da mesma categoria em 2013. A relação também destaca os atores Sterling K. Brown e Letitia Wright (ambos de “Pantera Negra”), Claire Foy (“Primeiro Homem”), Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Elisabeth Moss (“Nós”), além de muitos artistas estrangeiros. Há pelo menos seis brasileiros, como o veterano produtor Luiz Carlos Barreto (“O Que é Isso, Companheiro?”) e a cineasta Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”), atualmente presidente da Spcine. Conheça os demais aqui. Ao divulgar os convidados nesta segunda-feira (1/7), a organização confirmou esforços para alcançar maior diversidade entre seus quadros. Para tanto, metade dos novos convidados são mulheres e 29% não são brancos. Se todos os convidados aceitarem, o total de membros ultrapassará 9 mil – 32% deles mulheres (até 2015, elas eram apenas 15%) e 16% não brancos (contra 8% em 2015). Em 2016, a Academia iniciou uma campanha para aumentar a diversidade entre seus membros, refletindo críticas sobre sua composição, formada por uma grande maioria de profissionais brancos, homens e idosos. Este perfil foi apontado como um impedimento para igualdade racial e de gênero entre os indicados e vencedores do Oscar, após dois anos seguidos em que nenhum ator negro foi selecionado para concorrer a prêmios – o que aconteceu em 2015 e 2016. Os membros da Academia são responsáveis por escolher os indicados e vencedores do Oscar. A premiação de 2020 está marcada para 9 de fevereiro, em Los Angeles, com exibição no Brasil pela rede Globo e pelo canal pago TNT.

    Leia mais
  • Filme

    Série The Crown define intérprete da Princesa Diana

    9 de abril de 2019 /

    A série “The Crown” definiu a intérprete da Princesa Diana. A atriz Emma Corrin foi escolhida para viver a personagem, que será introduzida só na 4ª temporada da série (e não mais na 3ª, como havia sido anunciado anteriormente). “Emma é uma atriz brilhante, que nos cativou imediatamente quando fez o teste para viver Diana. Ela não só tem a inocência e a beleza para o papel, mas também o talento e a complexidade para retratar esta mulher extraordinária”, comentou o criador da série, Peter Morgan, em comunicado. Corrin começou sua carreira de atriz há poucos anos no teatro britânico, tendo aparecido pela primeira vez na TV num episódio da série “Grantchester” em fevereiro. Ainda em 2019, ela fará sua estreia nos cinemas no drama “Misbehaviour”, onde contracenará com Keira Knightley. Em “The Crown”, ela fará par com Josh O’Connor (“Reino de Deus”), que foi escalado para viver o jovem Príncipe Charles nas próximas temporadas. A Princesa Diana se casou com o Príncipe Charles em 1981, e a união durou até 1996. Menos de um ano depois, em 1997, Diana morreu em um acidente de carro em Paris, aos 36 anos de idade. Esta história será abordada por “The Crown”, que entrará em nova fase a partir do terceiro ano de produção, com mudança completa de elenco para refletir a passagem do tempo. A série, que começou nos anos 1950, chegará nos próximos episódios na década de 1970. No elenco central, Olivia Colman, vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”, vai substituir Claire Foy no papel da rainha Elizabeth II, enquanto Tobias Menzies (série “Outlander”) passará a viver o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) será a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Além deles, o ator Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) terá destaque no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, e Emerald Fennell (“Call the Midwife”), por sua vez, viverá a segunda mulher de Charles, Camilla Parker-Bowles. Nem a 3ª, muito menos a 4ª temporada de “The Crown” têm data de estreia definida na Netflix.

    Leia mais
  • Filme

    O Primeiro Homem transforma conquista da lua em drama intimista

    9 de novembro de 2018 /

    “Nós decidimos ir à Lua nesta década e fazer as outras coisas, não porque são fáceis, mas porque são difíceis”, disse o presidente americano John F. Kennedy em 1962, num discurso célebre que deu um novo gás para a corrida espacial e culminou com a pegada do astronauta Neil Armstrong no solo lunar. “O Primeiro Homem”, nova parceria do cineasta Damien Chazelle com o ator Ryan Gosling (ambos de “La La Land: Cantando Estações”), conta a história de Armstrong mostrando que as dificuldades mencionadas por Kennedy vão muito além dos problemas tecnológicos. Escrito por Josh Singer (“The Post – A Guerra Secreta”) com base no livro de James R. Hansen, o roteiro acompanha quase uma década na vida de Neil Armstrong (Gosling), um piloto de testes que, ao pilotar um X-15, teve o seu primeiro vislumbre do espaço. A tranquilidade espacial é substituída pela conturbada realidade terrestre. Após perder a filha, vítima de câncer, Neil decide voltar ao trabalho. Mas quando lhe empurram um serviço burocrático – que lhe daria tempo para pensar na sua perda –, ele enxerga a oportunidade de sair dali e ingressar no programa espacial. Assim, fica estabelecida desde o início a relação trabalho-família, algo que vai ser reforçado ao longo de toda a narrativa. Chazelle explicita isso ao demonstrar como o relacionamento de Armstrong com a sua família melhora quando seu trabalho está indo bem – e como piora quando as coisas vão mal. Além disso, o diretor investe em uma montagem paralela que mostra Neil no espaço e sua esposa, Janet (Claire Foy, de “The Crown”), na Terra, dando igual importância a estes dois eventos. A relação trabalho-família também é um fator determinante para levá-lo a aceitar a missão. Quando questionado sobre os motivos de querer ir até à Lua, Neil fala da possibilidade de poder enxergar as coisas sob outra perspectiva. Sua perspectiva, porém, tem mais a ver com a sua trajetória pessoal para lidar com o luto do que com as mudanças que tal viagem causaria no mundo. Por mais que o personagem de Buzz Aldrin (Corey Stoll, de “Homem Formiga”) ofereça uma opinião dissonante – falando sobre a corrida espacial contra a União Soviética –, fica claro que o filme se posiciona de maneira contrária à opinião pragmática de Aldrin e favorável à motivação emocional de Armstrong. Marcado por um histórico de tragédias, o protagonista parece se afastar de todos como forma de se proteger. Afinal, é na solidão que encontra a segurança para lidar com os seus problemas. Numa determinada cena, Neil vê um balanço na árvore e menciona para o colega Ed White (Jason Clarke, de “Planeta dos Macacos: O Confronto”) que a sua filha tinha um igual. Porém, antes de levar a conversa adiante e expor demais a sua intimidade ao amigo, ele se afasta, retornando à sua escuridão solitária. E Gosling, que não é um ator expressivo, representa bem essa personalidade introvertida justamente pela frieza da sua atuação. Damien Chazelle também opta por uma abordagem intimista. Apostando em planos fechados, o realizador transforma a sua câmera num personagem que acompanha os astronautas, vendo as coisas sob o mesmo ponto de vista deles – os voos são filmados todo no interior dos foguetes, e não por fora, como costumam ser filmes sobre o espaço. Mais do que isso, porém, a câmera parece sentir o que eles sentem, partilhando a tensão deles durante os voos – em muitos casos, a câmera treme tanto que não dá pra identificar o que está sendo mostrado, numa representação subjetiva da visão daquelas pessoas. E é bastante significativo que, quando finalmente chegam à Lua, a câmera seja a primeira a sair. Contando uma história que já é, ao menos em partes, conhecida pelo público, o longa é mais focado nos desafios da viagem, e não no seu destino. E foram muitos desafios. O design de som destaca o ranger dos metais das aeronaves antes da decolagem, apontando para o perigo iminente que aquela tecnologia representa. Trata-se de um perigo real, que custou a vida de alguns astronautas ao longo dessa jornada. Tal insegurança é reproduzida pelo próprio Armstrong quando conversa com a família pouco tempo antes de embarcar e fala da possibilidade de não voltar. Porém, apesar de temer a viagem, ele a aceita, uma vez que, de certa maneira, ele precisa dela. “Este é um pequeno passo para o homem, mas um gigantesco salto para a humanidade” disse Neil Armstrong ao pisar na superfície lunar pela primeira vez. O filme de Damien Chazelle, porém, faz o caminho inverso, diminuindo o salto representado pela humanidade naquele momento e aumentando a importância do passo para aquele primeiro homem.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie