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  • Série

    “Expresso do Amanhã” é renovada para 4ª temporada

    30 de julho de 2021 /

    O canal pago americano TNT renovou a série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer) para sua 4ª temporada com bastante antecedência. A notícia foi dada pelo ator Daveed Diggs durante o encerramento das gravações do terceiro ano da atração, que ainda não tem previsão de estreia. Veja o vídeo abaixo. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”), que pode ter saído da série no final da 2ª temporada. A trama se passa a bordo de um trem de quase mil vagões que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A 1ª temporada terminou com um grande reviravolta, com a chegada de um segundo trem que transportava outros passageiros, incluindo o criador supostamente morto do trem Expresso original, o misterioso Sr. Wilford, interpretado por Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”). O grande elenco também inclui Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”), Alison Wright (série “The Americans”) e, desde a 2ª temporada, Rowan Blanchard (“Garota Conhece o Mundo”). A atração é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Filme

    Filmes online: As melhores opções de cinema em casa

    23 de julho de 2021 /

    Com ótimas opções para a sessão de semana em casa, o fim de semana fica especialmente animado com “Em um Bairro de Nova York”, adaptação do espetáculo da Broadway “In the Heights” (título original), de Lin-Manuel Miranda (autor do fenômeno “Hamilton”). Trata-se de uma história romântica que explora a experiência latina nos EUA e pode gerar até danças no sofá. Focada no tema dos sonhos dos imigrantes, a trama otimista é contagiante e inspira cenas de tirar o fôlego. Mas se a cantoria do começo ao fim, que exige público acostumado com o teatro musical, não for para você, dá para ficar no clima romântico com “A Última Carta de Amor”, adaptação de um livro de Jojo Moyes (autora de “Como Eu Era Antes de Você”). Na trama, uma jornalista encontra uma coleção de antigas cartas secretas, descrevendo um caso de amor proibido na década de 1960, e fica obcecada em descobrir o que aconteceu com o casal. O ótimo elenco destaca Felicity Jones (“Rogue One”) como a jornalista, Shailene Woodley (“Divergente”) e Callum Turner (“Emma.”) como o par romântico, além de Ben Cross (“Star Trek”), falecido em 2020, em seu último papel. Há até um desenho animado para apaixonados, “Palavras que Borbulham como Refrigerante”. Mas a melhor opção para toda a família está em VOD, “A Jornada de Jhalki”, que acompanha uma menina de 9 anos em busca do irmão menor desaparecido num mundo que não reflete a inocência de sua visão de vida. Já quem se acostumou a encontrar terror toda a semana na Netflix, após a trilogia “Rua do Medo”, pode matar (com facadas virtuais) a vontade com “Céu Vermelho-Sangue”. Filme de vampiro com premissa inédita, passa-se num voo noturno sequestrado por terroristas, que não contam com a resistência de uma criatura sobrenatural que luta para defender o filho e precisa chegar a seu destino antes do amanhecer. Para fãs de zumbis, ainda há um filme derivado da excelente série sul-coreana “Kingdom”, que conta a origem dos mortos-vivos na era medieval. A direção é de Kim Seong-hun, que, além de ter comandado o primeiro ano inteiro da série, é responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E enquanto a Amazon oferece o filme de ação descerebrada “Jolt” – o mais fraco deste Top 10 – , as explosões de “A Outra Face da Guerra”, que representou a Letônia na busca por uma Oscar, evocam de forma poderosa o impacto real da violência da guerra. Para completar, as plataformas de curadoria cinéfila oferecem dois cult movies perfeitos para um festival em casa. O europeu “Sweat” é um dos melhores filmes já feitos sobre a celebridade trazida pela mídia social, enquanto o australiano “Meu Primeiro Verão” explora a amizade e romance entre duas adolescentes com grande sensibilidade. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas nas plataformas digitais nesta semana.     Em um Bairro de Nova York | EUA | Musical (Apple TV, Google Play, HBO Max, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Sweat | Polônia, Suécia | Drama (MUBI)     Meu Primeiro Verão | Austrália | Drama (Supo Mugam Plus)     A Outra Face da Guerra | Letonia | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Céu Vermelho-Sangue | Alemanha, EUA | Terror (Netflix)     Kingdom: Ashin of the North | Coreia do Sul | Terror (Netflix)     Jolt: Fúria Fatal | EUA | Ação (Amazon Prime Video)     A Última Carta de Amor | Reino Unido | Romance (Netflix)     A Jornada de Jhalki | Índia | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Palavras que Borbulham como Refrigerante | Japão | Animação (Netflix)

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  • Filme

    Júri do Festival de Veneza terá diretora de “Nomadland”

    21 de julho de 2021 /

    A organização do Festival de Veneza anunciou os integrantes do júri de sua edição deste ano. E a lista destaca a participação da cineasta chinesa (radicada nos EUA) Chloé Zhao, que venceu o Oscar 2021 de Melhor Direção e Melhor Filme por “Nomadland”. Além dela, a relação inclui a atriz inglesa Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”), a belga Virginie Efira (“Benedetta”) e a canadense Sarah Gadon (“Indignação”), o diretor italiano Saverio Costanzo (“A Amiga Genial”) e o documentarista romeno Alexander Nanau (“Coletivo”). Eles vão se juntar a outro vencedor do Oscar, o sul-coreano Bong Joon-Ho, diretor de “Parasita”, que foi anunciado anteriormente como presidente do júri da mostra principal. O Festival de Veneza também definiu a cineasta bósnia Jasmila Zbanic (“Quo Vadis, Aida?”) como presidente do júri da seção Horizontes (Orizzonti), uma das principais mostras paralelas do evento. Entre os jurados desta competição, também se destaca outra diretora premiada, a norueguesa Mona Fastvold (“Um Fascinante Novo Mundo”). Com abertura do filme “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar, o Festival de Veneza 2021 vai acontecer entre os dias 1º e 11 de setembro.

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  • Série

    A Vilã: Filme de ação coreano vai virar série americana

    10 de julho de 2021 /

    O filme de ação sul-coreano “A Vilã” (The Villainess) vai virar série. A Amazon está desenvolvendo a produção em parceria com a produtora Skybound, de Robert Kirkman (de “The Walking Dead” e “Invincible”). A adaptação está a cargo da roteirista-produtora Francisca Hu (“Sleepy Hollow”) e o primeiro episódio será dirigido pelo cineasta responsável pelo filme original, Jung Byung-gil. O longa teve première no Festival de Cannes em 2017, ocasião em que foi aplaudido de pé pelo público. A premissa, porém, é bem conhecida pelos fãs de cinema por lembrar as protagonistas de “Nikita” (francesa), “Black Cat” (chinesa) e até “Viúva Negra” (americana), uma jovem que se rebela após ser treinada para se tornar assassina profissional de uma agência secreta. A série vai acompanhar uma mulher asiática que acredita ter sido adotada por pais brancos numa pequena cidade americana. Entretanto, após uma viagem a Seul resultar num incidente violento, ela descobre que seu passado é muito diferente do que imaginava e a única maneira de descobrir sua verdadeira identidade pode ser vender sua alma para uma organização sombria e corrupta. Os produtores estão atrás de uma nova intérprete para o papel principal, que foi vivido por Kim Ok-bin (“Sede de Sangue”) no cinema. Veja abaixo o trailer legendado do filme original.

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  • Etc

    Presidente da Coreia do Sul homenageia vitória de Youn Yuh-jung no Oscar 2021

    26 de abril de 2021 /

    A vitória da veterana estrela sul-coreana Youn Yuh-jung foi festejada como feito histórico em seu país natal. Ela virou foco de atenção da mídia nacional e recebeu congratulações até do presidente da república, Moon Jae-in. “Acima de tudo, é um grande consolo para as pessoas que estão cansadas da covi-19”, escreveu o presidente da Coreia do Sul num comunicado postado em sua conta oficial do Twitter. Ele ainda disse que a vitória escreveu um novo capítulo na história do cinema sul-coreano. Depois que “Parasita” se tornou a primeira produção do país a vencer o Oscar de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Filme Internacional, a conquista de Youn Yuh-jung como Melhor Atriz Coadjuvante por “Minari” foi considerada um reconhecimento contínuo de Hollywood à qualidade dos talentos da indústria cinematográfica local. Moon também escreveu que a história de “Minari”, sobre uma família de imigrantes coreanos nos EUA, demonstrou que “estamos todos intimamente conectados, mesmo se moramos em lugares diferentes”. O governo sul-coreano apoia fortemente a indústria de cinema nacional por meio de incentivo público, cotas e patrocínios de festivais – quase tudo que também existia no Brasil antes do governo Bolsonaro. 배우 윤여정 님의아카데미 여우조연상 수상을국민과 함께 축하합니다. pic.twitter.com/IkqWIL0SRj — 문재인 (@moonriver365) April 26, 2021

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  • Série

    Série Expresso do Amanhã é renovada para 3ª temporada

    19 de janeiro de 2021 /

    O canal pago americano TNT anunciou a renovação da série “Snowpiercer” para sua 3ª temporada. A atração é exibida no Brasil com o título de “Expresso do Amanhã” pela Netflix. A renovação foi oficializada uma semana antes da estreia da 2ª temporada, demonstrando apoio à produção sci-fi de custo elevado e também confiança na reprise dos bons resultados da temporada inaugural, que atraiu uma média de 1,25 milhão de telespectadores ao vivo por episódio para a TNT. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A série se passa a bordo de um trem de quase mil vagões que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A 1ª temporada terminou com um grande reviravolta, com a chegada de um segundo trem que transporta outros passageiros, incluindo o criador supostamente morto do Expresso original, o misterioso Sr. Wilford, que passa a ser interpretado nos próximos capítulos por Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”). O grande elenco também inclui Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). A estreia da 2ª temporada está marcada para 26 de janeiro na Netflix, um dia depois da exibição na TNT nos EUA.

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  • Filme

    Primeira sci-fi espacial sul-coreana ganha trailer legendado

    19 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado em português da primeira sci-fi espacial sul-coreana de grande orçamento, “Space Sweepers”, que ganhou o título nacional de “Nova Ordem Espacial”. O filme dirigido por Jo Sung-hee (“A Werewolf Boy”) deveria ter sido lançado durante a temporada de blockbuster do verão sul-coreano, mas foi adiado para setembro devido à pandemia do coronavírus. Com os cinemas ainda enfrentando restrições durante o outono, a Netflix entrou em cena e adquiriu os direitos mundiais de streaming da produção. Passado em 2092, “Space Sweepers” acompanha a tripulação da nave Victory, uma das muitas embarcações que sobreviveram da reciclagem de detritos espaciais abandonados. O filme é estrelado por Song Joong-Ki (o “A Werewolf Boy”) como o piloto gênio da nave espacial, a estrela Kim Tae-Ri (fantástica em “A Criada) como a Capitã da nave, Jin Sun-Kyu (“Kingdom”) como um engenheiro espacial e Yoo Hai-jin (“O Motorista de Táxi”) como a voz de um robô militar reprogramado. Depois de capturar com sucesso um ônibus espacial acidentado em sua última caça a destroços, a tripulação de Victory descobre em seu interior uma menina de 7 anos. Percebendo que ela é na verdade um perigoso androide procurado pelo governo, eles decidem exigir um resgate. A estreia está marcada para 5 de fevereiro.

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  • Filme

    Diretor de Parasita vai presidir júri do Festival de Veneza

    15 de janeiro de 2021 /

    O cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, vencedor da Palma do Oscar 2020 com o filme “Parasita”, será o presidente do júri internacional do 78º Festival de Cinema de Veneza, que este ano está marcado para acontecer entre 1º e 11 de setembro. O anúncio foi feito com bastante antecipação nesta sexta (15/1) por Alberto Barbera, diretor artístico da mostra. Ao apresentar a escolha, ele disse que Bong Joon-ho é uma das “vozes mais autênticas e originais do cinema mundial”. “Estou imensamente grato por ele ter aceitado colocar sua paixão de cinéfilo atento, curioso e sem preconceitos a serviço de nosso festival”, acrescentou Barbera, em comunicado. Bong Joon-ho também se manifestou, elogiando a força e tradição do evento, que é o mais antigo festival de cinema do mundo. “O Festival de Veneza carrega consigo uma longa e rica história, e fico honrado em estar envolvido em sua maravilhosa tradição cinematográfica”, disse Bong. “Como presidente do júri e sobretudo como incorrigível cinéfilo, estou pronto a admirar e aplaudir todos os grandes filmes selecionados pelo festival. Estou repleto de alegria autêntica e esperança”, conclui. Com uma carreira repleta de filmes cultuados, premiados e bem-sucedidos, dos quais “Parasita” é apenas o mais recente, Bong Joon-ho também dirigiu “Expresso do Amanhã” (2013), transformado em série pela TNT (e exibida no Brasil pela Netflix), além de suspenses como “Memórias de um Assassino” (2003) e “Mother – A Busca Pela Verdade” (2009) e os filmes de criaturas “O Hospedeiro” (2006) e “Okja” (2017), entre outros.

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    Expresso do Amanhã: Trailers revelam confronto da 2ª temporada

    12 de janeiro de 2021 /

    A Netflix e o canal pago TNT divulgaram os primeiros trailers da 2ª temporada da série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer). Apesar de diferentes, ambos exploram o clima de confronto criado com a chegada do inventor do trem pós-apocalíptico, o Sr. Wilford (interpretado por Sean Bean, de “Game of Thrones”). A versão legendada da Netflix ainda adianta a descoberta de que o planeta voltou a aquecer, o que estimula planos importantes para o futuro da humanidade – e contrastam com a visão de Wilford, de que “o apocalipse não é tão ruim”. Muito mencionado na 1ª temporada, o construtor do trem gigantesco em que viajam os últimos sobreviventes da humanidade era tido como morto, mas o último episódio trouxe uma reviravolta, com a descoberta de um segundo trem furador de neve comandado pelo gênio tecnológico, que ameaça a autonomia recém-conquistada dos passageiros do Expresso do título. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). O grande elenco também inclui Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). A produção da 2ª temporada já estava em andamento antes da pandemia de coronavírus e, graças a isso, os próximos episódios não sofreram atrasos de gravações. A estreia está marcada para 26 de janeiro na Netflix, um dia depois da exibição na TNT nos EUA. Veja abaixo os trailers diferentes e também o pôster oficial da TNT.

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    Primeira sci-fi espacial sul-coreana ganha trailer da Netflix

    6 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer (com legendas em inglês) da primeira sci-fi espacial sul-coreana de grande orçamento, “Space Sweepers”. O filme dirigido por Jo Sung-hee (“A Werewolf Boy”) deveria ter sido lançado durante a temporada de blockbuster do verão sul-coreano, mas foi adiado para setembro devido à pandemia do coronavírus. Com os cinemas ainda enfrentando restrições durante o outono, a Netflix entrou em cena e adquiriu os direitos mundiais de streaming da produção. Passado em 2092, “Space Sweepers” acompanha a tripulação da nave Victory, uma das muitas embarcações que sobreviveram da reciclagem de detritos espaciais abandonados. O filme é estrelado por Song Joong-Ki (o “A Werewolf Boy”) como o piloto gênio da nave espacial, a fantástica atriz Kim Tae-Ri (“A Criada) como a Capitã da nave, Jin Sun-Kyu (“Kingdom”) como um engenheiro espacial e Yoo Hai-jin (“O Motorista de Táxi”) como a voz de um robô militar reprogramado. Depois de capturar com sucesso um ônibus espacial acidentado em sua última caça a destroços, a tripulação de Victory descobre em seu interior uma menina de 7 anos. Percebendo que ela é na verdade um perigoso androide procurado pelo governo, eles decidem exigir um resgate. A estreia está marcada para 5 de fevereiro.

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    Kim Ki-duk (1960 – 2020)

    11 de dezembro de 2020 /

    O polêmico cineasta sul-coreano Kim Ki-duk morreu de complicações decorrentes de covid-19 na madrugada desta sexta (11/12), num hospital da Letônia, aos 59 anos. Ele teria viajado para o país báltico com a intenção de comprar uma casa e obter uma autorização de residência. A notícia foi confirmada por Vitaly Mansky, o documentarista russo que mora na Letônia e dirige o ArtDocFest local, e o Ministério de Relações Exteriores da Coreia do Sul foi citado como tendo confirmado a morte do diretor em reportagens da mídia coreana. Nascido em 20 de dezembro de 1960, em Bonghwa, Coreia do Sul, Kim se estabeleceu como autor de cinema de arte premiado, com filmes de temas sombrios e polêmicos, sempre em evidência no circuito dos festivais internacionais. Mas nos últimos anos vivia um ostracismo forçado, após ser acusado de má conduta sexual por atrizes com quem trabalhou, durante a mudança sísmica da indústria cinematográfica, decorrente do movimento #MeToo. Ele sempre foi queridinho dos festivais europeus, fazendo premières no continente desde sua estreia cinematográfica de 1996. Seu debut de baixo orçamento, “Crocodile”, foi lançado no Festival Karlovy Vary, na Reública Tcheca, assim como os dois longas seguintes, “Animais Selvagens” (1997) e “Paran Daemun” (1998). Sua consagração veio com o quarto lançamento, “A Ilha” (2000), premiado nos festivais de Veneza, Bruxelas e Fantasporto. “A Ilha” também ganhou notoriedade por suas cenas terríveis de violência, inclusive contra animais – supostamente reais – , e conteúdo abertamente indigesto, um padrão que se tornaria marca do diretor. Reza a lenda que, durante a exibição em Veneza, o público abandonou as sessões entre surtos de vômitos e desmaios. O longa nunca foi exibido no Reino Unido, onde teve a projeção proibida. Também recebeu críticas extremamente negativas da imprensa sul-coreana, que o considerou de péssimo gosto. Mas os elogios europeus acabaram prevalecendo e a controvérsia ajudou a projetar seu nome. “Endereço Desconhecido” (2001) levou-o de volta a Veneza, “Bad Guy” (2001) inaugurou sua relação com o Festival de Berlim e “The Coast Guard” (2002) lhe rendeu três troféus em Karlovy Vary. Mas o filme que realmente o popularizou entre os cinéfilos acabou não tendo nada a ver com os caminhos que ele vinha trilhando. “Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera” (2003) abordava um mosteiro budista que flutuava num lago em meio a uma floresta intocada, e representava uma suavidade inédita em sua carreira. Venceu o Leopardo de Ouro e mais quatro troféus no Festival de Locarno, além do Prêmio do Público no Festival de San Sebástian, e graças à repercussão amplamente positiva – sem nenhum resquício de polêmica – conseguiu distribuição internacional da Sony. Só que seu lançamento seguinte voltou a mergulhar no horror. “Samaritana” (2004) acompanhava um prostituta amadora numa história de amor, morte e desespero, apontando um guinada sexual para o sadismo do diretor. Foi o começo de uma radicalização, que, no entanto, não se deu de uma hora para outra. Kim Ki-duk seguiu alimentando sua fama com a conquista do Leão de Prata de Melhor Diretor por “Casa Vazia” (2004), no Festival de Veneza. Ele ainda adentrou o Festival de Cannes com “O Arco” (2005), antes de retomar o cinema extremo com “Time – O Amor Contra a Passagem do Tempo” (2006), sobre uma mulher que decide sofrer cirurgia plástica extensa para salvar seu relacionamento. Este filme passou e foi premiado apenas em festivais de terror, como Fantasporto e Sitges. Após um par de dramas românticos incomuns, ele realizou seu primeiro documentário, “Arirang” (2011), refletindo sobre sua própria carreira. A obra autocongratulatória venceu a mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes. Só que o sangue voltou a rolar logo em seguida, no impressionante “Pieta” (2012). O filme venceu o Leão de Ouro, mas causou muita controvérsia devido a uma cena forte de estupro. Alguns espectadores abandonaram a première em Veneza, diante dos desdobramentos da relação entre um violento cobrador de dívidas, que fere devedores de forma brutal, e uma mulher que afirma ser sua mãe. Kim Ki-duk disse que as cenas polêmicas eram uma metáfora do capitalismo. A premiação de “Pieta” serviu de incentivo para o diretor explorar ainda mais seu sadismo cinematográfico. O lançamento seguinte, “Moebius”, foi recusado nos cinemas sul-coreanos, pelo conteúdo com incesto, castração e outras formas de situações “impróprias”, segundo a Korea Media Rating Board (KMRB), responsável pela classificação etária dos filmes no país. A trama apresentava uma família destrutiva, questionando os seus desejos sexuais básicos. “One On One” (2014) buscou mais violência, com o assassinato em série de suspeitos da morte de uma jovem estudante. Dividido entre o desejo dos fãs por filmes cada vez mais radicais e a falta de interesse dos festivais na brutalidade gratuita, a carreira de Ki-duk acabou à deriva, como o protagonista de seu filme “A Rede” (2016), encontrado perdido entre as Coreias do Norte e do Sul. Uma reviravolta marcou o lançamento de “Humano, Espaço, Tempo e Humano” (2018) no Festival de Berlim, que foi marcado por protestos – não por imagens terríveis, mas pelo homem atrás das câmeras. Kim deixou de ser um cineasta de cenas sádicas para virar um cineasta sádico, ao ser condenado por agressão contra uma atriz durante as filmagens de “Moebius” (2013). A vítima, cuja identidade foi mantida em sigilo, acusou Kim em 2017 de lhe dar três tapas e forçá-la a realizar cenas sexuais sem roupa, que não estavam no roteiro, nos bastidores da produção. A acusadora afirmou que Kim forçou-a a pegar o pênis de um ator, apesar de uma garantia anterior de que uma prótese seria usada. Devido a seus protestos, ela foi substituída por outra atriz no filme. O que a levou a entrar na justiça. Um tribunal sul-coreano multou Kim em US$ 4,6 mil por agressão, mas os promotores não consideraram as acusações de abuso sexual citando a falta de provas. Foi uma quantia irrisória. Mas custou sua carreira. Kim tentou aproveitar o palco oferecido pelo Festival de Berlim para se defender, afirmando que os tapas foram dados como instruções para atuação. Mas, logo em seguida, mais duas atrizes denunciaram abusos ainda piores cometidos pelo diretor. Uma delas disse que Kim exigiu vê-la nua durante um processo “humilhante” de seleção, enquanto a outra contou que Kim e seu ator favorito, Cho Jae-hyeon, a estupraram após convocá-la para um encontro num hotel para “discutir detalhes de um roteiro”. O diretor ainda conseguiu exibir seu último filme, “Din” (2019), no Festival de Cannes, mas não houve interessados para lançá-lo comercialmente. Inconformado, ele tentou processar as atrizes denunciantes. Fracassou. As últimas notícias afirmavam que ele tinha entrado em depressão profunda e não tinha nenhum trabalho em desenvolvimento.

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    Estreias de cinema destacam candidato do Brasil ao Oscar 2021

    26 de novembro de 2020 /

    Um dos efeitos colaterais da falta de lançamentos bombásticos de Hollywood durante a pandemia de coronavírus tem sido o avanço das indústrias nacionais de cinema. Com mais força no Japão, Coreia do Sul e China, onde a crise sanitária encontra-se sob maior controle, os filmes locais têm dominado a programação e as bilheterias. Este processo vem acontecendo em escala muito menor no Brasil. Os motivos variam desde a reabertura tardia das salas até os reflexos inevitáveis de outra crise – dois anos sem que os produtores tivessem acesso ao Fundo Setorial do Audiovisual para produzir novos filmes. Mesmo assim, ainda há títulos de 2019, que completaram suas jornadas em festivais e chegam ao circuito comercial para ocupar salas que não têm mais o quê exibir. Entre os destaques desta semana, estão dois longas brasileiros premiados, “Pacarrete”, grande vencedor do último festival presencial de Gramado, no ano passado, e “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, selecionado para representar o Brasil no Oscar 2021. A escolha de um documentário para concorrer à categoria de Filme Internacional da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA é inusitada, mas a inesperada participação brasileira no Oscar passado também se deu por conta de um filme do gênero – “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa. Além disso, a obra de Barbara Paz tem muitos méritos. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” teve uma trajetória internacional premiada, vencendo, entre outros, o troféu de Melhor Documentário do Festival de Veneza do ano passado. Homenagem ao cineasta Hector Babenco, que sua parceira cineasta registra em seus últimos instantes de vida – ele morreu em 2016, depois de uma luta contra o câncer – , o filme também serve de testamento das realizações de um dos maiores cineastas do Brasil – mesmo ele sendo argentino. “Pacarrete”, por sua vez, foi recebida com aplausos de pé em Gramado. Os elogios foram direcionados especialmente à performance da atriz Marcélia Cartaxo, que venceu um Urso de Prata no Festival de Berlim no começo da carreira, por “A Hora da Estrela” (1985), e voltou a conquistar um grande prêmio, o Kikito de Melhor Atriz por seu trabalho na nova obra, dando vida à história real de uma mulher de Russas, no interior do Ceará. Bailarina e ex-professora, a personagem-título sonha em se apresentar na principal festa da cidade. Com voz estridente, grita frases desconexas pelas ruas — e é simplesmente tachada de louca pelos moradores. Mas nunca se dá por vencida, defendendo sua arte em protesto e resistência. “Todo artista precisa resistir. Viva o cinema brasileiro”, disse Marcélia Cartaxo, ao receber seu troféu no festival gaúcho – um dos oito conquistados pelo filme de Allan Deberton. A lista de lançamentos brasileiros ainda inclui dois longas de diretores estreantes: “Mulher Oceano”, de Djin Sganzerla (filha de Rogério Sganzerla e Helena Ignez), que filma a si mesma como duas mulheres, e “Boni Bonita”, de Daniel Barosa, passado às margens da cena pop-rock brasileira, com participações de Otto, Ney Matogrosso e premiado no Festim Lisboa. Já entre os poucos títulos internacionais, o destaque é o sul-coreano “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do terror-sensação de 2016, novamente dirigido por Yeon Sang-ho, que entretanto não repete o mesmo impacto e tensão do filme original. Confira abaixo os trailers de todos os filmes que entram em cartaz nesta quinta-feira (26/11). Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou | Brasil | 2019 Pacarrete | Brasil | 2019 Mulher Oceano | Brasil | 2019 Invasão Zumbi 2: Península | Coreia do Sul | 2020 Meu “Querido” Elfo | Rússia | 2019

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  • Série

    Expresso do Amanhã: Teaser da 2ª temporada destaca novo antagonista

    8 de outubro de 2020 /

    O canal pago americano TNT divulgou um novo teaser da 2ª temporada de “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer), que revela a data de estreia e o novo antagonista da série, destacando a participação de Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”) no papel do mítico Sr. Wilford. Muito mencionado na 1ª temporada, o construtor do trem gigantesco em que viajam os últimos sobreviventes da humanidade era tido como morto, mas o último episódio trouxe uma reviravolta, com a descoberta de um segundo trem furador de neve comandado pelo gênio tecnológico, numa situação de confronto que ameaça a autonomia recém-conquistada dos passageiros. A produção da 2ª temporada já estava em andamento antes da pandemia de coronavírus e, graças a isso, os próximos episódios serão lançados em 25 de janeiro. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A 1ª temporada teve média de 1,2 milhão de telespectadores ao vivo nos EUA e foi disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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