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    Umbrella: Veja o curta animado brasileiro que busca vaga no Oscar 2021

    7 de janeiro de 2021 /

    O curta-metragem de animação “Umbrella”, dos diretores Helena Hilario e Mario Pece, foi disponibilizado na íntegra no YouTube pelo estúdio Stratostorm nesta quinta (7/1). A distribuição gratuita faz parte da campanha do filme por uma vaga no Oscar da categoria. O filme foi qualificado a buscar a vaga e, caso seja selecionado, será o primeiro curta brasileiro animado a chegar à premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. “Umbrella” conta a história de Joseph, um menino que vive em um orfanato e se encanta com um guarda-chuva amarelo, quando uma mulher e sua filha vão ao local doar brinquedos. A conexão do menino com o objeto é bem pessoal: seu pai usava um guarda-chuva igual quando o deixou lá. A premissa é baseada em uma história real vivida pela irmã da diretora Helena Hilario, que mora na cidade de Palmas, no Paraná. Em 2011, ao levar brinquedos para uma instituição, um garotinho foi pedir para ela um guarda-chuva. “Ele falou: ‘Eu queira um guarda-chuva porque quando o meu pai me deixou aqui, estava chovendo, então acho que se eu tiver um guarda-chuva, meu pai vai me buscar'”, ela contou à imprensa. Os dois diretores já trabalharam na criação de efeitos visuais para produções norte-americanas, como o clipe “Hallelujah”, da banda Panic! at the Disco, a série “El Chapo”, da Netflix, e o terror trash “Black Wake” (2018), estrelado por Nana Gouveia. Veja “Umbrella” na íntegra logo abaixo.

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    Ex-diretor da Globo é o novo presidente da RioFilme

    7 de janeiro de 2021 /

    O prefeito Eduardo Paes definiu que o novo presidente da RioFilme, a empresa municipal que apoia produção e distribuição de cinema na cidade do Rio de Janeiro, será Eduardo Figueira. Figueira trabalhou na TV Globo durante 40 anos, tendo deixado o carto de diretor de produção em novembro de 2018, ocasião em que foi substituído por Ricardo Waddington.

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    Filme de ação com Liam Neeson é a principal estreia nos cinemas

    7 de janeiro de 2021 /

    O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), é a principal estreia dos cinemas brasileiros nesta quinta (7/1). Escrito e dirigido por Mark Williams (criador da série “Ozark”), o filme traz Neeson como um ladrão de bancos que procura o FBI para entregar tudo o que roubou em troca de uma diminuição de sentença. O motivo? Ele encontrou o amor de sua vida. A premissa simplória se complica quando agentes corruptos do FBI resolvem ficar com a fortuna para si e o incriminam pelo assassinato do chefe deles, testemunha da corrupção. Assim, para limpar seu nome e escapar da cadeia, o protagonista vai precisar recuperar o dinheiro e provar a culpa dos federais, enquanto corre da polícia e tenta manter a namorada a salvo dos policiais assassinos. A programação inclui mais duas outras estreias. Uma delas é a típica comédia brasileira “Um Tio Quase Perfeito 2”, estrelada por Marcus Majella, que recicla cenas de filmes americanos e traz Eduardo Galvão, morto pela Covid, em um de seus últimos trabalhos. A outra, em circuito limitado, é o drama indie “Skin – À Flor da Pele” (2018), em que Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) vive um skinhead que renuncia à cultura de ódio, racismo e preconceito na qual foi criado. Este filme, por sinal, venceu o prêmio da Crítica no Festival de Toronto e tem 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os trailers das atrações.     Legado Explosivo | EUA | 2020     Um Tio Quase Perfeito 2 | Brasil | 2020     Skin – À Flor da Pele | EUA | 2018

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    2021 começa com menos de 140 mil pessoas nos cinemas brasileiros

    5 de janeiro de 2021 /

    O primeiro fim de semana de 2021 levou apenas 137 mil pessoas nos cinemas brasileiros, segundo dados inéditos da consultoria Comscore. “Mulher Maravilha 1984” se manteve como o filme mais assistido, com quase todo o público do período. De quinta a domingo, foi visto por 110,7 mil espectadores. Os números deste fim de semana, que só teve um lançamento – o desenho sul-coreano “Sapatinho Vermelho e os Sete Anões” – , representam uma queda de cerca de 96% em relação à bilheteria do primeiro fim de semana de 2020, antes da pandemia. Entre 2 e 5 de janeiro passados, 3,9 milhões de pessoas foram aos cinemas, gerando uma arrecadação de R$ 71,2 milhões. Agora, a arrecadação total entre 31 de dezembro e 3 de janeiro de 2021 foi de R$ 2,5 milhões.

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    Luccas Neto vai lançar seu 10º filme em janeiro

    28 de dezembro de 2020 /

    O criador de conteúdo infantil Luccas Neto vai lançar seu 10º filme em janeiro, “Luccas Neto em Acampamento de Férias 3”. São 10 filmes em praticamente dois anos de produção. O primeiro, “Luccas Neto em Perdidos na Noite de Natal”, saiu em dezembro de 2018. Depois, foram quatro títulos em 2019 e mais quatro neste ano. As produções geralmente contam com participação da atriz Giovanna Alparone e ainda exploram os lançamentos musicais de suas trilhas sonoras. Além de atuar, Luccas Neto produz a nova obra e divide o roteiro com Marcio Vianna. Veja abaixo uma cena musical de “Luccas Neto em Acampamento de Férias 3”, que chega nas plataformas de VOD a partir do dia 13 de janeiro.

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    Tarsila do Amaral terá novo documentário nos 100 anos da Semana de Arte Moderna

    27 de dezembro de 2020 /

    A diretora Lina Chamie (“Via Lactea”, “Os Amigos”) prepara um documentário sobre a pintora modernista Tarsila do Amaral. Chamado de “Tarsila no Espelho”, o filme tem previsão de lançamento para 2022, junto dos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. A produção conta com curadoria de Tarsilinha do Amaral, sobrinha-neta da artista, que deu à cineasta acesso às pinturas, cartas, roupas e pertences preservados de Tarsila. Segundo adiantou a coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o longa terá uma estrutura narrativa com duas atrizes (ainda não escolhidas), uma mais velha e outra mais jovem, representando a artista em diferentes fases da vida dela. A ideia é que o espectador se sinta conversando com Tarsila. As filmagens devem acontecer no segundo semestre de 2021.

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    Estreia de Klara Castanho na Netflix já começou a ser filmada

    27 de dezembro de 2020 /

    A atriz Klara Castanho contou que as filmagens de sua nova comédia adolescente, a adaptação do livro de Thalita Rebouças “Confissões de uma Garota Excluída Mal-Amada e (um Pouco) Dramática”, já começaram. E seguem protocolos rígidos contra a covid-19. “Tudo está sendo cumprido à risca. Só tiramos a máscara e os óculos no momento da filmagem. Por saber de toda essa cautela, eu topei participar”, ela contou, em entrevista à coluna de Patrícia Kogut, no jornal O Globo. Será a terceira parceria entre a Klara e Thalita, após “É Fada!” (2016) e “Tudo por um Pop Star” (2018), que também adaptaram livros infanto-juvenis famosos da escritora. Na produção, que será disponibilizada na Netflix (possivelmente no final de 2021), ela fará par com Lucca Picon, da última temporada de “Malhação”. “Minha personagem se apaixona pelo personagem do Lucca Picon na história, mas acontece uma reviravolta”, ela revelou. Os atores Fernanda Concon (“Carrossel”), Júlia Gomes (“Chiquititas”) e Kiria Malheiros (“Cinderela Pop”) também estão no elenco.

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    Filmes online: Estreia de Soul é o grande destaque deste Natal

    25 de dezembro de 2020 /

    Não faltam motivos para ficar em casa neste Natal. Abaixo estão 10. São destaques de uma semana com ótimas opções de estreias online para ver em casa, a começar por “Soul”, animação inédita da Pixar, concebida pelo mesmo diretor de “Divertida Mente”, Pete Docter. “Soul” segue a linha de abordagem de temas abstratos de “Divertida Mente”. Ao acompanhar um personagem na pós e na pré-vida, o filme debate o que significa viver. Para completar, é o primeiro longa da Pixar com protagonista negro. E ao manter a qualidade elevadíssima dos trabalhos do estúdio, também é, claro, favorito ao Oscar de Melhor Animação do ano. A lista de estreias digitais ainda inclui o badalado “Tenet”, de Christopher Nolan, o revival de “Jovens Bruxas”, um dos melhores filmes nacionais do ano, “Boca de Ouro”, e os lançamentos da Netflix “O Céu da Meia-Noite”, “Pequenos Grandes Heróis” e o documentário de Ariana Grande, entre outras opções. Confira os trailers e as plataformas onde os filmes podem ser vistos logo abaixo.     Soul | EUA | 2020 (Disney+ (Disney Plus))     Tenet | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     O Céu da Meia-Noite | EUA | 2020 (Netflix)     Pequenos Grande Heróis | EUA | 2020 (Netflix)     Jovens Bruxas: Nova Irmandade | EUA | 2020 (Apple TV, Looke, Now)     Boca de Ouro | Brasil | 2020 (Apple TV, Looke, Now)     O Amor de Sylvie | Brasil | 2020 (Amazon Prime Video)     Seu Nome Gravado em Mim | Taiwan | 2020 (Netflix)     Pequena Garota | França, Dinamarca | 2020 (Apple TV, Google Play, Google Play, NOW, Vivo Play e YouTube Filmes)     Ariana Grande: Excuse Me, I Love You | EUA | 2020 (Netflix)

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    Cinemas recebem documentários e filmes brasileiros

    24 de dezembro de 2020 /

    Com o fechamento dos cinemas em São Paulo, maior mercado do setor no Brasil, o último de semana de 2020 é de poucos lançamentos. Sem blockbusters e sem as produções de tema natalino que costumam marcar esta época, a programação se resume a dois documentários, um deles nacional, e apenas uma obra de ficção, reforçando como o fim do ano é atípico no mercado cinematográfico. “Correndo Atrás” é o segundo longa de Jeferson Dê a chegar aos cinemas neste ano – e bem diferente de “M8: Quando a Morte Socorre a Vida”. Trata-se de uma produção de 2018, que antes da pandemia não encontrava espaço nas salas de cinema. O filme é uma comédia de futebol e gira em torno de um malandro, transformado em caça-talentos amador de jogadores, que conhece um jovem deficiente físico com muita habilidade. O elenco destaca Ailton Graça, Juan Paiva, Juliana Alves, Lázaro Ramos e o humorista Helio de la Peña – o que faz do lançamento uma das raras comédias com elenco majoritariamente negro do Brasil, detalhe que costuma lotar cinemas nos EUA. O documentário “Sobradinho” acompanha Dona Pequenita, uma das últimas pessoas ainda vivas que morou na cidade de Pilão Arcado Velho, na Bahia, abandonada depois da construção da construção da barragem e da hidrelétrica de Sobradinho, nos anos 1970. Acompanhada pela equipe de filmagens, ela decide voltar ao lugar que deixou de existir. O primeiro longa documental de Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques (dupla de “Depois da Chuva” e “Guerra do Algodão”) foi exibido na Mostra de Cinema de São Paulo deste ano, mas não produziu trailer para divulgação. Completa a lista o único título internacional desta quinta (24/12), um documentário francês, “Pequena Garota”, sobre Sasha, de 8 anos, que apesar de ter nascido menino sempre soube que era uma garota. O filme de Sébastien Lifshitz (“Os Invisíveis”) mostra como Sasha evoca reações às vezes perturbadoras de uma sociedade repressora que não consegue aceitar crianças como ela – em sua vida diária na escola, nas aulas de dança ou nas festas de aniversário – apesar do apoio constante da família a para que seja compreendida e aceita. Após première no Festival de Berlim, a obra venceu os festivais de Gante (Bélgica) e Sevilha (Espanha) – e também está sendo lançada com opção de VOD (aluguel digital).

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    Diretor de Mais Forte que o Mundo desenvolve filme para Amazon

    23 de dezembro de 2020 /

    O cineasta Afonso Poyart, que filmou “2 Coelhos”, “Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”, a série “Ilha de Ferro” e até em Hollywood (“Presságios de um Crime”, em 2015), vai dirigir um filme para a Amazon. Intitulado “Três Oitão”, o longa contará cinco histórias conectadas por um ponto comum: um revólver. O roteiro é de Luca Paiva Mello (criador de “O Negócio”) e André Catarinacho (“Os Exterminadores do Alem Contra a Loira do Banheiro”). Os dois trabalharam juntos na série “Bugados”, do canal pago infantil Gloob.

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    Ancine culpa burocracia por falta de dinheiro

    22 de dezembro de 2020 /

    A Justiça Federal negou o pedido do Ministério Publico Federal (MPF) para que a Ancine fosse obrigada a concluir todos os processos administrativos referentes aos editais dos anos de 2016, 2017 e 2018 em até 90 dias. Segundo uma ação movida contra a agência pelo procurador Sérgio Suiama, 782 projetos que foram lançados com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) estão parados. O inquérito do MPF foi aberto em julho de 2020, após a exoneração do coordenador de gestão de negócios da Ancine, supostamente por ele ter se negado a cumprir ordem de paralisação de processos financiados com recursos do FSA. O servidor e outras seis testemunhos foram ouvidas e confirmaram a ordem. Na ocasião, o MPF apurou que existia uma orientação para que apenas projetos com liminares judiciais pudessem tramitar. Mas o juiz Vigdor Teitel, da 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro, aceitou explicação da Ancine de a culpa é da burocracia e não da má vontade. Segundo a Ancine, há um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sendo elaborado e que há trâmites ainda a serem cumpridos. Apesar dessa decisão, já há, na Justiça Federal do Rio, ao menos 194 mandados de segurança impetrados contra a Ancine, em razão da demora na análise de projetos audiovisuais. Ao todo, apenas 24 projetos foram encaminhados em 2020. Mas vale ressaltar que são projetos que tiveram edital aprovado até 2018. Nenhum edital foi lançado relativo aos anos de 2019 e 2020, quando a arrecadação das taxas que financiam o FSA – Condecine e Fistel – continuaram a ser cobradas normalmente. O juiz da 11ª Vara Federal do Rio pediu que o procurador que abriu processo contra os dirigentes da Ancine por improbidade administrativa forneça mais informações sobre o caso no prazo de 15 dias. Não faltam informações. Usando a burocracia como desculpa, a Ancine represou toda a arrecadação do FSA, sem cumprir várias determinações, e ainda se aproveitou do inevitável colapso da produção cinematográfica brasileira que isso tende a causar para encaminhar uma proposta visando eliminar a exigência de cotas para a exibição de filmes e séries nacionais em 2021. Não haveria produção nacional suficiente, porque não houve liberação de verbas para que isso acontecesse, de modo que, na avaliação dos responsáveis pelo represamento, as cotas não poderiam ser cumpridas. Trata-se de um exemplo perfeito de como politizar a burocracia em nome de um projeto ideológico de destruição cultural. Vale lembrar que o então ministro Osmar Terra assumiu explicitamente os planos do governo Bolsonaro para acabar com as cotas num discurso de agosto de 2019. Como a Ancine tem represado a liberação de verbas sem sofrer pressão judicial, o mesmo problema começou também a ser constatado em relação à aprovação de projetos pela Lei de Incentivo Fiscal, a antiga Lei Rouanet. Segundo informou o jornal folha de S. Paulo na quinta (17/12), há mais de 200 projetos incentivados parados no gabinete do secretário André Porciúncula, só à espera de sua assinatura para que possam receber as verbas acertadas com a iniciativa privada e serem executados. Mas o prazo está se esgotando – vai até 30 de dezembro.

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    Carro Rei: Filme brasileiro é selecionado pelo Festival de Roterdã

    22 de dezembro de 2020 /

    “Carro Rei”, da diretora Renata Pinheiro (“Amor, Plástico e Barulho”), foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Roterdã, onde fará sua premiére mundial. O filme brasileiro combina fantasia e realismo para contar a história de Uno (o novato Luciano Pedro Jr), que tem esse nome em referência ao carro em que nasceu, a caminho da maternidade. O automóvel é considerado como um melhor amigo pelo jovem, e quando uma nova lei proíbe a circulação de carros antigos, Uno busca uma solução com seu tio, um mecânico com ideias mirabolantes, vivido por Matheus Nachtergaele (“Trinta”). Juntos, os dois transformam o antigo automóvel no Carro Rei, que interage com humanos, comunicando-se e demonstrando sentimentos. O Festival de Roterdã de 2021 vai acontecer entre os dias 1º a 7 de fevereiro, com abertura da comédia dinamarquesa “Riders of Justice”, estrelada por Mads Mikkelsen (“Hannibal”). Veja abaixo uma cena de “Carro Rei” divulgada no YouTube do festival holandês.

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    Festival de Brasília premia documentário de Roraima

    22 de dezembro de 2020 /

    A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) anunciou os vencedores do 53º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O prêmio de Melhor Filme foi para “Por Onde Anda Makunaíma?”, de Rodrigo Séllos. Primeira produção de Roraima a participar da competição, o documentário entrelaça as figuras de Macunaíma, personagem literário de Mario de Andrade, e de Makunaima, mito consolidado entre indígenas, para resgatar a história e denunciar o risco de extinção dos povos originários do Brasil. Sua vitória também ressalta o predomínio de documentários na programação. Dos seis filmes em competição, cinco eram documentários. Sintomaticamente, o prêmio do Júri Popular (o Prêmio do Público) elegeu a única ficção selecionada para a competição: “Longe do Paraíso”, do baiano Orlando Senna. Pela falta de concorrentes de ficção, não houve premiações para categorias de atuações, além de reconhecimentos em diversas áreas técnicas. O festival, que geralmente distribui 12 troféus Candangos (do júri) para a competição oficial de longas, este ano ofertou apenas três. Além do prêmio de Melhor Filme, houve ainda um Prêmio Especial para o documentário carioca “Ivan, o TerrirVel”, de Mario Abbade, e o Prêmio Especial de Montagem para Marta Luz, pelo documentário “A Luz de Mário Carneiro”. A disputa de Melhor Curta ainda rendeu um troféu para “República”, segundo trabalho de direção da atriz Grace Passô (“Temporada”), que retrata conflitos éticos e sociais em meio à pandemia de covid-19. Neste ano, em que Brasília completa 60 anos, o festival também ganhou uma categoria para prestigiar a capital. O documentário “Candango: Memórias do Festival”, de Lino Meireles, que conta a história do evento, foi destaque na modalidade pela escolha do júri e do público. A edição deste ano ocorreu de forma virtual, com exibição dos filmes pela televisão, no Canal Brasil, e na plataforma de streaming Canais Globo. A premiação foi transmitida pelo Canal no Youtube da Secec. Ainda de forma atípica, todos os filmes que participaram do festival deste ano foram premiados em dinheiro. A Secec distribuiu o total de R$ 400 mil para 30 obras selecionadas. Na Mostra Oficial, longas receberam R$ 30 mil e os curtas, R$ 15 mil. Já a Mostra Brasília, pagou R$ 15 mil aos longas e R$ 5 mil aos curtas.

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