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    Filme do Plano Real faturou apenas 10% de seu orçamento nas bilheterias

    7 de julho de 2017 /

    Os economistas retratados em “Real – O Plano Por Trás da História” diriam que a produção foi um péssimo investimento. Há cerca de 40 dias em cartaz, o filme rendeu nas bilheterias apenas 10% de seu orçamento, segundo dados do site Filme B. Com direção de Rodrigo Bittencourt (do péssimo “Totalmente Inocentes”), “Real – O Plano Por Trás da História” levou 47 mil pessoas aos cinemas, arrecadando R$ 791 mil até o último fim de semana. Para ser feito, a produção consumiu um orçamento de R$ 8 milhões, de acordo com o produtor Ricardo Fadel Rihan. “A bilheteria realmente não foi o que nós esperávamos. Tenho dificuldade de entender porque a história incomodou tanta gente”, afirmou Rihan à revista Veja. De fato, o longa foi considerado incômodo por cineastas do festival Cine PE, onde faria sua pré-estreia, levando à retirada de sete filmes da programação em protesto contra o que, segundo manifesto, seria uma seleção que favorecia “um discurso partidário alinhado à direita conservadora e grupos que compactuam e financiaram o golpe ao Estado Democrático de Direito ocorrido no Brasil em 2016”. Com o adiamento do Cine PE, “Real – O Plano Por Trás da História” acabou perdendo esse espaço de divulgação. O longa é inspirado no livro “3.000 Dias no Bunker – Um Plano na Cabeça e um País na Mão”, do jornalista Guilherme Fiuza (autor do romance que virou o filme “Meu Nome Não É Johnny”), e conta como a equipe econômica reunida por Fernando Henrique Cardoso criou uma nova moeda para o Brasil, logo após o Impeachment do Presidente Collor, nos anos 1990. O personagem central é Gustavo Franco (vivido por Emílio Orciollo Neto), jovem economista que se tornaria presidente do Banco Central. Apesar do fracasso nos cinemas, o filme ainda tem uma carreira longa. A partir de 20 de julho, chegará às plataformas de streaming, incluindo Apple TV, Net Now e Vivo Play. Depois disso, os produtores negociarão a exibição em canais de TV por assinatura e TV aberta. O longa também está confirmado no Festival de Cinema Brasileiro de Miami, que ocorre em setembro.

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    Homem-Aranha: De Volta ao Lar estreia em 1,4 mil cinemas no Brasil

    6 de julho de 2017 /

    Maior estreia da semana, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ocupa quase metade dos cinemas disponíveis no Brasil, com uma distribuição em 1,4 mil salas. A estratégia é respaldada por críticas muito positivas – 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes – que alimentam o interesse pelo primeiro filme do herói no universo compartilhado da Marvel. Diferente dos anteriores, o Homem-Aranha vivido por Tom Holland não é um personagem traumatizado – esta versão não mostra a morte do Tio Ben – , mas um adolescente que se diverte ao usar seus superpoderes, ao mesmo tempo em que sofre a condescendência dos adultos – a figura paterna de Tony Stark, em particular. Robert Downey Jr. fará falta à Marvel, quando decidir deixar de viver o Homem de Ferro. Outro destaque é o vilão Abutre, que a interpretação de Michael Keaton (“Birdman”) torna um dos melhores antagonistas da Marvel desde Loki no primeiro “Thor”. Sua presença ameaçadora oferece uma contraposição sombria às cenas ensolaradas de Peter Parker no colegial, extraídas de comédias de John Hughes e preenchidas por adolescentes completamente diferentes de suas versões nos quadrinhos. Além do blockbuster, a semana reserva mais seis lançamentos, quatro deles nacionais. A animação “As Aventuras do Pequeno Colombo” visa as crianças com uma aventura inspirada por personagens históricos: os meninos Cris (o pequeno Cristóvão Colombo) e Leo (Leonardo Da Vinci), que embarcam com a amiga Lisa (a Mona Lisa) em busca de uma terra distante. No caminho, encontram piratas, sereias e um povo disposto a tudo para permanecer perdido. A trama entretém, até esbarrar em seu único personagem negro, um menino rebelde, cuja presença alude à escravidão e revela estereótipos pouco elogiáveis. Vale destacar a participação de José Wilker num de seus últimos trabalhos, dublando o líder dos Cavaleiros Templários. A melhor opção dramática é “Soundtrack”, estrelado por Selton Mello (“O Palhaço”) e passado num cenário desolado do Ártico, entre muita neve e horizontes brancos. Selton vive um fotógrafo que chega à estação polar com o objetivo de realizar um projeto artístico. Ele quer reproduzir em imagens as sensações causadas pelas músicas de uma playlist. Mas sua presença cria atrito com os cientistas, que não entendem o que ele realmente pretende fazer naquele fim de mundo. O filme inclui em seu elenco internacional Seu Jorge (“Tropa de Elite 2”), o inglês Ralph Ineson (“A Bruxa”), o dinamarquês Thomas Chaanhing (série “Marco Polo”) e o sueco Lukas Loughran (“Nina Frisk”), e marca a estreia na direção de longas da dupla Manitou Felipe e Bernardo Dutra (que assinam como “300ml”), após comandarem Selton e Seu Jorge num curta-metragem há mais de uma década: “Tarantino’s Mind” (2006). “Os Pobres Diabos” chega ao circuito comercial quatro anos após vencer o prêmio do público no Festival de Brasília de 2013. Dirigido pelo veterano Rosemberg Cariry (“Corisco e Dadá”), acompanha uma trupe circense pelo sertão, que tenta manter viva sua arte em meio à pobreza generalizada. Estão presentes todos os clichês do gênero, do palhaço ladrão de mulher ao leão falso, mas humanizados pelas dificuldades. Cansados, os personagens não demoraram a ter que decidir se continuam lutando ou se seguem caminhos separados. Último drama nacional, “Cada Vez Mais Longe” tem a história mais lenta e contemplativa de todas, mas também a maior beleza visual. A trama é mínima, basicamente uma metáfora, em que o pescador João, para sustentar a família, precisa ir cada vez mais longe no rio, estendendo sua ausência do lar ao longo dos anos, enquanto o meio ambiente se deteriora pela poluição. Estreia na direção de Oswaldo Lioi (diretor de arte de “A Família Dionti”) em parceria com Eveline Costa. A programação alternativa se completa com a comédia francesa “Perdidos em Paris”, novo trabalho da dupla de cineastas-atores Dominique Abel e Fiona Gordon (“Rumba”), exibido no Festival Varilux, e a produção chilena “Poesia sem Fim”, segundo filme em que o diretor Alejandro Jodorowsky lembra sua juventude, evocando imagens delirantes e deslumbrantes, que reforçam sua fama de mestre surreal. Clique nos títulos dos filmes para assistir aos trailers das estreias da semana.

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    João Côrtes fica irreconhecível para viver traficante no cinema

    5 de julho de 2017 /

    Além de Nicolas Prattes, outro ator jovem de novelas ficou irreconhecível para filmar “O Segredo de Davi”. João Côrtes (o Peppino de “Sol Nascente”) trocou os cabelos ruivos por um visual platinado, completado por uma barba preta. A imagem pegou seus seguidores desprevenidos no Instagram. “Kd o ruivo?!”, perguntou um. “Iradooo”, resumiu outro. “Realmente cara nova, completamente diferente mas continua bonitão”, acrescentou uma terceira. “Arrasou”, elogiou mais uma. “O diretor [Diego Freitas] já tinha me avisado que ia ter uma mudança. Ele queria que eu aparecesse muito diferente, para que o público não me reconhecesse. Acho que a caracterização e o figurino fazem toda a diferença. Um personagem não é nada sem isso. Imagina o Jack Sparrow sem aquele figurino todo”, disse Côrtes em entrevista à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo. João Côrtes acrescentou que o processo para ficar “irreconhecível” foi bastante trabalhoso e cansativo. “Fiquei seis horas no salão. Foram cinco processos de tintura. Em certos momentos ardeu muito. Nunca tinha pintado os cabelos. Cheguei a pensar: ‘Será que depois vou voltar a ser ruivo?’”, explicou, ressaltando que não pretende manter o look após o filme. No filme, ele vai viver um traficante de drogas. Mas a trama gira em torno do personagem de Nicolas Prattes, o Davi do título, criado em um orfanato, que ao deixar o local passa a ter distúrbios mentais causados por um trauma na infância. O segredo de Davi é que ele é um serial killer. O elenco ainda inclui Giselle Prattes (mãe de Nicolas, também da novela “Rock Story”), Neusa Maria Faro (novela “Gabriela”), Eucir de Souza (“Comeback: Um Matador Nunca se Aposenta”) e Bianca Muller (“O Escaravelho do Diabo”), entre outros. Com roteiro e direção de Diego Freitas, que também estreia em longa-metragem, “O Segredo de Davi” só deve chegar nos cinemas em 2018. Personagem novo, cara nova. Amo minha profissão. "O Segredo de Davi" , 2018 nos cinemas. @osegredodedavi ?? Uma publicação compartilhada por João Côrtes (@joao_cortes) em Jul 5, 2017 às 5:44 PDT

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    Corpo Elétrico: Drama LGBT+ com Linn da Quebrada ganha primeiro trailer

    5 de julho de 2017 /

    A Vitrine Filmes divulgou o trailer de “Corpo Elétrico”, longa de estreia do premiado curtametragista Marcelo Caetano (“Verona”). Drama de temática LGBT+, o filme gira em torno de Elias (o estreante Kelner Macêdo), gay nordestino que encontra trabalho como costureiro de uma fábrica em São Paulo e se divide entre o prazer de fazer o que gosta, a amizade com os colegas e a vida noturna repleta de encontros com outros homens – entre eles o funkeiro Linn da Quebrada. Com carreira internacional, “Corpo Elétrico” foi selecionado para o Festival de Roterdã, na Holanda, e premiado no Festival de Guadalajara, no México. A estreia está marcada para 17 de agosto.

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    O Filme da Minha Vida: Novo trailer destaca o papel de Selton Mello

    5 de julho de 2017 /

    A Vitrine Filmes divulgou um novo trailer de “O Filme da Minha Vida”, drama dirigido por Selton Mello, seis anos depois do sucesso de “O Palhaço”. A prévia volta a destacar a fotografia belíssima, que dá à produção de época um aspecto refinado, acentuado ainda mais pela participação do francês Vincent Cassel (“Em Transe”). Além disso, pela primeira vez o papel de Selton é apresentado com maiores detalhes. Passado nos anos 1960, o filme gira em torno de Jacques (Johnny Massaro, de “A Frente Fria que a Chuva Traz”), jovem professor de um povoado, que foi abandonado pelo pai, um forasteiro francês (Cassel), há vários anos, deixando para ele uma motocicleta e um amigo, o papel de Selton Mello. O elenco também destaca Bruna Linzmeyer (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Bia Arantes (“Real – O Plano por Trás da História”), Ondina Clais Castilho (“Meu Amigo Hindu”), Erika Januza (novela “Sol Nascente”), Martha Nowill (“Vermelho Russo”) e o veterano Rolando Boldrin (novela “Os Imigrantes”). A trama adapta o livro “Um Pai de Cinema”, do escritor chileno Antonio Skármeta (“O Carteiro e o Poeta”). E, além de dirigir e coadjuvar, Selton Mello também assina o roteiro em parceria com Marcelo Vindicato, com quem trabalhou em “Feliz Natal” (2008) e “O Palhaço” (2011). A estreia está marcada para 3 de agosto.

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    Nicolas Prattes assusta fãs com maquiagem para papel em filme

    5 de julho de 2017 /

    O ator Nicolas Prattes postou um vídeo no Instagram que assustou seus fãs. É que o material revela sua maquiagem para um novo papel, que marcará sua estreia no cinema. Além de ter mudado o visual que o popularizou como Zac na novela “Rock Story”, tingindo os cabelos de loiro, o vídeo mostra diversos ferimentos em sua face. “Quer me matar do coração?”, perguntou uma fã. “Achei que você estivesse machucado mesmo. Que susto”, disse outra. “Eu sei que não é verdade, mas não gosto de ver o seu rosto assim”, opinou outra. Mas logo perceberam que se trata de um novo projeto e passaram a elogiar o visual. “Maquiagem perfeita”, elogiou uma. “Tá uma mistura de Edward Mãos de Tesoura e Justin Bieber”, comparou outra. Nicolas Prattes viverá o protagonista do filme “O Segredo de Davi”. A trama gira em torno de seu personagem, o Davi do título, criado em um orfanato, que ao deixar o local passa a ter distúrbios mentais causados por um trauma na infância. O segredo de Davi é que ele é um serial killer. O elenco ainda inclui Giselle Prattes (mãe de Nicolas, também da novela “Rock Story”), Neusa Maria Faro (novela “Gabriela”), Eucir de Souza (“Comeback: Um Matador Nunca se Aposenta”), Bianca Muller (“O Escaravelho do Diabo”) e João Côrtes (“Ninguém Entra, Ninguém Sai”), entre outros. Com roteiro e direção de Diego Freitas, que também estreia em longa-metragem, “O Segredo de Davi” só deve chegar nos cinemas em 2018. @osegredodedavi 2018 nos cinemas 🙂 Uma publicação compartilhada por Nicolas Prattes (@nicolasprattes) em Jul 3, 2017 às 8:12 PDT

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    O Jardim das Aflições vence o festival Cine PE

    4 de julho de 2017 /

    O documentário “O Jardim das Aflições” foi o vencedor da 21ª edição do festival Cine PE, premiado como Melhor Filme tanto pelo júri quanto pelo público. Dirigido por Josias Teófilo, o filme sobre o filósofo Olavo de Carvalho chegou a rachar o evento, quando, em maio, sete cineastas anunciaram sua desistência de participar do evento, pedindo a retirada de seus filmes com a alegação de que a seleção deste ano favorecia “um discurso partidário alinhado à direita conservadora e grupos que compactuam e financiaram o golpe ao Estado Democrático de Direito ocorrido no Brasil em 2016”. Eles se referiam ao documentário de Josias Teófilo e ao drama “Real – O Plano por Trás da História”, de Rodrigo Bittencourt, sobre os bastidores da criação do Plano Real, em 1994. Por conta do protesto, o festival, que seria realizado entre os dias 23 e 29 daquele mês, acabou sendo adiado para o fim de junho. E apesar de todo esse ruído, o filme de Teófilo, que aborda a rotina pacata de Carvalho com sua família no interior dos Estados Unidos, venceu três prêmios – o terceiro foi como Melhor Montagem. Os filmes mais premiados, entretanto, foram dramas criminais: “Toro”, de Edu Felistoque, e “O Crime da Gávea”, de André Warwar, ambos com quatro troféus. “Toro” venceu Direção, Roteiro, Ator Coadjuvante (Rodrigo Lampi) e Edição de Som. Trata-se do segundo capítulo de uma trilogia com personagens policiais da série “Bipolar” (2010), desenvolvida pelo mesmo diretor, que se especializou em produções baratas do gênero. “O Crime da Gávea” foi premiado como Melhor Atriz (Simone Spoladore), Atriz Coadjuvante (Aline Fanju), Fotografia e Direção de Arte, e acompanha a investigação de assassinato da mulher de um editor de cinema. O júri oficial do Cine PE foi formado por Emanoel Freitas (ator, diretor artístico, gestor e produtor de eventos), Indaiá Freire (jornalista, produtora cultural, mestra em literatura e cinema), Tony Tramell (jornalista, ativista cultural e assistente de direção), Caio Julio Cesano (Secretário Municipal de Cultura de Londrina, doutor em multimeios, mestre em Comunicação e Mercado), Naura Schneider (atriz, produtora e jornalista) e Vladimir Carvalho (documentarista, cineasta e escritor). Longas Premiados no Cine-PE 2017 Melhor Filme “O Jardim das Aflições” (PE), Josias Teófilo Melhor Direção Edu Felistoque, “Toro” (SP) Melhor Roteiro Edu Felistoque, Julio Meloni, “Toro” (SP) Melhor Ator Mário Bortolotto, “Borrasca” (SP) Melhor Atriz Simone Spoladore, “O Crime da Gávea” (RJ) Melhor Ator Coadjuvante Rodrigo Lampi, “Toro” (SP) Melhor Atriz Coadjuvante Aline Fanju, “O Crime da Gávea” (RJ) Melhor Fotografia Alex Lopes, João Atala, Raul Salas, Natalia Sahlit, Inti Briones, “O Crime da Gávea” (RJ) Melhor Montagem Matheus Bazzo e Daniel Aragão, “O Jardim das Aflições” (PE) Melhor Edição de Som Guilherme Picolo, Lucas Costabile, “Toro” (SP) Melhor Trilha Sonora Nancys Rubias, She Devils, Kumbia Queers, “Los Leones” (MG) Melhor Direção de Arte Lúcia Quental, “O Crime da Gávea” (RJ) Prêmio do Público “O Jardim das Aflições” (PE), Josias Teófilo Prêmio da Crítica “Los Leones” (MG), André Lage

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    Teaser de Como se Tornar o Pior Aluno da Escola assume tom histérico e baixarias

    1 de julho de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou um teaser escatológico de “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”, comédia nacional baseado no livro de mesmo nome do humorista Danilo Gentili (“Mato sem Cachorro”). O vídeo é curto, mas histérico e com cenas de baixaria assumida. O longa tem direção de Fabrício Bittar, do MTV Sports, e além de Gentili também traz no elenco Bruno Munhoz (“descoberto pelas redes sociais”, segundo o release), Daniel Pimentel, Raul Gazola, Joana Fomm, o músico Rogério Skylab, o cantor Moacyr Franco e o mexicano Carlos Villagrán (o Quico do seriado “Chaves”). A estreia está marcada para 12 de outubro.

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    Bingo: O Rei da Manhã ganha novo trailer alucinante para maiores

    30 de junho de 2017 /

    A Warner divulgou um novo trailer alucinante de “Bingo: O Rei das Manhãs”, desta vez para maiores de idade, com mais cenas de conteúdo sexual. Trata-se de uma história de palhaço que definitivamente não é para crianças. Parte comédia e parte cinebiografia, o filme recria a trajetória de Bozo e, pela prévia, a única concessão parece ter sido a mudança do nome do protagonista, já que Gretchen permanece Gretchen. “Bingo: O Rei das Manhãs” marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002), e traz Vladimir Brichta (“Muitos Homens num Só”) impressionante no papel de Augusto, personagem inspirado na vida de Arlindo Barreto, o Bozo. Na trama, Augusto é um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar “Bingo”, um palhaço apresentador de programa infantil na televisão, que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. Com um humor ácido e uma narrativa surreal, o filme recria os anos 1980 num mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil. O roteiro é de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), a fotografia de Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”, “Robocop”) e o elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”), Tainá Müller (“O Duelo”), Augusto Madeira (“O Escaravelho do Diabo”), o dinamarquês Soren Hellerup (“Meu Amigo Hindu”) e até o ex-apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. A estreia está marcada para 24 de agosto.

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    Meu Malvado Favorito 3 estreia em mais de mil cinemas

    29 de junho de 2017 /

    A animação “Meu Malvado Favorito 3” é o único lançamento amplo da semana, ocupando mais de mil salas – o maior circuito da franquia até hoje. A história revela que Gru tem um irmão gêmeo mais malvado e cabeludo, Dru. Ambos são dublados no Brasil por Leandro Hassum. Mas a história não é das mais criativas, o que lhe rendeu a pior avaliação da trilogia. Ainda assim, são 67% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ocupando uma faixa intermediária, chegam ao circuito comercial dois filmes franceses antecipados pelo Festival Varilux. A comédia “Uma Família de Dois” é um remake do sucesso mexicano “Não Aceitamos Devoluções” (2013), com Omar Sy (“Intocáveis”) no papel do farrista que se vê tendo que cuidar da filha pequena, até a mulher reaparecer em cena, anos depois. Você já viu esse filme. E ainda verá de novo, na versão brasileira com Leandro Hassum, programada para dezembro. O outro lançamento francês é o romance “Um Instante de Amor”, que teve oito indicações ao César 2017, o “Oscar francês”. Dirigido pela cultuada cineasta francesa Nicole Garcia (“O Adversário” e “Place Vendôme”), o filme se passa nos anos 1950 e acompanha uma mulher (Marion Cotillard, de “Aliados”) de espírito livre num casamento sem amor, que vai enlouquecendo. Sua “doença” é finalmente diagnosticada como pedras no rim. E ao ser internada num hospital para se curar, ela acaba conhecendo e se apaixonante por outro homem (Louis Garrel, de “Saint Laurent”). A programação se completa com quatro lançamentos brasileiros. “A Terra Vermelha” é uma coprodução dirigida pelo argentino Diego Martínez Vignatti (“Batalha no Céu”), que justapõe um romance à lutas sociais de trabalhadores rurais, em meio a protestos contra os problemas causados pelo trabalho com agrotóxicos. O drama “Introdução à Música do Sangue” tem direção do veterano Luiz Carlos Lacerda (“Leila Diniz”) e explora o despertar da sexualidade de uma adolescente (Greta Antoine, da série “Nada Será como Antes”), que vive com a família pobre no interior de Minas, numa casa pequena sem energia elétrica. Os pais, vividos por Ney Latorraca (novela “Negócio da China”) e Bete Mendes (novela “Gabriela”), têm que lidar com a chegada de um estranho (Armando Babaioff, de “Sangue Azul”), que desperta desejos. O filme levou dois anos para chegar aos cinemas, desde que foi exibido no Festival de Gramado de 2015. “Mar Inquieto”, do estreante em longas Fernando Mantelli, vai do melodrama ao suspense, acompanhando a história de uma viciada (Rita Guedes, da novela “Malhação”), que se livra das drogas apenas para cair num casamento abusivo. Logo, ela também se livra do marido (Daniel Bastreghi, de “O Sabor do Amor”). Mas cria novos problemas com os comparsas criminosos dele. Por fim, “Danado de Bom” é o único documentário da semana. Vencedor do 20º Cine-PE, o filme de estreia de Deby Brennand traça um perfil do compositor João Silva, parceiro de Luiz Gonzaga que morreu em 2003. Também foi exibido no festival É Tudo Verdade do ano passado.

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    Selton Mello se transforma num “monstro” no trailer da animação Lino – O Filme

    28 de junho de 2017 /

    A Fox Film do Brasil divulgou o pôster e um novo trailer da animação “Lino – O Filme”, que parece um desenho da Pixar, mas é brasileiro. Tem até o indefectível subtítulo “O Filme” para comprovar! Mas parece sim americana, de tão profissional. E não é só o acabamento gráfico que chama atenção. A premissa é um pouco mais “profunda” que o habitual, trazendo um cara azarado, o Lino do título, que sofre o tempo inteiro, seja nos acidentes que acontecem em sua casa, seja no trabalho, como animador fantasiado de buffet infantil. Querendo mudar sua sorte, ele recorre a um suposto mago, que acaba complicando ainda mais sua vida, ao transformá-lo justamente na fantasia do gato gigante que serve de saco de pancadas das crianças. Lino vira um “monstro”, conforme ele próprio descreve, com a voz precisa de Selton Mello (“O Palhaço”). E este é só o começo da história. Em sua jornada para reverter o feitiço, Lino será confundido com o “maníaco da fantasia” e passará a ser procurado pela polícia, dando início a uma grande aventura, que culmina numa luta contra bruxos. O longa tem direção de Rafael Ribas (“O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes”) e conta ainda com as vozes de Dira Paes (“À Beira do Caminho”) e Paolla Oliveira (“Uma Professora Muito Maluquinha”). A produção é da StartAnima, um dos mais premiados estúdios de animação brasileiro, que está há 50 anos no mercado. “Lino – O Filme” estreia em 7 de setembro nos cinemas.

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    Galã de Rock Story será serial killer no cinema

    25 de junho de 2017 /

    O jovem ator Nicolas Prattes, intérprete de Zac, o filho galã de Gui (Vladimir Brichta) na novela “Rock Story”, vai estrear no cinema como protagonista. Ele terá o papel-título de “O Segredo de Davi”, com roteiro e direção de Diego Freitas, que também estreia em longa-metragem. A produção já divulgou a primeira imagem (acima) do ator caracterizado para o papel. A trama gira em torno do personagem de Prattes, criado em um orfanato, que ao deixar o local passa a ter distúrbios mentais causados por um trauma na infância. O segredo de Davi é que ele é um serial killer. O elenco ainda inclui Giselle Prattes (mãe de Nicolas, também da novela “Rock Story”), Neusa Maria Faro (novela “Gabriela”), Eucir de Souza (“Comeback: Um Matador Nunca se Aposenta”), Bianca Muller (“O Escaravelho do Diabo”) e João Côrtes (“Ninguém Entra, Ninguém Sai”), entre outros. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Documentário de Lúcia Veríssimo sobre Os Cariocas vence o festival In-Edit Brasil

    24 de junho de 2017 /

    O documentário “Eu, Meu Pai e Os Cariocas”, estreia na direção da atriz Lúcia Veríssimo, venceu o prêmio do júri no festival In-Edit Brasil, dedicado a documentários musicais. O longa-metragem conta a história do grupo Os Cariocas, conhecido pelos arranjos vocais refinados, que marcaram desde a era do rádio até a bossa nova. Lúcia Veríssimo é filha de um de seus integrantes originais, o maestro Severino Filho (1928-2016). “Eu, Meu Pai e Os Cariocas” também tinha sido exibido como filme de abertura do festival É Tudo Verdade. Agora, ele entrará no circuito In-Edit de festivais pelo mundo e será apresentado no In-Edit Barcelona. A menção honrosa foi para o documentário “Serguei, O Último Psicodélico”, de Ching Lee e Zahy Tata Pur’gte, sobre o cantor e “maluco beleza” Serguei. O prêmio do público será conhecido na cerimônia de premiação deste sábado. O júri do In-Edit deste ano foi composto pela atriz e diretora Helena Ignez, a jornalista, apresentadora e curadora de música Roberta Martinelli, o cineasta, jornalista e curador Duda Leite e o jornalista Marcelo Costa, editor do Scream & Yell, que também escreve na Pipoca Moderna.

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