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  • Filme

    Larissa Manoela fala sobre seu primeiro beijo em vídeo do filme Meus 15 Anos

    2 de junho de 2017 /

    A atriz Larissa Manoela (“Carrossel”) revelou que deu seu primeiro beijo aos 11 anos de idade, num buffet infantil, após uma aposta com outras crianças. A revelação está num novo vídeo promocional do filme “Meus 15 Anos”, estrelado pela adolescente, que na verdade tem 16 anos. Por sinal, a prévia é repleta de beijos do jovem elenco da produção, além de tocar a musiquinha que Larissa gravou para sua trilha sonora. Confira abaixo. Baseado no livro homônimo de Luiza Trigo, mais conhecida como Luly Trigo, o filme conta a história de Bia, a primeira nerdzinha interpretada por Larissa – que parece ótima de óculos nas cenas. Na trama, ela é uma garota pouco popular que vai ganhar uma grande festa de debutante, capaz de mudar tudo em sua vida. O elenco também inclui Rafael Infante (“Desculpe o Transtorno”) e os jovens atores Daniel Botelho, Bruno Peixoto, Victor Meyniel, Clara Caldas, Bruna Tatar e Pyong Lee, além da cantora Anitta. Com direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”), “Meus 15 Anos” tem previsão de estreia para 15 de junho.

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  • Música

    Documentário do Sepultura ganha trailer repleto de estrelas do rock pesado

    2 de junho de 2017 /

    A O2 divulgou o pôster e um novo trailer do documentário da banda Sepultura, que acompanha os músicos no palco, nos bastidores, em viagens, em estúdio e em suas casas. E além do “som pauleira” da banda, também traz depoimentos de lendas vivas do heavy metal, que expressam sua admiração pelos brasileiros. A prévia dá uma palhinha das participações de Lars Ulrich (Metallica), Scott Ian (Anthrax), Dave Ellefson (Megadeath), Phil Anselmo (Pantera) e Corey Taylor (Slipknot). Dirigido por Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), “Sepultura Endurance” foi filmado ao longo de sete anos e rendeu mais de mil horas de imagens captadas. Mesmo assim, não conta com participação ou apoio dos irmãos Cavalera, que inclusive vetaram a utilização de suas músicas, demonstrando como o racha entre os membros foi grave e duradouro. Algumas das faixas proibidas estão entre as mais conhecidas do grupo, como “Roots” e “Attitude”. Na premiére realizada em Los Angeles, trechos em que as duas músicas apareciam, tocadas pela atual formação, foram exibidos sem som. No Brasil, o documentário estreia no dia 14 de junho.

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  • Filme

    Cine PE anuncia suas novas datas

    2 de junho de 2017 /

    Adiado após boicote de motivação política, o Cine PE ganhou uma nova data. O festival pernambucano vai acontecer de 27 de junho a 3 de julho. Em nota, os organizadores do evento esclarecem que os sete curtas e um longa-metragem retirados da programação foram substituídos por outros títulos, “que também fizeram suas inscrições de modo espontâneo, respeitando ordem classificatória da curadoria”. Segundo o comunicado, a programação completa será divulgada em breve. A polêmica começou quando um grupo de cineastas decidiu retirar seus filmes do festival, acusando a organização do evento de montar uma programação que “favorece um discurso partidário alinhado à direita conservadora e grupos que compactuam e financiaram o golpe ao Estado Democrático de Direito ocorrido no Brasil em 2016”. Apesar de não nomearem nenhum filme, a protesto visava o documentário “O Jardim das Aflições”, de Josias Teófilo, sobre o astrólogo ultraconservador Olavo de Carvalho, que integrava a competição, e a ficção “Real – O Plano por Trás da História”, de Rodrigo Bittencourt, que dramatiza os bastidores da criação do Plano Real, em 1994. Os dois filmes já entraram em cartaz no circuito comercial. Por conta da saída dos filmes, os organizadores decidiram adiar o evento, originalmente previsto para o final de maio. A 21ª edição do Cine PE vai acontecer no tradicional Cinema São Luiz, no Recife.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha estreia em mais de mil salas de cinema

    1 de junho de 2017 /

    “Mulher-Maravilha” é o maior lançamento da semana no Brasil, com uma distribuição em 1,2 mil salas. O longa chega precedido por críticas muito positivas, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, que o apontam como uma das melhores adaptações de quadrinhos já feitas. Trata-se de uma mudança de percepção gigantesca em relação aos filmes de super-heróis da DC Comics, como “Batman vs. Superman” (2016), que introduziu a heroína. E isto acontece com a primeira superprodução de quadrinhos dirigida por uma mulher neste milênio. Patty Jenkins (do premiado “Monster: Desejo Assassino”) está fazendo História, mas também se destaca o desempenho de Gal Gadot, perfeita no papel. A segunda maior estreia é uma comédia nacional, “Amor.com”, com Ísis Valverde (“Faroeste Caboclo”) e Gil Coelho (“S.O.S.: Mulheres ao Mar 2”), que chega a 336 salas. Seu humor reflete o tema do reality show “As Gostosas e os Geeks”. Na trama, o geek conquista a gostosa, perde a gostosa e tenta reconquistá-la, com o diferencial de que boa parte disso é compartilhado nas redes sociais. Uma história convencional em tempos modernos. O filme marca a estreia solo na direção de Anita Barbosa, que foi diretora assistente de algumas das maiores bilheterias brasileiras do século – como “Se Eu Fosse Você 2” (2009), “De Pernas pro Ar” (2010) e “S.O.S.: Mulheres ao Mar 2” (2015). “As Aventuras de Ozzy” aparece em terceiro. Trata-se de uma animação espanhola sobre cachorros que, mesmo sem o pedigree de “Pets: A Vida Secreta dos Bichos” (2016), mostra que as alternativas no nicho da computação gráfica de bichos falantes estão se aprimorando. A premissa enfoca um dos grandes receios de quem tem cachorrinhos. Quando seus donos precisam viajar, Ozzy é deixado num hotel pet, cuja hospedagem de luxo se revela mera fachada para um regime carcerário, em que os cãozinhos são mal-tratadas e se vêem prisioneiros de ferozes cães de guarda. O drama épico “Z – A Cidade Perdida” completa a lista dos lançamentos de maior alcance. Com grande elenco, encabeçado por Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Robert Pattinson (“Mapas para as Estrelas”) e Tom Holland (o novo Homem-Aranha do cinema), conta a história do Indiana Jones da vida real, o Coronel Percy Harrison Fawcett (Hunnam), que deixou a carreira militar para se tornar explorador. Obcecado pela Amazônia, o britânico se embrenhou nas matas brasileiras para encontrar uma cidade que ele chamava de “Z” e acreditava ser El Dorado, a cidade de ouro. Sua última expedição aconteceu em 1925 no Mato Grosso, onde foi visto pela última vez. Há mais três filmes em circuito bastante limitado. “Inseparáveis” não é o que se poderia chamar de cinema de arte. Ao contrário, trata-se de uma comédia concebida como remake de um blockbuster internacional. Para resumir, é a versão argentina do francês “Intocáveis” (2014), que, curiosamente, elimina o elemento racial do original, alimentando o questionamento sobre a falta de negros no cinema argentino. A trama do paraplégico milionário que fica amigo de seu tratador pobre ainda ganhará remake americano em breve. O drama escandinavo “Ande Comigo” também lida com deficiência física e clichês. Após perder uma perna no Afeganistão, um ex-militar tem dificuldades para se reajustar à vida civil e é auxiliado em sua reabilitação por uma bailarina. Os opostos se atraem, como nos romances de cinema. Mas os cinéfilos podem minimizar os lugares-comuns por conta de mais uma boa performance do dinamarquês Mikkel Boe Følsgaard (o rei louco de “O Amante da Rainha”). Por fim, o documentário nacional “O Jardim das Aflições” tem lançamento apenas em sessões especiais, mas mesmo assim chega em cinco capitais (veja onde aqui). A obra do pernambucano Josias Teófilo é um passeio pelos pensamentos filosóficos de Olavo de Carvalho, o anticomunista que na juventude militou no PCB. Sem contraditórios, ele empilha discursos sobre a “autonomia da consciência individual” em oposição à “tirania da coletividade”, no conforto de sua residência nos Estados Unidos, mostrando-se culto e articulado. É bem feitinho com seu orçamento de R$ 300 mil, arrecadados em financiamento coletivo. Mas também um tédio, que se contrapõe à forma como eletrizou a esquerda, a ponto de cineastas provocarem o cancelamento do festival Cine-PE, ao se retirarem da programação num boicote coletivo contra sua inclusão no evento. As críticas ruidosas ao pensamento de Carvalho e a contrariedade com a ideia de se fazer um filme sobre ele são usadas, de forma inteligente, no material de marketing do lançamento. Mas as reações sobressaltadas dariam um filme bem melhor que o retrato plácido realizado. Clique nos títulos em destaque para ver os trailers de todas estreias da semana.

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  • Série

    Infância pobre de Latino será retratada em Nada a Perder, filme sobre Edir Macedo

    1 de junho de 2017 /

    O cantor Latino terá sua juventude retratada em “Nada a Perder”, filme sobre a vida de Edir Macedo, líder da igreja Universal e dono da Record TV. Segundo o colunista do UOL Flávio Ricco, ele será retratado pelo ator Rafael Awi, que integra o elenco da produção teen ainda inédita “Meus 15 Anos”, estrelada por Larissa Manoela. Além disso, o próprio artista também fará uma participação no filme. De acordo com relato de Marcelo Rezende numa edição do “Cidade Alerta” de 2014, Macedo “matou a fome de Latino na infância”: “O Latino era um garoto e não tinha onde morar. No Rio de Janeiro, tem um bairro na zona norte chamado Méier e tem uma praça que fica em frente ao Corpo de Bombeiros. Ele vivia como menino de rua. Lavava carro e depois dormia debaixo de um viaduto. Macedo dava dinheiro para ele comprar comida”, contou Rezende no programa. “Nada a Perder” já começou a ser filmado, com direção de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). O roteiro foi escrito por um americano, Stephen P. Lindsey (“Sempre Ao Seu Lado”), que adaptou o livro homônimo de Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da TV Record. Petrônio Gontijo (novela “Os Dez Mandamentos”) vive o empresário religioso e o elenco ainda inclui Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). A Record Filmes pretende transformar a história de Edir Macedo numa trilogia, como a própria coleção de livros de Tavolaro. “Nada a Perder – Volume 1” tem estreia marcada para fevereiro de 2018.

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    Aquarius, Boi Neon e Cinema Novo vão disputar o Prêmio Platino, o Oscar ibero-americano

    31 de maio de 2017 /

    A organização do Prêmio Platino, espécie de Oscar do cinema ibero-americano, anunciou os indicados para sua premiação de 2017, e o Brasil emplacou três longa-metragens na seleção, após passar em branco no ano passado. “Aquarius”, de Kebler Mendonça Filho, é o principal destaque, concorrendo em três categorias: Melhor Filme, Direção e Atriz com Sonia Braga – que por sinal ganhou um prêmio especial pela carreira na primeira edição do troféu, em 2014. “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, foi selecionado na categoria de Melhor Fotografia com Diego García. E “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, aparece na disputa de Melhor Documentário. Por sinal, “Aquarius” e “Boi Neon” venceram quase todas as categorias em que se encontram indicados em outro “Oscar ibero-americano”, o Prêmio Fênix, realizado em dezembro passado. Kebler Mendonça Filho e Sonia Braga foram premiados como Diretor e Atriz, e o filme de Gabriel Mascaro recebeu os troféus de Roteiro e Fotografia. Além dos citados, o Platino também incluiu na disputa de Melhor Animação uma coprodução entre Brasil e Espanha: “Bruxarias”, inédita no circuito cinematográfico nacional, com direção da espanhola Virginia Curiá. Mas é uma produção falada em inglês, do diretor do próximo “Jurassic World”, que lidera as indicações. Concorrendo a sete prêmios, a fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, do espanhol Juan Antonio Bayona, entrou na disputa pelos critérios de coprodução, já que foi feita em parceria entre estúdios da Espanha, Estados Unidos e Reino Unido. Logo em seguida, aparece o chileno “Neruda”, de Pablo Larraín com cinco indicações, seguido por cinco filmes selecionados em quatro categorias: o venezuelano “De Longe Te Observo”, de Lorenzo Vigas, o argentino “O Cidadão Ilustre”, de Gastón Duprat e Mariano Cohn, o espanhol “El Hombre de las Mil Caras”, de Alberto Rodríguez, o também espanhol “Julieta”, de Pedro Almodóvar e o mexicano “La Delgada Línea Amarilla”, de Celso García. A cerimônia de premiação vai acontecer em 22 de julho, em Madrid, com transmissão pelo Canal Brasil.

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    Divinas Divas: Documentário premiado de Leandra Leal sobre travestis históricos ganha trailer

    30 de maio de 2017 /

    A Vitrine Filmes divulgou o trailer do documentário “Divinas Divas”, que marca a estreia da atriz Leandra Leal como diretora. A prévia também inclui narração de Leandra, que relembra sua ligação histórica com o Teatro Rival, herança da família, que serviu de palco para inúmeros espetáculos de revista. É neste palco que se passa o filme, documentando a reunião de alguns dos travestis mais famosos do Brasil para um espetáculo musical, com muitas confidências de bastidores. É interessante reparar na forma como eles se referem a si mesmos. No trailer, a famosa Rogéria se diz “o travesti mais família do Brasil”, assim mesmo, no gênero masculino. Além de Rogéria, participam do filme Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios. O documentário acompanha os artistas no processo de construção de um espetáculo que celebra seus 50 anos de carreira. “Divinas Divas” venceu o prêmio do público de Melhor Documentário do Festival do Rio do ano passado, e o mesmo prêmio da Mostra Global do festival americano SXSW (South by Southwest), em Austin, no Texas. O filme estreia no dia 22 de junho.

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    Larissa Manoela vive nerd em vídeo e princesa em pôster de Meus 15 anos

    30 de maio de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e um novo vídeo do filme adolescente “Meus 15 Anos”, estrelado por Larissa Manoela (“Carrossel”). Além de cenas da produção, a prévia traz depoimentos do elenco e equipe para destacar a mensagem do filme, que seria de aceitação de si mesmo e inconformismo diante da pressão do grupo para se tornar diferente – isto é, igual a todos. “Você não precisa mudar para agradar todo mundo”, diz a jovem atriz. De fato, é uma mensagem importante para adolescentes – e o extremo oposto da trama de outro sucesso teen recente, “É Fada” (2016). O cartaz, porém, conta outra história. Ele mostra que, em sua festa, a nerdzinha vira Cinderela patricinha, com vestido pink e coroa de princesinha Disney. Baseado no livro homônimo de Luiza Trigo, mais conhecida como Luly Trigo, o filme conta a história de Bia, a primeira nerdzinha interpretada por Larissa Manoela – que parece ótima de óculos nas cenas. Na trama, ela é uma garota pouco popular que descobre que vai ganhar uma grande festa de debutante, capaz de mudar tudo em sua vida. O elenco também inclui Rafael Infante (“Desculpe o Transtorno”) e os jovens atores Daniel Botelho, Bruno Peixoto, Victor Meyniel, Clara Caldas, Bruna Tatar e Pyong Lee, além da cantora Anitta. Com direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”), “Meus 15 Anos” tem previsão de estreia para 15 de junho.

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    Leandro Hassum vai estrelar continuação de O Candidato Honesto

    27 de maio de 2017 /

    Leandro Hassum vai estrelar uma continuação do besteirol “O Candidato Honesto” (2014). Em entrevista ao G1, o ator afirmou que a situação política atual, desde o Impeachment de Dilma Rousseff, será refletida pelo filme. Mas, na verdade, o que não falta é inspiração para a história, e isso acabou se revelando um problema. “Estávamos com o roteiro pronto, mas infelizmente o Brasil, cada dia mais, cria novas versões. Certamente vamos ter que mexer no roteiro”, declarou o ator. O roteirista Paulo Cursino disse que a história só será finalizada na véspera das filmagens, marcadas para outubro. “O roteiro está dependendo muito de como o Brasil vai ficar para ser feito”, explicou. Cursino também escreveu a história do primeiro filme e pensava em buscar uma analogia com Donald Trump na continuação. A premissa de “O Candidato Honesto 2” é mostrar João Ernesto se entregando para a polícia após ser acusado de corrupção. Condenado a 400 anos de prisão, ele acaba cumprindo só 4 anos e é solto, voltando a se eleger graças à sinceridade. “Ele será uma espécie de Trump brasileiro, que fala altas bobagens na campanha e, mesmo assim, é eleito. As pessoas estão tão cansadas da política que elegem alguém que fala barbaridades, porque, pelo menos, ele é autêntico”. Com 2,2 milhões de espectadores, “O Candidato Honesto” foi o segundo longa nacional mais visto de 2014, perdendo apenas para “Até Que a Sorte nos Separe 2”. Por curiosidade, os dois filmes foram estrelados por Hassum, escritos por Cursino e dirigidos por Roberto Santucci. Santucci também deve dirigir “O Candidato Honesto 2”, que está autorizado pela Ancine a captar R$ 6,65 milhões incentivados. A previsão de estreia é próxima das eleições presidenciais de 2018.

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    Único filme brasileiro em Cannes, Gabriel e a Montanha vence prêmio do festival

    25 de maio de 2017 /

    Único filme brasileiro na seleção do Festival de Cannes 2017, “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Gamarano Barbosa, venceu dois prêmios na tarde desta quinta-feira (25/5). Exibido na seção Semana da Crítica, o drama brasileiro venceu o principal prêmio de sua mostra, que é paralela à disputa principal. Além do troféu Revelação, “Gabriel e a Montanha” também ganhou o prêmio da Fundação Gan, que vai auxiliar o lançamento do filme na França com incentivo financeiro para sua distribuição. O filme já tinha conseguido críticas muito positivas da imprensa internacional e foi aplaudido de pé durante sua exibição para o público de Cannes. A obra dramatiza os últimos dias de Gabriel Buchmann (vivido na tela por João Pedro Zappa), jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada no Malawi. Buchmann, que era amigo de infância do diretor, estava viajando pela África antes de iniciar um programa de doutorado sobre desenvolvimento social. “O significado de uma viagem só pode ser definido após o retorno. Gabriel não teve a oportunidade de retornar. Minha motivação para fazer esse filme foi descobrir o significado da viagem que ficou perdido e compartilhá-lo, que é exatamente o que o Gabriel teria feito”, explicou Fellipe Barbosa, em comunicado para a imprensa. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna.

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    Maior estreia da semana, novo Piratas do Caribe tem distribuição de blockbuster no Brasil

    25 de maio de 2017 /

    Maior estreia de cinema da semana, “Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar” chega em mais de 1,3 mil salas acompanhado de controvérsias de bastidores e críticas negativas – apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. Com o resgate de personagens da primeira trilogia, a produção acaba servindo de fecho para a franquia, já que seu próprio trailer a anuncia como capítulo final. Este é o maior atrativo para quem acompanha o Capitão Sparrow desde os primeiros filmes, mas é bom avisar que também há inúmeras reprises de situações já vistas. Além disso, o excesso de efeitos e atuações cartunescas funcionam como um desenho animado com atores, tendência dos últimos lançamentos da Disney. O grande circuito também recebe “Real – O Plano por Trás da História”, que radicais chamam de golpista – sua inclusão no Cine-PE teria motivado a desistência de cineastas de participarem do festival, em protesto contra a “direita conservadora e grupos que compactuaram e financiaram o golpe”. Seus problemas, porém, estão nas doses de fantasia e cartunismo com que descreve fatos e situações, contaminando seu potencial de docudrama com imaginação desvairada. Nem Itamar Franco foi um personagem de “Zorra Total”, nem Gustavo Franco foi o James Bond da economia nacional. Mas há um saldo positivo, na forma como o enredo explica, sem didatismo e com clareza, os debates por trás do plano Real, que tirou o Brasil do abismo – fatos importantes num país de memória seletiva. Infelizmente, faz isso com muitas frases de efeito e histeria, numa dramaturgia de telenovela, em que até os vilões são genéricos. A estreia nacional que merece maior destaque é outra: “Comeback”. Mas foi lançada em circuito limitado. Último filme de Nelson Xavier, falecido há duas semanas, traz o ator como um matador aposentado, que resolve voltar à ativa. Xavier foi premiado no Festival do Rio pela interpretação, e é uma pena que a distribuição não permita um alcance maior para a performance derradeira deste gigante do cinema brasileiro. A programação inclui outro filme brasileiro: “Muito Romântico”, coprodução alemã, dirigida e estrelada por Gustavo Jahn e Melissa Dullius em Berlim. Mas, neste caso, a distribuição limitada se justifica pelas atuações artificiais e abordagem experimental ao extremo. Com perfil de festival de cinema, onde pode agradar cinéfilos, a obra segue o manual de como entediar o espectador comum. O drama indie “Punhos de Sangue” tem a terceira maior distribuição da semana. E vale a pena. Trata-se da história real e obscura que originou um fenômeno pop. A cinebiografia resgata a façanha de Chuck Wepner, boxeador amador de Nova Jersey que aguentou 15 assaltos em uma luta de pesos-pesados contra Muhammad Ali em 1975, derrubando o campeão uma vez antes de ser derrotado. O feito foi tão impressionante que inspirou Sylvester Stallone a escrever “Rocky” (1976). Mas a vida de Chuck Wepner não teve direito a revanche vitoriosa, como em “Rocky II”. Sua façanha acabou esquecida, conforme Rocky Balboa se tornou mais e mais popular. Apesar do tom melancólico, o filme também inclui momentos doces e engraçados, além de uma performance campeã de Liev Schreiber (série “Ray Donovan”). Com maior alcance entre os lançamentos limitados, “Faces de uma Mulher” tem como atrativo a combinação de duas das melhores atrizes da nova geração francesa, Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”) e Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”). A trama acompanha quatro mulheres em idades distintas, da infância à vida adulta, que flertam com o desastre permanente, até o título fazer sentido, mostrando que, por trás de nomes e intérpretes diferentes, há sempre a mesma mulher. Roteiro e direção são de Arnaud des Pallières (“Michael Kohlhaas – Justiça e Honra”), que transforma a trama complexa num filme fluído e acessível. O segundo filme francês da semana é o documentário “Reset – O Novo Balé da Ópera de Paris”, que capta com imagens belíssimas a criação do primeiro espetáculo de Benjamin Millepied como diretor artístico do Balé da Ópera de Paris. Millepied foi o criador da coreografia de “Cisne Negro” (2010), trabalho que lhe rendeu não apenas reconhecimento mundial, mas o casamento com a atriz Natalie Portman. Entretanto, foi considerado uma escolha pouco ortodoxa para seguir os passos dos gigantes da Ópera de Paris, como Serge Lifar e Rudolf Nureyev. Além de imagens deslumbrantes, o filme registra os dramas de bastidores, a luta contra o tempo e até um greve, entre os desafios que ele precisa superar. Mais restrita das estreias da semana, chega apenas no Rio. O circuito limitado ainda destaca filmes asiáticos das seleções do Festival de Cannes e Berlim do ano passado. O chinês “A Vida após a Vida” é um drama contemplativo e espiritual, que gira em torno de um menino possuído pelo espírito de sua falecida mãe, orientado a replantar uma árvore. Bem mais interessante, “Dégradé” combina comédia de salão de beleza com o clima da guerra permanente da Faixa de Gaza. O desequilíbrio é inevitável, mas não há como negar o apelo da premissa, em que se revelam vaidades de muçulmanas forçadas a usar véu, em meio ao cotidiano violento da Palestina. Clique nos títulos destacados para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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    Alexandre Nero vive o maestro João Carlos Martins em trailer e novas fotos da cinebiografia

    23 de maio de 2017 /

    A produtora LC Barreto divulgou 21 novas fotos e o trailer do longa “João, o Maestro”, que traz Alexandre Nero (novela “Império”) como o maestro João Carlos Martins. A prévia, entretanto, dá mais espaço para a juventude de Martins, como uma criança prodígio e um jovem pianista com carreira internacional brilhante. Nestas fases, ele é vivido pelo estreante Davi Campolongo e Rodrigo Pandolfo (“Minha Mãe É uma Peça”). Já as fotos revelam, além de cenas do filme, os bastidores com a participação do próprio João Carlos Martins, dando dicas para Nero interpretá-lo. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), “João, o Maestro” vai mostrar o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, terminando com a volta por cima, quando ele se reinventa como maestro. O trailer só não precisava acrescentar, em texto, que se trata de “uma história de superação e amor a vida”, pois parece descrição – e título – de novela. O elenco também destaca Fernanda Nobre (“Leo e Bia”) no papel de Sandra, primeira mulher do maestro, Alinne Moraes (“Tim Maia”) como Carmen, atual esposa, e Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”) como Kliass, o professor de piano do jovem João Carlos. A estreia está marcada para 3 de agosto.

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  • Filme

    A Mulher do Pai: Filme mais premiado do último Festival do Rio ganha primeiro trailer

    22 de maio de 2017 /

    A Vitrine Filmes divulgou o primeiro trailer do drama “A Mulher do Pai”, filme mais premiado do último Festival do Rio. Passado no interior gaúcho, perto da fronteira com o Uruguai, o longa acompanha o cotidiano de uma jovem adolescente (a estreante Maria Galant), alterado radicalmente após a morte da avó, que a faz assumir o trabalho de cuidar do pai (Marat Descartes, de “Quando Eu Era Vivo”), deficiente visual, no mesmo momento em que ela começa seu despertar sexual. O estranhamento inicial dá lugar ao ciúme quando uma atraente uruguaia (Verónica Perrota, de “Una Noche sin Luna”) ganha espaço na vida de ambos. O filme foi premiado no Rio com os troféus de Melhor Direção para a gaúcha Cristiane Oliveira, em seu primeiro longa-metragem, Melhor Fotografia para Heloísa Passos (“Lixo Extraordinário”) e Melhor Atriz Coadjuvante para a uruguaia Verónica Perrota. Também ganhou prêmios da crítica no Festival do Uruguai e na Mostra de São Paulo, além de ter sido selecionado para o Festival de Berlim deste ano. A estreia está marcada para 22 de junho.

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