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    Festival de Veneza começa em meio à greves e polêmicas

    30 de agosto de 2023 /

    O 80º Festival de Veneza, que começa nesta quarta (30/8) em meio às greves dos roteiristas e atores de Hollywood, terá poucos astros por causa da situação, mas seus filmes prometem dar muito o que falar, inclusive em termos de controvérsias, já que entre os títulos selecionados estão obras de diretores “cancelados” como Roman Polanski, Woody Allen e Luc Besson.   Diretores polêmicos Polanski, que fugiu dos EUA em 1978 após ser condenado por agressão sexual a uma adolescente, apresentará seu novo filme, “The Palace”, fora da competição. Woody Allen traz “Coup de Chance”, e Luc Besson estreará “DogMan” na competição. Todos os três cineastas foram alvo de alegações de abuso e, no contexto do movimento #MeToo, também sofreram campanhas de cancelamento online. No entanto, apenas Polanski foi acusado formalmente de um crime. Woody Allen foi considerado inocente das alegações de abuso de sua filha adotiva nos anos 1990 e os tribunais franceses rejeitaram repetidamente as acusações contra Besson, inclusive recentemente descartando um caso envolvendo uma suposta agressão a uma atriz belga. Na ocasião do anúncio da programação, Alberto Barbera, diretor do festival, defendeu a escolha. “O caso Polanski [tem sido] debatido há 50 anos. Não entendo por que não se pode distinguir entre as responsabilidades do homem e as do artista”, disse ele. “Polanski tem 90 anos, é um dos poucos mestres em atividade, fez um filme extraordinário… Pode ser o último filme de sua carreira, embora eu espero que ele faça como [Joaquim] de Oliveira, que fez filmes até os 105 anos. Eu me posiciono firmemente entre aqueles que no debate distinguem [entre] a responsabilidade do homem e a do artista.”   Filmes descancelados “The Palace”, de Polanski, é descrito como uma comédia negra ambientada em um luxuoso hotel suíço na véspera de Ano Novo em 1999. O elenco inclui John Cleese, Luca Barbareschi, Oliver Masucci, Fanny Ardant e Mickey Rourke. Já “Coup de Chance”, de Allen, é o primeiro filme do diretor em francês. Nos últimos anos, Allen encontrou dificuldades para garantir financiamento nos EUA para seus filmes, após as alegações de abuso de sua filha adotiva, Dylan Farrow, ressurgirem na era pós-#MeToo. No entanto, distribuidores europeus continuaram a apoiá-lo. O novo filme, que será lançado na França em 27 de setembro, inclui um elenco de estrelas francesas, incluindo Lou de Laage, Valerie Lemercier, Melvil Poupaud e Niels Schneider. “DogMan”, de Besson, marca o retorno do diretor ao cinema, após se afastar por quatro anos para lidar com acusações de assédio e estupro. O drama, que traz Caleb Landry Jones como um jovem marcado pela vida, que encontra sua salvação através do amor por seus cães, foi um sucesso de pré-vendas para a Kinology no European Film Market em Berlim em fevereiro, vendendo seus direitos de exibição para quase todo o mundo.   Cinema brasileiro A programação do Festival de Veneza também exibe o longa-metragem brasileiro “Sem Coração”, que fará sua estreia mundial na mostra paralela Horizonte. O filme é uma coprodução oficial entre Brasil, França e Itália, dirigido e escrito por Nara Normande e Tião, e produzido por Emilie Lesclaux, Kleber Mendonça Filho (Cinemascópio), Justin Pechberty, Damien Megherbi (Les Valseurs), Nadia Trevisan, Alberto Fasulo (Itália) e pela Vitrine Filmes. “Sem Coração” se passa no verão de 1996, no litoral de Alagoas, e acompanha Tamara, que está aproveitando suas últimas semanas na vila pesqueira onde mora antes de partir para estudar em Brasília. Ela ouve falar de uma adolescente apelidada de “Sem Coração” por causa de uma cicatriz que tem no peito. Ao longo do verão, Tamara sente uma atração crescente por essa menina misteriosa. O filme foi rodado em locações no litoral de Alagoas, entre setembro e outubro de 2022.   Presença de grandes cineastas Outros destaques do festival são “O Assassino”, de David Fincher, que traz Michael Fassbender como um assassino frio que começa a desenvolver uma consciência – o filme conta com a participação da brasileira Sophie Charlotte – , e “Maestro”, de Bradley Cooper, um drama sobre o grande maestro Leonard Bernstein. Ambos são lançamentos da Netflix, que também está competindo pelo Leão do Ouro com “El Conde”, do chileno Pablo Larrain, que retrata o ditador Augusto Pinochet como um vampiro. A lista de cineastas americanos ainda inclui Ava DuVernay, que traz “Origin”, sobre o sistema de hierarquia que moldou os EUA, Sofia Coppola, que apresenta “Priscilla”, cinebiografia de Priscilla Presley, e Michael Mann, que entra na disputa com o drama de corrida “Ferrari”, com Adam Driver no papel de Enzo Ferrari, o fundador da famosa marca de carros. O festival também mostrará a estreia do diretor mexicano Michel Franco em inglês, com “Memory”, um filme ambientado em Nova York e estrelado por Jessica Chastain e Peter Sarsgaard, além de novos filmes do diretor japonês de “Drive My Car”, Ryûsuke Hamaguchi, chamado “Evil Does Not Exist”, e do grego Yorgos Lanthimos, a ficção científica surrealista “Poor Things”, estrelado por Emma Stone.   Seleção europeia A Itália também marca forte presença com seis títulos na competição, liderados pelo filme de abertura “Comandante”, um épico anti-guerra ambicioso estrelado pelo ator italiano Pierfrancesco Favino. Outros destaques italianos incluem “Io Capitano”, de Matteo Garrone, sobre a jornada homérica de dois jovens africanos que deixam Dakar para chegar à Europa, e “Finalmente L’alba”, de Saverio Costanzo, ambientado na Cinecittà durante os anos 1950, quando as famosas instalações de cinema eram conhecidas como a “Hollywood no Tibre”. Da França, vem o já mencionado “Dogman”, de Luc Besson, e “The Beast”, uma sci-fi de Bertrand Bonello que traz Léa Seydoux como uma jovem atormentada que decide purificar seu DNA em uma máquina, o que a levará em uma jornada por uma série de vidas passadas. Outros filmes notáveis incluem os poloneses “The Green Border”, de Agnieszka Holland, sobre a crise humanitária desencadeada pelo presidente bielorrusso Lukaschenko, que em 2021 abriu a fronteira da Bielorrússia com a Polônia para migrantes, e “Kobieta Z”, da dupla de diretores Małgorzata Szumowska e Michał Englert. O Festival de Veneza de 2023 acontecerá até 9 de setembro.

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    Nosso Sonho: Filme de Claudinho e Buchecha ganha trailer

    29 de agosto de 2023 /

    A Manequim Filmes divulgou o trailer completo de “Nosso Sonho”, filme biográfico que narra a história de Claudinho e Buchecha. Na prévia, os atores Lucas Penteado (“BBB 21”) e Juan Paiva (“Um Lugar ao Sol”) dão vida à dupla, que começou sua amizade ainda na infância e se tornou icônica nos anos 1990 graças aos sucessos de funk melody. A trama de “Nosso Sonho” retrata os desafios pessoais de Claudinho (Penteado) e Buchecha (Paiva), bem como os bastidores da fama e as dificuldades enfrentadas rumo ao sucesso, antes do final trágico, com a morte de Claudinho num acidente de trânsito em 2001. Uma história marcada por hits A história é contada sob visão de Buchecha, que insistiu para que Claudinho aceitasse participar da dupla. O destino dos artistas começa a ser traçado quando sua primeira música toca numa rádio local e eles assinam contrato nos anos 1990. Além disso, o filme apresenta familiares e os amigos próximos da dupla formada na periferia de Niterói, no Rio de Janeiro. A história dirigida por Eduardo Albergaria (“Happy Hour”) ainda é marcada por hits de sucesso como “Só Love”, “Coisa de Cinema” e a homônima “Nosso Sonho”, que embalam a trama. O elenco também conta com Tatiana Tiburcio (“Terra e Paixão”), Nando Cunha (“Os Suburbanos”), Clara Moneke (“Vai na Fé”), Antônio Pitanga (“Amor Perfeito”) e Isabela Garcia (“Anos Dourados”) entre outros. “Nosso Sonho” estreia em 21 de setembro nos cinemas.

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    Teaser apresenta versão de cinema da banda Mamonas Assassinas

    25 de agosto de 2023 /

    O filme dos Mamonas Assassinas ganhou seu primeiro teaser, apresentando rapidamente a versão da banda vivida por atores. Originalmente planejada como uma minissérie da Record TV, a produção vai chegar primeiro ao cinema, no começo de 2024. Intitulado “Mamonas Assassinas – O Filme”, o longa irá contar a trajetória de uma das bandas mais amadas do Brasil, interrompida por um fim trágico – com a morte de todos os seus integrantes – em um acidente aéreo na volta de um show, em 2 de março de 1996. Projeto original O projeto original foi criado por Carlos Lombardi – dramaturgo de grandes sucessos como “Uga Uga” (2000) e Kubanacan (2004) – e foi escrito pelo repórter Carlos Amorim. A direção é de Edson Spinello, que já comandou as novelas “Apocalipse” (2017) e “Rei Davi” (2012), e com o lançamento da versão em longa-metragem fará sua estreia no cinema. A produção vai mostrar a vida dos cinco integrantes da banda antes da fama, as dificuldades no início da carreira, a formação do grupo e o sucesso meteórico, preferindo focar nos desafios dos amigos de Guarulhos que foram catapultados para a fama do que no trágico acidente aéreo. Elenco estreante Para o elenco principal, o projeto apostou em atores desconhecidos do grande público, mas com grande experiência em musicais. Ruy Brissac, que interpreta o vocalista Dinho, repete o papel que viveu no teatro em “Mamonas, o Musical”, e que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Ator Revelação. Adriano Tunes, que vive o baixista Samuel Reoli, é humorista e já trabalhou no programa “Dedé e o Comando Maluco”, do SBT, além de musicais como o da apresentadora Hebe Camargo. Robson Lima, que interpreta o tecladista Júlio Rasec, também é ator de teatro e trabalhou em “Yank – O Musical”. Rhener Freitas, que tem o papel do baixista Sérgio Reoli, trabalhou na série “Bia”, do Disney Channel. O cantor e apresentador Yudi Tamashiro, que chegou a integrar o elenco do musical dos Mamonas, iria interpretar o guitarrista Bento, mas foi substituído por Alberto Hinomoto, sobrinho do personagem real. Alberto, de 17 anos, tocará em cena a mesma guitarra que pertenceu a seu tio, usada por ele nos shows da banda. As filmagens marcam sua estreia nas telas. Outro nome que irá estrear como atriz é a famosa tiktoker Fernanda “Fefe” Schneider, de 20 anos. Ela irá interpretar Valéria Zoppello, a namorada de Dinho, que perdeu seu companheiro quando tinha apenas 24 anos. Fernanda é um fenômeno no TikTok e acumula quase 16 milhões de seguidores na plataforma. Para completar, os pais de Dinho são interpretados por Guta Ruiz, que já esteve no filme “Gostosas, Lindas e Sexies”, e Jarbas Homem de Mello, marido de Cláudia Raia e ator de “Roque Santeiro – O Musical”. “Mamonas Assassinas – O Filme” tem estreia marcada para 28 de dezembro nos cinemas.

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    Pais de Larissa Manoela ficam com cachê do novo filme da atriz

    25 de agosto de 2023 /

    Larissa Manoela, estrela do filme “Tá Escrito”, não teria recebido o cachê inicialmente acertado para a produção do longa-metragem. As informações foram reveladas por fontes distintas, entre elas a colunista Fábia Oliveira. O motivo da falta de pagamento estaria relacionado com a gestão de carreira da atriz, que era conduzida por seus pais, Silvana Taques e Gilberto Elias, na época em que o contrato para o filme foi firmado. Remuneração fantasma Após romper o vínculo profissional com os pais, Larissa teria ficado sem direito ao valor combinado. Quando as filmagens foram concluídas em março, Larissa Manoela ainda não tinha controle de seus ganhos, algo que só passou a ocorrer em maio. Nestas condições, ela teria feito o filme praticamente “de graça”. Contudo, a atriz não ficará sem nenhuma remuneração. Ela receberá uma parte da arrecadação na bilheteria, que irá diretamente para sua conta, sem interferência dos pais. Em entrevista ao “Focalizando”, Silvana Taques disse que tudo o que Larissa recebeu ao longo da carreira é dela. Entretanto, a atriz declarou ao “Fantástico” que nunca teve conhecimento preciso sobre os cachês de trabalhos. Seus pais tinham três empresas, majoritariamente sob controle deles, destinadas a administrar o patrimônio da atriz. Larissa representava apenas 2% em uma dessas empresas. A situação levou a atriz a tomar medidas drásticas para sua independência financeira, levando ao rompimento com os próprios pais. O filme “Tá Escrito” Em “Tá Escrito”, Larissa Manoela interpreta Alice, uma jovem fascinada por Astronomia. Ao receber um livro mágico com o poder de fazer previsões astrológicas se concretizarem, sua vida se transforma drasticamente. O filme tem direção de Matheus Souza (“A Última Festa”) e conta ainda com atuações de seu namorado André Luiz Frambach, além de Caroline Dallarosa (“Além da Ilusão”), Victor Lamoglia (“Ana e Vitória”), Richard Abelha (“A Última Festa”), Hamilton Dias (“Ana e Vitória”), Emira Sophia (“Perdida”), Vittoria Tosi (“Alice O Musical”), Karine Teles (“Manhãs de Setembro”) e Kevin Vechiatto (“Turma da Mônica: Lições”). . “Tá Escrito” tem estreia marcada para 2 de novembro.

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    Silvero Pereira vira “Maníaco do Parque” na primeira foto do filme

    25 de agosto de 2023 /

    A Prime Video divulgou a primeira foto do ator Silvero Pereira (“Pantanal”)na pele de Francisco de Assis Pereira, mais conhecido como o Maníaco do Parque, em novo filme de true crime. Produzido pela Santa Rita Filmes, o longa “Maníaco do Parque” tem previsão de lançamento para 2024. A imagem mostra Silvero Pereira como o motoboy Francisco de Assis Pereira, condenado por atacar 21 mulheres, assassinar dez delas e esconder seus corpos no Parque do Estado, em São Paulo, no final dos anos 1990. Elenco da produção O elenco também destaca Giovanna Grigio (“Rebelde”) como Elena, uma repórter iniciante que vê na investigação dos crimes do homem conhecido como o Maníaco do Parque a grande chance de alavancar sua carreira. Ela revela as histórias de assassinatos enquanto Francisco de Assis Pereira segue livre atacando mulheres, e sua fama cresce vertiginosamente na mídia, gerando terror na capital paulista. A produção também conta com Bruno Garcia (“Sob Pressão”), que interpreta Zico, um jornalista galanteador e sem escrúpulos, e Mel Lisboa (“Coisa Mais Linda”) como Martha, psiquiatra e irmã da protagonista, que terá a importante função de ajudá-la a entender como funciona a mente de um psicopata. Além deles, destacam-se Augusto Madeira (“Bingo, O Rei das Manhãs”) como Medeiros, um dos delegados responsáveis pelo caso do Maníaco do Parque, Christian Malheiros (“Sintonia”) como Beto, repórter fotográfico que se torna aliado de Elena, Bruna Mascarenhas (também de “Sintonia”) como Cristina, uma das vítimas de Francisco, crucial para a descoberta da identidade do assassino, Olivia Lopes (da peça “Ópera do Malandro”) como Tainá, uma travesti ex-namorada de Francisco que teve papel marcante em sua vida, e o rapper Xamã também no papel de Nivaldo, um homem boa praça e chefe de Francisco. O filme tem roteiro de L.G. Bayão (“Minha Fama de Mau”) e direção de Maurício Eça (“A Garota que Matou os Pais”). Caso também virará documentário Junto da versão dramática, a Amazon também vai lançar um documentário sobre os crimes, “O Maníaco do Parque: A História Não Contada”, que trará depoimentos inéditos de quatro mulheres, vítimas sobreviventes dos ataques do Maníaco do Parque, com direção de Thaís Nunes (“Elize Matsunaga: Era uma Vez um Crime”) e novamente Maurício Eça. A história de vida destas quatro mulheres vem acompanhada de depoimentos de familiares das mulheres assassinadas, psiquiatras, investigadores, da advogada e de pessoas que conviviam com o Maníaco do Parque, além do jornalista Gilberto Barros, que na época apresentava o programa “Cidade Alerta”, na Record. Quem é o Maníaco do Parque? Francisco de Assis Pereira foi preso em 1998, acusado pela morte de sete mulheres no Parque do Estado, em São Paulo. Ele trabalhava como motoboy, fingia ser um “caçador de talentos” e convidava as vítimas para fazer fotos quando praticava os crimes. Francisco foi sentenciado a 268 anos de pena e, na prisão, passou a receber cartas de fãs, chegando a se casar com uma admiradora, tendo separado tempos depois que a ex-noiva relatar estranheza em suas ações e personalidade. Francisco será liberado em 2028, após completar os máximos 30 anos de reclusão exigidos pela legislação brasileira. Em contrapartida, psiquiatras indicam que irá delinquir novamente, em função de seu estado mental irreversível.

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    “Gran Turismo” e novo terror de “Drácula” estreiam nos cinemas

    24 de agosto de 2023 /

    A programação de cinema desta semana destaca a adaptação do game “Gran Turismo” e uma nova versão de “Drácula”, centrada num capítulo específico da obra de Bram Stoker. A lista também inclui dois thrillers estrelados pelos veteranos Liam Neeson e Morgan Freeman, além do primeiro longa documental de Kleber Mendonça Filho, o premiado diretor de “Bacurau”. Confira abaixo mais detalhes dos filmes que estreiam na quinta-feira (24/8).   GRAN TURISMO – DE JOGADOR A CORREDOR   Baseado no famoso jogo de corrida do PlayStation, o filme narra a história real de Jann Mardenborough, um campeão de “Gran Turismo”, que entra em uma competição patrocinada pela Nissan para encontrar jogadores capazes de se tornarem pilotos reais. A trama se destaca por conseguir criar uma narrativa a partir de um jogo que originalmente não possui uma história definida. Embora siga uma fórmula esportiva familiar, com o treinador durão, o rival carismático, sucessos, fracassos e a inevitável volta por cima no terceiro ato, a transição de Jann de um jogador virtual para um piloto real é habilmente retratada, com destaque para elementos visuais que mesclam o mundo dos jogos com a realidade. Por conta dos clichês, porém, a obra teve apenas 58% de aprovação da crítica americana, na média apurada pelo Rotten Tomatoes. O papel principal é vivido por Archie Madekwe (“See”), enquanto o elenco também destaca Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”) como seu pai, David Harbour (“Stranger Things”) como seu treinador e Orlando Bloom (“Carnival Row”) na pele de um executivo do marketing que vê potencial comercial no novo piloto. Já a direção é do sul-africano Neill Blomkamp, que até então só tinha dirigido filmes de ficção científica, como “Distrito 9” e “Elysium”.   DRÁCULA – A ÚLTIMA VIAGEM DO DEMÉTER   Dramatização estendida de um breve capítulo do clássico literário “Drácula”, de Bram Stoker, o filme se passa em 1897, a bordo de um navio russo chamado Demeter, que carrega caixões sinistros em sua viagem da Romênia para a Inglaterra. A jornada é marcada por uma série de mortes e horrores indescritíveis, culminando na chegada do navio vazio ao seu destino. A narrativa, extraída dos detalhes do diário do capitão, descreve como o Conde Drácula sai de seu caixão à noite e causa estragos, atacando primeiro os animais a bordo e depois a tripulação. A história também inclui uma mulher chamada Anna, não incluída no capítulo original, uma noiva do vampiro que também sai de seu caixão, mas para tentar ajudar a tripulação. Dirigido pelo norueguês André Øvredal, que ficou conhecido por terrores indies como “O Caçador de Troll” e “A Autópsia”, o filme apresenta uma cinematografia que contribui para a atmosfera sombria da história. A representação de Drácula, interpretada por Javier Botet, é inspirada no visual de “Nosferatu”, e os efeitos especiais são usados para realçar os momentos de terror. Com um clima retrô, a produção lembra tanto os longas da antiga produtora britânica de terror Hammer quando a claustrofobia de “Alien”, em que um monstro começa a matar, um por um, toda a tripulação isolada na vastidão do espaço/mar. O elenco inclui Corey Hawkins (“Tempestade”) como o principal protagonista, Aisling Franciosi (“Imperdoável”) como Anna e Liam Cunningham (“Game of Thrones”) como o capitão da nau dos condenados.   A CHAMADA   O novo thriller de ação estrelado por Liam Neeson (“Assassino Sem Rastro”) é um remake do espanhol “El Desconocido” (2015), que também já rendeu uma versão sul-coreana, “Ligação Explosiva” (2021) – exibida em novembro do ano passado no Brasil. A trama começa em uma manhã aparentemente normal, mas que rapidamente se transforma em um pesadelo. O protagonista conduz seus dois filhos em seu carro quando recebe uma ligação misteriosa informando que há uma bomba no veículo, que será detonada caso tente parar. Após ser convencido da seriedade da ameaça, o pai faz tudo que pode pela sobrevivência de sua família, enquanto o interlocutor não identificado o força a cometer crimes. O enredo também lembra o clássico “Velocidade Máxima”, ao desencadear uma perseguição em alta velocidade pela cidade. Dirigido por Nimród Antal (“Predadores”), o elenco ainda conta com Matthew Modine (“Stranger Things”), Noma Dumezweni (“Bem-Vindos à Vizinhança”), Jack Champion (“Pânico 6”), Lilly Aspell (“Mulher-Maravilha 1984”) e Embeth Davidtz (“Influencer de Mentira”).   MUTI – CRIME E PODER   O suspense trash destaca Morgan Freeman (“Truque de Mestre”) no papel de um especialista em um caso de serial killer. A trama segue uma série de assassinatos que vão de Roma ao Mississippi, ligados a um aspecto obscuro de um ritual sul-africano chamada “Muti”, que envolve o uso de partes de um corpo numa feitiçaria. O personagem de Freeman é um professor de estudos africanos, que é trazido à investigação para ajudar a decifrar as evidências bizarras, reconhecendo a presença de “muti”. O vilão, um africano com cicatrizes chamado Randoku (interpretado pelo ex-jogador de futebol americano Vernon Davis), é apoiado por um rico empresário, enquanto um dos policiais (Cole Hauser, de “Yellowstone”) tenta resolver o caso motivado pela morte de sua filha. A direção é de George Gallo, especialista em thrillers de baixo orçamento, que já tinha trabalhado com Freeman em “A Rosa Venenosa” (2019) e possui a inabalável reputação de raramente fazer filmes bons. Nem a presença de seis roteiristas e 18 produtores diferentes conseguiu impedir seu novo longa de ser considerado lixão, com apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes.   SEM DEIXAR RASTROS   O drama polonês é baseado num caso real e notório de assassinato, que aconteceu em 1983. A trama começa com o estudante Grzegorz Przemyk (Mateusz Górski) e seu amigo Jurek (Tomasz Ziętek) celebrando o fim do ensino médio em Varsóvia, quando são abordados pela milícia e levados à delegacia, onde Grzegorz é brutalmente espancado. A história segue a luta de Jurek, a única testemunha do crime, e da mãe de Grzegorz, a poeta e ativista Barbara Sadowska (Sandra Korzeniak), para levar os culpados à justiça, enfrentando a corrupção e a intimidação do governo comunista. Dirigido por Jan P. Matuszyński (“Deep Love”), o longa é meticuloso em detalhes, capturando a atmosfera dos anos 1980 e a tensão política da época. A narrativa traça cuidadosamente as manobras políticas, acordos, acobertamentos e coerção que definiram a tentativa do estado de se esquivar da responsabilidade pelo assassinato. Mas o ritmo lento e a duração de 160 minutos podem se tornar uma experiência desafiadora para o espectador.   O ACIDENTE   O primeiro longa do diretor gaúcho Bruno Carboni foi premiado por seu roteiro no Festival Internacional de Pequim, na China. A trama segue Joana (Carol Martins), uma ciclista que sofre um atropelamento inusitado após confrontar uma motorista que a fechou no trânsito. Carregada no capô do carro por alguns metros, Joana sai aparentemente ilesa, mas o vídeo do incidente viraliza, e ela se vê obrigada a lidar com as consequências que se desenrolam a partir disso. A narrativa é bem amarrada, com cada ação reverberando em uma consequência direta, e o atropelamento e suas reverberações ocasionam voltas e revoltas abruptas na vida de Joana. Carboni já havia demonstrado seu talento no curta-metragem “O Teto Sobre Nós”, que competiu no prestigiado Festival de Locarno, na Suíça, e faturou o troféu de Melhor Direção no 43º Festival de Gramado. Graças a este trabalho, ele foi selecionado para participar do Berlinale Talents em 2016 e da Locarno Filmmakers Academy em 2015, programas que reúnem jovens talentos promissores do cinema mundial. Para completar, desenvolveu o roteiro de “O Acidente” no laboratório do Torino Film Lab em 2018, na Itália. Sua habilidade para ir direto ao ponto, sem perder a profundidade e a complexidade, é evidente no longa, que consegue transformar um incidente aparentemente banal em uma reflexão profunda sobre temas sociais e humanos, como homofobia, misoginia e classicismo, além de oferecer um estudo delicado de personagens.   RETRATOS FANTASMAS   O novo filme de Kleber Mendonça Filho, o premiado cineasta de “O Som ao Redor”, “Aquarius” e “Bacurau”, é seu primeiro longa documental. A obra também é uma ode à sua cidade natal, Recife, e à sua paixão pelo cinema. Dividido em três capítulos, a obra explora as memórias do diretor, principalmente sua cinefilia. Mendonça Filho mistura vídeos caseiros antigos com suas próprias filmagens, e se aventura para explorar os cinemas de rua de sua infância, que alimentaram sua obsessão, mas que em sua maioria fecharam, vítimas da decadência urbana e da concorrência dos multiplexes suburbanos. Ele também explora o futuro alternativo dessas salas, visitando aquelas que foram transformadas em igrejas evangélicas, refletindo as tendências religiosas no Brasil moderno. “Retratos Fantasmas” é uma rica crônica da cinefilia, entrelaçada à jornada pessoal do cineasta. O documentário estreou fora de competição no Festival de Cannes e atraiu a atenção de distribuidores internacionais simpáticos à sua visão nostálgica pela exibição tradicional em cinemas.   VIDAS DESCARTÁVEIS   Premiado no Festival Cine-PE, o documentário de Alberto Graça (“Beatriz”) e Alexandre Valenti (“Amazônia – Heranças de uma Utopia”) aborda a escravidão moderna em áreas rurais e a exploração de mão de obra imigrante na indústria têxtil de São Paulo. A obra expõe as condições precárias de trabalho no Brasil, resultantes das dinâmicas migratórias movidas por falsas promessas de melhoria de vida. Entre os casos apresentados, estão os de imigrantes latinos que confeccionam roupas para marcas famosas e o caso da Fazenda Brasil Verde, no Pará. A narrativa é construída através de depoimentos de trabalhadores humildes, muitos deles analfabetos, que relatam suas experiências traumáticas, e monta um mosaico abrangente sobre o assunto, ampliando progressivamente a discussão e o choque. Trata-se de cinema enquanto canal de denúncia.

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    “Marte Um” vence o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    24 de agosto de 2023 /

    O filme “Marte Um” foi o maior vencedor da 22ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em cerimônia realizada na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira (23/8). A obra do diretor Gabriel Martins conquistou um total de oito estatuetas, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro, Ator e Ator Coadjuvante. A premiação não chegou a surpreender, uma vez que a tradição do GPCB é premiar o filme escolhido para representar o Brasil no Oscar. Acontece que tanto a escolha do Oscar quanto o GPCB são organizados pela mesma entidade, a Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais. Neste ano, “Marte Um” foi selecionado pela comissão da ABCAA para disputar uma vaga no evento da Academia dos EUA, mas não conseguiu passar pela peneira dos candidatos. O longa acompanha uma família de periferia que tenta viver seus sonhos. Enquanto a mãe comemora mais trabalhos de faxina, o filho mais novo revela seu desejo de deixar de jogar futebol para virar astrofísico e ir à Marte Diretor e atores Além de conquistar o troféu de Melhor Filme, a consagração de “Marte Um” se estendeu por várias categorias. Só Gabriel Martins levou três troféus, por Filme, Roteiro e Direção. Seus atores ainda se emocionaram no palco, ao receberem seus troféus. Cícero Lucas, jovem de 17 anos premiado com o troféu de Melhor Coadjuvante, recebeu muitos aplausos ao dedicar o prêmio aos pais e ao samba, revelando que foi descoberto por Gabriel em uma roda de samba. Carlos Francisco, intérprete de seu pai no filme, ficou com a estatueta de Melhor Ator. Atrizes O sucesso de “Marte Um” representou frustração para “Medida Provisória”, recordista em indicações com 15 estatuetas. A sci-fi distópica de Lázaro Ramos saiu da cerimônia com apenas um troféu para Adriana Esteves como Melhor Atriz Coadjuvante. Já o prêmio de Melhor Atriz ficou com Dira Paes, por seu desempenho no papel título do filme-denúncia “Pureza”. Outros prêmios O drama de época “A Viagem de Pedro”, de Laís Bondanzky, foi um dos mais premiados em categorias técnicas, com três estatuetas: Melhor Figurino, Maquiagem e Direção de Arte. E “Eduardo e Mônica”, de René Sampaio, conquistou o primeiro troféu da noite para Melhor Trilha Sonora. Política cultural Entre homenagens a artistas falecidos, a noite também foi marcada por discursos políticos, com pedidos de ações em defesa das “cotas de tela” e a regulação do streaming, medidas importantes para a continuidade da produção do cinema brasileiro, cuja necessidade urgente não parece sensibilizar a classe política. Vencedores A premiação também inclui séries e filmes de nicho. “Bem-Vinda a Quixeramobim” foi eleito a Melhor Comédia, “Pluft, o Fantasminha” o Melhor Longa-Metragem Infantil, e “Manhã de Setembro” a Melhor Série de Ficção. Confira a seguir a lista com todos os indicados e os respectivos vencedores de cada categoria da premiação. Melhor Longa-Metragem de Ficção “Marte Um” (vencedor) “A Viagem de Pedro” “Eduardo e Mônica” “Medida Provisória” “Paloma” Melhor Longa-Metragem Documentário “Kobra Auto Retrato” (vencedor) “A Jangada de Welles” “Amigo Secreto” “Clarice Lispector – A Descoberta do Mundo” “O Presidente Improvável” Melhor Longa-Metragem Comédia (Voto Popular) “Bem-Vinda a Quixeramobim” (vencedor) “Jesus Kid” “O Clube dos Anjos” “Papai É Pop” “Vale Night” Melhor Longa-Metragem Infantil “Pluft, o Fantasminha” (vencedor) “Alice dos Anjos” “Alice no Mundo da Internet” “DPA 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo” “Pequenos Guerreiros” Melhor Longa-Metragem Animação “Tarsilinha” (vencedor) “Além da Lenda – O Filme” “Meu Amigãozão – O Filme” “Meu Tio José” “Tromba Trem – O Filme” Melhor Direção Gabriel Martins, por “Marte Um” (vencedor) Laís Bondanzky, por “A Viagem de Pedro” Marcelo Gomes, por “Paloma” René Sampaio, por “Eduardo e Mônica” Rosane Svartman, por “Pluft, o Fantasminha” Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem Carolina Markowicz, por “Carvão” (vencedora) Angelo Defanti, por “O Clube dos Anjos” Bruno Torres, por “A Espera de Liz” Caio Blat, por “O Debate” Lázaro Ramos, por “Medida Provisória” Melhor Atriz Dira Paes, por “Pureza” (vencedora) Alice Braga, por “Eduardo e Mônica” Andréa Beltrão, por “Ela e Eu” Kika Sena, por “Paloma” Marcélia Cartaxo, por “A Mãe” Melhor Ator Carlos Francisco, por “Marte Um” (vencedor) Alfred Enoch, por “Medida Provisória” Antonio Pitanga, por “Casa de Antiguidades” Cauã Reymond, por “A Viagem de Pedro” Gabriel Leone, por “Eduardo e Mônica” Melhor Atriz Coadjuvante Adriana Esteves, por “Medida Provisória” (vencedora) Camila Márdila, por “Carvão” Camilla Damião, por “Marte Um” Drica Moraes, por “As Verdades” Helena Ignez, por “A Mãe” Melhor Ator Coadjuvante Cícero Lucas, por “Marte Um” (vencedor) André Abujamra, por “O Clube dos Anjos” Augusto Madeira, por “O Clube dos Anjos” Emicida, por “Medida Provisória” Flávio Bauraqui, por “Medida Provisória” Melhor Direção de Fotografia Leonardo Feliciano, por “Marte Um” (vencedor) Adrian Teijido, por “Medida Provisória” Felipe Reinheimer, por “Pureza” Gustavo Hadba, por “Eduardo e Mônica” Pedro J. Marquez, por “A Viagem de Pedro” Pepe Mendes, por “Carvão” Melhor Roteiro Original Gabriel Martins, por “Marte Um” (vencedor) Bruno Torres e Simone Iliescu, por “A Espera de Liz” Carolina Markowicz, por “Carvão” Laís Bodanzky, por “A Viagem de Pedro” Marcelo Gomes, Armando Praça e Gustavo Campos, por “Paloma” Melhor Roteiro Adaptado Angelo Defanti, por “O Clube dos Anjos” (vencedor) Aly Muritiba, por “Jesus Kid” Jorge Furtado e Guel Arraes, por “O Debate” Lusa Silvestre, Lázaro Ramos, Elisio Lopes Jr. e Aldri Anunciação, por “Medida Provisória” Matheus Souza, Claudia Souto, Jessica Candal e Michele Frantz, por “Eduardo e Mônica” Melhor Direção de Arte Adrian Cooper, por “A Viagem de Pedro” (vencedor) Fernanda Carlucci, por “O Clube dos Anjos” Filipe Cunha, por “Marte Um” Joana Mureb, por “Eduardo e Mônica” Renata Pinheiro, por “Carvão” Melhor Montagem Ficção Aline Werlang, por “Pureza” (vencedora) Diogo R. Pimentão, por “Eduardo e Mônica” Flavio Zettel, por “Carvão” Karen Akerman, por “A Mãe” Lucas Gonzaga, por “Marte Um” Melhor Montagem Documentário Caio Cavechini, por “O Presidente Improvável” (vencedor) Bruna Finelli, por “Kobra Auto Retrato” Guilherme Fiúza, por “Clarice Lispector – A Descoberta do Mundo” Marcelo Campaña, por “A Jangada de Welles” Rafael Figueiredo, por “Amigo Secreto” Melhor Som Pedro Lima, por “Marte Um” (vencedor) Alessandro Laroca, por “Carvão” Beto Ferraz e Gustavo Loureiro, por “O Debate” Cristiano Maciel, por “A Mãe” Simone Petrillo, por “A Viagem de Pedro” Melhores Efeitos Visuais Sandro di Segni, por “Pluft, o Fantasminha” (vencedor) Eduardo Schaal, Guilherme Ramalho e Hugo Gurgel, por “A Viagem de Pedro” Gabriel Martins, por “Marte Um” Leonardo Sindlinger, Michel Takahashi e Karlos Shirmer, por “Jesus Kid” Marcelo Siqueira, por “A Espera de Liz” Paulo Barcellos, por “Medida Provisória” Melhor Trilha Sonora Plínio Profeta, por “A Viagem de Pedro” (vencedor) Caetano Veloso, por “Marte Um” João de Barro e Josué de Castro, por “O Debate” João Donato e Arismar do Espírito Santo, por “Eduardo e Mônica” Max Viana, por “Ela e Eu” Melhor Canção “Marte Um”, por “Marte Um” (vencedora) “Eu Sei Que Vou Te Amar”, por “Eduardo e Mônica” “Mente Sem Medo”, por “Carvão” “Só Pra Você”, por “A Viagem de Pedro” “Vento de Lá”, por “A Viagem de Pedro” Melhor Longa Ibero Americano “Argentina, 1985” (Argentina), de Santiago Mitre (vencedor) “1976” (Argentina/Chile), de Manuela Martelli “As Bestas” (Espanha), de Rodrigo Sorogoyen “La Jauría” (Colômbia), de Andrés Ramírez Pulido “Restos do Vento” (Portugal), de Tiago Guedes Melhor Longa Internacional “Elvis” (Estados Unidos), de Baz Luhrmann (vencedor) “1982” (Líbano), de Oualid Mouaness “A Mulher Rei” (Estados Unidos), de Gina Prince-Bythewood “Avatar: o Caminho da Água” (Estados Unidos), de James Cameron “Boa Sorte, Leo Grande” (Reino Unido), de Sophie Hyde “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” (Estados Unidos), de Ryan Coogler “Top Gun: Maverick” (Estados Unidos), de Joseph Kosinski Melhor Série Ficção “Manhãs de Setembro” – 2ª Temporada (Amazon Prime Video) (vencedora) “Bom Dia, Verônica” – 2ª Temporada (Netflix) “Rota 66: A Polícia que Mata” – 1ª Temporada (Globoplay) “Sob Pressão” – 5ª Temporada (Globoplay) “Turma da Mônica: A Série” – 1ª Temporada (Globoplay) Melhor Série Documental “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” – 1ª Temporada (HBO Max) (vencedora) “Em Casa com os Gil” – 1ª Temporada (Amazon Prime Video) “Lei da Silva: A História do Jogo do Bicho” – 1ª Temporada (Canal Brasil) “O Caso Celso Daniel” – 1ª Temporada (Globoplay) “PCC: Poder Secreto” – 1ª Temporada (HBO Max) Melhor Série Animação “Vamos Brincar com a Turma da Mônica” – 1ª Temporada (Giga Gloob) (vencedora) “Cordélicos” – 1ª Temporada (TV O Povo) “O Show da Luna!” – 7ª Temporada (Discovery Kids) “Passagens da Independência” – 1ª Temporada (Canal Futura/Globoplay) Melhor Curta Ficção “Big Bang”, de Carlos Segundo (vencedor) “Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo”, de Guilherme Xavier Ribeiro “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli “Infantaria”, de Laís Santos Araújo “Sobre Amizades e Bicicletas”, de Júlia Vital “Último Domingo”, de Joana Claude e Renan Brandão Melhor Curta Documental “Território Pequi”, de Takumã Kuikuro (vencedor) “A Última Praga de Mojica”, de Cédric Fanit, Eugenio Puppo, Matheus Sundfeld e Pedro Junqueira “Carta para Glauber”, de Gregory Baltz “Peixes Não se Afogam”, de Anna Azevedo “Trópico de Capicórnio”, de Juliana Antunes Melhor Curta Animação “A Menina Atrás do Espelho”, de Iuri Moreno (vencedor) “Em Busca da Terra-Música Prometida”, de Gabriel Bitar “Meu Nome É Maalum”, de Luisa Copetti “Nonna”, de Maria Augusta V. Nunes “O Senhor do Trem”, de Aída Queiroz e Cesar Coelho

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    “Mussum, o Filmis” vence o Festival de Gramado

    20 de agosto de 2023 /

    A cinebiografia “Mussum, o Filmis” foi o grande vencedor do Festival de Gramado de 2023, conquistando o Kikito de Melhor Filme na premiação da noite de sábado (19/8) na serra gaúcha.   Emoção do elenco O filme que dramatiza a história de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum de “Os Trapalhões”, também premiou Ailton Graça como Melhor Ator por retratar o humorista e fundador do grupo Originais do Samba. Ao receber o troféu, ele não conseguiu segurar as lágrimas. “Meu primeiro”, disse o ator, que nunca havia ganhado um prêmio em sua carreira. Ao todo, o primeiro longa-metragem dirigido pelo ator Silvio Guindane venceu seis troféus, inclusive de Melhores Atores Coadjuvantes para Yuri Marçal, intérprete de Carlinhos, a versão jovem de Mussum, e Neusa Borges. Marçal fez um discurso emocionado que levantou a platéia. “Realmente é muito difícil de falar, eu não esperava de forma alguma por isso, mas eu não pretendo ser nem um pouco modesto”, começou o ator. “Na [faculdade de] Teatro e TV, em 2013, assim que eu estava para me formar eu ouvi a frase de um diretor que falou assim: ‘Eu tenho muita gente aqui querendo se formar, muita gente querendo ser ator. Mas uma das pessoas que eu tenho certeza que nunca vai poder ser é você, Yuri”, relatou, emocionado. Afirmando que decidiu enfrentar o desafio, desabafou: “A mensagem do filme que mais me emocionou é uma que o Mussum fala no final […] onde ele conta sobre a mãe dele ter lutado a vida inteira para ele poder ter oportunidade. Então, quero agradecer neste momento à minha mãe, que eu sei que ela, mesmo sem estudo, batalhou muito para eu ter a oportunidade de fazer o que quiser, de eu poder ter o direito de escolha”, contou, ovacionado pela plateia. A lista de troféus recebidos pelo “Filmis”, que estreia em 2 de novembro nos cinemas, completa-se com o Kikito de Melhor Trilha Sonora para Max de Castro e o prêmio de Melhor Filme na votação do Júri Popular.   Os demais prêmios Entre os outros filmes, apenas dois foram premiados. E o campeão de troféus foi o cineasta Petrus Cariry, que ficou com três Kikitos por “Mais Pesado É o Céu”: Melhor Direção, Melhor Fotografia e Melhor Montagem (prêmio que dividiu com Firmino Holanda). Para completar, o filme rendeu à atriz Ana Luiza Rios um Prêmio Especial do Júri. O Kikito de Melhor Atriz ficou com Vera Holtz por “Tia Virgínia”, de Fábio de Meira, que também recebeu os troféus de Melhor Roteiro (para Meira), Direção de Arte, Desenho de Som e do Júri da Critica. Nas premiações específicas para filmes gaúchos, “Hamlet”, de Zeca Brito, incluindo Filme, Direção e Ator (para Frederico Restori), enquanto “Anhangabaú”, de Lufe Bollini, levou o Kikito de Melhor Longa-metragem Documental. A edição do Festival de Cinema de Gramado foi marcada pela morte da atriz Léa Garcia na terça feira (25/8), que seria homenageada no evento aos 90 anos. A atriz receberia no dia seguinte à sua morte o troféu Oscarito pela sua contribuição ao cinema nacional. O prêmio acabou entregue a seu filho, Marcelo, juntando-se aos quatro Kikitos que a atriz recebeu em vida.   Lista de vencedores Confira abaixo a lista de longas premiados no 51º Festival de Cinema de Gramado. Longas-metragens Brasileiros Melhor Filme: “Mussum, O Filmis”, de Silvio Guindane Melhor Direção: Petrus Cariry, por “Mais Pesado é o Céu” Melhor Ator: Aílton Graça, por “Mussum, O Filmis” Melhor Atriz: Vera Holtz, por “Tia Virgínia” Melhor Roteiro: Fábio Meira, por “Tia Virgínia” Melhor Fotografia: Petrus Cariry, por “Mais Pesado é o Céu” Melhor Montagem: Firmino Holanda e Petrus Cariry, por “Mais Pesado é o Céu” Melhor Trilha Musical: Max de Castro, por “Mussum, O Filmis” Melhor Direção de Arte: Ana Mara Abreu, por “Tia Virgínia” Melhor Atriz Coadjuvante: Neusa Borges, por “Mussum, O Filmis” Melhor Ator Coadjuvante: Yuri Marçal, “Mussum, O Filmis” Melhor Desenho de Som: Rubem Valdés, por “Tia Virgínia” Prêmio Especial do Júri: Ana Luiza Rios de “Mais Pesado é o Céu” Júri da Crítica: “Tia Vírginia”, de Fábio Meira Júri Popular: “Mussum, O Filmis”, de Silvio Guindane Longas-metragens Gaúchos Melhor Filme: “Hamlet”, de Zeca Brito Melhor Direção: Zeca Brito, por “Hamlet” Melhor Ator: Frederico Restori, por “Hamlet” Melhor Atriz: Carol Martins, por “O Acidente” Melhor Roteiro: Marcelo Ilha Bordin e Bruno Carboni, de “O Acidente” Melhor Fotografia: Bruno Polidoro, Joba Migliorin, Lívia Pasqual e Zeca Brito, por “Hamlet” Melhor Direção de Arte: Richard Tavares, de “O Acidente” Melhor Montagem: Jardel Machado Hermes, de “Hamlet” Melhor Desenho de Som: Kiko Ferraz, Ricardo Costa e Cristian Vaz, por “Céu Aberto” Melhor Trilha Musical: Rita Zart e Bruno Mad, por “Céu Aberto” Júri Popular: “Sobreviventes do Pampa”, de Rogério Rodrigues Longas-metragens Documentais Melhor Filme: “Anhangabaú”, de Lufe Bollini

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    “O Auto da Compadecida 2” ganha primeira foto com Selton Mello e Matheus Nachtergaele

    18 de agosto de 2023 /

    O ator Selton Mello divulgou em seu Instagram a primeira foto de “O Auto da Compadecida 2”, sequência da minissérie de 1999, que o mostra ao lado de Matheus Nachtergaele, retomando os papéis de Chicó e João Grilo. A imagem marca o início da produção da continuação, mais de 20 anos após o lançamento da minissérie, que também virou filme no ano seguinte. Do elenco original, ainda retornam Virginia Cavendish e Enrique Diaz, que viveram, respectivamente, Rosinha e Joaquim Brejeito. Mas Fernanda Montenegro, que interpretou a Nossa Senhora, teve conflitos de agenda e será substituída por Taís Araújo (“Medida Provisória”) na sequência.   Produção e elenco A produção, direção e roteiro de “O Auto da Compadecida 2” são assinados por Guel Arraes (“Lisbela e o Prisioneiro”) que também comandou a primeira versão há 25 anos. E o elenco terá ainda participações de Eduardo Sterblitch (“Os Outros”), Humberto Martins (“Travessia”), Fabiula Nascimento (“Segundo Sol”), Luis Miranda (“Encantado’s”), Juliano Cazarré (“Pantanal”) e Luellem de Castro (“Encantado’s”). Baseado na obra de Ariano Suassuna, “O Auto da Compadecida” se passa em Taperoá, no sertão da Paraíba, nos anos 1930, onde João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) tentam vencer na vida com inteligência em meio a adversidades de uma vida humilde. A continuação se passa nos anos 1950 e é baseada numa ideia original de Guel Arraes, “com a aprovação entusiasmada da família de Ariano Suassuna”, segundo a postagem de Selton. O roteiro é assinado por Guel Arraes e João Falcão, com a colaboração de Adriana Falcão e do cineasta Jorge Furtado (“Real Beleza”). Guel, João e Adriana escreveram juntos a minissérie de 1999. A previsão de estreia é para 2024. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selton Mello (@seltonmello)

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    Viola Davis homenageia Léa Garcia: “Uma honra ter te conhecido”

    17 de agosto de 2023 /

    A atriz americana Viola Davis usou sua conta no Instagram para prestar homenagens a Léa Garcia, atriz brasileira que morreu na terça-feira (15/8) aos 90 anos, no Rio Grande do Sul, onde receberia uma homenagem no Festival de Gramado pelas realizações de sua carreira. “Foi uma honra ter te conhecido, Dona Léa. Obrigado por suas contribuições ao nosso ofício”, escreveu a atriz, junto de uma foto de sua passagem pelo Brasil no ano passado, quando veio divulgar o filme “A Mulher Rei”. A foto mostra um encontro de Viola com artistas brasileiros, inclusive Léa Garcia. A reunião aconteceu na casa de Taís Araújo e Lázaro Ramos e contou com a presença também de Iza, Zezé Motta, Seu Jorge e Ícaro Silva, entre outros. O Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por VIOLA DAVIS (@violadavis) momento foi registrado em fotos publicadas pelo casal no Instagram. “Recebendo amigos. Noite linda e mais que especial”, escreveu Taís quando da ocasião.

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    Amizade Colorida: Comédia com Justin Timberlake vai ganhar remake brasileiro

    16 de agosto de 2023 /

    A comédia romântica “Amizade Colorida”, lançada em 2011 e estrelada por Justin Timberlake e Mila Kunis, ganhará uma versão brasileira. A Sony Pictures está colaborando com a Biônica Filmes no remake, que terá direção de Rafael Gomes (“Meu Álbum de Amores”) e será estrelado por Maria Bopp (“Me Chama de Bruna”) e Ícaro Silva (“Verdades Secretas”). A trama gira em torno de Julia, interpretada por Maria Bopp, uma recrutadora de São Paulo que contrata Daniel, um diretor de arte de Salvador, interpretado por Ícaro Silva, para uma entrevista de emprego em uma grande empresa de tecnologia. Inicialmente relutante em deixar sua família e sua casa com vista para o mar na Bahia, Daniel aceita o trabalho após um dia explorando São Paulo, guiado por Julia. Rapidamente, a amizade deles se transforma em uma relação casual de amigos com benefícios, até que ambos percebem que estão apaixonados.   Elenco e produção O roteiro da adaptação está a cargo de Mariana Zatz (“Turma da Mônica: A Série”) e Rafael Gomes (“Meu Álbum de Amores”), e o elenco também inclui Gisele Fróes (“Três Verões”), Tuca Andrada (“Amor de Mãe”), Luiz Pepeu (“A Bicicleta do Vovô – A série”) e Daniel Furlan (“La Vingança”). Karen Castanho, da Biônica Filmes, comemorou a produção: “Todos nós da Biônica estamos honrados em nos unir à Sony Pictures International Productions pela primeira vez. Que maneira de celebrar nosso 10º aniversário! Sempre apreciamos o filme, e é uma emoção adaptar este favorito dos fãs para o Brasil”. Confira o trailer do filme original:

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    Larissa Manoela influencia o zodíaco no trailer de “Tá Escrito”

    16 de agosto de 2023 /

    A Paris Filmes divulgou nesta quarta-feira (16/8) o trailer astrológico de “Tá Escrito”, nova comédia estrelada por Larissa Manoela. A atriz dá vida à Alice, uma jovem leonina que, ao contrário de seu signo, se sente insegura e detesta ser o centro das atenções. Ela se frustra por viver com a mãe (Karine Teles), uma virginiana obcecada por organização, e com o astuto irmão (Kevin Vechiatto). Seu maior sonho é conquistar o primeiro emprego e ir morar com o namorado (André Luiz Frambach), porém a relação vai por água abaixo devido aos planos profissionais do garoto. A jovem vai culpar todos os astros por conta dos desafios, até que, contra todas as probabilidades, recebe uma oportunidade para abordar astrologia em um podcast. As mudanças continuam quando ela recebe um livro em branco com instruções mágicas, que prometem a realização de qualquer previsão escrita nas páginas. “Escreva seu destino e o destino de todo o zodíaco”, diz o manual. Com o poder astral de influenciar a astrologia, Alice se torna um fenômeno online com milhões de seguidores, porém também terá seu mundo revirado de cabeça para baixo. “Eu tenho superpoderes. Não sei mais o que fazer”, ela se preocupa.   Mais detalhes A direção é de Matheus Souza (“A Última Festa”) com roteiro de Thuany Parente (“Apocalipse”) e Mariana Zatz (“Turma da Mônica: Lições”), e o elenco também inclui nomes como Caroline Dallarosa (“Além da Ilusão”), Victor Lamoglia (“Ana e Vitória”), Richard Abelha (“A Última Festa”), Hamilton Dias (“Ana e Vitória”), Emira Sophia (“Perdida”) e Vittoria Tosi (“Alice O Musical”). “Tá Escrito” tem estreia marcada para 2 de novembro.

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    Não Tem Volta: Comédia de ação com Manu Gavassi ganha trailer

    15 de agosto de 2023 /

    A comédia de ação brasileira “Não Tem Volta”, protagonizada por Manu Gavassi (“Maldivas”) e Rafael Infante (“Vai que Cola”), ganhou seu trailer. A prévia tem romance e suspense, mas o tom que começa dramático logo dá lugar à situações de pastelão.   Trama inusitada A trama do filme acompanha Henrique, interpretado por Rafael Infante, que, incapaz de superar a separação de Gabriela, personagem de Manu, decide contratar uma empresa de assassinos de aluguel para acabar com sua própria vida. No entanto, após reencontrar Gabriela e reatar a relação, Henrique se vê em uma situação complicada, pois o contrato com os assassinos não pode ser cancelado. A partir daí, ele se envolve em uma série de situações tensas e mirabolantes para tentar salvar a própria vida e ficar com a mulher que ama, mesmo sabendo que, por contrato, sua decisão de contratar os assassinos não tem volta.   Elenco conta com nomes conhecidos da TV brasileira Além de Gavassi e Infante, o elenco do filme conta com participações especiais de Diogo Vilela (“Pé na Cova”), Betty Gofman (“Órfãos da Terra”) e Roberto Bomtempo (“1 Contra Todos”). O filme, dirigido por César Rodrigues (“Lulli”) e com roteiro original de Fernando Ceylão (“Dissonantes”), é uma produção da Conspiração, com coprodução da Star e apoio da RioFilme. A estreia está marcada para o dia 23 de novembro nos cinemas.

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