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  • Filme,  Música

    A Música da Minha Vida celebra Bruce Springsteen e o poder da música

    27 de outubro de 2019 /

    Filme indie britânico baseado nas memórias do jornalista inglês de ascendência paquistanesa Sarfraz Manzoor (e registradas no livro “Greetings from Bury Park: Race, Religion and Rock N’ Roll”, lançado por ele em 2007), “A Música da Minha Vida” (“Blinded by the Light”, no original) é uma declaração de amor a Bruce Springsteen, num contexto direto, e ao poder revolucionário da música, numa visão mais ampla. A trama retorna aos difíceis anos 1980 com Margaret Thatcher como primeira ministra do Reino Unido. A família de Manzoor (aqui apresentada como Javed Khan) vive em Luton e, seguindo seus preceitos, deseja encontrar uma parceira para o rapaz, tanto quanto espera que ele siga uma profissão tradicional, como médico ou advogado. Javed (interpretado por Viveik Kalra), porém, escreve poesias e também letras de música para uma banda de amigos e tem seu texto elogiado na escola, o que rende um estágio no jornal local, e o sonho de alçar voos mais altos… sozinho. Mas os dogmas da família (e o desemprego do pai) começam a pesar sobre seus ombros, e é neste momento em que ele encontra a luz, ou melhor, Bruce Springsteen, numa fita cassete emprestada por um amigo de escola (que, assim como ele, sofre racismo por seus pais também não serem ingleses – ainda que ele seja). Para Javed, Bruce traduz seus sentimentos, suas angustias e duvidas em canções como “Born To Run”, “The River”, “Badlands” e “Thunder Road”, e ancorado nelas ele pretende enfrentar o mundo (começando por sua família). Filme agridoce, previsível e que apenas tateia temas espinhosos (como o racismo, religião e a extrema-direita britânica), “A Música da Minha Vida” tem direção de Gurinder Chadha (de “Driblando o Destino” e carrega todos os cacoetes de uma produção independente, mas se destaca por sua bela trilha sonora (Bruce não apenas cedeu arrasadoras versões ao vivo raras como também uma canção inédita, “I’ll Stand By You”, que havia sido feita para um dos filmes de Harry Potter, mas ficou de fora) e sua força sonhadora, alcançando um resultado muito mais (hummm) honesto e interessante do que, digamos, “Yesterday”, “Rocketman” e “Bohemian Rhapsody”, ainda que aquém (emocionalmente) de “Springsteen on Broadway” e “Springsteen & I”.

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  • Filme

    The Gentleman: Matthew McConaughey é chefão do crime no trailer do novo filme de Guy Ritchie

    2 de outubro de 2019 /

    A STX divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Gentleman”, que traz o diretor Guy Ritchie de volta às histórias de gângsteres britânicos, repletas de humor negro, que lhe renderam fama no começo de sua carreira. O envolvimento com drogas e diversas reviravoltas apresentadas na prévia evocam sua saudosa estreia, “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998), enquanto o elenco grandioso sugere o filme seguinte, “Snatch: Porcos e Diamantes” (2000). Definitivamente, não é “Aladdin” (2019) nem “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Mas o protagonista é o intérprete do Rei Arthur, Charlie Hunnam, um gângster bem educado, que trabalha para um chefão do crime interpretado por Matthew McConaughey (“Interestelar”), americano que construiu um império de drogas no Reino Unido. Quando rumores começam a circular sobre uma aposentadoria do chefão, todos os outros criminosos de Londres criam seus próprios esquemas para tomar o lugar dele. O elenco grandioso inclui Henry Golding (“Podres de Ricos”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”), Jeremy Strong (“Succession”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Colin Farrell (“Dumbo”) e Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). A estreia está marcada para 24 de janeiro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    Filme Sexy Beast vai virar série da Paramount

    14 de julho de 2019 /

    A Paramount encomendou uma temporada de 10 episódios de “Sexy Beast”, série que adapta o filme homônimo de 2000. A produção é uma parceria entre os estúdios Anonymous Content e Paramount Television, responsáveis por sucessos como “13 Reasons Why” e “The Alienist”. Estreia do cineasta Jonathan Glazer (“Reencarnação” e “Sob a Pele”), “Sexy Beast” é um filme de gângsteres que rendeu até uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ben Kingsley. Na trama, Ray Winstone vive Gal Dove, um ladrão que resolve se aposentar da vida do crime, saindo em férias com sua mulher e amigos para a Espanha. Mas seu antigo parceiro Don Logan (papel de Kingsley) quer que ele participe de um grande assalto em Londres e se recusa a aceitar “não” como resposta. Ian McShane também está no elenco com o poderoso chefão Teddy Bass, que se beneficiaria do crime. A série será um prólogo que contará o passado criminoso desses personagens, mostrando o começo da parceria entre Gal Dove e Don Logan, na época em que começam a trabalhar para o chefão Teddy Bass e Gal conhece e se apaixona pela estrela de cinema adulto DeeDee – sua futura esposa. Gal é um ladrão brilhante e Don é um gângster cruel, e a série vai explorar o complicado relacionamento do par, em meio à loucura sedutora do mundo criminoso de Londres durante os vibrantes e voláteis anos 1990. A atração foi desenvolvida por Michael Caleo, roteirista das séries clássicas “Rescue Me” e “Os Sopranos”, além do filme “A Família”, de Luc Besson, e o primeiro episódio terá direção da cineasta Karyn Kusama (“O Peso do Passado”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Renee Zellweger é Judy Garland em trailer emocionante de cinebiografia

    8 de julho de 2019 /

    A LD Entertainment divulgou o pôster e o emocionante trailer completo de “Judy”, cinebiografia em que Renee Zellwegger se transforma em Judy Garland. A trama acompanha a lendária atriz de “O Mágico de Oz” (1939) e “Nasce uma Estrela” (1954) no final de sua vida. Separada, endividada e sem opções para cuidar dos filhos, ela aceita embarcar numa turnê de shows em Londres em 1968, onde realiza espetáculos concorridos, envolve-se com o último amor de sua vida, dá vexames e luta contra a depressão, semanas antes de morrer de overdose aos 47 anos de idade. É um grande melodrama. O filme tem roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”), direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”) e seu elenco ainda inclui Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), Bella Ramsey (“Game of Thrones”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Gemma-Leah Devereux (“The Tudors”) e Darci Shaw (“The Bay”) como a versão jovem de Judy. A estreia está marcada para 27 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Shaun, O Carneiro encontra ET no trailer da nova animação

    3 de julho de 2019 /

    A Aardman Animation divulgou novos pôsteres e trailer da continuação de “Shaun: O Carneiro” (2015). Com o subtítulo, em inglês, de “Farmageddon”, vídeo e cartaz mostram o carneiro no espaço e travando contato com um novo personagem, um ET que caiu na Terra. A chegada de discos voadores e aliens será acompanhada por uma invasão militar na pacata fazenda da trama, transformando completamente a premissa da franquia. Mas uma coisa não mudou. O filme é realizado com a mesma técnica de animação por stop-motion de todas as produções da Aardman. A direção é da dupla Will Becher e Richard Phelan, que estreia em longa após trabalharem na série animada do personagem. Shaun apareceu pela primeira vez no curta “Wallace & Gromit: O Fio da Navalha” (1995), premiado com o Oscar, e, de coadjuvante, acabou virando protagonista ao ganhar uma série animada em 2007, exibida até hoje pela TV britânica. Um dos segredos de sua popularidade é que seus desenhos são mudos, já que os carneiros não falam, e portanto são facilmente entendidos em todo o mundo. O primeiro longa foi o grande vencedor da edição 2015 do Festival Anima Mundi e disputou o Oscar de Melhor Animação. A continuação tem estreia marcada para outubro no Reino Unido, mas só deve chegar em 2020 no Brasil.

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  • Filme

    Danny Boyle revela planos de filmar Extermínio 3

    24 de junho de 2019 /

    O diretor britânico Danny Boyle contou que existem planos para retomar a franquia de zumbis “Extermínio” com um terceiro filme. Em entrevista ao jornal The Independent, ele comentou que teve uma conversa com o roteirista original, Alex Garland, que rendeu uma “ideia maravilhosa” para continuar a história. “Alex Garland e eu tivemos uma ideia maravilhosa para o terceiro filme. É realmente boa”, disse o diretor. “O filme original inspirou um tipo de ressurreição dos dramas envolvendo zumbis e não faz referência a nada disso. Não parece estagnado. Ele [Alex Garland] está concentrado na direção de seu próprio filme no momento, então estamos no limbo por enquanto, mas nunca se sabe”, completou o diretor. O “Extermínio” original, lançado em 2002, foi responsável pela renovação do interesse em histórias de zumbis. Não apenas no cinema. Os primeiros minutos do longa foram basicamente “refletidos” na primeira edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”, lançada um anos depois com a mesma premissa, ao mostrar um protagonista que desperta num hospital sem saber do apocalipse zumbi. O longa ganhou uma boa continuação em 2007, escrita e dirigida pelo espanhol Juan Carlos Fresnadillo, com Boyle e Garland atuando como produtores. Atualmente, Boyle divulga o lançamento de seu novo filme, o musical “Yesterday”, com estreia marcada para agosto no Brasil, e Garland prepara seu terceiro longa como diretor, a adaptação do game “Halo”, além de sua primeira série, “Devs”. Relembre abaixo o trailer do primeiro “Extermínio”.

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  • Filme

    A Espiã Vermelha simplifica questões profundas com romantismo de época

    18 de maio de 2019 /

    Quando se fala de espionagem, a ideia imediatamente associada a ela é a de traição. Traição a seu país, à sua causa política, aos seus companheiros de trabalho ou militância, a seus amores, amigos, familiares. Mas o mundo é complexo e muitos elementos entram nessa equação. Por exemplo, num tempo de guerra, há alianças. Será correto que um país aliado esconda informações essenciais do outro? A lealdade a um país não poderia ser um entrave ao equilíbrio necessário para reconquistar a paz mundial? No terreno das relações pessoais, como amar e se dedicar a alguém que professa teses arriscadas, que soam parciais ou manipuladas? Enfim, é possível e desejável dormir com o inimigo? É justo excluir amigos e familiares de informações que podem colocá-los em risco? Por outro lado, deixá-los na ignorância pode ser uma forma de protegê-los? E aos companheiros de militância política ou científica é possível omitir ou compartilhar dados sigilosos? Em que medida e com que objetivo? Todas essas questões perpassam a leitura do romance “A Espiã Vermelha” (Red Joan), de Jennie Rooney, uma criação inspirada em fatos e personagens reais da história, no Reino Unido, no período que antecedeu a 2ª Guerra Mundial, passou por toda a conflagração e continuou após a bomba atômica, em Hiroshima, e a vitória dos aliados ocidentais e da União Soviética. A personagem da espiã Joan Stanley é complexa e cheia de nuances, sentimentos, valores, lealdades pessoais e políticas. É inspirada livremente na espiã britânica Melita Norwood, que agiu municiando a União Soviética de informações sigilosas. Só foi descoberta 50 anos após, quando já contava com 87 anos de idade, levando uma vida calma e tranquila nos subúrbios londrinos, viúva e com um filho advogado. O filme homônimo, de Trevor Nunn, adapta essa história surpreendente e atraente, respeitando a proposta do livro, mas reduzindo significativamente o impacto político e a força que esse envolvimento tem na vida da personagem principal e de seus contatos mais importantes. O comunismo como ideia-força dessa juventude retratada, o papel heroico e ambíguo de Stalin na guerra (haja visto o pacto de não-agressão firmado com Hitler), a opressão que se seguiu, assim como o papel do Reino Unido como aliado preferencial dos norte-americanos, porém, reticente em relação aos soviéticos, o rompimento do que restava do pacto civilizatório com o ataque brutal da bomba em Hiroshima e Nagasaki e o desequilíbrio do mundo com a emergência da superpotência dos Estados Unidos, tiveram um papel de fundamental relevo na trama. Isto é claro no livro, mas tímido no filme. Os elementos românticos da narrativa são mais explorados pelo filme do que talvez fosse necessário. Parece que houve uma preocupação de tornar mais palatável ao grande público uma trama que deixasse a contextualização política num plano mais geral, sem entrar em muitos detalhes. No entanto, a espionagem em si é apenas um elemento do sentimento político reinante naquele período da história. Não é o centro dela, embora seja o elemento detonador que une o presente ao passado. Evidentemente, o nome da grande atriz inglesa Judi Dench, que faz Joan idosa nos dias atuais, vai atrair o público aos cinemas. Seu papel, porém, é relativamente pequeno, já que o maior tempo é dedicado ao relembrar do passado que está sub judice da Joan jovem, papel de Sophie Cookson, que está bem, mas não passa a densidade política que a personagem precisaria ter. O elenco como conjunto é muito bom, a produção é bem cuidada, a caracterização de época é ótima, oferecendo um programa cinematográfico de boa qualidade. Mas o livro que inspirou o filme, lançado pela editora Record, aprofunda questões que “A Espiã Vermelha”, no cinema, não conseguiu explorar suficientemente.

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    Renee Zellweger é Judy Garland em trailer de cinebiografia

    12 de maio de 2019 /

    A Roadside Attractions divulgou o pôster, novas fotos e o primeiro trailer de “Judy”, cinebiografia da lendária atriz Judy Garland. A prévia mostra diversas cenas da vida da estrela, com ênfase em seus últimos anos, quando é encarnada por Renee Zellweger. E a interpretação é tão convincente que os letreiros chegam a afirmar que “Renee Zellweger é Judy Garland”. Situado em 1968, o filme mostrará a chegada da atriz em Londres para uma série de apresentações. 30 anos depois de dar a vida a Dorothy, em “O Mágico de Oz”, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, relacionamentos com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean. Judy Garland faleceu poucos meses depois, ainda em Londres, de overdose aos 47 anos de idade. O filme tem roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”), direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”) e seu elenco ainda inclui Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), Bella Ramsey (“Game of Thrones”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Gemma-Leah Devereux (“The Tudors”) como Lisa Minnelli e Darci Shaw (“The Bay”) como a versão jovem de Judy. A estreia está marcada para 27 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Nadja Regin (1931 – 2019)

    8 de abril de 2019 /

    A atriz Nadja Regin, que apareceu em dois filmes da franquia “007”, morreu aos 87 anos. A notícia foi confirmada pela conta oficial da saga James Bond no Twitter, que postou uma homenagem à atriz sérvia, sem dar maiores detalhes sobre sua morte. Ela começou a carreira em 1959 em filmes da então Iugoslávia, usando seu nome completo: Nadja Poderegin. Fez oito produções elogiadíssimas, antes de cruzar a Cortina de Ferro para trabalhar na Alemanha Ocidental e no Reino Unido, onde a qualidade das obras desabou, mas lhe deu maior visibilidade. Os dois filmes de James Bond foram os únicos trabalhos de sua filmografia lançados no Brasil. Em “Moscou Contra 007” (1963), estrelado por Sean Connery, Regin viveu a amante do personagem Karim Bey (Pedro Armendáriz), chefe da “estação T” do Serviço Secreto Britânico em Istambul (Turquia). Sua segunda aparição, em “007 Contra Goldfinger” (1964), teve mais destaque. Novamente ao lado de Connery, ela aparece como a personagem Bonita, uma dançarina sedutora que tenta enganar o espião. Regin continuou atuando durante os anos 1960, aparecendo em séries britânicas como “Danger Man”, “The Third Man” (O Terceiro Homem) e “The Saint” (O Santo). Até se aposentar em 1968, fundando a editora literária Honeyglen Publishing com sua irmã, Jelena.

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    The Souvenir: Trailer do filme vencedor do Festival de Sundance destaca filha de Tilda Swinton

    20 de fevereiro de 2019 /

    A A24 divulgou o pôster e o trailer de “The Souvenir”, drama britânico que venceu a mostra competitiva internacional do Festival de Sundance deste ano. A prévia mostra um relacionamento destrutivo, em que um homem manipula uma mulher apaixonada. Mas o destaque principal está na relação entre as intérpretes de mãe e filha. “The Souvenir” marca o primeiro papel de destaque de Honor Swinton Byrne, que contracena com sua mãe de verdade nas cenas, a atriz Tilda Swinton. As duas já tinham trabalhado juntas há dez anos, no único filme anterior de Honor, feito quando ela ainda era criança – “Um Sonho de Amor” (2009). O terceiro nome do elenco é o ator Tom Burke (o Athos da série “The Musketeers” e o Comoran Strike de “Strike”). Tendo como pano de fundo a indústria cinematográfica, “The Souvenir” acompanha uma estudante de cinema (Swinton Byrne) que conhece um homem misterioso (Burke). Em poucos dias, os dois se envolvem num caso de amor sério, mesmo ignorando as preocupações da mãe (Swinton) da jovem e de seus amigos. A estudante passa a tomar grandes quantias de dinheiro de seus pais, entregando-se ao relacionamento e às necessidades de seu novo amor. Por curiosidade, o título se refere a uma pintura de Jean-Honoré Fragonard, feita em 1778, que é vista na cena final da prévia. O filme tem roteiro e direção de Joanna Hogg, diretora de “Aquipélogo” (2010) e “Exibição” (2013), que se baseou numa experiência de sua vida, e deu tanto o que falar durante sua passagem por Sundance que vai ganhar continuação, atualmente em desenvolvimento. Entre os produtores executivos do longa, ainda tem destaque o nome do diretor Martin Scorsese. “The Souvenir” chega aos cinemas americanos em 17 de maio e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Yesterday: Trailer legendado de comédia imagina um mundo que nunca ouviu os Beatles

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Universal divulgou o pôster e dois trailers diferentes de “Yesterday” – um deles para o mercado americano e outro internacional, legendado em português para o lançamento no Brasil. Por sinal, o filme não terá seu título traduzido por aqui, porque até os brasileiros mais desligados conhecem a música dos Beatles que inspirou seu nome. Quem são os Beatles? A prévia faz esta pergunta inusitada, ao imaginar um mundo em que ninguém nunca ouviu falar da maior banda de rock de todos os tempos, exceto um músico aspirante, que sofreu um acidente no momento do apagão musical sem precedentes, conseguindo reter na memória os grandes hits de Paul, John, George e até de Ringo. Ao tocar “Yesterday” ao vilão para os amigos, ele se surpreende quando todos acreditam que ele compôs a canção. E logo se torna o artista mais popular do mundo, tocando apenas covers dos Beatles, que ninguém mais consegue lembrar. Essa premissa de realidade alternativa foi roteirizada pelo rei das comédias românticas britânicas, Richard Curtis (de “Quatro Casamentos e um Funeral”, “Um Lugar Chamado Notting Hill” e “Simplesmente Amor”), e dirigida por Danny Boyle (de “Trainspotting” e “Quem Quer Ser um Milionário?”). Estrelado por Himesh Patel (da série “Damned”) em seu primeiro papel no cinema, o filme também destaca em seu elenco Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Lamorne Morris (“New Girl”), Joel Fry (“Requiem”) e o cantor Ed Sheeran (“The Bastard Executioner”) como ele mesmo. A estreia está marcada para 28 de junho no Reino Unido e nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão de lançamento para o Brasil.

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    BAFTA 2019: Roma vence o “Oscar britânico”

    10 de fevereiro de 2019 /

    “Roma”, de Alfonso Cuarón, foi o grande vencedor do BAFTA Awards 2019, a premiação da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). A produção mexicana em preto e branco da Netflix venceu quatro troféus, incluindo o principal, de Melhor Filme do ano. Os demais foram os troféus de Melhor Direção, Fotografia e Filme em Língua Não Inglesa, todos eles conquistados por Cuarón, como diretor, cinematógrafo e produtor do longa. O “Oscar britânico” também consagrou a produção local “A Favorita”, de Yorgos Lanthimos, que conquistou até mais prêmios: sete ao todo, inclusive Melhor Atriz para Olivia Colman e Atriz Coadjuvante para Rachel Weisz. Entre os atores, os premiados foram Rami Malek, por seu desempenho como Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”, e Mahershala Ali, como coadjuvante em “Green Book”. A vitória no BAFTA cacifa ainda mais “Roma” na disputa do Oscar 2019. Nesta década, 55,5% dos vencedores da Academia britânica (cinco de nove) também conquistaram o prêmio da Academia americana. A premiação também rendeu um troféu para Lady Gaga, pela trilha de “Nasce uma Estrela”, para Spike Lee, pelo roteiro de “Infiltrado na Klan” e para a produção de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, como Melhor Animação. Para completar, em votação aberta ao público, Letitia Wright, a Princesa Shuri de “Pantera Negra”, foi eleita a Revelação do ano. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Filme “Roma” Melhor Filme Britânico “A Favorita” Melhor Filme de Língua Não-Inglesa “Roma” Melhor Documentário “Free Solo” Melhor Animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Direção Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Roteiro Original Deborah Davis e Tony McNamara (“A Favorita”) Melhor Roteiro Adaptado Spike Lee, David Rabinowitz, Charlie Wachtel e Kevin Willmott (“Infiltrado na Klan”) Melhor Atriz Olivia Colman (“A Favorita”) Melhor Ator Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Melhor Atriz Coadjuvante Rachel Weisz (“A Favorita”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book: O Guia”) Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor “Beast” – Michael Pearce (Roteirista e Diretor) e Lauren Dark (Produtor) Melhor Trilha Sonora “Nasce Uma Estrela” Melhor Fotografia “Roma” Melhor Edição “Vice” Melhor Direção de Arte “A Favorita” Melhor Figurino “The Ballad of Buster Scruggs” “Bohemian Rhapsody” “A Favorita” “O Retorno de Mary Poppins” “Duas Rainhas” Melhor Cabelo e Maquiagem “A Favorita” Melhor Som “Bohemian Rhapsody” Melhores Efeitos Visuais “Pantera Negra” Melhor Curta-Metragem Animado Britânico “Roughhouse” Melhor Curta Britânico “73 Cows” Estrela em Ascenção Letitia Wright (“Pantera Negra”)

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    A Favorita diverte com show de interpretação e esquisitices

    9 de fevereiro de 2019 /

    O cineasta grego Yorgos Lanthimos conseguiu projeção internacional pelo caráter único de seus filmes. Seu terceiro longa, “Dente Canino” (2009), foi a obra que deu início ao fascínio mundial por suas idiossincrasias, graças à indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Nesse filme já se percebia seu gosto tanto pelo bizarro quanto por um senso de humor muito particular. Afinal, por mais que alguém ache o filme um tanto perturbador em diversos aspectos, há ali tantos momentos desconcertantes que às vezes a única reação possível é rir. O gosto pelo surreal se aprofundou em “Alpes” (2011) e inundou seu primeiro filme em língua inglesa, “O Lagosta” (2015), que contou com Colin Farrell e Rachel Weisz. Trata-se de uma obra difícil de classificar, embora alguns possam imaginá-la como uma comédia romântica perversa e bizarra. Novamente com Farrell, “O Sacrifício do Cervo Sagrado” (2017) se encaminhou mais para o gênero horror, embora fuja dos clichês e seja igualmente estranho. Por isso, mesmo sem abrir mão de suas esquisitices, “A Favorita” é o filme mais acessível do diretor. E, como resultado, recebeu 10 indicações ao Oscar. Mesmo assim, ainda pega muitos espectadores desprevenidos, já que sua aparência superficial de drama de época britânico esconde, sob os espartilhos, uma sátira sáfica, que lida com o homoerotismo. Mas “A Favorita” é, antes de tudo, sobre os jogos do poder. E há tempos não vemos um trio de atrizes tão forte representando seus papéis com tanta desenvoltura, que até parece que a disputa por prestígio também acontece por trás das câmeras, no sentido de que Emma Stone, Rachel Weisz e Olivia Colman parecem competir por atenção e admiração. Não por acaso, as três foram indicadas ao Oscar. Na trama, Emma Stone é uma jovem plebeia que é recebida para trabalhar no palácio de Anne (Colman), Rainha da Inglaterra do início do século 18. Além de chegar toda suja, ela ainda é ridicularizada pela mulher que é o braço direito da rainha (Weisz, inspirada). O que a jovem descobre, graças à sua inteligência e luta pela sobrevivência naquele ninho de cobras, é que as personagens de Colman e Weisz também são amantes. É então que percebe o caminho para conquistar o seu lugar ao sol, através daquela rainha que na maioria das vezes mais parece uma criança mimada. Para contar essa história, Lanthimos usa lente grande angular, que destaca principalmente a grandeza dos interiores do palácio real. Há também cenas com utilização apenas de luz natural, o que alimenta comparações com o clássico “Barry Lyndon” (1975), de Stanley Kubrick. E não dá para ignorar a suntuosidade dos cenários e figurinos. Tanto capricho poderia distrair do enredo, não fosse ele tão divertido e tão bem encenado, com um show de interpretação das três atrizes. Fala-se muito de Oliva Colman, que se projetou internacionalmente com este filme, após uma carreira focada na TV britânica, mas a “coadjuvante” Stone aparece mais em cena que a própria intérprete da rainha. A cena em que tenta seduzir um dos nobres do castelo à base de porrada está entre os pontos altos da produção. Considerando-se a fragilidade dos demais filmes indicados à categoria principal do Oscar, “A Favorita” se engrandece ainda mais, atingindo status de obra-prima.

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